Arquivos From Software - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/from-software/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 20 Oct 2024 16:50:33 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos From Software - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/from-software/ 32 32 Deathbound | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/22/deathbound-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/22/deathbound-analise/#comments Tue, 22 Oct 2024 08:48:45 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=18072 Deathbound é um soulslike – inspirado em jogos como Dark Souls e Bloodborne — feito pelo estúdio brasileiro Trialforge, que promete trazer mais ao gênero, com uma historia que nao se limita a ano de fundo para o gameplay. Premissa A história do jogo não é vaga e espalhada em coletáveis como nos jogos da […]

O post Deathbound | Análise apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Deathbound é um soulslike – inspirado em jogos como Dark Souls e Bloodborne — feito pelo estúdio brasileiro Trialforge, que promete trazer mais ao gênero, com uma historia que nao se limita a ano de fundo para o gameplay.

Créditos: Trialforge

Premissa

A história do jogo não é vaga e espalhada em coletáveis como nos jogos da From. Ao invés disso, temos uma narrativa contada através de slides levemente animados, lembrando quadrinhos ocidentais independentes, que servem bem para ilustrar a narrativa.

A história é interessante: em algum momento do futuro, a imortalidade foi descoberta, o que obviamente levou a humanidade a certos avanços tecnológicos que não seriam possíveis sem essa tecnologia. Porém, por algum motivo, a morte voltou a ser um problema para a humanidade.

LEIAM – Nikoderiko: The Magical World | Análise

Com isso, o mundo se dividiu em dois lados: Esquerda e Dir-, digo A Igreja da Morte e o Culto da Vida.

Nós começamos o jogo com Therone, um servo da Igreja da Morte e logo nos primeiros minutos somos apresentados à mecânica de Party, bem diferente de outros souls-likes, onde normalmente jogamos sozinhos.

Créditos: Trialforge

Sistema de Party inovador

É simplesmente mentira que Deathbound tenha INVENTADO o sistema de party em soulslike, mas é verdade que a forma que isso foi trazido aqui é inovadora.

Em Strangers of Paradise: Final Fantasy Origins, você tinha sim uma party, mas eles eram usados apenas como ajuda durante a luta. Em Deathbound, você controla diretamente seus personagens.

ASSISTAM – Minha Coleção de Super Nintendo

É possível trocá-los de forma instantânea, durante os combos, usando sua barra de estamina (“sync“, como é chamada aqui). Você pode ter até 7 membros na sua party, e cada personagem possui características de jogabilidade diferentes.

Os ataques feitos através da troca de personagens, chamado de “Morph Strike”, são uma ótima forma de facilitar o jogo para aqueles que não são familiarizados com o gênero, pois uma build feita em cima dessa mecânica deixa o jogo menos frustrante em alguns momentos.

Créditos: Trialforge

Bugs e pontos negativos

Apesar de não ser um especialista do gênero, eu pude notar que a hitbox dos inimigos é pouco polida, e isso causa diversas frustrações onde uma morte do jogador não é sempre causada por erros dele mesmo, mas por bugs menores que vão se acumulando durante o gameplay.

Ele também tem inspirações mais clássicas do gênero, como o uso de itens de cura te fazer ficar parado. Isso faz o gameplay ser mais cadenciado e pensado, diferentemente de Bloodborne, por exemplo, que permitia uma maior agilidade até mesmo no recuo para se curar.

Um agravante negativo do design do jogo é o compartilhamento da energia entre os personagens, fazendo com que o jogador fique constantemente olhando a barra de energia no canto inferior-esquerdo da tela, para gerenciar sua energia.

Outro ponto relativamente negativo é a simplicidade dos chefes, que possuem estratégias básicas para serem derrotados e designs pouco inspiradores, mas nada que comprometa a experiência, pois a dificuldade ainda está presente e de forma justa.

Créditos: Trialforge

Exploração e pontos positivos

Graficamente o jogo é bastante simples mas cumpre seu papel. O design do ambiente é bacana e ele não performa mal — pelo menos não no PS5, onde joguei.

O mapa é simples, com um ou outro corredor que leva a uma área diferente, mas é impossível se perder e você também não tem aqueles momentos de outros jogos onde você abre uma porta e pensa “nossa, é aqui que esse caminho leva!”. É simples, porém funcional.

