Arquivos Eu odeio o termo souls-like - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/eu-odeio-o-termo-souls-like/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 31 Oct 2021 22:18:10 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Eu odeio o termo souls-like - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/eu-odeio-o-termo-souls-like/ 32 32 Morbid: The Seven Acolytes | Uma joia bruta https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/04/08/morbid-the-seven-acolytes-uma-joia-bruta/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/04/08/morbid-the-seven-acolytes-uma-joia-bruta/#comments Thu, 08 Apr 2021 21:47:16 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=7068 Nas inúmeras conversas que tive com amigos pela Internet, uma coisa que é unânime, é que o gênero souls-like saturou bastante nos últimos anos, desde o início de tudo com o “Masocore” original, Demon’s Souls. Agora, muitas produtoras fizeram suas tentativas no gênero (até falamos aqui no site de algumas delas, como Mortal Shell e […]

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Nas inúmeras conversas que tive com amigos pela Internet, uma coisa que é unânime, é que o gênero souls-like saturou bastante nos últimos anos, desde o início de tudo com o “Masocore” original, Demon’s Souls.

Agora, muitas produtoras fizeram suas tentativas no gênero (até falamos aqui no site de algumas delas, como Mortal Shell e Chronos, além da prévia de Nioh 2) e colocaram sua marca própria, indo por uma gama imensa de temáticas (existe até mesmo uma “Safadinha” que descobri por acaso) e tendo resultados diferentes, algumas tiveram destaque, outras nem tanto.

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A Desenvolvedora finlandesa Still Running até então havia feito dois jogos de relativo sucesso, Zombie Kill of the Week (PC), que é, sendo direto e reto, um Killing Floor em 2D, um jogo veloz e brutal, mas muito divertido e The Walking Vegetables (Multi), um top down shooter que também tem uma natureza veloz, mas com uma pegada diferente de Zombie Kill of the Week.

Por alguma razão, eles resolveram experimentar o gênero Souls-like com Morbid: The Seven Acolytes. Será que eles sucederam nessa missão?

Hora da caçada para salvar o mundo… Ou algo do tipo.

Você é a última Striver sobrevivente, uma guerreira feroz com a missão de derrotar os Sete Acólitos, poderosos monstros possuídos por deidades ancestrais, conhecidas como Gahars.

Os Gahars são ligados aos corpos dos Acólitos e através deles, conquistaram Mornia, escravizando a população e amaldiçoando o reino.

Hoje em dia, Mornia está em ruínas, os Gahars são reverenciados como deuses, enquanto os Sete Acólitos reinam sobre tudo, com seus malditos subordinados. Ainda existe a esperança, de que um dia, um Striver de valor surgirá destruindo os Acólitos, banindo os Gahars e redimindo Mornia.

Uma premissa simples, que esconde muito por detrás dos pixels bonitinhos que você vê na tela, se quer saber a minha opinião.

Mate, morra, aprenda e evolua… E morra mais um pouquinho porque isso é um souls-like.

Como eu devo ter dito, em alguns reviews, Souls-like não é lá a minha praia. Eu sou muito ruim. Mesmo. Não tô mentindo. Dito isso, apesar de não ter escolha de dificuldade, como Chronos, Morbid é uma das experiências mais fáceis no gênero, porque seus controles são de fácil assimilação.

Primeiro, porque ele não usa os malditos botões de ombro para ataque, e sim os botões da face, como todo jogo decente. E segundo, eles não são muito complicados de se aprender. Você aprende como jogar, num “tutorial” (aspas enormes porque não é tutorial) espalhado em livrinhos pelo mapa.

Você tem ataques fracos, fortes, esquiva (essencial nas batalhas contra chefes.), atalhos para itens no direcional digital do controle, um botão de defesa (que funciona como parry) e a possibilidade de ter uma arma de fogo (com a mira funcionando no segundo analógico nos consoles e o mouse no PC) adiciona uma camada de estratégia ao jogo.

Como qualquer Souls-like que se preze, obviamente pessoas diferentes vão preferir tipos diferentes de armas, mas é claro que para isso, você deverá encontrá-las na sua jornada. E caso sua familiaridade seja com mais de uma arma, não tema, pois você possui dois sets de armas diferentes para se divertir mais ainda (ou fracassar, como no meu caso, já que eu a princípio não tinha equipado arma no segundo set e fui querer matar um inimigo no soquinho, com resultados questionáveis).

