Arquivos Void Sols - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/void-sols/ Um pouco de tudo na medida certa Thu, 21 Nov 2024 18:01:14 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Void Sols - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/void-sols/ 32 32 Ink | Tinta criativa ou só mais um? https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/11/21/ink-tinta-criativa-ou-so-mais-um/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/11/21/ink-tinta-criativa-ou-so-mais-um/#respond Thu, 21 Nov 2024 18:01:14 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=18542 Acho que já devo ter dito em um, dois ou vinte textos, que não sou muito chegado em roguelikes, mesmo tendo feito textos sobre um ou mais jogos do gênero (de cabeça, me vem aquele do Heavy Metal que eu esqueci o nome, e o beat’em up side-scroller do Team 17 que eu também esqueci […]

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Acho que já devo ter dito em um, dois ou vinte textos, que não sou muito chegado em roguelikes, mesmo tendo feito textos sobre um ou mais jogos do gênero (de cabeça, me vem aquele do Heavy Metal que eu esqueci o nome, e o beat’em up side-scroller do Team 17 que eu também esqueci o nome). Eu não sei de onde exatamente vem minha aversão ao gênero, talvez porque assim como os AAA imitam as tendências de um jogo de sucesso (lembra quando todo jogo queria imitar GTA, ou Gears of War? Ou quando todo jogo passou a ser “Mundo Aberto” com centenas de caralhos pra coletar, side-quests ruins a rodo pra esconder o quão vazia era a experiência principal? Acho que vale o mesmo pra roguelikes pra mim, agora TODO SANTO JOGO o dev quer colocar elementos de roguelike. Isso quando ele não mistura roguelike com FUCKING CARTAS. Sim, só olhar qualquer showcase de jogos independentes e fazer um drinking game de cada jogo roguelike… Shot duplo se tiver cartas. Você vai ter cirrose em seis meses. Se adicionarmos jogos de fazendinha imitando Stardew Valley? COMA ALCOÓLICO NO DIA.

Então, dá pra entender meu ceticismo ao falar sobre o gênero, é um do qual eu nunca fui particularmente fã, que todo aspirante a desenvolvedor indie quer pegar carona achando que virá “grana fácil” (Isso aqui é completamente subjetivo já que todo desenvolvedor indie SABE que é mais fácil ganhar na mega sena do que ter “grana fácil” desenvolvendo jogos). Mas ainda assim, mesmo eu não gostando do gênero, aqui no Arquivos do Woo, prezamos pelo nosso profissionalismo e integridade jornalística (sim, alguém tem que ter esse tipo de coisa trabalhando com jogos, mesmo que certos sites gringos e nacionais tenham jogado a integridade na latrina… Star Wars: Outlaws “um dos melhores jogos de Star Wars”? SÉRIO, JOVEM NERD? Outro Ubisoft: The Game com skin de Star Wars, extremamente mediano com personagem sem carisma, e vocês chamam de “um dos melhores jogos de Star Wars?” Num mundo com os dois Star Wars Jedi da EA, os Battlefront originais (e até mesmo o Battlefront 2 da DICE é bom, descontando o caminhão de microtransações), os Knights of the Old Republic (incluindo o MMO) e Force Unleashed. Tenha paciência). Aonde eu estava? Ah sim, integridade jornalística. Aqui, prezamos esse tipo de coisa, e analisamos jogos de gêneros que não somos tão ligados assim.

Foi assim que Ink. (Sim, tem um ponto no título do jogo. Boa sorte tentando pesquisar no Google/Duck Duck Go/Seu motor de pesquisa), título independente da Brainium Games, desenvolvido pela Linked Rooms Games (boa sorte tentando pesquisar sobre eles também) chegou as minhas mãos, e ao acesso antecipado no Steam. Será que vale a pena pegar, ou é só mais um em meio a milhares de roguelikes?

