Arquivos Kazuma Kiryu - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/kazuma-kiryu/ Um pouco de tudo na medida certa Sat, 23 Nov 2024 22:25:17 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Kazuma Kiryu - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/kazuma-kiryu/ 32 32 Yakuza Kiwami | Análise no Nintendo Switch https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/11/23/yakuza-kiwami-analise-no-nintendo-switch/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/11/23/yakuza-kiwami-analise-no-nintendo-switch/#respond Sat, 23 Nov 2024 22:25:17 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=18685 Eu tenho uma história interessante com Yakuza, pois o primeiro titulo eu finalizei ainda no PlayStation 2 quando morava com meus pais lá em meados de 2007. Por muitos anos tive esse primeiro titulo como uma das experiência máxima que tive  com um jogo do PS2,  perdendo apenas para Metal Gear Solid 3. Depois de […]

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Eu tenho uma história interessante com Yakuza, pois o primeiro titulo eu finalizei ainda no PlayStation 2 quando morava com meus pais lá em meados de 2007. Por muitos anos tive esse primeiro titulo como uma das experiência máxima que tive  com um jogo do PS2,  perdendo apenas para Metal Gear Solid 3.

Depois de 10 anos chega Yakuza Kiwami, um remake do jogo original Yakuza lançado em 2005 para o PlayStation 2, mas como não tinha um PS3 ou PS4, acabei ficando de fora e sem nunca ter tido a oportunidade de jogar essa versão aprimorada da história de Kazuma Kiryu, um membro da Yakuza, e seu caminho para encontrar a verdade por trás de um assassinato envolvendo a família do crime organizado.

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Dando um salto no tempo novamente, 4 anos depois a série Yakuza, até então restrita ao console da SONY, finalmente chegou a plataforma do Xbox no serviço do Game Pass. O que foi uma grata surpresa para muitos dos que não tinham alguma perspectiva de que a série algum dia deixasse a plataforma azul. Com nossos corações acalmado, não estava preparado para a outra surpresa quando Yakuza Kiwami fora anunciado que chegaria ao hibrido portátil da Nintendo.

Sabemos o quão potente são os consoles atuais, então ver Yakuza Kiwami chegar ao Nintendo Switch, que não tem um console com hardware parrudo, realmente é de atiçar a curiosidade todos nós, principalmente a minha que até então não tinha tido a oportunidade de jogar a versão Kiwami. Por sorte a SEGA brasil mais uma vez permitiu que nós do Arquivo do Woo, pudéssemos ter a oportunidade de conferir um lançamento grande em primeira mão.

Será que Yakuza Kiwami faz bonito no console da Nintendo ao ponto de valer o seu suado dinheiro? Para descobrir, me acompanhe pelas ruas de Kamurochõ.

Yakuza Kiwami
Créditos SEGA – Capturado no modo docked

Gráficos e Desempenho

Embora a versão de Switch não tenha alterações drásticas em relação às versões anteriores, ela se adapta bem ao console portátil, oferecendo uma experiência sólida para os fãs de ação e narrativa, e o primeiro aspecto que chama a atenção em Yakuza Kiwami é a qualidade visual.

Embora o Switch não tenha o mesmo poder de processamento dos consoles de última geração como PlayStation 5 e Xbox Series S|X, o jogo mantém a essência do visual melhorado de Kiwami, com cenários detalhados e personagens bem modelados. As ruas de Kamurocho por exemplo, que são o cenário principal, são ricas em detalhes e vida. É prazeroso andar pelas ruas e seus corredores repleto de pessoas a todo momento circulando e vibrando junto da cidade.

Alias, é impossível não frisar como o desempenho do jogo no Nintendo Switch é impressionante para um título de mundo aberto com tantos elementos ao mesmo tempo. Mesmo no modo portátil, o jogo mantém uma taxa de quadros estável, garantindo uma jogabilidade suave durante a maior parte da experiência.

