Arquivos Evento - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/category/evento/ Um pouco de tudo na medida certa Mon, 03 Nov 2025 23:07:06 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Evento - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/category/evento/ 32 32 Brasil Game Show 2025 | Como foi a minha experiência https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/10/17/brasil-game-show-2025-como-foi-a-minha-experiencia/ Fri, 17 Oct 2025 19:36:46 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=20932 No mês de outubro, como tem acontecido nos últimos anos, ocorre a Brasil Game Show, em São Paulo — um dos mais antigos e tradicionais eventos de jogos do país. E, assim como nas edições anteriores, não podia ser diferente: mais uma vez, eu marquei presença. Então lá fui eu organizar hotel e companhia para […]

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No mês de outubro, como tem acontecido nos últimos anos, ocorre a Brasil Game Show, em São Paulo — um dos mais antigos e tradicionais eventos de jogos do país. E, assim como nas edições anteriores, não podia ser diferente: mais uma vez, eu marquei presença. Então lá fui eu organizar hotel e companhia para cobrir o evento.

Mas este ano, algumas coisas mudaram. A começar pela localização: o evento deixou a Expo Center Norte e migrou para o Distrito Anhembi, que, sinceramente, pareceu um espaço menor. Outra diferença perceptível foi o número de empresas participantes — houve uma redução considerável. Além da ausência da PlayStation e da Xbox, agora havia menos empresas compondo o evento.

Pessoalmente, foi um pouco decepcionante. Eu estava animado, mas, chegando lá, o que encontrei foram poucas lojas vendendo produtos semelhantes a preços altos, uma praça de alimentação cara e pouquíssimas atrações realmente interessantes, pelo menos para mim.

Arquivo pessoal

Os estande de jogos

Durante a BGS 2025, algumas empresas marcaram presença — entre elas SEGA, KONAMI, DEVOLVER DIGITAL e ARC SYSTEM WORKS. Infelizmente, a QUByte não participou este ano, e tanto PlayStation quanto Xbox continuam de fora.

Entre os jogos inéditos, os maiores destaques vieram da Devolver Digital, que montou uma feirinha com um toque brasileiro e quatro títulos novos: BALLxPIT, Forestrike, Skate Story e Quarantine Zone.

A Arc System Works trouxe Double Dragon Revive e Bubble Bobble: Sugar Dungeons; a SEGA apresentou Sonic Racing CrossWorlds em um estande temático, com direito a um modelo do troféu erguido por Ayrton Senna no GP da Europa de 1993 — um detalhe nostálgico e incrível.

Já a KONAMI exibiu apenas eFootball em um estande pequeno, estampado com o rosto de Neymar. Nada contra, mas futebol não é muito a minha praia.

Além disso, alguns jogos ganharam seus próprios espaços, como Ghost of Yotei, Dying Light: The Beast e Resident Evil Unit (mobile). Mas o grande destaque foi mesmo a Nintendo, com um estande gigantesco e várias estações para testar Hades II, Mario Kart World, Donkey Kong Bananza e Street Fighter 6 no Nintendo Switch 2.

Arquivo pessoal

O evento

Infelizmente, em termos de novidades, o evento deixou a desejar. Ele pareceu se sustentar muito mais nos convidados internacionais e nos influenciadores, muitos dos quais eu nunca tinha ouvido falar.

E, sinceramente, isso já virou tendência: a BGS se tornou um ponto de encontro para quem quer ver o streamer favorito e colecionar brindes de estande. É algo que atrai um público mais jovem — entre 10 e 20 anos —, mas que, para mim, perdeu parte do encanto.

Não me vejo mais como o público-alvo do evento. Essa versão mais “desidratada” em conteúdo me deixou um pouco frustrado. Já na entrada, a fila para passar pela segurança era enorme, e mesmo em um dia de imprensa, as filas dentro do pavilhão eram longas — principalmente na área da Nintendo, onde o pessoal se aglomerava por brindes de Pokémon.

Depois de andar bastante, decidi visitar as lojas para buscar lembranças. Foi um choque. Os preços estavam altíssimos, especialmente em uma loja de jogos — a única do evento. Senti muita falta da Editora Europa, onde eu costumava comprar revistas todo ano – Sim, eu adoro revistas.

Arquivo pessoal

Os indies

Na ala indie tínhamos jogos divertidos, como o  A.I.L.A. (inclusive com demo disponível), novo jogo de terror desenvolvido pelo estúdio Pulsatrix, mesmo responsável pelo jogo de terror FOBIA. O estúdio realmente está empenhado em oferecer uma experiência assustadora em seu novo titulo.  Agora que gosta de um roguelike iria se divertir com Hell Clock, um jogo brasileiro desenvolvido pelo estúdio Rogue Snail  que tem o seu jogo ambientado na guerra de Canudos mesclando ação com terror. Outra surpresa que encontrei na área indie foi Baki Hanma: Blood Arena que também estava disponível para jogar é trata-se de um jogo no melhor estilo Punch-Out com os personagens do anime, esse desenvolvido pelo estúdio Purple Tree S.R.L.

Claro, e se você estivesse muito cansado de terror e violência, poderia se surpreender com o jogo pensado no publico que adora títulos fofinhos, que é o caso do jogo Capy Castaway. Ele é todo pensado para ser fofo enquanto controlamos uma capivara e seu amigo corvo pelo cenário em busca do caminho de casa. É uma boa pedida para quem gosta do gênero. Um trabalho interessante do estúdio Kitten Cup Studio.

Dá pra dizer com tranquilidade que estes foram os jogos que mais chamaram a minha atenção enquanto estive no evento na área indie.

Arquivo pessoa – Estande do Path of Exile

Concluindo

Não posso dizer que foi a melhor experiência que tive em uma Brasil Game Show, pois é evidente que o evento desidratou em termos de empresas participando. O local estava menor e, mesmo em um dia de imprensa, era perceptível que o dia aberto ao público seria bem lotado e com um calor humano infernal, pois, no dia de imprensa, você se deparava com corredores estreitos e muita gente.

A falta de novidades também contribuiu um pouco para a minha decepção. É um mês em que não tivemos grandes novidades, para ser sincero.

