Arquivos Dicas de Série - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/dicas-de-serie/ Um pouco de tudo na medida certa Wed, 30 Aug 2023 12:35:05 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Dicas de Série - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/dicas-de-serie/ 32 32 Ahsoka | Tem um show decente querendo sair desse tédio https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/08/30/ahsoka-tem-um-show-decente-querendo-sair-desse-tedio/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/08/30/ahsoka-tem-um-show-decente-querendo-sair-desse-tedio/#respond Wed, 30 Aug 2023 12:35:05 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=15049 Acredite ou não, mas eu não conheci Star Wars pelos filmes… Mas sim através de uma exibição na TV de S.O.S.: Tem um louco solto no espaço, vulgo Spaceballs, a brilhante paródia lá dos anos 80, e se a memória não me falha, eu vi na época do relançamento da trilogia clássica de SW nos […]

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Acredite ou não, mas eu não conheci Star Wars pelos filmes… Mas sim através de uma exibição na TV de S.O.S.: Tem um louco solto no espaço, vulgo Spaceballs, a brilhante paródia lá dos anos 80, e se a memória não me falha, eu vi na época do relançamento da trilogia clássica de SW nos anos 90 (eu lembro que consegui um brinquedinho da Millenium Falcon), como aquecimento para o começo da trilogia Prequel. E daí eu vi a trilogia clássica no SBT, em preparação pra estréia de A Ameaça Fantasma, e de lá pra cá, muita coisa aconteceu.

Teve a trilogia prequel, que não agradou a todos, um bocado de jogos, quadrinhos, livros (cuja maioria das coisas, eu ignorei porque eu era pobre e ainda sou), animações. E é claro, a Disney assumiu as rédeas da franquia e decidiu fazer Speedrun de como matar uma franquia com a trilogia da Rey Palpatine, um monte de quadrinhos e livros medíocres e pra matar ainda mais algo que já tava morto, um monte de conteúdo questionável no Disney +.

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A verdade é que boa parte do conteúdo, eu não consumi, Os Últimos Jedi matou meu interesse na franquia, e a única coisa interessante de Star Wars que veio junto da nova trilogia, veio justamente da EA, porque os dois Star Wars Jedi (Fallen Order e Survivor) são bons jogos, apesar do segundo ter vindo com as falhas de um AAA rushado (otimizações merda e bugs galore). Eu tenho ojeriza a sistemas de streamings, então meu interesse em Pedro Pascal, digo, Mandalorian, Andor, Book of Bobo Fett e Rev, digo, Kenobi era zero.

Mas uma série me chamou a atenção pelo título Ahsoka. O por quê? Bem, a quantidade de por, digo, a personagem Ahsoka sempre foi uma das mais interessantes, vinda das Guerras Clônicas, e além dela, uma outra personagem vinda de Star Wars Rebels estaria junto, Sabine Wren, a Mandaloriana esquentadinha que certamente Ezra queria dar uns pegas (lembre-se disso, vai ser importante mais adiante). E agora, os dois primeiros episódios chegaram ao Disney+. Será que eles valem a pena? Er, se você leu o título da matéria, você sabe a resposta, mas vamos lá.

Ahsoka
Reprodução: Disney

Muito diálogo que não vai do nada a lugar algum

A premissa da série é acompanhar a jornada de Ahsoka, uma sobrevivente da Ordem 66, após os eventos de Retorno de Jedi (e de Mandalorian, onde Ahsoka fez uma ponta) que precisa evitar uma nova ameaça, enquanto reata os laços com sua aprendiz, Sabine Wren. O que é essa ameaça? Simples, simpatizantes do Grão Almirante Thrawn planejam usar mapa para encontrar um modo de trazer Thrawn do exílio e reconstruir o Império.

Isso não é a única coisa que está em jogo, porque a pessoa responsável pelo exílio de Thrawn, o jedi Ezra Bridger pode estar junto, e a localização de Thrawn pode levar a Ezra. Os primeiros episódios geralmente tem o dever de setar todas as coisas pra história funcionar. Só que, como esperado da Disney, eles tiveram o prazer de deixar todo o setup de Ahsoka o mais tedioso possível. Você tem conversas e mais conversas, as vezes com a mesma coisa acontecendo em tempos diferentes, ditas por personagens diferentes.

