Arquivos Telltale - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/telltale/ Um pouco de tudo na medida certa Wed, 16 Mar 2022 23:29:39 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Telltale - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/telltale/ 32 32 Quest for Infamy | A Jornada de um anti-herói https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/16/quest-for-infamy-a-jornada-de-um-anti-heroi/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/16/quest-for-infamy-a-jornada-de-um-anti-heroi/#respond Wed, 16 Mar 2022 23:21:28 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=10367 Eu não acho que os point’n clicks estejam morrendo. Honestamente. Falo isso porque recentemente, um vídeo do canal Triple Jump sobre gêneros que estão morrendo ou faleceram, mencionou point’n clicks. E eu discordo. Talvez eles não estejam mais no mainstream, mas francamente, com a insistência da indústria em jogos que sejam corredores de 60 horas […]

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Eu não acho que os point’n clicks estejam morrendo. Honestamente. Falo isso porque recentemente, um vídeo do canal Triple Jump sobre gêneros que estão morrendo ou faleceram, mencionou point’n clicks. E eu discordo.

Talvez eles não estejam mais no mainstream, mas francamente, com a insistência da indústria em jogos que sejam corredores de 60 horas que seguram na sua mão e a cada cinco minutos te aponta na direção do objetivo, é difícil pra um gênero que faça o jogador PENSAR, chamar a atenção.

Mas ainda que as empresas grandes ignorem os adventures, ainda existem as empresas médias e pequenas que apostam no nicho, como a Daedalic, que possui um bom portfólio do gênero (como a série Deponia, que discutimos no passado aqui no site), e produtores menores que contribuem para que o gênero permaneça vivo, no ano passado tivemos Encodya por exemplo, além de diversos portes de jogos de PC para consoles. E sim, evito falar muito sobre os jogos da Telltale porque honestamente, eles deixaram de ser adventures para serem basicamente filmes interativos, e por mais que eu goste de Tales from Borderlands e Back to the Future, fica difícil colocá-los no mesmo balaio que os antigos Sam & Max ou Quest for Glory.

LEIAM – Chuck Rock II: Son of Chuck | Review

Por quê menciono Quest for Glory, a fantástica série da Sierra, você pergunta? Bem, o jogo da análise de hoje, Quest for Infamy, começou sua jornada sendo um fangame inspirado por Quest for Glory, só que ao invés de você controlar um herói, você seria o cara mal.

Só que Steven Alexander e Shawn Mills, perceberam que se você fosse um cara malvado que simplesmente chegasse nos vilarejos matando todo mundo, não teria necessariamente uma história pra contar. Então ao invés de fazer Roehn, o protagonista, ser um vilão, o transformaram num anti-herói, um cara que as vezes tá no lado errado da lei, geralmente pensa mais em si mesmo, mas que no fundo não é necessariamente um mal sujeito. Tipo o Han Solo.

Após recrutarem uma equipe, intitulada Infamous Quests, em 2012, um Kickstarter foi lançado com sucesso, para em 2014, o jogo sair no Steam. Oito anos depois, o jogo chega aos consoles.

Será que ele vale o seu tempo?

Quest for Infamy
Reprodução/ Ratalaika -Infamous Quests

Cultistas, delegados corruptos e um artefato amaldiçoado

Você está no papel de Roehm, um bon vivant que acaba “preso” no vale de Krasna quando uma aventura romântica dá MUITO errado. Lá, numa cidadezinha, ele tem que encontrar um meio de sobreviver e acaba se envolvendo em muitas tretas ao longo do caminho, incluindo um Culto, um delegado babaca pra caramba e um artefato chamado Olho de Jaagar.

No fim das contas, mesmo não sendo a pessoa moralmente correta para a missão, acaba sendo ele quem salva o dia, a sua própria maneira… Com direito a muitas piadas. Em termos de narrativa, Quest for Infamy é misto, já que em um lado, temos boas sacadas, mas ao mesmo tempo, algumas piadas geram zero resposta de mim.

Quest for Infamy
Reprodução/ Ratalaika -Infamous Quests

Um jogo de escopo enorme

Quest for Infamy traz influências enormes de Quest for Glory, o que não é incomum, já que a série da Sierra foi a principal fonte de inspiração, e não somente isso, mas junto com o remake (gratuito) de Quest for Glory 2: Trial by Fire (que você pode baixar aqui) e Heroine’s Quest: The Herald of Ragnarok, Quest for Infamy foi um dos poucos projetos nascidos nos fóruns da Tierra (um grupo de fãs que hoje atende pelo nome de AGD Interactive) que saiu da fase de conceito e se tornou um jogo completo.

