Arquivos Netflix - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/netflix/ Um pouco de tudo na medida certa Fri, 26 Nov 2021 14:24:40 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Netflix - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/netflix/ 32 32 Death Note do Netflix | Um filme amargo, mas é assistível https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/09/14/death-note-do-netflix-um-filme-amargo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/09/14/death-note-do-netflix-um-filme-amargo/#respond Thu, 14 Sep 2017 19:36:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/09/14/death-note-do-netflix-um-filme-amargo/ Depois de ler milhares de criticas a cerca da adaptação de Death Note pelo Netflix, além do relato de alguns otakus extremamente irritados, eu finalmente decidi encarar uma sessão do filme. Posso alegar que minhas expectativas estavam baixíssimas, o que não tornou a experiência tão ruim quanto muitos alegam. – Não que eu tenha achado […]

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Depois de ler milhares de criticas a cerca da adaptação de Death Note pelo Netflix, além do relato de alguns otakus extremamente irritados, eu finalmente decidi encarar uma sessão do filme.

Posso alegar que minhas expectativas estavam baixíssimas, o que não tornou a experiência tão ruim quanto muitos alegam. – Não que eu tenha achado o filme maravilhoso, mas faltou muito pouco para não ser um completo pedaço de merda.

É um filme que provavelmente funcionou para quem não conhece o mangá ou anime, mas causará ulceras em que conhece as obras originais e gosta delas.

Será que Death Note consegue ser tão ruim quanto foi Dragon Ball Evolution?

Netflix sendo Netflix

O Death Note do Netflix tem como protagonista Light Turner, um jovem nerd que sofre em silencio pela morte de sua mãe, uma vez que o assassino foi liberado por ter um pai influente.

O jovem Light não consegue aceitar muito bem isso, mas não tem poderes pra punir o seu algoz, pelo menos até o dia em que sua vida é mudada totalmente ao encontrar o Death Note. E o que ele faz quando se dá conta que possui tal poder em mãos?

LEIAM – Resident Evil | Será que os filmes são ruins?

Ele escreve o nome do bully que batia livremente em todo mundo na escola. Eu não quero ser chato, mas ele e um amigo estavam batendo e empurrando uma garota dentro do campos em frente a salas.

Cadê os monitores e justiceiros sociais? Esse filme foi ambientado no anos 90? Não pode ser 2017, porque se fosse teria uma turminha chamando ele de fascista ou qualquer outro adjetivo, certeza….

É, depois disso, ele resolve matar o assassino da mãe, que tem uma morte digna dos filmes gore que tanto amo, alias, um dos únicos pontos positivos dessa filme são os efeitos práticos para as mortes.

Me deu um trabalho capturar esse frame

É sangue, miolos e vísceras sendo espalhados para todo o canto, uma pena que isso dure pouco.

Sentindo-se poderoso, o que Light faz em seguida? Ele simplesmente vai mostrar o Death Note para a garota que ele tá afim, Mia. Porque na cabeça dele isso é o mais lógico a se fazer, afinal garotas adoram assassinos.

Se bem que Teddy Bund recebeu diversas cartas de mulheres e até chegou a se casar enquanto aguardava no corredor da morte. Não que essa informação agregue qualquer coisa ao filme, mas fica ai curiosidade.

Bem, agora Light Turner, resolveu escolher o pseudônimo Kira, que vem do japonês, porque assim dificultaria qualquer rastreamento. A curiosidade fica pelo fato de que Kira não é apenas o Light, mas a união de Mia e Light. Há uma cena que me fez soltar gostosa gargalhadas, consiste nos dois dando uns amasso enquanto escolhem no notebook quem será o próximo cara mau a ser morto.

Sério, eles tentaram passar um pouco de sadismo, mas não convenceu.

L, o maior detetive do mundo

Agora que o casal se transformou em Kira, cabe a eles não serem pegos pelo maior detetive do mundo, L.

