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Em 26 de abril de 2024 a 2K e a Hangar 13 lançaram o jogo TopSpin 2K25, novo jogo esportivo de tênis que marca o retorno da famosa franquia TopSpin depois de mais de 10 anos da chegada de seu último jogo. O jogo traz diversos tenistas famosos de hoje e do passado, incluindo Serena Williams, Roger Federer, Carlos Alcaraz, Caroline Wozniacki e Andy Murray. Ele está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series e PC.

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Os fãs do tênis recebem neste game pela primeira vez um jogo desenvolvido pela 2K que utiliza os principais recursos das gerações atuais, incluindo gráficos atualizados e mecânicas revitalizadas que mostram a distância deste novo título para o anterior, lançado em 2011 há duas gerações de consoles.

TopSpin 2K25
Créditos: 2K

Modos de jogo

TopSpin 2K25 apresenta modos tanto para jogadores que gostam de jogatina quanto para os jogadores que buscam maiores desafios no online e como grande destaque posso citar o modo MyCAREER, que chegou trazendo toda a experiência da 2K com jogos de esportes como a série NBA 2K e colocou os jogadores para evoluírem suas carreiras no tênis.

Para se aventurar no MyCAREER os jogadores utilizam o personagem criado no MyPLAYER, que permite a criação de diferentes tenistas únicos e originais para serem utilizados no jogo, inclusive nos modos online. Se o MyCAREER serve para evoluir e levar o seu tenista ao estrelado, o modo TopSpin Academy é o lugar certo para aprender os primeiros passos no novo jogo e ter uma maior particularidade com os movimentos e comandos.

No Online, é possível jogar partidas amistosas ou se aventurar por disputas ranqueadas com jogadores do mundo todo. Também há os torneios online onde é possível utilizar seus próprios tenistas criados pelo MyPLAYER. Por fim, também existe a Pro Shop, que permite aos jogadores personalizarem o seu atleta e deixá-lo com o seu visual preferido, além de adquirir boosts e outros produtos.

A Pro Shop pode ser utilizada com dinheiro adquirido pelo próprio jogo, mas também é possível adquirir a moeda utilizando comprando com dinheiro real os pacotes que custam a partir de R$ 23,90 (na versão para a Steam)

TopSpin 2K25
Créditos: 2K

Gráficos

É nítida a evolução gráfica em TopSpin 2K25, que oferece um excelente visual para as quadras e os atletas, porém, por ser um jogo relativamente leve com foco em jogadores que gostam de desafios, o jogo não abusa de tantas tecnologias visuais o deixando em alguns momentos com detalhes mais simples e menos polidos, o que não atrapalha em nada considerando ainda que o gameplay do jogo é bem rápido e dinâmico. A fidelidade dos visuais encanta aos olhos com atletas de outras gerações como André Agassi e John McEnroe se destacando entre os mais de 20 atletas disponíveis.

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Não tive problemas para executar o jogo em um PC utilizando um processador Intel Core i5-12600K e uma placa de vídeo NVIDIA RTX 3080 10 GB, além de 32 GB de memória DDR4, conseguindo alcançar facilmente uma taxa de quadros superior a 60 com configurações altas e utilizando diferentes resoluções como QHD (2540×1440 pixels), WQHD (3440×1440) e UHD (3860×2160).

TopSpin 2K25
Créditos: 2K

Jogabilidade

Ao jogar TopSpin 2K25 eu tive uma sensação que esperei por muito tempo em um jogo de tênis. Por mais que os próprios jogos da franquia e outros competidores já tivessem entregue bons jogos da modalidade no passado, foi nesta edição que finalmente encontrei uma jogabilidade que entrega ao jogador a sensação de que erros e acertos serão fielmente recompensados durante a partida.

Além da movimentação, que deve ser calculada a todo o momento durante a disputa pelos pontos, as batidas na bola se destacam com a forma em que é empregada neste título, é preciso apertar e soltar os botões no momento certo, tanto que a Hangar 13 inclusive permite que os jogadores mantenham ligado o auxílio visual que mostra o momento exato em que é preciso soltar o botão para realizar a batida na bola, mostrando que a curva de aprendizado para esta edição é de fato recompensadora durante partidas mais desafiadoras.

