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Penny’s Big Breakaway é um daqueles títulos que surgem sem fazer grande alarde, e quando você o joga, fica surpreso de não ter mais pessoas falando do titulo.

O titulo foi desenvolvido pelo estúdio Evening Star, que também participou de Sonic Mania da SEGA, aqui eles nos é entregue uma experiência single player de plataforma 3D extremamente colorida e repleto de desafios, como nos platformers clássicos. E como tal, ele parte de uma premissa simples e direta em que Penny, a protagonista, está fugindo de um exercito de pinguins em seu encalço, após uma apresentação desastrosa na qual acabou acidentalmente embaraçando o rei de seu mundo.

O que você deve se perguntar é, mas como assim? Calma, eu explico, mas primeiro vista a sua melhor roupa e prepare-se para o concurso de talentos.

Créditos: Private Division – Take-Two Interactive

Tudo dá errado, ou quase

Enquanto Penny seguia rumo a uma audição para um show de talentos, mas se deparando com uma carretel de linha cósmico que acaba se fundindo ao seu Ioiô e assim, agora ele apresenta habilidades fora do comum. Enxergando isso como uma forma de conseguir ainda mais destaque em sua apresentação, que até dá certo, ela aperta o passo para o show de talento. Durante sua apresentação bem sucedida, o ioiô senciente decidiu atacar o rei  e o deixa quase nu em frente a uma plateia. Furioso, ele ordena que Penny seja capturada. É isso.

Simples e direto como Banjo – Kazooie enfrentando a Bruxa Gruntilda, com a diferença de que podemos dizer que a força motriz de Penny’s Big Breakaway está em seu gameplay, visto que falta certo carisma nas figuras que nos deparamos ao longo da partida.

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O que é um pouco triste, afinal, não consegui achar a protagonista carismática o suficiente. Talvez esteja sendo um pouco ranzinza demais, talvez, mas acho que podia ser qualquer outra figura no lugar dela, e ainda assim sua jogabilidade iria sobressair a trama bobinha. E apesar de existir algum esforço para criar carisma na personagem, pois ao fim de cada fase a Penny tem um minigame onde precisamos acertar os comandos apresentado na tela para que a manobra seja executada de forma correta e garantir mais pontos bônus, ainda não é o suficiente ou como se dá sua interação com os vilões, mas infelizmente ainda não é suficiente.

Creio que para o público infantil pode funcionar muito melhor, do que para um homem rabugento de 40 anos.

Créditos: Private Division – Take-Two Interactive

Um carrossel de emoções

Se existe algo que realmente não me agradou em Penny’s Big Breakaway, foi o design dos personagens. Por mais que eu entenda ter sido uma escolha artística, ele dá a impressão de algo inacabado. O que não dá pra dizer dos cenários que conseguem ser belíssimos, principalmente os das fases mais avançadas.

Enquanto você está saltando e realizando acrobacias durante as fases, tudo isso é passável, mas ao término  de cada uma delas onde temos a aproximação do personagem no minigame de apresentação, você olha e pensa: É, isso não tá tão legal.

Obviamente isso é uma opinião muito particular, pois creio que para o publico infantil isso é totalmente passável. Joguei ao lado do meu filho e ele adorou tudo, mas se você é um pouco mais crítico, certamente pode vir a torcer o nariz. Só que não tenha isso como um impedimento para a aquisição de Penny’s Big Breakaway, pois se carece de carisma no design dos personagens, ele transborda diversão no campo da jogabilidade.

Créditos: Private Division – Take-Two Interactive

Uma jogabilidade que cativa

Penny’s Big Breakaway conta com onze cenas que são dividas por 2 a 4 fases, além de fases bônus e sete chefes ao todo. Nas fases bônus conseguimos porcas (aquelas de parafuso) e também encontramos algumas pelo cenários. Elas são essenciais para desbloquearmos globos no menu de fases e assim completar fases secretas e respectivamente seus chefes.

Cada fase conta com uma temática envolvendo algum elemento e vai ficando mais difícil a medida que se avança, e por sorte as mortes geram um respawn rápido, o que torna as jogatinas extremamente dinâmica. E aqui entra o pulo do gato de Penny’s Big Breakaway, pois as habilidades de Penny são extremamente precisa.

Não houve uma vez sequer em que eu não tenha morrido muito mais por desespero, seja por conta dos pinguins me cercando ou pulando sem avaliar o obstáculo a minha frente. Ouso dizer que as habilidades da personagem nos dá boa vantagens, visto que podemos travar o Ioiô no ar e usá-lo como pendulo e depois dar um salto giratório para alcançar uma área mais alta, ou mesmo caso erre um pulo, se atirar o ioiô para frente e pressionar mais uma vez, Penny se lança para a frente.

