Arquivos Crash Bandicoot - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/crash-bandicoot/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 20 Oct 2024 12:53:34 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Crash Bandicoot - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/crash-bandicoot/ 32 32 Nikoderiko: The Magical World | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/20/nikoderiko-the-magical-world-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/20/nikoderiko-the-magical-world-analise/#respond Sun, 20 Oct 2024 12:53:34 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=18062 Nikoderiko: The Magical World é um jogo estilo plataforma, inspirado em clássicos como Crash Bandicoot e Donkey Kong. Desenvolvido pelo estúdio VEA Games, uma galera indie nova do Chipre, esse é o primeiro jogo deles, e mandaram muito bem logo de cara, trazendo inspirações dos jogos mais clássicos do gênero. Confiram! Jogabilidade Durante o game, […]

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Nikoderiko: The Magical World é um jogo estilo plataforma, inspirado em clássicos como Crash Bandicoot e Donkey Kong. Desenvolvido pelo estúdio VEA Games, uma galera indie nova do Chipre, esse é o primeiro jogo deles, e mandaram muito bem logo de cara, trazendo inspirações dos jogos mais clássicos do gênero.
Confiram!
Créditos: VEA Games

Jogabilidade

Durante o game, você controla Niko e Luna, os personagens principais, usando tanto o d-pad quanto o analógico. Ele possui os comandos clássicos dos jogos de plataforma 2D: deslizar nas paredes, carrinho agachado, planar após o pulo e até uma bundada no chão para matar inimigos. É um jogo recheado de coletáveis, com a estética e a jogabilidade lembrando muito um mix dos Donkey Kongs da Rare e da Retro Studios. Inclusive, você coleta quatro letras durante as fases que formam o nome do protagonista e pega barris que te levam para uma fase bônus, bem similar aos jogos de DK, além de um lance de socar algo no final de cada fase, igual ao DKC Returns.

Em alguns momentos, o jogo muda para uma perspectiva 3D, remetendo aos clássicos do Crash Bandicoot no PS1, mostrando claramente outra das principais inspirações do estúdio ao criar Nikoderiko. Além disso, o jogo oferece um modo cooperativo para dois jogadores, proporcionando uma diversão maior para os pequenos ou até para introduzir a criançada ou a namorada no mundo dos games. Há também uma dificuldade mais fácil, perfeita para quem está começando.

ASSISTAM – Memórias de Uma Locadora nos Anos 90: Zeta Games

O jogo também conta com um sistema de montarias, onde amigos do Niko (um sapo, um javali e até um dinossauro) te ajudam durante as fases em momentos específicos. Embora sejam legais e mudem um pouco a jogabilidade, não são um diferencial tão grande assim. No mapa, há uma loja que inicialmente parece oferecer upgrades, mas, na verdade, vende apenas montarias extras e colecionáveis que servem para quem quer platinar o jogo.

Entretanto, notei alguns bugs durante a jogatina. Um problema recorrente é a impossibilidade de usar o d-pad nos menus, o que pode ser bem incômodo. Além disso, em um momento apareceu uma dica na tela dizendo qual botão usar para realizar um ataque, mas, em vez do ícone correto, apareceu uma interrogação.

Nikoderiko
Créditos: VEA Games

Gráficos e Música

Os gráficos de Nikoderiko são bonitos, com algumas animações em CGI bem feitas. No entanto, o menu principal é simples, lembrando jogos de celular, e, como já mencionei, só dá para usar os analógicos, o que é curioso.

Os efeitos sonoros são bem presentes, saindo principalmente pelo alto-falante do DualSense. No entanto, acho que exageraram um pouco, já que praticamente tudo que não é música sai por ele. A dublagem em inglês é competente, lembrando os jogos recentes do Sonic, e todos os diálogos são dublados, o que adiciona um charme ao jogo.

LEIAM – The Bouncer | Análise Retro

As músicas são incríveis, com temas florestais que me lembraram muito as trilhas dos Donkey Kongs do SNES. E qual foi a minha surpresa quando descobri que foram compostas pelo próprio David Wise, o lendário compositor da série da Nintendo. O cara tem um estilo único mesmo.

