Arquivos 1000g fácil - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/1000g-facil/ Um pouco de tudo na medida certa Fri, 02 Apr 2021 20:56:02 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos 1000g fácil - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/1000g-facil/ 32 32 Vera Blanc: Ghost in the Castle | A Detetive Psíquica https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/04/02/vera-blanc-ghost-in-the-castle-a-detetive-psiquica/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/04/02/vera-blanc-ghost-in-the-castle-a-detetive-psiquica/#respond Fri, 02 Apr 2021 20:56:02 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=6975 Alguém aí tem dúvidas de que o Sancini é burro? Acho que não, mas depois de comprar bombas como Yasai Ninja e Little Adventure in the Prairie e falhar em puzzles em Metamorphosis e 112th Seed, eu decidi em uma promoção comprar um jogo… Que era o segundo de uma série. Porque a anta aqui […]

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Alguém aí tem dúvidas de que o Sancini é burro? Acho que não, mas depois de comprar bombas como Yasai Ninja e Little Adventure in the Prairie e falhar em puzzles em Metamorphosis e 112th Seed, eu decidi em uma promoção comprar um jogo… Que era o segundo de uma série. Porque a anta aqui é burra.

LEIAM – Kaze and the Wild Masks | Análise

Enfim, burrice a parte, numa dessas muitas promoções da PlayStation Store (que constantemente tenta te empurrar aquele jogo bosta de Jojo’s Bizarre Adventure), adquiri Vera Blanc: Ghost in the Castle que recentemente foi lançado para Xbox One, Switch e PS4. O jogo foi produzido pelo estúdio italiano Winter Wolves (que é basicamente o programador Celso Riva + trabalho de arte externo) e lançado pela Ratalaika Games.

Busque a Verdade

Para aqueles que não jogaram o primeiro jogo: Vera Blanc: Full Moon, o jogo oferece um recap rápido dos eventos do primeiro jogo, contando o passado de Vera, como ela, filha de um caralionário chamado Emmanuel Blanc, foi diagnosticada com Câncer no Cérebro e graças a uma operação miraculosa, ela ganhou super inteligência e o incrível poder de ler a mente das pessoas. Ela não pode ler todos os pensamentos das pessoas, apenas o que elas estão pensando naquele momento em específico.

Com sua fortuna e seus incríveis novos poderes, Vera Blanc fez o que qualquer um de nós faria: Se tornou o Batman… Não, pera, ela na verdade não virou o Batman, mas querendo usar suas habilidades para o bem, ela se juntou ao detetive particular Brandon Mackey e os dois passaram a investigar casos paranormais.

Após resolverem o caso do jogo anterior, Vera e Brandom são chamados para resolver o misterioso caso de um fantasma em um castelo numa cidadezinha italiana. Lá, encontrarão pitorescos personagens, se envolverão na solução de crimes e até mesmo coisas relacionadas ao passado da cidade estarão envolvidas na trama.

Jogue Como Quiser

O jogo é uma visual novel, você sabe, jogos onde o texto lhes é apresentado e em momentos chave devem se fazer escolhas. Mas, como é de praxe nos jogos da Winter Wolves, há sempre elementos extras adicionados ao gameplay (Queen of Thieves, por exemplo, mistura Visual Novel com RPG) e aqui, elementos de puzzle são adicionados.

Mas, ao invés de simplesmente obrigar o jogador a ter que passar por seções das quais ele pode não gostar, aqui é te dada a opção de escolher, se quer jogar como uma visual novel ou com os mini games incluídos.

Os mini games de puzzle são bem simples, como por exemplo, digitar o que o personagem que se está lendo a mente pensando (como no jogo da forca), memorização de números (como no famoso Simon) ou descobrir as diferenças entre as imagens (como no popular jogo dos sete erros).

A progressão de Vera Blanc: Ghost in the Castle não é linear como costumamos ver em boa parte das Visual Novels. O progresso é feito de maneira mais ou menos semelhante com adventure point’n’click, no qual se vai a locais diferentes, conversando com pessoas diferentes, e coletando pistas e evidências que podem ajudar a investigação.