O jogo tem toda a pegada de um point’n click, colete itens, vá de um ponto ao outro, resolva certos enigmas com soluções que só fazem sentido no mundo do jogo (arrancar os dentes de ferro de uma criatura, distrair o ferreiro com uma caneca de vidro arremessada ao longe e então usar a forja pra derreter esse ferro é um dos exemplos), e tudo que esperaríamos do gênero, mas… Quest for Infamy também é um RPG, com um twist. Após alguns dos eventos iniciais do jogo, você poderá escolher um mentor que irá definir a sua classe.

A classe que você escolhe (bandido, feiticeiro ou ladino) define o tipo de habilidades que você vai poder usar e algumas das quests que você irá realizar. E obviamente, como RPG, combates irão acontecer e eles são simples, e explicados. No menu de combate você vai poder escolher o tipo de ataque (stab, hack e slash), defender ou utilizar um item. Seus ataques tem porcentagens de acerto, e conforme você as usa, eles vão melhorando. Itens podem ser usados pra cura e magias podem ser usadas pelo feiticeiro, se você tiver os ingredientes para realizar a magia.

Apesar da aventura ser relativamente linear, o mundo de Quest for Infamy é ENORME e não é difícil ficar perdido, então não se acanhe se precisar de um detonado, esse é um daqueles jogos que você pode precisar.

Mas, apesar das múltiplas escolhas em diálogo e múltiplas classes, no fim das contas o resultado é linear e muitas das suas escolhas só alteram os diálogos, e não o resultado final da sua aventura. Mas como eu disse, as influências de Quest for Glory são latentes, e conforme se avança no jogo, percebe-se coisas aqui e ali, de determinados trechos da série.

Reprodução/ Ratalaika -Infamous Quests

O narrador é a melhor parte do jogo

Graficamente, para um point and click na pegada retrô, Quest for Infamy é tão bonito quanto poderia ser nos personagens in-game. Em combate, os sprites são mais detalhados e decentemente animados. E os cenários… Bem, os cenários do jogo são maravilhosos, muito mais bonitos do que Sumatra: The Fate of Yandi e Trails and Traces: The Tomb of Thomas Tew, outros adventures em pixel art que analisamos.

Os retratos dos personagens em diálogos são uma caixinha de sortidos, porque por um lado temos personagens retratados de maneira mais pixelada, como se saídos de um quadrinho, outros retratos ficaram mais foto-realistas, não sei dizer se ruim ou diferente, mas o contraste chega a me incomodar um pouco.

Vou ser honesto, eu não prestei tanta atenção na música. Sério. Mas por outro lado, a dublagem… Bem, varia de personagem pra personagem, mas a maioria cumpre bem seu papel, entregando as falas dependendo do tipo de personagem que é.

E o destaque da dublagem, certamente é o narrador, especialmente porque ele sempre tem um comentário quando você clica pra interagir com algo que não dá pra interagir, não daquela maneira. Como quando você tenta falar com o chão, ou toca a si mesmo (com a opção pra pegar itens, que fique claro);

Reprodução/ Ratalaika -Infamous Quests

Uma grande aventura sólida

Se você é um daqueles velhos que curtia a série Quest for Glory, então a compra de Quest for Infamy é uma boa pedida, o mesmo vale para quem curte os point’n clicks mais antigos. O humor pode não ser para todos, mas não se nega que é um jogo sólido. Só queria que fosse menos gigantesco no universo, porque é muito fácil se perder.

Quest for Infamy está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Nintendo Switch, Xbox One e Xbox Series X | S, além da versão original de PC. 

Créditos extras ao Hardcore Gaming 101 pelas informações sobre a produção do jogo.


Esta análise foi feita no PlayStation 4 com uma cópia digital do game gentilmente cedida pela Ratalaika Games.