TopSpin 2K25
Créditos: 2K

Áudio e legenda

O jogo oferece uma trilha sonora sem muito destaque, mas que também não incomoda, além da possibilidade ser desligada a qualquer momento. O áudio durante as partidas entrega o clima de uma partida de tênis na vida real, em que são clássicos os momentos de silêncio na hora dos saques e os aplausos na marcação de pontos. Além, é claro, dos sonos emitidos pelos atletas durante a disputa, sejam os gritos ou os calçados e bolinhas indo de um lado para o outro de maneira frenética.

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Infelizmente, os jogadores brasileiros não podem optar por áudio ou legenda em português do Brasil, pois o jogo não possui localização em nosso idioma, o que pode atrapalhar e incomodar bastante os fãs do esporte e atrapalham a barreira de entrada para entender uma modalidade que não é tão conhecida e praticada no país.

Por sorte, jogos esportivos tem como positivo a facilidade de entrar em uma partida de exibição e selecionar os jogadores, mas em 2024 já é mais do que obrigação das grandes desenvolvedores a localização em nosso idioma.

TopSpin 2K25
Créditos: 2K

Conclusão

TopSpin 2K25 chega para brilhar onde diversos outros jogos tentaram ganhar espaço nos últimos anos, mas que não conseguiram até então, seja pela falta de experiência ou pelo baixo investimento. O jogo oferece gráficos muito bonitos e mostram que a franquia tem um título de respeito para os jogadores na nova geração, sejam novos desafiadores ou para fãs de longa data.

NOTA FINAL: 8,4


PRÓS


  • Jogabilidade muito refinada que transmite adrenalina durante as partidas
  • Gráficos muito bem feitos, apesar de sua simplicidade
  • Modo carreira repleto de opções
  • Diversas opções de partidas online

 

CONTRAS


  • Não possui localização em português do Brasil
  • A falta de grandes nomes do esporte, como Novak Djokovic e Rafael Nadal
  • Possibilidade de comprar créditos com dinheiro real na loja pode elevar preços de itens mais desejados

ONDE COMPRAR TOPSPIN 2K25

STEAM (PC) PS4 PS5 XBOX ONE | XBOX SERIES

Desenvolvedora: Hangar 13 | Publicadora: 2K | Data de Lançamento: 26 de abril de 2024 | Gênero: Esporte

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15-Love | Análise da HQ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/08/22/15-love-hq-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/08/22/15-love-hq-analise/#respond Tue, 22 Aug 2023 14:03:50 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=14771 Estava eu outro dia, num site de HQ’s, lendo as Graphic Novels de Artemis Fowl (ainda não me recuperei totalmente daquela catástrofe cinematográfica que a Disney vomitou um tempo atrás) quando resolvi procurar pela tag “Romance”, e descobri que tem um bocado de coisa velha dos anos 50 e 60 que foi scanneado por pessoas […]

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Estava eu outro dia, num site de HQ’s, lendo as Graphic Novels de Artemis Fowl (ainda não me recuperei totalmente daquela catástrofe cinematográfica que a Disney vomitou um tempo atrás) quando resolvi procurar pela tag “Romance”, e descobri que tem um bocado de coisa velha dos anos 50 e 60 que foi scanneado por pessoas de bom coração, cujas capas vez ou outra vejo sendo tweetadas pelo perfil Pulp Librarian. Ainda não tive coragem de abrir tais histórias, porque eu não sou muito o cara de HQ’s.

Mas, uma delas que apareceu na primeira página me chamou a atenção, primeiro pela arte, que tentava um estilo pseudo mangá, segundo, pela temática de Tênis, porque honestamente, a ideia de um livro com a temática de tênis tem rondado a minha cabeça nos últimos 2, 3 anos, desde que terminei Máscara Ômega em 2019. E finalmente, porque quem publicou a HQ era a Marvel. Sim, a Marvel publicando uma HQ que não era de Super Heróis. É basicamente o equivalente da Atelier Kagura publicar um jogo que não envolva Netorare. Algo que eu achava impossível. Ainda não sei se a Atelier Kagura publicou algo que não envolva Netorare.

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O nome da HQ? 15-love. O que é um trocadilho esperto pra uma HQ de tênis que tem também romance na temática. Mas será que no meio de tanta coisa que a Marvel publicou, essa história vale a pena o seu tempo? Bem… “Peraí, Sancini, você não explicou o porquê de 15-love ser um trocadilho”.

