Arquivos Activision - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/activision/ Um pouco de tudo na medida certa Tue, 03 May 2022 17:23:47 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Activision - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/activision/ 32 32 Pitfall completou 40 anos! https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/04/22/pitfall-completou-40-anos/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/04/22/pitfall-completou-40-anos/#comments Fri, 22 Apr 2022 14:21:42 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=11020 Eu não fui criança nos anos 80, mas isso não impediu que viesse a conhecer Pitfall em uma época que o Super Nintendo e Mega Drive brigavam ferrenhamente entre as crianças e adolescentes. E enquanto meus amigos se divertiam com Super Mario World, minha família e eu passávamos as noite jogando Pitfall em TV preto […]

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Eu não fui criança nos anos 80, mas isso não impediu que viesse a conhecer Pitfall em uma época que o Super Nintendo e Mega Drive brigavam ferrenhamente entre as crianças e adolescentes. E enquanto meus amigos se divertiam com Super Mario World, minha família e eu passávamos as noite jogando Pitfall em TV preto e branco que ganhamos da minha vó.

Na manhã seguinte eu compartilhava com meus amigos da escola, orgulhoso, as pontuações que meu pai e eu alcançávamos no jogo, mesmo alguns deles não dando a mínima, afinal, eles estavam jogando Super Mario World entre outros games da época.

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Apesar desse confronto de gerações entre crianças da minha faixa etária, eu não me incomodava muito, obviamente queria um console mais novo, mas a ideia de termos tantos aparelhos reproduzindo jogos diferentes definitivamente me empolgava bastante – Também mão era incomum algum coleguinha dizer que não conhecia o console da Atari.

Nas poucas vezes que foi possível nos reuníamos após a escola para tentar fechar o Pitfall, coisa que nunca conseguíamos, mas a lembrança dessas tentativas ficaram.

E dito isso, no dia 20/04, Pitfall completou 40 anos de idade, e ao ter conhecimento dessa data me bateu uma vontade quase automática de compartilhar esse pequeno fragmento da minha vida com o titulo, além de revisitar a história por trás desse grande clássico criado por David Crane.

Me acompanhem nesse retorno ao passado!

Pitfall
Os fundadores da Activision – Reprodução/Internet

Como tudo começou

Quando David Crane, Alan Miller, Robert Whitehead, Larry Kaplan deixaram a ATARI, o objetivo em comum de todos era o de criar uma empresa em que o desenvolvedor fosse creditado por seu trabalho, tal como um autor de livros. Algo muito diferente do ambiente proporcionado pela ATARI naqueles tempos em que seus funcionários eram meras engrenagens que geravam dinheiro.

Com a recém-criada Activision, David Crane e seus colegas agora eram creditados e ainda tinham um retorno direto do que produziam quando bem recebido por seus cliente. O que segundo David criou um ambiente de trabalho que todos queriam ir trabalhar todos os dias.

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Com David Crane a frente como Engenheiro – Chefe nesse começo da nova empresa, ele teve a difícil tarefa de criar um equipamento de microprocessador personalizado que os permitisse criar os jogos. Sem esse equipamento, nenhum jogo poderia ser feito. E como a empresa era nova e o orçamento apertado, Crane criou um EPROM caseiro para que pudesse programar seus protótipo de cartuchos e enviar o código final do jogo para a fabricação.

Com a finalização dos projetos de hardware, era chegada a hora de Crane se concentrar no desenvolvimento dos seus jogos, pois a a empresa iria participar de sua primeira CES em janeiro do ano seguinte. Com um prazo apertado de 3 meses, em outubro de 1979 e o final daquele ano nasciam Dragster e o Fishing Derby, projetados e desenvolvidos por David.

Pitfall – Reprodução/ Activision

O Nascimento de Pitfall Harry

Pitfall Harry nasceu a partir do desejo de David Crane em criar um avatar humano para os jogos da época, pois até então, os jogos sua maioria consistia em objetos inanimados como carros, navios, aviões entre outros. Ainda segundo Crane, um dos maiores desafios foi o de criar um personagem que se assemelhasse a um humano dentro de 8 pixels de larguras.

Depois de pronto o personagem, o design principal do jogo foi o processo mais rápido de criar, levando apenas 10 minutos para ficar pronto e inspirando-se em Indiana Jones.

