Arquivos PlayStation Vita - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/playstation-vita/ Um pouco de tudo na medida certa Tue, 05 Jul 2022 22:39:34 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos PlayStation Vita - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/playstation-vita/ 32 32 Habroxia 2 | Um dos últimos jogos do PS Vita https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/07/05/habroxia-2-um-dos-ultimos-jogos-do-ps-vita/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/07/05/habroxia-2-um-dos-ultimos-jogos-do-ps-vita/#respond Tue, 05 Jul 2022 22:39:34 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=11948 O PS Vita é um console muito peculiar. Foi uma aposta da SONY em um sucessor do poderoso – e popular PSP – porém, tendo que competir com o crescente mercado mobile de 2011, o console simplesmente não teve força para se manter relevância, e alguns anos depois, a empresa já havia largado o suporte […]

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O PS Vita é um console muito peculiar. Foi uma aposta da SONY em um sucessor do poderoso – e popular PSP – porém, tendo que competir com o crescente mercado mobile de 2011, o console simplesmente não teve força para se manter relevância, e alguns anos depois, a empresa já havia largado o suporte ao mesmo, resolvendo focar seus esforços no PlayStation 4.

Assim, tivemos um portátil muito bem projetado, tendo alguns jogos AAA dignos de um console de mesa, como Killzone e Uncharted, feitos especialmente para o console, mas que no fim de sua vida, ficou relegado a lançamentos indies, e nesse contexto, temos o jogo dessa análise: Habroxia 2.

Créditos: Lillymo Games

Suporte ao Vita

A empresa Lillymo Games, é uma desenvolvedora independente que opera em Ontário no Canadá, e fez alguns jogos de 2018 pra frente, como o próprio Habroxia 1, lançado em 2019.

A empresa é conhecida por dar suporte contínuo ao PS Vita, mesmo após a Sony abandonar seu próprio console. Isso aconteceu até o lançamento de Habroxia 2, o último jogo feito por eles para o console.

Créditos: Lillymo Games

Gameplay

O game flui como em Darius, com progressão horizontal na maior parte do tempo, mas em alguns momentos o jogo muda para progressão vertical como em alguns outros shooters.

Devemos navegar por diversas fases, progredindo de forma não linear, com alguns estágios tendo duas saídas – e dois chefes.

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Essa forma de interação com as fases é muito inspirada em Star Fox, com um mapa mostrando os planetas de forma bem similar.

No fim, são 5 rotas, e todas devem ser terminadas antes de enfrentar o chefe final. Tudo isso com estilo de arte pixelado padrão de jogos indies, que aqui servem bem ao jogo, fazendo com que ele seja similar a games feitos para arcade nos anos 90.

Créditos: Lillymo Games

Dois analógicos

O grande diferencial – e o que faz esse jogo ser tão divertido – é que ao invés de termos um botão de tiro, o jogo funciona com dois analógicos – um para controlar a nave e outro para controlar a direção dos tiros.

Assim, o jogador tem mais liberdade para se movimentar sem precisar estar na direção dos inimigos.

Obviamente, a dificuldade é nivelada para isso, com inimigos aparecendo em diversos pontos diferentes da tela e atirando em direções aleatórias, sem aqueles padrões comuns que existem desde Space Invaders ou Galaga.

Créditos: Lillymo Games

Tiros e boost

A variedade do jogo não vem do fato de pegar power-ups durante as fases e na realidade, o game funciona bem diferente.

Aqui, como será abordado mais à frente, temos um sistema de pontuação que serve como o dinheiro do jogo, usado para comprar melhorias para seu tiro, além de upgrades para seus tiros especiais.

O jogador pode levar dois tiros especiais por fase, um que pode ser atirado para frente e outro para trás. Existem mísseis teleguiados, barreiras de defesa, cortes curtos e bombas mais fortes, todos são úteis e vale da preferências do jogador em saber qual se adequa mais ao seu estilo de jogo.

Não bastasse isso tudo, temos um turbo que rasga tudo no caminho, que serve principalmente para escapar de uma área cheia de tiros. E acredite, isso acontece bastante, principalmente mais à frente no game.

Créditos: Lillymo Games

Dificuldade

O único porém do game entre tantas qualidades é a dificuldade inicial, claramente não balanceada para o começo da jornada do jogador.

De início, seu tiro e a nave são muito fracos, e isso pode causar a sensação de que o jogador está indo muito mal. Passar das fases dá pontos que podem ser usados para comprar melhorias, mas morrer nas mesmas dá pouquíssimos pontos.

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A solução para isso não é óbvia: o jogador deve jogar a primeira e segunda fase algumas vezes até acumular pontos suficientes para melhorar o poder e abertura de seu tiro, e aí o jogo começa a fluir como manteiga.

Poucas vezes no game temos essa parede de grinding, e ela só volta a acontecer mesmo lá pelo New Game+, mas ter isso de cara pode tirar o jogador mais desavisado ou que não está tão empenhado em terminar a aventura.

