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Você tem saudade de jogos de combate rápido que não sejam simplesmente a coisa mais difícil do mundo, como um Souls da vida? Então Ravenlok pode ser a sua cara.

Lançado em 4 de maio de 2023 e desenvolvido pela Cococucumber, esse joguinho é uma espécie de metroidvania, com combate similar aos Zeldas clássicos e com alguns poucos elementos de adventures clássicos.
Tudo isso é combinado de maneira leve, com um estilo visual que agrada qualquer tipo de jogador e que pode ser zerado numa única sentada (ui!).

Reprodução: Cococucumber

Fetch quests

A nossa protagonista, que tem seu nome digitado pelo jogador, começa junto de seus pais numa mudança de casa. Aparentemente ela morava na cidade grande e sua família decidiu começar uma vida nova no campo, numa fazenda que pertencia à sua vó.

Ela, porém, não parece seguir aquele estereótipo narrativo de adolescente chateada de perder os amigos — ainda que ela mencione isso — mas de forma geral tudo que ela (você, no caso) faz é ajudar seus pais com algumas tarefas básicas, que ajudam a ensinar como boa parte do jogo funciona: fetch quests.

Pra quem não sabe fetch quests são aquelas missões que envolvem você: (1) falar com um personagem; (2) ir buscar o que ele pediu; (3) trazer de volta pra ele.

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O jogo é voltado para essas missões, e no menu de pause você tem um seletor de lista de quests, como nos jogos modernos como Witcher 3, Cyberpunk e Zelda TotK. Quando você encontra um item de outra quest, o guia na tela muda para essa quest nova, mas pode ser trocado de volta no menu.

Não há diferenciação entre quests principais e quests secundárias, porque o jogo todo é interligado de forma que 98% das quests sejam necessárias para se chegar ao fim do jogo.

Ainda que a ambientação do jogo lembre muito Earthbound, com ambientação moderna, depois de algum tempo nossa protagonista é transportada para um mundo de fantasia e é recebida por, vejam só, um coelho com pressa.

Reprodução: Cococucumber

Ravenlok no país das maravilhas

Como o texto acima escrito com formatação h2 pode ter deixado claro, isso foi uma referência à famosa história de Lewis Carroll. Já tivemos jogos que usaram a premissa de “Alice no país das maravilhas”, como American McGee’s Alice, muito popular algumas décadas atrás, mas em Ravenlok, a inspiração é muito mais livre e sem nenhuma distorção significativa na narrativa.

A protagonista é chamada de Ravenlok pelo coelho e por todos que moram nesse mundo — algo que parando pra pensar agora, não faz sentido e não é explicado — e ela, por ser muito prestativa, resolve ajudar todos com seus problemas, sendo o principal deles, a Rainha, que está ferrando com a vida de todos no reino.

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A inspiração visual em relação às adaptações de Alice, principalmente a da Disney, é bem diferente. Os soldados de cartas de baralho, por exemplo, aparecem muito para o final do jogo, e eles não são brancos como cartas normais, por exemplo.

A Rainha parece feita de papercraft, assim como praticamente todos os personagens secundários. Aliás, falando do estilo visual vamos falar dele agora.

Reprodução: Cococucumber

Voxel art

Eu fiquei bastante impressionado com a direção de arte de Ravenlok. Apesar dos mapas concisos, todas as telas são bem detalhadas, com sombras em tempo real, oclusão de ambiente e outros efeitos bonitos. Em pesquisa, não encontrei qual a engine usada para produção do jogo, mas por ter sido publicado pela Epic, vou tentar dar um chute educado e dizer que foi feito na Unreal Engine 4.

Não somente os efeitos visuais são bonitos, mas a direção geral é muito impressionante. O game mistura geometrias normais (como as roupas e modelo da Ravenlok), com alguns objetos feitos em voxels (pense Minecraft), com texturas em pixel art.

Tudo isso dá um ar retrô e ao mesmo tempo, moderno. Um exemplo não tão recente assim que se assemelha muito ao alcançado aqui é o game de 2009 chamado 3D Dot Game Heroes, para o PlayStation 3.

Lá foram usados efeitos semelhantes aos vistos em Ravenlok, mas com tecnologia da época e um pouco mais simples visualmente.

Assim, acabamos tendo um jogo com gráficos modernos que usam de inspiração um estilo similar ao pixel art de games antigos, mas sem perder a qualidade de um jogo de 2023.

