Arquivos Fighting - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/fighting/ Um pouco de tudo na medida certa Mon, 21 Apr 2025 15:49:43 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Fighting - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/fighting/ 32 32 Tekken 8 | Análise da 2º temporada https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/04/21/tekken-8-analise-da-2o-temporada/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/04/21/tekken-8-analise-da-2o-temporada/#respond Mon, 21 Apr 2025 15:49:43 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=20201 É inegável que Tekken 8 se despontou como um dos melhores jogos de luta 3D da atualidade, e muito se deve à quantidade e qualidade do conteúdo entregue aos jogadores. O que agradou os casuais, mas desagradou parte da cena competitiva por conta de um gameplay mais agressivo do que o do jogo anterior. Bem, […]

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É inegável que Tekken 8 se despontou como um dos melhores jogos de luta 3D da atualidade, e muito se deve à quantidade e qualidade do conteúdo entregue aos jogadores. O que agradou os casuais, mas desagradou parte da cena competitiva por conta de um gameplay mais agressivo do que o do jogo anterior. Bem, não podemos culpá-los, certo?

Ainda assim, a segunda temporada era ansiosamente aguardada, tanto pelos novos personagens quanto pelas melhorias tão pedidas pela comunidade. E agora, depois de toda a espera, ela está entre nós — com uma nova personagem: Anna Williams, a eterna rival de Nina Williams.

Será que essa segunda temporada foi capaz de agradar a todos e ainda entregar conteúdo inédito o suficiente? Bem, vamos descobrir.

Reprodução: Bandai Namco

Ainda mais agressivo

Tekken 8 é um título que te incentiva a ser muito mais agressivo e deixa poucos motivos para se manter na retranca, nos levando a utilizar muito mais a mudança de plano como esquiva e contra-ataques — mas ao menos nos oferecia uma maneira de cancelarmos o agarrão adversário. Isso, pelo menos, permitia que realizássemos algumas mudanças bruscas durante o jogo.

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Com as atualizações dessa nova temporada, agora, ao cancelarmos o agarrão, o personagem sofre um dano mínimo, o que é conhecido no meio profissional como cheap damage. Em um nível casual, isso por si só é ruim, mas no meio competitivo, isso é, sem dúvida, algo que pode virar o rumo do embate. Como o jogo incentiva agressividade o tempo todo, a comunidade esperava um recurso defensivo. Mas o estúdio decidiu seguir justamente o caminho oposto.

Se até pra mim, que sou casual, isso incomoda, imagina pra quem joga competitivo? Não é um elemento incomum no meio de jogos de luta, só que é algo que ninguém gosta. Então, introduzir isso em uma atualização é uma decisão ruim, sem sombra de dúvida. Agora, se me perguntar, as chances de removerem ao longo da temporada existem — mas talvez nem aconteça.

Reprodução: Bandai Namco

Novos golpes, novos personagens

Não podia deixar de comentar sobre ela: a irmã mais nova e eterna rival de Nina Williams, sua irmã Anna Williams, simplesmente chega ao jogo trazendo consigo um lança-mísseis para o combate. Com golpes simplesmente arrasadores, diga-se de passagem.

A personagem chega cheia de carisma e com um ótimo design, além de combos em que faz uso do seu lança-mísseis personalizado, que, por sinal, causa um dano considerável. E se você é um casual, muito provavelmente encontrará facilidade no manuseio da personagem, que tem golpes simples e desencadeia combos divertidos de se realizar. Creio que Anna Williams foi uma ótima escolha como personagem de entrada nessa nova temporada.

Ah, mas além de Anna Williams, entre as novidades dessa nova temporada, posso dizer que a mais significativa foram os novos golpes que chegaram para todos os personagens. Cada um deles recebeu de 3 a 4 novos golpes, o que é muito bom, enquanto alguns outros golpes foram refinados. Levando em consideração que os personagens não possuem poucos golpes, essa nova adição diversifica ainda mais o leque de combos que poderemos executar com nossos personagens prediletos e ainda melhora o desempenho de alguns golpes já existentes.

Reprodução: Bandai Namco

Melhorias visuais e novos fantasmas

Uma das melhorias que chegou em Tekken 8 é o V-Sync, que agora pode ser ativado e desativado nas configurações do jogo. Isso ajuda a sincronizar os quadros do jogo com a taxa de atualização do monitor, garantindo uma experiência mais fluida. Isso até então estava disponível para PC, mas agora chega aos consoles Xbox Series S|X e PlayStation 5 — para alegria dos aficionados.

Levando em conta que os gráficos de Tekken 8 são ótimos, qualquer adição é muito, mas muito bem-vinda nesse sentido. Não que isso realmente faça uma diferença gritante, mas para quem conta com monitores ou televisores de nova geração, com certeza sentirá as diferenças.

