Arquivos Cuphead - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/cuphead/ Um pouco de tudo na medida certa Thu, 02 Jan 2025 18:50:53 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Cuphead - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/cuphead/ 32 32 Stars in the Trash | Não, o jogo não vai pro lixo https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/01/02/stars-in-the-trash-nao-o-jogo-nao-vai-pro-lixo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/01/02/stars-in-the-trash-nao-o-jogo-nao-vai-pro-lixo/#respond Thu, 02 Jan 2025 18:50:53 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=18980 Ah, ano novo. Hora de promessas e coisas que certamente nunca fatremos, mas juramos que mudaremos. Aquela dieta, parar de beber, não arrumar tretas, evitar comprar muitos jogos. Ano novo é cheio de resoluções. Mas no meu caso, hora de remover o backlog gigante. Nesses últimos dias de 2024, deixei as jogatinas de lado para […]

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Ah, ano novo. Hora de promessas e coisas que certamente nunca fatremos, mas juramos que mudaremos. Aquela dieta, parar de beber, não arrumar tretas, evitar comprar muitos jogos. Ano novo é cheio de resoluções. Mas no meu caso, hora de remover o backlog gigante.

Nesses últimos dias de 2024, deixei as jogatinas de lado para assistir animes, pois é, quem diria, Sancini vendo animes. O que me deixou com coisas acumuladas e os jogos que recebi no fim de 2024, mas não fiz análise. Hora de começar.

Enfim, o que animes tem a ver com o jogo da análise de hoje? Não muita coisa, mas o jogo tem muita inspiração em animações clássicas. Criado pelo estúdio espanhol Valhalla Cats, Stars in the Trash promete misturar platforming com a pegada de animações clássicas. Será que ele consegue?

Aventuras gatásticas

Cansado de se sentir aprisionado em casa, Moka, um gato mimado, decide fugir e buscar aventuras. Sua jornada toma um rumo inesperado quando a carrocinha ameaça as ruas. Moka precisa aprender a a sobreviver, e a apreciar o que ele deixou para trás, antes que ele possa perder seu melhor amigo e tudo o que tinha.

A simplicidade do roteiro que conta uma história sem uma fala sequer, não impede a história de ter seus momentos mais pesados. O jogo sabe bem onde colocar momentos cálidos e momentos de tensão. Isso é ótimo porque muitas vezes não é sobre a complexidade do roteiro, mas como você conta uma história.


Uma jornada curta e episódica

A introdução de Stars in the Trash é quase como alguns episódios de cartoons descompromissados do passado, você vai lidar com os controles simples dentro de casa, desempenhando tarefas e vivendo “aventuras” que parecem épicas, mas só acontecem na cabeça do gatinho protagonista. Uma batalha contra o terrível mestre aspirador de pó gigante numa masmorra horripilante, não passa do gato brincando com o aspirador de pó no porão de casa. E sempre que o gatinho vai sair de casa, o cachorro vem e o pega, sinalizando o final do “episódio”

Só que conforme o jogo vai avançando, as aventuras ficam reais e as coisas sérias. Mas com os controles simples e efetivos, e sabendo o que fazer, esta é uma aventura relativamente curta. Inclusive essa é a proposta de Stars in the Trash, uma aventura curta e lúdica, como um desenho animado, onde o protagonista vai ajudando os outros pelo caminho, e que é possível terminar em duas horas. Apesar de que eu vi playthroughs de menos de uma hora.

Ainda que nenhum dos aspectos da jogatina de Stars in the Trash seja particularmente complexo, o que ele faz, executa MUITO bem. E isso é bem importante para um jogo de plataforma. O jogo possui elementos interativos fora da aventura principal, gatices como brincar com bolinhas e derrubar vasos. Isso é um incentivo a exploração e as conquistas do Steam… E automaticamente torna esse jogo um simulador de gatices melhor do que Stray que não passa de um walking simulator com um gato, mas divago.

Aqui é onde o jogo brilha

Stars in the Trash é um jogo BELÍSSIMO. Uma das comparações óbvias seria com Cuphead, mas enquanto o Run and Gun obviamente é um tributo as animações dos anos 30, Stars in the Trash tem sua inspiração nos anos 90 em seu estilo. Cenários maravilhosos e animação soberba, deixam qualquer um de queixo caído. Tudo foi feito com um esmero que justifica até mesmo o preço, apesar da curta duração.

A trilha e efeitos do jogo funcionam harmoniosamente em conjunto, com músicas que remetem (não copiam, mas fazem lembrar) as animações da renascença da Disney dos anos 90. E quando o jogo não coloca as músicas, os efeitos sonoros aclimatizam o jogador perfeitamente. A princípio eu criticaria o fato do jogo não ter textos em português, maaaas… O jogo mal tem texto, apenas menus, então não posso criticar tanto o jogo por isso.

Uma belíssima surpresa de fim de ano

Stars in the Trash é um jogo que me surpreendeu positivamente, tal qual um outro jogo com inspiração em animação que analisei há bastante tempo, o Rainbow Billy. O trabalho em capturar o espírito das animações em um jogo com jogabilidade simples, mas funcional torna o título uma boa aquisição para quem curte platformers com um tom narrativo e boas animações. Recomendadíssimo. Só não leva nota 9 pela curta duração.

Nota: 8,5/10

Stars in the Trash está disponível para PC e essa análise foi feita com uma chave fornecida pela Valhalla Cats, que reverterá parte das vendas para o auxílio de abrigos de animais.

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The Game Awards | Refletindo sobre os anúncios https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/11/the-game-awards-refletindo-sobre-os-anuncios/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/11/the-game-awards-refletindo-sobre-os-anuncios/#respond Sat, 11 Dec 2021 16:24:22 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=9375 Ontem, enquanto conversava sobre trivialidades com o Diogo e xingava o Alexis gratuitamente (porque se você não xingar seus amigos de graça, você não é amigo da pessoa), ele me perguntou: “Quer cobrir o Game Awards?” No que eu perguntei sobre o que eu teria que falar, fazer um in loco ou sei lá o […]

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Ontem, enquanto conversava sobre trivialidades com o Diogo e xingava o Alexis gratuitamente (porque se você não xingar seus amigos de graça, você não é amigo da pessoa), ele me perguntou: “Quer cobrir o Game Awards?” No que eu perguntei sobre o que eu teria que falar, fazer um in loco ou sei lá o quê, ele falou pra eu dar minhas impressões.

Foi mal, Diogo, mas eu não tenho impressora.

Que foi? Eu queria ter feito essa piada na hora, mas não foi. Enfim, eu só não lutei contra o sono durante a premiação pelo motivo de que eu costumo ir dormir 3 e meia da manhã. Mas, pra não soar tão babaca assim com os amigos que quase dormiram com aquela apresentação, vou contar o processo por trás desse texto.

