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Hoje em dia, o mercado no ocidente é muito mais receptivo com Visual Novels do que dez ou vinte anos atrás.

O que era um nicho extremo usualmente associado a erotismo, hoje é uma coisa normalmente aceita e ainda que não seja pra todos, tem seu mercado, com fãs e desenvolvedores e grandes projetos no Kickstarter, ainda que tenha a usual produtora que tira sarro do gênero (Né, BLIZZARD?).

Enfim, ainda que o ocidente não receba muitos portes de novels japonesas em termos de console (Jogos como Da Capo e DearDrops, apesar de receberem versões localizadas no PC, suas contrapartes de console permanecem no Japão), mas não significa que os consoles não recebam localizações, pois séries como Nekopara, Utawarerumono e Steins;Gate recebem versões.

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A produtora italiana Winter Wolves tem um catálogo extenso de Visual Novels, que foram lançadas para PC por anos e agora começam a aparecer nos consoles, graças a Ratalaika Games. E o mais recente jogo da Winter Wolves a aparecer nas lojas online foi C14 Dating, lançado no final de março.

Será que ele vale a pena o seu tempo, ou é só uma das muitas Visual Novels que chegam e vão rapidamente?

Escavando longe de casa, e encontrando mais do que ossos

Você é Melissa Flores, estudante do terceiro ano de antropologia que resolve fazer um estágio de arqueologia durante o verão. Só tem um detalhe, o sítio arqueológico se localiza na Bélgica (qual é a desses desenvolvedores que ambientam seus jogos na Bélgica? – Foi assim com Black Legend e agora com C14 Dating), 8000 quilômetros de sua terra natal, a Califórnia.

Tudo bem que ficar por dois meses em um país desconhecido pode ser estressante e está fora da sua zona de conforto, mas a oportunidade de escavar um sitio pré histórico real é boa demais pra deixar passar.

E quem sabe nas escavações, você acabe encontrando ossos, ou ferramentas forjadas pelos Neandertais… Nisso, você também pode forjar novas amizades, e até mesmo se apaixonar.

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Apesar de ser uma Otome Novel (Visual Novel direcionada ao público feminino, onde a protagonista tem um grupo de homens como interesse romântico), C14 Dating não se prende ao principal clichê de Otome Novels. Usualmente no gênero, todos os interesses românticos são lindos de morrer e a escolha basicamente se resume a personalidade.

Aqui, cada interesse romântico possui alguma característica que não o coloca no estereótipo de cara perfeitinho, o Hendrik por exemplo não tem parte do braço. Kyler tem problemas de audição, Shoji é um rapaz acima do peso e a própria Melissa é diabética.

Isso acaba criando personagens menos distantes e mais relatáveis a pessoa que está jogando.

Visual Novel encontra Picross (e esse é o momento em eu assumo minha burrice)

Como já é esperado da Winter Wolves, o jogo mistura os elementos de visual novel com algum outro tipo de gênero, e novamente, aqui temos puzzle.

Você pode jogar como uma visual novel normal, com os eventos passando e suas escolhas podem levar a rotas diferentes, que no fim podem levar ao final de romance ou amizade com o alvo da rota.

Ou você pode habilitar os mini games de puzzle… Que parecem difíceis, mas são mó legais. Existem dois tipos de puzzles em C14 Dating. Você pode fazer o trabalho de escavação na caverna ou a limpeza no laboratório.

A escavação funciona como em picross. É meio difícil de explicar, mas vou tentar. Você tem um tabuleiro (que pode ser de 5×5 peças, 10×10 peças ou mesmo 15×15 peças) e ativar certas peças de acordo com o número que está na borda, e seguindo essas regras no tabuleiro, no fim você revelará uma figura (ou algo que lembre uma).

A princípio, parece algo difícil (especialmente pra alguém que tem dificuldade em dar 3 passos em um puzzle sem parecer um completo imbecil), mas conforme se segue a prática, a lógica do picross deixa as coisas mais fáceis. E caso você esteja com dificuldades, dependendo do puzzle, uma quantidade específica de dicas ficam disponíveis.

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A limpeza é mais fácil, mas também envolve mais aleatoriedade. Você é encarregado de limpar uma peça e isso é dividido em algumas partes (usualmente 4 ou 5), e para cada parte, você tem uma quantidade de força que precisa aplicar (isso é gerado aleatoriamente pelo jogo). E você tem cinco objetos que pode utilizar para isso. O jogo gerará 5 números de 1 a 9 e Você precisa escolher quais objetos vai utilizar.

