Arquivos Spider-man - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/spider-man/ Um pouco de tudo na medida certa Wed, 29 Nov 2023 20:19:22 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Spider-man - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/spider-man/ 32 32 Spider-Man 2 | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/11/29/spider-man-2-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/11/29/spider-man-2-analise/#respond Wed, 29 Nov 2023 13:26:39 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=15728 Em 2018, a Insomniac nos entregou o que pode ser considerado o melhor jogo do Aranha já feito. A ideia de usar a IP de forma mais significativa, diferentemente dos esforços anteriores da Activision — antiga dona dos direitos do personagem –, tivemos um jogo com investimento digno de um AAA, colocado no mesmo patamar […]

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Em 2018, a Insomniac nos entregou o que pode ser considerado o melhor jogo do Aranha já feito. A ideia de usar a IP de forma mais significativa, diferentemente dos esforços anteriores da Activision — antiga dona dos direitos do personagem –, tivemos um jogo com investimento digno de um AAA, colocado no mesmo patamar que Uncharted, TLOU e God of War.

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O resultado foi incrível. A movimentação do personagem pela cidade de Nova Iorque era perfeita, a história foi muito bem desenvolvida e graficamente, mesmo no PlayStation 4, o jogo beirava a perfeição.

Com isso, uma continuação era mais do que óbvia, e agora em 2023, ela chega ao PlayStation 5, com melhorias e sim, algumas mudanças negativas.

 

Spider-Man 2
Reprodução: SONY

Mudanças no mapa

O game segue a mesma linha que o anterior. Missões são espalhadas pela cidade de Nova Iorque e o jogador, na maior parte do tempo, tem a possibilidade de explorar livremente a cidade para realizá-las na ordem que quiser.

A cidade agora tem duas ilhas a mais, sendo bem maior e mais densa que no jogo anterior. E por isso, algumas mudanças foram feitas: agora, o Aranha tem asas em seu SUVACO, que permite planar pelos céus, podendo navegar mais diretamente.

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Não se trata de um “voo” propriamente dito, mas funciona como se fosse, já que existem alguns círculos no céu à lá Superman (N64), que funcionam como tubos de vento para acelerar o herói nesses voos com asa.

Além disso, a viagem rápida não funciona mais como antes. Não temos mais as estações de metrô. Agora Peter (e o Miles…) podem teleportar para QUALQUER área do mapa. A transição é bem rápida e imperceptível, mas acredito que a maioria dos jogadores nem vai querer usar isso até o pós-game, pois navegar pela cidade normalmente é bem mais prazeroso.

Spider-Man 2
Reprodução: SONY

Combate

Já o combate está muito similar aos dois jogos anteriores. Inspirado ainda por Batman Arkham Asylum (2009), não há necessidade de travar a mira em inimigos. A luta funciona como um balé, onde indicadores visuais na cabeça dos inimigos mostram basicamente qual ação o jogador deve tomar: se esquiva, pula, ou contra-ataca.

O jogador também tem controle sobre como se aproximar dos inimigos usando as teias, por mais distante que eles estejam. Assim, mesmo em lutas em ambientes muito abertos, a luta nunca fica estagnada.

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Em lutas contra chefes, principalmente no modo Difícil (utilizado nessa análise), as ações do jogador importam muito mais, pois a janela de esquiva é bem menor. O jogo conta com alguns Quick Time Events, e esses que já eram poucos no jogo anterior, agora estão bem mais sutis, não atrapalhando a jogabilidade. As lutas contra chefes, por exemplo, não são finalizadas dessa forma, e isso é um ponto positivo.

Reprodução: SONY

Sobre as habilidades, tanto Peter quanto Miles possuem as mesmas dos últimos dois jogos, e com o tempo eles vão conseguindo armas novas. Miles aprende novas técnicas de choque ao longo do jogo, enquanto Peter usa os poderes do simbionte por boa parte do jogo, no lugar das habilidades antigas do game anterior.

História

Acredito que esse seja o maior pecado do jogo. No último game tivemos a dica de que o Venom desse universo não seria o Eddie Brock e sim o próprio Harry Osborne, que devido a uma doença degenerativa, passou por um tratamento utilizando o simbionte alienígena encontrado pela Oscorp anos atrás.

O tratamento aparentemente deu certo, e Harry voltou à vida de Peter e MJ, já que os três eram muito amigos. Harry quer construir um mundo melhor para todos e precisa da ajuda de Peter, então eles fundam a fundação Emily-May, em homenagem a mãe de Harry e a Tia May, ambas falecidas.

O projeto parece que vai dar certo, porém obviamente o simbionte causa um xabú e escolhe se transferir para um hospedeiro mais forte: Peter. E aí temos uma versão nova do clássico arco do Peter malvadinho por causa da roupa preta.

Spider-Man 2
Reprodução: SONY

Essa parte do jogo é relativamente curta, pois dura umas 3 ou 4 missões de história, mas mostra um Peter mais ignorante e egocêntrico. Nessa parte, o protagonismo da história é transferido para Mary Jane e Miles.