Reprodução: Cococucumber

Jogabilidade meio esquisita mas beleza

 

De início, a jogabilidade de Ravenlok me assustou um pouco. Nossa protagonista se movimenta de maneira lenta, mesmo correndo. Para andar, é necessário dar um clique no L3/shift, porém caminhar não tem utilidade alguma durante TODO o jogo, sendo uma funcionalidade que talvez seja legado do início do desenvolvimento.

Além disso, a personagem possui um dash infinito que te acelera mais do que a corrida. E o que você acha que acontece quando descobre isso? Logicamente, passamos o jogo todo apertando o botão de dash ao invés de correr normalmente.

A intenção desse dash talvez fosse para uso em combate, mas esse se mostra tão simples, até mesmo na dificuldade difícil, que raramente o jogador vai se ver dando dashes durante as lutas.

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Outra função que é mal utilizada é o escudo. Temos uma barra de estamina/defesa embaixo da barra de energia o tempo todo durante o jogo, mas logo cedo o jogador descobre que defender não vale a pena.

Sempre tomamos dano ao usarmos o escudo, fazendo com que valha mais a pena só correr pelo cenário, já que não tem penalidade alguma, como cansaço ou algum frame onde a personagem não possa se mexer após o dash.

Já atacar sofre da mesma idiossincrasia. Você pode bater infinitamente sem descanso, e o que te impede de devastar os inimigos e chefes é somente seu level.

Conforme o jogo vai passando, você passa a relevar essas coisas, pois não são problemas per se, mas apenas falta de refino. Ainda assim, o jogo consegue ter um combate divertido, pois os inimigos batem forte (na dificuldade difícil, pelo menos), mas com certeza poderia ter um pouco mais de risco e recompensa envolvido.

Reprodução: Cococucumber

Veredito

Ravenlok é um jogo bonito e competente, e apesar de minhas críticas em relação ao combate, é um jogo que eu PLATINEI do início ao fim numa sentada, coisa que nunca fiz com jogo nenhum na vida. São entre 5 e 7 horas onde o ritmo nunca cai e, devido ao ritmo rápido, faz com que o jogador se interesse em continuar jogando sempre mais um pouco até cansar.

A tradução é um ponto fraco, pois não parece ter sido feita com esmero. Sua personagem é uma menina e todos te tratam no masculino. Não parece ser um caso desse modernismo besta e sim uma falha em quem pegou o texto para traduzir.

Algumas palavras aparecem em inglês no meio do texto em português, também. Assim, mesmo sendo perfeitamente possível jogá-lo na nossa língua, eu preferi jogar no idioma original mesmo.

Tirando esses pormenores que são menores mesmo, essa é uma recomendação forte para esse ano, podem jogar que não tem como se arrepender.

PRÓS


  • Gráficos muito bonitos, direção de arte fez algo incrível com mistura de voxels com pixel art;
  • Sistema de quests interligadas funciona bem.

CONTRAS


  • Câmera quase fixa atrapalha em alguns pontos;
  • Combate simples porém funcional.

 

NOTA: 7,5

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Esta análise foi feita com uma cópia do game cedida gentilmente pela distribuidora. Ravenlok está disponível no PC via Epic Games Store e Xbox One e Series S/X.

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Moons of Darsalon | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/04/24/moons-of-darsalon-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/04/24/moons-of-darsalon-analise/#respond Mon, 24 Apr 2023 08:56:18 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=13766 Introdução Moons of Darsalon é um jogo que busca uma nostalgia com games lançados para computadores como o Amiga ou o Commodore64. Sua tela de inicio, por exemplo, é idêntica à do Amiga, e o jogador precisa apertar algumas teclas no teclado de seu PC para simular os comandos que eram usados para abrir os […]

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Introdução

Moons of Darsalon é um jogo que busca uma nostalgia com games lançados para computadores como o Amiga ou o Commodore64. Sua tela de inicio, por exemplo, é idêntica à do Amiga, e o jogador precisa apertar algumas teclas no teclado de seu PC para simular os comandos que eram usados para abrir os games naquela época.

Daí, somos jogados à tela inicial, e aí percebo o cuidado que tiveram nos menus. As opções são bem variadas, com filtros e escalamento de resolução dos pixels, scanlines e afins, sem falar na tradução em português.

Logo de cara vemos que o game é um indie com um charme a mais.

Mas sobre o que é esta bodega

O game é um jogo de plataforma 2D com estilo retrô (pixel art), onde você controla uma espécie de astronauta, e seu objetivo é salvar os outros amigos astronautas (estou chamando assim por falta de termo melhor).

