Arquivos Eventos - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/eventos/ Um pouco de tudo na medida certa Sat, 08 Apr 2023 21:59:44 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Eventos - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/eventos/ 32 32 GAME EXPO RIO 2019 | Confiram tudo o que rolou https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/02/20/game-expo-rio-tudo-o-que-rolou/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/02/20/game-expo-rio-tudo-o-que-rolou/#respond Thu, 20 Feb 2020 18:19:01 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=2490 Jogatina Carioca É notável que o público do Rio de Janeiro sofre com a falta de eventos voltados para o nicho gamer. Aqui no site, já cobrimos por dois anos seguidos a GameXP, evento de grande porte realizado pelo mesmo pessoal do Rock in Rio, que mesmo com grande estrutura, deixava a desejar em conteúdo […]

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Jogatina Carioca

É notável que o público do Rio de Janeiro sofre com a falta de eventos voltados para o nicho gamer. Aqui no site, já cobrimos por dois anos seguidos a GameXP, evento de grande porte realizado pelo mesmo pessoal do Rock in Rio, que mesmo com grande estrutura, deixava a desejar em conteúdo que valesse o dinheiro investido.

Após esse evento, não havia acontecido nada de relevante na cidade, até que foi anunciada a GAME EXPO RIO, evento realizado pela Potatoh! Entretenimento na Faculdade Univeritas, na unidade do bairro do Flamengo, na zona sul do Rio. A localização foi muito bem escolhida, pois a região é de fácil acesso devido a proximidade do metrô e de diversas linhas de ônibus, além de fugir da Barra da Tijuca (um pouco mais complicado de chegar) e do Centro, onde já estava rolando blocos de pré-carnaval.

A proposta do evento foi bem simples: venha, jogue, divirta-se, compre coisas, fale sobre games e tenha uma tarde agradável, tudo por módicos R$12,00 (na pré-venda). Adianto que pelo valor, foi excelente.

Impressões da área interna

Chegamos — eu e minha senhora — por volta das 11 horas, no horário exato da abertura do evento. Sem muito atraso, logo as catracas foram abertas e demos de cara com o ambiente principal, uma área ligeiramente apertada, com alguns estandes beeem bagunçados, parecendo até uma feira livre, e alguns consoles, sendo dois PS4, um N64, um SNES e dois arcades com The King of Fighters. Confesso que para o meu gosto, estava ótimo. Boa variedade de videogames e boa escolha de jogos, como Smash Bros, Mortal Kombat 3 e Mario Kart 64.

O problema é que juntaram essa área de jogatina com a das barraquinhas de quinquilharias e com isso sobrava pouco espaço pra olhar ou mesmo esperar a vez de jogar, sem falar que o calor típico da cidade não favorece aglomerações de pessoas em lugares fechados e apertados.

Sobre as tais barraquinhas, tinha muita coisa que se vê vendendo em eventos de anime: bonequinhos piratas por preços acima do dobro cobrado no AliExpress (que é a provável origem deles), chaveiros, camisetas, pôsteres, etc. Um destaque para um pessoal que trouxe consoles retrô para venda, com preços muito bons. Cheguei a namorar um Dreamcast com dois controles que estava custando 400 reais, porém meu bom senso me impediu, ainda que mais tarde eu tenha voltado pra pegar um controle novo de N64.

Impressões da área externa

Ainda que tenham apertado quase 70% do evento na área interna, ainda usaram a quadra da faculdade, que por sua vez ficou bem espaçosa já que a maior parte dos estandes estava na parte fechada. Aqui, colocaram mais duas barraquinhas, uma com comidas asiáticas e outra com artesanatos de games/anime feitos à mão. A menina dessa loja foi muito simpática conosco e quase me fez levar um Ryu pixel-art que ela fez com material emborrachado. Pra quem quiser conferir o trabalho dela, vejam o seu instagram: @pixiecatt_ .

Sobre a parte de games, que é o que importa realmente, tínhamos mais consoles aqui, com o já clássico Just Dance e FIFA, além de Street Fighter II, todos rodando em PS4.

Pra completar, ainda tínhamos alguns estandes com a galera indie, que sempre traz seus jogos pra divulgação. Eu não conferi em mãos, mas todos — sem excessão — pareciam ser feitos em pixel-art, estilo esse que pra mim já está um pouco batido, mas gosto é gosto, e muita gente estava testando seus jogos.

Palestras

game expo rio

Talvez o grande forte desse evento tenha sido as palestras / bate-papo. A organização dessa parte foi feita pelo pessoal do Zona E, que trouxe nomes relevantes do cenário de games, principalmente com foco em retrogaming. Segue a lista das palestras que aconteceram no evento.

  • “Os hábitos do gamer brasileiro, ontem e hoje”, com gente do Jogo Véio, Meia Lua e Teoria Geek;
  • “A bolha no mercado retrô gamer”, com pessoal da Warpzone, Alexandre Ribeiro (colecionador de jogos) e o já conhecido de todos, Velberan;
  • “Os clones de NES no Brasil”, com Warpzone, CloNES e o Marcos Felipe, dono da antiga Chrono Games 2004, loja que fechou esse ano aqui no Rio;
  • “Elas dominam os games” com Morena, Lu Felixya (streamers) e Mariana Ramalho (promotora de eventos de eSports que também já trabalhou na Brasil Game Show);
  • “Street Fighter e os eSports”, com Mestre Ryu, Juliana Marrafa e ShoguN;
  • “Filmes sobre os games: Os erros e acertos do mercado”, com Henrique Granado, Carlos Voltor (Voltorama e Jovem Nerd) e Rodrigo Coelho (Coelho no Japão).