Saindo do campo visual, temos novidades no modo treino, que já era robusto, mas agora recebeu novas adições, onde você pode personalizar ainda mais cinco novas reações aos bonecos durante os treinos, como passo lateral, caminhada lateral, corrida para trás e outras variações. O que é perfeito para treinar qual o melhor meio de esquivar ou evitar certos golpes e simular o máximo de reações em um combate.

Quem costuma usar o modo Practice com toda a certeza se alegrará com as novidades, que transformam esse modo em um intensivão para aprender a jogar Tekken 8 como nenhum outro. E quanto ao seu online, temos novos fantasmas adicionados ao saguão de luta, e, quando vencidos, garantem ilustrações do jogo como premiação.

Reprodução: Bandai Namco

Ecos Não Esquecidos

Também não podia deixar de comentar sobre a DLC Ecos Não Esquecidos, que coloca o protagonismo em Lídia e Eddy enquanto nos conta como Heihachi sobreviveu aos eventos do sétimo jogo.

É uma DLC que conta uma história pouco interessante, e apesar dos absurdos que são a alma da franquia, realmente não agrada tanto quanto a trama do jogo base. É um dos poucos momentos que pudemos ver um Heihachi diferente daquele que conhecemos bem, mas ao fim da DLC, a decisão por parte do estúdio e torná-lo aquilo que sempre foi: um vilão.

Por outro lado é uma DLC com combates ferozes e agressivos, enfrentar o clã Mishima é literalmente um osso duro de roer. Por algumas vezes eu simplesmente quase desliguei o vídeo game durante os combates, de tamanho nervoso que senti, pois a IA dos inimigos são ridiculamente boa.

No fim das contas é uma DLC fraca em termo de história, com diálogos bobos e situações até que um pouco vergonha alheia, mas um baita desafio.

Reprodução: Bandai Namco

Conclusão

Tekken 8 chega com uma boa variedade de mudanças e uma personagem que todo fã da franquia gosta — e, se desgosta, saiba que você está errado. Infelizmente, entre as mudanças, acabaram não entregando à comunidade o que mais pediram: recursos defensivos. Pelo contrário, deixaram o jogo ainda mais ofensivo.

Por outro lado, também retiraram os replays que podíamos registrar de nossas lutas. Então, se você tinha algum salvo, ele simplesmente sumiu. O motivo é que, segundo eles, com essa nova temporada temos um jogo novo, que não se equipara ao jogo da primeira temporada.

Outro pecado que tem sido cometido pela Bandai Namco desde a primeira temporada é a ausência dos personagens novos no modo Episódio de Personagem. Depois de uma DLC relativamente fraca (Ecos Não Esquecidos), apesar de gratuita para quem comprou o passe da primeira temporada, esperávamos que  ao menos estes personagens pudessem ganhar um episódio só seu e com um final, mas isso não parece ter entrado no radar da empresa.

No fim das contas, temos uma segunda temporada que começa agridoce, mas com muito potencial de melhorias, visto que o Harada e a Bandai Namco parecem atentos aos anseios da comunidade de Tekken — Só que não adianta ouvir a comunidade se as decisões continuam na contramão, né?

Por hora, a única coisa que nos resta é aguardar para conferir quem serão os novos personagens que entrarão para o Torneio Rei do Punho de Ferro.

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Blazing Strike | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/11/25/blazing-strike-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/11/25/blazing-strike-analise/#respond Mon, 25 Nov 2024 12:56:29 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=18695 Blazing Strike é um daqueles jogos de luta que vai direto ao ponto, pois você sabe que está comprando um jogo de luta inspirado pelos clássicos dos anos 90, como Street Fighter e King of Fighters. Tudo nele deixa isso bem evidente, principalmente quando você começa a jogá-lo pela primeira vez. Em sua essência, é […]

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Blazing Strike é um daqueles jogos de luta que vai direto ao ponto, pois você sabe que está comprando um jogo de luta inspirado pelos clássicos dos anos 90, como Street Fighter e King of Fighters. Tudo nele deixa isso bem evidente, principalmente quando você começa a jogá-lo pela primeira vez.

Em sua essência, é um jogo de luta que mistura nostalgia com elementos modernos para entregar uma experiência desafiante para qualquer jogador, mas o que mais impressiona é que ele foi quase todo desenvolvido por uma única pessoa, então isso em um primeiro momento salta aos olhos.

Agora, sem mais delongas, vamos conferir o que nos aguardar em Blazing Strike!

Créditos: Aksys Games/ RareBreed Makes Games | Capturado no  Modo portátil

O Estilo Retrô que Funciona

A primeira coisa que você vai perceber ao começar Blazing Strike é que ele vai direto ao ponto, mostrando que sabe a que veio. Desde o menu inicial até a tela de seleção de personagens, o jogo é uma carta de amor aos jogos de luta dos anos 90.