O processo

Pra eu não me perder sobre o que eu teria que falar, eu fiz anotações de parte das minhas reações pra ter uma base. Porque se eu fosse fazer tudo de cabeça, eu esqueceria a metade do que planejei escrever. E no final da dita cuja apresentação, eu estava cansado pra caralho.

Dito isso, honestamente, o The Game Awards é basicamente um comercial gigante de 3 horas e meia com uns prêmios que os normies ligam e eu basicamente uso eles pra irritar fanboys (tipo quando o God of War ganhou o ‘Game of the Year‘ de 2018, mesmo sendo intragável e desinteressante. Eu curti que o GoW ganhou só pra irritar os fanboys de Red Dead Redemption 2).

LEIAM – The Game Awards 2021 | Impressões do Diogo sobre os anúncios

Antes de começar a comentar sobre os jogos, uma última coisinha: O que uma comida de rabo da internet não faz, né?

Depois de dizer que não faria comentários sobre a merda lá da Blizzard-Activision-Blizzard (sim, escrevi errado porque sim) e levar uma comida de rabo UNIVERSAL da internet inteira apontando a hipocrisia, a produção do TGA voltou atrás e o Geoff fez o discurso com as indiretas menos indiretas do mundo pra Activia-SubZero.

Agora, vamos ao que interessa, os jogos… Se eu esqueci algum jogo, foi provavelmente porque a minha internet caiu na hora do evento (coisa que aconteceu… Umas 3 vezes.)

Game Awards 2021
Reprodução/Internet

Tunic

Tunic pareceu ser um jogo top-down bonitinho, meio furry… Mas eu perdi meu interesse nele quando vi que ele só vai sair em plataformas Xbox.

Isso é comum pra mim, porque são plataformas que eu não posso jogar, não é nada contra o Xbox. Mas não tem como eu me empolgar com algo que não terei como jogar. Inclusive é por isso que eu odeio quando devs indies anunciam jogos só pra PC/Switch.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Risk of Rain 2

Por quê caralhos colocaram um trailer de um jogo lançado em 2020 no Game Awards 2021?

Sério. Tá, foi no pré-show, mas essa porra tá disponível há mais de um ano.

Reprodução/ Internet

The King of Fighters XV

K’9999 está de volta com um novo nome e um novo penteado. E teremos um segundo beta aberto.

Só espero que não tenha o mesmo fiasco de exigir PS Plus para um beta cuja descrição dizia NÃO PEDIR PLUS. Sim, isso me deixou puto, muito puto. Eu baixei o primeiro beta aberto, e ele pedia a Plus, então basicamente 11GB só pra uma tela título.

Reprodução/ Internet

The Texas Chainsaw Massacre

MAIS UM JOGO DE MULTIPLAYER ASSIMÉTRICO. Jesus, isso tá enchendo o saco. Tivemos Boring by Daylight, Friday the 13th (que é um bom jogo, ao contrário de DBD), o Resident Evil Resistance, Evolve (que precede esses jogos) e até Dragon Ball tem um jogo do tipo anunciado. Eu não aguento mais.

Pulemos nesse parágrafo o jogo da Telltale que não me importo, o Homeworld 3 que não me importo, Monster Hunter Rise que não é minha praia e nem posso jogar, Babylon’s Fall que só não periga ser o pior jogo da Platinum porque Anarchy Reigns é um porre insuperável e insuportável, e aquele jogo colorido que o Diogo curtiu, mas a minha internet caiu na hora e não estou nem um pouco a fim de ver agora.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Evil West

Darkwatch foi o primeiro jogo de PS2 que joguei na vida, na casa do meu amigo Renato, que hoje mora no Canadá.

Era um jogo de tiro em primeira pessoa bem divertido (E COM CO-OP LOCAL). Nunca cheguei a terminar por motivos, mas é um jogo bastante cultuado. Evil West parece ir na mesma pegada, mas parece acrescentar toques de outro jogo de Velho Oeste do PS2, no caso, God Hand, com as coisas sendo meio over the top. E como esse é um jogo que vai sair pra geração PS4/PS5, então podemos ficar de olho nele.

Reprodução/ Internet

Have a Nice Death

O jogo tinha minha atenção pelo visual e gameplay, parecendo ser um metroidvania, até que subitamente descobri que ele era Roguelite. Isso meus amigos, é a receita de uma brochada bem sucedida, porque perdi todo meu interesse pelo jogo.

Game Awards 2021
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Persona 4 Arena Ultimax

Eu sou completamente a favor de pegar jogos que ficaram presos em gerações passadas e trazer eles pra geração atual.

Dito isso, uma pena que a Atlus não tenha anunciado a retro compatibilidade da versão de 360 com o hardware mais recente.

Porque ao contrário do PS3 que é composto de física quântica, o Xbox 360 são equações simples que tornam a retrocompatibilidade com o Xbox One simples e suave. Mas ei, PERSONA 4 DE LUTINHA!

Reprodução/ Internet

Hellblade 2: Senua Saga

Honestamente, eu preferiria que mostrassem outro trailer de CG, ao invés de um “gameplay” com interrupções a cada 10 segundos com a Senua olhando pra trás, o que me faz pensar que aquilo parecia um segmento de Quick Time Event (mesmo que não seja), mas veja bem, a Senua corria, olhava pra trás, corria, olhava pra trás e o Gigante engolia um Zé qualquer.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Star Wars Eclipse

Vou repetir aqui a frase que coloquei no chat do Twitch do pessoal da PSX Brasil. Eu estava animado até ver que o jogo é da Quantic Dream.

Não to brincando, porque a apresentação (mesmo que em trailer), parecia minimamente interessante, mas só o fato de ser da Quantic Dream… David Cage é basicamente um Hideo Kojima, só que com menos redundância e menos talento.

Game Awards 2021
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Lost Ark

MMO… Zzz… Já tenho minha cota de MMO com Caravan Stories, obrigado. Não são nem um pouco semelhantes, eu sei, só queria usar esse parágrafo pra falar que voltei a jogar Caravan Stories por causa do evento em collab com a Houshou Marine, do Hololive.

Se eu consegui tirar a Senchou? Ainda não, mas estou tentando.

Game Awards 2021
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Wonder Woman

Tivemos só um teaser, e desse teaser, podemos tirar duas coisas: 1: É um jogo da Mulher Maravilha. 2: Pelo menos o modelo facial da Mulher Maravilha não parece ter sido esculpido em queijo e escarrado, feito o de Injustice (qual o problema do NetherRealm em fazer rostos femininos? Aquele jogo tem muito Nightmare Fuel)

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Alan Wake II

A mudança de ação pra terror não é muito a minha praia, mas bom para os fãs de Alan Wake.

