Arquivos Séries - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/category/series/ Um pouco de tudo na medida certa Sat, 21 Feb 2026 18:45:50 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Séries - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/category/series/ 32 32 Punho de Ferro do Netflix | Impressões https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/04/03/punho-de-ferro-impressoes-da-serie/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/04/03/punho-de-ferro-impressoes-da-serie/#respond Mon, 03 Apr 2017 16:10:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/04/03/punho-de-ferro-impressoes-da-serie/ Infelizmente o Punho de Ferro nunca foi um personagem muito relevante no universo da Marvel. Diversas de suas revistas foram canceladas ao longo dos anos por diversos motivos, um deles a falta de bons autores no comando das revistas. E isso me deixou com um pé atrás ao ver o anúncio da série baseada no personagem. […]

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Infelizmente o Punho de Ferro nunca foi um personagem muito relevante no universo da Marvel. Diversas de suas revistas foram canceladas ao longo dos anos por diversos motivos, um deles a falta de bons autores no comando das revistas. E isso me deixou com um pé atrás ao ver o anúncio da série baseada no personagem.
 
O que poderíamos esperar de uma série  baseada em personagem que ficou limitado a coadjuvante nos quadrinhos?

Danny Rand é o único sobrevivente de um acidente de avião que matou sua família, e que para sua sorte, dois monges pertencente a mistica cidade Kun Lun, passavam por ali e acabam por resgatá-lo. – A sorte no caso significa que ele deixou de morrer na neve para quase morrer de tanto apanhar enquanto treinava com o pessoal de Kun Lun.

Depois de anos treinando arduamente, Danny conseguiu ser merecedor do Punho de Ferro, e decidiu retornar para o mundo das pessoas comuns. Ao chegar ele descobre que seus amigos… Ah, pelo amor, vá assistir a série e depois volte para conferir minhas impressões.
 
 
O Punho de Ferro é um monge shaolin ocidental, provavelmente um dos mais rápidos, forte e equilibrado nos quadrinhos. Podemos dizer que Luke Cage seria seu melhor amigo, pois até dividiram uma revista: Heróis de Aluguel. Por sinal é bem divertida, teve até participação do Deadpool.
 
E o que temos na série: Um hippie chorão que sabe lutar.
 
Isso não significa que a série seja ruim, apenas que o ator e o roteiro não contribuíram o bastante para torná-lo interessante. Posso dizer que por diversas vezes me vi muito mais empolgado com a subtrama e os coadjuvantes do que a trama principal.
 
Eu sei que algumas pessoas irão dizer que é preciso compreensão pelo fato da série  estar contando a sua origem, o que não discordo, mas não justifica o personagem ser um tremendo mongolão. Pô, ele esteve a vida toda enfiado em uma cidade mistica treinando para elevar seu espirito, chi, ki, karma, cosmos e companhia, mas não consegue lidar com o acidente que matou seus pais. Do que adiantou ele apanhar tanto de bambu e meditar se
no final das contas ele é incapaz de criar um simples plano para atacar o tentáculo. 
 
Não há muita coisa boa a se dizer de uma série onde nem o protagonista principal sabe o que vai fazer contra seu maior inimigo. O personagem é incapaz de criar um plano. Ele quer resolver tudo na porrada.
 
 
A série é composta por 13 episódios com quase 1 hora de duração cada, acredite, não foi fácil ir até o final. Houve episódios bons como a viagem a China atrás da Madame Gao, mas é tantos altos e baixos que chegam a um ponto, em que você vai começar a ficar de saco cheio.
 
Se tem algo que vale a pena são os personagens coadjuvantes: Ward Meachum e Harold Meachum, que ao meu ver roubam a cena a todo momento.
Ward, a primeira vista passa a ideia de ser apenas mais um playboy ganancioso, mas a medida que a série avança, o personagem começa a ganhar muita mais profundidade na série. Principalmente por causa de seu pai, Harold

A relação conturbada de ambos consegue prender a atenção do telespectador. Harold, não é um cara com escrúpulo algum, e deixa isso bem claro ao enfiar seu filho nas mais complexas situações. Tudo para o bem da família. Pelo menos é o que ele diz ao filho.