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Essas ferramentas que temos a disposição torna as jogatinas incrivelmente rica, porque apesar de existir os desafios, você pode buscar formas de superá-los. Um outro facilitador é lojinha onde podemos comprar bônus para Penny, um deles concede um resgate caso você caia em algum buraco, outros são mais amplificadores de pontuação.

Também contamos com algumas missões paralelas, se é que podemos chama-las assim, onde auxiliámos moradores locais, seja para derreter uma manteiga ou levar um lanchinho para algum operário. Isso contribui para o aumento de bônus na apresentação final. Cada fase conta com um número X de moradores para ajudarmos.

Créditos: Private Division – Take-Two Interactive

Uma trilha para ouvir e ouvir várias vezes

A trilha sonora de Penny’s Big Breakaway é encantadora e consegue nos empolgar por diversos momentos, o que torna toda a jogatina, mesmo aquela onde você não consegue chegar ao outro ponto porque insiste em fazer o caminho errado, um momento de puro prazer.

Essa pedrada em nossa alma foi composta por Tee Lopes e Sean Bialo, dois artistas experiente e que também fizeram trabalharam na trilha sonora de Sonic Mania, Sonic Superstars, Double Dragon Gaiden entre outros. É absurdo como tudo funciona em termos musicais aqui.

Você pode conferir a trilha sonora completa no YouTube direto do canal da Evening Star, vale a pena.

Conclusão

Penny’s Big Breakaway consegue entregar uma ótima experiência para aqueles que são apaixonados por jogos plataformas, e não só isso, ele também entrega uma baita trilha sonora que vai nos cativar durante toda a jogatina.

Ele obviamente não está livre de problemas, alguns deles ocasionado por sua câmera que as vezes não acompanhava a Penny e acabamos desorientados. O que ocorreu pouquíssimas vezes ao longo da minha jogatina. Outro aspecto que me pegou um pouco foi a dificuldade na luta contra os chefes que não são lá muito complexas, o que ao meu ver tenha sido outra escolha para tornar ele muito mais acessível.

Penny’s Big Breakaway é um titulo que se vende muito mais fácil para uma criança do que um adulto de 40 anos se olharmos para o lado estético, e não vejo isso como um demérito. Ele me agrada em todos os outros pontos importante, mas poderia ter sido muito melhor nesse departamento, convenhamos.

A ausência de personagens carismático talvez seja algo que possa ser consertado em um próximo jogo, talvez. O ioiô que é o coadjuvante aqui acaba sendo muito mais interessante do que a própria Penny, afinal, ele é quem nos permite todas as manobras e execuções de ataques e etc…

No mais, apesar disso ainda consegue ser um jogo tremendamente divertido para se jogar sozinho ou com seus filhos, e passar pelas fases executando manobras é muito divertido. Com toda a certeza eu espero que Penny’s Big Breakaway venda o suficiente para garantir sequencias ainda melhores.

O jogo encontra-se disponível no Xbox Series S|X, PlayStation 5, Nintendo Switch e PC.

Nota Final: 8.5/10

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Esta análise foi feita com uma chave digital de Xbox Series S| X cedida gentilmente pela Take-Two Interactive.

 

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Jesus Cristo de Cascatinha, por onde eu ando na Internet, há uma treta me esperando no canto, seja uma (ou mais de uma) agência de VTuber com práticas extremamente imorais e inéticas, esquerdistas amantes de Cavalos se provando hipócritas, bebês chorões tendo o trabalho exposto e apelando pra Hit Pieces, dentre outras coisas. E aí as pessoas se perguntam porque eu jogo videogames… Eu quero fugir dessa loucura toda.

Se você curte retro jogos, o ano de 2024 promete. Tivemos bons lançamentos de jogos no estilo retrô, como Lords of Exile, a versão de PC de Deathwish Enforcers (o jogo havia sido lançado ano passado para consoles) e muitos outros estão pra sair. Nem todos serão bem sucedidos, por um motivo ou outro, sejam roteiros ruins ou jogabilidade medíocre.