No primeiro objeto que você escolhe, um valor lhe é dado e com base nele, você precisa escolher os outros para a soma dar o valor da força necessária, ou até 3 pontos a menos. Se ultrapassar, você quebrará o objeto e se a pontuação for 4+ pontos menor, o objeto não será limpo.

É uma mistura de RNG e um pouco de lógica + sorte, que explicando, parece complicado, mas tem um tutorial que explica facilmente.

Não é só sobre fazer escolhas

C14 Dating

A parte de Visual Novel de C14 Dating não se resume simplesmente a fazer escolhas no momento em que elas aparecem. Antes de cada uma das oito semanas do estágio, você precisa dividir as suas atividades, e cada uma delas está relacionada a um dos personagens romanceáveis (exceto as ligadas aos mini games).

Na primeira semana, não há atividades dos mini games a se fazer, mas da segunda em diante, sim. Saber qual atividade relacionada ao personagem que você deseja romancear ajuda bastante na hora de determinar o que você vai fazer.

E caso queira saber como anda a afinidade, ainda existe um menu para saber a quantas anda o seu progresso com cada um dos pretendentes.

Artisticamente lindo

C14 Dating

A musica tema de C14 Dating é composta e interpretada pela banda Leetstreet Boys, que já trabalhou com o Winter Wolves em outros jogos, como Nicole, Roommates e Queen of Thieves, e é um tema até que calmo, doce, ditando o tom do jogo.

O restante da trilha, composta por Sebastien Skaf, que compôs algumas das músicas de Katawa Shoujo e No One But You, possui o clima exato pedido pelas cenas. Novamente, como criador de Visual Novels, sei o quão difícil é encontrar músicas que encaixem pro seu jogo, e compor para complementar uma temática, é uma tarefa ainda mais difícil.

Antes de falar sobre o visual em si do jogo, deixo meu elogio extremo a criadora da interface do jogo, Trisha Yuu (que fez como qualquer pessoa sã e jogou uma bomba de fumaça, desaparecendo do Twitter).

A atenção aos detalhes na interface é de encher os olhos, já que o tema de arqueologia não é lá fácil de ser transportada pra uma visual novel.

As ilustrações do jogo foram feitas por Deji (não o YouTuber, a desenhista), uma figurinha já conhecida na comunidade de Visual Novels ocidental, e chamam bastante a atenção de um leigo. De fato, foi a arte que me chamou a atenção quando o jogo apareceu na PSN, especialmente em meio a um monte de jogos marrons.

Cada personagem tem trejeitos próprios, a maioria tem pelo menos uma variação de roupa. E como apontado por mim, lá em cima, os personagens usualmente tem um defeitinho físico aqui e ali, então não é só “descrição”, você vê o Shoji um pouco mais gordinho, ou o aparelho do Kyler e por aí vamos.

Você ainda vai notar a diferença de traço do fundo pro sprite, que não se contrasta tão bem quanto em títulos japoneses, mas isso não quer dizer que os backgrounds sejam ruins, muito pelo contrário.

Ainda que o traço e estilo sejam diferentes, são cenários bem feitos e variados, ainda que dentro de uma mesma temática.

Dependendo da plataforma, numa promoção…

C14 Dating

C14 Dating vale a pena a compra? Sim e não. E não, não é o típico: “Ain, compre se você for fã de visual novel blá blá blá”.

A questão é que C14 Dating é uma boa visual novel, e isso é um fato. Creio que na versão de consoles, apenas um erro foi encontrado, o relacionado a troca de fontes (coisa que dá pra fazer no PC), e é uma platina relativamente fácil de se fazer. Não é óbvia, como 90% do catálogo da Ratalaika (já que exige mais de uma jogatina por conta dos múltiplos finais), mas não é complicada.

A questão é que no PC e no Xbox, o preço base do jogo é camarada, mas na Playstation Store, como a Sony acha que Brasileiro… Enfim, o preço na PSN Brasileira é caro.