Eu pude acompanhar as três primeiras e o papo foi de altíssima qualidade. Houve espaço pra perguntas do público e como essa parte foi feita no auditório da faculdade, estava bem confortável, fazendo com que muita gente até ficasse lá sem fazer nada pra evitar o calorão da área externa.

Foi bom ver figuras como Velberan vindo pro Rio de Janeiro, mesmo que seja pra um evento de menor porte. Destaque para o papo sobre os clones de NES, pois foi uma forma de divulgação do futuro livro da Warpzone sobre o tema, que acredito ser pouco discutido, até mesmo entre o pessoal das antigas.

Conclusão

Foi notável que houve um esforço hercúleo da organização da Potatoh em criar um evento relevante, mesmo de pequeno porte. Trouxeram gente de fora do estado para bate-papos, produtores indies e expositores, tudo isso por um preço totalmente abaixo do que se cobra normalmente hoje em dia, e sendo assim, evito aqui qualquer crítica ao trabalho feito por eles. Realmente estão de parabéns.

Para futuras edições, seria legal se organizassem melhor os expositores e todo o espaçamento das áreas de modo geral. Além disso, por se tratar de um evento de games, podem trazer mais gente vendendo jogos e afins, pois ficou muito limitado a conteúdo nostálgico.

Um outro adendo que não foi culpa da organização, é de que não haviam bebedouros disponíveis. Com a crise de água na cidade, a própria faculdade deixou os registros fechados, e pra se hidratar, ou você trazia de casa ou comprava água e lanche na cantina, o que é de certa forma uma bola fora de qualquer maneira.

Sendo assim, por ser o primeiro — de possíveis muitos — eventos GAME EXPO RIO, o resultado foi muito positivo e espero que tudo só melhore daqui pra frente, já que o carioca merece e quer consumir esse tipo de entretenimento.

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GAME XP 2019 | O Evento Fracassado que Deveria Acabar https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/07/31/game-xp-2019-o-evento-fracassado-que/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/07/31/game-xp-2019-o-evento-fracassado-que/#comments Wed, 31 Jul 2019 16:18:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/07/31/game-xp-2019-o-evento-fracassado-que/ Pelo segundo ano seguido, marcamos presença nesse evento chamado de GAME XP, uma produção em conjunto do Ricardo Medina (produtor do Rock in Rio) junto com o pessoal do Omelete. O evento nasceu como uma área ~gamer~ dentro do Rock in Rio e nos anos recentes evoluiu para uma coisa própria, com todo espaço dedicado […]

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Pelo segundo ano seguido, marcamos presença nesse evento chamado de GAME XP, uma produção em conjunto do Ricardo Medina (produtor do Rock in Rio) junto com o pessoal do Omelete.

O evento nasceu como uma área ~gamer~ dentro do Rock in Rio e nos anos recentes evoluiu para uma coisa própria, com todo espaço dedicado à sua realização. Este ano, a Game XP aconteceu entre o dia 25 e 28 de julho, no Parque Olímpico, localizado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

A ideia do evento é se apresentar como o “maior game park do mundo” (seja lá o que isso queira dizer). Com diversas atrações ligadas (ou não) a tal cultura gamer, a expectativa era de que mais de 100 mil pessoas frequentassem o espaço durante os quatro dias. Mas será que valeu a pena?

Spoiler: não.

Créditos: Registro pessoal

Comida de casa? Não mesmo!

Antes de me dirigir ao local, pesquisei no site quais eram os objetos proibidos no lugar. Isso é praxe de acontecer, porém aqui me surpreendeu que não podia levar NENHUM líquido ou alimento. A desculpa é sempre a mesma: “objetos como garrafas, potes, pacotes e embalagens podem ser perigosos e por isso são proibidos”.

Ok, sr. Medina, era mais fácil dizer claramente que você quer que gastemos dinheiro nos food trucks licenciados do que tentar forçar a barra dizendo que um Trakinas pode ser usado pra matar alguém.

Créditos: Registro pessoal

Espaço externo e filas

Lá dentro, o espaço era bem amplo e bem preenchido, com atrações em diversas áreas fechadas e abertas. Do lado de fora, haviam mais atrações com apelo físico, como escalada, roda gigante, uma pista de kart enfeitada com a série Crash Bandicoot e até uma tirolesa.

Infelizmente, mesmo com a expectativa de público alto, nada foi feito para otimizar filas. Alguns outros lugares como a Brasil Game Show ou até mesmo os parques da Disney utilizam algum tipo de “fast pass” ou agendamento, onde você tem um espaço de alguns minutos pra formar fila e com isso, otimiza seu tempo de espera em cada atração.

Créditos: Registro pessoal

Aqui na Game XP tivemos zero esforço nesse sentido: filas simples por ordem de chegada, com divisórias de ferro fazendo ziguezague e espera de mais de uma hora pra cada uma dessas atrações. Como eu esperava ficar no máximo oito horas lá, nem me atrevi a esperar em alguma dessas.