Por sinal, o cara é uma lenda que ninguém dá a mínima. O único que demonstra alguma surpresa é o pai do Light, o resto nem se importa. E sendo sincero, inicialmente o personagem parece bem interessante, só que ele é pessimamente mal desenvolvido na trama, o que só faz você contar os minutos para ele ser morto.

Só que o que é ruim só tende a piorar, você ainda é obrigado a ver o maior detetive do mundo surtando, chega a ser ridículo.

Como alguém que teve uma criação ao melhor estilo agente 47 perde a cabeça facilmente? Ele te vendem a ideia de que o maluco não perde a calma e consegue se manter centrado, mas ele faz totalmente o oposto.

Esse dedo foi para todos nós enquanto assistíamos

Mia

Bem, agora vamos falar sobre a Mia, a garota que aparece do nada, ai de repente surge como namorada do popular jogador de futebol, e que após assistir Light matar um cara aleatório na frente dela, o amor brota e eles correm para um beco para encaixar o lego. Não é brincadeira, to falando sério, o relacionamento dos dois é construído dessa maneira.

Ela simplesmente acha normal um cara ser esquartejado por um caminhão após um nerd escrever isso em um caderno.

Só o fato do Light ter ido contar a ela que foi ele quem matou o bully, me pareceu uma  tremenda loucura. O cara é um “gênio”, em que momento ele considerou isso uma boa ideia?

Ah, mas você pode usar o argumento de que ambos possuem um senso de justiça distorcido e isso os uniu. OK, mas e se eu te disser que ela é quem acredita que policias deveriam ser mortos se isso for pra evitar a prisão, enquanto o Light é totalmente contra?

O shingami Ryuuku que possui um visual bacana é outro personagem muito mal aproveitado, no máximo serviu para render alguns closes em maçãs.

Ele é o cara que realiza as mortes após a descrição ser colocada no Death Note. Basicamente é a morte que ceifa as pessoas, tanto que em um determinado momento, Light diz para ELE escolher como as pessoas morreriam.

Sim, isso mesmo. Então pra que deixar o caderno com o Kira?

Death Note

Superficialidade

Por mais que o Death Note do Netflix faça um uso superficial de nomes e personagens do mangá, a cerne do filme está no poder do caderno. Não espere um debate de intelectos ou um questionamento do conceito de justiça. Temos aqui um filme de horror com um pouco de gore – As mortes rendem muito sangue e vísceras sendo espalhadas, mas só isso não consegue sustentar o todo.

Mesmo com um final onde Light demonstra ser extremamente inteligente, porém, se você aplicar um pouco de logica a maneira como o personagem desenrolou toda a história, você perceberá que até as leis de espaço tempo foram quebradas com o caderno. Você ainda fica com aquele gosto amargo na boca. Você acha legal, acha, mas não convence.

Apesar de possuir vários problemas, não é difícil encontrar pessoas que tenham gostado do filme e até se surpreendido com o final. Um dos meus primos vendeu o filme apontando diversos pontos positivos, e foi ele uma das razões pela qual resolvi dar uma chance ao filme.

No final das contas filme não é tão ruim quanto Dragon Ball Evolution, alias, não acredito que qualquer outro filme da atualidade consiga ser tão ruim quanto foi DB Evolution, pois aquilo foi um aborto cinematográfico.

Death Note

Err…

Death Note, mesmo com todos os problemas não é um filme tão ruim e odioso quanto vem sendo propagado. Claro, isso é uma coisa ligada diretamente ao gosto pessoal de cada um de nós. No caso aqui, se você o comparar diretamente a obra original, com toda a certeza você terá um filme hediondo, por outro lado é um filme sessão da tarde para o publico que não consome mangá e animes.

O que posso sugerir a todos é que se você gosta da obra original, não assista. Agora se você for mente aberta, então o assista sem expectativas.

Não é um filme que melhorará com o tempo, mas dá pra distrair por umas duas horas e no dia seguinte você o esquecerá. Posso dizer que ele não é tão diferente da franquia de filmes Resident Evil, que possui um público fiel o bastante para dar um bom retorno de bilheteria, e olha que eu odeio a franquia de filmes de RE.