Assim sendo, é meio que como o jogo Lemmings, onde você deve guiar uns personagens até a saída, porém aqui você também precisa controlar o protagonista, fazendo com que os outros bonecos venham atrás de você.

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A movimentação é lenta, estilo Prince of Persia. Mas sem tanto delay de input, sendo que isso faz sentido com o jogo, pois não se trata de quão rápido você consegue passar pela fase, mas sim sobre como resolver os puzzles.

No começo, temos que salvar apenas um astronauta, então o jogo te apresenta mecânicas como: abrir as portas para que os astronautas possam passar, apertar botões, pegar lanternas para iluminar o caminho para eles e por último, mas não menos importante: dar comandos.

Essa opção, no teclado, se dá com o botão do meio do mouse + uma das teclas WASD. Você pode mandar seus amigos andarem pra direita, esquerda, esperar ou te seguir. Funciona basicamente como a Ashley em Resident Evil 4, e eles respondem muito bem aos seus comandos.

No game somos auxiliados pela já citada lanterna, além de um rifle laser, uma arma de construção, um jetpack e alguns veículos que ajudam a passar pelas fases. Claro que cada um desses objetos vai estar à disposição de acordo com a fase e o puzzle a ser resolvido.


Fases e comunidade

Existe muito investimento em fazer o jogo crescer ao redor de sua comunidade. Logo no menu do jogo temos a opção de entrarmos no Discord do desenvolvedor. Além disso, temos a opção de configurar o game para a Twitch, onde ele coloca o nome do canal na tela e desabilita alguns filtros para facilitar a visualização na janela do site ou do app de celular.

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Não só isso, mas também é possível criar suas próprias fases e compartilhá-las com os outros jogadores. Eu não testei essa função à fundo, mas o editor é bem competente para o que se propõe e aqueles que gostam desse tipo de funcionalidade vão ter mais um tempo de diversão adicional aqui.

Trilha Sonora

A música ambiente desse game remete muito aos sons de jogos também da geração do Amiga, como Turrican e afins. São músicas eletrônicas que para nós brasileiros, parecem mais aqueles temas que tocavam em cracks de jogos piratas antigos, que na verdade eram inspirados por jogos europeus desses computadores dos anos 80.

São músicas com pegada espacial antiga mesmo, e fazem todo sentido com ambientação do jogo. Destaque para “Bolero“, uma canção clássica aqui remixada para o jogo de um jeito sensacional. Eu tomei um SUSTO quando a ouvi pois a mesma música está na trilha sonora do anime Digimon Adventure de 1999, e eu literalmente ACABEI de assisti-lo, um dia antes de escrever esse texto.

Moons of Darsalon
Créditos: Dr.Kucho Games

Veredito

A Dr. Kucho Games, com sede na Espanha e aparentemente é uma empresa de um homem só, demorou sete anos na produção do game e fica bem claro, devido ao esmero perceptível.

Moons of Darsalon é um jogo de visual bem bonito, com temática e jogabilidade bem bacanas, que servem para quebrar a rotina de games de ação que estamos mais acostumados nesses dias. É um jogo com inspirações clássicas, mas com ritmo similar à clássicos como Prince of Persia e até mesmo lançamentos mais modernos, como La Mulana.

Se jogos 2D com pequenos puzzles com ambientação bem relaxantes é a sua pegada, não deixe de dar uma chance a este game.

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Moons of Darsalon foi analisado com uma cópia gentilmente cedida pela distribuidora e está disponível para PC (Steam).

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Pode não parecer, mas eu gosto de puzzles match-3. Nunca joguei o Candy Crush em si, mas já passei horas em Bejeweled, incontáveis horas em Hunie Pop, platinei Kotodama e até mesmo cheguei a jogar o Match-3 de Frozen, porque ele é Free to Play (mas definitivamente é pay-to-win, então que aquele jogo vá tomar no rabo).

Apesar de eu não ser a pessoa mais inteligente do mundo pra quebra-cabeças, a atmosfera relaxante de um Match-3 faz com que eu goste do jogo e esteja inclinado a jogar diferentes jogos do gênero.

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Tá certo que nem todos os jogos vão ser o sucesso, porque não tem muito que você possa fazer pra dar uma apimentada no gênero, algumas desenvolvedoras colocam elementos de RPG, como acontece na excelente série Puzzle Quest, outras colocam o Match-3 como parte opcional secundária, como acontece em alguns jogos do gênero de Objetos Ocultos, algumas colocam elementos de Visual Novel, como Hunie Pop e por aí vamos.

