Arquivos match-3 - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/match-3/ Um pouco de tudo na medida certa Wed, 13 Apr 2022 14:22:43 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos match-3 - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/match-3/ 32 32 Princess Farmer | Princesa vegetariana https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/04/14/princess-farmer-princesa-vegetariana/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/04/14/princess-farmer-princesa-vegetariana/#comments Thu, 14 Apr 2022 08:00:39 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=10637 Pode não parecer, mas eu gosto de puzzles match-3. Nunca joguei o Candy Crush em si, mas já passei horas em Bejeweled, incontáveis horas em Hunie Pop, platinei Kotodama e até mesmo cheguei a jogar o Match-3 de Frozen, porque ele é Free to Play (mas definitivamente é pay-to-win, então que aquele jogo vá tomar […]

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Pode não parecer, mas eu gosto de puzzles match-3. Nunca joguei o Candy Crush em si, mas já passei horas em Bejeweled, incontáveis horas em Hunie Pop, platinei Kotodama e até mesmo cheguei a jogar o Match-3 de Frozen, porque ele é Free to Play (mas definitivamente é pay-to-win, então que aquele jogo vá tomar no rabo).

Apesar de eu não ser a pessoa mais inteligente do mundo pra quebra-cabeças, a atmosfera relaxante de um Match-3 faz com que eu goste do jogo e esteja inclinado a jogar diferentes jogos do gênero.

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Tá certo que nem todos os jogos vão ser o sucesso, porque não tem muito que você possa fazer pra dar uma apimentada no gênero, algumas desenvolvedoras colocam elementos de RPG, como acontece na excelente série Puzzle Quest, outras colocam o Match-3 como parte opcional secundária, como acontece em alguns jogos do gênero de Objetos Ocultos, algumas colocam elementos de Visual Novel, como Hunie Pop e por aí vamos.

A desenvolvedora canadense Samobee Games foi por essa rota e decidiu dar um tempero próprio ao seu primeiro título, Princess Farmer, publicado pela Whitethorn Games e tendo sido lançado no finzinho de março.

Confira conosco a análise do jogo.

Créditos: Samobee Games – Whitethorn Games

Eu era uma fazendeira e virei princesa… WAT?

Você é uma simples fazendeira que um dia desperta na Árvore de Gaia, e então, a Mãe Gaia a transforma na Princesa Fazendeira, com o poder de remover vários objetos e rochas do solo de uma vez só. A partir daí, você parte numa jornada diária para colher vegetais e vencer o mal… Que se resume a colher mais vegetais.

A premissa de Princess Farmer é bobinha, mas a graça do jogo está nos personagens deveras incomuns que encontramos durante a jornada. E na parte de visual novel, você meio que define a personalidade da personagem, conforme os diálogos que vão aparecendo (e isso até mesmo da conquistas).

Eu queria ter mais pra falar sobre isso, mas a parte de narrativa e visual novel de Princess Farmer não é forte o suficiente pra sustentar muito texto.

Apresentação bem criativa

Enquanto que na parte de narrativa, Princess Farmer não é um jogo forte, o mesmo não pode ser dito da apresentação do mesmo. Antes mesmo de você começar a história em si, o jogo se apresenta numa estética muitíssimo bem feita de um desenho animado, com os episódios sendo apresentados com fitas VHS, com direito a filtros, a tela simulando CRT, o Eject no fim do episódio.

Toda a interface de escolha é bem colorida, intuitiva e bastante criativa. E isso continua sendo carregado para a estrutura do jogo, e até mesmo partes da história, com algumas influências notáveis (Tuxedo Mask e o “Mas você não fez nada”) estando presentes.

A jogabilidade, como disse, é Match 3, mas tem um porém. Você só pode mover as peças verticalmente, removendo os vegetais e os recolocando no solo, fazendo assim combinações verticais, horizontais ou diagonais.