Então, meu caro interlocutor imaginário que uso para estender meu parágrafo, irei respondê-lo com metade de um conhecimento, e como você sabe, saber algo é metade da batalha, então saber a metade de algo, é saber ¼ da batalha.

A pontuação nos jogos de tênis é 0-15-30-40-Game. E se o game estiver empatado em 40-40, um dos tenistas precisa de uma vantagem para depois conseguir o ponto. 6 pontos fecham um set e 2 (ou 3) sets fecham um jogo. E 15-Love, é a maneira que se lê em inglês o 15-0.

O porquê chamam de Love, eu não sei. Mas é um trocadilho esperto. E agora, você está pronto para ler essa análise.

Reprodução: Marvel Comics

Roteiro e Personagens

Escrita por Andi Watson (Alien vs Predador: Xenogenesis, Buffy: A Caça-Vampiros, Hellboy: Weird Tales), desenhado por Tommy Ohtsuka (New Mangaverse, Lords of Avalon: Knight of Darkness) e colorizado por Jochen “Guru eFX” Weltjens (trabalhos demais como colorista da Marvel pra eu conseguir creditar), 15-Love conta a história de Mill Collins, uma garota apaixonada por tênis, que deseja um dia se tornar uma profissional, só que tem um problema… Ela é a última colocada no ranking da Academia de Tênis Wayde.

E a academia tem a tradição de remover a bolsa de estudos das estudantes que não apresentam melhorias dentro de um determinado tempo… O tempo está correndo contra ela, o que ela fará pra se safar dessa?

O problema principal de 15-Love, é que sua curta duração de três edições com cerca de 45 páginas cada, acaba sendo muito pouco pra desenvolver algo que poderia ter sido mais. A história é boa, mas a curta duração deixa o público com aquele gosto de “poderia ter sido mais”. E o roteiro comete uns leves deslizes com relação a algumas regras do tênis, e mesmo no quesito infrações. Se tivéssemos uma história de seis edições, ao invés de três, o roteiro poderia ter sido mais encorpado e ido mais longe.

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A curta duração também prejudica os personagens, que mesmo possuindo personalidades distintas, acabam não indo muito além de uma nota. Não que eles não sejam carismáticos, mas são tropes ambulantes, Mill é a protagonista determinada, Maya é a rival esnobe e invejosa, Poi é a amiga que dá suporte e Walt é o treinador meio desleixado com coração de ouro e etc. Os personagens com pelo menos mais de um trejeito, são a Mill, que é a protagonista, e o Cal, que é o interesse romântico da Mil, que finge ser um bom moço, mas é tão suspeito quanto um feministo. O roteiro ele não tem problemas na história que quer contar, só é curto demais pra dar um desenvolvimento justo aos seus personagens cativantes.

15-Love
Reprodução: Marvel Comics

Arte

As capas de 15-Love foram desenhadas pela falecida artista Sho Murase, responsável pela arte da adaptação em Mangá da série Nancy Drew, da PaperCutz, e são um bom cartão de visitas, mostrando a personagem de maneira chamativa.

A arte de pseudo mangá de Tommy Ohtsuka é bonita, e diferente do que usualmente se vê nas HQ’s da Marvel. Lembrando que 15-Love é de uma época pré-boom das webcomics (quando digo boom, falo a proliferação de sites dedicados ao tema, como o Tapas e o Webtoons, webcomics sempre existiram desde que me entendo por gente, praticamente uma evolução das fanzines), então é tecnicamente um refresco se você não lê mangás.

Cenários e efeitos visuais passam bem o dinamismo de uma partida de tênis, sem ir pro lado shonen gritaria de Prince of Tennis… Agora me pergunto se eu estou falando merda e Prince of Tennis não tinha gritaria shonen, faz anos desde que vi o anime. Que seja.

15-Love
Reprodução: Marvel Comics

Conclusão

15-Love é vítima de sua curta duração e contagem de páginas, porque não é uma série ruim, possui um roteiro decente, bons personagens, ótima arte, mas peca em ser curto.

Por outro lado, ser curto é garantia de que eu posso recomendar, mas até onde minhas buscas me levaram, a HQ não foi licenciada no Brasil (considerando as porcarias que a NewPop, Panini, Abril e outras publicaram aqui, é injusto), então é uma HQ que você deve ler por quaisquer meios necessários.

Nota: 7,5/10

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