Outro ponto é que me vejo um pouco velho demais para o público que a BGS está mirando. Eu não me interesso por influencers de TikTok e não pagaria dinheiro para ir vê-los. Trazer figuras como Kojima, entre outras famosas, realmente é interessante e tem apelo, mas, no meu caso, eu não costumo ir ao evento para vê-los. E, se fosse, me programaria apenas para isso — não para cobrir o evento em si —, pois sei que isso exigiria encarar filas e mais filas.

Enquanto voltava para casa, fiquei refletindo durante todo o caminho se ainda faz algum sentido eu ir ao evento nas próximas edições. Afinal, será que a próxima trará novidades? Devemos aguardar.

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Convidados confirmados para a BGS 2025 https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/09/15/convidados-confirmados-para-a-bgs-2025/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/09/15/convidados-confirmados-para-a-bgs-2025/#respond Mon, 15 Sep 2025 14:13:57 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=20758 Lendas dos games confirmadas na BGS 2025: Kojima, Hamaguchi e Shimomura estarão no evento! A Brasil Game Show 2025 já está fazendo história antes mesmo de abrir os portões. Três nomes gigantes da indústria dos games foram confirmados como convidados internacionais: Hideo Kojima, Naoki Hamaguchi e Yoko Shimomura.] Prepare o coração e o hype, porque […]

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Lendas dos games confirmadas na BGS 2025: Kojima, Hamaguchi e Shimomura estarão no evento!

A Brasil Game Show 2025 já está fazendo história antes mesmo de abrir os portões. Três nomes gigantes da indústria dos games foram confirmados como convidados internacionais: Hideo Kojima, Naoki Hamaguchi e Yoko Shimomura.]

Prepare o coração e o hype, porque esses ícones não vêm só para tirar fotos – eles vão participar de painéis e interações com o público durante o evento. Vamos relembrar o que torna cada um deles tão lendário:

Hideo Kojima – O visionário por trás de Metal Gear e Death Stranding

Poucos nomes têm o peso de Kojima na indústria. Criador da icônica franquia Metal Gear Solid, ele revolucionou a forma de contar histórias nos games com roteiros cinematográficos, temas políticos e mecânicas inovadoras.

Seu trabalho mais recente, Death Stranding, dividiu opiniões, mas provou que ele continua rompendo barreiras com ideias ousadas. Agora, com Death Stranding 2: On The Beach lançado e fazendo um sucesso estrondoso, e um sério competidor a ganhar o premio de jogo do ano, a presença de Kojima na BGS é uma chance de ouro para ouvir diretamente de um dos criadores mais respeitados e enigmáticos do mundo dos jogos.

🗣 Curiosidade: Kojima é conhecido por dizer que “os games são uma extensão do cinema”, e muitos fãs o consideram um “autor” no mesmo nível de diretores como Tarantino ou Nolan – só que nos games.

 

Naoki Hamaguchi – Diretor de Final Fantasy VII Rebirth

Se você chorou, vibrou e se arrepiou com Final Fantasy VII Remake ou Rebirth, agradeça a esse cara: Naoki Hamaguchi, atual diretor da série que trouxe Cloud, Tifa e Sephiroth de volta aos holofotes de forma espetacular.

Hamaguchi começou sua trajetória na Square Enix como programador e produtor, e ganhou destaque por seu talento em revitalizar obras clássicas com respeito e inovação. Sob sua direção, o remake de Final Fantasy VII não só atualizou gráficos e gameplay, mas também deu novas camadas à história original – conquistando novos fãs e emocionando veteranos.

⚔ Curiosidade: Em entrevistas, Hamaguchi já afirmou que um dos maiores desafios foi “equilibrar nostalgia com surpresa” – algo que ele e sua equipe conseguiram com maestria.

Yoko Shimomura – A alma por trás das trilhas de Kingdom Hearts e Street Fighter II

Feche os olhos e pense na música de abertura de Kingdom Hearts. Ou nos temas de luta de Street Fighter II. Ou ainda no tema épico de Final Fantasy XV. Todos esses sons inesquecíveis têm algo em comum: Yoko Shimomura.

A compositora japonesa é uma das maiores referências mundiais em trilhas sonoras de videogames. Seu estilo mistura emoção, melodia marcante e um talento único para criar atmosferas que grudam na memória dos jogadores.

🎧 Curiosidade: Em Final Fantasy XV, Shimomura foi a primeira mulher a compor a trilha completa de um jogo principal da série – e entregou um trabalho tão grandioso quanto qualquer obra orquestral de cinema.

Esses três convidados não são apenas famosos – eles ajudaram a moldar gerações inteiras de jogadores. Ver de perto criadores que fizeram parte da sua vida gamer é um privilégio que só um evento do porte da BGS pode oferecer.

Quando e onde?

A BGS 2025 acontece de 9 a 12 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo.

A expectativa é de casa cheia, então é bom garantir logo o seu.

🎟 Saiba mais sobre os ingressos e experiências em: www.brasilgameshow.com.br

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Retrocon 2024 acontecerá nos dias 3 e 4 de agosto em SP https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/02/04/retrocon-2024-acontecera-nos-dias-3-e-4-de-agosto-em-sp/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/02/04/retrocon-2024-acontecera-nos-dias-3-e-4-de-agosto-em-sp/#respond Sun, 04 Feb 2024 17:47:09 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=16172 Recentemente foi anunciado que a Retrocon 2024 acontecerá durante os dias 3 e 4 de agosto em São Paulo – SP. O evento tem foco em retrogame e é organizado pelas empresas A Casa do Videogame, Warpzone e Mr. Games e teve sua primeira edição realizada em 2023. GARANTA SEUS INGRESSOS PARA A RETROCON 2024 […]

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Recentemente foi anunciado que a Retrocon 2024 acontecerá durante os dias 3 e 4 de agosto em São Paulo – SP. O evento tem foco em retrogame e é organizado pelas empresas A Casa do Videogame, Warpzone e Mr. Games e teve sua primeira edição realizada em 2023.

GARANTA SEUS INGRESSOS PARA A RETROCON 2024

Confira abaixo maiores detalhes.