Ambientes internos e jogos do evento

Já nas áreas internas, existiam atrações e estandes mais ligados a videogames mesmo. A Sony esteve presente com seus jogos mais recentes, com destaque para o remake de MediEvil e a experiência VR de Iron Man, que PUTA QUE O PARIU, foi a melhor coisa desse evento inteiro — e em breve você poderá ler o review da demo aqui–. Infelizmente todo mundo queria jogar e logo a fila para a demo (que durava uns 15 minutos) foi de incríveis duas horas, o que foi suficiente pra tirar boa parte do ânimo de muita gente.

Além disso, a Ubisoft — que está sempre ativa no mercado nacional — levou seu tradicional palco de Just Dance, além de Rainbow Six Siege, cuja final do campeonato brasileiro foi realizada no evento.

A Microsoft, por sua vez, preferiu não participar esse ano. Talvez tenha sido uma decisão sábia, já que eles não possuem nada pra mostrar no fim de geração e também por terem tido a sacada de que o evento não seria apropriado para expor a marca.

Além dos estandes maiores, haviam outros como o da Globo Play, que possuia alguns jogos simples em VR e estava avulsa na área interna, assim como o Banco do Brasil, que tem o pior marketing do mundo, fazendo gincanas forçadas e sem apelo. Na área interna ainda tínhamos o estande do Guaraná Antarctica, com alguns fliperamas com jogos originais que funcionariam melhor em tablets, onde quem ganhasse poderia adquirir um copo de plástico com um cordão.

Quem teve uma ótima sacada foi o pessoal da Galápagos Jogos, especializados em jogos de tabuleiro, que colocaram alguns funcionários rodando pelas filas com brincadeiras rápidas pra ajudar a passar o tempo e influenciar as pessoas a visitarem seu estande. Achei bem legal e vale a pena dar pelo menos uma olhada no site deles.

Créditos: Registro pessoal

De resto, houve muito foco em transmissão de League of Legends, mas como eram partidas sem peso de competição, foi difícil tirar empolgação dos expectadores, mesmo com tentativas falhas dos narradores e apresentadores de empolgar a galera.

Área arcade, a salvação

Um último destaque foi a área de fliperamas chamada Game Zone. Funcionava como um grande Play Center: CENTENAS de máquinas de fliper com os mais variados jogos, como: King of Fighters, Metal Slug, Cadillacs & Dinosaurs, Pac-Man, Galaga, Cruisin’ USA, Street Fighter II, Marvel vs. Capcom e afins.

A maioria incrivelmente com configuração de botões similar ao que estávamos acostumados em botecos e afins, uma grata surpresa visto que a grande maioria dessas máquinas de shopping sempre são montadas à moda caralho.

Créditos: Registro pessoal

No mesmo ambiente também havia um setor só de pinball e outro com um simulador de Fórmula 1. A fila também era bem mais curta, o que pode ter ocorrido porque a organização do evento decidiu esconder a Game Zone lá no final do espaço, quase como se fosse uma sobra pra matar o tempo entre as ~grandiosas~ atrações como ver gente jogando Fortnite ou show do Mano Brown.

Shows… pra quem?

Falando em show, eu gostaria muito de entender o que se passa na cabeça do Sr. Medina ao chamar grandes personalidades do cancioneiro nacional como IZA, Anavitória, Projota e Mano Brown pra um evento dedicado à videogames.

Aqui eu nem quero questionar a qualidade de suas músicas, até porque não tenho 13 anos e sei que tudo nesse mundo tem seu público, mas foi bem tragicômico ver o Projota falando de buceta pra um monte de pais com filhos pequenos com camisa do Minecraft.

Créditos: Registro pessoal

No máximo, ouso dizer seria melhor trazer bandas menores com mais apelo voltado a idade da maioria presente. A banda Supercombo, por exemplo, se apresentou brevemente na área interna. Não são meus favoritos mas acredito que encaixa melhor do que o Mano Brown falando das tristezas da quebrada paulistana pra um monte de carioca que pagou R$ 150 reais pra jogar Free Fire e comer comida cara.

Conclusão

Não estou sendo sensacionalista ou caça-cliques quando digo que a Game XP não presta. Ano passado já havíamos dito aqui no site que o evento tinha muito a melhorar, porém nada foi feito e inclusive ficou pior.

Atrações demoradas, pouca interatividade com jogos per se, shows desconexos com o público-alvo, entrada e comida cara mostram que tanto o Omelete quanto o pessoal do Rock in Rio criaram a Game XP sem a menor intenção de trazer uma experiência com jogos para seus frequentadores.

Créditos: Registro pessoal

É um grande programa de índio onde você mal joga, mal assiste pessoas jogando e mal se diverte. Não passa de um Rock in Rio sem muita música e uma CCXP sem quadrinhos, restando somente uma grande abismo de nada.

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Brasil Game Show 2016 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/09/20/relato-brasil-game-show-2016/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/09/20/relato-brasil-game-show-2016/#respond Tue, 20 Sep 2016 00:46:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/09/20/relato-brasil-game-show-2016/ Por mais um ano eu pude prestigiar a maior feira de games da América-latina a Brasil Game Show. Diferente do ano passado, dessa vez a edição aconteceu no recém reformado Expo São Paulo, que é enorme e proporcionou melhor acesso as estandes. E eu achava que tinha andado muito ano passado, saibam que andei o triplo nesse […]

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Por mais um ano eu pude prestigiar a maior feira de games da América-latina a Brasil Game Show.

