Arquivos Jogatinas saudáveis - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/jogatinas-saudaveis/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 12 Dec 2021 17:27:03 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Jogatinas saudáveis - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/jogatinas-saudaveis/ 32 32 Como me Apaixonei por Castlevania: Lords of Shadow https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/06/07/como-me-apaixonei-por-castlevania-lords/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/06/07/como-me-apaixonei-por-castlevania-lords/#respond Wed, 07 Jun 2017 18:20:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/06/07/como-me-apaixonei-por-castlevania-lords/ Tenho um fraco por querer conhecer jogos que foram mal recebidos pela comunidade. E já conhecia bem a comunidade fã de Castlevania, principalmente vendo Castlevania II: Simon’s Quest sendo encarado como um totem agourento, devendo ser evitado ao máximo, sendo que é um jogo que me agrada muito por seus mais diversos motivos – mas […]

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Tenho um fraco por querer conhecer jogos que foram mal recebidos pela comunidade. E já conhecia bem a comunidade fã de Castlevania, principalmente vendo Castlevania II: Simon’s Quest sendo encarado como um totem agourento, devendo ser evitado ao máximo, sendo que é um jogo que me agrada muito por seus mais diversos motivos – mas falar de Simon’s Quest fica para outra hora.

LEIAM – Castlevania: Circle of the Moon | Análise

Foi então que num repente me deu vontade de jogar os tão falados jogos da linha Lords of Shadow.

São jogos que no geral foram muito mal recebidos. Também pudera, a Konami fez algo ousado, resolveu reescrever a linha do tempo de Castlevania, mudando alguns fatos icônicos da linhagem tradicional, mexendo de maneira abusada com personagens quase intocáveis e inserindo novos personagens e motivações numa trama que caminha paralela à linha antiga, e ao mesmo tempo, de maneira divergente.

Não vou passar aqui dados cruciais sobre a trama de Lords of Shadow, pois caso você queira, poderá ainda joga-lo.

Não é um jogo rápido, me levou 42 horas para terminar a história principal e as 2 DLCs (a versão da Steam – Ultimate Edition – já vem com ambas), no entanto, ainda existe mais jogo para render já que após terminar habilitamos uma dificuldade extra e também podemos ir atrás de todos os colecionáveis e de fazer as missões específicas de cada uma das mais de 50 fases, com os objetivos mais variados, o que acredito que poderia levar o jogo para as 60, 70 horas facilmente.

Diversas características me marcaram nesse jogo, mas pra deixar de maneira organizada, vamos analisar os fatos separadamente:

HISTÓRIA

Castlevania Lord of Shadow
Gabriel Belmont, o protagonista

Ok, eu me comprometi a não passar spoilers, mas vou passar aqui o básico, algo que represente a real motivação e jornada do nosso personagem, o que representa talvez a 1a hora de jogatina.

Ainda quando bebê, Gabriel foi largado na porta de um forte da Irmandade da Luz, uma entidade responsável por enfrentar as forças das trevas – sim, estilo aquela turma radical de frades no filme do Van Hellsing – e os monges lhe deram o nome Gabriel em homenagem ao anjo de mesmo nome e o sobrenome Belmont, já que desde jovem ele se mostrou muito interessado pelas montanhas.

LEIAM – Castlevania: Bloodlines | Prévia do jogo por Rodrigo Vigia

Fora então desde cedo treinado então para ser um cavaleiro da irmandade, batalhando as forças do mal com sua arma, a cruz de batalha, um chicote de ferro confeccionado pelo artesão Rinaldo Gandolfi (o mesmo nome do alquimista que confecciona o chicote utilizado por Leon Belmont em Castlevania: Lament of Innocense). Gabriel desde jovem se envolveu com a delicada Marie, que fazia trabalhos voluntários na Irmandade da Luz. Essa amizade foi evoluindo até que anos mais tarde se casaram… e então chegamos no ponto onde o jogo começa.

Castlevania Lord of Shadow
Zobek, membro da Irmandade

O ano é 1047 e diversas criaturas das trevas aterrorizam o mundo. Marie acabara de ser morta, o que fez com que a irmandade enviasse Gabriel para o lago do esquecimento, um local místico onde as pessoas poderiam falar com os espíritos que ainda estão presos neste plano, imaginando que talvez Marie tivesse alguma mensagem para Gabriel que justificasse esse desequilíbrio recente das forças das trevas.

