Arquivos Kaede - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/kaede/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 31 Oct 2021 23:03:41 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Kaede - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/kaede/ 32 32 Sakura Swim Club | Romance a prova d’água https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/10/10/sakura-swim-club-romance-a-prova-dagua/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/10/10/sakura-swim-club-romance-a-prova-dagua/#respond Sun, 10 Oct 2021 10:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=8399 Já aconteceu com vocês de por acaso escreverem algo e no fim das contas essa coisa acabar acontecendo? Recentemente (não tão recentemente assim, mas enfim) na minha análise de Sable’s Grimoire, comentei que era uma pena não ter uma rota com a Eris, a professora Succubus. Em agosto, saiu o update 1.08 (na versão de […]

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Já aconteceu com vocês de por acaso escreverem algo e no fim das contas essa coisa acabar acontecendo?

Recentemente (não tão recentemente assim, mas enfim) na minha análise de Sable’s Grimoire, comentei que era uma pena não ter uma rota com a Eris, a professora Succubus. Em agosto, saiu o update 1.08 (na versão de PC), adicionando uma rota com a Eris. Não sabemos quando esse update vai chegar aos consoles, mas espero que em breve, quero poder ter uma desculpa pra voltar lá.

Mas, não foi a primeira vez que eu acabei escrevendo algo que se tornou realidade. Entre 2010 e 2011, escrevi uma série de cinco artigos, com continuações de franquias retrô que eu gostaria que fizessem, cada artigo tinha três jogos, e meio que fórmulas que eu gostaria que fossem usadas pra fazer os mesmos.

LEIAM – Review – Majyuuou (Super Nintendo)

Daqueles artigos, Streets of Rage, Wonder Boy, Donkey Kong Country, Shinobi, Strider e Alex Kidd, de alguma forma, se tornaram realidade.

Enfim, dito isso, o jogo de hoje faz parte do grupo nostálgico de Visual Novels que joguei na época em que meu canal tinha foco nisso. Apesar de eu não ter feito vídeo dele (porque a versão que eu tinha era a adulta), mas estava entre as que joguei. O jogo também faz parte da lista negra de jogos da Twitch, que não são permitidos nem as versões all-ages.

Porque o Twitch é mesmo um lugar consistente com regras, onde um jogo sem sexo como Sakura Beach é banido, mas jogos com sexo como GTA V, The Last of Us 2 e The Witcher 3 não tem problema algum.

Mas, sem mais delongas, vamos logo para a análise de Sakura Swim Club.

Encontrando na natação algo para me importar

Sakura Swim Club

Antes de comentar sobre o roteiro do jogo, um disclaimer, que o jogo foi vítima de uma das políticas aleatórias sobre jogos com conteúdo adulto do steam.

Porque originalmente, o jogo se passa no ensino médio, porém a steam começou a ameaçar qualquer jogo com temática de anime e conteúdo ecchi (ou Hentai) que se passasse em uma escola, então para contornar isso, um patch foi lançado, substituindo todas as referências sobre escola por universidade.

O que fez com que um bocado de diálogos do jogo perdesse parte do sentido e deixou a escrita um tanto imbecil em partes. Enfim, para todos os efeitos, vou me referir ao roteiro do jogo na forma original, e não como “universidade”. Faça-me o favor, viu, Steam.

Você está no papel de Kaede, o filho de um cara bastante conhecido, mas sua relação com a família não é das melhores. Não por falta de amor, você sabe que seu pai e sua mãe o amam, porém tem o fato de que todos na sua família são bem sucedidos de alguma maneira e com todo o sucesso da sua família, as expectativas em cima de você são muitas, a ponto de você simplesmente não querer isso.

Você só faz o mínimo necessário pra passar de ano na escola, e tentando achar algo que desperte a fagulha do sucesso em você, seu pai vive o transferindo de escola.

LEIAM – Sable’s Grimoire | Drama e Feitiçaria na Academia de Magia

Nessa nova escola, você está preparado para mais um período de apatia, só que um de seus professores (certamente influenciado por seu pai) meio que o força a entrar em um clube, qualquer clube, menos o de natação, porque esse não tem uma boa reputação por algum motivo.

Claro, como qualquer um na situação que dizem pra não fazer algo, você vai lá e faz, indo para o clube de natação e conhecendo as duas únicas pessoas lá: Hiromi, a menina calma que sempre mantém a compostura apesar de tudo, e Mieko, que é meio que o oposto, sendo um tanto afobada e estourada.

E entre confusões e panty shots, começa a sua vida no clube de natação, que meio que dá um sentido a sua vida na escola. Conforme você melhora como nadador, melhor conhece suas companheiras de clube e um pouco de seus problemas.