Eu comentei nas minhas impressões no Twitter/X: Se você cortar metade dos diálogos dos dois primeiros episódios, não vai perder nada. O pior, é que o cerne, a base da história, é interessante, mas os diálogos enrolam e enrolam e enrolam. Julgar um produto final pelos dois primeiros episódios é foda, mas não é uma boa primeira impressão.

Ahsoka
Reprodução: Disney

Personagens mudados e nothing burgers

Na série, Ahsoka diz que não terminou o treinamento com Anakin e se afastou dele… Er… O roteirista por acaso ASSISTIU A Vingança dos Sith? Porque nesse filme acontece um pequeno evento que não tem muita influência no universo de Star Wars, chamado… ORDEM SESSENTA E FUCKING SEIS. Existe uma razão pela qual Anakin não terminou o treinamento de Ahsoka. FOI POR CAUSA DA ORDEM 66. Pelo menos a Twi’lek verde (Hera) tá bem caracterizada na série, sendo até um bom contraponto a Ahsoka e Sabine, mas dado o background da personagem, foi uma falha sequer mencionar o filho dela com Kanan.

Completando o trio principal de Ahsoka, temos Sabine Wren, a mandaloriana, que por conta do diálogo merda, parece um nothing burger. Mas o que tá mais revoltante (não sei se essa é a palavra que procuro), é que mudaram o contexto da tensão que havia entre Ezra e Sabine em Rebels, com o holograma de Ezra dizendo que ela é como uma irmã pra ele. Aparentemente não pode ter mais nenhum indício de romance na Disney, só ver as entrevistas da atriz da Branca de Neve.

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Pro resto do elenco, temos aí o Robô Dr. Who, que a personalidade dele falar com sotaque britânico… Não resisti a piada. É que o Robô Dr, Who é interpretado pelo David Tennant, reprisando o papel do personagem, que veio de Clone Wars. Temos a vilã principal, que apareceu em Mandalorian, cujo nome não quero lembrar, então vou chamar de Space Karen, que claramente é arrogante e prepotente, até pensei que ela era a protagonista, dado o histórico da Disney. Ela quer trazer o Thrawn de volta porque obviamente, uma mulher não pode ser vilã, tem que ser um homem, de preferência branco… O que é estranho, já que Thrawn é azul.

E completando o cast principal no momento, temos os Jedi sombrios, Velho Barreiro e Garota Ucraniana. Ambos aparecem no trailer. O Velho Barreiro, pelo menos quando não tá sendo tratado feito lixo pela Space Karen, é um personagem levemente decente, ele se preocupa com a Garota Ucraniana, sua pupila e tem até insights decentes, credito aqui o trabalho de Ray Stevenson, seu intérprete, que faleceu em maio desse ano. Garota Ucraniana é competente, mas impetuosa, se ela cometer erros, vai ser melhor. E conhecendo o histórico da Disney de escrita preguiçosa, possivelmente Garota Ucraniana será redimida no fim da série, ao contrário da Trila que teve sua redenção interrompida a la Sephiroth. Ops, acabei de contar um spoiler do Jedi Fallen Order.

Reprodução: Disney

Qual a mania da Disney de fazer duelos de sabre de luz a noite?

As cenas de luta da série são mistas. A introdução (que havia sido mostrada em parte no trailer) tem um tom até parecido com o do filme original. Ataque dos vilões a uma nave, e é visualmente decente.

O duelo da Ahsoka próximo do fim do episódio 2 também é bom, mas por outro lado temos a mania da Disney de fazer duelos de Sabre de Luz com iluminação baixa, dessa vez com o duelo entre Sabine e Garota Ucraniana. Apesar da coreografia decente, a iluminação era merda, apesar de que menos merda que aquele duelo do Vader com o Obi-Wan em Kenobi. E a cena de ação na base da ex-empresa da Space Karen (antes do duelo da Ahsoka) foi merda por causa da shake-cam. Parecia que eu tava vendo um tiroteio dirigido pelo J.J. Abrams.

Eu não sou tão rigoroso na avaliação de CG por um motivo: Eu estou acostumado a assistir a Tokusatsu moderno há pelo menos 18 anos, e CG bosta nunca foi problema pra mim. Então eu não vou julgar, porque pra mim, CG é o menor dos problemas de Ahsoka.