A arte em pixel é cheia de detalhes e com personagens bem desenhados, remetendo imediatamente a jogos como Street Fighter Alpha e King of Fighters 98. O que acabando nos pescando rapidamente, principalmente aqueles que sentem uma falta danada de jogos 2D.

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Essa estética retrô é complementada por animações suaves e um design de personagens que faz você se sentir imerso em um jogo de luta clássico. O que é muito gratificante, diga-se de passagem. Por outro lado, você percebe que a qualidade visual se perde quando estamos jogando no modo portátil.

Jogando no modo docked os gráficos estão bem melhores devido a resolução de 1080p, enquanto na versão portátil os gráficos ficam um pouco mais suaves, e isso fica ligeiramente evidente. Nada que comprometa a experiência geral.

Blazing Strike
Créditos: Aksys Games/ RareBreed Makes Games | Capturado no  Modo portátil

Combate Acessível

O que mais brilha em Blazing Strike é, sem dúvida, sua jogabilidade. O jogo adota o estilo 2D clássico de luta, onde o foco está no tempo, na execução dos combos e no controle das distâncias. Onde cada personagem tem seu próprio conjunto de movimentos, especialidades e golpes únicos, o que garante variedade e desafios em cada uma das lutas que você vai encarar.

A jogabilidade é extremamente fluida. Os golpes são rápidos e responsivos, e o jogo evita ficar preso a animações de golpes longas, o que permite uma experiência mais dinâmica. O movimento também é preciso e oferece uma curva de aprendizado que recompensa a prática, pois cada botão de ataque tem uma função clara, e a execução de combos especiais se tornam mais gratificante à medida que você domina as mecânicas do jogo. Muitos desses combos depende de um botão com a função de Rush Trigger, em que você pode correr para frente e conectar combos como quiser ou se afastar rapidamente e evitar levar porrada.

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Essa Rush Trigger funciona como estamina e lembra bastante a barra de SF6,  pois também tem o seu custo, pois caso a esgote, o seu personagem fica tonto no meio da batalha e a mercê do adversário. O que e impressionante ver como funciona bem o seu conceito, afinal, você pode montar o tipo de combo que quiser em quanto durar a barra.

Outro grande acertos é a dinâmica de super movimentos (os famosos super moves ou desperation moves se você é das antigas). Eles são divertidos de assistir e de executar, com animações que lembram os jogos de luta da época de ouro dos arcades, então se você gosta de sentir aquele gostinho de vitória após acertar um combo complicado ou um super que finaliza a luta, vai gostar.

Para aqueles que jogam de maneira mais competitiva, o jogo oferece um sistema de controle de tempo e gestão de barra de energia que permite ao jogador se adaptar a cada confronto, com estratégias baseadas em como você lida com seus recursos durante a luta.

Blazing Strike
Créditos: Aksys Games/ RareBreed Makes Games | Capturado no  Modo portátil

Variedade

Blazing Strike se destaca também pela seleção de personagens que vai desde os tradicionais lutadores mais rápidos e ágeis até os mais pesados e poderosos, permitindo que você escolha um personagem que se encaixe com seu estilo de jogo. São lutadores com habilidades distintas, o que proporciona uma sensação de frescor a cada combate.

Você tem um pouco de tudo: do lutador equilibrado que é bom em todas as áreas, ao personagem mais técnico, que exige mais habilidade e tempo para executar os combos da maneira mais eficaz. Essa variedade é importante porque, ao jogar com diferentes personagens, você se sente constantemente inclinado a aprender novas táticas e adaptá-las ao seu estilo de jogo.

O jogo conta  ao todo com 13 lutadores e mais dois que são desbloqueados posteriormente, embora não seja um número grande, ele consegue oferecer uma boa variedade de personagens. Isso faz com que você passe algum tempo tentando aperfeiçoar cada um deles para explorar ao máximo o potencial de luta que possuem.

Uma pena que o modo história seja um pouco mais restrito nesse sentido, alternando bem pouco entre eles a medida que vamos avançado na trama e sendo bem chato de assistir em função da maneira como é contatado a trama, em quadrinhos que demoram muito para avançar, apesar de ser possível pular: Ou tu junta paciência e vê até o final ou você pula tudo para ir diretor para o combate.

Blazing Strike
Créditos: Aksys Games/ RareBreed Makes Games | Capturado no Modo Docked

Pixel Art com Detalhes

Embora a estética em pixel art seja algo que muitos esperam em jogos de luta retro, o que Blazing Strike faz de maneira excepcional é a atenção aos detalhes. Não é apenas uma recriação simples do estilo dos anos 90; é uma homenagem com personalidade.