Aventuras através dos Olhos de uma Criança

Tecnicamente, o protagonista do jogo é Liam, uma criança criativa que dá vida a incríveis histórias através de seus desenhos, e o jogador em si, assume o papel de um dos três diferentes gatos de pelúcia que ele possui (Spok, Smuk e Skrat) e basicamente… Você cria a sua história, atirando em tudo o que se mexe, pois possivelmente Liam assistiu muito Rambo, Braddock e Commando, pois seus gatinhos de pelúcia atiram em tudo o que se mexe.

É, o jogo não oferece tanto em narrativa, é o jogador, através das decisões e caminhos que toma em suas runs é que cria o que os gatinhos vivenciarão. Nada contra isso, mas também…

Jogar no touchpad é uma miséria

Eu não sou o maior versado em PC gaming, mas Jesus Cristo de cascatinha, touchpads de laptop e jogos NÃO COMBINAM. Eu reclamei disso na análise de Mustache in Hell, mencionei em Void Sols e só por desencargo de consciência, devo mencionar também quando joguei o híbrido de visual novel e simulador de fotógrafo da Super Sonico no PC: TOUCHPADS DE LAPTOP SÃO UM HORROR PRA JOGAR. Então, se você tem um mouse e teclado, ou um controle… Pode ficar tranquilo, que Ink. é fácil de jogar e compreender em termos de controle. Ele funciona no seu mais básico, como um dual stick shooer, você se move com um analógico/WASD e mira com o outro analógico/mouse. E obviamente atira com o botão esquerdo do mouse, usando o direito para esquivar. Controles realmente básicos e que não lhe deixam na mão, a não ser que você seja um idiota como eu e use o touchpad pra jogar. Ou pior, esteja tão acostumado com a esquiva do Void Sols no shift, que você usa o shift pra tentar esquivas aqui e sofrendo dano desnecessário (eu já disse que sou um imbecil?).

O jogo usa um esquema de navegação parecido com o jogo de Heavy Metal que eu mencionei e ainda não tive a cara de pau de lembrar o nome, no qual as salas são randomizadas e devemos navegar por elas matando tudo o que se mexe, atirando, esquivando e coletando possíveis power-up’s para a nossa arma. No geral, apesar de não ser o jogo mais criativo do mundo, Ink. é funcional. Claro, que como um jogo em Acesso Antecipado, a campanha de Ink não está completa, com apenas dois capítulos disponíveis, então sua diversão por hora será limitada. Nem tão limitada assim, já que Ink possui modo cooperativo local para até três jogadores atirarem em tudo o que vêem pela frente.

Uma crítica que tenho embasamento para fazer, e também é válida em Void Sols (e mencionei na análise) é que quando se abre ele pela primeira vez, o jogo abre com as configurações no máximo… Qual é a tara de devs que acham que todos tem PC’s da Nasa pra rodar tudo no máximo? Como manda a cartilha de roguelikes, Ink possui um arsenal de armas variado e que deixaria Stallone com um sorriso no rosto… Ou o Arnold clássico. Enfim, o arsenal de Ink é variado, apesar da arminha de merda que você começa. Creio que uma boa dose de sorte é necessária para encontrar um arma boa o suficiente para quebrar a run, tal qual aconteceu comigo naquele roguelike de Heavy Metal, que até documentei em vídeo.

Bonito graficamente

Só de olhar as screenshots, percebe-se que Ink. chama a atenção pelos gráficos, vistosos com sprites bem desenhados, apesar da movimentação parecer meio não natural. Os inimigos também tem essa pegada, com eles tendendo a puxar pro nojento, mas não num nível Binding of Isaac, que chega a ser Nightmare Fuel, mas um bonitinho grotesco.

Os cenários… Pelo menos o que o jogo oferece até aqui, parecem repetitivos, creio que conforme o jogo vá se desenvolvendo no futuro, uma maior variedade de biomas será adicionada. Ou não, não sei, não prevejo o futuro.

Sonoramente.. É um jogo funcional, nada ofende, mas nada marcante. Não há do que reclamar, mas não irá ficar na sua cabeça.