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Tudo bem, chega de enrolação genérica, no curto e grosso, o combate de Morbid é bem gostoso, talvez pelo fato do jogo ser em 2D, como um Action RPG, a sensação do ataque conectando e a esquiva logo em seguida, é bem satisfatório.

O jogo possui um sistema de sanidade, que eu… Não sei como funciona, não por burrice minha, mas porque itens de recuperação da sanidade são fáceis de serem encontrados e com a opção de sempre respawnar as coisas ao meditar na Bonfire, digo, enfim. Dá pra Respawnar as coisas e farmar itens pra manter a sanidade de boa nas etapas mais avançadas.

E talvez seja só eu sendo burro, mas as armas de fogo as vezes parecem desajeitadas, mas novamente, talvez seja eu sendo burro… O que é provável.

O que não é burrice minha, entretanto, é que o jogo tem uma leve tendência a crashar. Nas minhas jogatinas, registrei pelo menos três ou quatro crashes, felizmente sem consequências negativas.

Horrendamente belo e sonoramente fabuloso

Morbid

Morbid: The Seven Acolytes é graficamente é muito bonito… E sangrento. Os cenários possuem muitos detalhes, pequenos ou grandes, objetos que quando são destruídos, deixam partículas que vão sumindo. E cada cenário é distinto um do outro, em diversas partes do jogo, meio que dando a entender que é um mundo complexo e não um monte de mesma coisa que parece igual e te leva ao tédio.

Os inimigos e NPC’s também tiveram bastante cuidado na hora de serem feitos, da animação ao design, mostrando que tinha um certo carinho de quem produziu na hora de fazer as coisas. Mas, isso também tem um negativo. Não em relação as animações, inimigos e NPC’s, mas aos cenários.

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Tem horas que é meio difícil discernir entre o que dá pra passar por cima e o que é simplesmente vai te bloquear. É só uma pequena implicância, mas que vale a pena mencionar. Aliás, outra coisa que esqueci de mencionar, o jogo tem sangue… Muito sangue, e gore. Mas, nada dessa brutalidade é colocada em vão ou pra te chocar, tudo é feito na medida certa pra passar o horror que cai sobre a terra de Mornia.

A trilha de Morbid é muito boa, assim como o design sonoro. O design é básico, mas passando a ideia do jogo e a trilha… Bem, Simo Talasranta fez um belíssimo trabalho, com os cenários tendo temas suaves e sóbrios, e nas batalhas contra chefes, a coisa muda com temas mais na pegada de combate e cada música é melhor que a do chefe anterior.

Minha favorita é certamente o tema do combate contra o Maestro Bibe, que é um tema bem animado.

Uma joia bruta, que precisaria de talvez um pouquinho mais de polimento

Morbid

Eu de fato recomendo aqui o jogo, mas… Dependendo da sua situação monetária e plataforma, eu recomendaria esperar uma promoção.

É um jogo leve em sua versão PC, então sua batata provavelmente vai rodar ele (pelo menos de acordo com as especificações do PC, rodaria no meu), então se não tem um PC bom o suficiente para rodar os Souls da vida, Morbid é uma boa alternativa.  E como o jogo também está disponível para PS4, Switch e Xbox One, todos podem aproveitar esse belo jogo.

Se dessem um pouquinho mais de tempo para polir o jogo, seria uma experiência maravilhosa, mas é muito bom do jeito que está.

A análise do jogo foi feita com uma cópia gentilmente cedida pela produtora.

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Eu não consigo escrever um review de Chronos: Before the Ashes https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/01/14/eu-nao-consigo-escrever-um-review-de-chronos-before-the-ashes/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/01/14/eu-nao-consigo-escrever-um-review-de-chronos-before-the-ashes/#comments Thu, 14 Jan 2021 16:56:59 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=6478 Eu não sou o melhor jogador do estilo Souls do mundo. Tampouco o jogador mais atencioso em relação a lançamentos. Com tantos jogos saindo toda semana, é difícil manter o foco em algo fora das coisas que já estou esperando, tipo YS IX: Monstrum Nox, Persona 5 Strikers ou o Retromania Wrestling. Independente disso, eu […]

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Eu não sou o melhor jogador do estilo Souls do mundo. Tampouco o jogador mais atencioso em relação a lançamentos. Com tantos jogos saindo toda semana, é difícil manter o foco em algo fora das coisas que já estou esperando, tipo YS IX: Monstrum Nox, Persona 5 Strikers ou o Retromania Wrestling.