A série, junto com outros produtos de Star Wars, e do MCU (se tratando de Disney +), é uma prova de que o formato de séries com 40, 50 minutos pra produtos com foco teórico na ação, NÃO É SUSTENTÁVEL. Se você tem algo por exemplo com drama (como Breaking Bad) ou Política (como Game of Thrones), você consegue, mas pra algo que tem foco na ação, algo na casa de 23~30 minutos é melhor, para ter um roteiro mais coeso e focado, sem precisar de diálogos que alongam artificialmente pra durar x minutos.

No caso de atuação, não vou julgar o elenco por dois episódios apenas, seria muito cedo, mas no momento, qualquer má impressão dá pra colocar mais culpa na direção e no roteiro.

Ahsoka
Reprodução: Disney

Conclusão

Ahsoka é uma série ruim? Não. É o que vai salvar Star Wars? Não. Tem algo bom querendo sair do mar de tédio que os diálogos proporcionam.

Apesar das piadas com rule 34 que fiz a respeito da Ahsoka, ela é uma personagem que gosto bastante, o mesmo vale para Sabine Wren. Thrawn é um vilão icônico, reconhecido até mesmo por quem NUNCA leu nada do Universo Estendido, tanto que a trilogia Herdeiros do Império ainda tem boas vendas, e isso levou a sua canonização em Rebels. Eu quero ver até onde esse troço vai, mas se eu recomendo? Não.

Nota Final: 5.5/10

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Punho de Ferro do Netflix | Impressões https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/04/03/punho-de-ferro-impressoes-da-serie/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/04/03/punho-de-ferro-impressoes-da-serie/#respond Mon, 03 Apr 2017 16:10:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/04/03/punho-de-ferro-impressoes-da-serie/ Infelizmente o Punho de Ferro nunca foi um personagem muito relevante no universo da Marvel. Diversas de suas revistas foram canceladas ao longo dos anos por diversos motivos, um deles a falta de bons autores no comando das revistas. E isso me deixou com um pé atrás ao ver o anúncio da série baseada no personagem. […]

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Infelizmente o Punho de Ferro nunca foi um personagem muito relevante no universo da Marvel. Diversas de suas revistas foram canceladas ao longo dos anos por diversos motivos, um deles a falta de bons autores no comando das revistas. E isso me deixou com um pé atrás ao ver o anúncio da série baseada no personagem.

O que poderíamos esperar de uma série  baseada em personagem que ficou limitado a coadjuvante nos quadrinhos?

Danny Rand é o único sobrevivente de um acidente de avião que matou sua família, e que para sua sorte, dois monges pertencente a mistica cidade Kun Lun, passavam por ali e acabam por resgatá-lo. – A sorte no caso significa que ele deixou de morrer na neve para quase morrer de tanto apanhar enquanto treinava com o pessoal de Kun Lun.

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Depois de anos treinando arduamente, Danny conseguiu ser merecedor do Punho de Ferro, e decidiu retornar para o mundo das pessoas comuns. Ao chegar ele descobre que seus amigos… Ah, pelo amor, vá assistir a série e depois volte para conferir minhas impressões.


O Punho de Ferro é um monge shaolin ocidental, provavelmente um dos mais rápidos, forte e equilibrado nos quadrinhos. Podemos dizer que Luke Cage seria seu melhor amigo, pois até dividiram uma revista: Heróis de Aluguel. Por sinal é bem divertida, teve até participação do Deadpool.

E o que temos na série: Um hippie chorão que sabe lutar.

Isso não significa que a série seja ruim, apenas que o ator e o roteiro não contribuíram o bastante para torná-lo interessante. Posso dizer que por diversas vezes me vi muito mais empolgado com a subtrama e os coadjuvantes do que a trama principal.

Eu sei que algumas pessoas irão dizer que é preciso compreensão pelo fato da série  estar contando a sua origem, o que não discordo, mas não justifica o personagem ser um tremendo mongolão. Pô, ele esteve a vida toda enfiado em uma cidade mistica treinando para elevar seu espirito, chi, ki, karma, cosmos e companhia, mas não consegue lidar com o acidente que matou seus pais. Do que adiantou ele apanhar tanto de bambu e meditar se
no final das contas ele é incapaz de criar um simples plano para atacar o tentáculo. 

Não há muita coisa boa a se dizer de uma série onde nem o protagonista principal sabe o que vai fazer contra seu maior inimigo. O personagem é incapaz de criar um plano. Ele quer resolver tudo na porrada.