Uma outra reclamação que pode entrar na parte gráfica do jogo, é que o jogo pode apresentar quedas de frames em PC’s menos potentes em momentos, quando o seu HP está em baixa e a tela escurece, os efeitos exigem do PC e pode dar um slowdown absurdo. Pode ser resultado da minha máquina merda? Certamente, mas ei, meu texto, minhas regras.

Finalizando

Ink. tem potencial, ainda está no início do desenvolvimento (dois capítulos dos nove previstos estão disponíveis em Early Access), mas essa é a maravilha do Acesso Antecipado, um título que possui falhas, melhorar a ponto de faturar premiações de jogo do ano (Aconteceu com Baldur’s Gate 3, o jogo teve recepção morna em acesso antecipado, mas graças ao feedback dos fãs, a Larian entregou um mega hit quando chegou a versão 1.0). Se eu acho que Ink. vá chegar a ser jogo do ano? Não, mas assim como todo jogo em Acesso Antecipado, tem potencial de se tornar um excelente jogo, do jeito que ele está, é uma boa pedida e relativamente barato para fãs de roguelikes.

Nota: 7/10

Ink. está disponível para PC no Steam e em Acesso Antecipado, e essa análise foi feita com uma chave fornecida pela Brainium Games.

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Void Sols | Triângulo esquiva, triângulo morre https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/11/18/void-sols-triangulo-esquiva-triangulo-morre/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/11/18/void-sols-triangulo-esquiva-triangulo-morre/#respond Mon, 18 Nov 2024 23:17:17 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=18540 Cara, pra quem não é um jogador de Souls-like, eu tenho e até fiz análises de uma certa quantidade de jogos do gênero, desde prévias de títulos como Salt and Sacrifice e Nioh 2, a títulos como Morbid, Mortal Shell e Mronos: Before Ashes, digo, Chronos: Before Ashes, além de títulos que tenho na biblioteca, […]

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Cara, pra quem não é um jogador de Souls-like, eu tenho e até fiz análises de uma certa quantidade de jogos do gênero, desde prévias de títulos como Salt and Sacrifice e Nioh 2, a títulos como Morbid, Mortal Shell e Mronos: Before Ashes, digo, Chronos: Before Ashes, além de títulos que tenho na biblioteca, como o Demon’s Souls original de PS3, Bloodborne no PS4, Nioh e Nioh 2, e outros que voam por baixo do radar, como Eternity: The Last Unicorn, que é brasileiro. Além de na época que eu assinava a Plus e o EA Play, eu joguei títulos como Blasphemous, e terminei o Star Wars Jedi: Fallen Order. Tecnicamente, dá para considerar o brasileiro Dandara um Souls-like pelas mecânicas, design de combate e tudo mais. Ah, e também cheguei a jogar Demon’s Sperm, uma paródia hentai de Demon’s Souls, mas sendo obviamente 2D, tal qual Blasphemous.

Agora, parando pra pensar, pra um cara que não curte o gênero, eu até tenho certa experiência, apesar de não ser o mais habilidoso no gênero. Enfim. Essa introdução longa nos leva ao título de hoje, que segue a boa e velha fórmula estabelecida por Demon’s Souls, lançado há quase quinze anos… Jesus, Demon’s Souls tem QUINZE FUCKING ANOS. Anyway, com seu lançamento no PC na semana passada, desenvolvido pela Finite Reflection e publicado pela Modern Wolf, Void Sols aplica uma pegada minimalista ao gênero. Mas nesse mar de títulos lançados diariamente no Steam, será que Vold Sols termina como minhas tentativas de fazer chá, ou é bem sucedido em seu objetivo de entreter? Confira conosco.

Liberar a região de um Tirano

O jogo não tem um roteiro extremamente definido, apenas algumas sugestões do que acontece. O começo do jogo até me lembra a cutscene inicial de Skyrim, onde você acompanha a execução de uma outra pessoa, neste caso, um outro triângulo. Neste caso, você, um triângulo, deve fugir da prisão e acabar com a loucura que subjulgou a nação… Então, como um parágrafo não convence, vou tentar bolar uma história idiota pra ocupar espaço no review.