Por outro lado como o personagem tinha a habilidade de saltar e se agarrar, além de se movimentar correndo pela tela, mas diferente de qualquer outro titulo naquele tempo, quando o personagem chegasse ao fim da tela do lado esquerdo, uma nova tela surgiria, e assim aconteceria caso ele avançasse até o final da tela no lado direito, levando o personagem a cenário distintos.

Crane, acabará de criar um novo conceito que viria a ser replicado em jogos de gênero plataforma muitos anos depois, onde um designer poderia criar personagens que podiam ir para qualquer lugar em mundo em seus jogos e a única limitação seria a física, devido ao espaço de armazenamento.

Pitfall levou pouco mais de 1000 horas para ser produzido, mas fez valer cada minuto investido pois vendeu 4,5 milhões de unidades no Atari 2600 e ficou por 64 semanas no topo da vendas Billboard, além ser eleito o jogo do ano de 1982.

Pitfall
Pitfall II: Lost Caverns – Reprodução/ Activision

Pitfall II: Lost Caverns

Se o primeiro jogo impressionou, a sua sequencia Pitfall II: Lost Caverns conseguiu o feito de ir muito mais longe. Apesar de Crane não ter projetado o jogo como uma sequencia, ele implementou diversas ideias novas que transformaram essa sequencia em um jogo ainda melhor do que o primeiro.

Entre elas as novas possibilidades destaca-se a exploração vertical e as habilidades de escalada, natação e voo por meio de um balão de gás.

Talvez o mais notável do titulo seja a implementação de check point, que ao invés de você retornar ao inicio do jogo como era de costume, você simplesmente retornava uma tela anterior a sua morte. Estamos falando de um jogo de 1984!

Outro destaque é a musica de aventura que trouxe ainda mais vida e emoção ao titulo, enquanto no anterior tínhamos poucos sons, incluso o peculiar som de quando nos agarrávamos ao cipó, aqui temos uma musica que toca o tempo todo e que alterna para uma outra faixa nos momentos em que você se segura no balão ou quando Harry morre – Inclusive o arranjo da musica foi feita pelo próprio Crane.

Não a toa Pitfall II: Lost Caverns após ser lançado também ultrapassou a casa dos milhões de unidades vendidas e ainda ficou por 6 meses no topo das paradas dos jogos mais vendidos, recebendo até o premio Golden Floppy de 1984 de melhor jogo e o prêmio Vídeo Adventure Game of the Year de 1984.

Piftall: The Mayan Adventure – Reprodução/ Activision

A aventura maia de Pitfall Harry Jr

Pitfall se tornou um sucesso estrondoso no Atari 2600 e isso fez com que o titulo recebesse diversos portes para as mais variadas plataformas nos anos que se seguiram.

Com tamanho sucesso na geração passada, uma sequencia na geração 16 bits não seria diferente, certo? Errado. Em 1994 chegava Piftall: The Mayan Adventure, jogo em que o protagonista original acaba sendo sequestrado durante uma expedição com seu filho, Pitfall Harry Jr, e agora precisa ser resgatado pelo seu herdeiro.

No jogo agora é possível atirar projeteis, chicote, bombas e realizar manobras de bungee jump com cipós, afinal, estamos no controle de um adolescente bem radical dessa vez. Só que nada disso faz do jogo uma tarefa fácil, o desafio elevado ainda está presente mas com um visual muito mais belo do que sua contraparte clássica.

E apesar de não ter sido desenvolvido por David Crane, o jogo The Mayan Adventure ainda teve uma boa recepção tanto de publico quanto pelos críticos de revista na época. Suas vendas conseguiram passar de mais de 1 milhão de cópias, e grande parte dos elogios direcionados foi a animação dos personagens e fases, talvez isso se deva pelo fato de que foram desenhados a mão pela Kroyer Films no início de produção, estúdio esse que contava com alguns ex-animadores da Disney.

Enquanto o outro aspecto que merece muitos elogios é a sua trilha e os efeitos sonoro que realmente nos faziam ter a sensação de perdido na selva. E o responsável foi essa experiência foi a Soundelux Media Labs, que posteriormente voltaria a trabalhar com a Activision anos depois.