Também temos o já basicão skill tree, onde você faz upgrades de seus personagens. O jogo também é marcado pelos checkpoints espaçados, como as bonfires de Dark Souls. Nada de novo nessa parte.

Créditos: Trialforge

Veredito

Deathbound é um soulslike competente, que apresenta mecânicas novas que apesar de não tão polidas, funcionam bem para um primeiro game feito pelo estúdio.

É o tipo de jogo que eu recomendaria para fãs de soulslike que já jogaram todos os jogos principais do gênero e agora procuram algo para satisfazer a vontade de consumir um jogo desafiador. Deathbound possui algumas pontas soltas, mas é competente e mostra que há espaço para jogos AA, bastando que sejam feitos com tanto esmero quanto esse.

Nota: 7/10

_____________________________________________________________

Esta análise foi feita com uma cópia do jogo cedida gentilmente pela distribuidora. Deathbound está disponível para PlayStation 5, Xbox Series S|X e PC (Steam).

 

O post Deathbound | Análise apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/22/deathbound-analise/feed/ 1
Elden Ring: Shadow of the Erdtree | A expansão… do número de vezes que morri https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/07/25/elden-ring-shadow-of-the-erdtree-a-expansao-do-numero-de-vezes-que-morri/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/07/25/elden-ring-shadow-of-the-erdtree-a-expansao-do-numero-de-vezes-que-morri/#respond Thu, 25 Jul 2024 14:36:45 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=17168 Acho que Shadow of the Erdtree foi a expansão mais aguardada de todos os tempos para um jogo single-player, gerou um interesse absurdo em todos, inclusive em pessoas que nunca haviam jogado o jogo base, e sem duvidas foi uma das experiências mais incríveis que já tive em um jogo single-player. LEIAM – Shin Megami […]

O post Elden Ring: Shadow of the Erdtree | A expansão… do número de vezes que morri apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Acho que Shadow of the Erdtree foi a expansão mais aguardada de todos os tempos para um jogo single-player, gerou um interesse absurdo em todos, inclusive em pessoas que nunca haviam jogado o jogo base, e sem duvidas foi uma das experiências mais incríveis que já tive em um jogo single-player.

LEIAM – Shin Megami Tensei V Vengeance | Análise

Lançou no dia 21 de Junho de 2024, e graciosamente nos foi cedido uma copia para realizar a avaliação, peço desculpas desde já à From Software pela demora, mas vocês também não colaboram né, colocaram como “guardião” do mapa da DLC o Mohg, passei uma semana pra derrotar ele.

Shadow of the Erdtree nos leva até a terra das sombras, um local fisicamente desconectado das Terras Intermédias, com uma experiência e uma “vibe” completamente nova e diferente (e infinitamente mais difícil).

Shadow of the Erdtree
Créditos: From Software

Mecânicas e Jogabilidade

Uma das principais inovações em Shadow of the Erdtree são as novas armas e habilidades, são 103 novas armas, 16 novas cinzas de guerra e 19 magias, adicionando ainda mais variedade e complexidade, permitindo criações de novas builds completamente diferentes, incluindo algumas com umas modificações de jogabilidade bem diferentes, mostrando a capacidade da From Software de inovar a cada oportunidade que tem o estilo de jogo que virou um gênero inteiramente novo nos jogos.

LEIAM – Kunitsu-Gami: Path of the Goddess – Folclore interativo

Shadow of the Erdtree
Créditos: From Software

Narrativa e Exploração

Ela é uma extensão completamente natural e orgânica do enredo do jogo base, a forma como as duas se conectam, e como tudo dentro da expansão amplia a visão que temos do jogo base, mostra a capacidade da From Software de conseguir criar uma história coesa e bem trabalhada. NPCs bem feitos e um novo sistema de progressão de personagem que encaixa muito bem com a lore apresentada.

LEIAM – Monster Hunter Stories Remaster | O Poder da Amizade!

Ao chegar na expansão não nego que fiquei sem palavras, o mapa era absolutamente lindo e gigantesco, a exploração do mapa é divertida, eu pelo menos achei mais divertida que a do próprio jogo base, antes de chegar ao primeiro boss já havia explorado uma boa parte do mapa só de “curioso”, o mapa te instiga a ir cada vez mais longe e explorar cada vez mais, é convidativo.