Diferente do ano passado, dessa vez a edição aconteceu no recém reformado Expo São Paulo, que é enorme e proporcionou melhor acesso as estandes. E eu achava que tinha andado muito ano passado, saibam que andei o triplo nesse ano. Também pude comparecer dois dias no evento, sendo que o primeiro dia foi o de imprensa, onde as filas eram reduzidas e só havia imprensa e VIPs.

No geral a estrutura desse ano foi bem melhor que a do ano passado. Eu que sou uma pessoa grande e larga, consegui trafegar tranquilamente na sexta-feira, que foi o primeiro dia aberto ao público.

Claro, não ficou tão abarrotado de gente quanto no sábado e domingo, mas os amigos que estiveram por lá no final de semana disseram que comportou bem o público e ninguém saiu pisoteado.

Outro ponto interessante do evento foi que tivemos alguns lançamentos com demos disponíveis, então pude jogar alguns jogos que tinha vontade, pelo menos alguns que não precisei ficar quase 1 hora na fila e encarar uma demo que já estava disponível desde a E3, né, Resident Evil 7.

A parte mais triste é que depois de voltar para a minha cidade é que fui descobrir que havia uma demo exclusiva para a imprensa, a “The Lantern”. É, lagrimas de sangue rolaram por minha face.

Bem, agora vamos ao que interessa que são os jogos:

O que na BGS passada se resumiu a apenas uma luta entre Marvox e eu. Esse ano eu pude jogar o modo survival por uns 10/15 minutos e derrotar (cof, cof) 18 personagens. Se você tinha alguma dúvida quanto a compra do jogo, saiba que ele tá perfeito. A jogabilidade está ótima e os controles respondem com precisão.

Eu sou mega fã do Street Fighter Alpha e torci o nariz para o Street Fighter 3 e 4. Só que esse novo jogo realmente consegue agradar até os mais chatos (eu). Eu só tenho uma ressalva quanto ao jogo.

A CAPCOM DEVERIA VENDER O JOGO COMPLETO!

É ridículo ter que comprar personagens ou esperar download de MODO HISTÓRIA. O modo história é obrigatório. Daqui a pouco vão começar a cobrar por ele ou pelo função de pausar o jogo na hora que tu quer dar uma mijada.

Resident Evil 7 é o jogo que mais ansiava por conferir coisa nova durante o evento. Lá fui eu ficar pegar uma fila e ficar por 40 minutos aguardando a minha oportunidade de jogar. E eis que ao adentrar a sala e topo com a demo “The Beginning Hour“.

A culpa não é do evento, eu sei disso. Só que isso não me impediu de praguejar e blasfemar mentalmente por horas.

Bem, de qualquer maneira as minhas expectativas com Resident Evil VII são boas. Há uma probabilidade bem grande de sermos surpreendido com a versão final do jogo. Principalmente agora que diversas informações novas estão sendo divulgadas, como o novo trailer que mostra um pouco do combate, armas e a família Baker.

Outra coisa bacana é que reproduziram a casa do jogo durante o evento, então para ter acesso você pega uma fila para entrar na casa e jogar a demo do jogo. Claro, tivemos uma replica menor que a da E3, mas ela é igualmente foda.

Uma coisa que vem martelando a minha cabeça a cerca do jogo são as comparações com Outlast, que se trata de um horror em primeira pessoa. Gente, vocês não devem ter jogado F.E.A.R em sua vida, né?

Enfim, eu pude testar “Cuphead Don’t Deal with the Devil” aquele que é um dos jogos mais aguardado por mim e, talvez outras pessoas que eu desconheça. Mas você deve tá se perguntado: Será que presta?

Primeiramente não é um jogo nada fácil, e os inimigos não dão trégua, logo você pode ser morto em poucos segundos e isso é ótimo. Há tempos não temos um jogo que cobre tanta habilidade, além dos Dark Souls e Super Meat Boy.  Temos aqueles jogos estúpidos criados unicamente para serem injogáveis, mas não aqui.

Cuphead leva o jogador a memorizar os padrões dos inimigos, algo que pudemos vivenciar nos jogos clássicos, como Contra do Nes. O seu visual único e inspirado nas animações dos anos 50 é lindo e abraça perfeitamente com tudo diante dos nossos olhos.

Claro, não posso confirmar se tudo vai correr bem na versão final, mas essas primeiras impressões só confirmam uma coisa: EU VOU COMPRAR.

Enquanto Might Nº9 estava apanhando feito uma cachorro sarnento da mídia especializadas, ReCore prometia ser a obra prima de Keiji Inafune para esse ano.

Infelizmente eu não pude jogar por mais tempo, pois era no esquema de quem morre passa a vez. O que é bem difícil, visto que era a primeira vez que estava jogando o game, agora imagine a situação. Sem morrer você poderia ficar até 40 minutos, que seria o tempo da demo – Corrijam-me se eu estiver errado.

ReCore é um jogo de plataforma e tiro, o que não é muito comum para as plataformas atuais, visto que tudo hoje em dia é focado no realismo ao melhor estilo Grand Theftiano – gostei, vou usar sempre.