Então a questão é, no PC eu recomendo a compra, sem pestanejar. Não é uma novel essencial, mas é divertida. No Xbox, se você tem uma grana sobrando… Talvez compre, se for fã de visual novel. Mas se não tiver dinheiro, aguarde uma promoção, porque vai valer a pena. Agora, no Playstation, aqui no Brasil…

Definitivamente aguarde uma promoção. Não pelo jogo, mas pelo seu bolso.

C14 Dating está disponível para PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series, e de acordo com a Ratalaika, chegará em Maio ao Nintendo Switch.

E antes de me despedir: C14 é de Carbono 14, que tem a ver com arqueologia. Quando fiz a associação, minha cabeça explodiu.

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Essa análise foi feita com uma cópia de PS4 fornecida pela produtora.

 

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O que está acontecendo com a SONY? https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/11/22/o-que-esta-acontecendo-com-sony/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/11/22/o-que-esta-acontecendo-com-sony/#respond Thu, 22 Nov 2018 01:07:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/11/22/o-que-esta-acontecendo-com-sony/ De verdade, eu não queria ter que escrever esse artigo. Sério, mas depois de muito ponderar, disse-me-disse, decidi fazê-lo. Eu sou um defensor da liberdade de expressão. Sim, se você quiser ir no meu Twitter me xingar, ou no meu canal do Twitch, ou nos comentários dos vídeos que posto no YouTube, você tem todo […]

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De verdade, eu não queria ter que escrever esse artigo. Sério, mas depois de muito ponderar, disse-me-disse, decidi fazê-lo. Eu sou um defensor da liberdade de expressão. Sim, se você quiser ir no meu Twitter me xingar, ou no meu canal do Twitch, ou nos comentários dos vídeos que posto no YouTube, você tem todo o direito. Desde que você não me agrida fisicamente, está de boa.

Fazem uns dez anos que consegui comprar meu primeiro console com dinheiro próprio, e de 2008 pra cá, eu comprei cerca de sete consoles, dos quais cinco eram da marca Playstation (dois Playstation 2, um PSP, um PS3 e desde Agosto desse ano, um PS4).

Durante esse tempo, cheguei a conclusão de que a marca Playstation em si me passava confiança, era onde eu podia ter o melhor dos dois mundos, desde os jogos bacanas desenvolvidos no ocidente, até os jogos de nicho feitos por produtoras japonesas. Mas de um tempo pra cá, eu não sei…

Sem rodeios, de uns tempos pra cá, a Sony começou a adotar uma política de censura nos jogos publicados nas plataformas da empresa. Isso começou a ser notado quando a Sony simplesmente VETOU a publicação de Omega Labyrinth Z, um RPG cuja a tradução ocidental pro PS4 e pro Vita estava PRONTA. A razão?

Fanservice porque são menininhas em estilo anime.
Isso aqui é só uma conjectura minha, mas creio que o aumento nas roupas em Dead or Alive 6 também tenha sido coisa da Sony, e a Koei só jogou aquele Jebaited de blá blá blá competitivo pra trollar a mídia SJW e a própria Sony (Porque sabemos que as físicas dos bom bons das lutadoras continua).

Mas seguindo a história, temos desenvolvedores japoneses reportando que a Sony exigiu que os produtores colocassem raios de luz tapando partes do corpo de personagens em uma visual novel. O que é esquisito e ridículo, mas vou falar sobre isso mais pra frente.

O pessoal da XSEED teve de adiar levemente o lançamento ocidental de Senran Kagura Burst Re:Newal, porque a Sony exigiu que fosse removido o Modo Intimacy (onde é possível interagir com as personagens, da maneira pervertida que a franquia é) da versão de PS4 (a versão de PC terá o modo intacto)

A versão de PS4 da visual novel Nekopara foi adiada em quase quatro meses com relação a do Switch, porque a Sony novamente exigiu que o controle do balançar dos peitos das personagens fosse removido, além de adicionarem mais vapor nas cenas de banho.

Recentemente a Idea Factory anunciou as localizações de alguns de seus jogos para o ano que vem, e claro, as versões de PS4 vão passar pela faca da Sony. Não tenha sombra de dúvidas.

E por último (pelo menos até o momento), a Koei recentemente anunciou uma versão turbinada de Dead or Alive Xtreme 3 (Que originalmente era de PS4 e Vita, com uma versão Free to Play pro PC, intutulada Venus Vacation), aliás, jogo esse que não veio pro ocidente por causa da imprensa SJW. Pois é, Dead or Alive Xtreme 3: Scarlet vai passar pela faca da Sony, enquanto que a versão do Switch vai chegar intacta ao mercado.