Shadow of the Erdtree
Créditos: From Software

Desafios e a trilha sonora

Desafios de Shadow of the Erdtree, são infinitos basicamente, só de chegar na terra das sombras e ir enfrentar o primeiro inimigo que achei já tomei um sacode absurdo, ali eu vi que se o Mohg tinha sido um problema, o que me esperava era muito pior (e realmente era MUITO pior mesmo).

Muitas lutas difíceis e diferentes do que estamos acostumados, para não dar muitos spoilers irei usar como exemplo a luta contra a Rellana, irmã da nossa querida Rennala, e completamente ao oposto da Luta contra a Rennala que é absurdamente fácil, a Rellana não tá pra brincadeira MESMO, me amassou na porrada incontáveis vezes, e ela tem um move set tão diferente dos jogos Soulslike (pra mim) que eu fiquei realmente maravilhado de ver, é uma luta terrivelmente difícil, porém linda. E no quesito desafio, Shadow of the Erdtree entrega, entrega até demais.

Tudo isso embalado por uma trilha sonora magistral, reforçando algo que tenho pra mim, a From Software nunca errou na aspecto sonora de nenhum dos seus jogos, mas neste em específico, ela continua sem errar, impecável demais.

Créditos: From Software

Conclusão

Shadow of the Erdtree é uma expansão tão grande, dentro de um jogo gigante, a expansão é maior que muito jogo “completo” que temos hoje em dia, o jogo é um complemento perfeito para um dos melhores jogos já feitos nos últimos anos.

“Try fingers, but hole”

Elden Ring: Shadow Of The Erdtree está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series S/X e PC

Nota: 9 / 10

____________________________________

Esta análise foi feita com uma chave digital  de PC cedida gentilmente pela Bandai Namco.

O post Elden Ring: Shadow of the Erdtree | A expansão… do número de vezes que morri apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/07/25/elden-ring-shadow-of-the-erdtree-a-expansao-do-numero-de-vezes-que-morri/feed/ 0
The Game Awards | Reflexões, Impressões e Bill Clinton https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/12/11/the-game-awards-reflexoes-impressoes-e-bill-clinton/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/12/11/the-game-awards-reflexoes-impressoes-e-bill-clinton/#respond Sun, 11 Dec 2022 21:46:59 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=12702 Começo de dezembro, a internet se une para a maior punhetagem jornalística ocidental da indústria dos videogames, onde um bando de idiotas se congratulam sobre os jogos que fizeram durante o ano, enquanto ao mesmo tempo, fanboys rasgam o cu em discussões intermináveis, onde um lado acusa o outro de sojado, nazista, etc. Não vou […]

O post The Game Awards | Reflexões, Impressões e Bill Clinton apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Começo de dezembro, a internet se une para a maior punhetagem jornalística ocidental da indústria dos videogames, onde um bando de idiotas se congratulam sobre os jogos que fizeram durante o ano, enquanto ao mesmo tempo, fanboys rasgam o cu em discussões intermináveis, onde um lado acusa o outro de sojado, nazista, etc.

Não vou deixar de admitir que adoro ver as pessoas putas por causa do evento (como quando o Boring of War 2018 ganhou o Jogo do Ano, quando Jogo da Rockstar que não é GTA V, vulgo Red Dead Redemption 2 estava rapelando os prêmios), mas as vezes até céticos que gostam de ver pessoas putas, como eu se perguntam como caralhos um jogo MORTO como Multiversus ganhou melhor jogo de luta, quando tinha KOF XV concorrendo.

Provavelmente o pix da Warner deve ter caído.

Mas enfim, por quê uma pessoa assistiria uma punhetação de quase quatro horas de duração? (Tecnicamente o evento começou as dez da noite, mas o pré-show começa as 9 e meia.) Simples, a quantidade de trailers e jogos novos anunciados. E pelo menos nessa edição os caras tiveram a decência de não terem tão caras de pau de dar tudo pra Sony e Elden Ring ganhou o Game of The Year. Mas não é pra isso que vocês estão lendo esse texto, certo? Mas sim pra ler minhas impressões sobre os anúncios realizados. Então, sem mais delongas, vamos ao que foi anunciado no The Game Awards, e minhas impressões.