No lago do esquecimento não somente encontramos Marie como também conhecemos Zobek, outro cavaleiro da Irmandade da Luz. Marie nos informa num curto período em que pudemos nos comunicar com ela, que a chave para tudo estava nos Lordes das Sobras e que deveríamos seguir uma profecia, a qual Zobek informa ser sobre um homem de coração puro que destruiria os Lordes das Sombras, unindo seus poderes e assim unificando a terra com os céus, assim então começa a jornada de Gabriel para enfrentar e destruir os 3 senhores das trevas, cada qual representando uma estirpe de criaturas do mal, os licantropos, os vampiros e os necromantes.

Castlevania Lord of Shadow
Marie, falecida esposa de Gabriel

Um fato que gostei muito foi como eles conseguiram criar toda uma mitologia para o jogo… cada monstro que enfrentamos, cada personagem (ok, não são muitos) relevante na trama, cada item… todos tem uma história interessante por trás, mostrando que eles não estão simplesmente lá por estar, ou que existe um real motivo para fazerem o que fazem.

Desde textos explicando a diferente origem de vampiros até pergaminhos de cavaleiros amedrontados em seu leito de morte, os textos de Lords of Shadow são riquíssimos e me fizeram fazer algo que há muito não fazia… ler! Sim, nesse jogo eu li praticamente tudo, desde os prefácios até os pergaminhos, pois eu vivia encontrando referências a outros jogos da série, como singelas homenagens, ou fatos totalmente originais dentro desta nova mitologia… talvez a história tenha sido o ponto mais forte do jogo, me agradou muito mesmo.

JOGABILIDADE

Castlevania Lord of Shadow
Uma artwork mostrando um dos belos cenários

Você já deve ter ouvido uma série de piadas referentes a como esse jogo se assemelha a God of War. Sinceramente, eu terminei God of War 1 e 2 e terminei o Lords of Shadow (aliás, terminei também sua continuação, o Mirror of Fate e estou jogando com muito gosto o Lords of Shadow 2), e acho que não temos tantas batalhas assim no jogo.

LoS (vou começar a usar abreviado pra economizar teclado hehe) é repleto de segmentos de “parkour”, algo que me lembrou um pouco as mecânicas dessa modalidade em Uncharted, de maneira intuitiva e muito dinâmica, além de bastante quebra-cabeças que me consumiram – ou treinaram? – algumas centenas de neurônios.

O grande “quadrado, quadrado, quadrado, triângulo” não serve aqui, já que os combos são mais simples, se baseando em ataques mais fortes, mas focados em inimigos únicos, ou amplos, para atingir a galera toda, não se combinando entre si, mas sim com pulos associados a combos aéreos e a associação de habilidades com as relíquias extras que vamos conseguindo ao longo do jogo juntamente com magias que encantam nossos ataques, permitindo causar mais dano ou então recuperar vida com seus acertos, além de tipos diferentes de habilidades para as quais cada magia possibilita, incentivando o jogador a não ser acertado, o que faz com que ele recupere magia para continuar utilizando estas habilidades.

Quanto à esses fatores ditos até então não tenho do que reclamar. Os combates, embora não tão frequentes são bem otimizados, as partes de parkour são dinâmicas e intuitivas e os quebra-cabeças são… bem, quebradores de cabeça bem elaborados – na maioria das vezes -, no entanto, nem tudo são flores.

 A CÂMERA

A câmera do jogo não é controlável e em alguns raros momentos de minha jornada tive sérios problemas com ela, até mesmo em uma batalha contra chefe. Tive a sorte de perceber a falha logo e na segunda tentativa passar por essa parte do jogo, mas um jogador mais desavisado pode perder um bom tempo nesses momentos.

Outro fator que me frustrou bastante foram os segmentos de plataforma livre 3D. Infelizmente acertar pulos específicos ficou muito longe da perfeição dos segmentos de Parkour. Agora, some a isso a frustração de ter que passar pela famosa “Clock Tower”, em 3D com pulos mal controlados, talvez até piorados pelo fato de não podermos ajustar a câmera. Felizmente só me lembro de 2 fases que apresentaram esse problema para mim, então o prejuízo não foi grande.