Yakuza Kiwami
Créditos SEGA – Capturado no modo docked

História e Personagens

A narrativa de Yakuza Kiwami é envolvente, com um enredo de mistério, traição e redenção. Kazuma Kiryu é um protagonista carismático que se vê em uma luta contra o tempo para limpar seu nome e salvar os entes queridos enquanto navega pelas complexas intrigas da Yakuza. O jogo também é repleto de personagens memoráveis, desde aliados até vilões, que ajudam a manter o ritmo da história.

Embora Yakuza Kiwami seja um remake de um jogo de 2005, ele possui uma narrativa que é muito bem construída e que ainda se mantém relevante nos dias de hoje. E apesar de Yakuza não ser um tema tão comum para a realidade brasileira, não deixa de ser interessante a abordagem cinemática e reprodução da época.

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Uma novidade interessante da versão Kiwami é o “Majima Everwhere“, onde Goro Majima te persegue, basicamente, para te desafiar em lutas, o que pode acontecer a qualquer momento e de formas bem inesperadas. Às vezes ele surge vestido de maneira bem inusitada, de mendigo ou até como uma mulher (sim, o Majima não se importa).
Cada vez que você derrota o Majima, ele deixa alguns itens e te dá um pouco mais de contexto sobre a “amizade” de vocês dois.

Além disso, com essas batalhas, você vai ganhando pontos que podem ser trocados por upgrades de combate, o que torna esse “caça ao Majima” bem útil para o seu progresso no jogo. Quanto mais o jogo avança, mais Majimas diferentes surgem, aumentando a dificuldade e deixando tudo mais estranho. O que é ótimo.

Yakuza Kiwami
Créditos SEGA – Capturado no modo portátil

Som e Trilha Sonora

A trilha sonora de Yakuza Kiwami é uma das suas maiores qualidades e conta com musicas originais que até então estavam restritas apenas a versão japonesa, não havia sido lançado até então no ocidente (Obrigado pela dica, Tony).

São composições que vão desde músicas orquestrais até mesmo rock, e a música contribui bastante para a imersão e para a intensidade de momentos dramáticos e de ação do jogo, tornando toda a experiência ainda mais prazerosa.

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O trabalho de dublagem também é notável, com personagens sendo bem dublados em japonês, o que adiciona um toque de autenticidade, mesmo para os jogadores que não dominam o idioma.

Seria muito legal se o titulo chegasse localizado em português Br, mas é preciso ter em mente que ele foi desenvolvido em 2015, e só o sétimo titulo que recebeu esse trato, então espero que esteja com o inglês afiado e jogue com o áudio em japonês.

Créditos SEGA – Capturado no modo portátil

Adaptabilidade ao Nintendo Switch

A versão de Yakuza Kiwami no Switch se adapta incrivelmente bem às particularidades do console da Nintendo. O jogo roda de forma estável no modo portátil e é ótimo para sessões rápidas, apesar de ser quase impossível partidas rápidas de Yakuza, mas também se beneficia do modo docked, oferecendo uma tela maior para uma experiência mais imersiva.

A possibilidade de jogar de forma portátil é uma grande vantagem, considerando a natureza do jogo de exploração e combate, permitindo que os jogadores se aventurem em Kamurocho em qualquer lugar e em qualquer momento do dia. Claro, infelizmente não acho tão confortável de se esmagar os botões dos Joy-Con’s, mas isso sou eu, pois estou acostumado a jogar com os controles do Xbox, mas joguei várias vezes no modo portátil e foi uma experiência bem satisfatória.

O gameplay também tem melhorias, isso fazendo um paralelo com a versão de 2005, pois agora podemos transitar entre estilos de combate a qualquer momento, o que faz com que os combates sejam menos cansativos quanto na versão original.

Créditos SEGA – Capturado no modo portátil

Conclusão

Yakuza Kiwami para Nintendo Switch é uma versão competente de um clássico, mantendo os pontos fortes da série e adaptando-os para o console portátil da Nintendo.