É só o que tenho a dizer, pois só joguei uns 10 minutos daquele Standalone DLC do primeiro jogo no PC e abandonei porque jogar coisas no PC é um saco.

Sonic 2

TODA a apresentação em torno do filme de Sonic 2 feita pro Game Awards 2021 foi bem feita, mesmo as piadinhas antes do trailer (que costumam ser cringe), me fizeram dar umas risadas.

E honestamente, esse filme tem tudo pra ser o que Sonic 2 (no Mega Drive) foi em relação ao primeiro: Melhora dos pontos fracos e um produto genuíno de quem curte o material de origem.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Horizon: Forbidden West

Eu gostei do primeiro jogo, mas só o joguei porque a Sony deu de graça. É o jogo que eu aguardo… Com moderação, porque tenho um milhão de prioridades na frente dele.

A versão de Final Cantas VII Remake pra PC vai sair na semana que vem

E isso não significaria nada pra mim, exceto o fato de que a Square-Enix tá cobrando 70 dólares por isso. Usando as palavras do Craque Neto: “Brincadeira, viu?”

Reprodução/ Internet

SlitherHead

Do cara que criou Silent Hill, com o compositor de Silent Hill e a sigla do nome do jogo é SH como Silent Hill, mas não é Silent Hill nem tem cara de Silent Hill.

Se ele for um jogo de ação com toques de horror (como o trailer deixou parecer), posso até me interessar, caso contrário não, porque eu tenho cagaço com jogo de terror.

NightingGale

Mais um jogo do famoso gênero “Survival crafting coop multiplayer online early access ”. Passo.

Somerville

Não entendi nada. Próximo.

Cuphead: The Delicious Last Course

Quem lembra dos produtores de Cuphead dizendo que o jogo nunca sairia no PS4? Bons tempos.

Enfim, depois de muita espera e até apostas pra ver quem sairia primeiro, o DLC de Cuphead ou Hollow Knight: Silksong, o run and gun cartunesco finalmente tem uma data para o seu DLC, no meio do ano que vem.

Agora só falta você, Silksong. Eu queria jogar Cuphead, mas tá caro.

Sonic Frontiers

Esse teaser mostrou tanta coisa quanto uma screenshot da minha conta bancária, ou seja, nada.

Trailer do filme novo do Guillermo del Toro

Del Toro fez “A forma da Água”, um dos filmes mais porre da década passada, mas que por algum motivo ganhou o Oscar. Mas ele vai ter sempre meu crédito por ter feito Hellboy 1 e 2, dois dos filmes mais bacanas de Super Heróis. E não, não liguei nem um pouco pra esse trailer, tá me achando com cara de cinéfilo só porque tenho um PS4?

Tchia

Mais jogos bebendo da fonte de Breath of the Wild, mas não estando limitados a plataformas da Nintendo? Yes, please. O jogo pareceu tudo o que a nova geração não é: Criativo, colorido e inspirado. Aguardo com moderação.

Game Awards 2021
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Suicide Squad: Kill the Justice League

Por um lado, é um jogo da Rocksteady, e a não ser que algo MUITO GRAVE aconteça (tipo dar 2 semanas pra um estúdio minúsculo portar pro PC), o resultado pode agradar bastante. Mas, se eu for honesto, essa coisa de Heróis ficaram DU MAL já cansou pela falta de criatividade usada.

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Forspoken

Olha, esse jogo tá… Bonitinho. E é um isekai, coisa que não é feita com tanta frequência em jogos (não contando jogos baseados em animes isekai) grandes, então vamos ver onde isso vai dar.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Saints Row

Eu me interessaria nesse jogo se ele se chamasse: “As aventuras de Tito Santana”, ou qualquer outra coisa. Porque como jogo, ele não parece ruim, mas apenas outro jogo de mundo aberto.

E eu aceito qualquer coisa que não seja Grand Theft Auto. Mas como Saints Row… Ele tá um TÉDIO. A não ser que a Volition esteja escondendo as cartas MUITO BEM, esse jogo vai ser uma decepção pra quem curte a franquia.

Reprodução/ Internet

Dune: Spice Wars

Não sou chegado em RTS, mas considerando que Duna 2 foi o início do gênero, ter um jogo novo após o sucesso do novo filme, é algo bacana de se ver.

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Tiny Tina’s Wonderland

Única coisa que espero é que esse jogo não seja sem graça como Borderlands 3. De resto, pew pew pew são meus comentários.

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Among Us VR

Um jogo que não dou a mínima, num formato que não me importo. GRANDES MERDA.

Reprodução/ Internet

Tivemos um vídeo com os dois novos personagens a se tornarem jogáveis, e um teaser da próxima personagem que durou uns 3 segundos.

Sério Mihoyo? Por outro lado, como o jogo ganhou prêmio de “Melhor jogo Mobile”, a Mihoyo vai dar 1600 primogemas entre os dias 11 e 14 de Dezembro aos jogadores, então… Yay, viva o Game Awards. #SanciniVendido

Reprodução/ Internet

Steelrising

Steelrising apareceu na E3 desse ano se a memória não me falha. Agora que o jogo apareceu no Game Awards 2021, ele me parece até que interessante. Não está na minha lista de compras ou de desejos, mas enfim.

Metal Hellsinger

Boomer Shooter Yay!

Nota do Diogo: É um dos games que contou com a melhor trilha sonora durante o The Game Awards 2021, só banda boa a encargo da trilha sonora.

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Warhammer 40.000: Space Marine II

O Gears of War Azul (roubei essa piada do Amer, porque sim) era um jogo bem divertido, lançado na geração do PS3. E agora está de volta.

Espero a mesma brutalidade e diversão proporcionadas pelo original.

Reprodução/ Internet

Star Trek: Ressurgence

Não é um jogo da Telltale, mas é um jogo da Telltale, já que o Dramatic Labs foi criado por ex-funcionários da Telltale.

Honestamente, espero que esse jogo seja mais pro lado de Tales from Borderlands do que Game of Thrones… Porque os trekkers precisam de um jogo decente da franquia.

Este foi mais uma das grandes revelações do The Game Awards 2021…

https://youtu.be/77TS9tm9o5c

Rumbleverse

O Iron Galaxy Studios está por trás, então ele tem a possibilidade de ser bom. No momento, não entendi o que ele quer ser.

E eu vou finalizar por aqui, porque no momento em que fazia minhas anotações, o evento estava tão porre que devo ter pulado uns 2 ou 3 anúncios, trailers de coisas que já temos data (tipo o novo Plague e o Yin Light 2) e por aí vamos.