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O que eu joguei em 2018 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/01/21/meme-o-que-eu-joguei-em-2018/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/01/21/meme-o-que-eu-joguei-em-2018/#respond Mon, 21 Jan 2019 13:22:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/01/21/o-que-eu-joguei-em-2018/ Mais um ano se inicia e com ele vem aquele meme que participamos desde 2013, o famoso O que você jogou em 20xx?, onde vários produtores de conteúdo listam os jogos que terminaram ao longo daquele ano. Posso dizer que o início de 2018 eu pude me dedicar a alguns jogos, mas ao longo de […]

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Mais um ano se inicia e com ele vem aquele meme que participamos desde 2013, o famoso O que você jogou em 20xx?, onde vários produtores de conteúdo listam os jogos que terminaram ao longo daquele ano.

Posso dizer que o início de 2018 eu pude me dedicar a alguns jogos, mas ao longo de todo o ano acabei precisando deixar de lado para eu  cuidar da vida pessoal, nesse caso os estudos e o nascimento do meu filho.

Claro, os jogos continuaram fazendo parte do meu cotidiano, mas infelizmente nem tudo o que joguei tive tempo para terminar.

Bem, mas sem enrolação vamos direto a minha participação do meme.

GEARS OF WAR 4

meme

Eu não gostava de Gears of War, mesmo que tenha tentado algumas vezes no Xbox 360, mas com o Xbox Game Pass eu decidi dar uma chance ao Gears of War 4.

Oras, se eu não tinha gostado do primeiro talvez algo nesse quarto título mudasse a minha opinião.

Posso dizer que foi uma grata decisão, pois joguei dias a fio e me diverti horrores no processo. Também foi um dos poucos jogos que me fez gastar horas em seu online por conta do modo Horda.

No fim das contas eu peguei gosto pela jogabilidade e decidi dar uma chance aos títulos anteriores, afinal, eu queria saber mais daquele universo e as guerras que os pais dos personagens tiveram de lidar no passado.

Como eu devorei o jogo em um curto espaço de tempo, minha esposa acabou me presenteando com o Gear of War Ultimate Edition, versão remasterizada do primeiro título.

GEARS OF WAR: ULTIMATE EDITION

meme

Eu achei o enredo de Gears of War bem simples, na realidade eu não esperava nada grandioso demais por ter lidos reviews e criticas no passado, mas de qualquer modo ele funciona para a construção dos personagens, que ao meu ver é onde merece a nossa atenção.

Em meios a tiroteios desenfreados e colegas sendo despedaçados, um grupo de soldado começa a criar um laço de amizade diante de todo esse caos. Marcus Fênix, o líder desse grupo cresceu em meio a essa guerra e agora tem o papel de cumprir a mesma missão que seu pai sucumbiu tentando realizar.

Eu não vou me estender explicando todos os detalhes da trama, mas eu terminei Gears 1 e 2, to na metade do 3 e finalizei o 4 jogo. Só que não irei me estender falando também do segundo jogo.

Posso dizer que me tornei fã e estou muito ansioso por Gears 5, só torcer para ele sair ano que e vem, ai eu publico minhas impressões no meme.

A evolução dos personagens e a maneira como expandiram esse universo é incrível. Se não conhece ou tinha preconceito com o jogo, faça como eu e comece pelo 4 jogo.

HALO 5: GUARDIANS

meme

Lá em 2017 eu terminei Halo pela primeira vez e até falei sobre ele no meme passado, o que me fez mudar totalmente minha concepção sobre o título. Como muitos detratores da franquia eu acreditava que se tratava apenas de atirar em aliens trajando roupas moderninhas, mas estava enganado.

LEIAM – HALO | Muito mais do que apenas um FPS

Halo tem uma história profunda e um universo extremamente rico, sendo necessário ir atrás de livros e até assistir algumas animações para conseguir ter um total entendimento do universo em que vive Master Chief.

Halo 5: Guardians é um dos jogos mais bonitos de toda a franquia, apesar de alternarmos entre os personagens principais a história é boa e com momentos de tirar o folego, como descer correndo o corpo de um Guardian

É, isso foi demais!!

Bem, posso dizer que estou ansioso por Halo Infinite, além de que irei pegar os livros assim que puder.

TALES FROM THE BORDERLANDS

meme

Tales from the Borderlands foi o único título da Telltale que eu terminei na vida, mesmo chegando a jogar outros, mas sempre achei um porre enorme.

Esse daqui tem uma história muito boa e certamente eu teria aproveitado melhor se fosse uma animação em 3D ao invés de eu ter que ficar pressionando alguns botões em determinados momentos.

Oh, céus! Eu detesto esse modelo de jogo!