Nikoderiko
Créditos: VEA Games

Veredito

De forma geral, Nikoderiko é um ótimo jogo de andar e pular, feito por um estúdio menor que entendeu bem o que fazia os clássicos dos quais se inspiraram serem tão bons.

As inspirações são óbvias, e apesar da execução ser muito boa, a amálgama de tantas ideias não vem acompanhada de grande inspiração, visto que não há ideias novas. Se a ideia era criar algo uma versão diferente de jogos já existentes, como Donkey Kong Country e Crash Bandicoot, eles acertaram em cheio, mas para futuras continuações, seria legal se a VEA Games colocasse mais de suas próprias ideias para engrandecer o gênero de jogos de plataforma.

Nota: 7,5/10

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Esta análise foi feito com uma cópia do jogo para PlayStation 5 cedida gentilmente pela VEA Games. Nikoderiko: The Magical World está disponível para PlayStation 5, Xbox Series S|X, Nintendo Switch e PC (Steam).

Nikoderiko
Créditos: VEA Games

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10 Jogos que me frustraram durante a infância https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/10/13/10-jogos-que-me-frustraram-durante-a-infancia/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/10/13/10-jogos-que-me-frustraram-durante-a-infancia/#comments Wed, 13 Oct 2021 10:00:09 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=8641 Nos primórdios do site, quando ainda o tratava como um blog, eu publiquei uma lista com jogos que me frustraram quando criança. ASSISTAM TAMBÉM – Cyberpunk 2077 | Uma visão pós controvérsias de lançamento O vídeo é uma conversão desse texto aqui, mas com algumas alterações, então espero que gostem. E se possível inscrevam-se e […]

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Nos primórdios do site, quando ainda o tratava como um blog, eu publiquei uma lista com jogos que me frustraram quando criança.

ASSISTAM TAMBÉM – Cyberpunk 2077 | Uma visão pós controvérsias de lançamento

O vídeo é uma conversão desse texto aqui, mas com algumas alterações, então espero que gostem. E se possível inscrevam-se e deixem seu like para contribuir para o nosso crescimento lá no YouTube.

https://www.youtube.com/watch?v=70ymaylcijg

Gostou do vídeo? Então cogite se inscrever e deixar seu like caso goste do conteúdo que estamos produzindo. E saibam que seu feedback importa para que possamos melhorar ainda mais.

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GAME XP 2018 | Tudo o que rolou no evento https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/10/12/gamexp-analise-do-evento/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/10/12/gamexp-analise-do-evento/#respond Fri, 12 Oct 2018 17:12:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/10/12/gamexp-analise-do-evento/ Com um pouco de atraso venho dizer minhas impressões sobre o primeiro evento exclusivo de games que fui, a GameXP. Sim, eu sei que é uma vergonha, mas não é sempre que tem eventos de grande porte no Rio de Janeiro, ainda mais voltado para video games. A GameXP é derivada de uma área de […]

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Com um pouco de atraso venho dizer minhas impressões sobre o primeiro evento exclusivo de games que fui, a GameXP.

Sim, eu sei que é uma vergonha, mas não é sempre que tem eventos de grande porte no Rio de Janeiro, ainda mais voltado para video games.

A GameXP é derivada de uma área de mesmo nome que costuma existir nos Rock in Rio mais recentes, evento este que dispensa apresentações.

Dessa vez, foi utilizado o Parque Olímpico, área na Barra da Tijuca projetada para os Jogos Olímpicos de 2016. Das áreas ocupadas pelo evento, tivemos grande parte do pátio externo, a arena de basquete e o hipódromo (se não me engano). Os dois últimos cobertos e com ar condicionado.

Infelizmente, só pude ir em um dia (no sábado), então falarei das atrações que vi e a impressão geral minha sobre o evento.

Localização e Segurança


Primeiramente, pra quem não conhece o Rio, saiba que a Barra da Tijuca é o único local da cidade com espaço suficiente desse tamanho e que não fica inacessível pra todo mundo do município. Quero dizer, pra quem é da zona norte (como EU), fica longe até mesmo de carro, mas o transporte público da cidade é todo voltado pra te dar caminhos para chegar na Barra, de forma que em pouco mais de uma hora eu estava lá.

