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A série de visual novels/ simulador de advogado da Capcom fez um sucesso gigante desde sua estreia ocidental no Nintendo DS. De lá pra cá, diversos jogos foram oito jogos da série principal e três spin-offs.

Os games estrearam no Gameboy Advance no Japão, mas em anos recentes, a maioria dos jogos da série principal já haviam sido portados para dispositivos mais novos, como iPad/iPhone e consoles como PS4 e Switch.

Os únicos games que faltavam receber esse tratamento em alta definição eram os jogos protagonizados por Apollo Justice, o segundo protagonista da série. E agora, com o lançamento dessa trilogia, a saga principal — até então — está completa em HD.

Divulgação: Capcom

Jogabilidade

Se você está lendo esta análise provavelmente já deve saber como funciona, mas para desencargo de consciência, vou explicar um pouco sobre como funciona a série Ace Attorney:

O jogo se desenrola em forma de Visual Novel, mas diferentemente das VNs modernas, o jogador realmente tem interações que modificam o desenrolar da história; é necessário apresentar provas durante o interrogatório das testemunhas, além de pressioná-las para conseguir depoimentos mais detalhados.

Fora do tribunal, a história também ocorre, com os personagens visitando cenas do crime ou conversando em seu escritório. É basicamente a série House, caso o médico fosse… um advogado.

Apollo Justice
Divulgação: Capcom

Posso começar por essa trilogia?

Essa trilogia conta com os jogos de número 4, 5 e 6 da saga — e inclusive no Japão, eles são numerados –, mas também serve como um soft-reboot da série.

O protagonista é novo, e a história se passa sete anos após o último jogo com o protagonista anterior, Phoenix Wright. Alguns personagens antigos aparecem sim, mas de forma geral, tudo é reapresentado no quarto jogo, de forma que ninguém ficará perdido se começar por aqui.

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Existem óbvias referências aos jogos antigos, mas mesmo que o jogador comece por essa e volte posteriormente aos três primeiros jogos, não há mal nenhum.

Eu mesmo zerei apenas o primeiro Ace Attorney — umas 5x, é verdade — e os jogos do Apollo foram muito suaves de acompanhar, mesmo sem conhecimento de todo histórico da série.

Apollo Justice
Divulgação: Capcom

Melhorias

Todos os games dessa coletânea foram lançados nos portáteis da Nintendo. Apollo Justice: Ace Attorney foi o único que ainda foi lançado para o Nintendo DS original, e por isso, usava sprites e artes 2D, assim como a trilogia original.

Dual Destinies e Spirit of Justice são games que saíram no 3DS, e com um console melhor, optou-se por usar gráficos 3D para os personagens.

Nessa coletânea em HD, houve um tratamento digital — não foi IA — nas artes 2D de Apollo Justice, enquanto que os dois últimos jogos receberam upscale nos modelos 3D para que fiquem bonitos em HD.

Apollo Justice
Divulgação: Capcom

Obviamente, a interface também foi alterada, já que os jogos não fazem mais uso de duas telas. As janelas de diálogo usam fontes mais sutis e as interações com objetos agora se fazem com o analógico da direita, que serve para girá-los.

Vale lembrar que essas mudanças são feitas já em cima dos ports que os três jogos receberam para iOS uns anos atrás, mas agora receberam upscale para HD, além de melhorias na interface e dimensionamento de tela, pois finalmente o primeiro jogo está em 16:9, e não em 4:3 como no DS e no port para iOS.

Divulgação: Capcom

Música e texto

Apesar do tratamento HD, optou-se por usar os mesmos efeitos sonoros e trilha das versões originais, porém eu particularmente, eu preferiria que ao menos fosse possível jogar os jogos com a trilha sonora arranjada.

A adaptação dos textos ainda é a mesma das versões antigas, mas agora aparece um aviso antes do jogo iniciar, falando que “blá blá blá o roteiro está apresentado da forma original de sua época”, meio que pra se desculpar por antecedência caso ofenda os floquinhos de neve de sempre.

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Apesar de toda essa preocupação com quem odeia videogame mas finge que gosta, eles não se importaram em traduzir o jogo para o português. Assim, mais uma vez, a série Ace Attorney fica limitada — oficialmente, é claro — a quem tem um ótimo conhecimento da língua inglesa ou japonesa.

Mas, se você adquiriu seu jogo no PC, existem as ótimas traduções da equipe Jacutem Sabão, que já traduziram a primeira trilogia e também dois jogos da série Apollo Justice, mas por enquanto, somente nas versões de DS/3DS.

