Arquivos Kojiro Sasaki - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/kojiro-sasaki/ Um pouco de tudo na medida certa Fri, 03 Nov 2023 01:19:15 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Kojiro Sasaki - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/kojiro-sasaki/ 32 32 VISCO Collection | Um conto de duas coleções https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/11/02/visco-collection-um-conto-de-duas-colecoes/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/11/02/visco-collection-um-conto-de-duas-colecoes/#respond Thu, 02 Nov 2023 16:02:48 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=15602 A história de hoje, apesar de se tratar da VISCO Collection, começa ironicamente (por conta do título da análise), em Taiwan, com a desenvolvedora IGS lançando a placa PGM (PolyGame Master), que era bastante inspirada pelo Neo Geo (até os cartuchos possuem tamanhos similares). Se você curte shooters, deve ter se deparado com alguns dos […]

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A história de hoje, apesar de se tratar da VISCO Collection, começa ironicamente (por conta do título da análise), em Taiwan, com a desenvolvedora IGS lançando a placa PGM (PolyGame Master), que era bastante inspirada pelo Neo Geo (até os cartuchos possuem tamanhos similares). Se você curte shooters, deve ter se deparado com alguns dos jogos que saíram para a plataforma, como Espgaluda ou DoDonPachi DaiOuJou (embora esses não tenham saído em cartuchos, mas em placas específicas usando o hardware da PGM), e se você teve aquela compilação pirata de luta 10 em 1 no PS2, deve ter se deparado com a conversão de Spectral vs. Generation.

Em Abril desse ano, a IGS resolveu lançar uma compilação com oito de seus jogos para o Nintendo Switch… E boy, oh boy, aquilo foi uma aula de como NÃO FAZER uma compilação. A coletânea foi altamente criticada. A emulação da PGM sempre foi um tantinho problemática na parte sonora, quem usa o MAME sabe disso, e a coletânea possui os mesmos problemas de som, porque usa uma versão do FB Neo. Graficamente, também decepcionou, porque não oferecia opções de tamanhos de tela diferentes, automaticamente esticando a tela pra 16:9, considerado uma heresia para muitos retrogamers. O fato de que a coletânea usa as versões PLUS de alguns jogos (que eram bootlegs com personagens destravados), ao invés das originais é mais um sinal da preguiça, porque apesar dos originais tecnicamente RODAREM no MAME, se você abrir, você recebe uma mensagem de “Esse jogo não vai rodar”. Enfim, novamente, a IGS Classic Arcade Collection foi uma decepção, porque possui jogos que estavam presos no Arcade, mas emulados da maneira mais porca possível.

A parceria entre a QUByte com a VISCO (através de licenças com a francesa PixelHeart, que é a atual dona das IP’s da Visco) começou com a Vasara Collection, que além dos dois shoot’em up’s, havia um modo original feito do zero pela própria QUByte. Depois, houve a Breakers Collection, que além do jogo original, trouxe uma versão buffada de Breakers Revenge, com online, modo de treino, rollback netcode e o escambau, sendo um prato cheio pros fãs de luta.

Em 2022, a QUByte anunciou que a parceria com a VISCO e a PixelHeart continuaria, com a coletânea VISCO Collection, sete jogos da VISCO num pacote, a serem lançados em 2023. E durante o QUByte Connect 2023, o jogo foi lançado de surpresa em todas as plataformas. Será que ela vale o seu suado dinheirinho? Ou será que ela é uma decepção, tal qual a coletânea da IGS? Confira conosco.

Reprodução: QUByte Interactive/Visco/PixelHeart

Conheça os jogos da coletânea

Como essa análise fala sobre uma coletânea, não dividiremos nas seções que eu usualmente faço em um review. Então, vamos começar apresentando um pouco dos sete jogos presentes:

Andro Dunos é um shooter horizontal de 92, que apesar de não ser muito original, afinal de contas, quantos shooters onde num futuro sci-fi precisamos defender a Terra de alienígenas? Com isso, a acusação encerra seu argumento, meritíssimo. Goal! Goal! Goal! foi lançado em 95, e como o título sugere, é um jogo de futebol. Se ele consegue superar a clássica série Super Sidekicks? Bom, talvez o primeiro, mas superar a série Super Sidekicks é uma tarefa hercúlea.