Conclusão

Eu sei que muitos deviam estar esperando mais um texto cheio de rage como todos estão fazendo por ai, mas achei desnecessário. Principalmente porque estamos vivendo uma época em que as pessoas são 8 ou 80 com tudo. O diretor do filme mesmo cancelou sua conta no twitter por causa de diversos ataques que passou a receber depois da estreia no Netflix.

Não é a primeira vez que esse tipo de coisa acontece, em outra ocasião, uma roteirista da Bioware, Jennifer Hepler recebeu ataques por parte de alguns jogadores, devido a uma entrevista que havia cedido anos atrás, onde dizia não gostar das partes de ação da franquia de jogos Dragon Ages. Pra entenderem a situação, deixarei o artigo escrito por minha amiga Ângela do Vão Jogar: Parabéns, Gamers!

É isso, espero que aprendam que não é porque você discorda ou não gosta de algo, que isso lhe dá o direito de atacar diretamente alguém. Com relação ao filme, boa sorte para quem for assistir.

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Punho de Ferro do Netflix | Impressões https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/04/03/punho-de-ferro-impressoes-da-serie/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/04/03/punho-de-ferro-impressoes-da-serie/#respond Mon, 03 Apr 2017 16:10:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/04/03/punho-de-ferro-impressoes-da-serie/ Infelizmente o Punho de Ferro nunca foi um personagem muito relevante no universo da Marvel. Diversas de suas revistas foram canceladas ao longo dos anos por diversos motivos, um deles a falta de bons autores no comando das revistas. E isso me deixou com um pé atrás ao ver o anúncio da série baseada no personagem. […]

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Infelizmente o Punho de Ferro nunca foi um personagem muito relevante no universo da Marvel. Diversas de suas revistas foram canceladas ao longo dos anos por diversos motivos, um deles a falta de bons autores no comando das revistas. E isso me deixou com um pé atrás ao ver o anúncio da série baseada no personagem.

O que poderíamos esperar de uma série  baseada em personagem que ficou limitado a coadjuvante nos quadrinhos?

Danny Rand é o único sobrevivente de um acidente de avião que matou sua família, e que para sua sorte, dois monges pertencente a mistica cidade Kun Lun, passavam por ali e acabam por resgatá-lo. – A sorte no caso significa que ele deixou de morrer na neve para quase morrer de tanto apanhar enquanto treinava com o pessoal de Kun Lun.

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Depois de anos treinando arduamente, Danny conseguiu ser merecedor do Punho de Ferro, e decidiu retornar para o mundo das pessoas comuns. Ao chegar ele descobre que seus amigos… Ah, pelo amor, vá assistir a série e depois volte para conferir minhas impressões.


O Punho de Ferro é um monge shaolin ocidental, provavelmente um dos mais rápidos, forte e equilibrado nos quadrinhos. Podemos dizer que Luke Cage seria seu melhor amigo, pois até dividiram uma revista: Heróis de Aluguel. Por sinal é bem divertida, teve até participação do Deadpool.

E o que temos na série: Um hippie chorão que sabe lutar.

Isso não significa que a série seja ruim, apenas que o ator e o roteiro não contribuíram o bastante para torná-lo interessante. Posso dizer que por diversas vezes me vi muito mais empolgado com a subtrama e os coadjuvantes do que a trama principal.

Eu sei que algumas pessoas irão dizer que é preciso compreensão pelo fato da série  estar contando a sua origem, o que não discordo, mas não justifica o personagem ser um tremendo mongolão. Pô, ele esteve a vida toda enfiado em uma cidade mistica treinando para elevar seu espirito, chi, ki, karma, cosmos e companhia, mas não consegue lidar com o acidente que matou seus pais. Do que adiantou ele apanhar tanto de bambu e meditar se
no final das contas ele é incapaz de criar um simples plano para atacar o tentáculo. 

Não há muita coisa boa a se dizer de uma série onde nem o protagonista principal sabe o que vai fazer contra seu maior inimigo. O personagem é incapaz de criar um plano. Ele quer resolver tudo na porrada.