Pitfall
Reprodução/ Activision

VIDA LONGA A PITFALL

Infelizmente a Activision mudou muito ao longo dos anos, e grande parte das características que a consolidaram como uma desenvolvedora de jogos foram se perdendo ao longo dos anos. O que levou Crane a sair da empresa em 1986 para fundar a Absolute Entertainment com Garry Kitchen, depois de uma mudança de politica dentro da empresa após a entrada de um novo CEO.

Hoje a Activision é uma empresa que encontra-se no olho de um furacão com diversas denuncias de assédios e problemas internos, mas o intuito não é focar nos problemas, mas celebrar um dos seus legados de sua fase boa.

Piftall apesar de perdido um pouco de sua força ao longo dos anos, sendo sua ultima aparição nos consoles foi com Pitfall: The Big Adventures em 2008 para o Wii. Outra aparição foi para o celulares com um remake, se é que dá pra chamar disso, em um estilo temple run que definitivamente não é a minha praia.

No mais, Pitfall não foi importante só por ter moldado o futuro dos jogos que viriam dali em diante, mas também a politica da indústria como era conhecida naquela época, criando um modelo onde o criador finalmente poderia ter ser creditado e reconhecido por sua obra.

Hoje não é incomum que muitos desenvolvedores, compositores e escritores sejam prestigiado por seus legados na indústria de jogos, e quem o deu pontapé para essa mudança foi Crane e seus companheiros.

Pitfall completou 40 anos e só posso dizer: VIDA LONGA A PITFALL, e obrigado David Crane.

Fonte: Retro Games Master / Wikipédia

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The Game Awards | Refletindo sobre os anúncios https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/11/the-game-awards-refletindo-sobre-os-anuncios/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/11/the-game-awards-refletindo-sobre-os-anuncios/#respond Sat, 11 Dec 2021 16:24:22 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=9375 Ontem, enquanto conversava sobre trivialidades com o Diogo e xingava o Alexis gratuitamente (porque se você não xingar seus amigos de graça, você não é amigo da pessoa), ele me perguntou: “Quer cobrir o Game Awards?” No que eu perguntei sobre o que eu teria que falar, fazer um in loco ou sei lá o […]

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Ontem, enquanto conversava sobre trivialidades com o Diogo e xingava o Alexis gratuitamente (porque se você não xingar seus amigos de graça, você não é amigo da pessoa), ele me perguntou: “Quer cobrir o Game Awards?” No que eu perguntei sobre o que eu teria que falar, fazer um in loco ou sei lá o quê, ele falou pra eu dar minhas impressões.

Foi mal, Diogo, mas eu não tenho impressora.

Que foi? Eu queria ter feito essa piada na hora, mas não foi. Enfim, eu só não lutei contra o sono durante a premiação pelo motivo de que eu costumo ir dormir 3 e meia da manhã. Mas, pra não soar tão babaca assim com os amigos que quase dormiram com aquela apresentação, vou contar o processo por trás desse texto.

O processo

Pra eu não me perder sobre o que eu teria que falar, eu fiz anotações de parte das minhas reações pra ter uma base. Porque se eu fosse fazer tudo de cabeça, eu esqueceria a metade do que planejei escrever. E no final da dita cuja apresentação, eu estava cansado pra caralho.

Dito isso, honestamente, o The Game Awards é basicamente um comercial gigante de 3 horas e meia com uns prêmios que os normies ligam e eu basicamente uso eles pra irritar fanboys (tipo quando o God of War ganhou o ‘Game of the Year‘ de 2018, mesmo sendo intragável e desinteressante. Eu curti que o GoW ganhou só pra irritar os fanboys de Red Dead Redemption 2).

LEIAM – The Game Awards 2021 | Impressões do Diogo sobre os anúncios

Antes de começar a comentar sobre os jogos, uma última coisinha: O que uma comida de rabo da internet não faz, né?

Depois de dizer que não faria comentários sobre a merda lá da Blizzard-Activision-Blizzard (sim, escrevi errado porque sim) e levar uma comida de rabo UNIVERSAL da internet inteira apontando a hipocrisia, a produção do TGA voltou atrás e o Geoff fez o discurso com as indiretas menos indiretas do mundo pra Activia-SubZero.

Agora, vamos ao que interessa, os jogos… Se eu esqueci algum jogo, foi provavelmente porque a minha internet caiu na hora do evento (coisa que aconteceu… Umas 3 vezes.)