Sinceramente Harold podia ter sido um vilão ainda maior, apesar de entender que precisavam dar mais pano para o tentáculo. Digo mais, a Madame Gao é uma baita vilã, muito superior ao Bakuto.



Foram 13 episódios que não aproveitaram adequadamente do potencial do Punho de Ferro. Como disse ao início, apesar de ser um coadjuvante nos quadrinhos, muita coisa boa poderia ter sido feito e explorada.

As série Marvel pós-Demolidor se concentraram em oferecer heróis quebrados emocionalmente, e mostrar sua recuperação ao longo da série. E isso não funcionou aqui. Há momentos que você só quer pular ou adiantar na expectativa de que algo interessante aconteça, porque o conflito interno de Danny é a coisa mais chata que você vai ver desde as novelas da rede Globo.

Como podem ter notado, não posso por toda a culpa na atuação do ator principal, quando na realidade o roteiro não ajuda. Há muitas cenas desnecessárias  durante toda a série e isso me incomodou para diabos. Cito como exemplo a morte do auxiliar de Harold, que não teve necessidade alguma. Em uma cena anterior é citado que aqueles que são ressuscitados pelo Tentáculo tendem a ficar extremamente violentos e causar um mal enorme suas respectivas famílias. Na próxima cena: BOOM, ele vai lá e mata o ajudante por causa de sorvete. É de uma estupidez assustadora. Não precisava desperdiçar mais cenas com a morte de um ajudante que havia sido esquecido durante a série.

Não fode, pow!

Colleen Wing é uma das personagens secundárias mais legal da série, pelo menos até começar um relacionamento com o Danny. Ela é forte o suficiente para chutar a bunda do Danny, só que os roteiristas não deixaram isso acontecer. Na série você a verá batendo em brutamontes, e isso é muito awesome.

Uma pena que próximo dos últimos episódios ela perca um pouco da sua relevância, tornando-se apenas uma sidekick do Danny. Sim, fiquei um pouco decepcionado, pois as motivações da personagem acabaram ficando segundo plano. Quer dizer, deturparam as motivações dela, tornando-o um bode expiatório de um vilão.

Bem, adoraria uma série só dela. Se é para pegar personagens secundários como Luke Cage, Jéssica Jones e Punho de Ferro, então quero uma série das Filhas do Dragão, oras.



Punho de Ferro é uma série chata. Não vou entrar no mérito de produção, até porque não vi nada que me incomodasse, principalmente porque tava sendo morto lentamente com a chatice da trama principal.

O famoso poder punho de ferro raramente é usado durante toda a série, praticamente não tem uso algum. Enquanto no quadrinho ele bate até na sombra com a mão brilhando, aqui serve para abrir portas, quebrar pisos e não cortar a mãozinha dele.

Por muitas vezes estava decidido a parar de assistir, só que por motivos maiores encarei a série até o seu fim. Só tenho a agradecer que não tenha sido 20 episódios. Provavelmente cortaria os pulsos lá pelo episódio 15.

Não posso dizer que recomendo, mas DEFENSORES está programado ainda para esse ano, então será preciso entender um pouco para não ficar perdido, então assista avançando os episódios. 

De nada.

Abaixo você confere a minhas impressões em vídeo no canal Level 3. Eu sou o gordo de azul… 

É. 

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LOVE | 1º Impressões da série https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/03/10/netflix-serie-love-1-impressoes/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/03/10/netflix-serie-love-1-impressoes/#respond Thu, 10 Mar 2016 15:38:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/03/10/netflix-serie-love-1-impressoes/ Demorou mas finalmente trago minhas impressões sobre a mais nova série de humor do Netflix. Teve um amigo/leitor do site me cobrando nas ultimas 48 horas pela demora do texto ir ao ar.   Pronto, espero que esteja feliz, olha ele aqui!   A série LOVE  é uma comédia romântica criada por Judd Apatow (responsável por dirigir […]

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Demorou mas finalmente trago minhas impressões sobre a mais nova série de humor do Netflix. Teve um amigo/leitor do site me cobrando nas ultimas 48 horas pela demora do texto ir ao ar.
 