Só que antes de dar mais detalhes, a estrutura do jogo é bem diferente de simplesmente “trecho de visual novel” que leva ao “match-3”, que temos em Kotodama, por exemplo. Aqui, vamos por andando por um tabuleiro que pode ou não ter diálogos, esses diálogos tem respostas que podem aumentar a sua afinidade com aquele personagem que você conversa, essa afinidade é importante porque no fim do dia/episódio, esse personagem pode lhe dar um presente, dependendo da afinidade.

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Entre os presentes, estão skins diferentes pra personagem, ou dinheiro pra utilizar na lojinha onde podemos comprar outros itens de customização. A customização é bem simples, mas bem apresentada.

As partes de Match-3, tem toda a coisa de você ter que realizar x combinações de determinados vegetais para concluir, seja com um tempo limite, ou quantia de movimentos, o jogo especifica predeterminações que definem como você vai jogar cada partida de Match-3. E a cada partida, seu resultado é avaliado por Gaia, que lhe dá uma bonificação em dinheiro para ser utilizada na loja. YAY CAPITALISMO!

Existem também as boss battles, que consistem de partidas de Match-3, mas com uma barra de tempestade, que após ser enchida, ataca o campo do oponente, fazendo com que o campo dele vá diminuindo até o impossibilitar de jogar.

O modo campanha pode ser jogado tanto sozinho, quanto com a ajuda de um personagem controlado pela IA, ou um amigo, sendo escolhido antes de cada episódio.

Competente graficamente, com uma trilha relaxante

A pixel-art de Princess Farmer é muito bonita. É um jogo colorido, mas não chega a ser ultra saturado. Os sprites são bem feitos, e os personagens nos diálogos, bastante expressivos.

Os cenários variam de capítulo pra capítulo, dando variedade a sua vista, porque não adianta nada você ter belos gráficos se todo cenário de partida Match-3 for o mesmo.

Na parte musical, a trilha do jogo é bastante relaxante. Não são musicas necessariamente marcantes, mas ideais pro clima relaxante e tranquilo da aventura.

Bom em pequenas doses

Princess Farmer não é um jogo ruim, honestamente, eu recomendo. Porém, ele é ideal para ser jogado em pequenas doses, ou pelo menos essa é a impressão que eu tive jogando no PC. Todo o jogo funciona, é uma aventura gostosinha, mas jogar no teclado não é minha praia, hehe.

Princess Farmer está disponível para PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch.


Esta análise foi feita com base na versão de PC com uma cópia digital do game gentilmente cedida pela Whitethorn Games.

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BraveMatch | Funcional, fácil e feio https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/04/24/bravematch-funcional-facil-e-feio/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/04/24/bravematch-funcional-facil-e-feio/#respond Sat, 24 Apr 2021 08:00:51 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=7184 Acreditam que em meus quase 33 anos de vida, eu nunca havia assistido Conan – O Bárbaro? Pois é, mas finalmente posso riscar isso da listas de coisas que nunca havia feito, como viajar pra fora do Rio sozinho, transar, comprar um jogo no lançamento e tudo mais. Ainda falta terminar um Final Fantasy, mas […]

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Acreditam que em meus quase 33 anos de vida, eu nunca havia assistido Conan – O Bárbaro?

Pois é, mas finalmente posso riscar isso da listas de coisas que nunca havia feito, como viajar pra fora do Rio sozinho, transar, comprar um jogo no lançamento e tudo mais. Ainda falta terminar um Final Fantasy, mas só não faço isso por preguiça.

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Também terminei Mega Man 8 esses dias, fechando um trauma de 20 anos atrás, quando num PlayStation emprestado por um amigo, havia chegado na Willy Tower 1 e aquele Slide Slide Jump Jump desgraçado deixou o Sancini de 2001 traumatizado. E…Opa!

Caiu um jogo aqui nas minhas mãos pra analisar… E é BraveMatch, mas será que ele vale seu tempo e dinheiro? Sigam-me os bons.

O jogo não tem uma história, então vamos inventar uma

No reino de Dalkweba, as coisas estão tão empolgantes quanto naqueles walking simulators que algumas pessoas do jornalismo de games amam (ou pelo menos fingem bem), quando o Rei (e dragão nas horas vagas) Dalkwebon decide fazer um torneio para coroar o próximo monarca que não fará nada pelos próximos 10 anos.