Infelizmente eu não pude jogar o suficiente para fazer uma analise mais profunda sobre a mecânica e jogabilidade, mas no geral eu achei bacana. É um jogo que gostaria de jogar muito mais.

Provavelmente o resto do dinheiro de Might Nº9 foi parar nesse jogo – Muaahahaha!

Horizon Zero Dawn sem dúvida tá na lista daqueles jogos que deixou a galera com a boca cheia d’água durante a E3. Quando eu o vi por lá fiquei empolgado para jogar, mas a fila me desanimou. Pelo menos eu pude ver a galera jogando e gostando bastante da demo,  que só aumenta as expectativas.

Uma das coisas que achei bacana é que você não poderá sair levando tudo no peito. Será preciso ter cautela, pois alguns animais do jogo causam um dano bem grande. Temos também uma variedade de armas e… Cara, esse jogo tá bonito demais. Eu devia ter jogado ele.

Bem, não tenho muito o que falar a respeito, mas o Tchulanguero jogou a demo durante o evento e fez uma ótima análise lá no Vão Jogar.

A área indie desse ano estava muito maior do que ano passado e com uma estrutura bem melhor, e lá conheci o jogo: G.U.TS – Gory Ultimate Tournament Show, que vem sendo desenvolvido pelo pessoal do Flux Games Studio.

O jogo ainda está em alpha e conta apenas com um personagem, mas já dá para ter uma ideia do que nos aguarda.

O maior diferencial é que sua energia é medida pelos membros do corpo ao invés de uma tradicional barra de energia. Para retirar os membros você precisa executar um golpe especial que depende de uma barra de GUTS, que carrega a medida que você bate no oponente. Com barra carregada basta soltar o especial e arrancar um braço ou perna. A luta termina só quando um dos oponentes que está sem os membros recebe um último guts.

Eu joguei com o Vigia e demos muitas risadas durante as batalhas. Ver o personagem sem braços e pernas dando cabeçadas nos arrancaram boas risadas. Estou bem ansioso para conferir a versão final do jogo. Ele me lembrou o clássico B.I.O. Freaks do saudoso PlayStation. Quem lembra do jogo sabe que era possível arrancar membros dos inimigos.

Se você ficou curioso, saiba que o alpha está disponível para download no site: http://www.playguts.net. Também não deixem de curtir a página e ficarem ligados nas novidades: https://www.facebook.com/GUTSshow.

For Honor foi o jogo que fiquei ansioso pra jogar, mas devido a uma fila com espera de até 30 minutos e deixei pra lá.

A Brasil Game Show desse ano eu posso dizer que foi maior em diversos quesitos, um deles foi no espaço e a quantidade de pessoas cobrindo o evento. Outro ponto que me agradou foi que dessa vez muitas pessoas que gosto, admiro e respeito, puderam participar do evento. Eu não abordei ninguém, talvez um e outro, mas no geral eu dei atenção ao evento e nos colegas próximo que acompanhei.

Infelizmente eu não joguei tanto quanto eu queria. O primeiro dia do evento em que estive por lá, eu esperava não encontrar filas demoradas por ser um dia dedicado a imprensa.

Na realidade não havia tantas filas, por exemplo: Gears of War 4 não tinha filas, mas também não me interessava. Talvez se tivesse chegado mais cedo eu tivesse jogado muito mais, fica a lição.

Não, esse ano eu não dormi na rodoviária. Eu fui acolhido pelo amigo Marvox, assim pude ir ao segundo dia de evento que rolou na sexta-feira. Alias, o Marvox fez uma cobertura show, então não deixe de conferir aqui: MarvoxBrasil na BGS2016. Também temos a cobertura do Thiago Machuca do Portallos, e do Cadu do Gamer Caduco.

E esse foi o meu segundo ano de BGS. Eu me diverti a beça e só tenho a agradecer a Brasil Game Show pela oportunidade que tive de prestigiar esse grande evento e as vocês leitores que tem me suportado nesses 6 anos de site. Se não fosse por vocês, certamente o site teria fechado as portas a tempos.

Bem, acho que a única tristeza foi que eu não joguei a demo “Lantern” de Resident Evil 7. Poxa, eu teria levado altos sustos =/

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Pós-BGS 2015 | A noite em que dormi em uma rodoviária https://www.arquivosdowoo.com.br/2015/11/23/pos-bgs-2015-noite-em-que-dormi-na/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2015/11/23/pos-bgs-2015-noite-em-que-dormi-na/#comments Mon, 23 Nov 2015 04:12:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2015/11/23/pos-bgs-2015-noite-em-que-dormi-na/ Depois de um dia cansativo e muito divertido na BGS 2015, chegou a hora de voltar para minha casa e andar de metro pela primeira vez. Inicialmente parecia apenas uma viagem comum de volta para a casa. Porém o meu nervosismo e receio de errar o caminho eram grandes, mas o Marvox  ensinou alguns macetes […]

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Depois de um dia cansativo e muito divertido na BGS 2015, chegou a hora de voltar para minha casa e andar de metro pela primeira vez.

Inicialmente parecia apenas uma viagem comum de volta para a casa. Porém o meu nervosismo e receio de errar o caminho eram grandes, mas o Marvox  ensinou alguns macetes para não terminar violado em alguma esquina escura.