Imagine passar um final de semana jogando videogame e se reunindo com pessoas que gostam das mesmas coisas que você como se fosse os anos 90? Jogando fliperama, videogame por hora, ambiente de locadora, tudo como antigamente.

Esse é o retrocon

Se prepare para 2 dias com muitas atividades e atrações que vão te fazer sentir como se fosse a época da sua infância ou adolescência, campeonatos de Street Fighter, revistas de videogame e muitos amigos pra conversar. Esse é o RETROCON, um evento feito de fã pra fã.

ATRAÇÕES DO RETROCON

arcades e flipers

Espaço dedicado para os arcades e fliperamas de época, com máquinas originais, jogos da Capcom e SNK como KOK, Street Fighter Zero 2 e 3, Metal Slug e muito mais. Pinballs exclusivos com jogos como Street Fighter 2 e Super Mario. Todas as máquinas estarão disponíveis para partidas gratuitas, no melhor estilo anos 80 e 90.

influenciadores

Convidados especiais, criadores de conteúdo sobre videogames e todo o universo geek. Durante o evento haverá uma área especial para tirar fotos e conversar com youtubers como BRKsEdu, Fiaspo, Gusang “Assopra Fitas”, Rato Borrachudo, Velberan, Sr. Wilson e muitos outros.

influenciadores

Convidados especiais, criadores de conteúdo sobre videogames e todo o universo geek. Durante o evento haverá uma área especial para tirar fotos e conversar com youtubers como BRKsEdu, Fiaspo, Gusang “Assopra Fitas”, Rato Borrachudo, Velberan, Sr. Wilson e muitos outros.

campeonatos

Mostre que você joga bem e se prepare para participar de um dos campeonatos que teremos durante o Retrocon 2024. Em breve divulgaremos a lista de jogos e como tudo vai funcionar, fique de olho.

palco

Diversas atrações em um palco com mais de 12 metros e um telão prontos pra engajar a galera presente. Serão rodadas de bate-papo com dubladores,entrevistas com influenciadores, disucssão sobre temas relacionados com videogames e até show de stand-up.

exposições

Uma volta no tempo da história dos videogames com exposições especiais. Teremos a exposição História dos Videogames, mostrando os principais consoles lançados dos anos 70 até hoje em dia. Coleção XBOX com diversos modelos e edições especiais do videogame da Microsoft e o Museu da Tectoy contando a nostálgica história da empresa em 10 itens especiais.

lojas e estandes

Separe um dinheiro pra aumentar sua coleção, o evento terá lojas vendendo jogos e consoles antigos, estúdios INDIES demonstrando seus principais jogos, estantes diversos vendendo desde camisetas, revistas e colecionáveis.

GARANTA SEUS INGRESSOS PARA A RETROCON 2024

  • Endereço do evento: Av. Profa. Ida Kolb, 513 – Jardim das Laranjeiras, São Paulo – SP, 02518-000 (PRO Magno)
  • Data do evento: 03 e 04 de agosto de 2024, Sábado e Domingo das 10h às 19h

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Jogatina Retro | TAP Tournament de Salto https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/04/21/jogatina-retro-tap-tournament-de-salto/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/04/21/jogatina-retro-tap-tournament-de-salto/#respond Thu, 21 Apr 2022 02:09:01 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=11001 Eu tive a oportunidade de participar de uma reunião organizada por meu amigo, Massao, em que rolou uma jogatina de Super Street Fighter 2 e que próximo do fim ainda contou com um mini campeonato no arcade, onde os vencedores levariam cards originais do arcade de Marvel Vs. Capcom. Foi um dia incrível e muito […]

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Eu tive a oportunidade de participar de uma reunião organizada por meu amigo, Massao, em que rolou uma jogatina de Super Street Fighter 2 e que próximo do fim ainda contou com um mini campeonato no arcade, onde os vencedores levariam cards originais do arcade de Marvel Vs. Capcom.

Foi um dia incrível e muito divertido, onde conheci pessoas que me relacionava virtualmente há anos, como meu grande amigo, Kenial. Como outros que desconhecia, mas graças a esse amor em comum por jogos antigos e a franquia Street Fighter, tive a oportunidade de interagir e jogarmos juntos.

ASSISTAM TAMBÉM – Chuck Rock II: Son of Chuck | Análise em vídeo

Se pararmos para pensar, Street Fighter é um titulo que foi lançado pela Capcom há mais de 30 anos, mas continua tão ou mais relevante nos dias de hoje. Não só proporciona campeonatos, mas faz com velhos e jovens se reúnam para jogatinas retro para se divertirem. É preciso dizer que Street Fighter é um desses poucos jogos que são atemporais.

Preciso deixar aqui registrado a gentileza do Massao, que se preocupou em pedir pasteis palmito (pastel de vento como brincaram por lá), para que eu pudesse comer.

ASSISTAM TAMBÉM – Novidade de Abril da Ana Lima Store | 2022

É um gesto simples, mas me deixou muito alegre. Não é todo lugar que frequento que as pessoas se preocupam se irei comer ou não. O que me fez o respeitar ainda mais, além de ser muito grato pela amizade.

Confiram logo abaixo um pouco de tudo o que rolou:

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GAME XP 2019 | O Evento Fracassado que Deveria Acabar https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/07/31/game-xp-2019-o-evento-fracassado-que/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/07/31/game-xp-2019-o-evento-fracassado-que/#comments Wed, 31 Jul 2019 16:18:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/07/31/game-xp-2019-o-evento-fracassado-que/ Pelo segundo ano seguido, marcamos presença nesse evento chamado de GAME XP, uma produção em conjunto do Ricardo Medina (produtor do Rock in Rio) junto com o pessoal do Omelete. O evento nasceu como uma área ~gamer~ dentro do Rock in Rio e nos anos recentes evoluiu para uma coisa própria, com todo espaço dedicado […]

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Pelo segundo ano seguido, marcamos presença nesse evento chamado de GAME XP, uma produção em conjunto do Ricardo Medina (produtor do Rock in Rio) junto com o pessoal do Omelete.