Divulgação: Capcom

Conclusão

Apollo Justice: Ace Attorney Trilogy chega aos consoles atuais (e da geração passada) como uma forma de imortalizar mais uma parte da história da série Ace Attorney.

Com isso, os seis jogos da série principal já possuem versões em HD disponíveis para aqueles que não puderam jogar na época do Nintendo DS.

São jogos com histórias muito divertidas e que prendem o jogador, principalmente aqueles que gostam de narrativas de mistério ou tramas interativas.

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Esta análise foi escrita usando uma cópia do jogo cedida gentilmente pela Capcom.
Também foram usados screenshots da análise feita pelo canal Digital Foundry.

Apollo Justice: Ace Attorney Trilogy está disponível para PlayStation, Xbox, Switch e PC (Steam).

Divulgação: Capcom
Divulgação: Capcom

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Teste suas Habilidades Jurídicas e Torne-se a Justiça Encarnada em Apollo Justice™: Ace Attorney™ Trilogy – Disponível Hoje! https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/01/25/teste-suas-habilidades-juridicas-e-torne-se-a-justica-encarnada-em-apollo-justice-ace-attorney-trilogy-disponivel-hoje/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/01/25/teste-suas-habilidades-juridicas-e-torne-se-a-justica-encarnada-em-apollo-justice-ace-attorney-trilogy-disponivel-hoje/#respond Thu, 25 Jan 2024 14:55:27 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=16006 As reviravoltas mais emocionantes do sistema judicial retornam em Apollo Justice™: Ace Attorney™ Trilogy, que chega hoje para Nintendo Switch™, PlayStation®4, Xbox One, Windows, e PC via Steam! Embarque em épicos duelos na corte com o advogado novato favorito dos fãs, Apollo Justice, e seus icônicos colegas de trabalho, Phoenix Wright e Athena Cykes, nesta […]

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As reviravoltas mais emocionantes do sistema judicial retornam em Apollo Justice™: Ace Attorney™ Trilogy, que chega hoje para Nintendo Switch™, PlayStation®4, Xbox One, Windows, e PC via Steam! Embarque em épicos duelos na corte com o advogado novato favorito dos fãs, Apollo Justice, e seus icônicos colegas de trabalho, Phoenix Wright e Athena Cykes, nesta coleção completa que inclui Apollo Justice™: Ace Attorney™, Phoenix Wright™: Ace Attorney™ – Dual Destinies, e Phoenix Wright™: Ace Attorney™ – Spirit of Justice.

Apollo Justice: Ace Attorney Trilogy apresenta uma série de novidades, incluindo melhorias visuais atualizadas e aprimoradas em 1080p, animações mais suaves, opção de proporção 16:9 e uma nova interface de usuário criada para telas modernas. Advogados novatos e veteranos podem ter um gostinho do dia a dia no mundo jurídico com o sistema de Back Log para revisitar casos e não deixar nenhum diálogo para trás. Além disso, os jogadores agora podem escolher iniciar ou revisitar algum caso começando por qualquer jogo, capítulo, ou seção desta coleção.

Pelos preços sugeridos de R$ 264,90 (PlayStation®4), R$239,50 (Xbox One), R$213,00 (PC via Steam) e R$244,00 (Nintendo Switch™), os jogadores podem investigar os emocionantes julgamentos da coleção com ainda mais recursos em um pacote recheado de conteúdos especiais!

Animation Studio: crie seu próprio drama legal no modo Animation Studio misturando ações, frases icônicas, gestos e animações de cinemáticas de personagens favoritos dos fãs.

Orchestra Hall: mergulhe nas 175 faixas musicais dos títulos desta coleção e de concertos anteriores da Ace Attorney Orquestra, além de curtir animações com personagens de Ace Attorney em versão chibi para uma sessão sinfônica mágica.

Art Library: explore as artes que trazem vida às histórias de tribunal com mais de 400 peças de arte, ilustrações e imagens de fundo de Ace Attorney.

Conteúdos Disponibilizados via DLC – Agora Gratuitos!: como parte desta coleção, aproveite os DLCs pagos previamente lançados, incluindo pacotes de trajes e episódios especiais!
Para testemunhar em favor e acessar informações mais recentes de Apollo Justice: Ace Attorney Trilogy, visite o site oficial aqui. Para assets adicionais, visite o Capcom Press Center.