Dead Cells: Return to Castlevania

DLC de Dead Cells, em crossover com a série da Konami, porque a Konami não quer fazer Castlevania’s ela mesma, nem delegar o trabalho a estúdios que possuem vontade e talento pra tal. Foi meio aleatório, mas OK.

Vampire Survivors disponível para iOS e Android

Existe apenas uma palavra pra resumir minha reação: Caguei.

Valiant Hearts: Coming Home

Alguém lembra de Valiant Hearts? É mobile, então caguei, mas sério. Alguém LEMBRA de Valiant Hearts? Porque ele, e todos os jogos na UbiArt não chamados Just Dance simplesmente sumiram.

Returnal saindo para PC

É papagaiada procedural, então caguei, e é pra PC/Tem no PS5, então é um duplo caguei.

Hellboy: Web of Wyrd

É a terceira vez que Hellboy está recebendo uma adaptação, sendo as anteriores “Dogs of Night/Asylum Seeker” (Depende da versão, se é PC ou PS1) e “Science of Evil”, que não foram muito bem recebidas. Mas enfim, Web of Wyrd tem um estilo cel-shading aproximado dos quadrinhos e minha reação, aqui de acordo com minhas notas: MINDÊ PAPAI.

Horizon: Call of the Mountains

Apesar de tudo, eu gostei honestamente de Horizon: Zero Dawn. É um jogo bom, e me deu aquela sensação de descoberta de mundo aberto, que eu tive quando joguei Assassin’s Creed, muitas eras atrás. Mas, Call of the Mountains é um jogo de PSVR2 (vulgo PS5+VR), então, caguei para este jogo.

Post Trauma

É um survival horror, então as chances de eu jogá-lo são de NEM FODENDO.

Viewfinder

Esse jogo me lembrou The Witness, um jogo de puzzle em primeira pessoa que tive a oportunidade de jogá-lo quando a Sony o deu de graça durante a pandemia… Ou seja, me parece ser um jogo CHATO PRA CARALHO.

Atomic Heart

É um FPS e é tudo o que eu posso dizer sobre esse jogo.

Relic Hunters Legend

Calarts AAAAAAAARGH! É tudo o que tenho pra dizer. E descobri enquanto editava essa matéria, que é um jogo Brasileiro.

Modo Pique-Esconde pra Among US

Caguei.

After US

Não é a sequência de Among Us, mas parece ser um jogo bonito.

Replaced

Ah, não curti tanto o estilo gráfico. Se você curtiu, bom pra você.

Street Fighter 6

O visual do Dee Jay ficou bem daora, ele tá muito com cara daquele teu primo que tu não vê tem uns anos, mas gosta pacaralho dele.

Hades II

Quem diria, a Supergiant lançando continuações. Mas, até quando teremos essa hipersaturação de Roguelikes?

Judas

É do criador de Bioshock e System Shock 2, vamos ver no que isso vai dar. Só acho que perderam uma boa chance de usar a música Judas, do Fozzy, no trailer.

Bayonetta Origins: Cereza and the Lost Demons

Me lembrou bastante o estilo do World of Demons, jogo da Platinum exclusivo pra Apple Arcade. Vamos ver no que isso vai dar.

https://www.youtube.com/watch?v=m_SE2WfQiF8

Ghostbusters: Rise of the Ghost Lord

Um jogo dos Caça-Fantasmas! Mas é pra VR. VAI TOMAR NO CU. A GENTE AQUI ESPERANDO ANOS POR UM JOGO DECENTE DE CAÇA FANTASMAS E OS CORNOS ME FAZEM UM PRA VR!

 

Destiny 2: Lightfall

Ok, Destiny 2 é bom, mas TGA não é lugar de mostrar DLC de Destiny 2.

Suicide Squad: Kill the Justice League

Esse jogo tem um peso enorme. Primeiro, a última performance de Kevin Conroy como Batman. Segundo, ele foi anunciado juntamente com o Gotham Knights, que foi extremamente criticado por não entregar uma performance decente nos consoles da atual geração (mesmo tendo cancelado as versões da geração anterior) e sendo porcamente otimizado pra PC. Então, será que a Rocksteady entrega um jogo ao menos rodando a 60 Frames por segundo?