MJ agora trabalha para o Jameson, e está tentando escrever um artigo sobre Kraven, O Caçador, que é a ameaça secundária desse jogo. Ele veio da Europa atrás de uma boa caçada, e depois de atacar e matar praticamente todo o restante do Sexteto Sinistro do jogo anterior — além do Homem de Areia — ele vem atrás do Homem-Aranha original.

A história termina em um tom que — para evitar spoilers — não vou falar, mas pessoalmente não combina com o que um Peter Parker de 25 anos faria.

Miles continua sem graça

Já Miles continua sendo aquele protagonista forçado, onde nenhum vilão parece ter ligação direta com ele. Ele tem uma cena com a Gata Negra, onde ela mesma o trata como um aprendiz café-com-leite, e o resto de sua jornada é basicamente servir de herói reserva enquanto Peter não volta a si. De resto, suas missões são menores, pois seu foco é ajudar a tal “comunidade”.

E essas missões do Miles são tão ruins quanto as histórias do personagem. Sabemos que ele existe até hoje pela representatividade, que juntada com a imagem de 60 anos de Homem-Aranha, gera simpatia e claro, dinheiro pra quem é dona da IP (Disney e Sony, nesse caso).

Porém, isso não se traduz em histórias de qualidade. Aranhaverso 1 e 2 são basicamente shows de luzes muito bem animados, mas que usam do fanservice para cobrir a falta de um roteiro original e que pegue o espectador além das 200 versões do herói presentes.

Em Spider-Man 2, isso não é diferente. Morales é como aquele seu amigo da escola que falava baixo ao redor dos protagonistas da turma; um ator coadjuvante em todas as cenas onde aparece vestido de herói. Já nas cenas à paisana, ele se limita a ser um assistente social, basicamente.

Miles passa todas as missões ouvindo sobre como sua mãe vai arranjar um novo namorado ou fazendo tarefas para seus amigos da escola. Em outro contexto — caso ele não fosse um super-herói ainda — isso seria completamente ok, mas essas missões destoam do tom elevado que o jogo tenta te colocar.

Sem spoilers, mas em dado momento o layout da cidade fica um CAOS, e ainda assim você consegue fazer as missões na escola como se o mundo estivesse normal. É bizarro.

Miles tem potencial pra ter grandes arcos em várias mídias, e confesso que essa versão é a MENOS PIOR de todas, mas seus roteiristas precisam aprender muito com o Super Choque.

Spider-Man 2
Reprodução: SONY

 

Conclusão

Spider-Man 2 é um dos melhores jogos da geração moderna da Sony. A jogabilidade é perfeita, a duração é muito boa, por volta de umas 20 horas caso você queira rushar a campanha e umas 30 para fazer 100%.

O desempenho também está ótimo, com Raytracing obrigatório, mesmo nos modos em 60 FPS.

A dublagem em português entrega muito bem, e Mauro Ramos de volta no papel de JJJ (após sua ausência em Miles Morales) foi muito bem-vinda.
Outra aparição completamente DO NADA é a do ator Rodrigo Lombardi (“Caminho das Índias” e “O Astro”) no papel de Kraven, o caçador. A dublagem original também é ótima, claro.

Recomendação obvia para quem está querendo adquirir um PlayStation 5. Não é um bom ponto de partida para quem quer conhecer o universo do Aranha (principalmente crianças), mas é um ótimo simulador do aracnídeo, com certeza.

 

Nota: 7,8

Spider-Man 2
Reprodução: SONY

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Parágrafo extra: crítica ao tom da narrativa

  • Sinta-se livre para ignorar esse tópico caso você esteja feliz com o que foi falado do jogo até agora, e principalmente, se você gostou do game. Cada pessoa tem sua opinião e tudo bem.

Meu maior problema com esse game é a forma como a narrativa e o ambiente geral do game é construído.
Claramente temos um jogo construído com o pensamento progressista americano, e tudo bem. Temos diversidade em vários pontos da história, como alguns personagens LGBT+ em algumas missões e alguns NPCs que deixam clara sua orientação sexual.

Temos também uma NPC não-binária, que na dublagem americana e latina, foi tratada com pronomes neutros. Na dublagem brasileira, foi optado por deixar tudo ambíguo, sem um artigo antes de seu nome. É válido lembrar que a Academia Brasileira de Letras não tem uma definição oficial para o uso de pronomes neutros, então para todos os efeitos, isso ainda é algo incorreto na língua portuguesa, apesar que a abreviação “Dre.” ainda é usada na legenda.

O que estraga é como isso é utilizado de forma a minimizar outros tipos de pensamentos nesse universo;

Reprodução: SONY

Jameson é como em outras mídias recentes, retratado como conservador burro. Ele é claramente escrito como uma escada óbvia para tratá-lo como imbecil e quem conhece as histórias do Aranha sabe que ele é, acima de tudo, uma pessoa inteligente que age como um antagonista do Aranha em histórias mais antigas. Mas em histórias recentes, até foi casado com a Tia May.

A ausência de POLICIAIS na rua, em favor de bombeiros, é mais uma forma da ala progressista expor sua visão “ACAB” (Todos os Policiais são Babacas, em tradução livre). É como se eles achassem que ter policiais numa cidade fosse algo ruim. Retratá-los como parte boa da sociedade seria algo ruim na visão deles, parece.