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O que os dois primeiros parágrafos do texto tem a ver com o jogo de hoje? O primeiro, nada, é só a típica tangente que faço pras minhas análises. O segundo, bem, o jogo de hoje é um plataforma com inspiração retrô e que foi recentemente lançado. Após anos de desenvolvimento, alguns adiamentos e uma demo lançada no Steam Next Fest do ano passado (que incluía quase metade do jogo), Berserk Boy está finalmente disponível para PC e Nintendo Switch. Confira a nossa análise do jogo.

Reprodução: Berserk Boy Games

Modo Berserk para salvar o mundo

Estamos no distante futuro de 21XX, a humanidade corre perigo devido a estranhas criaturas, que são compostas da misteriosa energia negra. Para combatê-la, um grupo foi criado, a resistência, cujos cientistas estudam os misteriosos Orbes Berserk, que são capazes de dar poderes extraordinários às pessoas que conseguem dominá-los.

Só que um desses cientistas, Dr. Wil, digo, Dr. Genos, decide usar os Orbes para ~DOMINAR O MUNDO~. O jogador está no papel de Kei, um dos membros da resistência que junto com sua amiga Dizzie, vai pesquisar uma estranha leitura de energia em New Hope City, até que são separados por um ataque das criaturas, coordenado por Genos. Kei se depara com um estranho pássaro em chamas, Fiore e graças a ele, se funde com a Orbe Berserk do Relâmpago e é capaz de lutar de verdade.

O resto do roteiro é bem previsível, não há nenhuma reviravolta. Pra ser franco, não há quase nada em termos de diálogos após o primeiro stint da história (vulgo introdução). Há conversas aqui e ali, mas nada a nível Mega Man Zero ou ZX, ou Gunvolt por exemplo. Não que isso seja demérito do jogo, é um plataforma focado na ação, não na narrativa. Mas alguns diálogos extras ajudariam a climatizar o mundo.

Reprodução: Berserk Boy Games

Se você tinha saudade da série Mega Man Zero (e de ZX), é pra você

Uma das principais comparações que vejo em vídeos e reviews, é com Mega Man X, quando… Não? A estrutura de Berserk Boy é mais semelhante a que vemos na série Mega Man Zero, com exploração na base, compra de Power-Up’s e tudo mais. E eu não sei se eu classificaria como um Metroidvania, apesar das leves pitadas do gênero que ele possui, como backtracking e áreas acessíveis somente com determinadas habilidades, mas não é 100% dependente disso, como acontece em jogos do tipo.

É bem difícil explicar todas as mecânicas de Berserk Boy, mas vamos lá. O jogo é um plataforma de ação, com foco em combate e um bocado de exploração. Kei no começo possui somente o poder do trovão, mas conforme derrota os chefes das quatro áreas, ele adquire seus poderes, tal qual Mega Man. Cada uma dessas quatro áreas (e a quinta, que é a Fortaleza de Genos) é subdividida em três atos, onde em alguns casos, há um subchefe nos atos, em outros, não, e no terceiro ato, há o confronto com o chefe.

Em termos de controles, cada forma que Kei possui (Trovão, Fogo, Gelo, Vento e Terra) possui habilidades diferentes, desde habilidades ativas por botões, a habilidades passivas, como a broca de fogo (ok, a broca de fogo é a única habilidade passiva do jogo) e elas podem ser usadas para cruzar as fases num ritmo alucinante, cortar caminho em alguns casos e chegar em áreas antes inalcançáveis. E a maneira com a qual é implementado é brilhante… Bem, se você tiver um controle, porque no teclado, você precisará fazer alguns finos ajustes, que pra surpresa de ninguém, eu não fiz. (Sério, tem dois botões de ataque no teclado, eu deveria ter alterado o mapeamento.) Você pode usar os botões de ombro do controle, ou o analógico direito para abrir a roda de habilidades.

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Os Power-ups são comprados com as orbes azuis que você coleta, que também servem como recarga da sua energia, o que é bem inteligente. Especialmente considerando que a energia recarrega automaticamente, mas em alguns casos é bom usar essas orbes pra recarregar (especialmente quando se usa a habilidade de voo. Além das habilidades normais, cada forma possui um Ataque Berserk que utiliza uma barra própria, que é enchida coletando as orbes amarelas encontradas durante as fases. Esses ataques Berserk são uma mão na roda, especialmente contra chefes (e ainda mais se o chefe for fraco contra a forma específica).

Durante as fases, você encontrará membros da resistência para resgatar e emblemas de Berserk escondidos nas fases para coletar. Ambos são importantes para completar o jogo, já que para a parte final do jogo, você precisará de uma certa quantidade de emblemas, e para abrir certas partes da fase (e encontrar outros membros da resistência e Emblemas), é necessário resgatar uma certa quantidade de membros (geralmente, 60%).

