Arquivos Indies - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/indies/ Um pouco de tudo na medida certa Fri, 26 Nov 2021 11:28:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Indies - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/indies/ 32 32 OneShot | Um indie game que surpreende https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/01/14/oneshot-um-indie-game-que-surpreende/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/01/14/oneshot-um-indie-game-que-surpreende/#respond Sun, 14 Jan 2018 10:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/01/14/oneshot-um-indie-game-que-surpreende/ Nunca tinha feito – pelo menos não desde a infância – esse experimento de começar um jogo totalmente cego. Não, amigos. Não fiquei deficiente. Apenas achei que era uma boa oportunidade pra me deixar levar completamente por um jogo, sem saber nada sobre história, desenvolvedora e estilo. E onde, num mundo tão cheio de informações […]

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Nunca tinha feito – pelo menos não desde a infância – esse experimento de começar um jogo totalmente cego. Não, amigos. Não fiquei deficiente. Apenas achei que era uma boa oportunidade pra me deixar levar completamente por um jogo, sem saber nada sobre história, desenvolvedora e estilo. E onde, num mundo tão cheio de informações disponíveis (até quando não queremos) eu conseguiria achar um jogo sem me inundar de material de spoiler? Nos indies, é claro.

Adianto que nunca fui muito fã dos famigerados jogos independentes, principalmente porque a cena de desenvolvedores — principalmente os brasileiros, mas não vou mexer nesse vespeiro agora – me parece bastante antipática. Casos como o do desenvolvedor de FEZ que é um babaca-mor sempre me deixaram um pouco distante desse mundo. PORÉM, precisou de um amigo – O DONO DESTE SITE! CURTA E COMPARTILHE — me indicar esse bonitinho e bem feito jogo chamado OneShot.

Nele você controla Neko, um gato humanoide que de início se encontra num quarto escuro. Qual sua missão? Não faço ideia, mas estou tentando descobrir. Nesse texto você verá (talvez em partes) minha experiência às cegas com OneShot. Tente entender isso como um diário antigo, perdido em algum lugar que foi recentemente encontrado. Talvez essa experiência seja interessante pra você. Ou não. Talvez o texto não faça tanto sentido de prosa, visto que escrevi enquanto jogava, porém relata minha surpresa e experiência com o jogo a medida que avançava por ele.


O INICIO


Perdi bastante tempo tentando passar do primeiro puzzle, pois não estava entendendo direito quais eram as mecânicas. Depois de entender o conceito de como pegar objetos e interagir com o cenário, consegui ligar o computador que está nesse cômodo, e minha surpresa enorme foi quando o próprio game abriu uma janela de aviso dizendo que eu só teria UMA CHANCE.

“Ora bolas, então é esse tipo de jogo? Ok…”


“Ora bolas, então é esse tipo de jogo? Ok…”, pensei. Talvez fosse um jogo de jumpscare, visto que a — EXCELENTE MÚSICA AMBIENTE desta parte criou um clima sereno porém misterioso, remetendo talvez ao tema das salas de save dos primeiros Resident Evil.



Talvez eu tivesse realmente que fazer as coisas prestando bastante atenção. Não me parecia que o jogo era tão parado como a sua engine — aparentemente RPG MAKER — faz parecer. Até agora não tive nenhum combate, mas não se passou muito tempo de jogo então talvez não seja essa a pegada. Vamos ver.


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Consegui sair dos primeiros puzzles e da casa e acho que entendi o esquema… Tem algo de Shinji Mikami nisso aqui. A música parecida com RE não foi composta à toa. Talvez por ser 2D, pode-se dizer que o estilo dos quebra-cabeças, onde se deve combinar e usar itens lembre mais Sweet Home do que sua evolução 3D com zumbis, ou até mesmo o jogo do Pateta de SNES. Mas o que importa de verdade é que até aqui foram bons 30 minutos, isso porque eu travei logo no primeiro puzzle. Não me pareceu ser algo muito complexo depois de terminar, mas ainda assim achei um pouco menos intuitivo do que o comum em aventuras desse tipo. 



Bem, vamos continuar a jornada.


Por Que Ele Começa Todas as Palavras em Caixa Alta Meu Deus!


Esse robozinho me parece um cara legal. Foi a parte do jogo com mais história até agora e talvez tenha tirado de vez qualquer possibilidade de ser um jogo de terror (sério, eu tenho mesmo medo de qualquer coisa que dá susto, pode me chamar de estúpido). Ele me explica um pouco do mundo do jogo e sobre a história. Algo sobre ser um mundo sem luz onde já houve um Sol. Nesse momento eu tinha uma lâmpada em mãos do puzzle anterior. Advinha o que vai ser o novo sol? É… 


É, o jogo gosta de interagir com meu WINDOWS. Ainda bem que eu coloquei meu próprio nome na hora de formatar e sim, eu tava com tanta má vontade que nem mesmo coloquei letra maiúscula. Estou gostando desse negócio de interagir comigo. Raramente se vê isso em jogos e talvez seja uma das coisas que realmente só funcionam legal em um computador. Aliás, aparentemente EU sou um personagem no jogo e bem, não posso dizer exatamente, mas parece ser algo importante. Outra coisa interessante é que toda vez que você fecha o jogo e volta, Neko diz que ficou tudo escuro, pois eu não estava mais presente. 