Vemos vários NPCs falando sobre seus parceiros de mesmo sexo, mas não vemos nenhuma instância de relacionamento heterossexual, tirando dos protagonistas.

Resumindo: o jogo todo parece ser uma propaganda unilateral, enquanto que eles vendem a ideia de inclusão, mas na realidade parece mais uma tentativa de dizer que não existe espaço para nada além desse progressismo que tentam empurrar goela abaixo em todos os jogos da Sony.

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Esta análise foi feita com uma cópia pessoal do game no PlayStation 5. O game está disponível somente no PlayStation 5.

Spider-Man 2
Reprodução: SONY

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Jogos de Game Boy que vocês precisam Jogar https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/11/06/jogos-de-game-boy-que-voces-precisa/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/11/06/jogos-de-game-boy-que-voces-precisa/#respond Wed, 06 Nov 2019 20:29:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/11/06/jogos-de-game-boy-que-voces-precisa/ Por Dane F. Santos Tudo começou com um anúncio de jornal. Era um belo dia e eu era “piquitita” quando resolvi comprar o já antigo Game Boy Color. A verdade é que sou uma fã confessa de jogos da Nintendo e quando vi a oportunidade agarrei na mesma hora. Com essa compra eu ganhei um […]

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Por Dane F. Santos

Tudo começou com um anúncio de jornal. Era um belo dia e eu era “piquitita” quando resolvi comprar o já antigo Game Boy Color. A verdade é que sou uma fã confessa de jogos da Nintendo e quando vi a oportunidade agarrei na mesma hora. Com essa compra eu ganhei um Mario, mas não me lembro muito dele embora tenha me rendido horas de diversão.

Não me lembro nem se cheguei a zerar, mas era bem bacaninha. Depois de um tempo consegui colocar minhas mãos em alguns cartuchos de pokemon. (Yellow e Silver).

LEIAM – Os meus Pecados Gamísticos Edição: RPG

Não tinha nada mais divertido pra mim de ter a impressão de que eu estava viajando enquanto capturava Pokémons e ia mais fundo no enredo. Nunca fui muito fã do anime, mas os jogos são muito perfeitinhos em vários sentidos. Acredito que o grande sucesso de pokemon tem como base sua imersão.

Pokemon é um marco e todo mundo sabe a razão de gostar e não gostar. Não parando no Pokemon acabei mais tarde jogando outros jogos de Game Boy e Game Boy Advance. Vou citar alguns jogos que marcaram minha vida nesses pequenos consoles (Não vou colocar pokemon na lista, pois seria muito óbvio).

Vamos lá

Game Boy Color

Esse jogo tem uma semelhança interessante com Pokemon, e embora não possamos dizer que é uma cópia fiel tem muitos dos elementos que nos acostumamos por lá. (O modo de batalha é a maior das semelhanças). O ponto alto dele não é o enredo. Claro que a história é legal e interessante, mas em alguns pontos o jogo se torna repetitivo. O meu interesse nesse aqui são os monstros.

Em pokemon eles são criaturinhas fofas ou legais. Já em Dragon Warrior Monster eles são simplesmente monstros.

Como assim monstros?

Eu explico: Sabe o tão popular unicórnio? O dragão comum e o dragão dos céus (Aquele que todo mundo conhece nem que seja do Dragon Ball). Então, esses monstros são alguns dos que você pode ter após “misturá-los”.

Quando se mistura dois monstros você ganha um ovo desses dois e cuida desse novo amigo. A questão é que aqui é muito diversificado. Em pokemon você não teria grandes variações. Já em Dragon Warrior Monster você quase nunca sabe o que esperar. O ponto negativo é perder os monstros que você tinha antes, então essa mistura deve ser feita com cuidado. Alguns monstros podem nascer super fracos ou super fortes dependendo da linhagem.

Outra coisa a se mencionar aqui são as magias: Cada monstro tem cerca de quatro magias típicas dele e a medida que a linhagem se estende os descendentes herdam os poderes dos pais, avós, etc.

Os monstros são divididos em nove categorias, essas divisões são chamadas de “famílias”. As minhas preferidas são as bestas (um simbolo de uma patinha), os dragões e os demônios (representados por um ícone de um tridente).

Game Boy Advance


Esse com certeza não é nada desconhecido, mas se você nunca deu uma chance ao The Legend of Zelda: The Minish Cap a hora é essa!

Pra mim ele só fica atrás do clássico The Legend of Zelda: Ocarina of a Time.

O ponto alto desse jogo é a jogabilidade. Boa jogabilidade, gráficos bonitos e enredo envolvente com certeza são uma marca registrada dessa série. O que difere cada jogo é a temática.

Aqui temos o Vaati como vilão, um aprendiz de mago que deseja poder e aquelas coisas que todo vilão deseja , Vaati usa um gorro semelhante ao de Link, mas aqui ele tem poderes mágicos que obviamente ele usa para o mal. O gorro do Link também não é o mesmo gorro verde de sempre, ele é outro mago que aconselha Link e no geral faz o papel que a fada do Ocarina of a Time fazia.

Aqui Link é uma simples criança que deve reforjar uma espada com a ajuda dos elementos para ter o poder de salvar a princesa Zelda que foi petrificada por Vaati. Cada elemento vai te render horas de jogo, stress, xingamentos e felicidade e os mini games pelo caminho vão te distrair bastante, incluindo a possibilidade de completar uma coleção de figurinhas que abrange todos os personagens que aparecem nesse game.