A série é composta por 13 episódios com quase 1 hora de duração cada, acredite, não foi fácil ir até o final. Houve episódios bons como a viagem a China atrás da Madame Gao, mas é tantos altos e baixos que chegam a um ponto, em que você vai começar a ficar de saco cheio.

Se tem algo que vale a pena são os personagens coadjuvantes: Ward Meachum e Harold Meachum, que ao meu ver roubam a cena a todo momento.

Ward, a primeira vista passa a ideia de ser apenas mais um playboy ganancioso, mas a medida que a série avança, o personagem começa a ganhar muita mais profundidade na série. Principalmente por causa de seu pai, Harold


A relação conturbada de ambos consegue prender a atenção do telespectador. Harold, não é um cara com escrúpulo algum, e deixa isso bem claro ao enfiar seu filho nas mais complexas situações. Tudo para o bem da família. Pelo menos é o que ele diz ao filho.


Sinceramente Harold podia ter sido um vilão ainda maior, apesar de entender que precisavam dar mais pano para o tentáculo. Digo mais, a Madame Gao é uma baita vilã, muito superior ao Bakuto.




Foram 13 episódios que não aproveitaram adequadamente do potencial do Punho de Ferro. Como disse ao início, apesar de ser um coadjuvante nos quadrinhos, muita coisa boa poderia ter sido feito e explorada.


As série Marvel pós-Demolidor se concentraram em oferecer heróis quebrados emocionalmente, e mostrar sua recuperação ao longo da série. E isso não funcionou aqui. Há momentos que você só quer pular ou adiantar na expectativa de que algo interessante aconteça, porque o conflito interno de Danny é a coisa mais chata que você vai ver desde as novelas da rede Globo.


Como podem ter notado, não posso por toda a culpa na atuação do ator principal, quando na realidade o roteiro não ajuda. Há muitas cenas desnecessárias  durante toda a série e isso me incomodou para diabos. Cito como exemplo a morte do auxiliar de Harold, que não teve necessidade alguma. Em uma cena anterior é citado que aqueles que são ressuscitados pelo Tentáculo tendem a ficar extremamente violentos e causar um mal enorme suas respectivas famílias. Na próxima cena: BOOM, ele vai lá e mata o ajudante por causa de sorvete. É de uma estupidez assustadora. Não precisava desperdiçar mais cenas com a morte de um ajudante que havia sido esquecido durante a série.


Não fode, pow!




Colleen Wing é uma das personagens secundárias mais legal da série, pelo menos até começar um relacionamento com o Danny. Ela é forte o suficiente para chutar a bunda do Danny, só que os roteiristas não deixaram isso acontecer. Na série você a verá batendo em brutamontes, e isso é muito awesome.


Uma pena que próximo dos últimos episódios ela perca um pouco da sua relevância, tornando-se apenas uma sidekick do Danny. Sim, fiquei um pouco decepcionado, pois as motivações da personagem acabaram ficando segundo plano. Quer dizer, deturparam as motivações dela, tornando-o um bode expiatório de um vilão.


Bem, adoraria uma série só dela. Se é para pegar personagens secundários como Luke Cage, Jéssica Jones e Punho de Ferro, então quero uma série das Filhas do Dragão, oras.




Punho de Ferro é uma série chata. Não vou entrar no mérito de produção, até porque não vi nada que me incomodasse, principalmente porque tava sendo morto lentamente com a chatice da trama principal.


O famoso poder punho de ferro raramente é usado durante toda a série, praticamente não tem uso algum. Enquanto no quadrinho ele bate até na sombra com a mão brilhando, aqui serve para abrir portas, quebrar pisos e não cortar a mãozinha dele.


Por muitas vezes estava decidido a parar de assistir, só que por motivos maiores encarei a série até o seu fim. Só tenho a agradecer que não tenha sido 20 episódios. Provavelmente cortaria os pulsos lá pelo episódio 15.


Não posso dizer que recomendo, mas DEFENSORES está programado ainda para esse ano, então será preciso entender um pouco para não ficar perdido, então assista avançando os episódios. 


De nada.


Abaixo você confere a minhas impressões em vídeo no canal Level 3. Eu sou o gordo de azul… 


É. 