A jogabilidade envolvente, a história intrigante e os diversos minijogos continuam sendo um dos maiores atrativos para o título. Para os fãs de ação, narrativa e exploração, Yakuza Kiwami é uma excelente escolha para quem busca um jogo que combina combate emocionante com uma história rica e complexa.

Se você já jogou outros títulos da série ou se é novo no universo de Yakuza, a versão de Switch é uma excelente maneira de entrar nessa história imersiva e viciante. A adaptação para o Nintendo Switch é bem-feita, o que torna o jogo acessível a um público ainda maior, ao mesmo tempo em que mantém o charme do original e agrada aos velhos fãs da série.

Nota: 9/10

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Yakuza Kiwami está disponível para Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series S|X, Xbox One e PC. Esta análise foi feita com uma chave digital de Nintendo Switch, cedida gentilmente pela SEGA

 

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Yakuza: Like a Dragon (Yakuza 7) | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/07/yakuza-like-a-dragon-yakuza-7-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/07/yakuza-like-a-dragon-yakuza-7-analise/#comments Mon, 07 Oct 2024 14:15:49 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=17540 A série Yakuza possui trocentos jogos, mas a série principal mesmo, possui 9 jogos até agora. Do 0 ao 6, tu jogas com o protagonista que todos conhecem, o Senhor “Dame da ne”, Kazuma Kiryu. Já no sétimo jogo, tivemos um novo protagonista chamado Kasuga Ichiban, e é a sua história que conhecemos nesse jogo […]

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A série Yakuza possui trocentos jogos, mas a série principal mesmo, possui 9 jogos até agora.

Do 0 ao 6, tu jogas com o protagonista que todos conhecem, o Senhor “Dame da ne”, Kazuma Kiryu.
Já no sétimo jogo, tivemos um novo protagonista chamado Kasuga Ichiban, e é a sua história que conhecemos nesse jogo que não introduz somente o personagem, mas também a série a um novo público.

Mudança de nome da série

A decisão da Sega de alterar o nome ocidental da série para Like a Dragon é um tanto duvidosa, visto que até hoje eles usam o nome “Yakuza” toda hora.

O sétimo jogo, lançado no oriente como Ryu Ga Gotoku 7, saiu aqui como Yakuza: Like a Dragon, que seria um meio-termo para amaciar essa transição entre os nomes.

Isso vem junto com o novo protagonista da série, fazendo assim com que o jogo seja uma porta de entrada para novos jogadores, que talvez se afastassem ao ver o número SETE gigante no título.

Reprodução: SEGA

História

Isto posto, temos aqui a aventura de Kasuga Ichiban, um yakuza baixa-renda que fica preso por 18 anos para salvar a pele de um subordinado de seu chefe, mas ao ser libertado, ninguém vai buscá-lo.

Pra piorar, ele descobre que seu chefe agora está a mando da Aliança Omi, que era rival do Clã Tojo, seus antigos superiores.

Muito puto da vida, Ichiban invade uma reunião de seu chefe, e descobre que ele está jantando com todos os membros do clã Omi. Sem reação, Ichiban pergunta o que está acontecendo e tudo que recebe é um tirambaço no peito.

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Ele acorda num lixão em Yokohama, longe pra dedéu de Tóquio, e é ajudado com Nanba, um mendigo amigável que é ex-enfermeiro, e usou suas habilidades para curar sua ferida quase mortal.

Daí temos a base para o plot, onde devemos descobrir porque seu chefe tentou te matar, além de resolver os problemas das máfias que disputam o poder em Yokohama.

Reprodução: SEGA

Gameplay em RPG

Estranho eu não ter falado sobre isso até agora, mas é sempre bom lembrar que Yakuza 7 é o primeiro jogo que é um JRPG em sua total plenitude. Ele não tem “só elementos de RPG”; esse jogo é simplesmente um Dragon Quest 3 com pessoas de verdade.