O interessante é que Link pode(e deve) diminuir de tamanho várias vezes usando o poder de Elzo (O gorro).

Sempre esqueço de mencionar, mas a tradução da Rom de Zelda Minish Cap pode ser facilmente encontrada na internet.

Game Boy Advance

Mega Man Zero é um dos melhores jogos que já joguei. O mais incrível é não usar o Mega Man. O Zero já brilhava desde o Super Nintendo e era meu personagem preferido.

Aqui ele é encontrado anos depois por uma cientista humana chamada Ciel. E pasmem: O Mega Man aqui é o vilão, mas obviamente não é o Mega Man de verdade, é apenas um clone que não deu certo. Não vou dizer o que aconteceu com o verdadeiro pra não estragar a experiência de quem ainda planeja jogar isso.

O ponto alto dele é a história,e também não posso deixar de citar a vasta coleção de armas em cada jogo. Aqui você não está restrito a espada do Zero ou ao famoso buster (o canhão de plasma), também é possível usar um escudo como proteção ou como arma, lançando-o nos inimigos.

Além disso temos uma lança e outras armas que vão aparecendo ao longo dos outros jogos. Também há os tais Cyber Elfos que podem ser usados de diversas formas. Alguns aumentam sua barra de vida, outros cortam metade da vida do Boss e outros atacam os inimigos, te ajudando no percurso. Não vou citar o resto das funções, porque são muitas.

Confesso que acho Mega Man uma série dos demônios. Jogar ela era querer morrer quatro vezes ao dia na vida real após cair de penhascos, ser esmagado ou levar alguns tiros. Porque para uma espécie de robô humanoide a defesa é uma porcaria mesmo sendo de material incrivelmente resistente.

Jogar Mega Man era uma tarefa muito árdua, e eu não apreciei tanto a experiência como em Mega Man Zero. Não que seja um jogo super fácil, achei o nível de dificuldade desafiador, mas que te dá prazer em jogar. Então sim, muitos fãs chatos acham esse game uma droga só por ter perdido sua suposta dificuldade monstruosa.

Acho que isso tudo é besteira, pra mim jogos são feitos pra causar nas pessoas relaxamento e momentos legais e não pensamentos do tipo “Por que diabos estou jogando essa *#$%+ ?!”

Game Boy Color

Esse é um game não muito lembrado quando falamos de Mega Man, afinal, além das limitações do Game Boy Color, por que jogar esse quando se pode jogar Mega Man Zero no Game Boy Advance?

A resposta pra isso é simples: Todo Mega Man é interessante não pela jogabilidade, até porque todo game da franquia segue a mesma linha: Inimigos, boss, pulos, etc.

Mesmo assim a história é cativante e cada fase tem seu charme. Esse jogo também tem uma boa tradução circulando a internet e minha intenção colocando ele nessa lista é lembrar aos fãs que o Mega Man Xtreme 2 existe e ele está chorando lágrimas de sangue por você nunca jogá-lo.

Nesse você pode escolher entre o Mega Man e o Zero. Jogar com o Zero é bem mais complexo já que aqui ele só usa seu sabre de luz ZWOOON! Então escolha sabiamente.

Para os fãs que gostam da dificuldade maluca da série esse vai agradar.

Game Boy Advance

Esse é um jogo muito divertido e dinâmico. Aqui você não assume o papel de Yu-Gi como era de se esperar, mas sim um personagem aleatório que é faz parte da turma de Yu-Gi. Assim você é… Você mesmo!

Essa é uma ideia que garantiu que os jogadores se identificassem com o seu próprio personagem. Montar o próprio baralho é uma das experiências mais divertidas, batalhar com Yu-Gi, Kaiba e praticamente todos os duelistas “supimpa” é bem bacaninha.

Confesso que a falta de um personagem feminino para dar escolha a mulheres é meio chato, mas meio que nós mulheres estamos acostumadas com isso. Fora os Pokemon mais recentes essa experiência não é muito comum. Também senti falta de gráficos mais bonitos na hora das batalhas.

É um jogo de Game Boy Advance, mas na hora de batalhar eu senti limitações na arte. Não que seja ruim, mas poderia ser melhor.

Game Boy Advance

Uma série que eu confesso não saber tanto a respeito como eu provavelmente deveria saber. Apesar disso ela merece ser citada aqui, já que mesmo que eu tenha jogado apenas esse, eu o considero um ótimo jogo.

O sistema de batalha de Kingdom Hearts: Chain of Memories é único, mas confesso também que as vezes senti preguiça da quantidade de batalhas que você tem que travar pra ficar forte o bastante para enfrentar os chefes e fazer o seu baralho crescer.

Apreciei os combos e gráficos. A história me foi confusa, mas isso é obviamente devido ao meu escasso conhecimento da série. Achei bem legal poder encontrar tantos personagens da Disney ao longo do game.

Ele é surpreendentemente longo e pode ter certeza que perderá muitas horas jogando.