Você é um triângulo, da ordem dos triângulos, e foi enviado em uma missão para libertar a região de Etagaes de um tirano chamado Lutom… Okay, Lutom não é um bom nome de vilão, e o final boss do jogo tem nome, Zenith. Você foi enviado pela ordem para eliminar Zenith, mas falhou em sua missão porque os caras te mandaram sem nenhum equipamento, apenas uma faquinha, aparentemente porque jogaram muito Green Beret no NES. Enfim, você foi capturado e viu um amigo morrer, o que lhe deu um ímpeto de vingança, agora você irá matar tudo o que se mexe e tem barra de HP para vingar a morte do seu amigo e matar Zenith, porque agora… É pessoal.

Bom, foi o que deu pra fazer em 5 minutos, eu devia ser escritor, caralho, como sou foda! Sim, caso não tenha percebido, é um duplo sarcasmo com o enredo genérico que bolei e o fato de que tecnicamente eu já sou escritor com 3 livros publicados na Amazon. Mas enfim, como os jogos da série Souls, o roteiro é vago e abre interpretação para você criar suas teorias com base nos cenários e no que o jogo te dá.

Souls-like topdown

Cara, antes de mais nada, eu quase tirei ponto do jogo por conta de duas coisas… Primeiro que o jogo recomenda se jogar com controle, coisa que eu não tenho (meu dual shock 4 tá com tanto drift que poderia ser um carro de Initial D), e o fato de que qualquer jogo que use o mouse e teclado no touchpad se torna um parto (comentei isso na análise de Mustache in Hell, quando mencionei o original de PC, devo ter falado o mesmo na análise de Action Taimanin). Felizmente, o jogo permite remapeamento de teclas, então trocar os botões do mouse para duas teclas não utilizadas torna o jogo 30% melhor… Pena que só fiz isso tipo, eu já tinha derrotado 5 dos 9 chefes. Oh, well…

Enfim, se você já experimentou algum souls-like na vida, sabe o que esperar do combate. Mais ou menos, mas enfim, Você tem dois ataques com sua arma principal, um rápido e um carregado, que felizmente estão no mesmo botão. Com o tempo, você ganha uma arma de ataque a distância que pode ajudar a atacar inimigos distantes. Essa arma em si recarrega conforme se mata inimigos. Como é de lei no gênero, a morte estará a espreita em cada canto, especialmente com a variedade de inimigos que se tem.

Tropes de Souls-likes estão presentes a rodo, como a experiência sendo perdida ao morrer, e acredite… Você vai MORRER MUITO, MERMÃO. O jogo até quebra um galho com os ítens de cura, que recarregam sempre que se usa uma fogueira (ou o equivalente), é claro que as fogueiras respawnam os inimigos (exceto chefes e alguns mini-chefes). Nas fogueiras você pode aumentar seus status assim que ganhar níveis. Obviamente, existem minúncias de build, mas uma das coisas que posso adiantar, assim que conseguir o martelo, aprenda a dominá-lo, e POR TUDO QUE É MAIS SAGRADO, NÃO USE A FOICE, PORQUE APESAR DO COMBO DELA CAUSAR ATORDOAMENTO, A ARMA É UMA MERDA.

Atalhos podem ser desbloqueados e áreas secretas podem ser encontradas na maioria dos lugares. Algumas só são acessíveis depois que terminam-se certos bosses. A natureza aberta de Void Sols entretanto pode deixar o jogador perdido sem saber pra onde ir, então a exploração e a localização dos mapas é essencial pra se navegar sem andar em círculos por 30 minutos.

Batalhas de Chefe, jogue como quiser

Vou detalhar aqui um negativo que tive na minha experiência com o jogo, não sei se é do meu hardware ou bug do jogo, mas mais de uma vez o jogo não renderizou a área em que eu estava, com o jogo ficando completamente as escuras, e até mesmo fui parar fora dos limites do jogo uma vez… Ainda não sei se foi culpa minha, mas… E teve uma vez em que após ir parar fora dos limites e ser mandado pra fogueira, o jogo parou de responder a qualquer controle exceto a tecla do mapa.