Honestamente, o The Game Awards 2021 é basicamente a indústria ocidental numa masturbação coletiva, só ver no quesito de indicações.

Pra trailers, honestamente prefiro showcases como os da Tokyo Game Show, ou mesmo a E3, além das apresentações das produtoras de console (Microsoft, Sony, Nintendo).

Mas, antes de REALMENTE terminar meu texto sobre o Game Awards 2021, mais um fato engraçado… A Google usou o evento pra promover o Google Play Games, onde os usuários poderiam jogar os jogos do celular, no PC (coisa que muita gente faz usando emuladores BTW), o que pode decretar a última pá no caixão do Google Stadia (inclusive eu queria MUITO ter escrito outros artigos zombando do Stadia, mas não o fiz).

Enquanto isso, a Amazon também colocou ads no evento do Amazon Luna, seu próprio serviço de Cloud Gaming. Ê, Google, parabéns, viu?

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Cobertura da Brasil Game Show 2017 por Ivo Ornelas https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/10/20/brasil-game-show-2017-ivo-ornelas/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/10/20/brasil-game-show-2017-ivo-ornelas/#respond Fri, 20 Oct 2017 14:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/10/20/brasil-game-show-2017-ivo-ornelas/ Fala galera! Hoje vamos falar sobre o que vimos, gostamos, não gostamos e que jogamos na Brasil Game Show 2017. Sim, estivemos  lá no Expo Center Norte em São Paulo, na sexta-feira dia 13 de outubro e já deixo aqui meu agradecimento ao Diogo (Woo do Arquivos do Woo) pela força e a minha esposa (Cris) por ter me acompanhado no […]

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Fala galera! Hoje vamos falar sobre o que vimos, gostamos, não gostamos e que jogamos na Brasil Game Show 2017. Sim, estivemos  lá no Expo Center Norte em São Paulo, na sexta-feira dia 13 de outubro e já deixo aqui meu agradecimento ao Diogo (Woo do Arquivos do Woo) pela força e a minha esposa (Cris) por ter me acompanhado no evento. Mas vamos lá pessoal, tem muita coisa para falar sobre o evento. Bora lá!

Como todos devem saber, essa é a décima edição do Brasil Game Show. Um evento que começou pequeno em meados de 2009 e hoje se tornou a maior feira de games da América Latina. Com o aniversário de 10 anos, ela trouxe algumas personalidades importantes da indústria de games como: Hideo Kojima e Nolan Bushnell e outros, algo inédito aqui nas terras tupiniquins. Essa é a terceira vez que vou na BGS e agora já posso dizer que tenho uma “bagagem boa” para relatar o que tem de bom, o que pode melhorar e o que não é bom no evento.

Hora de ir a Brasil Game Show 2017                                                            

Sexta-feira chegou e lá fomos para o evento. Como não sou proprietário de um carro (ainda!) tive que ir de transporte público. Seguimos até o metrô Tietê, onde tinha sido informado que existiria transporte grátis, cedido pela BGS até o Expo Center Norte. Chegando ao metrô, acabei sendo informado do local onde ficava o ônibus e realmente lá estava ele. Tenho que dizer que o ônibus que fui era ótimo, não eram aquelas latas-velhas e tinha ar-condicionado e ainda por cima um carinha lá do estande Razer estava fazendo gincanas e distribuindo cupons para retirar brindes na própria estande da Razer. Até que foi interessante, para distrair o pessoal até a BGS que demorou uns 15 minutos.  Aos que foram de carro fui informando que o estacionamento estava custando R$ 40,00 o dia, se você for ver bem nem está caro, visto que por exemplo na minha ex-cidade em Santos a hora no estacionando é R$ 15,00.
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Os pontos positivos foram:
  • Transporte de qualidade
  • Sem filas
  • Organização da entrada no evento foi ótima
Os pontos negativos foram:
  • Acabei sabendo que no dia de imprensa não teve ônibus grátis
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Descendo do ônibus me dirigi ao local do evento. A fila não estava grande (não sei como foi nos outros dias!), mas na sexta estava tudo tranquilo e não tinha muita gente (até aquele horário!). Segui diretamente para entrada da imprensa onde fui atendido rapidamente e segui por um portão que dava acesso direto ao evento. Desta vez, ao contrário dos outros anos, não tive problema em passar o meu crachá com código de barras. Me lembro que no primeiro ano dava problema na hora de passar o código de barras do ingressos e tinha que ir até um central para imprimir um novo ingresso e a fila era monstruosa. Mas deu tudo certo e enfim entramos na BGS e lá estávamos.

A Entrada e Hideo Kojima                                                                             

Não adianta, por mais que você tenha-se acostumado a ir na BGS ao entrar a gente acaba ficando empolgado ao ver aqueles estandes, músicas, público, lojas e tudo mais… é como você tivesse indo pela primeira vez! Eu tenho que admitir que sempre me sinto assim quando vou entrar nela a cada ano, afinal meu sonho é ir na E3 um dia e enquanto isso o jeito é aproveitar a BGS. Bom, demos uma volta rápida no evento porque já eram 13:30hrs e o “Painel Kojima” estava marcado para às 14:00hrs e tínhamo-nos nos escrito para ver ele. Até que encontramos rápido o “Painel Kojima” e lá tinhas vários lugares para sentar e logicamente as primeiras fileiras perto do palco já estavam ocupadas.

…..

Antes da entrada do Kojima a banda “Vivalma” estava tocando algumas músicas temáticas de jogos e ao melhor estilo Heavy Metal. As únicas que reconheci foram do jogo Portal e do Mortal Kombat. O público não ficou muito animado com a banda, acho que a principal razão era a expectativa com a entrada Kojima, mas a banda era muito legal e tocava muito bem.

E finalmente a grande hora chegou e o Kojima entrava no palco e inicialmente tímido, mas com o tempo foi ficando mais confortável e simpático. E logo de cara foi apresentado ao público e fomos informados que ele receberia o “Wall da Fama” da BGS. Ele marcaria sua mãos no cimento, assim como acontece lá em Hollywood com os pés, como homenagem em ter ido ao BGS 2017. Logo depois ele respondeu algumas perguntas (umas 5 perguntas!) que foram selecionadas através da Internet e repassadas para uma tradutora japonesa, que repassa em japonês para ele. Algumas perguntas foram muito mal selecionadas para falar a verdade. Perguntaram para o Kojima a sua relação com o cinema e vamos sinceros… já lemos sobre isso 1 milhão de vezes em entrevistas em revistas e sites especializados. Deveriam fazer perguntas inéditas ou sobre curiosidades (espero que nos outros dias tenham sido assim!) de coisas que não sabemos. Mas no final o Kojima acabou tentando ser o mais claro e detalhado possível nessas perguntas para responde-las e ganhou um crédito bem legal sobre isso. De resto após as respostas ele se despediu do pessoal e foi embora.