Inclusive, até o próprio Yuji Horii (criador de DQ) participou do teste do jogo, além da Square-Enix ter liberado a Sega de usar o nome do jogo nos diálogos de Yakuza 7.

Sua party pode ter até quatro membros de uma vez, e todos os personagens têm “jobs” (“Ocupação“, na tradução oficial em português). Esses jobs estão associados a profissões do mundo real, como guarda, secretária, dançarino, bartender e por aí. Somente Ichiban possui habilidades de Freelancer e Herói, que estão associadas a JRPGs normais mesmo.

E se você não tem afinidade com a língua inglesa e tem medo de se perder no jogo, não se preocupe. Like a Dragon foi o primeiro jogo da série Yakuza onde a Sega traduziu tudo para o português brasileiro.

A tradução está feita em cima da tradução em inglês que foi mais fiel ao texto em japonês, portanto nunca foi tão fácil entrar no universo da série.

Reprodução: SEGA

Combate

A luta é por turnos, o que pode desagradar pessoas que estão acostumadas a jogar só o que tem nas prateleiras das Lojas Americanas, mas para quem aprecia realmente videogames, é uma mudança bem divertida no combate que até então era somente de briga de rua comum.

Os inimigos também têm aparência engraçada, fruto da imaginação de Ichiban. Eles “se transformam” no início das lutas, mudando de pessoas normais para inimigos com armaduras e escudo, ou coisas mais esquisitas, tipo um tarado que ataca mostrando os bagos, etc.

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O grosso do combate é simples, assim como em Dragon Quest III. Você tem ataques normais, que são divididos em golpes físicos, tiro ou corte. As magias são divididas em Fogo, Água ou Elétrico. Todo inimigos e sua party tem vantagens e desvantagens em relação a esses tipos, mas isso influencia mesmo somente nas últimas duas dungeons ou no modo difícil do jogo.

Existem também “Summons”, que aqui se chamam “Disque-Ajuda” (nome sensacionam em português, aliás). Basicamente, Ichiban recruta alguém por telefone, que solta um ataque especial e vai embora depois.

Essas ajudas são conseguidas após fazer histórias paralelas ou ao avançar na história e fazem total diferença no final do jogo, quando seus pontos de magia já acabaram e você precisa de um gás para finalizar algum chefe.

Reprodução: SEGA

Aventura ainda como antigamente

Apesar de ser um JRPG, me surpreendeu o fato que Like a Dragon possui a mesma estrutura dos jogos antigos: temos algumas cidades a explorar à exaustão, side-quests com histórias divertidas — como uma em que você enfrenta um aspirador de pó gigante e até um leão — além dos pontos principais de roteiro onde a história se desenvolve.

De diferente mesmo temos algumas dungeons, que funcionam como os prédios dos jogos anteriores, com portas e andares a serem explorados, com a diferença que as lutas aqui são como JRPGs e por tanto, demoram mais.

Mini-games e relacionamentos

Os minigames da série como karaoke e baseball estão de volta, sem muitas mudanças. De novidade, temos o divertido Dragon Kart, que é um Mario Kart meio duro mas que diverte por algumas horas. Além disso, temos o modo de catar lixo de bicicleta, que por ter controles melhores que o kart, acaba se tornando um minigame bem mais divertido

Ichiban também tem um sistema de afinidade com seus amigos e com algumas mulheres do jogo, que funciona de forma muito parecida com os social links da série Persona.

O destaque fica no modo de gerenciamento de empresa. Aqui, Eri — uma das personagens da sua party — tem uma pequena loja de vender biscoitos, e você tem que ajudá-la a crescer, comprando novos empreendimentos na cidade, contratando mais gente e convencer investidores de que seu trabalho está sendo bem feito.

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Não se preocupe com a complexidade, pois o jogo é todo apresentado de maneira bem “gamificada“, de forma que lembra bastante os jogos de gerenciamento como Game Dev Story, da Kairosoft.