Independente disso, eu vou confessar que apesar de ter recebido a key para a análise, eu não consigo escrever uma análise de Chronos: Before the Ashes.

Derrote o Dragão, Salve o mundo e… É isso.

Veja bem, enquanto embarcava numa jornada para derrotar um dragão e assim trazer a paz (ou algo próximo disso), de um mundo meio caótico, descubro que esse jogo é uma prequel do shooter Remnant: From the Ashes, lançado em 2019 e que não joguei porque… O jogo passou voando pelo meu radar?

Enfim, a primeira coisa que precisamos falar, é que Before the Ashes é uma versão revisada de Chronos, jogo lançado pela Gunfire Games para o Oculus Rift em 2016, e isso explica possivelmente o porque dos cenários, apesar de bonitos, não terem tantos detalhes ou tirarem o potencial todo da plataforma em que se encontra.

Cenários aquém do que poderiam ser

Os cenários não tem a repetição irritante que encontramos em Mortal Shell por exemplo, apesar de não serem bonitos como os do jogo citado. O design de fases de Chronos não é aberto como em Dark Souls ou mesmo Mortal Shell, sendo uma aventura quase linear (basicamente vá do ponto A ao B, as vezes indo a C para pegar um objeto necessário para abrir a porta do ponto D que leva ao B, mas nada muito além disso.

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Um ponto negativo a se citar no design de fases, é o posicionamento dos inimigos.

Ele tenta usar o mesmo artifício da série Souls de inimigos camuflados em partes do cenário, só que é uma faca de dois (le)gumes, porque muitas vezes o inimigo vai estar “camuflado” (aspas do tamanho das pirâmides do Egito em camuflado) de maneira que só um cego não veria que tem um inimigo “escondido” e em outros casos, o inimigo ele não vai estar camuflado, mas em um ponto cego onde se você chegar em uma posição, certamente será atacado e isso é irritante.

Apesar de não pegar na sua mão, Chronos certamente alivia bastante, oferecendo seleção de dificuldade, podendo abranger um leque maior de jogadores que não se sentem corajosos o suficiente para serem massacr, digo, entretidos por Dark Souls…

Apesar de que falar da dificuldade de Dark Souls chega a ser hipócrita pra alguém que consegue jogar Nioh de boa.

Voltando a Chronos, o jogo permite que você selecione a dificuldade ao iniciar uma nova partida, porém (não sei se isso é só nos consoles, ou se também é no PC) o mesmo tem uma limitação de três slots de save, o que é bem esquisito parando pra pensar (especialmente quando jogos costumam oferecer um número ilimitado, ou ao menos bem grande), não que isso seja um empecilho para se curtir o jogo, só estou apontando isso porque acho esquisito.

Uma trilha fantabulosa pra acompanhar a ação

A trilha sonora de Chronos, composta por Rob Westwood, um compositor jovem (o cara tem basicamente a minha idade) é bem atmosférica e contribui em muito com o clima do jogo (e eu disse isso no twitter, mas é melhor que a trilha industrial de Mortal Shell), e é bem diferente da maioria dos trabalhos que ele faz (boa parte do que ele fez foi para a série Lego). São temas que variam desde a calma de um cenário plano as cadências exigidas por uma luta contra um grande chefe. Recomendo ouvir “Broken Idol” e “Dragon Guardian”, minhas faixas favoritas na OST do jogo.

“Ok, Sancini, você falou dos gráficos, da trilha sonora, mas como o jogo joga?”

Ora, minha voz da consciência que representa meus dezessete leitores (quem pegar essa referência vai ganhar absolutamente nada. E não, não é uma referência ao Bolsotron, pau no seu cu.), calma que eu já to chegando lá.

Mais um souls-like…

Chronos

Chronos é um RPG de ação… Bem na pegada de Dark Souls. A jogabilidade funciona como Dark Souls, com os botões de ombro funcionando pra ataque, defesa, etc. Não preciso explicar em detalhes como funciona, mas dito isso… O combate é um pouquinho desajeitado.

Não chega a ser janky como o Janky So… digo, Mortal Shell, mas não é refinado como nos jogos da From Software.

