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Eu tenho uma história interessante com Yakuza, pois o primeiro titulo eu finalizei ainda no PlayStation 2 quando morava com meus pais lá em meados de 2007. Por muitos anos tive esse primeiro titulo como uma das experiência máxima que tive  com um jogo do PS2,  perdendo apenas para Metal Gear Solid 3.

Depois de 10 anos chega Yakuza Kiwami, um remake do jogo original Yakuza lançado em 2005 para o PlayStation 2, mas como não tinha um PS3 ou PS4, acabei ficando de fora e sem nunca ter tido a oportunidade de jogar essa versão aprimorada da história de Kazuma Kiryu, um membro da Yakuza, e seu caminho para encontrar a verdade por trás de um assassinato envolvendo a família do crime organizado.

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Dando um salto no tempo novamente, 4 anos depois a série Yakuza, até então restrita ao console da SONY, finalmente chegou a plataforma do Xbox no serviço do Game Pass. O que foi uma grata surpresa para muitos dos que não tinham alguma perspectiva de que a série algum dia deixasse a plataforma azul. Com nossos corações acalmado, não estava preparado para a outra surpresa quando Yakuza Kiwami fora anunciado que chegaria ao hibrido portátil da Nintendo.

Sabemos o quão potente são os consoles atuais, então ver Yakuza Kiwami chegar ao Nintendo Switch, que não tem um console com hardware parrudo, realmente é de atiçar a curiosidade todos nós, principalmente a minha que até então não tinha tido a oportunidade de jogar a versão Kiwami. Por sorte a SEGA brasil mais uma vez permitiu que nós do Arquivo do Woo, pudéssemos ter a oportunidade de conferir um lançamento grande em primeira mão.

Será que Yakuza Kiwami faz bonito no console da Nintendo ao ponto de valer o seu suado dinheiro? Para descobrir, me acompanhe pelas ruas de Kamurochõ.

Yakuza Kiwami
Créditos SEGA – Capturado no modo docked

Gráficos e Desempenho

Embora a versão de Switch não tenha alterações drásticas em relação às versões anteriores, ela se adapta bem ao console portátil, oferecendo uma experiência sólida para os fãs de ação e narrativa, e o primeiro aspecto que chama a atenção em Yakuza Kiwami é a qualidade visual.

Embora o Switch não tenha o mesmo poder de processamento dos consoles de última geração como PlayStation 5 e Xbox Series S|X, o jogo mantém a essência do visual melhorado de Kiwami, com cenários detalhados e personagens bem modelados. As ruas de Kamurocho por exemplo, que são o cenário principal, são ricas em detalhes e vida. É prazeroso andar pelas ruas e seus corredores repleto de pessoas a todo momento circulando e vibrando junto da cidade.

Alias, é impossível não frisar como o desempenho do jogo no Nintendo Switch é impressionante para um título de mundo aberto com tantos elementos ao mesmo tempo. Mesmo no modo portátil, o jogo mantém uma taxa de quadros estável, garantindo uma jogabilidade suave durante a maior parte da experiência.

Yakuza Kiwami
Créditos SEGA – Capturado no modo docked

História e Personagens

A narrativa de Yakuza Kiwami é envolvente, com um enredo de mistério, traição e redenção. Kazuma Kiryu é um protagonista carismático que se vê em uma luta contra o tempo para limpar seu nome e salvar os entes queridos enquanto navega pelas complexas intrigas da Yakuza. O jogo também é repleto de personagens memoráveis, desde aliados até vilões, que ajudam a manter o ritmo da história.

Embora Yakuza Kiwami seja um remake de um jogo de 2005, ele possui uma narrativa que é muito bem construída e que ainda se mantém relevante nos dias de hoje. E apesar de Yakuza não ser um tema tão comum para a realidade brasileira, não deixa de ser interessante a abordagem cinemática e reprodução da época.

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Uma novidade interessante da versão Kiwami é o “Majima Everwhere“, onde Goro Majima te persegue, basicamente, para te desafiar em lutas, o que pode acontecer a qualquer momento e de formas bem inesperadas. Às vezes ele surge vestido de maneira bem inusitada, de mendigo ou até como uma mulher (sim, o Majima não se importa).
Cada vez que você derrota o Majima, ele deixa alguns itens e te dá um pouco mais de contexto sobre a “amizade” de vocês dois.

Além disso, com essas batalhas, você vai ganhando pontos que podem ser trocados por upgrades de combate, o que torna esse “caça ao Majima” bem útil para o seu progresso no jogo. Quanto mais o jogo avança, mais Majimas diferentes surgem, aumentando a dificuldade e deixando tudo mais estranho. O que é ótimo.