Todas essas interações com minigames, histórias paralelas e “social links”, agem intrinsicamente com seu crescimento no jogo, te dando itens ou melhorias como equipamentos e habilidades de luta, fazendo com o que o jogador pelo menos avance um pouco em cada um desses eventos paralelos para facilitar sua vida nas lutas.

Inclusive, o jogo tem uma dificuldade mediana, mas as últimas duas dungeons vão realmente exigir o melhor do jogador, caso ele queira pegar o troféu de platina.

Reprodução: SEGA

Conclusão

Yakuza: Like a Dragon, é um JRPG clássico com uma camada estética moderna, com personagens realistas e com a qualidade já bem estabelecida da série mais popular da SEGA hoje em dia.

A narrativa também surpreendeu positivamente, pois simplifica o roteiro em relação aos jogos 3,4 e 5, mas traz um frescor mais interessante que a história meio chata de Yakuza 6, provando que a decisão de trocar o protagonista foi bem acertada.

Contando com algumas surpresas, personagens interessantes e ótimo gameplay, principalmente para uma mudança total na série, Like Dragon é talvez um dos melhores JRPGs da geração PS4/PS5, junto de Dragon Quest XI e Final Fantasy VII Remake.

Nota: 9.0/10

Reprodução: SEGA

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Esta análise foi feita com uma cópia pessoal do jogo para PlayStation 5.
Yakuza: Like a Dragon está disponível para Xbox Series S|X, PlayStation 4, PlayStation 5 e PC (Steam).

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Spin-offs de Yakuza | Parte 1 | Todos os que foram lançados no ocidente https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/11/25/ryu-ga-gotoku/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/11/25/ryu-ga-gotoku/#respond Wed, 25 Nov 2020 21:41:22 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=6069 Os dragões ocidentais A série Yakuza começou lá em 2005, no longínquo PlayStation 2, e foi aos poucos ganhando espaço no coração das pessoas. Hoje em dia, a saga de Kiryu pode ser considerada a franquia mais popular da Sega, vendendo até mesmo mais que os jogos da série Sonic. A série conta até 2020 […]

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Os dragões ocidentais

A série Yakuza começou lá em 2005, no longínquo PlayStation 2, e foi aos poucos ganhando espaço no coração das pessoas. Hoje em dia, a saga de Kiryu pode ser considerada a franquia mais popular da Sega, vendendo até mesmo mais que os jogos da série Sonic.

A série conta até 2020 com incríveis 18 jogos, sendo que sete deles são spin-offs e incríveis cinco nunca saíram no ocidente (pelo menos não até hoje).

Aqui começa a Parte 1 da nossa retrospectivas dos spin-offs da série. Para ler a Parte 2, onde abordamos os Yakuzas que nunca saíram no ocidente, clique aqui.

Vamos à lista dos games da série Yakuza que, mesmo não fazendo parte da cronologia original, chegaram a ser lançados desse lado do globo:

Ryū ga Gotoku

Yakuza Dead Souls (2012)

Lançado no Japão como Ryū ga Gotoku OF THE END (algo como “Como um Dragão DO FIM”), foi o último jogo feito na engine usada desde Yakuza Kenzan! no PlayStation 3.

Entrando na onda de zumbis que voltou com tudo durante o período em todas as mídias durante a época em que foi lançado, Dead Souls conta uma história típica de filmes de zumbis, onde a cidade de Kamurocho foi invadida por mortos-vivos. Sendo assim, fica a cargo de Kazuma Kiryu, Goro Majima, Ryuji Goda (de Yakuza 2) e Shun Akiyama (de Yakuza 4) salvar o mundo dessa invasão.

O gameplay aqui é menos focado em combate corpo a corpo, usando mais armas bizarras, como canhões e tanques. Os mini games por sua vez ainda estão presentes, como dardos, pescarinha, beisebol e karaokê.