A desenvolvedora canadense Samobee Games foi por essa rota e decidiu dar um tempero próprio ao seu primeiro título, Princess Farmer, publicado pela Whitethorn Games e tendo sido lançado no finzinho de março.

Confira conosco a análise do jogo.

Créditos: Samobee Games – Whitethorn Games

Eu era uma fazendeira e virei princesa… WAT?

Você é uma simples fazendeira que um dia desperta na Árvore de Gaia, e então, a Mãe Gaia a transforma na Princesa Fazendeira, com o poder de remover vários objetos e rochas do solo de uma vez só. A partir daí, você parte numa jornada diária para colher vegetais e vencer o mal… Que se resume a colher mais vegetais.

A premissa de Princess Farmer é bobinha, mas a graça do jogo está nos personagens deveras incomuns que encontramos durante a jornada. E na parte de visual novel, você meio que define a personalidade da personagem, conforme os diálogos que vão aparecendo (e isso até mesmo da conquistas).

Eu queria ter mais pra falar sobre isso, mas a parte de narrativa e visual novel de Princess Farmer não é forte o suficiente pra sustentar muito texto.

Apresentação bem criativa

Enquanto que na parte de narrativa, Princess Farmer não é um jogo forte, o mesmo não pode ser dito da apresentação do mesmo. Antes mesmo de você começar a história em si, o jogo se apresenta numa estética muitíssimo bem feita de um desenho animado, com os episódios sendo apresentados com fitas VHS, com direito a filtros, a tela simulando CRT, o Eject no fim do episódio.

Toda a interface de escolha é bem colorida, intuitiva e bastante criativa. E isso continua sendo carregado para a estrutura do jogo, e até mesmo partes da história, com algumas influências notáveis (Tuxedo Mask e o “Mas você não fez nada”) estando presentes.

A jogabilidade, como disse, é Match 3, mas tem um porém. Você só pode mover as peças verticalmente, removendo os vegetais e os recolocando no solo, fazendo assim combinações verticais, horizontais ou diagonais.

Só que antes de dar mais detalhes, a estrutura do jogo é bem diferente de simplesmente “trecho de visual novel” que leva ao “match-3”, que temos em Kotodama, por exemplo. Aqui, vamos por andando por um tabuleiro que pode ou não ter diálogos, esses diálogos tem respostas que podem aumentar a sua afinidade com aquele personagem que você conversa, essa afinidade é importante porque no fim do dia/episódio, esse personagem pode lhe dar um presente, dependendo da afinidade.

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Entre os presentes, estão skins diferentes pra personagem, ou dinheiro pra utilizar na lojinha onde podemos comprar outros itens de customização. A customização é bem simples, mas bem apresentada.

As partes de Match-3, tem toda a coisa de você ter que realizar x combinações de determinados vegetais para concluir, seja com um tempo limite, ou quantia de movimentos, o jogo especifica predeterminações que definem como você vai jogar cada partida de Match-3. E a cada partida, seu resultado é avaliado por Gaia, que lhe dá uma bonificação em dinheiro para ser utilizada na loja. YAY CAPITALISMO!

Existem também as boss battles, que consistem de partidas de Match-3, mas com uma barra de tempestade, que após ser enchida, ataca o campo do oponente, fazendo com que o campo dele vá diminuindo até o impossibilitar de jogar.

O modo campanha pode ser jogado tanto sozinho, quanto com a ajuda de um personagem controlado pela IA, ou um amigo, sendo escolhido antes de cada episódio.

Competente graficamente, com uma trilha relaxante

A pixel-art de Princess Farmer é muito bonita. É um jogo colorido, mas não chega a ser ultra saturado. Os sprites são bem feitos, e os personagens nos diálogos, bastante expressivos.

Os cenários variam de capítulo pra capítulo, dando variedade a sua vista, porque não adianta nada você ter belos gráficos se todo cenário de partida Match-3 for o mesmo.

Na parte musical, a trilha do jogo é bastante relaxante. Não são musicas necessariamente marcantes, mas ideais pro clima relaxante e tranquilo da aventura.

Bom em pequenas doses

Princess Farmer não é um jogo ruim, honestamente, eu recomendo. Porém, ele é ideal para ser jogado em pequenas doses, ou pelo menos essa é a impressão que eu tive jogando no PC. Todo o jogo funciona, é uma aventura gostosinha, mas jogar no teclado não é minha praia, hehe.

Princess Farmer está disponível para PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch.


Esta análise foi feita com base na versão de PC com uma cópia digital do game gentilmente cedida pela Whitethorn Games.

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