Ah sim, já ia esquecendo… quick time events. Eles existem, mas são mais simples… qualquer botão pressionado no momento certo já vai funcionar.
Outro ponto que gostei muito foi que podemos revisitar as fases, até mesmo para pegar itens com upgrades que não tínhamos no momento. Coisa simples, mas que facilita a vida, até porque o jogo avisa quantos itens ainda podemos coletar e coloca umas missões extras para o pessoal que curte colecionar conquistas.

Gráficos e Trilha sonora + efeitos sonoros

Quanto a gráficos, difícil dizer… o jogo é de 2010, essa versão em específico é de 2013. São belos gráficos, bem trabalhados, mas o que impressiona mesmo é a direção de fotografia. A sutileza de mostrar um castelo longe começando a aparecer de maneira empolgante, uma tomada do alto de uma torre mostrando toda um caminho percorrido, um deserto com ídolos gigantes desmontados… enfim, as paisagens são ótimas e o posicionamento das tomadas em muitas vezes me tirou o fôlego. Infelizmente não posso dizer o mesmo das cutscenes. Algumas parece que não foram trabalhadas, apresentando a mesma resolução que foi apresentada nos consoles em 2010, mas num jogo remasterizado em 2013… ou seja, a cutscene ficou, em muitos casos, MAIS FEIA QUE O PRÓPRIO JOGO!

Quanto ao som, os efeitos são pertinentes (principalmente quando defendemos no exato momento – famoso parry à la Dark Souls – num misto de empolgação, com flash, com câmera lenta e o barulho como se tivesse soado um gigante sino antigo), mas a trilha sonora é sensacional. Ela consegue ser bem pertinente.

Desde os momentos em que estamos nos aventurando num bosque calmo, com uma música tranquila, até os momentos de batalha mais épicos, com uma incisiva música de combate, e principalmente a música curta, mas tocante que reflete a passagem de Gabriel pela sua trajetória na transição de atos, com um título extremamente condizente.

Journey! (escute AQUI essa curta trilha de 41 segundos).

A experiência em si

Castlevania Lord of Shadow

Jogar e terminar Lords of Shadow foi extremamente gratificante, principalmente porque joguei de uma maneira despretensiosa. Fui esperando um frenético Hack’ n Slash com uma história bobinha pra preencher lacunas e me deparei com um jogo que criou toda uma mitologia associada a diversos fatores de jogabilidade que me agradaram, assim como a trilha sonora e as tomadas de fotografia que foram bárbaras.

Depois de um tempo eu passei a procurar referências em tudo que via, e assim descobri como o jogo homenageou os jogos da série clássica, com referências a personagens, locais, itens… Não só a mitologia, mas o desenvolver do enredo foi interessante, instigando a jogar mais, conseguindo misturar fases de quebra-cabeças, batalhas épicas e fases de exploração numa proporção que não me enjoou.

Enfim, se já jogaram, o que acharam? Se não jogaram, por que não o fizeram?

Digam suas experiências com Lords of Shadow! Lembrando que atualmente estou jogando o segundo, ainda no começo, pouco menos de 5 horas de jogo, mas estou gostando até então.

Atualmente o jogo está custando R$ 49,99 na Steam e na Nuuvem, mas isso não significa que você não pode esperar aquele belo desconto pra pegar em promoção por 10 ou 15 reais.

Caso queiram conferir, abaixo vocês conferem a playlist inteira desse jogo, mostrando minha jogatina do começo ao fim, assim como resumos dos 2 primeiros capítulos (planejo fazer dos outros capítulos mais pra frente) e alguns vídeos “extras”.

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3 Jogos de naves do SNES que você precisa conhecer https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/07/25/3-jogos-de-naves-do-snes/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/07/25/3-jogos-de-naves-do-snes/#comments Mon, 25 Jul 2016 02:37:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/07/25/jogatinas-saudaveis-3-jogos-de-naves-do_24/ Aqui estou eu, dessa vez para falar um pouco de 3 Jogos de naves do SNES que tenho jogado para Super NES. “Tenho jogado” talvez tenha sido um termo mal colocado, já que 2 deles eu realmente não me dediquei ainda, mas talvez essa seja a hora que você se pergunte, “nossa, mas por que […]

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Aqui estou eu, dessa vez para falar um pouco de 3 Jogos de naves do SNES que tenho jogado para Super NES. “Tenho jogado” talvez tenha sido um termo mal colocado, já que 2 deles eu realmente não me dediquei ainda, mas talvez essa seja a hora que você se pergunte, “nossa, mas por que ele vai falar de jogos de nave?”…

tá aí uma boa pergunta…

Esse tem sido um gênero que tenho jogado bastante ultimamente… sempre gostei, mas ultimamente tenho sentido a necessidade de jogar esse tipo de jogo.

