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Hoje trago a vocês os Pais mais legais dos Vídeos Games, porque Kratos e o pobre do Joel não são as únicas referências que já pintaram no mundo dos jogos, existem outros, mas decidi selecionar apenas alguns dos que mais gosto.

A ideia de listar os pais mais legais vieram ao longo do dia onde vi que usaram as referências acima. Entendo que são recentes, mas os vídeo games possuem um número bem maior, sejam bons ou ruins (Né, senhor Heihachi).

Mas deixemos os ruins e foquemos nos mais legais e bonzinhos… ou quase.

MIKE HAGGAR

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

Mike Haggar, o então ex-prefeito de Metro City destruiu milhares de maxilares e espinhas antes mesmo de se aposentar.

Depois de ter tido sua filha Jéssica sequestrada pela gangue Mad Gear, o que foi um baita erro. Ele não pensou duas vezes e se juntou ao genro e mais um amigo ninja, e saíram pelas ruas de Metro City espancando todo vagabundo que surgisse em sua frente até resgatar sua filha.

Quando não estava lutando no Saturday Night Slam Masters, estava brincando de bonecas com sua filha. Sem dúvida é um pai que merece ser lembrado por sua bravura, coração e mãos pesadas.

Fora que a fase dele no Final Fight 3 com rabo de cavalo demostra ser aquele pai que não quer assumir a idade.

DR. LIGHT

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

Dr. Light é simplesmente o pai do Mega Man, afinal, pai é quem cria e sabemos que ele criou cada centímetro do androide mais famoso dos vídeo games.

Ele é um baita cientista e que revolucionou o seu universo ao introduzir robôs para uso doméstico, mas antes mesmo desse seu auge, o premio nobel no qual concorreu com teu colega Dr. Willy e ganhou foi a gota d’água para o nascimento de um dos seus maiores inimigos.

Mega Man nasceu dessa necessidade de combater as maldades do seu antigo colega e recuperar toda  sua obra corrompida. Só que Mega Man não é apenas uma arma, ele é mais do que isso para Light.

Temos aqui  quase uma versão moderna de Pinóquio nos vídeo games.

BIG DADDY

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

Big Daddy’s são a mais pura e crua expressão de amor paterno, apesar dela ser forçada dentro do crânio deles. literalmente. Sério.

Estamos falando de pessoas que foram condicionadas a viver exclusivamente ao proposito de proteger as Little Sister’s contra qualquer tipo de ameaça, sua vida se resume a proteção diária delas.

Perder uma Little Sister significa definhar até a morte sem um proposito.  Eu amo os Big Daddy’s, independente de serem ou não os inimigos do jogo, alias, só é inimigo se tu tentar mexer com as meninas.

Hoje sou pai e entendo um pouco melhor o conceito por de trás da figura deles, então era impossível não entrar na lista dos Pais mais Legais dos Vídeo Games.

HARRY MASON

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

O protagonista do primeiro Silent Hill é sem dúvida um pai que merece listar aqui.

Harry comeu o pão que o diabo amassou enquanto buscava por sua filha na misteriosa cidade, além, de ter que enfrentar as criaturas mais estranhas e inimagináveis possível.

LEIAM – 5 Jogos que Marcaram minha Infância

Desde o início ele está disposto a entregar sua vida contanto que isso garanta o bem-estar de sua filha, Cherly. Vale lembrar que Harry é o pai adotivo de Cherly, o que só nos confirma o que pai é quem cria e tá ali presente.

Gosto muito do Harry, o cara merece os louros, pois provavelmente todos nós encararíamos o desafio de resgatar nossa filha, mas deslizando a todo momento na merda que estaria escorrendo nos pés.

MARCUS FENIX

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

Marcus Fenix é o protagonista brucutu durão e cheio de testosterona da trilogia Gears of War.

Na trilogia original, Marcus desenvolve um relacionamento com outra personagem durona, Anya Stroud, e dessa relação nasce James Dominic Fenix,ou JD para os mais chegados, o protagonista de Gears of War 4.

Deixando isso claro, vamos ao fato de que Marcus e JD não possuem a melhor relação possível, isso por conta do falecimento de sua mãe e a maneira como Marcus lidou com isso, o que acabou afastando-o de seu filho.

Só que ao longo do quarto títulos nos podemos ver que o amor de pai ainda está lá. São todos militares, lidando com os sentimentos de uma maneira diferente, mas não menos afetuosa.