E comentando uma coisa… COMO A ARLEQUINA TÁ FEIA nesse jogo! Parece uma decisão deliberada da industria ocidental de jogos colocar as mulheres da maneira menos atrativa possível. Ninguém tá falando de colocar a Arlequina Sexualizada ou coisa do tipo, pra isso temos aí os artistas de hentão, mas caralho, ela tá parecendo a Dona Florinda.

Party Animals

Party game. Caguei.

The Last of Us Part 1 saindo no PC

Se você tem um PC bom, é melhor emular o jogo original de PS3.

Star Wars Jedi: Survivor

Eu gostei legitimamente do Jedi: Fallen Order, apesar da navegação dos mapas do jogo ser absolutamente atroz, com um dos mapas menos intuitivos do mundo. Espero que o segundo jogo seja igualmente bom.

Earthblade

Tenho quase certeza de que esse jogo vai ser tão super estimado quanto Celeste foi. É dos mesmos autores do mesmo. A Maddie devia fazer mais fases de Mario Maker.

Dune: Awakening

Po, eu tava mó empolgado, os caras apresentando um jogo de Duna. Aí tudo cai por areia abaixo quando revelam que é MAIS UM MMO OPEN WORLD SURVIVOR WITH CRAFTING SYSTEM. PUTA MERDA.

Forspoken

Retiraram o diálogo cringe, no Isekai da aluna de letras da USP. Agora o jogo tem estatisticamente 78% a mais de chances de ser bom. A demo tá disponível.

Death Stranding 2

O simulador de SEDEX está de volta.

Immortals of Aveum

Aparentemente um jogo de ação em primeira pessoa com mágica. Vamos ver isso ae.

Tekken 8

Como caralhos vão trazer a Jun de volta? Quer saber, nem me pergunto mais em Tekken, nego fala que a lore de Dead or Alive é zoada, ela é completamente coerente comparando com a bagunça de Tekken. Aliás, odeio que eles falam “trailer de gameplay”, mas gameplay mano a mano, com Huds e o caralho a quatro não é mostrado. Aliás, TRAGAM A CHRISTIE MONTEIRO DE VOLTA!

Nightingale

Mostraram esse jogo no ano passado, estou com preguiça de copiar e colar.

Baldur’s Gate 3

Vão corrigir os bugs do Early Access? Se vão, vai dar bom, porque a os devs fizeram um bom trabalho com os Divinity: Original Sin.

Wayfinder

A princípio.. Ah, meio genéricão, mas pode dar certo. Aí fui ver melhor, e é um daqueles malditos Games as Service, que deram tanto certo com hits como Godfall e Babylon’s Fall… Depois disso meu pinto caiu. Pelo menos é gratuito, ao contrário dos dois anteriores.

Fire Emblem Engage: Expansion Pass

O jogo NEM FOI LANÇADO, NINTENDO, E VOCÊS JÁ TÃO ANUNCIANDO DLC. CARALHO!

Diablo IV

Deviam adiar o jogo até 2066, aí o jogo seria lançado 6.6.66. Piadas a parte, é, Diablo 4 sai em Junho, mesmo mês de Street Fighter 6.

Horizon Forbidden West: Burning Shores

Esse DLC vai quebrar o jogo principal que nem o Frozen Wilds quebrou o primeiro jogo, hehehe. Achei paia o DLC ser só pra PS5, querendo forçar quem não migrou pra essa geração atual.

Blue Protocol

Genshin Xenoblade Chronicles em forma de MMO. Caguei

https://www.youtube.com/watch?v=apxWFrE7saA

Remnant II

Disseram que o primeiro Remnant é um jogo legal e tal, um Souls-like com armas de fogo e tal. Eu só joguei a prequel (Chronos: Before Ashes).

Transformers: Reactivate

Apesar do Trailer não mostrar muito, a Splash Damage tem bons jogos no catálogo, como Enemy Territory: Quake Wars e Gears Tactics em seu portifólio, além de Brinks. Vamos ver no que isso vai dar.

Company of Heroes 3: Console Edition

RTS em console é uma parada complicada.

Behemoth

Jogo VR. Caguei.

Trailer do filme do Mario

Talvez por ter sido lançado pouco depois do recente segundo trailer, esse pequeno teaser foi fraquinho.