LEIAM – 5 Motivos para Você comprar um Mega Drive

São jogos extremamente ativos, com um gameplay frenético, de baixa duração – pelo menos até batermos de cara com a temida tela de game over – e eu não me perco na história, algo que estava se tornando cada vez mais comum com a frequente falta de tempo, então é um gênero que diverte bem, treina meus reflexos e rende o pouco tempo de jogatina que tenho.

Capa da versão japonesa

SONIC WINGS

Abrindo a nossa pequena lista, um clássico de 1994, Sonic Wings, como é conhecido no Japão ou Aero Fighters por nossas bandas. O grande fato é que o cartucho da versão americana é extremamente raro, então se você jogou um original, provavelmente foi o Sonic Wings.

 

Um shooter vertical, um botão para tiro (semi-automático… sem auto-fire, mas não precisamos esmagar o botão de tiro num frenesi descontrolado), um botão para especial… e podemos jogar em dupla com um amigo!!! O que é extremamente divertido!

Pronto, são os ingredientes para uma receita da felicidade!

Os diferentes pilotos e suas habilidades

Temos 4 duplas de personagens, cada uma representando um país. Digo dupla porque o jogador 1 usa uma nave e o 2 usa a nave da dupla do mesmo país,num total de 8 personagens, com tiros, especiais e até mesmo velocidades diferentes entre si!

Com certeza, uma excelente pedida! Mas já aviso, a versão americana do jogo é extremamente difícil! Mesmo com o máximo de 5 créditos e 5 vidas, no nível fácil ainda continua um jogo desafiante, ainda mais que depois de um game over, dependendo da fase em que estivermos, voltamos para o começo da mesma!

LEIAM – Castlevania Bloodlines | Prévia do Jogo

Portanto, minha recomendação: Joguem o Sonic Wings se acharem o Aero Fighters muito difícil!

A versão japonesa, mesmo no nível normal apresenta uma dificuldade bem justa e o jogo pode ser terminado, mesmo que você tenha que usar o número aumentado de continues desta versão, que soma 9 créditos para você se divertir, afinal, o intuito é a diversão, não é mesmo?

Ah, um segredo… nessa versão, caso jogue no nível fácil, mesmo que morra na última das 7 fases, você não volta do começo, então mande bala 😉

PHALANX

 

O segundo da lista é Phalanx – The Enforce Fighter A-144, de 1992, ou como alguns devem conhecer, “o jogo com o tio do banjo na capa”.

Phalanx é um shooter horizontal, que me impressionou. Não esperava que o jogo do banjo apresentasse tanto potencial! Esse foi um jogo que selecionei para conhecer mais, já que vale pela surpresa.

Um sistema interessante, com 3 “slots” de armas principais que montamos à nossa escolha, com lasers, tiros carregados, teleguiados e uma metralhadora, os quais podem combinar com 3 tipos de mísseis diferentes, gerando uma combinação bacana, além de que existe uma barra de energia, algo não tão comum do gênero.

 

Além disso, você também pode alternar entre 3 velocidades da sua nave, algo que pode ajudar muito!

Phalanx pode ter seus defeitos, como os tiros avermelhados muitas vezes são difíceis de ver, além de que as fases são assustadoramente extensas, mas pode ser um ótimo jogo para iniciantes do gênero.

O jogo já começa configurado no fácil, mas mesmo jogando no modo normal, mesmo os novatos no gênero não deverão ter muitos problemas pra se divertirem!

AXELAY

 

Para fechar com chave de ouro, Axelay, de 1992 pela Konami! Onde controlamos a incrível nave D117-B – também conhecida como Axelay -, resultado dos esforços da engenharia dos planetas do sistema Illis no desenvolvimento de uma arma tão avançada e tão cara que apenas uma pôde ser construída! Isso, para deter uma força de destruição à caminho de Illis!

Caras, que game fantástico! Começa com uma trilha sonora fantástica e uma mecânica de jogo bem interessante… alternamos entre fases verticais (as quais abusam dos poderes do Mode 7) e horizontais.