Sobre Apollo Justice: Ace Attorney Trilogy:
Apollo Justice: Ace Attorney Trilogy é uma coleção essencial que traz Apollo Justice: Ace Attorney, Phoenix Wright: Ace Attorney – Dual Destinies, e Phoenix Wright: Ace Attorney – Spirit of Justice em um mesmo pacote para consoles e PCs. Nos casos em estilo visual novel de Ace Attorney, jogadores vão assumir o papel dos advogados de defesa favoritos dos fãs, como Apollo Justice, Phoenix Wright, e Athena Cykes, que estão determinados a provar a inocência de seus clientes e trazer justiça ao tribunal usando sua lógica, dedução e habilidades de investigação.

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The Great Ace Attorney: Chronicles | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/23/the-great-ace-attorney-chronicles-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/23/the-great-ace-attorney-chronicles-analise/#comments Thu, 23 Dec 2021 16:18:23 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=9556 Introdução A série Ace Attorney foi um sucesso inesperado no ocidente. No Japão, os jogadores estão acostumados desde sempre com jogos do gênero visual novel, onde a história se desenrola basicamente por conversas. Lançado inicialmente no GBA em 2001 e depois mundialmente no Nintendo DS em 2005, o primeiro Ace Attorney trouxa a história do […]

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Introdução

A série Ace Attorney foi um sucesso inesperado no ocidente. No Japão, os jogadores estão acostumados desde sempre com jogos do gênero visual novel, onde a história se desenrola basicamente por conversas.

Lançado inicialmente no GBA em 2001 e depois mundialmente no Nintendo DS em 2005, o primeiro Ace Attorney trouxa a história do advogado recém-formado Phoenix Wright — ou Souka Naruhodo, no original japonês –, que resolvia pelo menos quatro casos distintos por jogo, através de investigações pelos cenários dos crimes e depois com o interrogatório ao réu, durante os julgamentos.

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O sucesso inesperado que falei acima foi porque a série foi a primeira a trazer o gênero VN para o mainstream, de forma que o personagem principal se tornou um dos mais famosos da empresa Capcom atualmente, aparecendo até mesmo em Marvel vs Capcom 3.

E é com esse background que chegamos aos jogos da saga “Great Ace Attorney“, que foram lançados inicialmente apenas no 3DS e celulares em 2017, mas que agora em 2021 chegaram ao resto do mundo numa compilação bem legal que será abordada abaixo.

The Great Ace Attorney
Reprodução/ Créditos: Capcom

Advogados do Passado

Diferentemente dos jogos anteriores, The Great Ace Attorney se passa no fim do século XIX, durante o final da Era Meiji. O personagem principal, Ryunosuke Naruhodo, é um ancestral distante do nosso protagonista de sempre, Phoenix Wright.

Sendo histórias protagonizadas por personagens claramente japoneses, não houve necessidade de adaptar o nome dos personagens ou de criar uma mudança desnecessária de ambientação, como ocorre nos primeiros games.

Ainda assim, um personagem importante da história teve seu nome alterado: Sherlock Holmes — sim, ele mesmo — tem seu nome comicamente mudado para Herlock Sholmes.

Essa mudança foi supostamente feita para evitar conflitos com a família do criador do personagem mas não afeta em nada a história.

The Great Ace Attorney
Reprodução/ Créditos: Capcom

Apresentação visual

O jogo melhora alguns aspectos já aprimorados nos games anteriores. Os modelos 2D dos primeiros games já haviam sido deixados de lado em Dual Destinies, o quinto game da série. Assim, os modelos 3D feitos para aquele game foram usados como base aqui também, mas usando uma paleta de cores mais morna, para refletir o estilo e a época em que o novo jogo se passa.

Além disso, por ser uma versão melhorada de um jogo feito originalmente para 3DS, temos gráficos mais limpos e bem definidos, que ficam bem bonitos em TVs grandes ou monitores de alta resolução.

As caixas de texto também estão bem estilizadas, contando com fontes até melhores do que as usadas nos ports para iOS/Android de outros games da série.

The Great Ace Attorney
Reprodução/ Créditos: Capcom

Gameplay

O loop de jogabilidade ainda consiste em ver uma prévia do crime, fazer a investigação e depois analisar as testemunhas e o réu no tribunal.

Para a TGAA, foram introduzidas duas novas mecânicas: Dance of Dedution e Summation Examinations.

Na primeira, o personagem Herlock Sholmes analisa o crime através de deduções meio falhas e cabe a você ter uma conclusão mais aceitável, com base no que ele achou que estava certo.

Já a segunda ocorre durante o julgamento, onde o júri (e não o juiz sozinho) decide se o réu é ou não culpado. Caso eles decidam incriminar seu cliente, cabe ao jogador mudar a opinião da maioria, para que o julgamento continue.

