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O Capitão Tsubasa 

Ah... Super Campeões. De todos os animes que foram exibidos na falecida Rede Manchete, Captain Tsubasa (seu nome original), talvez seja o menos lembrado. 

Claro, comparado com animes de ação, com lutas, sangue, armaduras, gente morta voando e garotas de saia lutando contra o mal, Super Campeões tinha um enredo bem simples: crianças jogando futebol e desenvolvendo suas habilidades ao longo de seu crescimento.



"Ouça minha história. Essa pode ser nossa última chance"

E é com essa frase aparentemente sem sentido que Tidus, nosso protagonista, nos cumprimenta na cena de abertura do jogo, ao lado de um grupo de personagens que viriam a ser seus companheiros de batalha.

Minha relação com Final Fantasy X foi igual a de um relacionamento à distância que nunca vai à lugar nenhum. Conheci o jogo graças a meu amigo Alexis, que me apresentou uns vídeos de gameplay filmados de um telão, com muitas pessoas gritando enquanto Tidus -- o protagonista loiro -- andava pelo mapa do início do jogo e enfrentava algumas batalhas aleatórias.


À época, eu estava afastado das novidades dos games; em 2001 eu tinha meros 10 anos e ainda jogava meu PS1, que ainda recebia lançamentos importantes como Mega Man X5, Tony Hawk's Pro Skater 3 e Time Crisis: Project Titan. Logicamente, depois de anos acostumado com os gráficos serrilhados deste console, ver a fluidez gráfica desse Final Fantasy novo foi algo além da minha compreensão.


Capcom tem feito um trabalho incrível ao longo dos últimos anos, isso é inquestionável. Disparado uma das produtoras que mais trouxe lançamento incríveis ao meu ver, a começar por Resident Evil 7 que foi um divisor de águas da franquia, e o maravilhoso Resident Evil 2 Remake, que já escrevemos nosso review aqui no site.

Com isso digo a vocês que Onimusha Warlords é mais um desses grandes lançamento da Capcom na geração atual de consoles. Estamos diante de um jogo que por pouco não se tornou um Resident Evil com espadas, mas que acabou tomando um rumo diferente e criando uma identidade própria, mesmo trazendo consigo diversos elementos que tornaram a franquia RE famosa.

Quais seriam esses elementos? Bem, me acompanhe que irei contar a vocês



Já falamos anteriormente tudo sobre a versão do jogo feita para PS4 em nosso review, que você pode ler nesse link aqui. Mas agora vamos apontar às novidades que chegaram recentemente a versão atualizada do jogo, feita para os consoles Nintendo Switch e Xbox One.



Podemos dizer que a fórmula criada em Smash Bros apesar de simples e muito bem executada, abriu as portas do que hoje conhecemos como o gênero Brawler. Se você é mais velho (tem os seus 30 e pouco), sabe que o jogo The Outfoxies foi pioneiro na ideia de enfiar vários personagens em uma arena para se digladiarem, mas a Nintendo elevou o nível da brincadeira.

Consequentemente outros títulos tentaram recriá-la, poucos se saíram bem o suficiente para não cair no esquecimento, porém, Brawlout parece ter acertado não só na execução, como na hora de criar sua própria identidade. 

Reunindo personagens próprios e adicionando protagonistas de outros jogos indies, podemos dizer que Brawlout está encorpando e criando o seu diferencial e merece a sua atenção, me acompanhem.


Uma das principais plataformas de vídeo do mundo confirma presença na BGS 2019 com uma área duas vezes maior que o ano passado, os principais influenciadores de games e atrações para todos os perfis de visitantes; evento será realizado entre 9 e 13 de outubro, em São Paulo/SP

Ainda faltam cinco meses para a Brasil Game Show, que será realizada entre 9 e 13 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP, mas a maior feira de jogos eletrônicos da América Latina já anunciou nomes de peso para sua 12ª edição, tanto no que diz respeito aos expositores, quanto aos convidados internacionais. 