Como era de se esperar, a fila era grande, porém pra minha surpresa, em menos de 10 minutos todos foram colocados pra dentro. A revista na entrada era dividida por sexo, mas infelizmente não eram todos os seguranças que revistavam todo mundo.

Eu mesmo passei só com uma olhada do segurança e se eu ou qualquer um alinhamento quiséssemos fazer uma chacina, ficaria fácil demais. Dada a violência no mundo e no Rio de Janeiro, me pareceu falta de treinamento desse pessoal, talvez em um intuito de diminuir o tempo da fila.

Atrações


Após a entrada, você se depara com aquele “momento parque aquático” onde você não sabe exatamente o que fazer. De cara havia um pequeno circuito de kart com temática de Crash Bandicoot. Seria esse um possível preview do remake de Crash Team Racing?

Mais a frente havia um trailer azul da marca PlayStation, onde era possível testar alguns jogos. Infelizmente, todos os três jogos já haviam sido lançados no dia do evento, tornando a ideia pouco interessante, a menos que você não tivesse outra forma de jogá-los. Um dos brindes do trailer (aliás, esse era o único lugar onde era possível ganhar algo) era um óculos de sol azul com o símbolo do PlayStation.

No dia em que fui – terceiro dia de evento – o mesmo já havia esgotado. A solução que eles arranjaram foi dar pôsteres (lol), porém não sem antes preencher um questionário E postar algo no Instagram com a hashtag deles.

Fora isso, haviam alguns props enormes de Clash Royale, incluindo um pequeno jogo de acertar os alvos, mais voltado para os pequenos.

Na parte interna, tivemos a maior parte das atrações, com algumas palestras sem tema e horários definidos. Na verdade, todas as atrações de convidados foram pouco ou nada divulgadas. Alguns convidados como o Luciano Amaral e o Tiago Leifert estiveram presentes para pequenos talks, mas a maioria dos presentes descobriu tudo na hora do evento.

Os jogos


Em um evento de jogos, o que se espera? Isso mesmo, GAMES!

Realmente foi uma feira bem servida nesse quesito, com atrações como Forza, Mario Kart 8 Deluxe, Mortal Kombat X, PES2018, entre outros. Como era um evento focado no público geral, não houveram torneios (pelo menos não no dia que eu fui e para esses jogos citados). Era tudo um grande “fica uma hora nessa fila pra jogar uma partida”.

Confesso que não tenho muito saco pra fila e enfrentei poucas, uma para o MK8D – pra jogar no telão – e outra pequena para jogar a demo do remake de Spyro the Dragon. Todas as estações com console funcionaram perfeitamente e em momento algum tivemos falhas técnicas, seja de equipamento ou de energia elétrica, que são coisas comuns nesse tipo de evento.

Não haviam grandes estandes, o que pra mim deixou claro que a organização e os anunciantes trataram a GameXP como um parque de diversões, ao invés de uma feira pra divulgar seus produtos. A Xbox parecia, como sempre, a mais empenhada em trazer seus produtos. Incrivelmente, havia grande destaque para a Nintendo, mas totalmente focado em Mario Kart. Além do telão com o jogo, havia um estande menor com piso de lâmpadas coloridas, simulando a rainbow road, com um kart do Mario em tamanho real para exposição.

Além disso, os crachás eram tematizados com os personagens do jogo. Ao meu ver, me pareceu obviamente um licenciamento da marca, já que a Nintendo não mantém atualmente nenhuma operação em território nacional. Ainda assim, foi bonito ver material oficial dela por aqui.

Merchandising e alimentação


Acredito que esse tenha sido o ponto mais baixo do evento. Existia apenas uma lojinha vendendo produtos, mas tudo se limitou a camisetas de anime (?) trazidas pela loja MundoGeek.

A mesma loja vendia os clássicos hambúrgueres de microondas a preços absurdos, chegando a cobrar mais de 20 reais em um lanche vagabundo com Coca. Mais a frente tinhamos os já famigerados food trucks, também overpriced. Infelizmente essa é a realidade desses eventos e não pareceu muito diferente de tudo que já rola em situações similares onde não é possível sair pra comprar comida fora.