O que isso tudo tem em comum? Jogos japoneses de nicho com menininhas no estilo anime (no caso de Dead or Alive, belos modelos 3D com corpos lindos) sofrendo censura.

A coisa tá tão feia, que basta abrir um site que não seja dominado por pautas SJWs, e qualquer notícia de jogo japonês sendo localizado, vai ter pelo menos um comentário perguntando: “Como a Sony vai passar a faca nesse jogo?”

Triste ver uma plataforma que era sinônimo de refúgio para os jogos japoneses, se transformar numa máquina de ceifar conteúdo. Eu sei que boa parte desses jogos não vão passar pelo meu console pela simples razão de eu estar desempregado, mas enfim.

Vídeo games deixaram de ser coisa de criança fazem vinte anos, desde a geração PlayStation, onde as produtoras perceberam que os jogadores cresceram, logo eles se sentiram mais livres pra adicionar temas mais direcionados ao público adulto, desde densidade em RPG’s e violência gráfica e todo tipo de coisa. E boa parte dos jogos que citei sendo censurados, tem como público-alvo justamente jovens e adultos. E nenhum deles (incluindo as visual novels) possui conteúdo sexual explícito.

Um adendo: Geralmente, quando se porta, ou cria uma visual novel para consoles, você não coloca cenas de sexo explícito, porque isso fará com que seu jogo ganhe classificação Adult Only (não sei como funciona na PEGI e na CERO), o que fará com que menos lojas coloquem seu jogo a venda, o que diminui MUITO as chances de você ter boas vendas. É por isso que quando visual novels como Kanon, Nekopara ou Deardrops vão para algum console, os produtores fazem delas versões All-Ages, removendo o conteúdo sexual, para atingir um público maior e gerar mais
vendas.

Dito isso, quem a Sony quer proteger com essas censuras? Não podem ser as crianças, já que esses jogos NÃO SÃO PARA CRIANÇAS. “Ah, mas as crianças podem acabar topando com eles na PSN e comprando e blá blá blá”. Se você deixa o controle da sua PSN com algum menor de idade e não aplica nenhum controle parental, sem contar o Cartão de Crédito livre, a culpa é totalmente sua e não dos jogos. E garanto, não são todas as crianças que vão ver aquelas menininhas bonitinhas e vão querer jogar aquele jogo. Muitas vezes são jogos com MUITO TEXTO e criança em geral detesta ler.

A quem a Sony quer AGRADAR com essas censuras? Aí chegamos ao ponto principal desse texto. Recentemente, a indústria e imprensa ocidental de jogos tem sido tomada por justiceiros sociais, gente que faz militância online, alegando lutar por causas nobres, mas que não passam de hipócritas querendo   agradar o próprio ego. Qualquer coisa se torna ofensiva, sexista, machista ou racista. Só que a horda, além de ególatra, é ignorante em relação ao mundo. Porque afinal de contas, fodam-se as meninas que foram condenadas a levar chibatadas no oriente médio por dançarem em um vídeo, o que é machista, sexista e opressor é Dead or Alive, um jogo de luta que tem mulheres bonitas.

Muita gente vem ignorando essas atitudes da Sony, porque “Eu não jogo esses jogos de otaco fedido”, só que essas pessoas não se dão conta, de que quando menos perceberem, isso vai estar afetando os jogos maiores que ela gosta, ou não… Não sei como a Sony reagiria a uma sacola cheia de dinheiro, mas o futuro, do jeito que anda, é medonho. Tenho medo de que em um provável Persona 6, a versão ocidental lime a chance de formar relacionamentos com as personagens, ou mesmo interagir com elas, por conta dos SJWs que vão considerar você falar com uma
pessoa do sexo oposto é assédio.

Mas enfim, encerro por aqui questionando como a Sony chegou a esse ponto e se a situação é reversível. Porque eu sei que jogos já foram censurados no passado, várias coisas mudam de uma região pra outra, mas enquanto que durante muito tempo, a industria ocidental evoluiu, agora parece estar regredindo. E não é graças aos conservadores, mas graças aos supostos progressistas que se ofendem com ficção e ignoram a realidade.

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