Cada personagem possui animações incrivelmente fluidas e detalhadas, mesmo que ainda mantenha aquele charme do pixel art. A sensação de impacto quando você acerta um golpe especial é muito satisfatória visualmente, com efeitos que destacam o movimento de forma prazerosa de se ver.

Os cenários são bem vivos e igualmente cativantes, onde cada arena de luta tem sua própria vibe, com fundos bem detalhados e dinâmicos que ajudam a criar uma atmosfera imersiva. As cores vibrantes são complementadas por efeitos de luz que dão vida a cada luta, tornando o jogo visualmente agradável.

Tudo isso embalado por uma trilha sonora que é realmente muito boa de se ouvir, e que permite você investir algumas boas horas de trocação de soco.

Blazing Strike
Créditos: Aksys Games/ RareBreed Makes Games | Capturado no Modo Docked

Uma curva de aprendizado elevada

Uma das  características de Blazing Strike é a forma como ele equilibra a dificuldade. Para os iniciantes, o jogo oferece um ritmo mais tranquilo e controles intuitivos, permitindo que qualquer um possa pegar o controle e começar a se divertir imediatamente. Mas, conforme você se aprofunda, vai perceber que Blazing Strike não é um jogo fácil como parece.

Os combates contra IA são desafiadores e exigem que você aprenda os padrões dos adversários e saiba quando atacar ou se defender. É imprescindível você investir algum tempo no treino para conhecer o personagem e aprender algumas de suas técnicas, para depois ir para o modo história ou mesmo partidas online. Claro, é possível acessar a lista de comandos durante a partida, mas certamente é mais viável passar um tempo no modo de treino para dominar os comandos.

Para os iniciantes, essa curva de aprendizado pode ser um tanto desafiadora, já que o jogo não oferece muitas explicações claras sobre como realizar os combos e utilizar as mecânicas mais avançadas. Outro ponto negativo está no conforto de controle, pois o layout e o tamanho dos Joy-Cons podem tornar os comandos mais difíceis de executar com precisão, tornando a experiência menos confortável, especialmente para jogadores mais experientes.

Eu optei por utilizar de um outro controle mais próximo da experiência que tenho com o controle do Xbox Series S, e isso me permitiu aproveitar muito mais o jogo.

Créditos: Aksys Games/ RareBreed Makes Games | Capturado no  Modo Docked

O modo online

Em um jogo de luta, o confronto contra outros jogadores é o que realmente determina a longevidade do título, e infelizmente não consegui encontrar lutas onlines durante as minhas tentativas, o que achei curioso, pois Blazing Strike não desaponta nesse aspecto, ele utiliza do rollback netcode, que é uma técnica que ajuda a reduzir a latência e a suavizar a jogabilidade em partidas online, especialmente em jogos de luta, onde a precisão e o tempo de reação são de suma importância.

O jogo também oferece um sistema de ranking que permite comparar seu progresso com o de outros jogadores ao redor do mundo. Isso adiciona um fator de replay significativo, já que sempre haverá alguém para desafiar, seja em modo local ou online.

Um outro aspecto legal do jogo está nos cenários e a maneira como os personagem interagem com o ambiente de cada um deles, como desertos onde moinhos de ventos pode puxá-lo para o meio, ou em prisões, onde os telespectadores podem segurá-lo caso você se aproxime demais do canto, e você pode usar isso a seu favor durante os embates.

Créditos: Aksys Games/ RareBreed Makes Games | Capturado no Modo Docked

Conclusão

Em resumo, Blazing Strike é um jogo de luta moderno que traz o melhor dos clássicos, o que o torna acessível e interessante até mesmo para o publico mais jovem. Sua jogabilidade precisa e seus gráficos impressionantes fazem dele uma excelente escolha para qualquer fã de jogos de luta. Ele é desafiador, mas nunca frustrante, com uma curva de aprendizado gradual que recompensa a prática.

Se você ama jogos de luta no estilo retrô e está em busca de uma experiência nova, Blazing Strike pode ser essa opção. Ele oferece diversão para novatos e veteranos ao entregar uma variedade de personagens interessante para criar o seu próprio universo e ainda ter um modo multiplayer que dá uma longa vida ao jogo, com desafios constantes e competições acirradas.

Obviamente que não está isento de problemas, como os comandos serem quase os mesmos para todos os personagens, principalmente os especiais, o que acaba oferecendo pouca variação. Isso pode ser interessante para quem joga apenas casualmente, mas os veteranos podem até torcer um pouco o nariz ou acaba enjoando rapidamente.

No fim, Blazing Strike é um verdadeiro tributo aos jogos de luta clássicos, mas com uma personalidade própria. Se você gosta de um bom combate, vale a pena dar atenção ao titulo.

Nota: 8/10

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Blazing Strike está disponível para Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4 e PC. Esta análise foi feita com uma chave digital de Nintendo Switch, cedida gentilmente pela Aksys Games

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