Enquanto escrevo isso, ainda não conclui a campanha de Gears 5, mas podemos dizer que apesar dos pormenores em nenhum momento Marcus deixou JD a própria sorte, exercendo o seu papel, além de estar disposto a fazer qualquer coisa pelo filho.

Também posso dizer que esse trailer de Gears of War 4 com a família reunida até hoje é um dos meus preferidos.

TAKUMA SAKAZAKI

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

O nosso eterno Mr. Karate é sem dúvida um pai que merece ser lembrado na data de hoje para representar o time dos jogos de luta.

Takuma por um tempo foi o lacaio de Geese Howard para proteger seus filhos Ryo e Yuri de qualquer retalhação, pois ele havia descoberto que Geese fora o responsável pelo acidente que matou sua esposa, além do fato dele ser o rei do crime em Southtown.

Ele se dispôs a quebrar seu código de honra e sair matando os inimigos de Geese só para proteger sua família. Seu código é tão forte que Ryo quase o matou durante a luta entre eles, mas não arredou o pé ou tirou a mascara  durante o combate, pois sabia que Yuri poderia ser morta.

Esse mereceu ser listado um dos Pais mais Legais dos Vídeo Games, vai. Inclusive joguem Art of Fighting.

MENÇÃO HONROSA: KAZUMA KIRYU

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

Yakuza foi lançado para o PlayStation 2 lá em 2005 e se tornou um dos meus jogos preferidos, e muito disso tem a ver com a relação do protagonista Kazuma Kiryu e Haruka, que nasce enquanto ele investiga o desaparecimento do amor de sua vida e que fim levou uma grana roubada.

Kiryu é um monstro da porradaria e arrebenta geral no soco e o que tiver disponível, tudo para proteger Haruka em sua jornada. Chega a dar pena do quanto ele se ferra no processo, mas sem dúvida é um pai memorável por conta do seu senso de dever.

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Ah, sim, no fim do game ele adota Haruka e ela se torna sua filha oficialmente, inclusive Haruka está presente em quase todos os games da franquia (Infelizmente só joguei o primeiro mas dei uma pesquisada). Ela cresce, se torna idol e até se torna mãe na vida adulta.

Sem dúvida é uma relação pai e filha que merecia ser lembrada e não podia deixar de citá-la como menção honrosa.

FELIZ DIA DOS PAIS!

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

É isso. espero. Espero que tenham gostado da seleção dos Pais mais Legais dos Vídeo Games, e não deixem de comentar qual outro pai dos vídeo games vocês acham que faltou eu colocar na lista, mas que não sejam os óbvios, né.

E não deixem de me seguir no twitter, vamos reclamar da vida e falar sobre jogos: @Cyber_Woo

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Spec Ops: The Line | Um Jogo muito maior do que parece https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/02/11/spec-ops-line-um-jogo-muito-maior-do/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/02/11/spec-ops-line-um-jogo-muito-maior-do/#respond Sun, 11 Feb 2018 23:31:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/02/11/spec-ops-line-um-jogo-muito-maior-do/ Spec Ops: The Line é um título que terminei em 2013, cheguei a escrever um artigo sobre ele aqui no site, mas depois de reler, percebi que o artigo estava um pouco pobre. Creio que isso seja porque melhorei significantemente a minha escrita, então pensei: Porque não reescrever. Depois de descobrir que que o jogo […]

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Spec Ops: The Line é um título que terminei em 2013, cheguei a escrever um artigo sobre ele aqui no site, mas depois de reler, percebi que o artigo estava um pouco pobre. Creio que isso seja porque melhorei significantemente a minha escrita, então pensei: Porque não reescrever.

Depois de descobrir que que o jogo entrou na retrocompatibilidade do Xbox One, decidi que seria uma boa retornar a Dubai e falar um pouco mais sobre esse marcante jogo para aqueles que possam desejar desbravá-lo nessa geração.

Então vamos lá!

Como tudo começou

Vamos começar falando um pouco do passado de Spec Ops, pois se você acha que se resume a apenas “The Line”, então está bem enganado. Se trata de uma franquia de jogos antiga e que teve início em 1998, quando o seu primeiro título “Spec Ops: Rangers Lead the Way” surgiu nos PCs, mas que posteriormente chegou aos consoles.

Levemos em consideração que o título anterior a ele saiu em 2002 e “The Line” em 2012, um hiato de 10 anos, mas que aparentemente foi por um bom motivo, o título acabou passando para as mãos da Yager Development, que abandonou a visão isométrica adotada em “Spec Ops: Airborne Commando” oitavo jogo da franquia e exclusivo do primeiro PlayStation, e retornou a visão em terceira pessoa que era a mesma do primeiro jogo da franquia, mas abraçando os conceitos da sétima geração de consoles.