Depois de encarar uma fila imensa e surpreendentemente rápida para comprar o bilhete único. É chegada a hora da despedida e repassar o caminho a ser percorrido, para não me perder. Subo as escadas rolantes e chego até a catraca com o bilhete em mãos. Olho para todos que estão passa do pela catraca e todos passando cartões… Fico nervoso, começo a transpirar e penso: Onde enfio esse bilhete!

Tento passar por uma outra catraca e ela não vira, abaixo a cabeça e leio uma palavra na catraca: SAÍDA.

O suor desce em minhas costas como se eu tivesse sido atingido por uma repentina chuva de verão. Dou meia volta e começo a cantarolar como se nem tivesse tentado entrar pela saída.  Olho atentamente para todos os presentes como se fosse Keanu Reeves em Matrix. O tempo para e tudo fica em slow, fixo meu olhar em uma tia com papel na mão e a vejo introduzir na catraca.

É ISSO! Estava o tempo todo ali na minha frente o local de introduzir o bilhete!

Estufo o peito e começo a caminhar como se já fosse morador da capital. Passo pela catraca orgulhoso do feito e levo a mão em direção a base para pegar o bilhete de volta, mas nada do bilhete!

Pergunto a uma garota: Meu bilhete ficou preso, o que devo fazer?

Ela gargalha e diz: Não, moço, o bilhete fica na catraca se for unitário, então agora você pode pegar o metro. Agradeço a informação e caminho até a plataforma de cabeça baixa enquanto uma lágrima desliza por minha bochecha.

Oh! Céus! To passando vergonha demais

Uma voz anuncia que não é aconselhável todos se concentrarem em apenas um ponto da plataforma antes de entrar no vagão, e que para maior comodidade que todos se espalhem. Eu fui empurrado para dentro do vagão como gado dentro de um caminhão enquanto pensava: Essa voz não tem moral algum por aqui. Verifico se minhas coisas estão no lugar e sigo até o próximo ponto.

Na nova plataforma o numero de pessoas é menor, dessa vez consigo entrar no vagão caminhando. Olho para a minha frente e tem um jovem beijando e esfregando-se na porta. Tento ignorar o sujeito e noto que o resto do vagão está com a atenção voltado para o amante de portas. Viro o rosto para a frente e vejo que está olhando diretamente em meus olhos. Me sinto violado e o pensamento que vem a mente é: ESSE CARA QUER MEU CORPO!

Eu me senti lisonjeado (não é sempre que alguém me devora com os olhos), então soltei um obrigado mentalmente e agradeci aos céus por chegar logo em minha parada. Sai caminhando tranquilamente até o guichê de bilhetes, aliviado por finalmente aquela aventura estar chegando ao seu fim, e foi então que me deparo com o guichê com as luzes apagadas e uma placa: Caixa fechado.

Cocei a cabeça, respirei lentamente e soltei um grito mentalmente: EU SOU MUITO BURRO!

Tentei não acreditar que realmente estivesse fechado. Talvez o funcionário tivesse ido até o banheiro. Por que não? Nervoso que estava, parei um senhor que se dirigia a plataforma de ônibus e perguntei se demoraria muito para abrirem o guichê. Ele sorriu e disse: Fio, vai abrir só amanhã.

Agradeci e me dirigi a área de espera. Não sabia o que fazer nesse momento, pois sequer tinha dinheiro para pegar outro ônibus e chegar a Campinas ou Sorocaba, que são bem mais próximo de minha cidade. Liguei para todos que conhecia e os comuniquei-os sobre o ocorrido – E o quanto sou burro por não ter conferido os horários de ônibus no terminal. Bem, não havia o que ser feito eu estava preso ao terminal rodoviário e precisaria passar a noite lá.

E CHEGOU A DURA MADRUGADA

Eu sou um cara do interior, nascido e criado na cidade de Itu. É possível contar nos dedos da mão  as vezes que viajei para outros lugares e que em algum momento eu não tenha passado por um cagaço.

Unindo minha experiência em viagens ao fato de que cresci assistindo noticiários na TV, onde assaltos, latrocínios, estupros parecem ser constantes na cidade grande, então a ideia de ser roubado, espancado ou mesmo violentado era uma imagem que não saia da minha cabeça.

Sem opção alguma, e olha que eu pensei em mendigar pra levantar o dinheiro de um outro ônibus, decidi me sentar no chão próximo a uma tomada, para recarregar o celular – Que segurava fortemente na mão – enquanto me comunicava com parentes.

Horas foram se passando e chegou a madrugada. Não havia o que fazer, além de me sentar na poltrona e aguardar. Enquanto estou lá sentado olhando para um monitor sem áudio, algumas pessoas foram obrigadas a se retirar do local. Descobri que ninguém poderia ficar ali a não ser que fosse viajar na manhã seguinte.

Bateu uma certa segurança, mas depois minutos depois o segurança me avisou que se eu vacilasse, outras pessoas poderiam roubar meus pertences, o cagaço voltou. Tomei a decisão de que não iria dormir em hipótese alguma, mas quando se andou tanto e tá cansado feito um cavalo velho, isso não adianta.

Me senti como um SIM tentando se manter acordado ou em pé mesmo sem energia alguma.

Foi uma madrugada triste, dura, quase chorei, mas finalmente ela terminou e pude pegar o maldito ônibus para a cidade de Itu. Nunca fiquei tão feliz por andar em um ônibus, mesmo com um casal chato reclamando dos filhos que foram presos e um senhorzinho que sentou ao meu lado, e que a cada 20 minutos enfiava a mão no bolso

O cansaço era gigantesco, cheguei na rodoviária de Itu acabado, mas com a sensação de dever cumprido.