Um dos pontos fortes da investigação, é que conforme se avança e encontramos pessoas em locais diferentes, conhecemos melhor a personalidade das pessoas. Então, o garoto que parecia um afável funcionário, acaba sendo um potencial candidato a serial killer. (ainda que ele não seja).

A maneira com que o jogo lida com os problemas é bem interessante, apesar de um certo twist no final não ter me agradado tanto… Mas entendo o porque dele ter sido feito. No geral, é uma história sólida bem contada através de uma investigação.

Graficamente, uma faca de dois legumes

Vera Blanc: Ghost in the Castle

Uma das primeiras coisas que se nota, logo antes da tela título, entrega a idade real do jogo, já que apesar de rodar em 16:9, o jogo em si é em 4:3, já que originalmente, Vera Blanc foi lançado em 2010 para PC’s e a engine na qual ele foi feita (A Ren’py) na época não tornava possível fazer os jogos com resolução 16:9 (creio que o suporte a 720p veio em 2015, 2016, talvez, não lembro bem).

Isso não seria um problema, se a Ratalaika, responsável pelo porte, tivesse colocado algo nas laterais da tela, alguma arte, tal qual alguns jogos que são 4:3 em plataformas modernas fazem (Chaos Code me vem a mente).

A apresentação do jogo é um destaque, já que ao invés do clássico sprite sobre cenário, comum em visual novels, temos uma apresentação feita como se fosse uma história em quadrinhos. Os cenários na maior parte do tempo são simples e os personagens, quando mostrados em detalhes, são bem desenhados… Inclusive passei parte da minha jogatina admirando os talentos de Vera… Oooh, Vera. Entendo porque o Brandon sente atração por você.

Enfim, apesar disso, tem quadros onde detalhes não eram prioridade, e isso era refletido. Como uma experiência em quadrinhos é compreensível, mas não vai ser pra todo mundo.

Sonoramente funcional

Vera Blanc: Ghost in the Castle

A trilha sonora do jogo não chama a atenção, nenhum tema é particularmente memorável. Mas isso não quer dizer que sejam trilhas ruins, como em Tormenta ou Pixel Devil and the Broken Cartridge, jogos que analisei aqui.

As músicas combinam bem com os momentos específicos do jogo. E esse é um grande desafio pra desenvolvedores de visual novels, já que como não temos (me incluo aqui) como mostrar movimentação real, temos que contar com uma trilha que encaixe para ao menos passar o tom pretendido na cena, e as músicas do jogo ao menos conseguem cumprir sua função.

Recomendo, maaaas…

Vera Blanc: Ghost in the Castle

Se eu recomendo Vera Blanc: Ghost in the Castle? Sim. É uma visual novel que não vai te custar muito, tem um roteiro que apesar de não ser revolucionário, funciona e é uma platina/1000G fácil na sua conta. Porém, tem um problema grave, já que o jogo termina deixando ganchos abertos para uma continuação que nunca veio.

O jogo está disponível para PC, iOS, Android, PlayStation 4, Nintendo Switch e Xbox One.

Esta análise foi feita com base na versão de PS4.

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Little Adventure on the Prairie | As horríveis aventuras de Jesuíno https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/12/26/little-adventure-on-prairie-as/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/12/26/little-adventure-on-prairie-as/#respond Thu, 26 Dec 2019 22:03:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/12/26/little-adventure-on-prairie-as/ Jogos ruins. Todo mundo já jogou algum. Jogos péssimos, certamente. Eu mesmo fiz a análise de duas das maiores atrocidades que a Espanha cometeu contra o mundo nos tempos recentes. Existem aqueles jogos, que só de você olhar a capa (ou a thumb, se você usa algum serviço digital, como o Steam/PSN/Live/eShop), já percebe: NÃO, […]

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Jogos ruins. Todo mundo já jogou algum. Jogos péssimos, certamente. Eu mesmo fiz a análise de duas das maiores atrocidades que a Espanha cometeu contra o mundo nos tempos recentes. Existem aqueles jogos, que só de você olhar a capa (ou a thumb, se você usa algum serviço digital, como o Steam/PSN/Live/eShop), já percebe: NÃO, nem ferrando eu compro isso.