Game Awards 2021
Reprodução/Internet

Tunic

Tunic pareceu ser um jogo top-down bonitinho, meio furry… Mas eu perdi meu interesse nele quando vi que ele só vai sair em plataformas Xbox.

Isso é comum pra mim, porque são plataformas que eu não posso jogar, não é nada contra o Xbox. Mas não tem como eu me empolgar com algo que não terei como jogar. Inclusive é por isso que eu odeio quando devs indies anunciam jogos só pra PC/Switch.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Risk of Rain 2

Por quê caralhos colocaram um trailer de um jogo lançado em 2020 no Game Awards 2021?

Sério. Tá, foi no pré-show, mas essa porra tá disponível há mais de um ano.

Reprodução/ Internet

The King of Fighters XV

K’9999 está de volta com um novo nome e um novo penteado. E teremos um segundo beta aberto.

Só espero que não tenha o mesmo fiasco de exigir PS Plus para um beta cuja descrição dizia NÃO PEDIR PLUS. Sim, isso me deixou puto, muito puto. Eu baixei o primeiro beta aberto, e ele pedia a Plus, então basicamente 11GB só pra uma tela título.

Reprodução/ Internet

The Texas Chainsaw Massacre

MAIS UM JOGO DE MULTIPLAYER ASSIMÉTRICO. Jesus, isso tá enchendo o saco. Tivemos Boring by Daylight, Friday the 13th (que é um bom jogo, ao contrário de DBD), o Resident Evil Resistance, Evolve (que precede esses jogos) e até Dragon Ball tem um jogo do tipo anunciado. Eu não aguento mais.

Pulemos nesse parágrafo o jogo da Telltale que não me importo, o Homeworld 3 que não me importo, Monster Hunter Rise que não é minha praia e nem posso jogar, Babylon’s Fall que só não periga ser o pior jogo da Platinum porque Anarchy Reigns é um porre insuperável e insuportável, e aquele jogo colorido que o Diogo curtiu, mas a minha internet caiu na hora e não estou nem um pouco a fim de ver agora.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Evil West

Darkwatch foi o primeiro jogo de PS2 que joguei na vida, na casa do meu amigo Renato, que hoje mora no Canadá.

Era um jogo de tiro em primeira pessoa bem divertido (E COM CO-OP LOCAL). Nunca cheguei a terminar por motivos, mas é um jogo bastante cultuado. Evil West parece ir na mesma pegada, mas parece acrescentar toques de outro jogo de Velho Oeste do PS2, no caso, God Hand, com as coisas sendo meio over the top. E como esse é um jogo que vai sair pra geração PS4/PS5, então podemos ficar de olho nele.

Reprodução/ Internet

Have a Nice Death

O jogo tinha minha atenção pelo visual e gameplay, parecendo ser um metroidvania, até que subitamente descobri que ele era Roguelite. Isso meus amigos, é a receita de uma brochada bem sucedida, porque perdi todo meu interesse pelo jogo.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Persona 4 Arena Ultimax

Eu sou completamente a favor de pegar jogos que ficaram presos em gerações passadas e trazer eles pra geração atual.

Dito isso, uma pena que a Atlus não tenha anunciado a retro compatibilidade da versão de 360 com o hardware mais recente.

Porque ao contrário do PS3 que é composto de física quântica, o Xbox 360 são equações simples que tornam a retrocompatibilidade com o Xbox One simples e suave. Mas ei, PERSONA 4 DE LUTINHA!

Reprodução/ Internet

Hellblade 2: Senua Saga

Honestamente, eu preferiria que mostrassem outro trailer de CG, ao invés de um “gameplay” com interrupções a cada 10 segundos com a Senua olhando pra trás, o que me faz pensar que aquilo parecia um segmento de Quick Time Event (mesmo que não seja), mas veja bem, a Senua corria, olhava pra trás, corria, olhava pra trás e o Gigante engolia um Zé qualquer.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Star Wars Eclipse

Vou repetir aqui a frase que coloquei no chat do Twitch do pessoal da PSX Brasil. Eu estava animado até ver que o jogo é da Quantic Dream.