Sakura Swim Club traz a típica narrativa de comédia com um toque de ecchi, já familiar a quem joga as visual novels da Winged Cloud. Não é nada grandioso, épico ou fantástico, é uma história escolar simples e divertida. Claro, a história tem um pouquinho de drama, como os problemas pessoais que as personagens (e o próprio protagonista) carregam, deixando tudo menos “só comédia e hentão”.

As personagens são arquétipos básicos de visual novels, com a Hiromi sendo a garota “cool”, sempre calma e centrada, enquanto Mieko é a típica tsundere (mas ela não agride ninguém, como é comum na trope). Já o nosso protagonista, Kaede, é o garoto com pai bem sucedido que se sente sufocado pelas expectativas da família.

Wanaca Strikes Again, ah, a música é legal e o jogo tem dublagem

Sakura Swim Club

Eu não consigo me cansar do traço da Wanaca. Sei lá, mas, eles possuem um charme único.

As moças obviamente são curvilíneas e atraentes. Os cenários utilizados são competentes, apesar de que tem aquela de que… Cenário de colégio em Visual Novel, não é difícil ficar decente. Mas por outro lado, a variedade de cenários de colégio que eu já vi… Mas estou desviando do assunto.

As CG’s do jogo (aqui me refiro a versão de consoles) são bem menos provocantes que as de Sakura Succubus por exemplo, claro, ainda vendem o produto de “meninas atraentes provocando”, mas considerando a mencionada novel das Succubus, é algo pra toda família.

LEIAM – Legends of Talia: Arcadia | Um rápido conto de fantasia

O jogo possui composições de qualidade, músicas que cumprem bem a sua função nos momentos, mas o que chama a atenção, é o fato de que o jogo possui dublagem em japonês.

Ele é um dos poucos títulos da Winged Cloud que conta com dublagem, junto com Sakura Fantasy, Sakura Angels, Sakura Nova (que espero que seja lançado pra consoles, é uma das minhas novels favoritas da Winged Cloud) e Pyrite Heart (que tinha dublagem em inglês).

As duas dubladoras são contraste total, enquanto Kanzaki Kanari (a voz da Hiromi) é uma seiyuu experiente, com (na época do lançamento de Sakura Swim Club) mais de quinze anos de experiência, já Ogawa Komachi (a voz da Mieko), é uma dubladora iniciante, com o único outro trabalho na época, tendo sido outro jogo da Winged Cloud, Sakura Fantasy. Independente disso, as duas cumprem muito bem seu papel, com as nuances necessárias pras personalidades das meninas.

Sua básica comédia ecchi

Sakura Swim Club é mais uma novel típica da Winged Cloud, que mistura comédia e Ecchi. É sólida, agrada se você quer algo simples. Se você procura roteiros revolucionários ou emocionantes, desculpe, não vai encontrar aqui. Mas se você curte simplicidade, comédia e um pouco de ecchi, jogue Sakura Swim Club, você vai curtir.

O jogo está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5 e Nintendo Switch, além da versão original de PC.

Essa análise foi feita com uma cópia digital de PlayStation 4 gentilmente cedida pela Gamuzumi.

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Onimusha Warlords Remaster | Um clássico atemporal, ou quase https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/05/18/onimusha-warlords/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/05/18/onimusha-warlords/#respond Sat, 18 May 2019 15:28:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/05/18/onimusha-warlords-remaster-review/ A Capcom tem feito um trabalho incrível ao longo dos últimos anos, isso é inquestionável. Tanto que ao meu ver é disparado uma das produtoras que mais trouxe lançamento incríveis nos últimos tempos, a começar por Resident Evil 7 que foi um divisor de águas da franquia, e o maravilhoso Resident Evil 2 Remake, que […]

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A Capcom tem feito um trabalho incrível ao longo dos últimos anos, isso é inquestionável.

Tanto que ao meu ver é disparado uma das produtoras que mais trouxe lançamento incríveis nos últimos tempos, a começar por Resident Evil 7 que foi um divisor de águas da franquia, e o maravilhoso Resident Evil 2 Remake, que produzimos um review aqui no site.

LEIAM – Resident Evil 2 Remake | Uma aula de como se fazer um remake

Dito isso, Onimusha Warlords é mais um desses grandes lançamento da Capcom na atual geração de consoles.

Estamos diante de um jogo que por pouco não se tornou um Resident Evil com espadas, mas que acabou tomando um rumo diferente e criando uma identidade própria, mesmo trazendo consigo diversos elementos que tornaram a franquia RE famosa.

Quais seriam esses elementos? Bem, me acompanhe que irei contar a vocês

Onimusha
Comparativo da versão Xbox One X e PlayStation 2

Onimusha Warlords nasceu para ser um survival horror com samurais, mas o uso de espadas e absorver orbs, apesar de fujir um pouco, ainda não o torna menos que isso. Inclusive é repleto de puzzles e mistérios para solucionarmos – Claro, vocês podem discordar disso e encará-lo só como um hack’n slash com puzzles.