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1º Impressões da série LOVE https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/03/10/netflix-serie-love-1-impressoes/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/03/10/netflix-serie-love-1-impressoes/#respond Thu, 10 Mar 2016 15:38:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/03/10/netflix-serie-love-1-impressoes/ Demorou mas finalmente trago minhas impressões sobre a mais nova série de humor do Netflix. Teve um amigo/leitor do site me cobrando nas ultimas 48 horas pela demora do texto ir ao ar. Pronto, espero que esteja feliz, olha ele aqui! A série LOVE  é uma comédia romântica criada por Judd Apatow (responsável por dirigir uma das […]

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Demorou mas finalmente trago minhas impressões sobre a mais nova série de humor do Netflix. Teve um amigo/leitor do site me cobrando nas ultimas 48 horas pela demora do texto ir ao ar.

Pronto, espero que esteja feliz, olha ele aqui!

A série LOVE  é uma comédia romântica criada por Judd Apatow (responsável por dirigir uma das minhas comédias favoritas: Virgem de 40 anos), Paul Rust (Arrest Development) e Lesley Afrin (Brooklyn Nine-Nine), nomes comumente ligados a séries e comédias.

Gus (Paul Rust, escreve e interpreta o personagem principal, safadinho) e Mickey (Gillian Jacobs) são aqueles personagens estereotipados que encontramos no dia-a-dia. Um é o tipico nerd romântico e que sempre é sacaneado por tudo e todos, enquanto a outra é a mulher que diz o que pensa e faz o que bem quiser sem se importar com ninguém e muitas vezes sem pudor. 

Personagens como esse são bem comuns nos filmes do Apatow, caso você não conheça nenhum, mas se você conhece, certamente ficará com aquela sensação de que a série acontece no universo criado por seus filmes. Como se estivesse acontecendo no bairro vizinho de Andy Stitzer.

Gus trabalha como tutor em estúdio, onde dá aulas a uma atriz mirim nos intervalos de uma série sobre Bruxas em que ela atua. Quer dizer, ele tenta dar aulas a uma criança que ganha no mês o que ele ganha em um ano e tenta não se sentir mal por ninguém dar a miníma a ele.

Depois de terminar seu relacionamento, começa a rever as decisões que tomou durante toda a sua vida e decide mudar. Quem nunca tomou aquela famosa decisão depois de um dia frustrante: Ninguém mais vai me zuar, a partir de hoje eu vou ser outra pessoa!

Esse ponto é muito interessante, pois a medida que a história segue, Gus toma decisões ousadas na tentativa de conhecer novas pessoas e fugir da impressão de certinho que todos tem dele.

Apesar dos esterótipos, fica difícil não se identificar com Gus, pelo menos eu passei por muitas senão milhares de situações semelhantes a que o personagem passa durante toda a temporada.


Mickey tralha em uma estação de rádio como produtora e tem sérios problemas com bebidas, cleptomania e drogas, porém, ao longo da temporada você começa a compreender melhor o porque de suas atitudes auto-destrutivas e comportamento egoísta.

No início do episódio ele rompe com seu namorado, um careca que a deixa no meio da transa para comprar calças com a mãe. A personagem é desbocada e não liga nem um pouco para as regras, o que a torna a pessoa mais improvável do mundo a ficar com Gus, que no caso é certinho pra cacete.

Sorry, Gus!


Depois do término, Mickey arruma uma companheira para dividir o aluguel, pois segundo ela: Só não quero morar sozinha. Mas arrasta a garota para todo o tipo de presepada.


LOVE sem dúvida faz jus ao seu título, pois mostra que o amor as vezes surge de lugares improváveis e de diferente formas e com pessoas totalmente opostas em um grau bem estranho.

Nessa primeira temporada os personagens estão deixando sua zona de conforto e se arriscando, aprendendo um com o outro as diferentes maneiras de enxergar a vida. Certamente isso nos leva a diversos momentos engraçados e o melhor de tudo é que sem forçar a barra, mas uma coisa é certa, a série não é para crianças devido ao alto número de palavrões e cenas de sexo (não explicito).

Eu não costumo gostar de comédias românticas por serem bem fantasiosas, mas LOVE cria situações que não criveis do dia-a-dia. Pra ter uma ideia, quando comecei a assistir eu pensei em ver apenas o piloto, mas quando me dei conta eu já estava no quinto episódio.

Caso não goste de comédias românticas, arrisque-se assim mesmo, a probabilidade de você gostar são grandes.



Eu conclui a primeira temporada e já estou ansioso para ver o que vai acontecer com Mickey e Gus. Uma pena que agora precisarei aguardar até 2017 para ver as surpresas que esse casal vai nos oferecer.

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