Eu sei que não são todos que se interessam por esse tipo de informação, mas ciente de que Spec Ops não é uma franquia tão conhecida, eu me senti na obrigação de compartilhar um pouco da história por trás do jogo de 2012.

Spec Ops: The Line

Em seu lançamento foi interpretado como só mais um jogo de tiro em terceira pessoa, fazendo que passasse despercebido por muitos durante aquele ano, porém, os poucos que deram uma chance, se depararam com um jogo incrível. Com uma história baseada no livro de Joseph Conrad “Coração das Trevas”,  o jogo procura ser muito mais do que apenas mais um título de tiro com excesso de testosterona.

Na pele do Capitão Walker, somos lançados a uma missão de reconhecimento supostamente tranquila na empoeirada Dubai. Tudo o que você e seus subalternos precisavam fazer é descobrir o que diabos houve com o 33º Comando, os caras simplesmente sumiram sem deixar rastros. Bem, pelo menos era o que pensávamos até encontrarmos os primeiros corpos.

Desse momento em diante o jogo passa a nos conduzir em uma jornada de autodescoberta, onde os personagens passam refletir sobre a guerra e o seu papel nela. Oh, como eu adoraria soltar uns spoilers quanto a história, viu. O que posso dizer é que o jogo oferece muita ação, mas sem deixar de trabalhar o emocional e reflexos dos acontecimentos em cada um dos personagens.

Em todos esses anos dedicado aos games, foram poucos os jogos que exploraram o tema de forma tão brilhante. Ah, se você jogou e achou semelhanças com o filme Apocalypse Now, saiba que o filme também é uma adaptação do mesmo livro “Coração das Trevas“.

Aquela pegada de Gears

A jogabilidade de Spec Ops lembra um pouco Gears of War, graças ao sistema de cover e a câmera por cima do ombro, e também temos a disposição uma variedade de armas, sendo possível carregar duas nas costas e uma pistola. – Mas há quem discorde e o chame de third person genérico. De qualquer modo funciona e não me frustrou durante a jogatina.

Agora a dificuldade do jogo é algo a ser ressaltado, pois há momentos extremamente difíceis ou em que a câmera prejudicou um pouco. Dá pra passar, mas vai exigir muito da habilidade nesses momentos porque não é nada fácil.

Outro ponto interessante é que seus companheiros possuem personalidades distintas, então em alguns momentos você se verá obrigado a ficar do lado de um ou de outro, que mesmo a contra gosto vai acatar sua ordem. Oras, você é o capitão.

Me acompanhe por uma Dubai devastada

Os cenários do jogo são muito bacanas, as localidades de prédios soterrados na areia, os aviões abandonados e o topo de prédios funcionaram muito bem, mesmo que tenham feito uso excessivo de claridade e areia para esconder algumas imperfeições aqui e outras acolá. O resultado final dá a impressão de que algumas áreas pareçam muito maiores do que realmente são.

Agora aos exploradores de plantão, não esperem um mapa gigantesco a sua disposição, mesmo possuindo coletáveis. O jogo é linear apesar de oferecer algumas rotas alternativas e escolhas. O que é triste ao meu ver, visto que Dubai me pareceu um lugar incrível para se explorar.

O jogo também possui uma dublagem decente e consegue transmitir toda a emoção dos momentos dramáticos. Principalmente nos momentos finais do jogo, que é simplesmente incrível.

O FIM

Spec Ops: The Line acaba conseguindo ser muito mais do que um mero jogo de tiro no final das contas. Ele consegue criar uma história e personagens demasiadamente interessantes ao ponto de você se importar com o rumo que cada um deles irá tomar durante a trama.

Graças a esse jogo eu peguei trauma do fósforo branco.

O jogo também faz uso das mudanças físicas e mentais de cada um dos personagens, além do efeito colateral de cada uma das decisões do trio.

Há momentos que você simplesmente se sente mal por ter que fazer algo monstruoso para alcançar o seu objetivo. E como eu disse antes, ele possui alguns defeitos, mas nada que desmereça o título.

Se você ainda não jogou ou tinha dúvidas, saiba que está diante de um jogo que realmente vale a pena ter em sua biblioteca ou coleção.

Olha, se um dia eu listar os jogos da minha vida, certamente esse estaria entre os meus 5 preferido. E como eu disse antes, se você tem um Xbox One, saiba que agora você pode jogá-lo na retrocompatibilidade do console.

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