Neo Drift Out: New Technology, de 1996 é o quarto jogo da série Drift Out, que começou com o horroroso título homônimo e teve sua continuação no competente Drift Out ’94: THE HARD ORDER (Sim, preciso colocar o THE HARD ORDER em Caps. Não sou eu quem faz as regras.) e teve um jogo no SNES em 95 (que devido a visão top down é considerado por alguns um remake do primeiro jogo). Enfim, Neo Drift Out é certamente um dos melhores jogos do Neo Geo, e um dos melhores jogos de corrida em visão isométrica já feitos, se não o melhor.

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Battle Flip Shot (Ou simplesmente Flip Shot) saiu em 1998 e, apesar de competente, é um jogo bastante similar a WindJammers, a diferença básica é que antes de “marcar o gol”, é necessário destruir a barreira do oponente. Ganryu, de 99 é um side-scroller de ação “baseado” no confronto entre Musashi Miyamoto e Kojiro Sasaki, e apesar da boa jogabilidade, no quesito gráfico ele deixa um pouco a desejar, ao contrário de sua continuação, que analisamos aqui. No mesmo ano, Captain Tomaday, um ótimo shooter vertical, que é bastante criativo em seu design foi lançado. Um cute’em up pra ninguém botar defeito. Por fim, na ordem cronológica de lançamentos, em 2000 saia Bang Bead, a continuação de Battle Flip Shot, agora com mais personagens jogáveis, continuando a tradição de Pong com gritos de anime.

Em termos de custo-benefício, se os títulos da Visco tivessem saído pela linha ACA Neo Geo, a Visco Collection, mesmo na plataforma mais cara (PS4), custaria mais barato do que sete jogos da ACA Neo Geo combinado, então é bom levar esse fator na hora de considerar a compra.

Reprodução: QUByte Interactive/Visco/PixelHeart

Apresentação

A apresentação dos menus e jogos é simplista, pense numa versão menos extravagante da Capcom Arcade Stadium, num formato estático em 2D com uma máquina de arcade, mudando entre os jogos diferentes da coletânea, além das coisas já esperadas em relançamentos retrô, como filtros de tela.

Uma das coisas que a coleção traz de bom, é um modo online com lobbies, para determinados jogos (todos, com exceção de Neo Drift Out e Ganryu), uma coisa que infelizmente não pude testar, já que eu cancelei minha assinatura da PS Plus há um bom tempo.

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Infelizmente, se você esperava extras mais profundos, essa é uma coisa que falta na VISCO Collection, e o mesmo pode ser dito de um menu semelhante ao dip-switch de máquinas de arcade, para aumentar ou diminuir a dificuldade dos jogos, coisa que por exemplo, os jogos da ACA Neo-Geo possuem.

Reprodução: QUByte Interactive/Visco/PixelHeart

Só é caro no Playstation

Se você tem intenção de comprar a VISCO Collection (que depende muito da sua apreciação por jogos de arcade mais obscuros), o preço é convidativo NA MAIORIA DAS PLATAFORMAS, custando 49,90 no PC e no Switch, 49,95 no Xbox e 104,90 no Playstation. Os jogos em si, apesar de não sendo famosos, são sólidos e o pacote no geral é bacana. A adição do online (coisa que a Arcade Stadium não tinha) é um ponto positivo, e fazendo aqui um gancho com a introdução do texto, os jogos estão na resolução correta.

Nota Final: 8,5/10

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VISCO Collection está disponível para PC, Nintendo Switch, Xbox One, Xbox Series, PlayStation 4 e PlayStation 5, e esta análise foi feita com uma chave digital de PS4 cedida gentilmente pela QUByte Interactive

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Ganryu 2 | Jornada bela e brutal pelo Japão https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/04/25/ganryu-2-jornada-bela-e-brutal-pelo-japao/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/04/25/ganryu-2-jornada-bela-e-brutal-pelo-japao/#respond Mon, 25 Apr 2022 22:41:44 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=11041 Se você gosta de jogos antigos, nunca houve um tempo melhor pra se jogar. Além da mega acessibilidade que temos para emuladores, temos coletâneas e relançamentos de jogos clássicos, culta ou desconhecidos nos consoles modernos. E também, continuações de jogos antigos tem sido cada vez mais frequentes, claro que nem sempre as coisas dão certo. […]

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Se você gosta de jogos antigos, nunca houve um tempo melhor pra se jogar. Além da mega acessibilidade que temos para emuladores, temos coletâneas e relançamentos de jogos clássicos, culta ou desconhecidos nos consoles modernos. E também, continuações de jogos antigos tem sido cada vez mais frequentes, claro que nem sempre as coisas dão certo. Se tivemos Streets of Rage 4, um mega sucesso, temos o Battletoads que já foi esquecido.