Isso é feito ao pressionar os jurados, para achar contradições nos seus discursos ou entre dois deles ao mesmo tempo.

É um pouco complicado ao explicar, mas o game introduz essas mecânicas de forma simples e vai evoluindo ao longo da história dos dois games.

Reprodução/ Créditos: Capcom

Músicas

A trilha sonora é composta por Yasumasa Kitagawa, que havia trabalhado no game Professor Layton vs Phoenix Wright: Ace Attorney.

Sua ideia para a trilha foi criar algo similar a jogos mais antigos e por isso, deixou de lado composições com muitos instrumentos e optou por limitar-se a temas mais simples e marcantes.

Num geral, esse aspecto atende muito bem ao game, e a versão HD se sustenta muito bem com as composições criadas para a versão de 3DS.

The Great Ace Attorney
Reprodução/ Créditos: Capcom

Localização

O time de localização do jogo já trabalha há anos juntamente com a Capcom do Japão. Por isso, foi possível ajustar algumas coisas no próprio código do jogo, ao invés de uma tradução mais crua que contasse somente com textos em inglês e sprites modificados.

Um exemplo disso é a adição de legendas nas evidências, que aparecem sempre que alguma imagem não está em inglês. Afinal, não faria sentido que documentos do Japão estivessem em outra língua, senão o japonês.

Por isso, foi até mais fácil para outras localizações editarem o game, pois não houve necessidade de mexer e redesenhar tantos sprites ou modelos 3D, apenas trocar o texto dessas legendas.

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Sobre o texto do jogo em si, nada foi muito alterado, pois a própria história já fala sobre um contraste cultural entre a cultura oriental e a Inglaterra do século XIX.

Uma outra coisa legal foi a ideia da equipe de tradução de fazer com que os personagens japoneses conversassem em japonês entre si, mas quando estão entre os estrangeiros eles falam inglês.

Isso fica subitamente perceptível com o uso de honoríficos, como -san e -chan. Esses são usados entre os personagens principais, mas quando estão em público, o tratamento muda para “mister” ou “miss”. Muito interessante a escolha, pois mostra a ideia sem deixar explícito.

Reprodução/ Créditos: Capcom

Coletânea

The Great Ace Attorney: Chronicles junta dois games em um: Adventures (2015) e Resolve (2017), mas que como já dito acima, foram lançados em inglês mundialmente somente nessa coletânea de 2021.

Assim, temos dez capítulos (ou episódios) no total, sendo cinco para cada game individual, rendendo pelo menos umas 60 horas de jogo, isso se a pessoa correr muito com a história.

The Great Ace Attorney: Chronicles é uma duologia do melhor já produzido para a série. Ainda que não tenha os personagens clássicos que conhecemos nos primeiros jogos, ainda existe ali todo o carisma dos primeiros jogos, visto que temos o diretor dos games originais, Shu Takumi, de volta ao comando da série.

The Great Ace Attorney
Reprodução/ Créditos: Capcom

Conclusão

É perfeitamente possível usar esse game como uma entrada para Ace Attorney, pois ele não se amarra em eventos anteriores, já que se trata de uma prequel.

Caso queira conhecer mais sobre os games, recomendo também pegar a trilogia original, também disponíveis nas mesmas plataformas que The Great Ace Attorney: Chronicles. Todos valem muito a pena.


Essa análise foi feita com uma cópia digital de PlayStation 4 gentilmente cedida pela Capcom Brasil.

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Project Judge | Analise da demo do mais novo jogo dos desenvolvedores de Yakuza https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/09/15/project-judge-analise-da-demo-do-mais/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/09/15/project-judge-analise-da-demo-do-mais/#respond Sat, 15 Sep 2018 16:05:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/09/15/project-judge-analise-da-demo-do-mais/ Antes da Tokyo Game Show, a Sega revelou um novo jogo dos criadores de Yakuza, intitulado Judge Eyes, no qual encarnaremos um advogado em busca de justiça. Claro, a apresentação estava com tradução simultânea e a parada tinha tanto cringe que eu não consegui assistir a um minuto do vídeo ali presente. Felizmente, a SEGA […]

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Antes da Tokyo Game Show, a Sega revelou um novo jogo dos criadores de Yakuza, intitulado Judge Eyes, no qual encarnaremos um advogado em busca de justiça. Claro, a apresentação estava com tradução simultânea e a parada tinha tanto cringe que eu não consegui assistir a um minuto do vídeo ali presente. Felizmente, a SEGA of America liberou um trailer com legendas em inglês, logo um pouco de contexto nos foi jogado.