Também havia pouca cobertura pra fugir do sol escaldante. Houve um momento onde não era mais possível entrar nas áreas com ar condicionado devido a lotação, então o jeito foi se refrescar nas torneiras do banheiro.

Conclusão

Por tudo lido acima, acredito que consegui passar a ideia de que não fiquei satisfeito com o custo-benefício de ir à GameXP. Com o preço exorbitante de 140 reais por dia (eu paguei meia-entrada), esperava mais. Passei mais tempo em filas e os jogos não eram novidade.

Fica difícil recomendar o evento para país que desejam levar seus filhos, pois um dia inteiro lá foi bastante cansativos e sem o retorno de satisfação esperado.

Infelizmente o Rio de Janeiro passa por grandes problemas e isso afasta as empresas, mas se for pra fazer nessas condições onde o público é cobrado caro pra aproveitar bem pouco, é melhor guardar um dinheirinho a mais e ir para a BGS.

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#PlayWoo | Aritana e a Pena da Harpia https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/11/27/gameplay-aritana-e-pena-da-harpia/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/11/27/gameplay-aritana-e-pena-da-harpia/#respond Mon, 27 Nov 2017 14:12:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/11/27/gameplay-aritana-e-pena-da-harpia/ Eu possuo um canal no YouTube que normalmente posto algumas coisas relacionadas ao que escrevo aqui no site, como os vídeo que coloquei quando escrevi sobre A Pro ou o Perfuraneve. Claro, chegou a rolar alguns gameplays, mas nunca me dediquei totalmente, mas percebi que preciso migrar, chegou a um ponto em que é bem […]

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Eu possuo um canal no YouTube que normalmente posto algumas coisas relacionadas ao que escrevo aqui no site, como os vídeo que coloquei quando escrevi sobre A Pro ou o Perfuraneve.

Claro, chegou a rolar alguns gameplays, mas nunca me dediquei totalmente, mas percebi que preciso migrar, chegou a um ponto em que é bem difícil competir com o YouTube, então estou unindo site e canal.

Estou iniciando as atividades do canal com essa série de Aritana e a Pena da Harpia, pois o Duaik Estúdios anunciaram a continuação de Aritana, então se você ainda não conhecia esse ótimo jogo brasileiro, agora é a hora.

Aritana é um game de plataforma que respira influencia de grandes clássicos como Donkey Kong, Crash Bandicoot entre outros que fizeram a nossa alegria lá no passado. Ele é repleto de colecionáveis e não pega na mão do jogador, tornando-o um jogo desafiador e muito divertido.

ASSISTAM TAMBÉM – Woo joga Mortal Kombat II

Ah, mas o canal será apenas de gameplays? Não! Eu farei sim gameplays, mas também procurarei criar outros formatos de vídeos, mas para isso acontecer é preciso o apoio de todos vocês, pois o feedback é muito importante para que eu possa melhorar o conteúdo e que a atividade continue divertida para ambos.

Por enquanto é isso, conto com a participação de todos e espero que se divirtam!

Gostaram do jogo e querem saber onde o encontrá? Você encontra  Aritana e a Pena da Harpia na Steam pelo preço de 19,00 R$.

 

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Músicas Inesquecíveis dos Games https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/04/22/musicas-inesqueciveis-nos-games/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/04/22/musicas-inesqueciveis-nos-games/#comments Sat, 22 Apr 2017 11:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/04/22/musicas-inesqueciveis-nos-games/ Eu fui convidado por meus amigos Ivo e Cadu para participar de um meme bem musical dessa vez. Devo dizer que fiquei bem contente com o convite, pois me dá a oportunidade de listar algumas músicas não muito populares que tanto aprecio. Claro, certamente vai ter algumas que provavelmente os mais jovens conheçam, porque sou um velho descolado, […]

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Eu fui convidado por meus amigos Ivo e Cadu para participar de um meme bem musical dessa vez. Devo dizer que fiquei bem contente com o convite, pois me dá a oportunidade de listar algumas músicas não muito populares que tanto aprecio.