O evento nasceu como uma área ~gamer~ dentro do Rock in Rio e nos anos recentes evoluiu para uma coisa própria, com todo espaço dedicado à sua realização. Este ano, a Game XP aconteceu entre o dia 25 e 28 de julho, no Parque Olímpico, localizado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

A ideia do evento é se apresentar como o “maior game park do mundo” (seja lá o que isso queira dizer). Com diversas atrações ligadas (ou não) a tal cultura gamer, a expectativa era de que mais de 100 mil pessoas frequentassem o espaço durante os quatro dias. Mas será que valeu a pena?

Spoiler: não.

Créditos: Registro pessoal

Comida de casa? Não mesmo!

Antes de me dirigir ao local, pesquisei no site quais eram os objetos proibidos no lugar. Isso é praxe de acontecer, porém aqui me surpreendeu que não podia levar NENHUM líquido ou alimento. A desculpa é sempre a mesma: “objetos como garrafas, potes, pacotes e embalagens podem ser perigosos e por isso são proibidos”.

Ok, sr. Medina, era mais fácil dizer claramente que você quer que gastemos dinheiro nos food trucks licenciados do que tentar forçar a barra dizendo que um Trakinas pode ser usado pra matar alguém.

Créditos: Registro pessoal

Espaço externo e filas

Lá dentro, o espaço era bem amplo e bem preenchido, com atrações em diversas áreas fechadas e abertas. Do lado de fora, haviam mais atrações com apelo físico, como escalada, roda gigante, uma pista de kart enfeitada com a série Crash Bandicoot e até uma tirolesa.

Infelizmente, mesmo com a expectativa de público alto, nada foi feito para otimizar filas. Alguns outros lugares como a Brasil Game Show ou até mesmo os parques da Disney utilizam algum tipo de “fast pass” ou agendamento, onde você tem um espaço de alguns minutos pra formar fila e com isso, otimiza seu tempo de espera em cada atração.

Créditos: Registro pessoal

Aqui na Game XP tivemos zero esforço nesse sentido: filas simples por ordem de chegada, com divisórias de ferro fazendo ziguezague e espera de mais de uma hora pra cada uma dessas atrações. Como eu esperava ficar no máximo oito horas lá, nem me atrevi a esperar em alguma dessas.

Ambientes internos e jogos do evento

Já nas áreas internas, existiam atrações e estandes mais ligados a videogames mesmo. A Sony esteve presente com seus jogos mais recentes, com destaque para o remake de MediEvil e a experiência VR de Iron Man, que PUTA QUE O PARIU, foi a melhor coisa desse evento inteiro — e em breve você poderá ler o review da demo aqui–. Infelizmente todo mundo queria jogar e logo a fila para a demo (que durava uns 15 minutos) foi de incríveis duas horas, o que foi suficiente pra tirar boa parte do ânimo de muita gente.

Além disso, a Ubisoft — que está sempre ativa no mercado nacional — levou seu tradicional palco de Just Dance, além de Rainbow Six Siege, cuja final do campeonato brasileiro foi realizada no evento.

A Microsoft, por sua vez, preferiu não participar esse ano. Talvez tenha sido uma decisão sábia, já que eles não possuem nada pra mostrar no fim de geração e também por terem tido a sacada de que o evento não seria apropriado para expor a marca.

Além dos estandes maiores, haviam outros como o da Globo Play, que possuia alguns jogos simples em VR e estava avulsa na área interna, assim como o Banco do Brasil, que tem o pior marketing do mundo, fazendo gincanas forçadas e sem apelo. Na área interna ainda tínhamos o estande do Guaraná Antarctica, com alguns fliperamas com jogos originais que funcionariam melhor em tablets, onde quem ganhasse poderia adquirir um copo de plástico com um cordão.

Quem teve uma ótima sacada foi o pessoal da Galápagos Jogos, especializados em jogos de tabuleiro, que colocaram alguns funcionários rodando pelas filas com brincadeiras rápidas pra ajudar a passar o tempo e influenciar as pessoas a visitarem seu estande. Achei bem legal e vale a pena dar pelo menos uma olhada no site deles.

Créditos: Registro pessoal

De resto, houve muito foco em transmissão de League of Legends, mas como eram partidas sem peso de competição, foi difícil tirar empolgação dos expectadores, mesmo com tentativas falhas dos narradores e apresentadores de empolgar a galera.

Área arcade, a salvação

Um último destaque foi a área de fliperamas chamada Game Zone. Funcionava como um grande Play Center: CENTENAS de máquinas de fliper com os mais variados jogos, como: King of Fighters, Metal Slug, Cadillacs & Dinosaurs, Pac-Man, Galaga, Cruisin’ USA, Street Fighter II, Marvel vs. Capcom e afins.

A maioria incrivelmente com configuração de botões similar ao que estávamos acostumados em botecos e afins, uma grata surpresa visto que a grande maioria dessas máquinas de shopping sempre são montadas à moda caralho.

Créditos: Registro pessoal

No mesmo ambiente também havia um setor só de pinball e outro com um simulador de Fórmula 1. A fila também era bem mais curta, o que pode ter ocorrido porque a organização do evento decidiu esconder a Game Zone lá no final do espaço, quase como se fosse uma sobra pra matar o tempo entre as ~grandiosas~ atrações como ver gente jogando Fortnite ou show do Mano Brown.

Shows… pra quem?

Falando em show, eu gostaria muito de entender o que se passa na cabeça do Sr. Medina ao chamar grandes personalidades do cancioneiro nacional como IZA, Anavitória, Projota e Mano Brown pra um evento dedicado à videogames.

Aqui eu nem quero questionar a qualidade de suas músicas, até porque não tenho 13 anos e sei que tudo nesse mundo tem seu público, mas foi bem tragicômico ver o Projota falando de buceta pra um monte de pais com filhos pequenos com camisa do Minecraft.

Créditos: Registro pessoal

No máximo, ouso dizer seria melhor trazer bandas menores com mais apelo voltado a idade da maioria presente. A banda Supercombo, por exemplo, se apresentou brevemente na área interna. Não são meus favoritos mas acredito que encaixa melhor do que o Mano Brown falando das tristezas da quebrada paulistana pra um monte de carioca que pagou R$ 150 reais pra jogar Free Fire e comer comida cara.