A série é composta por 13 episódios com quase 1 hora de duração cada, acredite, não foi fácil ir até o final. Houve episódios bons como a viagem a China atrás da Madame Gao, mas é tantos altos e baixos que chegam a um ponto, em que você vai começar a ficar de saco cheio.

Se tem algo que vale a pena são os personagens coadjuvantes: Ward Meachum e Harold Meachum, que ao meu ver roubam a cena a todo momento.

Ward, a primeira vista passa a ideia de ser apenas mais um playboy ganancioso, mas a medida que a série avança, o personagem começa a ganhar muita mais profundidade na série. Principalmente por causa de seu pai, Harold


A relação conturbada de ambos consegue prender a atenção do telespectador. Harold, não é um cara com escrúpulo algum, e deixa isso bem claro ao enfiar seu filho nas mais complexas situações. Tudo para o bem da família. Pelo menos é o que ele diz ao filho.


Sinceramente Harold podia ter sido um vilão ainda maior, apesar de entender que precisavam dar mais pano para o tentáculo. Digo mais, a Madame Gao é uma baita vilã, muito superior ao Bakuto.




Foram 13 episódios que não aproveitaram adequadamente do potencial do Punho de Ferro. Como disse ao início, apesar de ser um coadjuvante nos quadrinhos, muita coisa boa poderia ter sido feito e explorada.


As série Marvel pós-Demolidor se concentraram em oferecer heróis quebrados emocionalmente, e mostrar sua recuperação ao longo da série. E isso não funcionou aqui. Há momentos que você só quer pular ou adiantar na expectativa de que algo interessante aconteça, porque o conflito interno de Danny é a coisa mais chata que você vai ver desde as novelas da rede Globo.


Como podem ter notado, não posso por toda a culpa na atuação do ator principal, quando na realidade o roteiro não ajuda. Há muitas cenas desnecessárias  durante toda a série e isso me incomodou para diabos. Cito como exemplo a morte do auxiliar de Harold, que não teve necessidade alguma. Em uma cena anterior é citado que aqueles que são ressuscitados pelo Tentáculo tendem a ficar extremamente violentos e causar um mal enorme suas respectivas famílias. Na próxima cena: BOOM, ele vai lá e mata o ajudante por causa de sorvete. É de uma estupidez assustadora. Não precisava desperdiçar mais cenas com a morte de um ajudante que havia sido esquecido durante a série.


Não fode, pow!




Colleen Wing é uma das personagens secundárias mais legal da série, pelo menos até começar um relacionamento com o Danny. Ela é forte o suficiente para chutar a bunda do Danny, só que os roteiristas não deixaram isso acontecer. Na série você a verá batendo em brutamontes, e isso é muito awesome.


Uma pena que próximo dos últimos episódios ela perca um pouco da sua relevância, tornando-se apenas uma sidekick do Danny. Sim, fiquei um pouco decepcionado, pois as motivações da personagem acabaram ficando segundo plano. Quer dizer, deturparam as motivações dela, tornando-o um bode expiatório de um vilão.


Bem, adoraria uma série só dela. Se é para pegar personagens secundários como Luke Cage, Jéssica Jones e Punho de Ferro, então quero uma série das Filhas do Dragão, oras.




Punho de Ferro é uma série chata. Não vou entrar no mérito de produção, até porque não vi nada que me incomodasse, principalmente porque tava sendo morto lentamente com a chatice da trama principal.


O famoso poder punho de ferro raramente é usado durante toda a série, praticamente não tem uso algum. Enquanto no quadrinho ele bate até na sombra com a mão brilhando, aqui serve para abrir portas, quebrar pisos e não cortar a mãozinha dele.


Por muitas vezes estava decidido a parar de assistir, só que por motivos maiores encarei a série até o seu fim. Só tenho a agradecer que não tenha sido 20 episódios. Provavelmente cortaria os pulsos lá pelo episódio 15.


Não posso dizer que recomendo, mas DEFENSORES está programado ainda para esse ano, então será preciso entender um pouco para não ficar perdido, então assista avançando os episódios. 