Espero não precisar dormir em uma rodoviária novamente, mas na próxima escolherei uma que ao menos tenha fliperamas.

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A edição 2015 do Brasil Game Show chegou ao fim, e mesmo que eu tenha conseguido ir apenas no domingo (11), eu posso dizer que gostei bastante e devo ter perdido uns 5KG de tanto andar.  Não que a minha perca de peso seja importante, mas, oras, eu andei pra cacete.

Eu cheguei ao evento por volta das 14 horas e apesar de saber que o evento fornecia ônibus de graça, o bonitão aqui resolveu pegar um táxi no terminal rodoviário Barra Funda.

O cara foi muito educado, mas se eu ficasse mais 15 minutos dentro daquele táxi eu precisaria me prostituir para pagar a corrida.

Fica a dica, não vá de taxi!

Quando cheguei ao evento eu pensei “Nossa, não está tão cheio quanto me disseram”, mas depois de algumas horas aquilo lotou, mas ainda continuava fácil se locomover no meio do povo, o que foi muito bom, pois sou grande e não gosto de ser encoxado.

Andei um bocado e acabei encontrando com um brother do Twitter, Jones. Cara extremamente gente boa. Zuamos um pouco o maldito do Minecraft, mas não conseguimos conversar muito, pois havia combinado de me encontrar com o Marvox.

Este é o Jones

Quanto acesso aos jogos, alguns títulos eram praticamente inacessíveis como: Rise of The Tomb Raider, que tinha uma fila imensa. Obviamente que procurei por filas menores. Eu fui no intuito de testar alguns títulos novos e matar a curiosidade e não para deitar e dormir no chão do evento.

O primeiro título que pude jogar foi Project Cars, que no caso eu consegui fazer a partida mais rápida de toda a BGS – Eu acho.

Project Cars propõem ao jogador a experiência de controlar um carro nas condições do mundo real, então esqueçam aqueles drifts fáceis que executamos em outros jogos. Aqui o carro em alta velocidade exige muita paciência e destreza.

Os gráficos do jogo é maravilhoso e muito detalhado. Porém, algo que noto muito nos jogos de corridas e me incomoda são a plateia “viva” nas  arquibancadas, que aqui não parecem gifs animados como nos demais jogos do gênero.

Project Cars é um game conceitual e ousado aqui Principalmente no cockpit em que o jogador entrava em um cockpit com aceleradores, freios, embreagem e tinham a visão interna nos monitores 4K.

Caminhando um pouco mais eu topei Killing Floor 2. Nesse primeiro momento eu não pude jogar, pois um moleque cabra safado decidiu que iria zerar o jogo, então voltei a caminhar pela feira.

Algumas voltas depois decidi ir conferir Street Fighter V e a nova personagem brasileira, Laura.

Eu não sou um grande fã de controles arcade, mas só fui descobrir que não era Joystick tradicional depois de algum tempo na fila.

Obviamente eu escolhi a Laura Matsuda assim que chegou minha vez. Eu quase chutei a bunda do Ken, que no caso foi o personagem escolhido por Marvox, que claramente devia ter treinado no sábado – SAFADO!

Posso dizer que minha pouca afinidade com o joystick arcade contribuiu para o meu traseiro ser chutado.

Pobre Laura!

Talvez a melhor surpresa à respeito da nova personagem, tenha sido que ela não é um charged. Que no caso são personagens que para executar alguns golpes e especiais é preciso pressionar trás por alguns segundos e pressionar frente e soco, chute e por ai vai. No caso dela basta um meia lua frente e chute pra atirar o adversário no chão.

Eu joguei apenas uma partida, mas ela foi suficiente para me deixar bem animado com Street Fighter V. Eu necessito comprar esse título, sem sombra de dúvida!

Tom Clancy: The Division é outro título que eu queria muito mesmo ter jogado na feira, mas devem ter esquecido o console com o jogo em casa, ai levaram só o pendrive com o gameplay. Ou resolveram pregar uma pegadinha das bem sádica com todos presentes no evento.

Algumas voltas e algumas fotos depois, precisei ir a área de imprensa recarregar a bateria do celular. Sim, o gênio aqui não levou câmera, então todas as fotos foram feitas com meu Lumia 520. Elas não ficaram ruins, mas não me deixaram totalmente satisfeito.

Dentro da sala de imprensa pude conversar um pouco mais com meus amigos Marvox do Marvox Brasil e Tchulanguero do Vão Jogar, que foi lá só para me dar um abraço apertado. Eu fiquei comovido e choramos juntos quando nos abraçamos, foi uma experiência gratificante e sem dúvida me marcou.

BGS2015
Tchulanguero (Direita) , Marvox (Centro) e eu (Esquerda).

Eles são o tipo de pessoas que você consegue conversar por horas de tanto assunto que rola, mas que não respeitam minha autoridade e ficam me zuando… vacilo, hein!

Com o celular um pouco carregado, nós voltamos a andar pela feira e fomos parar na área indie. Lá tive o prazer de conhecer alguns estúdios brasileiros e conhecer um pessoal muito bacana.