Conclusão

Não estou sendo sensacionalista ou caça-cliques quando digo que a Game XP não presta. Ano passado já havíamos dito aqui no site que o evento tinha muito a melhorar, porém nada foi feito e inclusive ficou pior.

Atrações demoradas, pouca interatividade com jogos per se, shows desconexos com o público-alvo, entrada e comida cara mostram que tanto o Omelete quanto o pessoal do Rock in Rio criaram a Game XP sem a menor intenção de trazer uma experiência com jogos para seus frequentadores.

Créditos: Registro pessoal

É um grande programa de índio onde você mal joga, mal assiste pessoas jogando e mal se diverte. Não passa de um Rock in Rio sem muita música e uma CCXP sem quadrinhos, restando somente uma grande abismo de nada.

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Brasil Game Show 2018 | Análise Definitiva sobre o Evento https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/10/18/brasil-game-show-2018-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/10/18/brasil-game-show-2018-analise/#respond Thu, 18 Oct 2018 13:21:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/10/18/brasil-game-show-2018-analise/ Olá, QUERIDÕES que visitam o ARQUIVOS DO WOO, estamos aqui numa verdadeira maratona de eventos, começando com o caro e decepcionante GameXP que aconteceu no Rio de Janeiro, dessa vez temos o maior evento de games da América Latina, a Brasil Game Show. Chegando em sua 11ª edição — se contarmos com a Rio Game […]

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Olá, QUERIDÕES que visitam o ARQUIVOS DO WOO, estamos aqui numa verdadeira maratona de eventos, começando com o caro e decepcionante GameXP que aconteceu no Rio de Janeiro, dessa vez temos o maior evento de games da América Latina, a Brasil Game Show.

Chegando em sua 11ª edição — se contarmos com a Rio Game Show de 2009 –, o evento liderado pelo fluminense Marcelo Tavares junta grandes nomes da indústria de videogames, além de lojas, produtoras indies e outros expositores em um espaço bem grande em São Paulo durante cinco dias, onde os visitantes podem aproveitar demos de futuros lançamentos, fazer compras, lanchar nos food trucks, socializar, fazer cosplay e até mesmo conhecer seus ídolos da indústria.

AMBIENTE

O lugar escolhido para essa edição é o já conhecido Expo Center Norte, localizado na Zona Norte da cidade de São Paulo. O lugar possui cinco pavilhões, totalizando quase 100 mil m², o suficiente para absorver as mais de 150 mil pessoas que comparecem ao evento todos os anos (não ao mesmo tempo né).

Com isso, temos já o primeiro ponto positivo da feira. O Expo Center Norte é do tamanho de uma FAZENDA. Isso faz com que a circulação, mesmo nos últimos dois dias, seja relativamente fácil, sem filas pra passar em corredores e outros contra-tempos.

A segurança do evento foi grande. Vários guardinhas na entrada com detetores de metais, com fiscalização de mochila e tudo. Ou seja, completamente diferente da GameXP onde o cara usava seu poder Jedi pra escanear sua mente pra saber se você iria matar alguém la dentro. Além disso, havia enfermaria e ambulâncias disponíveis, o que acredito que seja uma exigência da prefeitura para esse tipo de evento.

Outra coisa legal foi que, segundo informações, 70% dos contratados temporários da própria BGS foram pessoas com alguma deficiência. Essa inclusão é muito importante, ainda mais dada a dificuldade de se conseguir emprego no Brasil, por mais que este seja temporário.

Se há algo ruim nessa questão seria a disposição de alguns estandes. Não faz sentido termos Playstation e Xbox colados um com o outro, ainda mais sabendo que são os estandes mais procurados. Isso fez com que o pavilhão onde eles estavam — que também estava as Lojas Americanas, muito requisitada — ficasse inchado, enquanto que outros setores ficassem mais vazios. Seria interessante se nas próximas edições isso fosse aprimorado de forma que os estandes maiores servissem como uma “ilha”, com diversos estandes menores ao redor, até porque isso ajudaria na divulgação dos mesmos.

Ainda assim, nada muito problemático, vale dizer.

JOGOS


Sabe, quando saí da GameXP no mês passado, evento este organizado pela família Medina, a mesma do Rock in Rio, tive a impressão de que enfrentei filas enormes e não joguei muita coisa. Aqui na BGS tivemos a situação oposta. Era notável a satisfação das pessoas ao sair do evento. Incrivelmente todo mundo conseguia jogar bastante coisa, desde indies até arcades ou jogos da moda em PC/PS4/XONE.

Logicamente, nem tudo são flores, e cada estande fez um approach diferente sobre como absorver a quantidade enorme de pessoas querendo jogar, nem que fosse por apenas 15 minutos.

A Sony repetiu o sistema que vêm usando em todas as suas presenças em feiras mundialmente: você precisava baixar o app Experiência PlayStation, se cadastrar ou logar com sua ID da PSN e esperar a abertura de horários para reserva. Esses foram previamente divulgadas no Blog Playstation, mas não o suficiente fora de lá, tanto que MUITA GENTE acabou ficando na fila do backup, que só entrava gente quando a reserva furava.

Além disso, esse sistema funciona melhor quando se tem muitas estações para cada jogo. Porém, na BGS cada game tinha apenas 4 consoles no máximo, fazendo que a reserva dependesse de sorte + conexão boa com internet, até porque as vagas acabavam em SEGUNDOS.

Eu mesmo não consegui jogar Days Gone e nenhum jogo VR no estande da Sony, porém consegui com até certa comodidade, aproveitar as demos de Resident Evil 2, Sekiro: Shadows Dies Twice, Kingdom Hearts 3 (duas vezes!) e Dead or Alive 6.

Os outros estandes, como da Activision, XBOX e todos os que tinham jogos de PC adotaram o sistema de fila simples, e aí caíamos naquele velho problema de poucas máquinas em relação ao número de pessoas.