De nada.


Abaixo você confere a minhas impressões em vídeo no canal Level 3. Eu sou o gordo de azul… 


É. 

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GANTZ: O | A melhor coisa já feita desde o anime https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/02/23/gantz-o-melhor-coisa-ja-feita-desde-o/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/02/23/gantz-o-melhor-coisa-ja-feita-desde-o/#comments Thu, 23 Feb 2017 20:30:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/02/23/gantz-o-melhor-coisa-ja-feita-desde-o/ Ah, como eu aguardei por esse dia, finalmente GANTZ: O chegou e para minha surpresa ele foi direto ao Netflix. Uma das maiores e melhores plataforma de streaming por enquanto. É, eu não to ganhando para fazer propaganda… pois é. Indo direto ao ponto, eu assisti ao filme duas vezes, tamanha era a minha empolgação. […]

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Ah, como eu aguardei por esse dia, finalmente GANTZ: O chegou e para minha surpresa ele foi direto ao Netflix. Uma das maiores e melhores plataforma de streaming por enquanto.

É, eu não to ganhando para fazer propaganda… pois é.

Indo direto ao ponto, eu assisti ao filme duas vezes, tamanha era a minha empolgação. E estou assistindo novamente enquanto escrevo esse texto. O motivo é que sou ansioso e automaticamente quis escrever logo depois de assistir, mas poderia acabar me rendendo ao fanboyismo, e isso não seria certo.

LEIAM – A Centopeia Humana 3: Sequencia Final | Perturbador e chocante

Sim, eu sou muito fã do mangá e o anime (exceto a curta segunda temporada, ridículo aquilo.). Também não fui conquistado pelos filmes de 2011. Apesar de terem seu ponto positivo, oras, dane-se os filmes de 2011.

Vamos falar de GANTZ: O

GANTZ:O

O filme dá início com a batalha de Kurono contra o Oni Alien do meio da cidade, ele consegue o derrotar, mas é fatalmente ferido e morre nos braços da Reika. Essa luta não teve o mesmo desfecho que no mangá. Isso provavelmente vá assustar os fãs. então acalmem-se.

GANTZ: O faz um ótimo uso desse arco e principalmente dos personagens. Kato continua o mesmo, mas é inserido como um novato na trama. Temos o Sr. Suzuki, Reika e Nishi como os sobreviventes da missão contra o Oni Alien, e eles continuam com as mesmas características dos personagens do mangá.

O que nos da uma perfeita ideia do que é uma adaptação fiel as características de uma obra – aprenda Resident Evil.

Claro, estamos falando de personagens fieis aos seu design, porém, um ator poderia fazer o mesmo, basta um roteirista decente e um diretor competente, algo que pudemos ver em Silent Hill. Facilmente uma das melhores adaptações feitas de um game, anterior a eles somente Mortal Kombat.

Bem, farei um resumo para você entender melhor do que se trata o enredo de GANTZ:

Pessoas que morreram por acidentes, acidentalmente ou por qualquer outro motivo, acordam em uma sala onde há uma esfera negra. Essa esfera é chamada de GANTZ e vai ditar o que você deve fazer com sua vida a partir desse ponto.

Todos os personagens estão presos a GANTZ até que complete 100 pontos no “jogo” que ele promove. Completando os 100 pontos você ganha o direito a três escolhas:

1 – Ganhar uma arma poderosa,
2 – Ressuscitar alguém que esteja no registro da esfera negra
3 – Ter a memoria apagada e voltar a sua vida normal

Para que possa fazer pontos, GANTZ lhe dá alvos para eliminar, alvos nem um pouco fáceis ou sequer humano para você eliminar. Mas pra compensar ele dá a roupa negra que confere super força e armas avançadas. E caso o jogador tente fugir, sua cabeça explodira em pedaços.

O engraçado de tudo isso é que as pessoas que são convocadas, em sua maioria, são pessoas normais. Sem qualquer preparo tático ou militar. Há idosos, crianças, mulheres e até um cachorro e um panda.