O Ganryu original foi um dos jogos da produtora Visco Corporation para o Neo Geo, mas que ao contrário da maioria dos jogos do console, este ficou somente no arcade, não tendo a conversão para o sistema AES. Muitos anos depois, com o suporte legal da própria Visco, uma conversão para AES foi feita por JoshProd em 2016 e posteriormente um porte para Dreamcast foi lançado, já no ano de 2017.

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O jogo era um sidescrolling hack’n slash onde no papel de Musashi Miyamoto, ou sua cunhada Suzume precisavam resgatar a namorada de Miyamoto, Otsu, sequestrada por demônios liderados por Kojiro Sasaki. Apesar das qualidades, o fato do jogo não ter saído dos arcades, contribuiu para a obscuridade do mesmo, sendo mais acessível via emulação.

Porém, a publisher francesa Just for Games, em um acordo com a Visco, adquiriu a licença de dois jogos da empresa para lançar continuações nos consoles atuais, recentemente tivemos Andro Dunos II e agora, chega a todas as plataformas, a continuação de Ganryu, intitulada Ganryu 2: Hakuma Kojirô. Confira a nossa análise.

Reprodução: Just for Games, Pixelheart, Storybird Studio

A vingança de Kojiro

Após derrotar Kojiro com a ajuda de Suzume, Musashi Miyamoto e Otsu se casaram, e Suzume assumiu o lugar da irmã como sacerdotisa, e aparentemente Miyamoto passou a ter uma vida calma. Só que estamos falando do Japão, e derrotados uma vez sempre acabam voltando porque espíritos malignos não descansam em paz se não forem derrotados.

Então um dia, enquanto pensava se Eiichiro Oda terminaria One Piece, e se o anime de Bleach vai ser bom, Musashi Miyamoto ouve uma voz falando em sua cabeça. Essa voz, era uma ligação da Claro oferecendo novos planos de internet, mas como a internet ainda não tinha sido inventada no período de guerra civil japonês, ele desligou na cara do atendente imbecil. Logo em seguida, outra voz surge, o desafiando novamente.

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Caso ele não fosse até a ilha de Ganryu-jima (uma ilha localizada entre Honshu e Kyushu, conhecida pelo duelo real que rolou entre Miyamoto e Kojiro) Kojiro Sasaki soltaria um exército de demônios para destruir o Japão. A princípio, Musashi não acredita, mas quando ele ouve a voz de vendedores da Natura, digo, demônios, ele conclui que a ameaça é real e ele precisa dar um fim ao que era seu antigo rival.

Piadas (que eu fiz) a parte, o jogo tem um roteiro bem simples, inspirado pela história de Miyamoto e seu lendário duelo com Kojiro. E as poucas cutscenes que o jogo contém nas batalhas contra chefes mostram apenas que Kojiro, apesar de desafiar Miyamoto para um novo duelo, não hesita em colocar obstáculos em seu caminho, na forma de demônios que copiam a aparência de pessoas que Musashi conhece.

Ganryu 2
Reprodução: Just for Games, Pixelheart, Storybird Studio

O filho bastardo entre Strider e Shinobi, mas com a dificuldade de um Ninja Gaiden

Se você estava com saudades de Shinobi, cujo último jogo saiu tem mais de 10 anos, ou Strider, cuja última aventura foi o jogo de 2014, vai se sentir em casa, porque o pessoal do Storybird Studio bebeu muito das fontes desses dois jogos. Não que falte identidade ao jogo, mas é notório que a movimentação de Musashi é inspirada em Shinobi III, com um pouquinho da física de Strider e os golpes velozes de Strider 2 (o de PS1, não o Strider Returns).

Infelizmente não temos dois personagens, como no jogo original, mas Musashi compensa a falta da contraparte veloz, já que ele está ágil aqui. Claro, eu ainda preferiria que tivesse a Suzume jogável, mas não vou ficar pegando nos mínimos detalhes.

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Musashi pode se movimentar de diversas formas, andando normalmente, correndo, dando saltos simples, duplos, wall kicks na parede e dashes que são essenciais em determinadas partes do jogo. Já o arsenal de ataques, ele conta com a sua fiel espada, que pode aplicar combos parado ou diversos ataques rápidos quando se está correndo, e até mesmo a quantidade de pulos influencia no tipo de ataque posterior. Ele possui também Kunais que podem ser atiradas para frente, para o alto e nas diagonais, perfeitas para acertar inimigos em plataformas superiores. Existem Kunais normais e certas Kunais limitadas que atravessam inimigos e defesas, sendo bem utilizadas contra inimigos que bloqueiam.