Digo, eu fui em quatro dias de evento, mas imagina o cara que só pode ir em UM, e nas 8 horas que ele poderia ficar lá dentro, passar de uma à duas numa fila pra jogar 15 minutos de um jogo é desanimador. Sendo assim, eu mesmo me aventurei pouquíssimo nesses setores. Me arrisquei a esperar por Devil May Cry 5 na XBOX, porém em 20 minutos, a fila sequer se mexeu e por isso desisti.

Havia também um pavilhão inteiro dedicado a jogos de PC, principalmente os multiplayers. Lá também tinham estandes de grandes como a Razr, que vendia seus acessórios.

 

Corredor dos Indies

Um ponto a parte foi o setor dos indies nacionais, com muitos jogos que iam além do pixel art manjado ou da animação em vetores similar a Flash.

Destaque vai para o INCRÍVEL Dolmen” da Massive Work Studio“, que já esteve presente no ano passado e que esse ano mostrou como o jogo está quase pronto. Eles tentaram Kickstarter duas vezes mas agora conseguiram financiamento da própria Square Enix (!!) para terminar o projeto. Ele mistura uma ambientação similar a Dead Space com jogabilidade de Dark Souls. Realmente um projeto incrível que pude jogar por meia hora e sei que será um sucesso.

Além desse, tivemos a versão de Puzzle Quest baseada em Magic the Gathering, projeto que a Oktagon de Londrina assumiu e manteve a qualidade; outro destaque vai para Trajes Fatais, que foi portado para uma nova engine e agora se assemelha mais a um jogo de luta tradicional.

Esse “corredor indie” foi ótimo pois havia espaço para jogar e sem filas, ainda que fossem jogos betas e pouco conhecidos, vi que até mesmo a garotada presente estava se divertindo bastante. Tive a oportunidade de conversar com alguns desenvolvedores e fiquei feliz de ver como eles estavam empolgados em mostrar seu produto.

Merchandising e comidinhas


Esse tipo de evento grande tem como característica principal o preço elevado de TUDO, principalmente de comida, não é mesmo?

Bem, de fato haviam coisas caras, principalmente em lanchonetes como Bob’s, que estava cobrando o dobro do preço por cada lanche, ainda que os mesmos fossem versões “hot pocket“, mas fora isso, tudo tinha um preço de acordo.

Quem não quisesse gastar com comida, poderia levar lanches de casa ou comprar guloseimas no estande das Lojas Americanas, que tinha tudo que uma loja normal deles possui, e felizmente pelo mesmo preço.

Os produtos como camisas, quadros, acessórios e jogos estavam por um preço médio. Destaque para a Riachuelo, que colocou toda sua coleção “geek” (como odeio esse termo) à disposição, com preço médio de cinquenta reais por camiseta. Todas muito bonitas e confesso que deixei mais de 200 reais lá. Jogos eu infelizmente não comprei, visto que não havia nenhuma promoção que me fizesse comprar algo lá que eu não compraria se estivesse em casa.

Uma estreia do evento foram os cartões de jogos da Nintendo que, diferentemente do praticado pelas suas concorrentes, NÃO dão crédito no e-shop, mas sim códigos para os jogos em si, e pelo mesmo preço da versão física. Ou seja, era possível comprar Mario Odyssey, Zelda BotW e outros first-party da Ninty, porém por 230 reais e sem caixinha e cartucho. A vantagem talvez seja o parcelamento, mas ainda assim acredito que você encontre ofertas mais interessantes em jogos físicos no mercado paralelo.

De qualquer forma, é mais um pézinho que a Big N coloca aqui no país. Toda iniciativa, por mais simplória e não ideal que seja é bem vinda. Dê suporte SE possível.

Personalidades presentes


Nessa edição a organização resolveu chamar praticamente TODO MUNDO DA INDÚSTRIA DE GAMES (ok, exagero) pra compensar a falta de um nome de tanto peso quanto foi o Kojima no ano passado.

Dentre os presentes, deixo alguns destaques como:

Cory Barlog, diretor de God of War (2018);
Fumito Ueda, diretor de Ico, Shadow of the Colossus e The Last Guardian;
Katsuhiro Harada, diretor da série Tekken;
Yoshinori Ono, diretor da série Street Fighter;
Charles Martinet, voz original do Mario (que eu tirei fotinha e autografei meio jogo!)

Todos eles deram autógrafos, mas alguns, por exigência da organização, só tiraram fotos. Todos foram bastante solícitos e pareciam estar muito felizes com a empolgação do público. A química entre todos era clara e tudo fluiu naturalmente nessas filas, sem problemas e muita alegria de modo geral de ambas as partes.

Conclusão

A Brasil Game Show é realmente uma ótima experiência pra todos que gostam de vídeo game. A energia geral, a quantidade de cosplays, famílias e o encontro de amigos que moram longe é muito legal de presenciar e participar.

É possível jogar muita coisa, desde que você se planeje antecipadamente pra não ficar perdido igual uma galinha, rodando entre estandes sem saber exatamente o que fazer.

Existiram pouquíssimos pontos negativos (pelo menos pra mim) e acredito que, de modo geral, essa seja a impressão de todos que acompanharam o evento.

Espero que ano que vem seja tão bom quanto esse ano!

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Com um pouco de atraso venho dizer minhas impressões sobre o primeiro evento exclusivo de games que fui, a GameXP.

Sim, eu sei que é uma vergonha, mas não é sempre que tem eventos de grande porte no Rio de Janeiro, ainda mais voltado para video games.

A GameXP é derivada de uma área de mesmo nome que costuma existir nos Rock in Rio mais recentes, evento este que dispensa apresentações.

Dessa vez, foi utilizado o Parque Olímpico, área na Barra da Tijuca projetada para os Jogos Olímpicos de 2016. Das áreas ocupadas pelo evento, tivemos grande parte do pátio externo, a arena de basquete e o hipódromo (se não me engano). Os dois últimos cobertos e com ar condicionado.

Infelizmente, só pude ir em um dia (no sábado), então falarei das atrações que vi e a impressão geral minha sobre o evento.