Conforme fui avançando, notei que o ritmo real consiste em exploração do ambiente, leitura de documentos e troca/combinação de objetos. Como citado mais acima, é bem a pegada de Resident Evil clássico, porém sem combate.




Fiquei um pouco perdido com o mapa, pois a visão dele não é muito aberta e o cenário devastado é muito parecido, com sprites que se repetem em certas partes, porém consegui encontrar uma cama pra dormir e o jogo fechou novamente. Depois disso, automaticamente ganhei uma carta da Steam com o nome “Memory”. Quando abri novamente o executável, me deparei com uma sequencia de sonho do nosso personagem. Mais uma amostra de como a interatividade com o jogador é diferente do comum em OneShot.


A arte do jogo é muito bonita

Algum tempo se passou e já peguei o jeito do jogo. Algumas partes, assim como a maioria dos jogos com esses tipos de puzzle, atiçam nossa vontade de correr atrás de um guia. Esse não será meu caso. Agora, o jogo novamente fala comigo, dessa vez através de um possível antagonista, que disse que a chave para abrir uma certa caixa “não se encontra neste mundo”. O que ele quis dizer? 


Bem, cacete. Eu descobri. É incrível. Seria muito fácil contar aqui mas prefiro deixar para vocês que leem este post. Realmente o jogo sai da curva e agora, parando pra pensar, não lembro de ter encontrado nenhum outro que apelasse pra essas ferramentas que vão além do executável do game.


Metalinguagem

Não vou me estender mais porque acredito que tudo no final dele seria spoiler. Não que o roteiro dele seja dos mais surpreendentes, porém as suas mecânicas e ambientação se mantém durante todas as suas 4 horas e pouca. Relativamente curto, mas bastante interessante.


O mapa do jogo é dividido em três partes, que também serve como divisão das partes do jogo. A tradução em português está excelente, inclusive nas partes que acontecem fora do .exe. Sim, eu sei que se você leu isso até agora sem nem tocar no jogo, deve estar achando completamente confuso, porém acredite: tudo faz sentido. É uma experiência simples, porém interessante e intrigante. 


O estilo visual remete aos jogos clássicos de RPG maker, porém muito mais polidos. A trilha sonora é muito boa e graças a ela estou correndo atrás das pessoas envolvidas na produção deste game. Se você se interessa por jogos de interação, combinação de itens ou clássicos com ~charmosos e bonitinhos~ gráficos 2D, OneShot é uma ótima pedida.



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BGS 2016 com Jogatinas Saudáveis | Jogos Indies https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/12/17/bgs-2016-com-jogatinas-saudaveis-jogos/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/12/17/bgs-2016-com-jogatinas-saudaveis-jogos/#respond Sat, 17 Dec 2016 22:23:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/12/17/bgs-2016-com-jogatinas-saudaveis-jogos/ E a BGS 2016 acabou – sim, há meses e estou atrasado… muito atrasado – mas cá estou eu para passar para vocês o que vi de legal no setor independente da feira. Infelizmente não pude ir nas outras edições da feira para ter um parâmetro de comparação, mas me pareceu que destinaram um espaço […]

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E a BGS 2016 acabou – sim, há meses e estou atrasado… muito atrasado – mas cá estou eu para passar para vocês o que vi de legal no setor independente da feira.


Infelizmente não pude ir nas outras edições da feira para ter um parâmetro de comparação, mas me pareceu que destinaram um espaço bem decente para as empresas indies na feira. Não era um canto escuro sujo… era um compilado, onde as pequenas empresas conquistaram merecidamente seus espaços, que devem ter sido altos – leia caro para caramba – mas não tão altos quanto a determinação destes promissores produtores de jogos!

Vimos clássicos, sendo divulgados novamente e que por incrível que pareça, muitos ainda não conheciam, como o Trajes Fatais, Chroma Squad, Pipa Combate, cada um com sua característica distinta, já sendo quase velhos conhecidos de quem costuma acompanhar o cenário independente, ou até mesmo alguns canais relevantes de youtube que puderam apreciar essas pérolas.

Infelizmente a feira estava muito cheia, mesmo sendo o setor indie – ou então, felizmente estava muito cheia! – e não pude me concentra em muitos jogos, mas vou relatar brevemente minha experiência com três deles que me agradaram muito.