Yakuza: Dead Souls não foi bem recebido, principalmente porque suas mecânicas de tiros são mal implementadas, se tornando quase impossível de se divertir mais para o fim do game, quando a quantidade de zumbis já é gigantesca. Porém, a história continua muito bem escrita, e seu senso de humor nonsense é o ponto alto desse game.

Fist of the North Star: Lost Paradise (2018)

Esse é um título totalmente inesperado que até hoje me pergunto qual foi o brainstorm que levou a sua criação.

Ryū ga Gotoku

Lançado no Japão como Hokuto ga Gotoku (algo tipo “Como uma Estrela do Norte”), o game recebe esse nome justamente por se basear na série Hokuto no Ken, mangá clássico dos anos 80.

Aqui, o protagonista Kenshiro tem uma semelhança visual e vocal com Kiryu, como se o personagem de Yakuza (Ryū ga Gotoku) estivesse “interpretando” o boneco do mangá.

O estilo da série Yakuza combina muito bem com a narrativa do mangá, que aqui é contada de outra forma, onde Kenshiro visita a cidade de Eden.

A maioria dos eventos se passa aqui, para que a adaptação use o lugar como um hub principal, ao invés da peregrinação presente na história original.

A violência presente no game é ainda maior, com cabeças explodindo e desmembramentos, todos com o mesmo visual da série publicada nas páginas da Shonen Jump.

Como não poderia deixar de ter, os mini games também fazem parte do jogo, que contém o já conhecido Space Harrier (arcade da Sega de 1985), além de eventos onde Ken usa sua técnica Hokuto Shinken para trabalhar como médico.

Ryū ga Gotoku

Além desses, temos o incrível mini game de bartender, onde Kenshiro precisa preparar e servir drinks para os clientes, com animações divertidas que não combinam com a cara séria do personagem. Fora isso, temos corrida de carros, dardos, coliseu e gerenciamento de uma boate.

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O game foi muito bem recebido e teve até uma dublagem em inglês, que serviu como um teste da Sega pra saber se valeria a pena trazer uma nova dublagem para um game da série Yakuza.

Vale muito a pena pela bizarrice, mesmo que você não seja fã de mangás ou de Hokuto no Ken.

Judgment (2018)

Conhecido no Japão como Judge Eyes, o game não só foi localizado mas também recebeu vozes em inglês, sendo o primeiro jogo no universo principal da série Yakuza a receber esse tratamento desde o primeiro game, lá em 2005.

Aqui, acompanhamos o advogado Takayuki Yagami, que se tornou um detetive particular depois de abandonar a profissão, se sentindo culpado por salvar da prisão um homem que posteriormente matou a namorada.

Durante essa fase, Yagami começa a investigar um caso onde um assassino está matando membros do Clã Tojo, retirando seus olhos.

Apesar de se passar na mesma cidade da série Yakuza, usando a maioria dos mesmos assets de Yakuza 6, o game possui uma jogabilidade diferenciada.

Yagami não é um monstro de luta como Kiryu, por isso ferimentos graves só podem ser tratados com médicos. Além disso, existe a volta dos variados estilos de luta, que estavam ausentes desde Yakuza Kiwami.

Porém, o maior diferencial é o modo de investigação, onde Yagami precisa analisar um ambiente onde foi realizado um crime e ligar os pontos para chegar a uma pista, mais ou menos como na série Ace Attorney.

O game foi bem recebido no ocidente, ainda que exista um consenso de que as partes investigativas eram muito simples, porém o combate continua ótimo como no restante da série.

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Assim, terminamos a primeira parte da retrospectiva dos spin-offs da série Yakuza (Ryū ga Gotoku)!

Na minha opinião pessoal, a vantagem desses spin-offs é que eles podem ser jogados sem que se tenha sequer encostado em nenhum jogo anterior da série, pois eles não estão amarrados por história, funcionando perfeitamente sozinhos.