Se bem que os jogos da From também são Janky a princípio, mas enfim. Se eu tivesse que qualificar o combate de Chronos dentre os Souls-like (eu odeio essa expressão, mas terei que usar), ele ficaria talvez entre Dark Souls e Demon’s Souls (o original, não o remake do PS5), definitivamente acima de Mortal Shell, mas abaixo de Dark Souls, Bloodborne, Nioh, Code Vein e Nioh 2 (e nessa linha, você acaba de ver meu ranking de jogabilidade de Souls-like de trás pra frente. E sim, Nioh 2 tem a melhor jogabilidade dentre os souls-like que experimentei.).

O jogo começa tranquilo, com os inimigos sendo colocados geralmente em combate 1×1 contra você, mas conforme se avança, não vai ser anormal chegar em áreas que possuem dois inimigos juntos, ou mais, representando um pouco do progresso do jogador. Mas, não é só sobre combate a la souls que Chronos oferece.

Em seus níveis, é possível encontrar algumas coisas que mostram um pouco do mundo em que você se encontra, como a história da princesa que se casaria com um ciclope, mas faleceu antes de chegar ao altar. É uma história esquisita, mas fascinante.

Em determinados momentos, o jogador terá que resolver alguns puzzles, que variam desde combinar dois itens para fazer uma alavanca para abrir uma porta, ou colocar um item que fará escorrer água em um ponto do cenário, permitindo que se entre num local onde um outro item está, ou puzzles de combinações que farão um espelho meio mágico te levar a locais diferentes.

E as batalhas?

Chronos

As batalhas contra chefes são o típico padrão Souls, aprenda o padrão de ataque, ataque quando o chefe baixa a guarda, recue e repita. Não há muito a ser dito aqui.

Em termos de combate, a princípio você só possui uma arma (que varia dependo da sua escolha no início do jogo), mas é possível coletar outras e fazer upgrades nelas. Os upgrades são feitos com pequenos objetos coletados em estojos ou deixados por alguns inimigos derrotados; Cada arma tem um tempo diferente de ataque e cabe ao jogador usar a que mais lhe convém.

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O sistema de cura do jogo pode acabar funcionando contra o jogador (especialmente se você for distraído como um certo alguém – oi, eu mesmo?), pois o jogo não possui itens de cura no sentido clássico de Dark Souls, no caso dos Flasks, tampouco aqueles cogumelos de Mortal Shell que curam quase nada e não servem pra muita coisa (fazendo você depender de parries), aqui temos um certo item que pode ser coletado durante o jogo e usado (a princípio) uma vez apenas, e sendo recarregado toda vez que o jogador morre.

O jogador pode coletar mais de um item desses durante a partida, aumentando os itens de cura por assim dizer. Mas, não tema porque a barra de energia enche por inteiro quando se ganha um nível, e subir de nível em Chronos é fácil e descomplicado.

Toda vez que se sobe de nível em Chronos, você ganha pontos para utilizar em determinados atributos, força, agilidade, arcano e vitalidade. Mas, um dos pontos geniais do jogo é o sistema de idade. Veja bem, você tem um “tempo limite” para derrotar o Dragão, esse tempo é representado pela quantidade de vezes que o jogador morre.

Cada morte custa um ano ao jogador, e a cada década passada (aos 20, 30, 40, etc), o jogador ganha uma vantagem que pode ser aplicada a algum atributo (mais força, maior ganho de XP, etc), só que envelhecer traz suas desvantagens, já que a partir de uma certa idade, o jogador não poderá mais comprar pontos de força ou agilidade, já que o corpo envelhecido não aguenta.

Existem ainda certas esferas que se adquire ao longo do jogo que conferem determinadas habilidades ao jogador, caso ele encha a terceira barra (matando inimigos), o que dá um toque de variedade ao jogo.

Considerações finais

Chronos

Finalizando, Chronos pode não bater de frente com os big names do gênero Souls-like (como as séries Souls e Nioh), até tem algumas qualidades que o destacam, como a trilha sonora e o sistema de idades, mas tropeça um pouco nos gráficos e efeitos não muito impressionantes, no posicionamento de inimigos e no combate levemente desajeitado.

É uma recomendação com ressalvas, do tipo, a preço cheio eu não recomendaria, mas numa promoção pela metade do preço, vale a pena a compra (especialmente se considerarmos os preços abusivos da PSN Brasileira).

Chronos: Before the Ashes está disponível para PC, Playstation 4, Xbox One, Nintendo Switch, Oculus Rift (a versão original, intitulada Chronos) e Google Stadia.

A análise foi feita com base na versão de Playstation 4, através de uma cópia do jogo gentilmente cedida pela THQ Nordic.

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