Banishers: Ghosts of New Eden

Um jogo da Don’t Nod que não é populado (aparentemente) por gente insuportável? O que é isso? Evolução? Enfim, me parece um Souls-like. Ele não sendo chato como foi Vampyr tá valendo. Agora, os caras mudaram o nome de Dontnod pra Don’t nod. VAI TOMAR NO CU.

Warhammer 40K: Space Marine II

A VOLTA DO GEARS OF WAR AZUL! Piadas a parte, o Space Marine original era um jogo bem legal, porém não é a Relic que está fazendo a continuação. Só espero que a Saber saiba no que está se metendo.

Meet Your Maker

É uma cruza de Mario Maker (crie fases) com Dead Space (mortes horripilantes). Não me interessou. (O trailer não está aqui no post porque é restrito a maiores de 18 anos, e não dá pra colocar ele no embed)

Crash Team Rumble

O pessoal esperava um novo platformer. O que recebemos? Um jogo multiplayer versus 4×4 que parece a porra de um Moba. POR QUÊ?

The Lords of the Fallen

Esse jogo vai vender PRA CARALHO. Quando estiver numa promoção por 10 reais na PSN, como acontece com o Lords of the Fallen original.

Crime Boss: Rockay City

Colocar esse trailer e o da DLC de Cyberpunk 2077 um depois do outro não foi muito bem planejado. Porque a impressão primária, foi “Mamãe, quero ser Cyberpunk 2077”, apesar da temática ser diferente.

Cyberpunk 2077: Phantom Liberty

O Idris Elba vai interpretar um personagem no DLC de Cyberpunk 2077, então podemos chamar essa DLC oficialmente de Cyberpunk 2077 & Knuckles.

Armored Core VI: Fires of Rubicon

Dez anos depois do último jogo da série, Armored Core está de volta, é isso aí. E vai sair pra todo mundo, PS4, Xbox One, PS5, Xbox Series e até PC. O que dá esperanças de um dia vermos um Tenchu novo feito pela From Software, e não, Sekiro não conta como Tenchu.

Wild Hearts

É basicamente Toukiden com outro nome.

Final Fantasy XVI

Mataram um chocobo no trailer, véi. Junho vai estar cheio de jogos, Street 6, Diablo 4, Final Fantasy 16. Ainda bem que não tenho dinheiro.

E Bill Clinton nos trending topícs

E quando estavam todos já satisfeitos que Elden Ring ganhara o título de jogo do ano, eis que uma última surpresa foi reservada… Um rapaz de quinze anos (aparentemente) invadiu o palco, ou melhor, se infiltrou junto com o pessoal da From Software e disse: “Eu gostaria de dedicar este prêmio ao meu rabino ortodoxo reformado Bill Clinton.”

E assim terminou o The Game Awards, uma premiação chata, previsível que as pessoas só assistem pra saber os próximos lançamentos, mas que esse ano ao menos trouxe algo hilário. Provavelmente enquanto digito isso, o dublador do Kratos AINDA deve estar fazendo o discurso dele.

O post The Game Awards | Reflexões, Impressões e Bill Clinton apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/12/11/the-game-awards-reflexoes-impressoes-e-bill-clinton/feed/ 0
Game Dev Story | Seja o desenvolvedor e vicie no processo https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/12/game-dev-story-seja-o-desenvolvedor-e-vicie-no-processo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/12/game-dev-story-seja-o-desenvolvedor-e-vicie-no-processo/#comments Sun, 12 Dec 2021 15:20:47 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=9415 Game Dev Story é um daqueles jogos que possui a capacidade de agradar até mesmo aqueles que não jogam no celular. E isso foi o que fez do titulo o primeiro e maior sucesso comercial do pequeno estúdio japonês, Kairosoft. A facilidade com que o jogo consegue nos prender a atenção e drenar nosso tempo […]

O post Game Dev Story | Seja o desenvolvedor e vicie no processo apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Game Dev Story é um daqueles jogos que possui a capacidade de agradar até mesmo aqueles que não jogam no celular. E isso foi o que fez do titulo o primeiro e maior sucesso comercial do pequeno estúdio japonês, Kairosoft.

A facilidade com que o jogo consegue nos prender a atenção e drenar nosso tempo livre, fez dele rapidamente um dos jogos mais baixados de 2010 nos dispositivos da maçã mordida. Não tardando para que fosse portado para outros sistemas, e uma promessa de localização de todos os seus jogos.