Na Parte 2 (que você já pode ler aqui), abordamos os games que infelizmente nunca receberam tradução.

Até lá e sigam nosso perfil oficial no twitter.

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Os Pais mais Legais dos Vídeo Games https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/08/09/os-pais-mais-legais-dos-video-games/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/08/09/os-pais-mais-legais-dos-video-games/#comments Sun, 09 Aug 2020 22:25:15 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=4513 Hoje trago a vocês os Pais mais legais dos Vídeos Games, porque Kratos e o pobre do Joel não são as únicas referências que já pintaram no mundo dos jogos, existem outros, mas decidi selecionar apenas alguns dos que mais gosto. A ideia de listar os pais mais legais vieram ao longo do dia onde […]

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Hoje trago a vocês os Pais mais legais dos Vídeos Games, porque Kratos e o pobre do Joel não são as únicas referências que já pintaram no mundo dos jogos, existem outros, mas decidi selecionar apenas alguns dos que mais gosto.

A ideia de listar os pais mais legais vieram ao longo do dia onde vi que usaram as referências acima. Entendo que são recentes, mas os vídeo games possuem um número bem maior, sejam bons ou ruins (Né, senhor Heihachi).

Mas deixemos os ruins e foquemos nos mais legais e bonzinhos… ou quase.

MIKE HAGGAR

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

Mike Haggar, o então ex-prefeito de Metro City destruiu milhares de maxilares e espinhas antes mesmo de se aposentar.

Depois de ter tido sua filha Jéssica sequestrada pela gangue Mad Gear, o que foi um baita erro. Ele não pensou duas vezes e se juntou ao genro e mais um amigo ninja, e saíram pelas ruas de Metro City espancando todo vagabundo que surgisse em sua frente até resgatar sua filha.

Quando não estava lutando no Saturday Night Slam Masters, estava brincando de bonecas com sua filha. Sem dúvida é um pai que merece ser lembrado por sua bravura, coração e mãos pesadas.

Fora que a fase dele no Final Fight 3 com rabo de cavalo demostra ser aquele pai que não quer assumir a idade.

DR. LIGHT

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

Dr. Light é simplesmente o pai do Mega Man, afinal, pai é quem cria e sabemos que ele criou cada centímetro do androide mais famoso dos vídeo games.

Ele é um baita cientista e que revolucionou o seu universo ao introduzir robôs para uso doméstico, mas antes mesmo desse seu auge, o premio nobel no qual concorreu com teu colega Dr. Willy e ganhou foi a gota d’água para o nascimento de um dos seus maiores inimigos.

Mega Man nasceu dessa necessidade de combater as maldades do seu antigo colega e recuperar toda  sua obra corrompida. Só que Mega Man não é apenas uma arma, ele é mais do que isso para Light.

Temos aqui  quase uma versão moderna de Pinóquio nos vídeo games.

BIG DADDY

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

Big Daddy’s são a mais pura e crua expressão de amor paterno, apesar dela ser forçada dentro do crânio deles. literalmente. Sério.

Estamos falando de pessoas que foram condicionadas a viver exclusivamente ao proposito de proteger as Little Sister’s contra qualquer tipo de ameaça, sua vida se resume a proteção diária delas.

Perder uma Little Sister significa definhar até a morte sem um proposito.  Eu amo os Big Daddy’s, independente de serem ou não os inimigos do jogo, alias, só é inimigo se tu tentar mexer com as meninas.

Hoje sou pai e entendo um pouco melhor o conceito por de trás da figura deles, então era impossível não entrar na lista dos Pais mais Legais dos Vídeo Games.

HARRY MASON

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

O protagonista do primeiro Silent Hill é sem dúvida um pai que merece listar aqui.

Harry comeu o pão que o diabo amassou enquanto buscava por sua filha na misteriosa cidade, além, de ter que enfrentar as criaturas mais estranhas e inimagináveis possível.