Claro, certamente vai ter algumas que provavelmente os mais jovens conheçam, porque sou um velho descolado, oras.

Agora chega mais e se liga no som, broto!

Donkey Kong Country 2

Não só é um dos meus jogos favoritos de todos os tempos do Super Nintendo, como também possui uma das mais bela trilha sonora que já ouvi no console.

Composto por David Wise, a trilha sonora casa com as aventuras dos nossos amigos símios de uma maneira apaixonante. Por muitas vezes eu simplesmente parava e ficava ouvindo as músicas enquanto lavava a louça.

Apesar de toda a minha rasgação de seda a cerca da composição, o intuito do meme é citar uma faixa inesquecível, então sem pensar muito digo com toda a convicção que Mining Melancholy é a mais inesquecível de todas. É uma das faixa que mais me causa nostalgia e sensação de paz.

PERSONA 3

https://www.youtube.com/watch?v=mMTbyG5zoyE

É um excelente título de JRPG do PlayStation 2. Talvez um dos que mais joguei durante boa parte do tempo em que morei sozinho. Quantas vezes deixei o console ligado rolando a introdução só por causa da música.

Tenho certeza que não devo ser  o único gordo nerd que fez isso ao menos uma vez na vida.

Sim, o jogo é muito bom, apesar de considerar a dungeon extremamente irritante, ele traz personagens cativantes e um enredo obscuro. Só o fato de atirarem na cabeça com evokers já me cativou.

A faixa “Burn my Dread” que é cantada por Kawamura Yumi.

CRASH BANDICOOT

É um dos jogos que me causou muita frustração na adolescência, mas que mesmo tão velho, continua divertido e com uma ótima trilha sonora.

Por muito tempo carreguei sua ost em meu velho W200 da Sony Ericsson. E depois que o flasheei, NOSSA, o aparelho ficou baguázão para ouvir.

É, saudades daquele tempo.

Foi muito difícil escolher apenas uma faixa dentro de diversas excelentes, mas acabei optando pela Boulders, Boulder Dash. Uma das primeiras que memorizei depois de enroscar nessa fase.

O responsável por essa trilha magnifica foi  Josh Mancell, enquanto trabalhou na Mutato Muzika. Ele também é o responsável pela trilha do Jak and Daxter. Bem, eu não cheguei a ouvir, mas considerei relevante caso alguém sinta curiosidade.

De nada.

TWISTED METAL: BLACK

Eu joguei muito esse game, e sempre que podia eu retornava para mais destruição de veículos.

Não só era apaixonado por aquele clima sombrio, como também fui conquistado por sua trilha sonora recheada de acordes pesados e os personagens mais estranho dos videogames desde Thrill Kill.

Tem pessoas que prefiram o Vigilante 8, eu particularmente prefiro ele no primeiro PlayStation, porém, no PlayStation 2 o Twisted Metal: BLACK é rei. Principalmente por conta de sua trilha sonora.

Também dizem que Twisted Metal 2 como o melhor da franquia, mas ainda não joguei. A musica escolhida foi a Warhawk, que é tocada no momento em que você precisa encarar um fodendo jato.

RAYMAN ORIGINS

Um dos meus games favoritos de todos os tempos. Não bastasse ser bom, também tem uma das trilha sonoras mais marcantes da franquia. Escolher uma foi uma árdua tarefa, nunca é fácil para dizer a verdade, mas cheguei a música da fase Gourmand Land, se chama: Youre on Fire.

Essa trilha maravilhosa foi composta por Christophe Heral, que mandou bem demais. Essa musica é tocado em um dos mundos de comida.

Ah, como eu amo Rayman Origins.

Obviamente existe muito mais músicas legais, mas vou ficar com essas por enquanto.

BÔNUS MUSIC: FALLOUT4

Eu não poderia deixar de colocar a minha favorita de todos os tempos, e que ficou maravilhosa em seu novo jogo, que é a música título de Fallout 4.

Atualmente estou jogando (muito)  esse game, então a música não sai da minha cabeça, logo não colocá-la aqui seria uma grande heresia da minha parte.