Pronto, espero que esteja feliz, olha ele aqui!
 
A série LOVE  é uma comédia romântica criada por Judd Apatow (responsável por dirigir uma das minhas comédias favoritas: Virgem de 40 anos), Paul Rust (Arrest Development) e Lesley Afrin (Brooklyn Nine-Nine), nomes comumente ligados a séries e comédias.
 
Gus (Paul Rust, escreve e interpreta o personagem principal, safadinho) e Mickey (Gillian Jacobs) são aqueles personagens estereotipados que encontramos no dia-a-dia. Um é o tipico nerd romântico e que sempre é sacaneado por tudo e todos, enquanto a outra é a mulher que diz o que pensa e faz o que bem quiser sem se importar com ninguém e muitas vezes sem pudor. 
 
Personagens como esse são bem comuns nos filmes do Apatow, caso você não conheça nenhum, mas se você conhece, certamente ficará com aquela sensação de que a série acontece no universo criado por seus filmes. Como se estivesse acontecendo no bairro vizinho de Andy Stitzer.
 
Gus trabalha como tutor em estúdio, onde dá aulas a uma atriz mirim nos intervalos de uma série sobre Bruxas em que ela atua. Quer dizer, ele tenta dar aulas a uma criança que ganha no mês o que ele ganha em um ano e tenta não se sentir mal por ninguém dar a mínima a ele.
 
Depois de terminar seu relacionamento, começa a rever as decisões que tomou durante toda a sua vida e decide mudar. Quem nunca tomou aquela famosa decisão depois de um dia frustrante: Ninguém mais vai me zuar, a partir de hoje eu vou ser outra pessoa!
 
Esse ponto é muito interessante, pois a medida que a história segue, Gus toma decisões ousadas na tentativa de conhecer novas pessoas e fugir da impressão de certinho que todos tem dele.
 
Apesar dos estereótipos, fica difícil não se identificar com Gus, pelo menos eu passei por muitas senão milhares de situações semelhantes a que o personagem passa durante toda a temporada.
 
 
Mickey tralha em uma estação de rádio como produtora e tem sérios problemas com bebidas, cleptomania e drogas, porém, ao longo da temporada você começa a compreender melhor o porque de suas atitudes autodestrutivas e comportamento egoísta.
 

No início do episódio ele rompe com seu namorado, um careca que a deixa no meio da transa para comprar calças com a mãe. A personagem é desbocada e não liga nem um pouco para as regras, o que a torna a pessoa mais improvável do mundo a ficar com Gus, que no caso é certinho pra cacete.Sorry, Gus!

 
Depois do término, Mickey arruma uma companheira para dividir o aluguel, pois segundo ela: Só não quero morar sozinha. Mas arrasta a garota para todo o tipo de presepada.
 
 
LOVE sem dúvida faz jus ao seu título, pois mostra que o amor as vezes surge de lugares improváveis e de diferente formas e com pessoas totalmente opostas em um grau bem estranho.
 
Nessa primeira temporada os personagens estão deixando sua zona de conforto e se arriscando, aprendendo um com o outro as diferentes maneiras de enxergar a vida. Certamente isso nos leva a diversos momentos engraçados e o melhor de tudo é que sem forçar a barra, mas uma coisa é certa, a série não é para crianças devido ao alto número de palavrões e cenas de sexo (não explicito).
 

Eu não costumo gostar de comédias românticas por serem bem fantasiosas, mas LOVE cria situações que não criveis do dia-a-dia. Pra ter uma ideia, quando comecei a assistir eu pensei em ver apenas o piloto, mas quando me dei conta eu já estava no quinto episódio.Caso não goste de comédias românticas, arrisque-se assim mesmo, a probabilidade de você gostar são grandes.

 
 
Eu conclui a primeira temporada e já estou ansioso para ver o que vai acontecer com Mickey e Gus. Uma pena que agora precisarei aguardar até 2017 para ver as surpresas que esse casal vai nos oferecer.