É, não me pergunte os motivos.

GANTZ: O
A arma de gravidade é só amor

O número de personagens de uniforme negro foi reduzido drasticamente, muita coisa foi deixada de fora.

O que é aceitável, pois o time de Osaka é composto totalmente por lunáticos, logo colocar um psicopata estuprando um monstro não seria uma boa ideia. Certamente isso acabaria com as chances da obra chegar nessas bandas. E a melhor parte é que não prejudicou em nada.

Talvez eu tenha ficado um pouco desapontado com uma das transformações do Nurarihyon, o vilão desse filme. No mangá ele  ao se transforma em uma mulher é cortado, e durante sua regeneração ele abre a barriga e puxa os intestinos para fora, só pela brincadeira.

Bem, mais isso é só o meu gosto por gore falando mais alto. O que eu não esperava era a transformação de uma mulher gigante feita de corpos femininos. No mangá esse momento chega a ser engraçado por causa de um personagem que ficou de fora. Mas para atiçar a curiosidade de vocês, ele morre encaixando o LEGO em um dos corpos.

Talvez uma das coisas que me desagradou em GANTZ: O é a cena do robô. Claro, eu adoro robôs gigantes, logo estava no hype de conferir a batalha do robô contra o mostro gigante, pois ela funciona muito bem no mangá, mas aqui ela não funciona.

O robô ficou muito foda, isso é inquestionável. Mas só tá ali para mostrar que tem um robozão gigante. Não há outro proposito. É uma cena que poderia ter sido removida para abrir espaço a mulher que bota as tripas para fora, ou estender ainda mais a batalha contra o Nurarihyon.

Fora esse pequeno detalhe, o resto é incrível e consegue passar uma sensação de que as coisas vão piorar a todo momento.

Queria que o filme fosse um pouco mais longo, apesar da uma hora e meia de duração. Adoraria que outras coisa tivessem sido acrescido, e outras poderiam ter sido descartada, mas o resultado final é extremamente gratificante.

Um final que te faz arrancar a camisa e atirar contra a televisão enquanto grita: ISSO AI, DIACHO!! SHOW, AI QUE DELICIA DE FILME!!

É…

Eu quero dizer que é filme que indico para qualquer um que procura uma aventura fora do convencional. Certamente esse filme vai estimular as pessoas a procurarem o mangá e o anime. Torço para que esse filme seja o principio de outros filmes baseado em mangás seguindo o formato 3DCGI.

GANTZ: O não é um filme longo, tem cerca de uma hora e meia de duração e está disponíveis nos idioma  japonês e inglês no Netflix.

É isso, agora só nos resta torcemos para que mais mangás possam ganhar filmes tão bons quanto. Na torcida para que Battle Royale um dia possa ser um desses.

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1º Impressões da série LOVE https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/03/10/netflix-serie-love-1-impressoes/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/03/10/netflix-serie-love-1-impressoes/#respond Thu, 10 Mar 2016 15:38:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/03/10/netflix-serie-love-1-impressoes/ Demorou mas finalmente trago minhas impressões sobre a mais nova série de humor do Netflix. Teve um amigo/leitor do site me cobrando nas ultimas 48 horas pela demora do texto ir ao ar. Pronto, espero que esteja feliz, olha ele aqui! A série LOVE  é uma comédia romântica criada por Judd Apatow (responsável por dirigir uma das […]

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Demorou mas finalmente trago minhas impressões sobre a mais nova série de humor do Netflix. Teve um amigo/leitor do site me cobrando nas ultimas 48 horas pela demora do texto ir ao ar.

Pronto, espero que esteja feliz, olha ele aqui!

A série LOVE  é uma comédia romântica criada por Judd Apatow (responsável por dirigir uma das minhas comédias favoritas: Virgem de 40 anos), Paul Rust (Arrest Development) e Lesley Afrin (Brooklyn Nine-Nine), nomes comumente ligados a séries e comédias.