Yakuza Kiwami
Créditos SEGA – Capturado no modo portátil

Som e Trilha Sonora

A trilha sonora de Yakuza Kiwami é uma das suas maiores qualidades e conta com musicas originais que até então estavam restritas apenas a versão japonesa, não havia sido lançado até então no ocidente (Obrigado pela dica, Tony).

São composições que vão desde músicas orquestrais até mesmo rock, e a música contribui bastante para a imersão e para a intensidade de momentos dramáticos e de ação do jogo, tornando toda a experiência ainda mais prazerosa.

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O trabalho de dublagem também é notável, com personagens sendo bem dublados em japonês, o que adiciona um toque de autenticidade, mesmo para os jogadores que não dominam o idioma.

Seria muito legal se o titulo chegasse localizado em português Br, mas é preciso ter em mente que ele foi desenvolvido em 2015, e só o sétimo titulo que recebeu esse trato, então espero que esteja com o inglês afiado e jogue com o áudio em japonês.

Créditos SEGA – Capturado no modo portátil

Adaptabilidade ao Nintendo Switch

A versão de Yakuza Kiwami no Switch se adapta incrivelmente bem às particularidades do console da Nintendo. O jogo roda de forma estável no modo portátil e é ótimo para sessões rápidas, apesar de ser quase impossível partidas rápidas de Yakuza, mas também se beneficia do modo docked, oferecendo uma tela maior para uma experiência mais imersiva.

A possibilidade de jogar de forma portátil é uma grande vantagem, considerando a natureza do jogo de exploração e combate, permitindo que os jogadores se aventurem em Kamurocho em qualquer lugar e em qualquer momento do dia. Claro, infelizmente não acho tão confortável de se esmagar os botões dos Joy-Con’s, mas isso sou eu, pois estou acostumado a jogar com os controles do Xbox, mas joguei várias vezes no modo portátil e foi uma experiência bem satisfatória.

O gameplay também tem melhorias, isso fazendo um paralelo com a versão de 2005, pois agora podemos transitar entre estilos de combate a qualquer momento, o que faz com que os combates sejam menos cansativos quanto na versão original.

Créditos SEGA – Capturado no modo portátil

Conclusão

Yakuza Kiwami para Nintendo Switch é uma versão competente de um clássico, mantendo os pontos fortes da série e adaptando-os para o console portátil da Nintendo.

A jogabilidade envolvente, a história intrigante e os diversos minijogos continuam sendo um dos maiores atrativos para o título. Para os fãs de ação, narrativa e exploração, Yakuza Kiwami é uma excelente escolha para quem busca um jogo que combina combate emocionante com uma história rica e complexa.

Se você já jogou outros títulos da série ou se é novo no universo de Yakuza, a versão de Switch é uma excelente maneira de entrar nessa história imersiva e viciante. A adaptação para o Nintendo Switch é bem-feita, o que torna o jogo acessível a um público ainda maior, ao mesmo tempo em que mantém o charme do original e agrada aos velhos fãs da série.

Nota: 9/10

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Yakuza Kiwami está disponível para Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series S|X, Xbox One e PC. Esta análise foi feita com uma chave digital de Nintendo Switch, cedida gentilmente pela SEGA

 

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Judgement | Minhas breve impressão com o Spin-off de Yakuza https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/01/13/judgement-minhas-breve-impressao-com-o-spin-off-de-yakuza/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/01/13/judgement-minhas-breve-impressao-com-o-spin-off-de-yakuza/#respond Sat, 13 Jan 2024 17:29:59 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=15906 Takayuki Yagami é um ex-advogado que devido a um “erro” em seu passado se torna um detetive particular e acaba se envolvendo em uma trama na qual conhece o submundo da Yakuza e revelará segredos de um caso que o atormenta amargamente. Toda a trama se passa na fictícia cidade de Kamurocho. Cidade essa que […]

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Takayuki Yagami é um ex-advogado que devido a um “erro” em seu passado se torna um detetive particular e acaba se envolvendo em uma trama na qual conhece o submundo da Yakuza e revelará segredos de um caso que o atormenta amargamente.

Toda a trama se passa na fictícia cidade de Kamurocho. Cidade essa que quem conhece a série de jogos Yakuza já esta familiarizado, enquanto os novos jogadores com certeza se encantaram com a cidade cheia de neons, bares, baladas e restaurantes inspirados na cidade de Kabukichou em Tóquio. Chega a ser muito difícil falar de Judgement sem fazer comparações com a serie principal, Yakuza, mas vamos lá.