Game Boy Advance

Essa série costuma ser conhecida apenas por fãs alucinados por um bom RPG. Golden Sun tem todos os elementos interessantes: Personagens carismáticos, enredo interessante, batalhas bastante divertidas, ótima jogabilidade e puzzles desafiadores.

Golden Sun tem uma tradução feita para a rom em português que tem o meu selo de aprovação. Nada foi deixado de fora, não me lembro de nenhum erro gramatical gritante e acima de tudo: Dá pra terminar o jogo sem nenhum bug.

O único ponto negativo que consigo considerar é a preguiça que nos domina após muito tempo de jogo. Passar por grandes mapas demanda tempo e isso se torna maçante com a quantidade de batalhas que temos que passar.

Game Boy Advance

Ah, esse com certeza é nostálgico,e alguns conhecem uma versão bem antiga dele, mas eu particularmente vivi bons momentos jogando esse.

A história é muito interessante. As melhores coisas da história não podem ser contadas para não perder a graça, mas resumidamente você é um aprendiz de um cavaleiro e não tem sua memória. Muitas coisas acontecem e Max, o protagonista é obrigado a liderar um pequeno exército chamado de Shinning Force.

Quando falamos em RPG tático Shinning Force não pode ficar de fora.

Os personagens tem história e são carismáticos, o desenrolar da história é muito interessante. Minha única reclamação desse jogo é a questão do dinheiro. Como a história te limita os inimigos é meio chato que alguns itens custem tão caro. Jogar esse jogo é como ler um bom livro.

Game Boy Advance

Summon Night – Swordcraft Story 2 é um RPG com história bastante interessante e recheada de momentos engraçados. Esse tem opção de escolha entre um garoto loiro e uma garota de cabelo rosa que ALELUIA não está praticamente pelada. Só aí já podemos dar a ele um troféu escrito: “Sim, você agrada a mulheres que jogam”.

Esse game tem um sistema de batalhas bem singular, onde a tela é similar a um jogo de plataforma.

Existe um ancestral que foi pioneiro nesse sistema de batalha, um jogo de Super Nintendo que infelizmente eu não consigo lembrar o nome. O mais interessante aqui são as armas e o seu companheiro ou companheira que foi “summonado” de outra dimensão ou coisa assim.

Vou repetir que esse jogo está recheado de cenas cômicas e com certeza vai te fazer rir. Existem 4 opções pra você escolher. Existe uma espécie de demônio que usa fogo pra lutar, uma espécie de garoto com orelhas de cachorro que usa vento, um robô e uma garota demoníaca.

A sua trajetória e diálogos dependem das escolhas, o que torna uma experiência única cada vez que você joga. As armas são fabricadas unicamente por você. Espadas, machados, brocas, lanças. Você mesmo deve achar “ingredientes” para fabricar as melhores armas.

O ponto negativo desse jogo ao meu ver está nas dungeons. Algumas são grandes demais e o processo se torna cansativo. Você acaba salvando em determinado ponto e depois nem faz ideia de pra onde estava indo.

Tirando isso é altamente recomendado que se ainda não jogou e for fã de RPGs jogue ainda hoje.

Game Boy Advance

Pra quem gosta de jogos de estratégia esse é um dos que não pode ficar de fora. Ele tem várias versões e até sei de animações com alguns dos personagens. Eu particularmente me amarro no simples que foi feito pra GBA, aonde a Lyn é a primeira protagonista e o Elliwood o segundo.

Ao invés de estar na pele do personagem principal você o acompanha na aventura. Primeiramente com Lyn, uma incrível guerreira de Sacae (Uma tribo cheia de pessoas que nunca mentem) que mais tarde toma parte em eventos maiores. Destaque aqui para o famoso Elliwood também, o ruivo mais gentleman dos games.

Os personagens são o ponto alto desse jogo. A imersão torna a experiência de jogar ele única. Os personagens parecem ter vida própria mesmo e em determinados momentos até conversam com você. Enquanto eles são lutadores incríveis você é uma espécie de estrategista que os ajuda a ganhar batalhas. Acontecimentos dos mais diversos o tornam um dos melhores pra mim.

Se eu colocasse defeito diria que ele limita bastante a liberdade do jogador. Você não tem opção de sair por aí explorando, apenas segue um roteiro e isso as vezes pode frustrar um pouco. O outro ponto ruim é que se um personagem morre em batalha: Ele morre de verdade! É fácil recrutar inúmeros personagens se você souber como, mas nem por isso todos são descartáveis. Afinal todos eles tem personalidade e dependendo de suas escolhas durante as batalhas os diálogos são interessantes. Não é legal perdê-los.

Game Boy Advance

O bom e velho sucessor de Mother 2 (Earthbound nos EUA). Esse é um dos jogos mais incríveis que já joguei. Algumas vezes fico com vontade e começo tudo de novo.

Ele é um RPG com humor característico da série. Alguns pontos são bem divertidos e outros muito comoventes. Os personagens controláveis mudam diversas vezes durante o enredo. Não consigo pensar em nenhum defeito nesse jogo.

A jogabilidade é boa, a história é incrível, os gráficos muito dignos. Há boatos que Mother 4 está sendo produzido por fãs da série e promete ser ótimo se ninguém dar fim ao projeto. Eu como muitas pessoas esperei ansiosamente pela tradução do Earthbound Brasil, levou anos, mas fizeram um trabalho incrível.