Gus (Paul Rust, escreve e interpreta o personagem principal, safadinho) e Mickey (Gillian Jacobs) são aqueles personagens estereotipados que encontramos no dia-a-dia. Um é o tipico nerd romântico e que sempre é sacaneado por tudo e todos, enquanto a outra é a mulher que diz o que pensa e faz o que bem quiser sem se importar com ninguém e muitas vezes sem pudor. 

Personagens como esse são bem comuns nos filmes do Apatow, caso você não conheça nenhum, mas se você conhece, certamente ficará com aquela sensação de que a série acontece no universo criado por seus filmes. Como se estivesse acontecendo no bairro vizinho de Andy Stitzer.

Gus trabalha como tutor em estúdio, onde dá aulas a uma atriz mirim nos intervalos de uma série sobre Bruxas em que ela atua. Quer dizer, ele tenta dar aulas a uma criança que ganha no mês o que ele ganha em um ano e tenta não se sentir mal por ninguém dar a miníma a ele.

Depois de terminar seu relacionamento, começa a rever as decisões que tomou durante toda a sua vida e decide mudar. Quem nunca tomou aquela famosa decisão depois de um dia frustrante: Ninguém mais vai me zuar, a partir de hoje eu vou ser outra pessoa!

Esse ponto é muito interessante, pois a medida que a história segue, Gus toma decisões ousadas na tentativa de conhecer novas pessoas e fugir da impressão de certinho que todos tem dele.

Apesar dos esterótipos, fica difícil não se identificar com Gus, pelo menos eu passei por muitas senão milhares de situações semelhantes a que o personagem passa durante toda a temporada.


Mickey tralha em uma estação de rádio como produtora e tem sérios problemas com bebidas, cleptomania e drogas, porém, ao longo da temporada você começa a compreender melhor o porque de suas atitudes auto-destrutivas e comportamento egoísta.

No início do episódio ele rompe com seu namorado, um careca que a deixa no meio da transa para comprar calças com a mãe. A personagem é desbocada e não liga nem um pouco para as regras, o que a torna a pessoa mais improvável do mundo a ficar com Gus, que no caso é certinho pra cacete.

Sorry, Gus!


Depois do término, Mickey arruma uma companheira para dividir o aluguel, pois segundo ela: Só não quero morar sozinha. Mas arrasta a garota para todo o tipo de presepada.


LOVE sem dúvida faz jus ao seu título, pois mostra que o amor as vezes surge de lugares improváveis e de diferente formas e com pessoas totalmente opostas em um grau bem estranho.

Nessa primeira temporada os personagens estão deixando sua zona de conforto e se arriscando, aprendendo um com o outro as diferentes maneiras de enxergar a vida. Certamente isso nos leva a diversos momentos engraçados e o melhor de tudo é que sem forçar a barra, mas uma coisa é certa, a série não é para crianças devido ao alto número de palavrões e cenas de sexo (não explicito).

Eu não costumo gostar de comédias românticas por serem bem fantasiosas, mas LOVE cria situações que não criveis do dia-a-dia. Pra ter uma ideia, quando comecei a assistir eu pensei em ver apenas o piloto, mas quando me dei conta eu já estava no quinto episódio.

Caso não goste de comédias românticas, arrisque-se assim mesmo, a probabilidade de você gostar são grandes.



Eu conclui a primeira temporada e já estou ansioso para ver o que vai acontecer com Mickey e Gus. Uma pena que agora precisarei aguardar até 2017 para ver as surpresas que esse casal vai nos oferecer.

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Beasts of No Nation | As Crianças de Serra Leo https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/03/06/beasts-of-no-nation-saga-de-uma-crianca/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/03/06/beasts-of-no-nation-saga-de-uma-crianca/#respond Sun, 06 Mar 2016 01:37:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/03/06/beasts-of-no-nation-saga-de-uma-crianca/ Finalmente eu arrumei um tempo para assistir essa produção original do Netflix com calma. Ultimamente eu tenho assistido a tantas coisas que anda difícil eu me decidir sobre o que escrever primeiro. Minha pretensão era escrever sobre a série “LOVE“, que estreou recentemente na grade do Netflix, mas após assistir “Beast of no Nation” resolvi […]

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Finalmente eu arrumei um tempo para assistir essa produção original do Netflix com calma.