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Os pontos positivos foram:
  • Interesse do Kojima em estar ali e responder da melhor maneira possível as perguntas, apesar de achar que ele percebeu que as perguntas eram superficiais demais
  • Banda Vivalma tocando tema do Mortal Kombat em Heavy Metal
  • Estrutura do Painel Kojima que estava linda demais
  • A reação do público em ver o Kojima (pessoal realmente estava empolgado!)
Os pontos negativos foram:
  • Perguntas mal selecionadas
  • Nem precisava ser inscrever no site para ir ao Painel Kojima. Não teve qualquer identificação para isso como avisado no site
  • Nenhum pergunta do público presente foi feita
  • Todo mundo ficou em pé o tempo todo mesmo com cadeiras para todos sentarem

A Hora dos Games                                                                            

Depois de sair do “Painel do Kojima” era hora da dar uma passeada e ver os jogos na feira. E logo de cara passei pelos estandes de indies. Tinha muita coisa boa lá, mas estava menor que os anos anteriores. Demos uma “bizolhada” em dois jogos que me chamaram atenção o Guts e o Skydome.
Para quem não conhece o Guts é um jogo de luta, mas diferente em partes dos ícones Street Fighter e Mortal Kombat. O jogo não tem barra de vida e para vencer as lutas é necessário “desmembrar os adversários”. Isso mesmo, você tem que arrancar braços, pernas e tudo do seu adversário para ganhar. Os gráficos e controles estão ótimos e o jogo me lembra de algum modo Killer Instinct na hora de bater nos inimigos. A principal parte que vi e reparei em quem jogava era a diversão. Nada como arrancar braços e pernas do seu amigo jogando do lado e rir até o fim. Um jogo super promissor e brazuca.


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Os pontos positivos foram:
  • Divertido
  • Ótimos gráficos e controles
Os pontos negativos foram:
  • O jogo deveria ser melhor divulgado nos sites brasileiros de games
  • Ninguém que conversei (amigos) sobre o jogo conhecia ele
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Skydome era outra surpresa. Eu já tinha visto ele ano passado e a evolução do jogo foi imensa e do estande também. Ano passado era um espaço pequeno, mas esse ano o estande era enorme e até cheguei a me perguntar se jogo era o mesmo. O game evolui muito do que foi apresentado ano passado. Para quem não conhece o Skydome, ele é praticamente um League of Legends brasileiro, mas com peculiaridades próprias. Sem dúvida uma das minhas apostas de sucesso em indies brasileiros.

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Os pontos positivos foram:
  • Evolução monstruoso do que foi apresentado ano passado
  • Estande lindo de se ver
  • Grande expectativa de sucesso
Os pontos negativos foram:
  • O jogo deveria ser melhor divulgado nos sites brasileiros de games. 
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Conversando com o Marcos Valverde do Passagem Secreta via Twitter, ele acabou me lembrando de um jogo muito bonito e ao melhor estilo Dark Souls e também brazuca. Ele se chama Black Iris. Vale a pena dar uma olhada:

Essas foram as principais coisas que vi nos estandes indies. Se você viu algo legal, não deixa de escrever aqui nos cometários.

Microsoft                                                                                                 

Como sempre os estandes da Sony e Microsoft estavam repletos de jogos e de pessoas. A hora que consegui chegar nesses estandes o evento já estava lotada e tive que usar minha habilidade de “observador” para analisar alguns jogos… porque jogar era impossível!
Talvez a maior surpresa do ano em questão de games lançados estava lá. O incrível Cuphead!! Já tinha jogado ele aqui em casa e digo que é um belíssimo shooting, com uma linda arte voltada as animações dos anos 30 e uma dificuldade que remete os “velhos jogos pedreiras” do Nintendinho e cia. E pelo que vi a galera estava MEGA INTERESSADA no jogo! Vi crianças, adultos, adolescentes, alienígenas jogando esse game incessantemente e deixando a fila quilométrica.

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Os pontos positivos foram:
  • Jogo super lindo e divertido
  • Dificuldade clássica e sem “molezinha”
  • Jogabilidade ótima
Os pontos negativos foram:
  • Não consegui jogar! Fila enorme! Microsoft poderia ter colocando mais estandes dele para jogar
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Uma das maiores surpresas no evento em questão de jogos que não conhecia ou tinha ouvido falar é o Super Lucky’s Tale (outro com fila enorme também!). Um jogo nos maiores moldes de Super Mario 64 e Crash Bandicoot. Gráficos lindos, cenários fantásticos e um personagem que me pareceu muito simpático. Em Super Lucky’s Tale você controla a simpática raposinha (que lembra muito o Tails!) podendo pular, atacar inimigos com seu rabo, carregar itens, encontrar itens, resolver vários puzzles e achar muitos segredos durante as fases. Será que a Microsoft finalmente acertou em um jogo desse estilo? Depois dos fracassos da Rare em fazer jogos assim para Xbox 360? Vamos aguardar! Lançamento é agora dia 7 de novembro. Fim de ano promete!


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Os pontos positivos foram:
  • Lindos gráficos
  • Cenários lindos e bem construídos
  • Personagem principal carismático
  • Grande surpresa para o fim de ano
Os pontos negativos foram:
  • Só para Xbox One
  • Não conhecia
  • Fila enorme e não consegui jogar
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Outros jogos estavam na estande como: Fifa 18, Sea of Thieves e DragonBall FighterZ

Sony                                                                                                          

Estande da Sony tava lá todo pimpão também! Vários jogos, mas os que mais se descaram na minha opinião foram: Keen da Cat Niguiri e Call Of Duty WWII e explico.
O Keen chamou a atenção logo de cara da minha esposa, fiquei intrigado com ele por não conhecer e fui dar uma olhada. Ele me interessou muito e para minha surpresa o jogo é brasileiro. O jogo mistura japão feudal, fábricas, robôs e coisas futuristas. O game me lembra uma mistura de Final Fantasy Tatics e Zelda, com apenas as utilização do direcional para se movimentar e atacar. Mas o que mais me chamou atenção e da esposa foi a arte, super atrativa e ainda mais para o público feminino. Eu curti bastante! Mas acabei não encontrando informações sobre a data de lançamento dele para PC e Ps4, mas espero que seja em breve.