A espera valeu a pena. A tradução para o inglês também não é oficial, mas é muito perfeita. Seja como for, é impossível não curtir esse jogo se você gostar de RPGs.

Game Boy Advance

Certamente você já deve ter jogado outro “Piratas do Caribe” para GBA assim como eu, e se decepcionou bastante. Esse no entanto tem um personagem feito a imagem e semelhança de Jack Sparrow. O personagem até mesmo anda como ele e tem alguns de seus trejeitos. (Me amarro na hora que Jack abre baús de tesouro e dá pra ver os dedinhos dele tamborilando de ansiedade).

A grande sacada desse jogo não está na história em si, pois ela é bem fiel ao filme. Colecionadores vão gostar desse jogo. Há um número interessantes de tesouros para se colecionar em diversas ilhas.

Alguns desses tesouros são os chamados “tesouros legendários”, que conferem habilidades especiais ao Jack ou maior defesa/ataque. Para se encontrar os tesouros devemos pagar pelas informações, desbloqueando essas histórias (boatos) em portos e assim você saberá aonde procurar, embora nem sempre seja assim tão fácil. (alguns lugares do mapa são bem escondidinhos e difíceis de acessar, tem que estar atento).

Dá pra pilotar o Pérola Negra e customizá-lo, travar batalhas marítimas, pilhar navios. O ouro aqui é usado para comprar comida e rum para os tripulantes do navio. (Se você estiver em baixa nesses suprimentos terá um motim). Também é usado para comprar melhores canhões, velas e cascos para seu navio.

No geral você consegue roubar tudo isso de outros pobres coitados que cruzarem seu caminho no mar. O que você DEVE comprar são novas espadas para aumentar o ataque de Jack e novas camisas para aumentar a defesa.

Alguns personagens são inacreditavelmente fortes e sem uma boa arma/boa defesa se torna chatinho matá-los.

Game Boy Advance

Esse jogo é um caso de amor e ódio pra mim. Ele deixa muito espaço para o jogador fazer o que ele quiser. Isso é bom e ruim. Você não precisa passar de todas as fases do jogo para zerá-lo, entretanto se você ficar perdido é difícil chegar aonde realmente é obrigatório passar.

As únicas limitações do mapa são elementos que você deve coletar para adquirir certos poderes que eliminam obstáculos. Há várias missões que você não precisa cumprir, mas que após cumpridas pode ganhar prêmios muito bons. O que não gosto nesse jogo é a jogabilidade.

A história é boa, os cenários são interessantes e os inimigos oferecem desafio satisfatório. A trilha sonora também me agradou bastante. É uma pena que o Samurai Jack se movimente de maneira tão pesada.

Acho que a intenção foi dar um pouco de realismo aos movimentos do herói, mas eu particularmente não curti o sistema de combos. Não sou do tipo que decora movimentos com facilidade e isso me levava a apertar qualquer coisa na esperança de dar certo. Instintivamente eu consegui zerá-lo, mas isso realmente não me ajudou. Outra coisa que detestei na jogabilidade foi o pulo de Jack. Até mesmo o pulo duplo é considerado baixo após estarmos acostumados com Castlevania, Mario, Rayman ou QUALQUER outro jogo de plataforma.

Game Boy Advance

O primeiro é um pouco repetitivo, mas não deixa de ser um bom jogo. Esse da imagem acima é o II. Não tenho como colocar defeito nele. O meu único comentário negativo é que a trilha sonora podia ser melhor. Ele é um dos melhores RPGs que já joguei.

Ele te dá a chance de escolher o personagem que você mais se identificar e dar uma pequena customizada nele. O sistema de combate parecido com Zelda Minish Cap me atraiu bastante. (Eu já fico um pouco de saco cheio de mapas que as lutas são aleatórias.

Poder ver os inimigos e evitá-los ou lutar me interessa mais. A possibilidade de escolher torna menos cansativo.) As Dungeons são bem interessantes e os gráficos são bem bonitos.

Dá pra notar que alguns cenários foram feitos com muito capricho. Tenho muita consideração por esse jogo, mesmo com muita gente desvalorizando seu conteúdo. Os chefões aqui seguem esquemas de Zelda e Bomberman (Você precisa descobrir a sequência ou estratégias para vencê-lo, quase nunca é sair dando porrada.)

Ele foge um pouco da características de ter puzzles e deixa tudo mais pro lado da ação. Espancar os inimigos é relaxante. Aqui o modo como vai lutar depende muito da escolha do personagem. No meu caso sempre escolho o que parece um lobo.

Ele usa aquela arma que tem garras, como um Wolverine. Outros usam espadas e se não me engano há um arqueiro e um personagem que usa mágica. (Nunca saí escolhendo todos pra testar). Esse jogo é diversão garantida para fãs de RPG.

Se você está se perguntando se há alguma relação entre Shinning Soul e Shinning Force acertou. Há várias semelhanças nos dois mundos. A que mais consigo ver é a do aventureiro que sempre encontra o personagem principal em Shinning Force em suas viagens.

Em Shinning Soul II você o vê logo de cara (É impossível negar que se trata do mesmo personagem). Se não me engano os dois games são da SEGA para cobrir mais estilos de jogos. Devem compartilhar algumas pessoas na parte da arte e talvez no própria criação da história.