Ultimamente eu tenho assistido a tantas coisas que anda difícil eu me decidir sobre o que escrever primeiro. Minha pretensão era escrever sobre a série “LOVE“, que estreou recentemente na grade do Netflix, mas após assistir “Beast of no Nation” resolvi que esse filme merece mais atenção.

Primeiramente vamos ao fato de que Beasts of no Nation é baseado no livro homônimo escrito pelo nigeriano, Uzodinma Iweala, que teve como inspiração para escrever seu  livro, a guerra civil de Serra Leoa e seu contato com ex-crianças soldados de Uganda. – Crianças soldados nessa guerra “comum” pelo fato de que não há fiscalização ou controles, logo é fácil vê-los entre soldados adultos.

O filme parte dessa premissa, eles nos apresentam Agu (Abraham Attah) e sua família, que estão vivendo em uma cidade protegida pelo exercito nigeriano. Com comida escassa e todas aquelas merdas que só a guerra tem a oferecer.

Mas ainda assim Agu tenta levar uma vida normal ao lado de sua família, até que, o exercito resolve mudar os planos e deixar a cidade e os cidadãos a sua própria sorte.

Claro, eles pedem para que o povo evacue para outra cidade, mas por sorte ou não, seu pai consegue enviar apenas a mãe de Agu e sua irmãzinha, ficando o pai, seu irmão mais velho e o pobre Agu a espera de um futuro incerto.

A guerra não tarda a chegar até a cidade e em questão de horas Agu e seus familiares são capturados e posto em fila para serem executados. Durante uma distração causada por seu pai, Agu e seu irmão fogem, mas não antes de assistirem a execução de seu pai e a morte do seu irmão durante a fuga. Sozinho chega a mata e tenta sobreviver até que é atacado pelo exercito do “Comandante” (Idris Elba).

Beasts of No Nation
Comandante (esse é o “nome” dele) conversando com Agu

Como podem ter percebido eu tenho o habito de contar um pouco do início do filme, porém, fiquem calmos que isso não vai atrapalhar em nada o desenrolar, isso é bem por cima do que realmente acontece no filme.

Voltemos!

Beasts of no Nations certamente fez jus ao seu sucesso e as excelentes criticas quanto a atuação de Idris Elba e Abraham Attah, que são incríveis durante todo o filme – Houve momentos em que eu só queria socar a cara do Comandante com o controle da TV.

Eu me senti mal com todo o sofrimento no qual o personagem precisou passar, mas entendo que isso foi necessário para expor ao mundo a maneira como as crianças são transformada em soldados.

LEIAM – LOVE | Impressões da Série

Perder sua família e passar por tanto trauma realmente mexe com a cabeça de qualquer adulto, então imagine uma criança que perde tudo antes mesmo de conhecer o lado bom da vida – Falo de videogames, seus pervertidos.

Agu é jogado no meio de tudo que há de cruel e passa a enxergar tudo como algo muito comum. É assustador como reagem quando são afastados de toda a lama, violência e drogas. Não mais se veem como outros garotos e até sentem saudades do mundo brutal em que viviam, em alguns casos eles até voltam.

Beasts of no Nation

Guerra é terrível e certamente não deveria acontecer nunca, acredito que tudo deveria ser resolvido em partidas de CS GO ou League of Legends – E olha que nem gosto de LoL.

Beasts of no Nation é um excelente drama e que provavelmente vai tirar algumas lagrimas do telespectador mais sensível, mas insisto que se esforce e veja até o final e surpreenda-se com esse magnifica produção do Netflix.

O filme ganhou um globo de ouro e muitas notas positivas em sites especializados como o IMBD, onde recebeu a nota 7,8.

Agora que você conhece um pouco sobre esse filme sensacional, só resta assistir e tirar suas próprias conclusões, depois volte aqui e me diga o que achou.

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