Aquiris anuncia roadmap que traz uma série de novidades para a comunidade de jogadores.

A estrada até aqui foi cheia de emoções e conquistas, como era de se esperar.

Horizon Chase Turbo mirou no horizonte e acertou em cheio o coração dos fãs do gênero, se reinventou e com muitas novidades ganhou espaço através de reviews, prêmios e conquistas.


Quando chove em Elsweyr, é uma tempestade. Não apenas a ameaça vem de cima, com os dragões, no mais novo Capítulo de Elder Scrolls Online, como também de baixo, na forma de mortos-vivos, surgindo dos túmulos para o combate. Cortesia da aguardada classe Necromante, que chega com Elder Scrolls Online: Elsweyr.


O jogo Prey chegou ao serviço do Xbox Game Pass no dia 11 de Março para a alegria dos usuários da plataforma Xbox. É mais uma excelente adição ao catalogo que já passa dos 200 jogos e conta com títulos de peso.

Bem, eu não podia deixar uma notícia como essa passar em branco, por isso, decidi falar um pouco mais da minha experiência com o jogo. Sim, eu ainda estou jogando Prey. No momento estou com mais de 27 horas de campanha - Alias, vocês podem conferir um resumo das minhas primeiras horas aqui

Eu estou próximo do fim do jogo, pelo menos dois caminhos rumos ao final eu já completei, mas eu quero mais. Quero saber mais sobre Talos I, eu não quero ir embora tão cedo, por isso decidi focar nas missões secundárias ainda em aberto. Infelizmente em algum momento vai acabar, sinto que estou prestes a descobrir os segredos por de trás dos Typhons e a família Yu

Agora que consegui atiçar um pouco da sua curiosidade a respeito do título, aconchegue-se na cadeira, pois irei lhes contar sobre minhas aventuras em Talos I.

Quando foi a última vez que escrevi uma análise? Vish, no começo de março. Pois é, e pra escrever essa aqui eu enrolei muito, mas muito mesmo. O motivo? Bem, além dos outros artigos que escrevi, tenho trabalhado no meu quarto livro há pelo menos um mês (E tive que reescrevê-lo porque o arquivo corrompeu e eu não tinha um backup) e tenho feito speedruns.

Mas enfim, chega de reclamar da minha vida e vamos ao que interessa. Dead or Alive Xtreme começou lá atrás, no primeiro Xbox, quando a Microsoft queria agradar o público japonês  e fez acordos para exclusividades com algumas publishers, foi assim que tivemos Dead or Alive 3, 4, Ninja Gaiden, Ninja Gaiden Black e Ninja Gaiden II em consoles da casa do Tio Bill Gates.



Sabem, às vezes eu me pergunto: Por que eu gosto de videogames? A resposta pura e simples é: são divertidos, neles eu posso ser literalmente o que quiser. Uma caçadora de zumbis que usa espadas e biquinis pra fatiar mortos e vampiros (Onechanbara), um soldado numa guerra do oriente médio onde minhas escolhas e ações não importam (Spec-Ops: The Line), o Presidente dos Estados Unidos indo salvar o universo de uma raça alienígena tirana, portando um dildo roxo e usando superpoderes (Saints Row IV), uma fatia de pão (I am Bread), uma Ninja que mesmo sendo considerada fugitiva, vai lutar para salvar suas irmãs (Deador Alive 6). As possibilidades são literalmente infinitas, pois há jogo com todo o tipo de temática para todo o tipo de gosto.


Bom, se você ficou empolgado com a revelação de algumas das características técnicas do próximo PlayStation... Lamento dizer que seu leque de opções pode ficar bem limitado. Com a Sony revelando, segundo matéria do Wall StreetJournal, que possui um setor específico dedicado a verificar o conteúdo de todos os jogos a serem lançados na plataforma e vetar tudo aquilo que não seguir determinadas normas, trocando em miúdos, censura.