Game Boy Advance

Esse talvez seja bastante desconhecido ou subestimado por alguns jogadores. As pessoas preferem citar Fire Emblem quando falamos de estratégia no GBA e esquecem de jogos como esse.

Não os culpo, pois o modo de batalha de Fire Emblem é MUITO mais simples. Nesse aqui temos cartas, magias, e situações de recuo e avanço de tropas que tornam tudo meio confuso no começo. Muita gente desanima. O sistema de batalha é complexo e até pegar o jeito pode demorar um pouco.

O principal destaque ao meu ver é a arte. Personagens coloridos, carismáticos e expressivos fazem dele um jogo bem bonito.

Game Boy Advance

Tenho muita coisa bacana pra falar desse. Supondo que todo mundo conheça a série Final Fight, imaginem se beat’Em up famosa da Capcom possuísse elementos de RPG e não apenas pancadaria. Seria esse jogo. É possível encontrar ele totalmente traduzido para o português.

A trilha sonora é bem bacaninha, a história é boa e o personagem principal apesar de não ter muitos pontos de carisma ele não joga The Sims consegue cativar o jogador. Além disso descer a porrada em seres das trevas ao estilo Final Fight e no fim do dia ir procurar uma chave é bastante divertido.

O único defeito são pequenos obstáculos que você não conseguiria evitar nem se tivesse o sentido de aranha pela jogabilidade. No mais esse jogo é perfeito.

Game Boy Advance

Esse é um dos que mesmo que você zere vai jogar de novo algum dia. A melhor coisa de todas nesse jogo é a jogabilidade. Não é muito desconhecido, mas como o aracnídeo recebe um jogo cada vez que um fã respira achei que seria válido mencionar esse entre todos que foram lançados para Game Boy e Game Boy Advance.

Aqui você vai desarmar bombas, salvar reféns, e bater em muitos inimigos. Alguns inimigos são muito CHATOS. Daqueles que não são um grande problema, mas são irritantes. É difícil ficar perdido no cenário e o sistema de combo é bem simples e agradável de usar. Para desbloquear os melhores golpes temos que procurar pelo cenário.

O destaque é que não jogamos apenas com o homem aranha, mas com o Venon também. Cada um tem suas vantagens e desvantagens e apesar do Venon ser super-ultra-fortão eu gosto de jogar com o homem aranha já que gosto da velocidade com que ele se locomove pelo cenário.

Além disso não dá pra sair lançando teias com o Venon como dá pra fazer com o Homem Aranha.

Game Boy Advance

A série Metroid é bastante conhecida, mas sou obrigada a dar um destaque nesse game em especial pela fluidez com que o jogo corre. Em Metroid eu sou sempre a pessoa que encalha e fica estressada até entender pra onde deve ir. Já em Metroid Fusion apesar disso acontecer eu senti que o jogo foi muito mais agradável de jogar. A história é realmente muito interessante. Não gosto muito da temática espacial com aliens e tudo mais, mas Metroid é a fuga dessa regra.

Podemos ver de cara pela capa que o uniforme laranja e tão conhecido da Samus foi redesenhado Se você não sabe até hoje que temos uma heroína e não um herói vestindo a roupa laranja precisa parar de chamar o Link de Zelda também, por favor. Mas obviamente não foi desenhado dessa forma por simples arte. Tem sim uma história por trás, mas eu não vou estragar as surpresas.

A história é incrível, a trilha sonora completamente compatível, a jogabilidade maravilhosa… Se alguém reclamar de algo nesse jogo acho que vou dar uma bofetada no indivíduo.

Game Boy Color

O que dizer sobre esse jogo? Mais um Zelda, simplesmente isso. Sou muito fã da série e esse mesmo sendo de Game Boy Color merece ser mencionado.

Nem todo mundo acaba topando com ele já que existe um muro chamado “Zelda Minish Cap”. Não posso dizer que é meu preferido, mas o coitado é um bom jogo. Dê uma chance pro coitadinho do Link te distrair mesmo sendo limitado pelo console precário de qual ele faz parte.

Game Boy Advance

Esse vai gerar uma terceira guerra mundial, mas não ligo. TODOS os Castlevania feito para Game Boy Advance são ótimos. Cada um tem sua preferência, eu escolhi esse pra representar todos os Castlevania de GBA.

A história me encanta, a trilha sonora é uma das mais legais do console e os personagens são interessantes. O que mais valorizo além da incrível jogabilidade é a capacidade de poder usar várias armas e poderes.

Não vou me estender muito falando desse game, ele já é popular demais sem minha ajuda.

Tá procurando decorar seu cantinho gamer? Então convido a conhecer o perfil no instagram da Posterize. Criado pela Dane, responsável por essa colaboração no site, ela personalizar posteres em A4 do jeitinho que você quiser e por um preço mega amigo do bolso.