Localização e Segurança


Primeiramente, pra quem não conhece o Rio, saiba que a Barra da Tijuca é o único local da cidade com espaço suficiente desse tamanho e que não fica inacessível pra todo mundo do município. Quero dizer, pra quem é da zona norte (como EU), fica longe até mesmo de carro, mas o transporte público da cidade é todo voltado pra te dar caminhos para chegar na Barra, de forma que em pouco mais de uma hora eu estava lá.

Como era de se esperar, a fila era grande, porém pra minha surpresa, em menos de 10 minutos todos foram colocados pra dentro. A revista na entrada era dividida por sexo, mas infelizmente não eram todos os seguranças que revistavam todo mundo.

Eu mesmo passei só com uma olhada do segurança e se eu ou qualquer um alinhamento quiséssemos fazer uma chacina, ficaria fácil demais. Dada a violência no mundo e no Rio de Janeiro, me pareceu falta de treinamento desse pessoal, talvez em um intuito de diminuir o tempo da fila.

Atrações


Após a entrada, você se depara com aquele “momento parque aquático” onde você não sabe exatamente o que fazer. De cara havia um pequeno circuito de kart com temática de Crash Bandicoot. Seria esse um possível preview do remake de Crash Team Racing?

Mais a frente havia um trailer azul da marca PlayStation, onde era possível testar alguns jogos. Infelizmente, todos os três jogos já haviam sido lançados no dia do evento, tornando a ideia pouco interessante, a menos que você não tivesse outra forma de jogá-los. Um dos brindes do trailer (aliás, esse era o único lugar onde era possível ganhar algo) era um óculos de sol azul com o símbolo do PlayStation.

No dia em que fui – terceiro dia de evento – o mesmo já havia esgotado. A solução que eles arranjaram foi dar pôsteres (lol), porém não sem antes preencher um questionário E postar algo no Instagram com a hashtag deles.

Fora isso, haviam alguns props enormes de Clash Royale, incluindo um pequeno jogo de acertar os alvos, mais voltado para os pequenos.

Na parte interna, tivemos a maior parte das atrações, com algumas palestras sem tema e horários definidos. Na verdade, todas as atrações de convidados foram pouco ou nada divulgadas. Alguns convidados como o Luciano Amaral e o Tiago Leifert estiveram presentes para pequenos talks, mas a maioria dos presentes descobriu tudo na hora do evento.

Os jogos


Em um evento de jogos, o que se espera? Isso mesmo, GAMES!

Realmente foi uma feira bem servida nesse quesito, com atrações como Forza, Mario Kart 8 Deluxe, Mortal Kombat X, PES2018, entre outros. Como era um evento focado no público geral, não houveram torneios (pelo menos não no dia que eu fui e para esses jogos citados). Era tudo um grande “fica uma hora nessa fila pra jogar uma partida”.

Confesso que não tenho muito saco pra fila e enfrentei poucas, uma para o MK8D – pra jogar no telão – e outra pequena para jogar a demo do remake de Spyro the Dragon. Todas as estações com console funcionaram perfeitamente e em momento algum tivemos falhas técnicas, seja de equipamento ou de energia elétrica, que são coisas comuns nesse tipo de evento.

Não haviam grandes estandes, o que pra mim deixou claro que a organização e os anunciantes trataram a GameXP como um parque de diversões, ao invés de uma feira pra divulgar seus produtos. A Xbox parecia, como sempre, a mais empenhada em trazer seus produtos. Incrivelmente, havia grande destaque para a Nintendo, mas totalmente focado em Mario Kart. Além do telão com o jogo, havia um estande menor com piso de lâmpadas coloridas, simulando a rainbow road, com um kart do Mario em tamanho real para exposição.

Além disso, os crachás eram tematizados com os personagens do jogo. Ao meu ver, me pareceu obviamente um licenciamento da marca, já que a Nintendo não mantém atualmente nenhuma operação em território nacional. Ainda assim, foi bonito ver material oficial dela por aqui.

Merchandising e alimentação


Acredito que esse tenha sido o ponto mais baixo do evento. Existia apenas uma lojinha vendendo produtos, mas tudo se limitou a camisetas de anime (?) trazidas pela loja MundoGeek.

A mesma loja vendia os clássicos hambúrgueres de microondas a preços absurdos, chegando a cobrar mais de 20 reais em um lanche vagabundo com Coca. Mais a frente tinhamos os já famigerados food trucks, também overpriced. Infelizmente essa é a realidade desses eventos e não pareceu muito diferente de tudo que já rola em situações similares onde não é possível sair pra comprar comida fora.

Também havia pouca cobertura pra fugir do sol escaldante. Houve um momento onde não era mais possível entrar nas áreas com ar condicionado devido a lotação, então o jeito foi se refrescar nas torneiras do banheiro.

Conclusão

Por tudo lido acima, acredito que consegui passar a ideia de que não fiquei satisfeito com o custo-benefício de ir à GameXP. Com o preço exorbitante de 140 reais por dia (eu paguei meia-entrada), esperava mais. Passei mais tempo em filas e os jogos não eram novidade.

Fica difícil recomendar o evento para país que desejam levar seus filhos, pois um dia inteiro lá foi bastante cansativos e sem o retorno de satisfação esperado.

Infelizmente o Rio de Janeiro passa por grandes problemas e isso afasta as empresas, mas se for pra fazer nessas condições onde o público é cobrado caro pra aproveitar bem pouco, é melhor guardar um dinheirinho a mais e ir para a BGS.

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Naruto Online | Cobertura do Evento de lançamento https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/07/02/naruto-online-cobertura-do-evento/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/07/02/naruto-online-cobertura-do-evento/#respond Sat, 02 Jul 2016 03:03:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/07/02/naruto-online-o-mmorpg-que-faltava-para/ O jogo Naruto Online foi lançado totalmente em português algumas semanas atrás no Brasil, e em comemoração ao lançamento foi realizado uma festa, na qual eu – Pasmem – fui um dos convidados. Não conseguiria transcrever aqui o quão surpreso e feliz fiquei com o convite, mas faço questão de agradecer ao Greg da FD […]

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O jogo Naruto Online foi lançado totalmente em português algumas semanas atrás no Brasil, e em comemoração ao lançamento foi realizado uma festa, na qual eu – Pasmem – fui um dos convidados.