LEIAM – Castlevania: Circle of The Moon | Análise

A cada fase que passamos, ganhamos uma nova arma e temos a chance de utilizá-la em um dos 3 slots que temos, podendo estas armas ser tiros ou bombas. Uma característica interessante, é que se recebermos um tiro, perdemos a arma equipada, ou seja, podemos tomar 3 tiros antes do tiro fatal.

No entanto, uma colisão ou um tiro enquanto estivermos com uma arma quebrada selecionada resultarão em morte certa.

3 Jogos de naves do SNES

UM JOGO DIFÍCIL

A velocidade é regulada logo no início do jogo, no menu de opções. Sugiro que regulem para a velocidade 4 (de 5 disponíveis).

Mesmo nessa velocidade conseguimos controlar a nave de maneira tranquila, sem ficar trombando a torto e a direito em tudo quanto é canto, aliás, na primeira fase já temos um trecho que se estivermos numa velocidade inferior a essa, quase certamente não passaremos intactos.

Acho Axelay bem difícil, e pode representar um desafio bom para os amantes do gênero, mas é um jogo que vale muito jogar!

E essas foram minhas recomendações iniciais de 3 jogos de nave do SNES… não quer dizer que são os melhores, mas são jogos que tem suas marcas interessantes… seja por serem clássicos, originais ou por terem capas polêmicas…

E caso queiram checar o gameplay dessas belezuras, é só ver esse vídeo aqui onde jogo um pouco dos três.

Boa jogatina a vocês!

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Castlevania Bloodlines| Prévia do Jogo por Rodrigo Vigia https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/05/10/https-twitter-com-arquivosdowoo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/05/10/https-twitter-com-arquivosdowoo/#comments Tue, 10 May 2016 23:36:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/05/10/jogatinas-saudaveis-castlevania/ Antes de mais nada, esse aqui não é um review do jogo Castlevania Bloodlines. Quem não gosta de Castlevania? É certo que alguns jogos são extremamente difíceis, outros fogem um pouco do gênero, mas no geral, Castlevania é uma franquia com ótimos jogos, sendo uma das principais franquias da história dos jogos eletrônicos. LEIAM – […]

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Antes de mais nada, esse aqui não é um review do jogo Castlevania Bloodlines.

Quem não gosta de Castlevania?

É certo que alguns jogos são extremamente difíceis, outros fogem um pouco do gênero, mas no geral, Castlevania é uma franquia com ótimos jogos, sendo uma das principais franquias da história dos jogos eletrônicos.

LEIAM – Silent Hill | Seu filme 3D intragável

Quero que pensem nisto como uma prévia desse jogo, para quem nunca jogou este clássico, como sendo uma de suas primeiras experiências, como se neste momento, você estivesse lendo em uma revista sobre um jogo que quer muito jogar!

Então espero que aproveitem este tipo de experiência que tentarei passar para vocês.

A HISTÓRIA DE CASTLEVANIA BLOODLINES

Castlevania Bloodlines
Capa da versão Européia

Castlevania Bloodlines foi o primeiro Castlevania a aparecer num console da SEGA e é considerado por muitos um dos melhores jogos do Mega Drive.

Lançado em 1994, Castlevania Bloodlines, na América, ou Castlevania: The New Generation na Europa e Vampire Killer no Japão, se passa em 1917, mas sua história começa bem antes disso.

Em 1421, a condessa Elizabeth Bartley foi encontrada ao lado do cadáver de um jovem, este, com duas perfurações no pescoço. Elizabeth foi julgada por ser vampira e foi condenada.

Castlevania Bloodlines
A Condessa Elizabeth Bartley

Agora, quase 5 séculos depois, de volta a 1917, uma bruxa chamada Drolta Tzuentes, numa visita às ruínas de um antigo castelo na Transilvânia, realiza um ritual e revive a condessa Bartley, esta que é nada mais, nada menos, que a sobrinha do Conde Drácula.

Revivida, a condessa está determinada a reviver seu falecido tio.

Sua missão é interromper a condessa antes que ela consiga reviver o conde Drácula, e para isso, podemos fazer uso de 2 personagens diferentes.

PERSONAGENS

Castlevania BloodlinesO primeiro personagem é o texano John Morris: Os Morris são considerados parentes distantes dos Belmonts, o que justifica o fato deles conseguirem usar o Vampire Killer, o famoso chicote matador de vampiros.