Eventualmente, se o preço é baixo, a curiosidade mórbida acaba batendo e é assim que títulos como Little Adventure on the Prairie acabam parando na biblioteca de muitos jogadores. Custando cerca de 2 dólares (R$ 6,50 na PSN), ele é o que há talvez 10 anos atrás, chamaríamos de ‘jogo do Milzão’, aquele jogo ruim que você compraria a um preço baixo só pra conseguir 1000 pontos fáceis em seu gamescore do Xbox 360 (em 2009, os troféus ainda não eram uma coisa tão massiva no PS3, quanto os Achievements eram no 360). Mas enfim, eu vou deixar claro logo aqui: NÃO COMPRE Little Adventure on the Prairie, eu cometi esse erro, então vamos lá.

O jogo não tem nem um conceito básico pra eu chamar de história, então vamos inventar uma aqui: Nosso herói, Jesuíno (estamos próximos do Natal, que acabou de passar, então ele é uma mistura de Jesus com Natalino), entediado que não conhece nenhuma princesa a ser salva, nenhum vilão déspota a ser derrubado, tampouco nenhum traficante para lhe fornecer drogas, resolve sair em uma carnificina sangrenta e destruir todos que cruzarem seu caminho. Como ele vai fazer isso? Pulando na testa dos inimigos, sacudindo sua espada e esperando pelo melhor.

Primeiramente, Little Adventure parece um projeto de alguém que aprendeu a usar a UNITY semana passada. O jogo é um platforming 2D que faz tudo de errado possível. A movimentação do personagem é esquisita, assim como a maneira que ele pula. Assim como em Yasai Ninja, efeitos de colisão são inexistentes. Você só ataca com a espada até o inimigo desaparecer.

O design de fases do jogo é risível, geralmente uma linha reta, às vezes abismos a serem saltados, e por vezes você desce para um ponto inferior do mapa e vai para o outro lado. Ah sim, você precisa matar todos os inimigos pra terminar. E curiosamente, a melhor maneira de matar todos os inimigos, é pulando na testa deles e atacando sem parar, pois a colisão do jogo é tão ruim, que você vai ficar grudado na testa do inimigo e a possibilidade dele te atacar é menor.

Existem power-up’s nas doze fases, além de itens pra recuperar sua energia. Eles não são (talvez o item de saúde seja) obrigatórios pra terminar o jogo, mas você irá os pegar mesmo assim porque eles estão no caminho. E sim, são doze fases. Você vai levar no máximo, meia hora pra terminar tudo… E ainda vai ganhar um troféu de platina no processo.

Graficamente… Não tem nada que se salve. Tanto Jesuíno, quanto os inimigos são compostos de poucos frames de animação e a movimentação deles é atroz. Os cenários são genéricos, e mal feitos, basicamente um JPEG onde dá claramente pra ver onde é o fim da figura, porque o fim e o começo não se ligam, deixando uma linha evidente.

Sonoramente… Eu juro que não lembro das musicas desse jogo, se é que ele tem música. Colocar um CD com o som de gatos brigando seria um som de fundo mais memorável para esse arremedo de jogo.Essa foi uma review mega curta, eu sei… Mas serve de alerta a todos, que quando um jogo parece ruim, tem cara e screenshots que denotam a falta de qualidade, polimento e redenção, evite-o, porque o jogo certamente é pior que bater na mãe com tamanco de madeira. Little Adventure on the Prairie não merece seu dinheiro, sua atenção ou curiosidade.Fuja dessa atrocidade como o diabo foge da cruz.

Essa atrocidade está disponível para Android, iOS, PlayStation 4, PlayStation Vita (mas não é cross-buy, vá entender) e Nintendo 3DS

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