Não conseguiria transcrever aqui o quão surpreso e feliz fiquei com o convite, mas faço questão de agradecer ao Greg da FD Comunições pela oportunidade de participar: Obrigado, de coração.

Certo, mas de nada adianta ir a uma festa de lançamento de um jogo e não ter qualquer ideia do que se trata, ou seja, ir até lá apenas para beber sem ao menos conhecer o jogo é no mínimo chato e desrespeitoso ao meu ver.

Preparação para o evento

Fui correndo criar uma conta no site e passei a jogar este MMORPG  para entender melhor o que nos está sendo entregue aos fãs. E apesar de eu não ser um amante de jogos online, algumas horas de jogatina foram o suficiente para admitir que Naruto Online é um jogo bem agradável de se jogar.

A primeira vista você nota o cuidado por parte da desenvolvedora, Oasis Games, na hora de transpor os personagens e manter as características que tornam o anime tão famoso e amado. Certamente você deve se perguntar: Mas jogamos com o Naruto?

A resposta é sim, você joga com o Naruto, mas não é sempre que o controlará por todo o cenário.

O autor e criador de Naruto, Masashi Kishimoto, criou cincos novos personagens exclusivamente para o jogo, então você escolhe um deles e começa a atuar como um coadjuvante sem interferir nos eventos, na realidade você é o cara que dá aquela força e não é citados nos créditos finais.

Naruto Online
Da esquerda para direita: Lâmina das Trevas, Dançarina dos Ventos, Olho das Chamas, Punho de Pedra e Garra das Águas. – Reprodução/ Oasis Games

Conheçam alguns dos personagens inéditos

Lâmina das Trevas: Utiliza de ninjútsu estilo relâmpago e espada, o que torna comum ele utilizar golpes semelhantes ao famoso Chidori do Kakashi e Sasuke.

Dançarina dos Ventos: Essa garota é capaz de utilizar de ninjútsu de ventos e criar o grande rasengan, sim, aquele famoso golpe do Naruto.

Olho das Chamas: É o personagem que estou utilizando e sinceramente, meu favorito, pois utiliza de jutsus de fogo. Quando se tem o Sasuke no grupo dá para criar combos que tiram muita energia e afeta grupos em um só ataque.

Punho de Pedra: É um personagem sua habilidade principal é o taijutsu, que no caso é combate corpo-a-corpo. Consegue ser bem forte e possui jutsu que fortalece o ataque do parceiro.

Garra das Águas: Personagem que utiliza de ninjútsu estilo água e cura, o que a torna uma ótima suporte. Também consegue absorver o chakra dos inimigos com seus jutsus, o que ajuda muito em momentos de tensão.

Além dos novos personagens você pode habilitar MUITOS personagens que deram as caras durante todo o anime.

A medida que você avança e encara desafios você os desbloqueia e pode incluir em seu grupo, mas não se empolgue porque há limites de personagens no grupo, então escolha sabiamente aquele que oferece melhor combinações com seus ataques.

Naruto Online
Reprodução/ Oasis Games

Impressão

Durante as partidas você também encontrará inimigos genéricos pelo caminho ou seja, eles são iguais, diferenciados apenas no caso de chefes e subchefes ou quando o inimigo é alguém que tenha participado do anime. Não é nada que atrapalhe ou que faça você jogar o PC no chão.

Há um sistema de melhorias também, o que no caso é comum do gênero, mas aqui está mais simplificado, assim até mesmo que está se aventurando pela primeira vez vai conseguir se sair bem.

Uma das coisas que me agradou em todo o jogo foi a velocidade das batalhas, que são rápidas e colabora para que o  jogo não se torne enjoativo. Temos também as cenas de anime que dão uma cara diferente ao jogo. Enfrentar o Haku e rever o Naruto liberando parte do poder da Kyuubi pela primeira vez é sensacional.

Ansioso para jogar?

Pois saiba que Naruto Online é um jogo gratuito e pode ser jogado via navegador ou você pode simplesmente baixar o launcher no site e executa-lo direto do seu desktop. O jogo também roda muito rapidamente via navegador, então se você não está afim de jogar via navegador, basta fazer o download e divertir-se.

Reprodução/ Oasis Games

Como foi a festa de lançamento

Na festa de lançamento pudemos conhecer mais sobre o jogo e ouvir o diretor de marketing da Oasis Games, Jason Mao, o responsável por trazer o jogo ao Brasil.

No local era havia vários PCs para que os convidados pudesse jogar o game, caso não o tivesse feito antes. Também rolou um show com algumas figuras conhecidas do meio, como Ricardo Cruz, que cantou algumas musicas da abertura do anime.

Essa foi minha primeira vez em uma festa de lançamento de jogos, e como sou caipira, optei por não ir sozinho mas sim acompanhado do meu primo. O que rendeu uma boa história, afinal, fomos até o evento em uma perua. Eu fico pensando na cara dos seguranças nos vendo chegar ao local, depois de vários outros convidados chegando em carros menos modestos.

Lá dentro do evento enquanto conhecíamos o local, topei com algumas pessoas da imprensa gamer, como o editor da ROX, Humberto Martinez, que é uma pessoa que admiro desde moleque por conta dos seus textos na revista Gamer. Infelizmente não tive coragem de abordá-lo, porque a timidez não permitiu.

Também estava lá o Luciano Amaral do programa Mok da PlayTV e os irmãos Ribas do canal Game Over. Diabos, o texto tá começando a parecer aquelas cobertura de famosos.

Esses foram alguns dos rostos que reconheci. Também tinha um cara do Omelete que eu não conhecia, Jefferson Kayo, que foi bem simpático quando meu primo o abordou.

Como disse antes, infelizmente minha timidez não colaborou para o meu contato com muita gente ali, até porque era uma festa e foi a primeira vez que frequentei um evento onde pessoas que admiro estão lá tão informalmente.

Bem, a festa foi ótima e me diverti muito andando para lá e para cá e jogando Naruto Online. Posso dizer que foi uma ótima experiência. Abaixo você confere algumas fotos que tirei durante a festa.

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