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Os pontos positivos foram:
  • Jogos simples com visual super atrativo
  • Lembra Zelda com Final Fantasy Tatics
  • Ótimo para o público feminino
Os pontos negativos foram:
  • Não achei nada sobre a data de lançamento dele para Ps4 e PC
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Call Of Duty aí aí aí! Sei que muitos vão virar a cara, mas eu tenho um caso e amor e ódio com ele. Amor porque os Call Of Duty´s como: Modern Warfare 2 e Call Of Duty World At War na minha opinião são jogos fantásticos e fizeram a minha alegria anos atrás jogando online. E o ódio? Justamente porque depois dessas versões a franquia tem descido “ribanceira abaixo” em todos os quesitos.

Jogar MWF2 e CodWaW era uma experiência única de habilidade, risadas (Alow Clã GET! É o Aço! ) e muitas horas de diversão. Com o tempo e essa temática futurística de pulos e sair voando fez COD perder sua essência e acabou sendo superado e MUITO por Battlefield. E ainda mais no ano passado, quando Battlefield resolveu investir na primeira Guerra Mundial e foi um sucesso avassalador, acabando com o fraquíssimo Call Of Duty Infinite Warfare lançado no mesmo ano.  Até que a Activision se tocou que essa fase futurística já tinha dado tudo que podia e resolveu voltar ao ponto inicial onde COD com – Segunda Guerra Mundial.

Com isso minha expectativa no jogo voltou e não pude conferi-lo na BGS. O jogo voltou ao seu melhor estilo: gráficos bonitos, jogabilidade clássica, armas clássicas e sem pulos (aleluia!). Tudo aponta para um modo história que conta com elementos reais da Segunda Guerra Mundial: nazistas, tanques, mortes, armas clássicas, aviões de combate, cenários que existiram na guerra e muito… mas muito tiro. O que me incomoda um pouco ainda são as fases multiplayer serem pequenas demais e que acabam não criando uma alternativa de jogatina mais tática, fica tudo muito na “maluquice” de sair correndo que nem um louco e atirar. No MWF2 e CodWaW isso era muito equilibrado, afinal você em está em uma guerra e não é maluco de sair correndo em meio ao nada querer virar um “tiro ao alvo ambulante”. Em MWF2 e CODWaW era assim – Correu de graça! Morte na certa! E hoje me parece que correr que nem um maluco é normal em jogos FPS. Não tem muito mais tática! Estou no aguardo desse novo COD para dar uns “tirinhos clássicos de sniper” nos adversários e torço para que ele volte a sua raiz.


O estande da Activision (que só encontrei no final!) era um dos maiores da feira e ainda com uma lojinha clássica para os fãs de COD. Com bonés, camisas, canecas, pôsters e tudo mais. Quem é fã de COD ficou bem feliz com que viu. Tinha até uns caras vestidos de soldados da Segunda Gerra Mundial e não pude deixa de tirar foto com eles.

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Os pontos positivos foram:
  • Voltou as origens – Segunda Guerra Mundial
  • Sem pulos
  • Jogo para amantes de guerra
  • Ótimos gráficos e jogabilidade
Os pontos negativo foram:
  • Mapas Multiplayer muito pequenos
  • Sem qualquer tipo de estratégia – Corra! Morra! Corra! Morra!
De games foi isso pessoal! Depois disso chegou a hora de  comer e aqui fica uma curiosidade que poucos comentam e não posso deixar barato (eu gosto de comer e cozinhar!) que foi: – Área de alimentação.

Alimentação                                                                                                    

Como saco vazio não fica em pé fomos para área de alimentação. Tinha realmente muito opção de comida, mas infelizmente acabamos escolhendo uma ruim e digo: – MUITO RUIM. Fui almoçar na Wessel (entra no site e dá uma olhada!) e que para não conhece é uma marca de de hamburguês, carnes, salsichas e cia, com mais de 100 anos de tradição e muito boa por sinal e quando posso compro no supermercado. Eu pedi um hambúrguer e a esposa um cachorro-quente e digo para vocês: – Estavam horríveissss! Meu hambúrguer tava com gosto estranho (medo de comer algo estragado! Já fiquei 7 dias internado por comer Mc Donalds estragado >..<!) e o cachorro-quente da esposa tava com o pão queimado e duro. E ainda por cima paguei caro pelos dois! Será alguém também passou por esse problema? Minha esposa levantou a hipótese de ali ser somente algo como o nome Wessel e não realmente a empresa (enganação?!). Mais tarde acabamos comendo uns yakisoba com uns guiozas, que também não estavam lá muito bons, mas dava para comer… mas BEM melhores que qualquer coisa dessa Wessel.

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Os pontos positivos foram:
  • Grande variedade e espaço
Os pontos negativos foram:
  • Comida horrível da Wessel
  • Preços caros

Nolan Bushnell                                                                                                  

E chegou um dos momentos que me surpreenderam completamente na BGS e o melhor de todos sem dúvida. O “Meet and Greet” com Nolan Bushnell. Vou ser sincero, eu já tinha perdido a noção de tempo na BGS e o horário do “Meet and Greet” com o Nolan, que era às 17:00hrs e já estava desistindo (imaginando uma fila monstruosa!), até que minha esposa me informou do horário (eram 16:00hrs ainda!) e lá fomos. Acabamos chegando com 1 hora de antecedência e para nossa surpresa o pessoal da BGS tinha nos informado que não tinha mais espaço para entrar. Mas nessa hora fui insistente e fui até a fila e percebi que não tinha quase ninguém lá ainda (pessoal informou errado!). Entramos na fila e lá ficamos até a hora de ver Nolan Bushnell.

Caso você não conheça Nolan Bushnell, ele é simplesmente o criador do Atari e possivelmente o da indústria de videogames caseiros. Mas voltando, ele chegou todo simpático e até orientou os organizadores que não ficaria sentado e sim em pé para receber todos para as fotos (humildade). Tenho que dizer que ele é um simpatia em pessoa, ele dançou, brincou, abraçou todos e parecia MUITO feliz ali. Até um pouco antes ele fez alguns comentários no microfone, agradecendo todos e dizendo que videogames eram isso: – A reunião de todos para diversão. Vi várias pessoas com seus Atari’s em mãos para ele autografar e era nítida a felicidade deles. Quando chegou nossa hora cumprimente-lo o agradeci por tudo em meu inglês “fajuto” e ele nos cumprimentou fortemente e posou para um foto com a gente. E ainda assinou meu livro sobre o Atari =) Realmente foi uma honra pode ver esse cara e agradecer ele. Videogame é uma das minhas paixões e como certeza estarei com a mesma idade dele um dia (74 anos) e feliz por estar nesse meio junto com as pessoas que amo. Tenho que muito em agradecer a insistir da esposa em ir ver ele, talvez nunca tivesse passado por esse momento se não fosse ela.