Culpem o compositor Inon Zur que fez uma trilha sensacional para o jogo. Sério, mesmo que não goste da franquia ou não tenha jogado ainda, corra até o Spotify ou seu streaming de música favorita e ouça a trilha e apaixone-se também.

Confiram os amigos que participaram da brincadeira:

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12 Jogos que me frustraram durante a infância https://www.arquivosdowoo.com.br/2012/09/28/12-jogos-que-me-frustraram-durante-a-infancia/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2012/09/28/12-jogos-que-me-frustraram-durante-a-infancia/#comments Fri, 28 Sep 2012 06:04:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2012/09/28/os-games-mais-frustrantes/ Escolhi 12 Jogos que me frustraram durante a infância por conta das diversas vezes aquela jogatina descontraída se tornou uma tortura ao ponto de me deixar com um desejo enorme de espancar os programadores até a morte enquanto cantarolava a musica “Unicamente” da Débora Blando. Por que de Débora Blando? Eu não tenho a miníma […]

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Escolhi 12 Jogos que me frustraram durante a infância por conta das diversas vezes aquela jogatina descontraída se tornou uma tortura ao ponto de me deixar com um desejo enorme de espancar os programadores até a morte enquanto cantarolava a musica “Unicamente” da Débora Blando.

Por que de Débora Blando? Eu não tenho a miníma ideia, talvez porque gosto bastante e me remete a momentos tranquilos.

Deixando esse detalhe de lado, acontecia simplesmente pelo fato do jogo ser criado unicamente para o prazer de deuses como Chuck Norris e Steven Seagal poderem brincar sem destruir o universo.

Recordando esses momentos de extrema raiva eu decidi selecionar os jogos mais frustrantes que já joguei. Todos aqueles games que fizeram com que o Woo aqui chorasse lágrimas de sangue ou implorasse pelo game over supremo

Aproveitem!

CONTRA – NES

Contra é um game que 98% da população mundial não foi capaz de zerar, sem o truques de vida ou mesmo save state, e os outros 3% que alcançaram essa proeza são compostos por pessoas geneticamente modificadas.

Eu faço parte dos 98 % que não concluiu sequer com os truques, tentei por diversas vezes chegar ao fim desse game sem save state ou mesmo código de vidas mas só encontrei dor e raiva no processo.

Pensei que o problema era eu mas percebo que o problema é o jogo, ele foi feito com o intuito de traumatizar os jogadores a ponto de recorrer a jogos mais fáceis.

Esse jogo me faz sentir muita saudade das barras de energia e os cabelos que perdi no processo.

CRASH BANDICOOT – PSONE

Comecei a jogar Crash Bandicoot novamente no inicio do ano mas o progresso tem sido lento, muito lento. Claro, a falta de tempo contribuiu bastante, mas o real vilão é a dificuldade.

Há fases que apesar de serem muito bem elaboradas, possuem um grau de dificuldade que beira ao insano. Não importa o quanto você treine o pulo, você vai cair porque achará que está na linha da madeira ou rocha.

Destaco a fase “Road to Nowhere” que me fez arrancar os cabelos muitas vezes, eu sofri horrores até chegar ao fim dela. Tudo bem que a “Boulder Dash” também deu um pouco de trabalho assim como a “The Lost City“, mas isso já é outra historia.

Crash é um jogo muito bom em diversos pontos, seja graficamente ou musicalmente, alias, eu adoro todas as musicas. Principalmente a Boulder Dash e Neo Cortex.

ULTIMATE MORTAL KOMBAT 3 – SUPER NES

Muitos devem estar se perguntando nesse exato momento “Que? Mas porque diabos tu acha que UMK3 é difícil? NOOB”. Calma meu caro milenial que vou me explicar.

Na época em que o joguei, não importava o quão bom fosse suas habilidades no joystick, jogar UMK3 na dificuldade máxima era uma missão quase impossível.

Mesmo gostando do game, até nos dias de hoje eu sou massacrado pela maquina na dificuldade máxima.

Olha, eu era um excelente jogador no controle de Ermac, um dos meus personagens favoritos. Se bem que ultimamente ele tem beijado o chão com mais freqüência, o tempo andou atrofiando minhas habilidades.