O início e a expectativa

Um aviso aos jogadores de primeira viagem: Talvez os longos diálogos e as cutscenes façam os jogadores torcerem o nariz no início, mas serão facilmente compensado pelo combate frenético com gangsteres a todo momento pela cidade. Combate esse que como sempre não deixa nada a desejar, o que me fez lembrou o estilo de combate do Yakuza 2 remaster. Por outro lado me decepcionou o fato de não ter um modo de torneio de lutas, algo recorrente em outros jogos da series.

Outro ponto que me decepcionou foi a forma na qual você ganha dinheiro no jogo, não tem o cabaré e nem a Majima Construction, ao invés disso foi adicionado um jogo divertido de realidade virtual onde você joga dados e percorre por um tabuleiro, achei muito interessante, não é ruim porém fica muito abaixo das outras duas experiências citadas.

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A dificuldade do jogo (no hard) eu achei moderada, não tive grandes problemas com chefes, só tem um “subchefe” (Matsuhisa Koga) na cidade que é meio chatinho por utilizar armas, inclusive, como eu toquei nesse ponto, diferente de outros jogos da serie agora o jogo é mais punitivo quando você é atingido por armas de fogo (ou por um golpe de tigre, sim você pode lutar contra tigres) pois sua barra de saúde fica com um dano no qual itens normais de saúde não curam e é preciso usar um item bem mais caro para se recuperar.

Judgment
Reprodução: SEGA

E a história de Judgement?

Voltando a falar mais um pouquinho da história sem spoilers, eu gostei das reviravoltas, jogando a primeira vez não percebi falhas graves no roteiro, acho que os problemas que o personagem enfrenta não estão ali só pra encher linguiça ou por conta de antagonistas totalmente sem sal como já visto em alguns jogos da serie. Dessa vez houve um maior capricho na criação dos vilões, estes agora contam com boas motivações para suas atitudes e isso deixará nosso protagonista quebrando a cabeça para resolver o caso como um verdadeiro detetive.

Os desenvolvedores acertaram também nas side quests, que são bem diversificadas e algumas com aquele humor pastelão conhecido na série. Já os casos de detetive são bem repetitivos, na maior parte do tempo consiste em perseguir pessoas escondido e tirar fotos.

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Agora as atividades para passar o tempo no jogo também são legais podemos jogar dardos, baseball, corrida de drones (você também pode usar o drone para sobrevoar livremente pela cidade e tirar fotos), no arcade você pode jogar jogos da SEGA como Motor Raid e Final Fight, pode se divertir no cassino jogando pôquer ou Black Jack, partidas de Mahjong ou Shogi, outros jogos da cultura japonesa como Oicho Kabu ou Koi-koi e também pode sair com uma das 4 garotas que podem se tornar sua namorada durante o game.

Judgment
Reprodução: SEGA

Conclusão

Judgement tem tudo o que um fã de Yakuza quer e muito o que apresentar pra quem não conhece a serie, a versão de PS4 possui apenas legendas em espanhol e inglês mas mesmo assim vale a pena dar uma chance pois se por ventura não curtir a história do game, eu garanto que você vai perder muitas horas andando pela cidade lutando e fazendo outras atividades.

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Project Judge | Analise da demo do mais novo jogo dos desenvolvedores de Yakuza https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/09/15/project-judge-analise-da-demo-do-mais/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/09/15/project-judge-analise-da-demo-do-mais/#respond Sat, 15 Sep 2018 16:05:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/09/15/project-judge-analise-da-demo-do-mais/ Antes da Tokyo Game Show, a Sega revelou um novo jogo dos criadores de Yakuza, intitulado Judge Eyes, no qual encarnaremos um advogado em busca de justiça. Claro, a apresentação estava com tradução simultânea e a parada tinha tanto cringe que eu não consegui assistir a um minuto do vídeo ali presente. Felizmente, a SEGA […]

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Antes da Tokyo Game Show, a Sega revelou um novo jogo dos criadores de Yakuza, intitulado Judge Eyes, no qual encarnaremos um advogado em busca de justiça. Claro, a apresentação estava com tradução simultânea e a parada tinha tanto cringe que eu não consegui assistir a um minuto do vídeo ali presente. Felizmente, a SEGA of America liberou um trailer com legendas em inglês, logo um pouco de contexto nos foi jogado.


Mas essa não é a razão pela qual você está lendo esse texto, mas sim porque você quer saber as primeiras impressões de alguém que JOGOU a demo do jogo, disponível na PSN japonesa.