Uma curiosidade é que Quincy Morris, o pai de John Morris, derrotou o Drácula em 1897 junto com Jonathan Harker, na história de Bram Stoker.

Outra curiosidade é que o filho de John Morris é Jonathan Morris, um dos protagonistas de Castlevania: Portrait of Ruin, jogo exclusivo para Nintendo DS.

Considerado a continuação da história de Castlevania Bloodlines. Como um Morris, John deve seguir a tradição familiar e lutar contra as forças da escuridão a todo custo.

Castlevania BloodlinesO segundo protagonista é Eric Lecarde, natural de Segovia na Espanha.

Confesso que esse nome não me parece muito espanhol, mas Eric, amigo de John, se voluntaria para a batalha, mas por um motivo mais importante que um legado familiar.

Gwendolyn, sua amada, foi transformada em vampira pela Condessa Bartley, e agora o lanceiro quer vingança!

Em minhas pesquisas encontrei alguns fatos interessantes, como informações que diziam que os poderes mágicos da família Lecarde permitiam que os membros da família Morris usassem o Vampire Killer. Enquanto a lança de Eric, a Lança Alcarde  havia sido dada pelo próprio Alucard, dentre outras informações, no entanto, como não achei nenhuma fonte consistente, talvez isso não devesse ser levado em consideração.

Cada um dos personagens tem uma habilidade diferente. John consegue se pendurar no teto com seu chicote, enquanto Eric consegue efetuar pulos muito altos pegando impulso com sua lança.

No jogo temos 6 fases, onde passamos por diferentes países na caçada da condessa, e as fases são bem diferentes entre si, com cenários bem detalhados.

As sub-armas clássicas da franquia continuam presentes, como a faca, machado, bumerangue e água benta, e além dos upgrades normais, também podemos contar com um super-upgrade, que além de permitir um ataque especial muito forte também deixa a nossa arma bem mais potente!

CONCLUINDO

Essa é uma pedida para você começar a jogar Castlevania Bloodlines. A série desse clássico começará em breve aqui no canal, mas enquanto isso, aproveite para você jogar esse belo jogo, que na minha opinião, é um dos melhores jogos da 4ª geração.

Valeu Cyber Woo por me ceder espaço para eu falar sobre um jogo que tanto gosto!

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Jogatinas Saudáveis | Testando Dark Flames https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/03/30/jogatinas-saudaveis-testando-dark-flame_30/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/03/30/jogatinas-saudaveis-testando-dark-flame_30/#respond Wed, 30 Mar 2016 22:31:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/03/30/jogatinas-saudaveis-testando-dark-flame_30/ Faaaala meus amigos que curtem uma Jogatina saudável, tranquilos? Meu nome é Rodrigo, mas sou conhecido como Vigia e faço vídeos de jogos no youtube, onde tenho um pequeno canal mas que é feito com muita empolgação. A convite do Woo terei a honra de postar para vocês vídeos sobre jogos e procurarei sempre trazer […]

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Faaaala meus amigos que curtem uma Jogatina saudável, tranquilos? Meu nome é Rodrigo, mas sou conhecido como Vigia e faço vídeos de jogos no youtube, onde tenho um pequeno canal mas que é feito com muita empolgação.

A convite do Woo terei a honra de postar para vocês vídeos sobre jogos e procurarei sempre trazer algo novo ou interessante.

Dark Flames

Para começar, escolhi testar o jogo Dark Flames, que me chamou a atenção por sua ambientação sombria e sua arte pixelada. O jogo ainda está em fase pré-alpha, mas já notamos a grande dificuldade que ele impõe.

LEIAM – Castlevania Bloodlines| Prévia do Jogo por Rodrigo Vigia

Dark Flames tem a mesma pegada clássica que segue os jogos de exploração livre, como Super Metroid e Castlevania Symphony of the Night, vamos obtendo habilidades que nos fazem alcançar áreas antes não alcançáveis, além do elemento “Souls” do jogo, onde não só temos um nível de dificuldade bem elevado, como também temos barra de estamina que deixa o ritmo do jogo controlado, fazendo com que, para obter sucesso o jogador tenha que pensar antes de sair apertando os botões do controle freneticamente.

Enfim, eu espero que vocês curtam essa experiência inicial minha aqui no Arquivos do Woo.

Valeu Woo, farei o meu melhor!

Quem tiver interesse, pode visitar o meu canal para dar uma conferida vídeo sobre Dark Flames:

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