Não to brincando, porque a apresentação (mesmo que em trailer), parecia minimamente interessante, mas só o fato de ser da Quantic Dream… David Cage é basicamente um Hideo Kojima, só que com menos redundância e menos talento.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Lost Ark

MMO… Zzz… Já tenho minha cota de MMO com Caravan Stories, obrigado. Não são nem um pouco semelhantes, eu sei, só queria usar esse parágrafo pra falar que voltei a jogar Caravan Stories por causa do evento em collab com a Houshou Marine, do Hololive.

Se eu consegui tirar a Senchou? Ainda não, mas estou tentando.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Wonder Woman

Tivemos só um teaser, e desse teaser, podemos tirar duas coisas: 1: É um jogo da Mulher Maravilha. 2: Pelo menos o modelo facial da Mulher Maravilha não parece ter sido esculpido em queijo e escarrado, feito o de Injustice (qual o problema do NetherRealm em fazer rostos femininos? Aquele jogo tem muito Nightmare Fuel)

Reprodução/ Internet

Alan Wake II

A mudança de ação pra terror não é muito a minha praia, mas bom para os fãs de Alan Wake.

É só o que tenho a dizer, pois só joguei uns 10 minutos daquele Standalone DLC do primeiro jogo no PC e abandonei porque jogar coisas no PC é um saco.

Sonic 2

TODA a apresentação em torno do filme de Sonic 2 feita pro Game Awards 2021 foi bem feita, mesmo as piadinhas antes do trailer (que costumam ser cringe), me fizeram dar umas risadas.

E honestamente, esse filme tem tudo pra ser o que Sonic 2 (no Mega Drive) foi em relação ao primeiro: Melhora dos pontos fracos e um produto genuíno de quem curte o material de origem.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Horizon: Forbidden West

Eu gostei do primeiro jogo, mas só o joguei porque a Sony deu de graça. É o jogo que eu aguardo… Com moderação, porque tenho um milhão de prioridades na frente dele.

A versão de Final Cantas VII Remake pra PC vai sair na semana que vem

E isso não significaria nada pra mim, exceto o fato de que a Square-Enix tá cobrando 70 dólares por isso. Usando as palavras do Craque Neto: “Brincadeira, viu?”

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SlitherHead

Do cara que criou Silent Hill, com o compositor de Silent Hill e a sigla do nome do jogo é SH como Silent Hill, mas não é Silent Hill nem tem cara de Silent Hill.

Se ele for um jogo de ação com toques de horror (como o trailer deixou parecer), posso até me interessar, caso contrário não, porque eu tenho cagaço com jogo de terror.

NightingGale

Mais um jogo do famoso gênero “Survival crafting coop multiplayer online early access ”. Passo.

Somerville

Não entendi nada. Próximo.

Cuphead: The Delicious Last Course

Quem lembra dos produtores de Cuphead dizendo que o jogo nunca sairia no PS4? Bons tempos.

Enfim, depois de muita espera e até apostas pra ver quem sairia primeiro, o DLC de Cuphead ou Hollow Knight: Silksong, o run and gun cartunesco finalmente tem uma data para o seu DLC, no meio do ano que vem.

Agora só falta você, Silksong. Eu queria jogar Cuphead, mas tá caro.

Sonic Frontiers

Esse teaser mostrou tanta coisa quanto uma screenshot da minha conta bancária, ou seja, nada.

Trailer do filme novo do Guillermo del Toro

Del Toro fez “A forma da Água”, um dos filmes mais porre da década passada, mas que por algum motivo ganhou o Oscar. Mas ele vai ter sempre meu crédito por ter feito Hellboy 1 e 2, dois dos filmes mais bacanas de Super Heróis. E não, não liguei nem um pouco pra esse trailer, tá me achando com cara de cinéfilo só porque tenho um PS4?

Tchia

Mais jogos bebendo da fonte de Breath of the Wild, mas não estando limitados a plataformas da Nintendo? Yes, please. O jogo pareceu tudo o que a nova geração não é: Criativo, colorido e inspirado. Aguardo com moderação.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Suicide Squad: Kill the Justice League

Por um lado, é um jogo da Rocksteady, e a não ser que algo MUITO GRAVE aconteça (tipo dar 2 semanas pra um estúdio minúsculo portar pro PC), o resultado pode agradar bastante. Mas, se eu for honesto, essa coisa de Heróis ficaram DU MAL já cansou pela falta de criatividade usada.