Créditos: Lillymo Games

Conclusão

Habroxia 2 é um joguinho bem interessante e desafiador, e suas mecânicas de tiro, upgrade e modos extras (como boss rush) fazem ele valer o valor que está sendo cobrado nas plataformas em que foi lançado, sendo elas PlayStation Vita, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Nintendo Switch e Steam.

Créditos: Lillymo Games

É uma gema desses consoles e merece sua atenção.

Créditos: Lillymo Games

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Little Adventure on the Prairie | As horríveis aventuras de Jesuíno https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/12/26/little-adventure-on-prairie-as/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/12/26/little-adventure-on-prairie-as/#respond Thu, 26 Dec 2019 22:03:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/12/26/little-adventure-on-prairie-as/ Jogos ruins. Todo mundo já jogou algum. Jogos péssimos, certamente. Eu mesmo fiz a análise de duas das maiores atrocidades que a Espanha cometeu contra o mundo nos tempos recentes. Existem aqueles jogos, que só de você olhar a capa (ou a thumb, se você usa algum serviço digital, como o Steam/PSN/Live/eShop), já percebe: NÃO, […]

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Jogos ruins. Todo mundo já jogou algum. Jogos péssimos, certamente. Eu mesmo fiz a análise de duas das maiores atrocidades que a Espanha cometeu contra o mundo nos tempos recentes. Existem aqueles jogos, que só de você olhar a capa (ou a thumb, se você usa algum serviço digital, como o Steam/PSN/Live/eShop), já percebe: NÃO, nem ferrando eu compro isso.

Eventualmente, se o preço é baixo, a curiosidade mórbida acaba batendo e é assim que títulos como Little Adventure on the Prairie acabam parando na biblioteca de muitos jogadores. Custando cerca de 2 dólares (R$ 6,50 na PSN), ele é o que há talvez 10 anos atrás, chamaríamos de ‘jogo do Milzão’, aquele jogo ruim que você compraria a um preço baixo só pra conseguir 1000 pontos fáceis em seu gamescore do Xbox 360 (em 2009, os troféus ainda não eram uma coisa tão massiva no PS3, quanto os Achievements eram no 360). Mas enfim, eu vou deixar claro logo aqui: NÃO COMPRE Little Adventure on the Prairie, eu cometi esse erro, então vamos lá.

O jogo não tem nem um conceito básico pra eu chamar de história, então vamos inventar uma aqui: Nosso herói, Jesuíno (estamos próximos do Natal, que acabou de passar, então ele é uma mistura de Jesus com Natalino), entediado que não conhece nenhuma princesa a ser salva, nenhum vilão déspota a ser derrubado, tampouco nenhum traficante para lhe fornecer drogas, resolve sair em uma carnificina sangrenta e destruir todos que cruzarem seu caminho. Como ele vai fazer isso? Pulando na testa dos inimigos, sacudindo sua espada e esperando pelo melhor.

Primeiramente, Little Adventure parece um projeto de alguém que aprendeu a usar a UNITY semana passada. O jogo é um platforming 2D que faz tudo de errado possível. A movimentação do personagem é esquisita, assim como a maneira que ele pula. Assim como em Yasai Ninja, efeitos de colisão são inexistentes. Você só ataca com a espada até o inimigo desaparecer.

O design de fases do jogo é risível, geralmente uma linha reta, às vezes abismos a serem saltados, e por vezes você desce para um ponto inferior do mapa e vai para o outro lado. Ah sim, você precisa matar todos os inimigos pra terminar. E curiosamente, a melhor maneira de matar todos os inimigos, é pulando na testa deles e atacando sem parar, pois a colisão do jogo é tão ruim, que você vai ficar grudado na testa do inimigo e a possibilidade dele te atacar é menor.

Existem power-up’s nas doze fases, além de itens pra recuperar sua energia. Eles não são (talvez o item de saúde seja) obrigatórios pra terminar o jogo, mas você irá os pegar mesmo assim porque eles estão no caminho. E sim, são doze fases. Você vai levar no máximo, meia hora pra terminar tudo… E ainda vai ganhar um troféu de platina no processo.

Graficamente… Não tem nada que se salve. Tanto Jesuíno, quanto os inimigos são compostos de poucos frames de animação e a movimentação deles é atroz. Os cenários são genéricos, e mal feitos, basicamente um JPEG onde dá claramente pra ver onde é o fim da figura, porque o fim e o começo não se ligam, deixando uma linha evidente.

Sonoramente… Eu juro que não lembro das musicas desse jogo, se é que ele tem música. Colocar um CD com o som de gatos brigando seria um som de fundo mais memorável para esse arremedo de jogo.Essa foi uma review mega curta, eu sei… Mas serve de alerta a todos, que quando um jogo parece ruim, tem cara e screenshots que denotam a falta de qualidade, polimento e redenção, evite-o, porque o jogo certamente é pior que bater na mãe com tamanco de madeira. Little Adventure on the Prairie não merece seu dinheiro, sua atenção ou curiosidade.Fuja dessa atrocidade como o diabo foge da cruz.

Essa atrocidade está disponível para Android, iOS, PlayStation 4, PlayStation Vita (mas não é cross-buy, vá entender) e Nintendo 3DS

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