Por quê o Rei só teria um reinado de dez anos? Não sei, inventei essa história agora.

Enfim, o Rei Dalkwebon reuniu seis indivíduos com nomes saídos de um gerador de nomes medievais (ou de nomes de integrantes de banda de Metal) e os colocou para duelar com dezenove outros candidatos, para no fim, duelar com ele pelo reino de Dalkweba.

Intriga, traição, mistério, suspense… São coisas que você não encontrará aqui pois BraveMatch não possui roteiro… E Dalkwebon é um nome melhor que o nome real do dragão que é o último oponente do jogo.

Uma platina fácil, um jogo simples e funcional.

BraveMatch é um jogo de puzzle de combate com inspiração (mas não diretamente um) nos Match-3, mas é um tanto diferente dos jogos do gênero que vemos. O jogo funciona de maneira simples, temos vinte duelos 1×1, mas não é exatamente um duelo match-3.

O tabuleiro de 8×4 possui quatro tipos de gemas, uma de ataque, uma de mana, uma de dinheiro e uma de defesa. A cada turno do jogador, ele tem o direito de fazer três ações, que consistem basicamente de ligar os pontos de um determinado tipo de gema, após a terceira ação, o inimigo vai atacar e o ciclo se repete.

Ligando as gemas de ataque (a partir de 3), uma quantidade de dano será causada no oponente, ligando as gemas de dinheiro, dinheiro será coletado, ligando as gemas de mana, a mana será recuperada e ligando as gemas de defesa, o dano do ataque inimigo será absorvido (se a defesa for a última ação do seu turno).

Existem duas ações que podem ser feitas, mas não dependem das gemas, que são as Skills. Existe uma skill de ataque, que aplica um devastador ataque, e tem uma skill que altera as gemas do tabuleiro. Cada uma delas usa uma quantidade determinada de mana e tem um tempo de cooldown.

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O dinheiro é necessário para a compra de equipamentos, que aumentam seu ataque e alteram a Skill de ataque, no caso da arma, a armadura aumenta seus pontos de vida, e o escudo aumenta a absorção.

O jogo é funcional, simples e não é difícil, podendo ser platinado em menos de uma hora. O Ponto contra dele, é que o jogo é controlado por um ponteiro e não tem alternativa. Pelo menos o jogo não tentou forçar o uso do sensor de movimento do PS4, como Season Match, que deixou o ponteiro do jogo parecendo que eu estava no meio de um terremoto.

Trilha Decente, visual… F-E-I-O.

BraveMatch

Não se engane com a imagem de capa da PSN, BraveMatch é um jogo feio. Deu pra ver pelas screenshots em si. Os modelos são esquisitos, as animações de batalha não são agradáveis, e o cenário… Bem, esse é passável. Passável se comparar com os modelos dos personagens, obviamente.

E alguns detalhes não passam despercebido, como algumas fontes não centralizadas e o uso da fonte Arial que retira um pouco do clima medieval da parada.

A trilha do jogo é bem decente, com musicas que possuem a aura medieval do jogo… Até você perceber que elas não tocam em loop, tocam uma vez e param, deixando duelos um pouco mais longos em completo silêncio.

Recomendado… Numa promoção, talvez

BraveMatch

No fim das contas, BraveMatch é um jogo decente. Não é o tipo de jogo que você vai sair do seu caminho pra comprar, nem nada. Mas, numa daquelas promoções da PSN, que você quiser uma platina, é possível…

O fato é que se a apresentação visual do jogo fosse melhor, eu recomendaria sem pensar duas vezes, mas do jeito que está… Não. Pegue em promoção se quiser uma platina fácil.

BraveMatch está disponível para PlayStation 4 e Nintendo Switch, e esta análise foi feita com base na versão de PS4.

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Essa análise foi feita com uma cópia de PS4 fornecida pela Playstige Interactive.

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