UMK3 era tão popular por aqui que o primeiro campeonato de games que rolou em minha cidade, lá pelos meados de 1996, o jogo escolhido dentro da franquia por maior numero de votação.

Sim, eu tinha 12 anos e fui humilhado por um cara três anos mais novo que eu no torneio. Fazer o que, surpresas da vida.

RESIDENT EVIL – PSONE

Antes mesmo de Resident Evil nascer, nós tínhamos games de horror como Sweet Home e Alone in the Dark, só que nenhum desses títulos causou tanto terror quanto RE foi capaz de trazer ao mundo.

Esse primeiro titulo eu considerado extremamente difícil  se comparado os seus jogos posteriores. Jogar com o Chris Redfields, é abraçar a dificuldade e chamá-la de amigo, pois você inicia a aventura portando apenas uma faca! E quando você encontrar um arma, ainda terá que lidar com a escassez de munição durante todo o game.

LEIAM – Por que Resident Evil é uma franquia de filmes ruins?

Serei sincero, até o presente momento, eu nunca consegui completar o game jogando com o Chris, compreendo que ele é resistente fisicamente mas a ansiedade acaba comigo e isso me impediu de fechar o game com ele!

Sim, sinto vergonha de mim mesmo…

YO! NOID – NES

Um homem de 40 anos fantasiado de coelho e com um problema sério de vicio em pizza, além de uma coragem descomunal para sair pelas ruas utilizando de um IO-IO como arma.

Isso é YO! NOID.

Poderíamos deduzir que o jogo a primeira vista parece mamão com açúcar, mas essa ideia passa logo depois de 2 minutos de jogatina. Detentor de fases dificílimas e uma saúde extremamente frágil, o nosso herói pode vir a óbito até mesmo com um espirro ou brisa mais forte.

Também é alérgico a peixes, pássaros e quase tudo que respira ou não.

Esse jogo conseguiu levar crianças e adultos em busca incessante por terapia na época de seu lançamento, pois ele foi considerado um dos games mais difícil do NES.

Tamanho sucesso garantiu que ele sempre seja listado quando alguém resolve fazer uma lista como essa que você está lendo. Não acredita? Vai lá jogar depois volta aqui.

SHADOW OF THE BEAST – MEGA DRIVE

Shadow of the Beast foi desenvolvido pelo próprio demônio aos finais de semana e que por sinal, também é o chefe final do game. E eu só sei disso porque fui ver no YouTube, não tenho habilidades pra fechar o game.

Se vocês choraram com Yo! Noid, pode ter certeza que esse aqui vai te fazer usar fralda e dizer “papa, fiz pipi”.

É tanta coisa atacando você ao mesmo tempo que só imagino alguém com diversos olhos ou um alienígena, aquele tipo de cara que joga um único game por tantos anos que passa a chamar a equipe de desenvolvedores de pai e mãe.

Eu gosto de um desafio, mas ele tem de se manter divertido e não me deixar frustrado a ponto de chorar. Sério. Um dos poucos games que nunca mais quis jogar de novo.

THE IMMORTAL – NES

Um game frustrante até o osso e que destruiu minha vontade de continuá-lo depois de diversas mortes.

Morrer em um game é algo extremamente comum, mas The Immortal leva isso a um nível lazarento. Fui morto 20 vezes por uma maldita minhoca que insistia em me comer logo no começo do jogo. Um passo errado e lá vinha à minhoca serelepe comer o velho.

Bem, mas a dificuldade é exatamente essa dos atrativos do game e ela faz bonito de se ver, posso dizer que fiquei surpreso com o fato desse game ter chegado ao NES. Quem diria que a Nintendo deixaria um game desse chegar a biblioteca.

De qualquer modo o foco aqui é a dificuldade cabeluda do jogo que me impediu de prosseguir na jogatina, então, para ao menos saber o que acontece, optei por acompanhar as jogatinas do Cosmão do SHUGAMES que zerou o game em um Retro Challenge e registrou o passo-a-passo para nós meros mortais.

BLACK – PLAYSTATION 2/ XBOX

Conheço algumas pessoas que zeraram esse game, mas eu particularmente nunca consegui chegar ao seu fim, mas conseguia me diverti muito com BLACK.