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Os pontos positivos foram:
  • Nolan super receptivo e animado
  • Atendeu todos de pé
  • Tirou fotos com todos
  • Autografo para todos
  • Fez questão de cumprimentar cada um
Os pontos negativos foram:
  • Organização atrapalhada

Final                                                                                                      

De final dei um volta nos arcades que estavam por lá e joguei Daytona (Amo esse arcade!). Tenho que dizer que os arcades estavam muito fracos perto do ano anterior. Quem foi ano passado viu a imensidão de que tinha, apesar dos problemas nos controles. E a galera curte mesmo ficar lá jogando o dia todo (vi isso em relatos do ano passado!)..

….

Depois fui fazer uma comprinhas básicas em algumas lojas, mas ainda sim vi que os preços lá eram meio caros (sou chato com preços!) Vi por exemplo que na Americanas um jogo de PS4, como por exemplo MegaMan Collection, estava sendo vendo a R$ 149,00 e no site a R$ 69,00. Como isso? Por ser um feira de games, eles deveriam fazer preços melhores. E assim estava o preço de outros jogos também. Meu aviso é! Fique esperto nos preços! Não é porque você está em um evento de games que tudo vai sair barato… pelo contrário! Pode sair mais caro.  Mas no final comprei algumas revistas, uma camisa do Cod, um Hodor de porta (Hodor para segurar a porta! Entendeu?), peguei alguns brindes e fim.

E para fechar com chave de ouro acabei encontrando o Vovô Gamer! Não sabe quem é ele? Outro dia tava compartilhando essa reportagem (minha esposa que enviou!) com o pessoal e já adianto, mais um tiozão super simpático e que nos recebeu e conversou mesmo trabalhando na hora no estande da Sony. Conferia a matéria sobre ele aqui: Vovô Gamer


    

Opinião Final                                                                                                      

O BGS desse ano teve seus pontos positivos, muito mais que pontos negativos. Eu tenho percebido que a cada ano a parte de PC tem superado a de consoles caseiros e isto ficou evidente esse ano. Mas essa é a tendência no futuro, mesmo com algumas pessoas reclamando disso.
Mas em um contexto geral foi um ótimo eventopode melhorar CLARO, mas ainda sim é um local para você passear e se divertir em relação a games no Brasil e América Latina. Fiquei muito contente com a vinda dessas personalidades para o evento e espero que se repita nos próximos anos e quem sabe venha um Shigeru Miyamoto, David Wise e entre outros. Não consegui ver o Ed Boom esse ano, mas fiquei feliz em poder ver o Nolan e o Kojima que apesar do pouco tempo fizeram um grande impressão por onde passaram.

Eu ainda insisto que o evento deve ter mais espaço para pequenas lojinhas de fãs, mais arcades e espaços para jogatinas caseiras de retrogames e quem sabe abertura de pequenas áreas (mini estandes) para blogueiros e sites poderem fazer suas reuniões ali. Sei que o isso envolve custo, mas existem 1000 maneiras de resolver isso.

Parabéns ao pessoal do indie brasileiro. Vi uma evolução enorme em questão de jogos do ano passado para esse. Fique feliz em ver que o mercado brasileiro de games está evoluindo.

Bom pessoal, fica aqui meu relato sobre a BGS 2017. Espero que tenham gostado e não deixem comenta logo abaixo. Fica novamente aqui meu agradecimento ao Diogo e a Cris por toda ajuda e paciência. Nos vemos ano que vem! Grande Abraço, Ivo.



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Brasil Game Show 2016 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/09/20/relato-brasil-game-show-2016/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/09/20/relato-brasil-game-show-2016/#respond Tue, 20 Sep 2016 00:46:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/09/20/relato-brasil-game-show-2016/ Por mais um ano eu pude prestigiar a maior feira de games da América-latina a Brasil Game Show. Diferente do ano passado, dessa vez a edição aconteceu no recém reformado Expo São Paulo, que é enorme e proporcionou melhor acesso as estandes. E eu achava que tinha andado muito ano passado, saibam que andei o triplo nesse […]

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Por mais um ano eu pude prestigiar a maior feira de games da América-latina a Brasil Game Show.

Diferente do ano passado, dessa vez a edição aconteceu no recém reformado Expo São Paulo, que é enorme e proporcionou melhor acesso as estandes. E eu achava que tinha andado muito ano passado, saibam que andei o triplo nesse ano. Também pude comparecer dois dias no evento, sendo que o primeiro dia foi o de imprensa, onde as filas eram reduzidas e só havia imprensa e VIPs.

No geral a estrutura desse ano foi bem melhor que a do ano passado. Eu que sou uma pessoa grande e larga, consegui trafegar tranquilamente na sexta-feira, que foi o primeiro dia aberto ao público.

Claro, não ficou tão abarrotado de gente quanto no sábado e domingo, mas os amigos que estiveram por lá no final de semana disseram que comportou bem o público e ninguém saiu pisoteado.

Outro ponto interessante do evento foi que tivemos alguns lançamentos com demos disponíveis, então pude jogar alguns jogos que tinha vontade, pelo menos alguns que não precisei ficar quase 1 hora na fila e encarar uma demo que já estava disponível desde a E3, né, Resident Evil 7.

A parte mais triste é que depois de voltar para a minha cidade é que fui descobrir que havia uma demo exclusiva para a imprensa, a “The Lantern”. É, lagrimas de sangue rolaram por minha face.

Bem, agora vamos ao que interessa que são os jogos:

O que na BGS passada se resumiu a apenas uma luta entre Marvox e eu. Esse ano eu pude jogar o modo survival por uns 10/15 minutos e derrotar (cof, cof) 18 personagens. Se você tinha alguma dúvida quanto a compra do jogo, saiba que ele tá perfeito. A jogabilidade está ótima e os controles respondem com precisão.

Eu sou mega fã do Street Fighter Alpha e torci o nariz para o Street Fighter 3 e 4. Só que esse novo jogo realmente consegue agradar até os mais chatos (eu). Eu só tenho uma ressalva quanto ao jogo.

A CAPCOM DEVERIA VENDER O JOGO COMPLETO!

É ridículo ter que comprar personagens ou esperar download de MODO HISTÓRIA. O modo história é obrigatório. Daqui a pouco vão começar a cobrar por ele ou pelo função de pausar o jogo na hora que tu quer dar uma mijada.

Resident Evil 7 é o jogo que mais ansiava por conferir coisa nova durante o evento. Lá fui eu ficar pegar uma fila e ficar por 40 minutos aguardando a minha oportunidade de jogar. E eis que ao adentrar a sala e topo com a demo “The Beginning Hour“.