LEIAM – The Game Awards 2021 | Impressões sobre os anúncios

E nesse momento chegamos a essa etapa da minha vida, em que estou viciado. Novamente.

Game Dev Story

Um vicio difícil de superar

Há algumas semanas atrás meu amigo Tony, um cara que quem acompanha o site sabe quem é, lançou no grupo o jogo Game Dev Story. Eu rapidamente fiz novamente o download e comecei a jogá-lo.

E nesse ponto entra um dos fatores que torna o jogo incrivelmente viciante: Não fazemos nada.

O jogo se joga sozinho, sendo necessário apenas selecionarmos algumas combinações que podem ou não dar certo. Enquanto ficamos ali vidrados com a cara no celular esperando que o novo lançamento venda muito.

Para terem uma ideia, na última vez que o joguei eu passei o dia todo com o jogo aberto enquanto realizava tarefas de casa.

Game Dev Story
The Office – Reprodução/ Kairosoft

Trabalhe com contratos para desenvolver o seu jogo

Como qualquer negocio da vida real, para ter capital é necessário trabalhar para outros antes, exceto no caso de você nascer filho de algum magnata.

Então, para que possamos conseguir dinheiro, será preciso visitarmos uma aba que permite trabalharmos em contratos de terceiros ou desenvolver jogos pra PCs ou plataformas.

Desenvolver para PC é opção inicial, além de ser a mais barata. Para desenvolver para os consoles, você precisará investir um valor maior para a compra de licenças, mas de fato desenvolver para consoles vale a pena.

Não só traz um retorno maior como aumenta relativamente a fama do seu estúdio.

Game Dev Stort
Reprodução/ Kairosoft

Os muito atrativos

Game Dev Story usa todos os elementos que reconhecemos como parte da indústria. Facilmente reconhecemos a E3 e um certo evento de premiação de jogos.

Isso faz com que você queira emplacar jogos a qualquer custo, mas pra isso é preciso acertar algumas combinações entre gênero e tipo. O que facilmente você encontra pelos buscadores, o que não recomendo que faça. Isso mata a graça facilmente.

Por outro lado, se você acerta com um jogo e começa a repetir a formula, sua base de fã encolhe e você começa a vender menos. Ou seja, ninguém contou isso a From Software que nos deixa sem um novo Armored Core, mas lança Soulslike a torto e a direito.

Essa rápida identificação dos elementos que conhecemos é outro fator que realmente nos prende ao jogo.

Habilidades ajudam muito

Uma das coisas que nos damos conta rapidamente é que sai caro contratar profissionais, que muitas das vezes agregam pouco.

Foram varias as vezes que contratei gente de fora e não acrescentaram nem 20 pontos nas característica do meu jogo. To falando de pagar 30 mil para alguém que não faz o trabalho direito, um absurdo.

Por outro lado, você pode treinar seus personagens ou contratar outros, o que reduz consideravelmente o custo de produzir um jogo, além do bom retorno financeiro.

Cogite treinar ou mesmo contratar outros personagens, e o mais importante mudar suas carreiras, com itens que podem ser comprados com o caixeiro viajante. Também existe um sistema de publicidade do jogo, que não achei tão relevante para impulsionar, mas faça o seu teste.

Game Dev Story
Reprodução/ Kairosoft

Conclusão

Não há muito o que falar a respeito do Game Dev Story, ele é um excelente passatempo. Daqueles que provavelmente te faça levar esporros da companheira (o), como aconteceu comigo.

Eu raramente gosto de jogar em meu celular, mas é tão simples e divertido que fica impossível não retornar ao Woo Games Studios para lançar a continuação de President Evil ou Dino Thief para Uranus.

Geoff Keighley não me deu um premio no TGA, mas emplaquei vários jogos na galeria da fama e até ganhei prêmios no Global Game Awards, vejam só.

Sem dúvida alguma é um jogo que vale a pena ser revisitado e jogado com moderação, isso se você conseguir não se viciar.

O post Game Dev Story | Seja o desenvolvedor e vicie no processo apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/12/game-dev-story-seja-o-desenvolvedor-e-vicie-no-processo/feed/ 5