Só que eu não posso ser injusto e dizer que não me diverti, sério, me diverti horrores com esse jogo. Só acho que uma boa ideia como essa funcionária melhor em outra mídia, porque no que compete a gameplay ou experiência de jogo é totalmente descartável.

A curiosidade é que normalmente as pessoas que costumam gostar de jogos do gêneros são os que caçam troféus ou platina.

Nada de errado ao meu ver, cada um se diverte como quiser, mas pra mim Telltale nunca mais nos meme.

MAX: THE CURSE OF THE BROTHERHOOD

meme
Max: The Curse of the Brotherhood foi outro jogo que tive acesso graças ao Xbox Game Pass e que valeu a pena.

Eu conhecia o jogo por conta do meu amigo Marvox que escreveu uma ótima analise sobre o jogo e que vocês podem conferir logo abaixo:

LEIAM – Ed.Nº 153 – Max: The Curse of Brotherhood [2013]

Posso dizer que me surpreendi com o jogo, pois além de ser bem criativo e divertido, tem uma dificuldade desafiadora.

Por alguns momentos eu quase desisti por causa de certas fases, mas depois de esfriar a cabeça eu retornava e concluía aquele obstáculo. Se você procura um jogo com quebra cabeças de visual agradável, certamente esse título vai agradar, recomendo.

BROTHERS: A TALE OF TWO SON’S

meme

Brothers: A Tale of Two Sons é um excelente título com foco em narrativa, eu simplesmente desabei a chorar a primeira vez que joguei.

Diferente de títulos como os da Telltale, aqui temos um jogo pensado e que causa sensações seja no gameplay (principalmente após eventos finais) ou mesmo a por encontros com outros personagens daquele universo.

LEIAM – Brothers: A Tale of Two Sons | Uma jornada para se refletir

Este é um jogo que costumo colocar no nível de Shadow of the Colossus, onde temos um gameplay simples mas que funciona para a narrativa.

Posso dizer que foi o único jogo que eu fiz questão de platinar, não que fosse algo impossível, mas eu recorri a um guia pra saber todos os pontos que havia deixado de lado na primeira vez que joguei.

Se você não conhece Brothers, então pare tudo o que está fazendo e corra jogá-lo (Ele está no Xbox Game Pass). Outro game que já apareceu em meme passado.

SUNSET OVERDRIVE: DLC’s

No meme de 2017 eu comentei que havia terminado o jogo base de Sunset Overdrive, mas ano passado eu aproveite e peguei todas as DLC’s em uma promoção.

Apesar das dlc’s serem curtas, posso dizer que continuam tão divertidas quanto o jogo base além de adicionarem novas armas.

LEIAM – Sunset Overdrive | Uma insanidade regada a Overcharger

Talvez eu seja suspeito ao falar por gostar muito do título, mas é pra mim uma das melhores coisas feitas nessa geração de vídeo games. Só tenho a dizer que se não jogou ainda, por favor, dê esse presente a si mesmo e vá jogar Sunset Overdrive.

DARKSIDERS

Com o lançamento de Darksiders 3, a THQ Nordic acabou lançando um pacote chamado de Furys Collection, que trazia os dois jogos anteriores remasterizados.

Oras, o preço era bom e eu nunca havia jogado Darksiders para valer, então peguei.

Posso dizer que o jogo não é nada fácil e tem batalhas contra alguns chefes que tira a paciência de qualquer um.

LEIAM – DARKSIDERS GENESIS | Uma jornada de Conflito

Não só isso, esse foi um dos poucos jogos que decidi ir atrás de conquistas ao longo da jogatina, o que me tomou horas, principalmente para coletar os pedaços da armadura do caos.

Eu consegui mas o jogo não reconheceu, logo não ganhei a conquista. EU QUERO MINHA CONQUISTA!

Maldição!

Fora esses problemas o jogo é ótimo.

RYSE: SON OF ROME

Ryse: Son of Rome saiu no Xbox Live Gold, o que foi um grata surpresa porque estava louco para comprá-lo.

O jogo não é muito fácil mas é um hack’n slash muito bacana e com uma história épica, um tanto injustiçado diga-se de passagem.

Gostei bastante da experiência, mas assim como qualquer outro título do gênero, uma vez que terminado as chances de revisitá-los são muito baixas, principalmente por ser muito linear.

A dublagem do jogo também é algo que merece aplausos, o protagonista Mario é dublado por Ricardo Juarez, o mesmo dublador de Kratos. E os gráficos são incríveis, se pudesse apontar um ficaria com a floresta onde vamos enfrentar alguns bárbaros.