Reprodução: Berserk Boy Games

But wait, there’s more

O jogo acomoda pessoas com todos os tipos de habilidades, se você quer uma experiência mais hardcore, você pode tentar o modo retrô, onde os inimigos causam mais dano e você tem um contador de vidas. Para aqueles que querem uma experiência balanceada, o modo moderno possui vidas ilimitadas. E para aqueles que não são habilidosos, ou são jornalistas de games, ou só querem curtir o jogo sem problemas, há um modo (quase) sem mortes nas opções. Digo sem morte porque abismos ainda irão matá-lo

Uma das coisas que esqueci de mencionar anteriormente, é que ao resgatar 100% dos membros da resistência de um ato, você desbloqueia a versão EX daquele estágio, que é basicamente um desafio Time Trial, ampliando o fator replay do jogo.

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Ainda assim, mesmo se você ativar o modo de jornalis, digo, acessibilidade, o design de fases ainda é excitante e fascinante, por conta da jogabilidade veloz. E para aqueles com hardwares menos potentes, não se preocupem, mesmo numa batata a ponto de explodir (meu PC), Berserk Boy tem uma ótima performance. Qualquer engasgo que eu encarei, deve-se ao fato de que meu PC está além de qualquer reparo (se alguém quiser me doar um notebook novo, manda DM no twitter), e não por conta de um jogo mal otimizado ou meu PC estar abaixo das configurações exigidas.

Reprodução: Berserk Boy Games

Mais jogos 16/32-bits, por favor… Ah, e tem Tee Lopes na trilha sonora.

Na esfera de jogos inspirados por franquias retrô, é mais prevalente a inspiração em 8-bits, como em jogos como Shovel Knight ou Lords of Exile, ou jogos em Low Poly, ou pior, usando os detestáveis Voxels (E sim, esse último é mais pessoal porque eu detesto jogos 3D com Voxel). Felizmente, mais e mais jogos estão adotando um estilo 16-bits, e Berserk Boy é um deles.

Olhando para as imagens, você pode confundir o jogo com um lançamento do fim da vida do SNES, ou algum jogo 2D que tenha saído no Sega Saturn ou PS1 (Mega Man X4 me vem a mente), com um excelente trabalho nos sprites dos personagens, desde os frames, animações e efeitos especiais espetaculares. O ponto negativo no trabalho dos sprites, é que alguns sub-bosses se repetem.

As cutscenes, também feitas em Pixel Art são BELÍSSIMAS, trabalho primoroso da equipe, assim como a animação de abertura que é maravilhosa, num estilo anime, adequado para o visual do jogo. Os cenários, igualmente detalhados, cada um passando uma identidade única para a área em que se encontram. Um jogo soberbo na parte gráfica.

Na parte sonora, não precisamos falar muito… Sério, só eu mencionar. A trilha é do Tee Lopes. É literalmente um cartão de recomendação. Excelentes composições, no mesmo nível de outros trabalhos dele como TMNT: Shredder’s Revenge, Sonic Mania e o recente Penny’s Big Breakaway (ainda não consigo tankar que o nome do jogo começa com Penny’s/Pênis… QUINTA SÉRIE É FODA, MANO). O jogo possui dublagem em inglês que é ok. O jogo não tem voice acting em 100% das cenas, mas o que tem e as perfórmances, dão pro gasto.

Berserk Boy possui tradução em português do Brasil, o que é louvável, porém, entretanto, contudo, todavia, não é perfeito, com alguns errinhos aqui e ali em uns momentos, mas não é nada game breaking, apenas informativo.

Reprodução: Berserk Boy Games

Altamente recomendado

Quem gosta de jogos retro esse ano tá comendo bem pra caralho e tem altas chances de ficar pobre com a quantidade de jogos de qualidade sendo lançados para todas as plataformas. E Berserk Boy faz parte dessa lista, com excelente jogabilidade, gráficos espetaculares e trilha marcante, o jogo só peca por estar disponível apenas no PC e no Nintendo Switch. Então, se tiver oportunidade, adquira o jogo. O preço é camarada e possui tradução pro português.

Nota Final: 9,5/10

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Berserk Boy está disponível para PC e Nintendo Switch. Esta análise foi feita com uma cópia de PC, gentilmente cedida pela Berserk Boy Games, e a pessoa que fez essa análise se pergunta se eles irão trocar de nome se lançarem um jogo chamado Flying Swordsmen.

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