A história do jogo acontece após a derrota do Lorde Nobunaga, que acaba sendo morto em campo de batalha, mas acaba sendo ressuscitado por Genma, uma raça demoníaca que tem intenções de acabar com a vida na terra como a conhecemos. Quando o samurai Samanosuke Akechi descobre o que está acontecendo, deixa o campo de batalha e corre em direção ao castelo para proteger a princesa Yuki.

Chegando lá se depara com um rastro de corpos e inimigos nem um pouco normais. Mesmo lutando com todas as suas forças, acaba sendo ferido.

É então que o personagem é apresentado a manopla de Oni, um artefato que permite que o personagem possa absorver as orbs deixadas pelos inimigos, assim tornando possível que consigamos dar upgrade as armas de Samanosuke. Mas nosso personagem não está sozinho, ele conta com a ajuda de Kaede, uma kunoichi que aparece para nos salvar nos momentos em que estamos nos ferrando.

Onimusha

A primeira coisa que nos salta os olhos é a melhoria gráfica em comparação a versão clássica. Uma melhoria já esperada e que certamente torna o jogo palatável para os mais jovens que decidirem se aventurar em Onimusha Warlords.

Por outro lado, o jogo por se tratar de um remaster, não sofre melhorias em jogabilidade. Apesar de achar que não preciso explicar, porque acredito que o leitor do nosso site é esperto e antenado, sei que algumas pessoas ainda não entendem as diferenças entre um remaster e um remake.

  • Remasters: Jogos clássicos com gráficos e resoluções atualizados para a geração atual.
  • Remakes: Jogos clássicos rei-maginados como motores gráficos da geração atual.

Dito isso, aviso que o jogo possui câmeras-fixas, movimentação “tank” e cenários pré-renderizados.

Onimusha

Claro, esses pontos apesar de atrapalhar um pouco, não comprometem o jogo pelo motivo mais obvio, ele é um jogo antigo com um bonito visual. E vou ser sincero, eu estranhei bastante quando comecei a jogar, fazia algum tempo que não encarava um jogo nesse formato, o que me levou a ficar perdido em diversos momentos até entender como me acostumar com essa mecânica.

Os puzzles são desafiadores, principalmente para pessoas que assim como eu, depois de ler um file, logo em seguida esquece toda informação. Recomendo fortemente que se for assim tão lesado quanto eu, anote os códigos.

Esse tipo de desafio não é tão comum nos jogos de hoje em dia, então garanto que alguns dos puzzles vão calejar vocês. Há um puzzle no começo do jogo que se baseia em números, nada complexo, mas ainda assim bem criativo. Ele já dá uma ideia de que para conseguir itens melhores nas outras caixas lacradas, você vai ter que se esforçar melhor.

Gostaria de levantar uma questão, nada a ver com os puzzles.

Apesar de não ser um empecilho pra mim, acredito que uma localização do jogo para a nossa língua não seria nada mal. Talvez porque estamos mal acostumados a quantidade enorme de jogos que vem sendo lançado em nossa língua, então se deparar com um jogo, mesmo que remaster, todo em inglês causa um certo espanto, mas isso não desabona de modo algum o titulo.

Onimusha

Onimusha: Warlords tem a sua importância na história dos vídeo games, não só porque foi o primeiro título do PlayStation 2 a vender 1 milhão de cópias em todo mundo, mas como também conseguiu se tornar uma franquia de sucesso, mesmo tendo nascido de uma concepção para um novo jogo de Resident Evil.

Com puzzles desafiadores, inimigos bem estranhos e ambientado em um Japão tomado pelo sobrenatural, além do uso de personagens que realmente existiram, Onimusha cria uma identidade própria ao mesclar toda essa formula um enredo interessante e personagens criveis.

Em contrapartida o combate é um hack’n slash convencional, onde você mata inimigos e coleta as orbs deixada por eles, sendo que algumas podem recuperar sua vida e outras apenas para recarga de magia das armas. Com o diferencial de que o personagem coleta itens como; ervas medicinais e kits médicos, além de outras armas convencionais. Não é nada complexo e o jogador se adapta bem rápido.

Onimusha

O titulo chegar a geração atual foi algo mais do que bem-vindo, pois certamente gamers mais velhos conseguiram reaproveitar o titulo com tudo o que ele tem a oferecer e em HD.

Capcom vem acertando muito nesse sentido e nós gamers aproveitando bastante, agora por favor, nos dê Resident Evil 3 Remake.

Ressalto novamente, que uma possível localização teria sido muito bem-vinda, além de ampliar o alcance do titulo entre um publico mais jovem. De qualquer modo Onimusha é mais do recomendado para qualquer um que não teve contato com a franquia.

*Onimusha Warlords Remaster foi analisado com uma chave digital de Xbox One  gentilmente cedida pela Capcom.*

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