A culpa não é do evento, eu sei disso. Só que isso não me impediu de praguejar e blasfemar mentalmente por horas.

Bem, de qualquer maneira as minhas expectativas com Resident Evil VII são boas. Há uma probabilidade bem grande de sermos surpreendido com a versão final do jogo. Principalmente agora que diversas informações novas estão sendo divulgadas, como o novo trailer que mostra um pouco do combate, armas e a família Baker.

Outra coisa bacana é que reproduziram a casa do jogo durante o evento, então para ter acesso você pega uma fila para entrar na casa e jogar a demo do jogo. Claro, tivemos uma replica menor que a da E3, mas ela é igualmente foda.

Uma coisa que vem martelando a minha cabeça a cerca do jogo são as comparações com Outlast, que se trata de um horror em primeira pessoa. Gente, vocês não devem ter jogado F.E.A.R em sua vida, né?

Enfim, eu pude testar “Cuphead Don’t Deal with the Devil” aquele que é um dos jogos mais aguardado por mim e, talvez outras pessoas que eu desconheça. Mas você deve tá se perguntado: Será que presta?

Primeiramente não é um jogo nada fácil, e os inimigos não dão trégua, logo você pode ser morto em poucos segundos e isso é ótimo. Há tempos não temos um jogo que cobre tanta habilidade, além dos Dark Souls e Super Meat Boy.  Temos aqueles jogos estúpidos criados unicamente para serem injogáveis, mas não aqui.

Cuphead leva o jogador a memorizar os padrões dos inimigos, algo que pudemos vivenciar nos jogos clássicos, como Contra do Nes. O seu visual único e inspirado nas animações dos anos 50 é lindo e abraça perfeitamente com tudo diante dos nossos olhos.

Claro, não posso confirmar se tudo vai correr bem na versão final, mas essas primeiras impressões só confirmam uma coisa: EU VOU COMPRAR.

Enquanto Might Nº9 estava apanhando feito uma cachorro sarnento da mídia especializadas, ReCore prometia ser a obra prima de Keiji Inafune para esse ano.

Infelizmente eu não pude jogar por mais tempo, pois era no esquema de quem morre passa a vez. O que é bem difícil, visto que era a primeira vez que estava jogando o game, agora imagine a situação. Sem morrer você poderia ficar até 40 minutos, que seria o tempo da demo – Corrijam-me se eu estiver errado.

ReCore é um jogo de plataforma e tiro, o que não é muito comum para as plataformas atuais, visto que tudo hoje em dia é focado no realismo ao melhor estilo Grand Theftiano – gostei, vou usar sempre.

Infelizmente eu não pude jogar o suficiente para fazer uma analise mais profunda sobre a mecânica e jogabilidade, mas no geral eu achei bacana. É um jogo que gostaria de jogar muito mais.

Provavelmente o resto do dinheiro de Might Nº9 foi parar nesse jogo – Muaahahaha!

Horizon Zero Dawn sem dúvida tá na lista daqueles jogos que deixou a galera com a boca cheia d’água durante a E3. Quando eu o vi por lá fiquei empolgado para jogar, mas a fila me desanimou. Pelo menos eu pude ver a galera jogando e gostando bastante da demo,  que só aumenta as expectativas.

Uma das coisas que achei bacana é que você não poderá sair levando tudo no peito. Será preciso ter cautela, pois alguns animais do jogo causam um dano bem grande. Temos também uma variedade de armas e… Cara, esse jogo tá bonito demais. Eu devia ter jogado ele.

Bem, não tenho muito o que falar a respeito, mas o Tchulanguero jogou a demo durante o evento e fez uma ótima análise lá no Vão Jogar.

A área indie desse ano estava muito maior do que ano passado e com uma estrutura bem melhor, e lá conheci o jogo: G.U.TS – Gory Ultimate Tournament Show, que vem sendo desenvolvido pelo pessoal do Flux Games Studio.

O jogo ainda está em alpha e conta apenas com um personagem, mas já dá para ter uma ideia do que nos aguarda.

O maior diferencial é que sua energia é medida pelos membros do corpo ao invés de uma tradicional barra de energia. Para retirar os membros você precisa executar um golpe especial que depende de uma barra de GUTS, que carrega a medida que você bate no oponente. Com barra carregada basta soltar o especial e arrancar um braço ou perna. A luta termina só quando um dos oponentes que está sem os membros recebe um último guts.

Eu joguei com o Vigia e demos muitas risadas durante as batalhas. Ver o personagem sem braços e pernas dando cabeçadas nos arrancaram boas risadas. Estou bem ansioso para conferir a versão final do jogo. Ele me lembrou o clássico B.I.O. Freaks do saudoso PlayStation. Quem lembra do jogo sabe que era possível arrancar membros dos inimigos.

Se você ficou curioso, saiba que o alpha está disponível para download no site: http://www.playguts.net. Também não deixem de curtir a página e ficarem ligados nas novidades: https://www.facebook.com/GUTSshow.

For Honor foi o jogo que fiquei ansioso pra jogar, mas devido a uma fila com espera de até 30 minutos e deixei pra lá.

A Brasil Game Show desse ano eu posso dizer que foi maior em diversos quesitos, um deles foi no espaço e a quantidade de pessoas cobrindo o evento. Outro ponto que me agradou foi que dessa vez muitas pessoas que gosto, admiro e respeito, puderam participar do evento. Eu não abordei ninguém, talvez um e outro, mas no geral eu dei atenção ao evento e nos colegas próximo que acompanhei.

Infelizmente eu não joguei tanto quanto eu queria. O primeiro dia do evento em que estive por lá, eu esperava não encontrar filas demoradas por ser um dia dedicado a imprensa.

Na realidade não havia tantas filas, por exemplo: Gears of War 4 não tinha filas, mas também não me interessava. Talvez se tivesse chegado mais cedo eu tivesse jogado muito mais, fica a lição.

Não, esse ano eu não dormi na rodoviária. Eu fui acolhido pelo amigo Marvox, assim pude ir ao segundo dia de evento que rolou na sexta-feira. Alias, o Marvox fez uma cobertura show, então não deixe de conferir aqui: MarvoxBrasil na BGS2016. Também temos a cobertura do Thiago Machuca do Portallos, e do Cadu do Gamer Caduco.

E esse foi o meu segundo ano de BGS. Eu me diverti a beça e só tenho a agradecer a Brasil Game Show pela oportunidade que tive de prestigiar esse grande evento e as vocês leitores que tem me suportado nesses 6 anos de site. Se não fosse por vocês, certamente o site teria fechado as portas a tempos.

Bem, acho que a única tristeza foi que eu não joguei a demo “Lantern” de Resident Evil 7. Poxa, eu teria levado altos sustos =/

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