Comecei a feira indo diretamente para o stand da Ethereal Flame, onde pude conhecer o jogo que tanto queria, o Spaceship Overdrive! Este jogo remete aos antigos jogos de navinha, ou SHMUPS como queiram, horizontais. Estilo clássico, batalha espacial, contando com armas especiais, estilos diferentes de nave e o fantástico ataque OVERDRIVE, que dá nome ao jogo, em que partimos com a nave em chamas num Kamikaze pra cima dos oponentes, fazendo combos monstruosos permitindo uma maior pontuação.

A equipe da Ethereal Flame, cheia de determinação fez com que sua bela criação ganhasse o prêmio de melhor jogo mobile na BGS 2015, um prêmio mais que merecido! Spaceship Overdrive já está disponível, gratuitamente para Android, e em breve estará disponível para iOS e, se tudo der certo, para Playstation 4.



Depois conversei com a equipe do Cat Nigiri, responsáveis pelo jogo Keen, o qual já foi aprovado no programa Greenlight da Steam. O jogo mistura uma jogabilidade extremamente macia de puzzle e aventura, com gráficos bem bonitos.


No jogo, controlamos Kim, uma garota bem nervosa criada por sua avó para salvar o mundo, em uma jornada para frustrar os planos de uma corporação que almeja destruir seu vilarejo.

Pelo que pude sentir ao jogar, a jogabilidade é bem intuitiva e até onde fui, a curva de aprendizado mostrou-se agradável. Pelo que pude conversar com a equipe da Cat Nigiri, eles planejam lançar Keen para consoles também.


Mais tarde eu pude conversar com os desenvolvedores do jogo Kiatto – The Legendary Hero, um interessante jogo de plataforma, ao melhor estilo Donkey Kong Country. De acordo com a equipe, o jogo deve sair em dezembro para iOS e Android, embora até agora eu não tenha notícias, espero que consigam lançar.


O jogo apresenta várias armadilhas, sendo um belo desafio até mesmo para os jogadores mais experientes. O estilo clássico de aprender com os erros se mostra bem notável, podendo agradar os jogadores que gostam de exercitar sua memória e reflexos.

Como menções honrosas, gostaria de destacar o jogo Tiny Little Bastards da Overlord Game Studio, um action RPG com elementos de exploração livre que me pareceu excelente, com jogabilidade macia e gráficos bem atrativos. Não pude falar com a equipe de desenvolvimento – e realmente gostaria de remediar isso no futuro – mas pelo que vi o jogo tem lançamento previsto agora para abril de 2017 para Playstation 4, Xbox One, Windows 10, Mac e Linux.

Também, outro que me agradou demais foi o Super Button Soccer um jogo de – como o nome diz – futebol de botão!

Achei sensacional a temática do jogo, mas mais destaque ainda devo à Smyowl Studios por fazerem um gameplay simplificado que remetesse ao clássico estilo de jogo de futebol de botão. Podemos escolher nosso time e a formação, agradando gregos e troianos. A partida que fizemos foi bem rápida, de 3 minutos, o suficiente para deixar com a sensação de que o jogo vale o investimento dos 20 reais, preço cheio pelo qual ele sai na Steam, para juntar os marmanjos que gostavam da brincadeira.

Por enquanto o jogo está disponível apenas para PC.

E é isso aí. Esses foram os jogos que pude jogar e espero ter conseguido trazer ao menos uma parte da sensação de como foi essa experiência no setor indie da BGS para vocês. Acho sempre importante valorizarmos o trabalho das pessoas que muitas vezes investem suas noites mal dormidas, deixam de sair com a família ou mesmo fazem no curto horário livre que tem após o trabalho, então, por que não dar uma chance a esses jogos?

E caso queiram ver a experiência desse dia em vídeo, preparei um curto compilado de menos de 5 minutos que você pode conferir logo abaixo e está disponível no meu canal:

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Brothers: A Tale of Two Sons | Uma jornada de reflexão https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/09/05/a-tale-of-two-sons-uma-jornada-de-reflexao/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/09/05/a-tale-of-two-sons-uma-jornada-de-reflexao/#comments Thu, 05 Sep 2013 10:45:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/09/05/brothers-tale-of-two-sons-uma-jornada/ Eu não tenho problema algum ao dizer que Brothers: A Tale of Two Son, é o tipo de jogo que muito provavelmente eu ignoraria, se não fosse por um amigo muito próximo dizer maravilhas sobre a trama. Só que eu não tenho Xbox360, e como ele estava empolgado para que eu pudesse jogar o titulo, […]

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Eu não tenho problema algum ao dizer que Brothers: A Tale of Two Son, é o tipo de jogo que muito provavelmente eu ignoraria, se não fosse por um amigo muito próximo dizer maravilhas sobre a trama.