Mas essa não é a razão pela qual você está lendo esse texto, mas sim porque você quer saber as primeiras impressões de alguém que JOGOU a demo do jogo, disponível na PSN japonesa.



Primeiramente vou ser honesto, minha experiência com a série Yakuza é limitadíssima, constituída de uma jogatina do Yakuza 2, muito tempo atrás, algumas horas do Yakuza Dead Souls e a demo do Yakuza 0. Eu não joguei o resto da série porque… Eu só fui conseguir o PS3 em 2015 e o PS4 agora em 2018.


O clima do jogo é uma versão menos espalhafatosa de Yakuza. Sim, o universo é o mesmo e Kamurocho é reconhecível logo de cara, mas as cores do cenário parecem mais sóbrias. A demo não nos dá tantos detalhes da história, apenas a cena de abertura (disponível no trailer) que nos apresenta os personagens principais, entre eles o protagonista Takayuki Yagami, um advogado de defesa que conseguiu uma reviravolta milagrosa em um tribunal cuja taxa de condenação era de 99% dos casos.



Só que a vida de Yagami vira de pernas pro ar quando esse mesmo cliente (Okubo, pelo que consegui entender) foi preso novamente, dessa vez por matar a própria namorada e incendiar a casa dela. Naquele momento, a carreira de advogado de Yagami não significava mais nada (ele ficou conhecido como um advogado que deu liberdade a um assassino), Passam-se três anos, e nosso advogado agora trabalha como detetive, podendo usar uma roupa e penteado mais legal que o da época de cosplayer de Phoenix Wright


A mecânica do jogo é fácil de entender, se você tem familiaridade com a série Yakuza, golpes, combos e contra golpes funcionam da mesma maneira, e um tutorial bem didático ensina a quem é novato na série a se familiarizar com o combate. É simples e em pouco tempo você poderá bancar o Bruce Lee, o Jet Li ou a Negra Li.



A Navegação pela cidade, novamente, é igual Yakuza, vá do ponto A ao B, tendo liberdade de explorar como quiser, mas na demo, obviamente a área é limitada e a progressão na mesma é linear. 


Como a temática de jogo é de detetive, algumas novas mecânicas foram introduzidas, como a do reconhecimento de suspeitos, na qual você recebe um retrato falado do suspeito e deve encontrá-lo na multidão. É fácil, com o R2 você dá um zoom e usando o analógico direto, direcione a mira. Quando surgir um ponto de interesse (alguma pessoa), um ícone com o botão de ação (X em console ocidental, O em console japonês) irá surgir e você pode fazer o reconhecimento, o sistema irá bater as características da pessoa com a do retrato falado. Eu expliquei de maneira complicada, mas na verdade é bem simples, e um sistema semelhante é utilizado na ativação do drone em um ponto da demo.


Se haverá um sistema de drone no jogo final, ou se será coisa de cutscene, só o tempo dirá.


Por fim, outra coisa mostrada na demo, é o sistema de perseguição de suspeito, que funciona mais ou menos como um jogo sob trilhos, onde controlamos apenas a direção do personagem, da esquerda pra direita e nos desviamos de obstáculos em quick-time events, coisa que não sei se tem em Yakuza.



Agora, minhas considerações sobre a demo e algumas outras coisas que não estavam na demo. Recentemente eu joguei a demo do Fist of the North Star: Lost Paradise, e mesmo os jogos usando a engine de Yakuza, são dois jogos com o gameplay completamente diferente, mesmo o combate sendo parecido. Judge Eyes tem um combate menos galhofado que um Yakuza, ainda que seja possível acertar alguém com uma lata de lixo. 


A demo tinha pequenos problemas de taxa de quadros em certos pontos, especialmente assim que o jogo faz a transição para Kamurocho, mas são detalhes que podem ser remediados até dezembro. As minhas dúvidas são relativas a coisas da temática do jogo que não foram mostradas. Será que teremos um sistema de controle dos drones? E tribunais? Eles farão parte do gameplay de Judge Eyes?



Por fim, o jogo traz um caso de assassinatos em série, que é o foco principal da narrativa, se eles estão ligados com a morte de Emi (A namorada de Okubo), só veremos na versão final… Mal posso esperar pra socar meliantes virtuais.  


Judge Eyes é exclusivo de PlayStation 4 e sairá em Dezembro de 2018 no Japão, e em 2019 no ocidente, com o nome provisório de Project Judge.

Abaixo você pode conferir o gameplay em meu canal do Twitch, alias, não deixem de se inscrever:


Assista a Judge Eyes – Novo jogo da equipe de Yakuza de MrSancini em www.twitch.tv

 

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