E novamente, inspirado por Shinobi, Musashi possui uma lista de magias (que aqui são chamadas de Kamis) que possuem diversos efeitos, como aumento de força, invulnerabilidade temporária, recuperação de life e um ataque devastador. Os Kamis utilizam uma barra que fica abaixo da barra de vida e essa barra é preenchida com pequenas chamas verdes que dropam tanto de inimigos, quanto de certos elementos destrutíveis das fases.

O jogo possui apenas cinco fases, cada uma contendo dois atos, mas não se engane… O jogo vai esfolar a sua cara no chão, porque ele não pega leve. Apesar do design de fases ser simples, com elementos escondidos e até mesmo coletáveis, mortes não serão algo incomum. Felizmente não há respawn infinito, mas alguns inimigos de certos trechos “spawnam” somente quando se passa por aquele ponto uma segunda vez.

Inimigos aéreos e/ou que atacam a distância podem também atrapalhar e em certos pulos, eles podem te derrubar no abismo ou jogá-lo a um trecho inferior da fase em si. Porém, o jogo recompensa a sua memorização e até mesmo sua coragem, pois um trecho em que se vai rápido, pode ser em certos momentos, menos perigoso do que se avançar com calma.

Quanto a memorização, ela é essencial nas batalhas contra chefes, que a princípio podem parecer difíceis, mas se bem observados, as lutas não chegam a ser tão difíceis quanto aparentam. E pra complementar, o jogo traz uma pequena variedade na jogabilidade, tendo aí uma seção de shoot’ em up que é decente, apesar de simplista.

As mortes no jogo podem ser punitivas, pois apesar de ter continues infinitos, perder todas as vidas te manda pro primeiro ato da fase, e morrer esvazia sua barra de Kami, remove quaisquer kunais extras e power-ups da barra de vida que você possui. Não posso dizer que concordo com esse tipo de decisão, mas até aí temos jogos em pleno 2022 sendo lançados com continues limitados (olha para Windjammers 2 e House of the Dead Remake), então temos que agradecer por não colocarem limitações do tipo em Ganryu 2 como se fosse um jogo da AES.

Ganryu 2
Reprodução: Just for Games, Pixelheart, Storybird Studio

Maravilha de pixel-art

Um review que passei por alto da versão de Switch do jogo cita problemas com a taxa de frames na versão daquele console, mas posso atestar com tranquilidade que tais problemas não existem na versão de PlayStation 4 do jogo, e talvez o patch recém lançado possa corrigir esse erro no Switch.

O jogo possui tradução para o Português do Brasil, mas, além de ter um pequeno erro perceptível logo no menu principal (traduziram Stage Select como Seleção de PALCO), a tradução tá atrelada ao sistema do console.

A trilha sonora do jogo é competente. Os temas possuem certa profundidade e combinam com a atmosfera do jogo, mesmo que em alguns momentos, você fique WTF com o ambiente, a música vai combinar.

Agora quanto os gráficos… Ganryu 2 é uma obra prima em termos de pixel-art. As imagens que ilustram esse review não nos deixam mentir, os cenários do jogo são de cair o queixo com a quantidade de detalhes que possui, nunca ficando poluído demais. Os efeitos de parallax são suaves, assim como efeitos climáticos.

Os sprites dos personagens, seja o protagonista Musashi ou os inimigos, são extremamente detalhados e bem animados, sendo um colírio para os olhos. E a pixel-art utilizada nos retratos dos diálogos não ficam pra trás, sendo igualmente belas.

Ganryu 2
Reprodução: Just for Games, Pixelheart, Storybird Studio

Você está a altura do desafio?

Se formos honestos, ninguém pediu por uma continuação de um jogo obscuro como Ganryu, ainda assim, somos gratos por termos uma continuação de um EXCELENTE jogo obscuro como Ganryu, que fica a altura de seu predecessor. Com controles responsivos e belíssimos gráficos, o jogo é um prato cheio pra quem curte desafios a moda antiga.

Ganryu 2 pode ser curto, com 5 fases divididas em 2 atos, mas novamente, melhor um jogo curto e competente, do que um jogo longo e cheio de nada misturado com porra nenhuma. O jogo tem problemas? Como apontamos, a versão de Switch os tem em relação a performance, coisa que não acontece na versão de PS4. Ainda assim, recomendamos fortemente, se você é um jogador das antigas.

Ganryu 2: Hakuma Kojiro está disponível para PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch.


Essa análise foi feita com uma cópia digital de PlayStation 4 gentilmente cedida pela Just for Games.

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