Outro ponto é a violência empregada nas finalizações, são bem variadas e divertida de executá-las. É um título merecia mais atenção, pois sem dúvida uma continuação faria bem por conta do seu tema.

QUANTUM BREAK

Quantum Break é um daqueles jogos que entram na linha do que gosto de chamar de “Jogos filminhos”, onde entra Uncharted, The Last of Us e uma grande parcela dos triple A da Sony.

Claro, preciso alertar antes que alguém atire uma pedra que isso não os faz serem títulos ruins.

Eu particularmente não gosto, achei Quantum Break ótimo, mas é um título que decidi jogar na maior dificuldade para provar a mim mesmo que essa leva de jogos não são desafiadoras e consegui finalizar.

A batalha contra o boss final foi a única coisa frustrante, não porque ele realmente apresentasse um desafio mas porque a dificuldade alta fazia com que o número de soldados blindados tentando te matar triplicasse, só isso.

Certamente foi muito divertido, gostei da história e os personagens, mas adoraria que o jogo tivesse um algo mais. Se você gosta de jogos do gênero e tem curiosidade, saiba que a história sobre viagem no tempo e os poderes do personagem são muito divertidos e vale o investimento.

Eu torço para que o próximo jogo da REMEDY fuja um pouco desse formato e que eu possa colocar outro game dela no meme do ano que vem.

SOUTH PARK: A FENDA QUE ABUNDA FORÇA

Eu adorei South Park The Stick of Truth, tanto que o terminei mais de uma vez, sendo no PC e no Xbox360, inclusive ambas as vezes entrou no meme gamer.

Foi então que saiu A Fenda que Abunda Força, fiquei me rasgando de ansiedade mas me segurei até surgir uma promoção.

South Park: A Fenda que Abunda Força tem tudo aquilo que os fãs gostam e até consegue ir um pouco além, mas em termos de história conseguiu ser mais fraco que o seu antecessor.

LEIAM – South Park: The Stick of Truth | Tolkien, Aliens e Princesas

Sua jogabilidade continua simples e intuitiva, tornando fácil até mesmo quem não é lá muito chegado ao gênero pudesse jogar sem dificuldades.

Eu terminei o jogo em uma semana ou menos, não recordo ao certo, mas fui direto para suas DLCs que conseguem ser tão boas ou até melhor que a história principal.

Este é outro título que me dediquei a ir atrás da conquista, no momento me falta apenas mais um para platinar o jogo, só que precisaria terminá-lo mais uma vez – O que está fora de questão no momento.

Se você gosta de South Park e curtiu o jogo anterior, invista seu tempo e dinheiro que é garantia de risadas e diversão, agora se você se ofende facilmente e não gosta de South Park, então passe longe desse jogo.

CAPCOM BEAT’ EM UP BUNDLE

Para finalizar a lista dos jogos que conclui em 2019 temos Capcom Beat’em Up Bundle, uma coletânea de setes jogos da Capcom, obviamente, que me permitiu experimentar alguns títulos antes restrito ao arcade.

Dentre os setes títulos presentes ressalto Armored Warriors e Battle Circuit que não são muito conhecidos e se tornaram meus favoritos desse bundle.

LEIAM – Capcom Beat’Em Up Bundle | Revivendo os clássicos

Eu espero que outras coletâneas possam surgir em breve, pois mesmo que com alguns problemas no online, a iniciativa é boa e ainda vale a pena revisitar os jogos mesmo que offline.

Pelo menos é uma alternativa relativamente barata para quem quer reviver os coop de sofá.

Recomendo. Talvez entre no meme do ano que vem porque adoro beat’em up xD

OS PARTICIPANTES DO MEME DE 2019

Desocupado => Paulo Victor
Gamer Caduco => Gamer Caduco
Gamerníaco => Eduardo Farnezi
Locadora Resident Ivo => Ivo Ornelas
MarvoxBrasil => Marvox
RetroPlayers => Sabat
Vão Jogar! => sucodelarAngela
Vão Jogar! => Somari
Vão Jogar! => Rafael “Tchulanguero” Paes
Videogames com Cerveja => Felipe B. Barbosa

===Canal (YouTube)==

5 Pixels – Games => Carlos Henrique
Aleskis o Alx => Alexis
Jogatinas Saudáveis => Rodrigo Vigia

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