Primeiramente vou ser honesto, minha experiência com a série Yakuza é limitadíssima, constituída de uma jogatina do Yakuza 2, muito tempo atrás, algumas horas do Yakuza Dead Souls e a demo do Yakuza 0. Eu não joguei o resto da série porque… Eu só fui conseguir o PS3 em 2015 e o PS4 agora em 2018.


O clima do jogo é uma versão menos espalhafatosa de Yakuza. Sim, o universo é o mesmo e Kamurocho é reconhecível logo de cara, mas as cores do cenário parecem mais sóbrias. A demo não nos dá tantos detalhes da história, apenas a cena de abertura (disponível no trailer) que nos apresenta os personagens principais, entre eles o protagonista Takayuki Yagami, um advogado de defesa que conseguiu uma reviravolta milagrosa em um tribunal cuja taxa de condenação era de 99% dos casos.



Só que a vida de Yagami vira de pernas pro ar quando esse mesmo cliente (Okubo, pelo que consegui entender) foi preso novamente, dessa vez por matar a própria namorada e incendiar a casa dela. Naquele momento, a carreira de advogado de Yagami não significava mais nada (ele ficou conhecido como um advogado que deu liberdade a um assassino), Passam-se três anos, e nosso advogado agora trabalha como detetive, podendo usar uma roupa e penteado mais legal que o da época de cosplayer de Phoenix Wright


A mecânica do jogo é fácil de entender, se você tem familiaridade com a série Yakuza, golpes, combos e contra golpes funcionam da mesma maneira, e um tutorial bem didático ensina a quem é novato na série a se familiarizar com o combate. É simples e em pouco tempo você poderá bancar o Bruce Lee, o Jet Li ou a Negra Li.



A Navegação pela cidade, novamente, é igual Yakuza, vá do ponto A ao B, tendo liberdade de explorar como quiser, mas na demo, obviamente a área é limitada e a progressão na mesma é linear. 


Como a temática de jogo é de detetive, algumas novas mecânicas foram introduzidas, como a do reconhecimento de suspeitos, na qual você recebe um retrato falado do suspeito e deve encontrá-lo na multidão. É fácil, com o R2 você dá um zoom e usando o analógico direto, direcione a mira. Quando surgir um ponto de interesse (alguma pessoa), um ícone com o botão de ação (X em console ocidental, O em console japonês) irá surgir e você pode fazer o reconhecimento, o sistema irá bater as características da pessoa com a do retrato falado. Eu expliquei de maneira complicada, mas na verdade é bem simples, e um sistema semelhante é utilizado na ativação do drone em um ponto da demo.


Se haverá um sistema de drone no jogo final, ou se será coisa de cutscene, só o tempo dirá.


Por fim, outra coisa mostrada na demo, é o sistema de perseguição de suspeito, que funciona mais ou menos como um jogo sob trilhos, onde controlamos apenas a direção do personagem, da esquerda pra direita e nos desviamos de obstáculos em quick-time events, coisa que não sei se tem em Yakuza.



Agora, minhas considerações sobre a demo e algumas outras coisas que não estavam na demo. Recentemente eu joguei a demo do Fist of the North Star: Lost Paradise, e mesmo os jogos usando a engine de Yakuza, são dois jogos com o gameplay completamente diferente, mesmo o combate sendo parecido. Judge Eyes tem um combate menos galhofado que um Yakuza, ainda que seja possível acertar alguém com uma lata de lixo. 


A demo tinha pequenos problemas de taxa de quadros em certos pontos, especialmente assim que o jogo faz a transição para Kamurocho, mas são detalhes que podem ser remediados até dezembro. As minhas dúvidas são relativas a coisas da temática do jogo que não foram mostradas. Será que teremos um sistema de controle dos drones? E tribunais? Eles farão parte do gameplay de Judge Eyes?



Por fim, o jogo traz um caso de assassinatos em série, que é o foco principal da narrativa, se eles estão ligados com a morte de Emi (A namorada de Okubo), só veremos na versão final… Mal posso esperar pra socar meliantes virtuais.  


Judge Eyes é exclusivo de PlayStation 4 e sairá em Dezembro de 2018 no Japão, e em 2019 no ocidente, com o nome provisório de Project Judge.

Abaixo você pode conferir o gameplay em meu canal do Twitch, alias, não deixem de se inscrever:


Assista a Judge Eyes – Novo jogo da equipe de Yakuza de MrSancini em www.twitch.tv

 

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