Só que eu não tenho Xbox360, e como ele estava empolgado para que eu pudesse jogar o titulo, acabou trazendo o videogame aqui em casa.

Obrigado, Erivelton!

Conforme combinado, ele trouxe o videogame e começamos a jogatina, terminando o jogo em uma tarde.  É um game relativo curto, mas não esperava que pudesse ser tão bom. Foi uma porrada no emocional tão grande que levei um tempinho para digerir tudo aquilo.

A Tale of Two Sons

O conto dos irmãos

Brothers: A Tale of Two Sons começa com a cena do irmão menor dentro de um bote tentando salvar sua mãe que está se afogando. É isso. O jogo começa com uma tragédia que marcou a vida do caçula.

E como se perder a mãe no fosse os suficiente, agora seu pai foi acometido por uma doença,  e cabe a nós jogadores ir atrás da cura.

Nesse momento ganhamos o controle dos irmãos e precisamos primeiramente levá-los até o médico o quanto antes. Aqui ensinam um pouco dos comandos, que é uma das coisas mais legais, pelo menos para mim é algo inédito. O joystick é divido dedicado a cada um dos irmãos.

LEIAM – A Noite de Jogatinas no Atari

O lado esquerdo do joystick (LT e analógico esquerdo) pertence ao irmão mais velho, enquanto o lado direito do joystick (RT e analógico direito) fica para o irmão mais novo – O cérebro leva um tempinho para se acostumar, mas depois que pega o jeito é só alegria

Depois que você passa por essa etapa, você será jogado em uma jornada em busca de uma cura para o pai dos garotos. Não existem medicamentos (ao menos foi o que deduzi, porque não entendi bulhufas nenhuma do que eles conversaram ao médico) e a única cura possível é o néctar de uma arvore que está em um reino distante.

A Tale of Two Sons

O diferencial

É ai que entra o diferencial de Brothers: A Tale of Two Sons, pois você  vai controlar ambos os personagens  de forma simultânea para solucionar os puzzles durante todo o jogo. Isso torna a experiência ainda mais interessante e aprofunda na importância que cada um dos personagens tem a trama. Eles diferem entre força e personalidade, e isso pode ser notado com inúmeras interações pelo cenários e objetos.

EDIT: Eu rejoguei recentemente a versão do Xbox One, onde é possível jogar o game com os comentários do diretor. Lá, o diretor Josef Fares explica que a equipe se dedicou  a criar uma interação única para cada um dos personagens.

LEIAM – Vasilis – Jornada em uma sociedade caótica

Olha só o tamanho do cuidado que os desenvolvedores tiveram ao conceber Brothers.

Vale a pena salientar que o jogo não tenta amenizar o impacto de uma morte, e não tô dizendo que vai rolar morte e decapitações, mas sim que coloca as crianças lidando com a morte por mais de uma vez durante todo o jogo.

Isso me causou um impacto fudido, realmente não esperava. E se por um lado o visual do jogo tenha passado a ideia que se desenrolaria uma historia bobinha, pense duas vezes.

Um mundo de dor

O game te apresenta um mundo tão problemático quanto o nosso mundo real.

Os personagens se veem forçados a lidar com guerras, monstros e até mesmo  uma tentativa de suicídio durante sua jornada. Esse contraste de que vidas estão se perdendo enquanto você tenta salvar uma, que é importante para os personagens, nos faz refletir.

Porque o mundo real é assim, não importa o quanto você queira construir algo bom, vidas vão se perdendo indiretamente durante essa busca. E isso é aplicado de um modo que você vê os personagens amadurecendo diante de toda essa dor enfrentada por eles.

Mas não pensem que o jogo faz isso de modo forçado e raso. Tudo isso ocorre de um modo sutil e executado com uma delicadeza admirável. Coisas muitos ruins acontecem, mas outras boas podem ou não acontecer, como na vida real.

Uma das mais poderosas experiências em termos de  jogos eletrônicos

Brothers: A Tale of Two Sons é um jogo curto, dá pra finalizá-lo em algumas horas, mas que certamente vai lhe proporcionar uma experiência que vai marcá-los por décadas. Olha, eu não quis me estender mais e correr o risco de estragar a jogatina de vocês, então decidi deixar o artigo um pouco curto, igual ao jogo.

LEIAM – Pacific Rim | Quase um Daileon x Kaijus

Ah, outro ponto que acredito ser interessante para a galera que gosta de caçar conquistas, é que todas as conquistas desse jogo são super fáceis de se fazer.

A segunda vantagem é que se possuem console da nova geração peguem suas respectivas versões, nela vem um extra do jogo com comentários do diretor. Vale muito a pena pra que gosta de saber sobre os bastidores.

Se alguns de vocês já terminou o jogo e quiser compartilhar sua experiência, sintam-se a vontade.

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