Uma das coisas que Void Sols faz muito bem, é permitir a customização da dificuldade a cargo do jogador, não com dificuldades arbitrárias do tipo, Easy, Normal e Hard, que são funcionais e tal, mas Void Sols faz de maneira esperta. Na área de acessibilidade do jogo, além dos aspectos de acessibilidade normais, como tremor de tela, flashes e coisas do tipo, você pode customizar a quantidade de dano que seu personagem aplica e o dano que seus oponentes dão… E se você quiser se sentir Deus, pode colocar dano 0 pros oponentes e assistir a eles bater em você por horas.

As batalhas contra chefes são a diversão esperada de Souls-like, aprenda o padrão, esquive e contra ataque. Tem muita coisa da jogabilidade de Void Sols que eu não expliquei, como artefatos que você pode recolher pra bônus, melhorias para seus equipamentos, segredos a se descobrir.

Luz, sombras e belos visuais (trilha matadora)

Aqui começo com a trilha sonora, com temas compostos por Vivi Mouse. Em boa parte do tempo, o jogador terá apenas o silêncio como companhia, e sons ambientes, até que as baquetas soam nas batalhas contra chefes, com excelentes temas com uma pegada eletrônica e são excelentes. Pena que não tem no Youtube no momento, apenas no Bandcamp e no Steam.

Apesar do estilo minimalista, os gráficos do jogo são ricos em detalhes. O jogo usa luz e sombras pra ambientar e aclimatar o jogador, e os cenários e efeitos são muito bonitos. Novamente aqui entra uma crítica minha, que vai mais contra os desenvolvedores de jogos de PC modernos. Ao abrir o jogo, ao invés de otimizar pro PC do jogador, ele abre imediatamente com as configurações no Ultra, o que é ruim, mesmo pra um jogo leve.

Concluindo

Void Sols é um jogo deveras competente em tudo o que se propõe, e dos jogos que analisei esse ano, está entre os melhores de 2024. Recomendo, especialmente se você curte Souls-likes.

Nota Final: 9,5/10

Void Sols está disponível para PC, e essa análise foi feita com uma chave do Steam cedida pela Modern Wolf.

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A Modern Wolf, uma publicadora independente de jogos, tem o prazer de anunciar que Void Sols, o aclamado soulslike geométrico minimalista, desenvolvido pela Finite Reflection, de Atlanta, teve hoje o lançamento da sua versão completa 1.0 para PC.

Explore um mundo geométrico minimalista e sombrio em perspectiva top-down, controlando um humilde triângulo. Enfrente inimigos angulares armados com espadas, demônios habilidosos que disparam flechas e chefes poderosos. Personalize o seu personagem enquanto busca libertar este mundo subjugado. Lembre-se, a morte é apenas o começo!

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS

 

  • Refine a hipotenusa do seu triângulo – Ganhe “Sols” (potencializadores do jogo) ao derrotar inimigos e explorar um mundo repleto de mistérios, e utilize-os para personalizar seu estilo de jogo. Não deixe de mudar seu arsenal e atributos nas “fogueiras” encontradas, pois é importante se adaptar aos desafios de um mundo tão perigoso.
  • Explore um mundo repleto de segredos – Adentre uma aventura sombria e abstrata sem narração verbal, mas com uma lore enorme para descobrir. Ilumine cada canto para encontrar atalhos secretos, descobrir itens escondidos e revelar o que aconteceu com este mundo imerso na escuridão.
  • Enfrente inimigos formidáveis – Um soulslike ideal para iniciantes no gênero, Void Sols apresenta uma variedade de níveis de dificuldade que podem facilitar ou complicar totalmente a sua vida. Vire a mesa a seu favor usando as armadilhas dos próprios adversários contra eles, explore as fraquezas de cada um e ganhe aliados temporários.

A edição padrão de Void Sols está disponível por R$59,99, enquanto a Edição Deluxe digital, que inclui Trilha Sonora, Artbook e Diário do Herói, está disponível por R$109,97.

 

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