O jogo tem um desafio elevado, mas o maior problema aqui é a minha habilidades com FPS, que equivalem a de uma tartaruga idosa tentando dar umazinha.

O game é ótimo e provavelmente os amantes de FPS não devem ter sentido tanta dificuldade. Eu me diverti muito jogando, mesmo não saindo da terceira fase, mas o que importa é que pude explodir coisas e ter armas de grosso calibre em meu poder.

BLACK é considerado um FPS obrigatório a todo gamer,  independente de eu ser um tomate jogando ele.

GHOULS’ N GHOST – MASTER SYSTEM

Eu sou um cara de cabeça-quente apesar de possuir uma expressão facial serena e fofa, algo que se perde quando me frustro com um game. A expressão serena dá lugar a urros, berros, e me transformo em um gordo sensível e chorão.

No tempo que morei sozinho, uma vizinha preocupada veio até
meu portão saber se estava tudo bem comigo. Foi constrangedor, apenas acenei com a cabeça e voltei a jogar urrando e berrando.

Maldito Ghouls’n Ghost!

Mas sabe qual foi a maior frustração aqui? Descobrir que essa versão é a mais fácil.

Mereceu lista entre os 12 Jogos que me frustraram durante a infância.

DRAGON WARRIOR III – GAME BOY COLOR

Esse game eu comecei a pouco tempo no emulador de Game Boy Color para Android, mas o seu problema logo de cara é que ele te joga para batalhas com até sete inimigos ao mesmo tempo.

O que te obriga a fugir muitas vezes com o rabo entre as pernas, isso quando você consegue correr e não acaba morto.

Sabemos que dificuldade é uma das marcas registradas da franquia Dragon Warrior, mas Dragon Warrior III é um game que requer muita paciência e dedicação, pois é impossível seguir adiante sem passar um bom tempo upando o protagonista.

Acho que preciso pensar melhor se levo essa jogatina adiante.

DOOM TROOPERS – SUPER NES

DOOM Troopers não é um titulo muito conhecido mas que causa um sentimento misto em que o conhece. É um jogo que encará-lo sozinho pode se tornar uma tortura, mas seu modo cooperativo é muito divertido mesmo diante da dificuldade.

Com fases complicadas e chefes que vai fazê-lo socar o chão algumas vezes, ele entrega um jogo bacana e com um design peculiar. Na boa, a primeira fase parece a do DONKEY KONG COUNTRY mas com ciborgues que sangram óleo.

Há uma fase em especial que foi o meu inferno pessoal e que acabou com minha vontade de prosseguir: A fase da bomba relógio.  Tentar chegar até certo ponto do mapa antes de uma bomba explodir foi o meu inferno astral.

É divertido, difícil pra cacete mas ainda bem charmoso.

NINJA GAIDEN – NES

Ninja Gaiden é difícil pra cacete, mais por conta dos inimigos que se atiram contra o personagem de tudo quanto é direção.

Tudo que se move na tela é pra te matar, seja o boxeador, os pombos e até os namekusei que atiram crucifixos no Ryu. Eu comi o pão que o diabo amassou para conseguir avançar um pouco mais no game, não a toa que prefiro a versão do Master System.

Eu tentei chegar ao fim desse game mas acabei deixando para lá, até porque começou a chegar em um ponto em que parou de ser divertido pra mim.

LEIAM – Shinobi | O maior e melhor ninja do Master System

Ninja Gaiden pode ter transformado a vida de muitos gamers em um inferno, mas por conta do desafio que é fechar o jogo, que acabou tornando-se um dos grandes titulo do Nes e posteriormente SNES.

Quer saber mais sobre Ninja Gaiden? Saiba que o blog Nostallgia Brasil abordou todos os títulos da franquia. Dá um pulo lá conferir.

CONCLUSÃO

Espero que tenham gostados dos 12 Jogos que me frustraram durante a infância e deixem sua lista nos comentários com os jogos que os frustraram. Esses dai só foram alguns, tenho certeza que se eu pensar mais um pouco consigo aumentar a lista e fazer um novo post.

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