Depois de lancharmos, fomos direto a área da coleção de vídeo games do Marcelo Tavares, que além de sensacional, me proporcionou a oportunidade de ver um PIPPIN ao vivo.

Os seguranças precisam me conter nesse momento, enquanto eu gritava alucinadamente ” ME DEIXE TOCAR, EM NOME DE TUDO QUE É MAIS SAGRADO”. Claro, mentalmente eu pensei em fazer isso… deu vontade, eu precisava tocar naquilo, mas achei melhor não me arriscar.

Encontrei com o Jones nessa área e pudemos conversar um pouco mais sobre os consoles exposto. E graças a ele temos uma foto juntos, pois meu celular já tinha dito adeus a bateria novamente.

Depois de conhecer muito da coleção particular do Marcelo Tavares, resolvemos conferir a área indie.

Nossa primeira parada foi no famoso Aritana e a Pena da Harpia, do pessoal da Duaik, que estava disponibilizando para o pessoal experimentar a versão do Xbox One.

Eu pude jogar e foi difícil não notar que ainda está mais bonito do que na versão PC, além de receber um tutorial na primeira fase, pra molecada aprender a jogar. Claro, eu apanhei um pouco no momento que joguei, pois fazia um tempão que jogava Aritana, além de algumas cositas terem mudadas nessa pra console, mas o jogo continua incrível.

O Ricardo Duaik e o resto do pessoal também foram muito atencioso e até descobrimos que Donkey Kong serviu de inspiração para algumas coisinhas. Também nos adiantaram que aqueles que compraram a versão PC receberão atualizações e a DLC Espirito de Fogo de maneira gratuita, mas só após o Xbox One o receber primeiro devido a questões contratuais.

Eu só tenho a agradecer pela recepção, um forte abraço para o pessoal da Duaik Entretenimento.

Depois passei o joystick ao Marvox, que naquele momento decidiu que ninguém mais iria jogar e começou a zerar o jogo (de novo). Lembram daquele garoto Killing Floor 2… Eu o abandonei nesse momento e fui ver outro indie.

BGS2015

Dessa vez eu comecei a jogar um pouco de Eternity – The Last Unicorn dos caras da Void Studios.

O jogo é um adventure RPG e que contém bastante exploração. Eu fiquei espantado com a área das cavernas, onde tudo parece úmido e realmente passa a sensação de que você tá bem ferrado. Rolou um bug em que a personagem ficou enroscada em um obstáculo invisível, mas o jogo está em pré-alpha, então é compreensível. Porém, uma coisa é certa, o jogo tem tudo para ser um excelente título.

BGS2015

Um jogo que chamou minha atenção logo que cheguei na área indie foi Tiny Little Bastards dos caras da Overlord Studios.

O jogo é um side-scroller 2D em que você controla Ivaar, viking e dono de uma taberna que se vê obrigado a enfrentar os duendes afim de defender o néctar dos deuses: a cerveja.

Não sei quanto a vocês, mas esse é o tipo de game que eu precisava em meio a milhares de jogos que tentam ser realistas e sério. Humor ainda me conquista, e Tiny Little Bastards tem o bastante. O design dos personagens são cativantes e o jogo possui uma dificuldade razoável, pois você precisa pensar na hora de passar por alguns obstáculos. Claro, temos também uma variedade de armas a disposição, além de um sistema de craftar que será implantado.

BGS2015

Eu conversei bastante com o Marcelo Ribeiro, responsável pelo design do jogo. e que me adiantou que aquela era a primeira vez do jogo ao público e que muitas coisas ainda serão melhoradas.

Tiny Little Bastard foi uma das coisas mais legais que joguei durante a feira, mas nesse aqui os ingredientes que prendem a minha atenção como humor, violência, barba e culturas pagãs estão lá.

Agradeço a atenção e paciência que o Marcelo do Overlord Studio teve para comigo, enquanto eu jogava sem parar. Mal posso me aguentar para colocar a mão nesse jogo novamente, parabéns aos envolvidos.

Depois de ficar muito tempo na área indie, foi hora de voltar a sala de imprensa e recarregar a bateria do meu celular. Não fiquei me demorei, pois o tempo estava ficando curto.

Finalmente eu pude voltar ao Killing Floor 2 para brincar um pouco. O garoto deve ter sido removido a força para dar vez aos outros visitantes.

BGS2015

Eu queria muito ter jogado pelo menos umas duas horas, mas infelizmente só pude morrer duas vezes. Sim, o jogo vai te matar com muita facilidade enquanto você corre feito um louco pelo cenário para evitar ser cercado.

A semelhança com Left 4 Dead 2 é grande, mas quem liga, aqui a trilha sonora é uma pancadaria atrás da outra e você entra no clima muito rápido, principalmente com a quantidade absurda de sangue e vísceras que são despejado em sua frente.

Esse é outro jogo que realmente me conquistou bastante. O inimigos me remeteram um pouco aos personagens criados por Rob Zombie em A Casa dos Mil Corpos.

Infelizmente quando passei os comandos para o Marvox já era hora de ir embora e foi então que me dei conta que o dia simplesmente voou literalmente. Lá fora pude ver uma fila imensa para pegar o ônibus que o evento ofereceu de graça. Ali terminava minha visita a BGS 2015, mas foi o inicio de uma noite que me marcou bastante, pois eu acabei dormindo na rodoviária.

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