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Marvel Puzzle Quest #001 |Dicas para começar https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/05/01/peripecias-invasoras-em-marvel-puzzle/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/05/01/peripecias-invasoras-em-marvel-puzzle/#respond Tue, 01 May 2018 13:02:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/05/01/peripecias-invasoras-em-marvel-puzzle/ Começo o texto dizendo que tenho um celular mediano e que atualmente resolvi instalar um jogo, o tal “Candy Crush” da Marvel, só para passar o tempo. Sendo a Marvel muito presente grande parte da minha vida, com suas revistas em quadrinhos e tal, além do fato de eu gostar muito dos personagens clássicos da […]

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Começo o texto dizendo que tenho um celular mediano e que atualmente resolvi instalar um jogo, o tal “Candy Crush” da Marvel, só para passar o tempo.

Sendo a Marvel muito presente grande parte da minha vida, com suas revistas em quadrinhos e tal, além do fato de eu gostar muito dos personagens clássicos da Casa das (atualmente poucas) ideias, acabei decidindo testar essa jogo para smartphones.

Eu acho que nem preciso dizer que por se tratar de um free-to-play, existem diversos itens para se comprar,  caso não tenha muita paciência para evoluir no jogo. E bota paciência nisso.

Marvel Puzzle Quest

A princípio, eu vou dar algumas dicas, de como evoluir no jogo e a primeira delas é: jamais gaste suas HERO POINTS para comprar novos cards de personagens, são pontos jogados fora, já que provavelmente, você vai comprar uma carta de level baixo, raramente sai um level mais alto, e todas essas cartas você pode conquistar no jogo sem gastar nada.

Guarde suas Hero Points para comprar espaço para armazenar as suas cartas conquistadas. Vai por mim.

Como começar?

Marvel Puzzle Quest

Bem, pra começar a jogar Marvel Puzzle Quest, como eu disse, junte os seus HERO POINTS e compre armazenamento para suas cartas, e escolha uns três personagens de level inicial do qual você gosta e comece a aumentar o nível deles até o máximo.

LEIAM – Marvel Puzzle Quest #002 |Hero Points & Juggernaut

Nessa primeira leva, o level máximo geralmente é 50. No meu caso, como exemplo, eu upei o Iron Man, Tempestade, Spider-Man e o Fanático (Juggernaut).

A importância de ter esses personagens da primeira leva do jogo em sua capacidade máxima eu irei explicar no próximo texto, então fiquem ligado para mais dicas. Até lá!

Abaixo você também pode conferir um vídeo onde faço o gameplay do jogo, além de uma playlist no canal só com os vídeos de MPQ:

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Spider-Man | Conheçam o melhor jogo do Homem-Aranha https://www.arquivosdowoo.com.br/2012/10/29/spider-man-conhecam-o-melhor-jogo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2012/10/29/spider-man-conhecam-o-melhor-jogo/#comments Mon, 29 Oct 2012 18:10:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2012/10/29/dicas-de-games-spider-man-psx/ Spider-Man é um dos personagens mais legais dos quadrinhos, nascido no ano de 1962, graças a Stan Lee e Steve Ditko. Fez um sucesso tremendo, e graças a esse sucesso que o personagem ganhou diversos produtos, desde séries bizarras como uma versão tokusatsu ou mesmo mundos alternativos assim como diferentes uniformes e etc… CONFIRAM – […]

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Spider-Man é um dos personagens mais legais dos quadrinhos, nascido no ano de 1962, graças a Stan Lee e Steve Ditko.

Fez um sucesso tremendo, e graças a esse sucesso que o personagem ganhou diversos produtos, desde séries bizarras como uma versão tokusatsu ou mesmo mundos alternativos assim como diferentes uniformes e etc…

CONFIRAM – Jogos de Super Nintendo

Então no ano de 2000, nós gamers fomos agraciados com um game magnífico e fiel as aventuras do amigão da vizinhança.

Spider-Man produzido pela Neversoft, a mesma produtora do excelente Tony Hawks Pro Skater.

Há uma leve melhoria na qualidade gráfica do game, mas nada excepcional, já que utiliza do mesmo motor gráfico de THPS.


O game também foi lançado para o Dreamcast na época e em minha opinião é o console que teve sua melhor versão e com melhorias gigantescas.  Isso mesmo, sou um puxa-saco do Dreamcast.

O enredo do game é simples, alguém se fantasiou de Homem-Aranha e roubou uma máquina experimental do Dr. Octopus em plena a apresentação, logo em seguida a cidade é tomada por uma névoa tóxica com o uso da máquina.

Há surpresas na trama, mas não vou estragar contando tudo aqui!
O game possui fases longas e memoráveis, como as perseguições ao Venom entre os prédios ou nos subterrâneos. Um ponto forte do titulo são os diálogos e as piadas, mas isso se deve a muitos dos dubladores, serem os mesmo da animação.

Também apresenta um nível de dificuldade considerável, alternando momentos em que você passa tranquilamente e em outros que você morre diversas vezes até pegar o jeito. Cito o prédio em chamas que você de chegar ao topo enquanto um helicóptero alveja você.

Spider-Man

Tudo é um deleite para os fãs como eu, pois é possível desbloquear diversos uniformes, conforme alcança alguns objetivos secundários, como coletar todas as capas dos quadrinhos.

Recomendo a todos esse magnífico game, que além de divertido é um presente aos fãs do amigo da vizinhança.

Ressalto que uma das versões mais legais do uniforme do Spidey pode ser desbloqueada no game!

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