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1º Impressões da série Making a Murderer https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/02/09/netflix-serie-making-murderer-1/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/02/09/netflix-serie-making-murderer-1/#respond Tue, 09 Feb 2016 16:38:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/02/09/netflix-serie-making-murderer-1/ Ontem decidi assisti ao documentário-série “Making a Murderer” do Neflix. Só para ver se realmente valia a pena dedicar um tempo para assistir aos 10 episódios, mesmo depois de ouvir tantos comentários bons a respeito.   Para minha surpresa a série consegue prender a atenção do telespectador muito facilmente. Em poucos minutos meu nervos estavam a flor-da-pele […]

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Ontem decidi assisti ao documentário-série “Making a Murderer” do Neflix. Só para ver se realmente valia a pena dedicar um tempo para assistir aos 10 episódios, mesmo depois de ouvir tantos comentários bons a respeito.
 
Para minha surpresa a série consegue prender a atenção do telespectador muito facilmente. Em poucos minutos meu nervos estavam a flor-da-pele e eu desejava que o Justiceiro invadisse aquele condado só para ter uma conversinha com a policia.
 
Eu havia decidido assistir apenas o episódio piloto e acabei passando o dia todo. Recordo de adormecer no sétimo episódio e acordar desesperado para descobrir o que acontecerá com o caso de Steven Avery. Um cara que passou 18 anos de sua vida preso injustamente pelo crime de estupro, pelo simples motivo que a policia do condado de Manitowoc decidiu que culpá-lo ao invés de procurar o verdadeiro criminoso era mais prático – além de outros motivos pessoais.
A série foi produzida pelas documentaristas Moira Demos e Laura Ricciardi, que levaram 10 anos para concluir  o trabalho. No caso a série aborda os 18 anos da prisão e mais um novo caso que acaba por levar Steven novamente a prisão por homicídio.
 
 
O fato de ser uma história real que ainda continua se desenrolando no sistema judiciário americano realmente intriga. O telespectador acompanha do início ao fim todas o julgamento, que em minha opinião é enervante, pois diversas vezes eu bradei o quão retardado e cega a justiça é perante a provas e depoimentos sempre que isso favorecia ao réu.
 
Eu quero muito falar a respeito dos detalhes, Oh! Céus! Mas não posso por ser spoiler.
 
Talvez o ponto importante levantado pela série é o de que se alguém quiser  ver você preso, tenha certeza que não importa se tenha vinte duas testemunhas do seu lado, eles vão te prender. 
 
O caso de Steven me lembrou muito o do pobre Marcos Mariano da Silva, que fora preso injustamente em 1972 e foi solto apenas seis anos depois, em 1982, quando conseguiram prender o verdadeiro criminoso. Porém, três anos depois, em 1985,  Marcos foi preso novamente, dessa vez após um policial o reconhecer durante uma blitz, quando dirigia um caminhão. Dessa vez ele foi preso como foragido da justiça e passou 13 anos presos, sendo que durante uma rebelião no presidio, Marcos acabou ficando cego após ser atingidos por estilhaço de uma bomba de gás lacrimogênio atirado pela tropa de choque. O pobre Marcos foi solto só em 1998, após um mutirão judiciário descobrir o erro. Fora da cadeia entrou com um processo contra o governo estadual, mas acabou falecendo em 2011 de infarto, sem receber toda sua indenização.
 
Talvez o caso que citei não seja tão conhecido, porém, mostra que esse tipo de falha não está restrito apenas ao sistema judiciário americano.
 
 
Outro ponto do caso e que realmente causa vergonha alheia é o que foi feito com Brendan Dassey, sobrinho de Steven. Ele é coagido a alegar que participou do crime de assassinato da Teresa Halbach, mesmo que os vídeos do interrogatório mostrem claramente que o garoto tem problema de aprendizagem e que o investigador é quem cita sobre os assassinato, não Brendan.
 
Você se pergunta por diversas vezes se realmente os acusados são inocentes a cada nova prova que surge, o que sempre me levava a soltar um: Ooohhh!
 
Eu não quero me aprofundar mais na história, por isso recomendo vivamente que todos assistam a essa incrível e exclusiva série da Netflix

Será que Steven Averys realmente matou Teresa com o auxilio de seu sobrinho?


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