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Desde o início ele está disposto a entregar sua vida contanto que isso garanta o bem-estar de sua filha, Cherly. Vale lembrar que Harry é o pai adotivo de Cherly, o que só nos confirma o que pai é quem cria e tá ali presente.

Gosto muito do Harry, o cara merece os louros, pois provavelmente todos nós encararíamos o desafio de resgatar nossa filha, mas deslizando a todo momento na merda que estaria escorrendo nos pés.

MARCUS FENIX

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

Marcus Fenix é o protagonista brucutu durão e cheio de testosterona da trilogia Gears of War.

Na trilogia original, Marcus desenvolve um relacionamento com outra personagem durona, Anya Stroud, e dessa relação nasce James Dominic Fenix,ou JD para os mais chegados, o protagonista de Gears of War 4.

Deixando isso claro, vamos ao fato de que Marcus e JD não possuem a melhor relação possível, isso por conta do falecimento de sua mãe e a maneira como Marcus lidou com isso, o que acabou afastando-o de seu filho.

Só que ao longo do quarto títulos nos podemos ver que o amor de pai ainda está lá. São todos militares, lidando com os sentimentos de uma maneira diferente, mas não menos afetuosa.

Enquanto escrevo isso, ainda não conclui a campanha de Gears 5, mas podemos dizer que apesar dos pormenores em nenhum momento Marcus deixou JD a própria sorte, exercendo o seu papel, além de estar disposto a fazer qualquer coisa pelo filho.

Também posso dizer que esse trailer de Gears of War 4 com a família reunida até hoje é um dos meus preferidos.

TAKUMA SAKAZAKI

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

O nosso eterno Mr. Karate é sem dúvida um pai que merece ser lembrado na data de hoje para representar o time dos jogos de luta.

Takuma por um tempo foi o lacaio de Geese Howard para proteger seus filhos Ryo e Yuri de qualquer retalhação, pois ele havia descoberto que Geese fora o responsável pelo acidente que matou sua esposa, além do fato dele ser o rei do crime em Southtown.

Ele se dispôs a quebrar seu código de honra e sair matando os inimigos de Geese só para proteger sua família. Seu código é tão forte que Ryo quase o matou durante a luta entre eles, mas não arredou o pé ou tirou a mascara  durante o combate, pois sabia que Yuri poderia ser morta.

Esse mereceu ser listado um dos Pais mais Legais dos Vídeo Games, vai. Inclusive joguem Art of Fighting.

MENÇÃO HONROSA: KAZUMA KIRYU

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

Yakuza foi lançado para o PlayStation 2 lá em 2005 e se tornou um dos meus jogos preferidos, e muito disso tem a ver com a relação do protagonista Kazuma Kiryu e Haruka, que nasce enquanto ele investiga o desaparecimento do amor de sua vida e que fim levou uma grana roubada.

Kiryu é um monstro da porradaria e arrebenta geral no soco e o que tiver disponível, tudo para proteger Haruka em sua jornada. Chega a dar pena do quanto ele se ferra no processo, mas sem dúvida é um pai memorável por conta do seu senso de dever.

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Ah, sim, no fim do game ele adota Haruka e ela se torna sua filha oficialmente, inclusive Haruka está presente em quase todos os games da franquia (Infelizmente só joguei o primeiro mas dei uma pesquisada). Ela cresce, se torna idol e até se torna mãe na vida adulta.

Sem dúvida é uma relação pai e filha que merecia ser lembrada e não podia deixar de citá-la como menção honrosa.

FELIZ DIA DOS PAIS!

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

É isso. espero. Espero que tenham gostado da seleção dos Pais mais Legais dos Vídeo Games, e não deixem de comentar qual outro pai dos vídeo games vocês acham que faltou eu colocar na lista, mas que não sejam os óbvios, né.

E não deixem de me seguir no twitter, vamos reclamar da vida e falar sobre jogos: @Cyber_Woo

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