Reprodução/ Internet

Forspoken

Olha, esse jogo tá… Bonitinho. E é um isekai, coisa que não é feita com tanta frequência em jogos (não contando jogos baseados em animes isekai) grandes, então vamos ver onde isso vai dar.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Saints Row

Eu me interessaria nesse jogo se ele se chamasse: “As aventuras de Tito Santana”, ou qualquer outra coisa. Porque como jogo, ele não parece ruim, mas apenas outro jogo de mundo aberto.

E eu aceito qualquer coisa que não seja Grand Theft Auto. Mas como Saints Row… Ele tá um TÉDIO. A não ser que a Volition esteja escondendo as cartas MUITO BEM, esse jogo vai ser uma decepção pra quem curte a franquia.

Reprodução/ Internet

Dune: Spice Wars

Não sou chegado em RTS, mas considerando que Duna 2 foi o início do gênero, ter um jogo novo após o sucesso do novo filme, é algo bacana de se ver.

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Tiny Tina’s Wonderland

Única coisa que espero é que esse jogo não seja sem graça como Borderlands 3. De resto, pew pew pew são meus comentários.

Reprodução/ Internet

Among Us VR

Um jogo que não dou a mínima, num formato que não me importo. GRANDES MERDA.

Reprodução/ Internet

Tivemos um vídeo com os dois novos personagens a se tornarem jogáveis, e um teaser da próxima personagem que durou uns 3 segundos.

Sério Mihoyo? Por outro lado, como o jogo ganhou prêmio de “Melhor jogo Mobile”, a Mihoyo vai dar 1600 primogemas entre os dias 11 e 14 de Dezembro aos jogadores, então… Yay, viva o Game Awards. #SanciniVendido

Reprodução/ Internet

Steelrising

Steelrising apareceu na E3 desse ano se a memória não me falha. Agora que o jogo apareceu no Game Awards 2021, ele me parece até que interessante. Não está na minha lista de compras ou de desejos, mas enfim.

Metal Hellsinger

Boomer Shooter Yay!

Nota do Diogo: É um dos games que contou com a melhor trilha sonora durante o The Game Awards 2021, só banda boa a encargo da trilha sonora.

Reprodução/ Internet

Warhammer 40.000: Space Marine II

O Gears of War Azul (roubei essa piada do Amer, porque sim) era um jogo bem divertido, lançado na geração do PS3. E agora está de volta.

Espero a mesma brutalidade e diversão proporcionadas pelo original.

Reprodução/ Internet

Star Trek: Ressurgence

Não é um jogo da Telltale, mas é um jogo da Telltale, já que o Dramatic Labs foi criado por ex-funcionários da Telltale.

Honestamente, espero que esse jogo seja mais pro lado de Tales from Borderlands do que Game of Thrones… Porque os trekkers precisam de um jogo decente da franquia.

Este foi mais uma das grandes revelações do The Game Awards 2021…

https://youtu.be/77TS9tm9o5c

Rumbleverse

O Iron Galaxy Studios está por trás, então ele tem a possibilidade de ser bom. No momento, não entendi o que ele quer ser.

E eu vou finalizar por aqui, porque no momento em que fazia minhas anotações, o evento estava tão porre que devo ter pulado uns 2 ou 3 anúncios, trailers de coisas que já temos data (tipo o novo Plague e o Yin Light 2) e por aí vamos.

Honestamente, o The Game Awards 2021 é basicamente a indústria ocidental numa masturbação coletiva, só ver no quesito de indicações.

Pra trailers, honestamente prefiro showcases como os da Tokyo Game Show, ou mesmo a E3, além das apresentações das produtoras de console (Microsoft, Sony, Nintendo).

Mas, antes de REALMENTE terminar meu texto sobre o Game Awards 2021, mais um fato engraçado… A Google usou o evento pra promover o Google Play Games, onde os usuários poderiam jogar os jogos do celular, no PC (coisa que muita gente faz usando emuladores BTW), o que pode decretar a última pá no caixão do Google Stadia (inclusive eu queria MUITO ter escrito outros artigos zombando do Stadia, mas não o fiz).

Enquanto isso, a Amazon também colocou ads no evento do Amazon Luna, seu próprio serviço de Cloud Gaming. Ê, Google, parabéns, viu?

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