Arquivos William Birkin - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/william-birkin/ Um pouco de tudo na medida certa Wed, 02 Feb 2022 14:29:55 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos William Birkin - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/william-birkin/ 32 32 Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City | Vale a pena? https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/02/02/bem-vindo-a-raccoon-city/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/02/02/bem-vindo-a-raccoon-city/#comments Wed, 02 Feb 2022 14:29:55 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=10087 Eu não gostei de Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City. Quem acompanha o site sabe que sou um ferrenho critico da franquia liderada por Paul W.S. Anderson. Logo estava animado com a ideia de uma adaptação que sustentava o marketing em oferecer uma experiência mais próxima dos jogos. Só que isso não aconteceu. Claro, visualmente […]

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Eu não gostei de Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City. Quem acompanha o site sabe que sou um ferrenho critico da franquia liderada por Paul W.S. Anderson.

Logo estava animado com a ideia de uma adaptação que sustentava o marketing em oferecer uma experiência mais próxima dos jogos. Só que isso não aconteceu. Claro, visualmente ele se atem a vestimenta, localizações e acaba por ai.

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O filme é uma bagunça desenfreada, sem qualquer coesão no roteiro e com diálogos no mínimo pavorosos. Eu cheguei a sentir uma baita vergonha alheia durante o diálogo do chefe Irons para os S.T.A.R.S, lá pelo meio do filme.

Destaco que Isso é algo que me incomodou muito, porque durante todo o filme você tem diálogos e cenas que não agregam NADA a trama. Não desenvolve nada, não leva a lugar nenhum.

Mas e o resto? Tem easter eggs de diversas coisas relacionadas ao game. UAU…

Reprodução/  Internet

AS CENAS DE AÇÃO

Bem-Vindo a Raccoon City mescla Resident Evil 1 e 2, o que nos leva até a icônica Mansão Spencer, onde os S.T.A.R.S resolvem abandonar a cidade de Raccoon na merda porque sim, o chefe Irons mandou.

Nesse trecho há uma cena onde Chris enfrenta hordas de zumbis que se teletransportam no escuro – Sério, é tão ridícula essa cena que eu cheguei a rir. Eu raramente reclamo de questões técnicas em um filme, mas vou me arriscar quanto ao corte de cenas que simplesmente não funciona nesse trecho.

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Também temos uma cena, mas essa é de volta a cidade, onde um caminhão explode e vemos um zumbi em chamas entrando no hall da delegacia enquanto o Leon tá tirando uma soneca.

Percebam que nem entrei no mérito de caracterização dos personagens, porque esse é o menor dos problemas em um filme com roteiro ruim e cenas de ação ruins.

Sustos? Inexistentes.

Bem-Vindo a Raccoon City
Reprodução/  Internet

Conclusão

Não me entendam mal, não é de hoje que temos péssimas adaptações. Eu até me divirto com os dois primeiros filmes da horrorosa franquia da Alice, mas quando você não consegue levar o telespectador a lugar nenhum, isso é um problema.

Talvez, se tivessem focado em desenvolver somente a história do primeiro filme, mesmo que com um baixo orçamento talvez funcionasse. O CGI precário nem foi um problema pra mim que adoro filme trash, mas o desenvolvimento e roteiro que são um monte de nada.

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É só um emaranhado de fanservice barato e péssimas atuações. Destaque para o vilão que não tem profundidade alguma e ainda inventaram uma conexão com Chris e a Claire, mas que não faz diferença alguma para a trama.

É isso, não vou me estender. Não recomendo, mas se tiver coragem, assista e tirem suas conclusões

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Hoje resolvi trazer algo diferente, graças ao vídeo em homenagem ao dia dos pais, que meu amigo Vigia em conjunto do Issui produziram. O teor do vídeo realmente mexeu comigo, por isso me motivou a querer contar um pouco da minha relação com meu pai e os jogos.

Uma das coisas que devo dizer é que os jogos chegaram em minha vida ainda muito cedo, sendo que o primeiro console no qual tive contato foi o Master System, alias, eu já falei sobre isso: O Primeiro Console a Gente Nunca Esquece!.

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Nessa época meu pai até chegou a jogar Master System algumas vezes com meu tio e meu irmão, mas as coisas ficaram bacanas mesmo quando ele comprou o Super Nintendo em umas 500x. Sério, eu não lembro em quantas vezes ele parcelou o console, mas parecia que foram em anos, pois, de vez em quando reclamava que não terminava nunca de pagar.

Bem, o console acompanhava o Super Mario World, o que tornou as nossas noites em família muito mais divertidas. Uma pena que depois ele conheceu o International Super Star Soccer e o vício tomou conta dele, mas durou só até o tempo do meu velho descobrir os belíssimos gráficos 3D do jogo Resident Evil.

Meu pai e seu vicio em Resident Evil

Meu pai ficou extasiado naquele momento. Recordo que havíamos ido a locadora para pegar alguns jogos e ficamos uns 40 minutos assistindo um rapaz jogando Resident Evil. O rapaz até mesmo cedeu os controles para eu jogar aquele jogo super realista. Lembro de ter ficado confuso com a movimentação e entrar diversas vezes no menu do jogo, mas em meu inconsciente eu gritava: SANTA MÃE DE DEUS!! QUE JOGO MAIS LOUCO!! PAI VOCÊ PRECISA COMPRAR.

Saímos de lá conversando sobre o quão maravilhoso e potente aquele console era e porque devíamos comprar o quanto antes. Meses se passaram até que finalmente meu pai comprou o PlayStation. O console tinha apenas o disco de demo de jogos, mas não impedíamos de jogarmos por horas Cool Boarders, Crash Bandicoot 2 ou Star Wars Masters of Tera Kasi.

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Tempos depois, durante uma compra de alguma coisa nas Lojas CEM, meu pai comentou a respeito do magnífico console que tínhamos em casa e na falta de jogos, visto que apenas alugávamos. Eu não tenho ideia de como ele entrou nesse assunto com o vendedor, mas o vendedor disse que vendia jogos alternativos e que poderia pegar os jogos que meu pai quisesse.

Meus olhos brilharam naquele momento!

Algumas semanas depois tínhamos o Resident Evil e Resident Evil 2 em nossa casa, além de outros que não recordo – Pow, to velho, a memoria não ajuda mais.

Passamos meses jogando Resident Evil, todos nós eramos o suporte na hora das jogatinas. Minha mãe preparava tudo antecipado para que durante a noite nós pudéssemos ver meu pai jogar.

Isso me lembro um sábado em que ele começou a jogar por volta das 9:00 da manhã e varou o dia, sendo que por volta das 22:00 e alguma coisa, eu me deitei no sofá para assisti-lo jogar, mas dormi. Acordei as 6 da manhã e lá estava ele orgulhoso por ter avançado no jogo sem ajuda de revistas – Mal sabia ele que minha mãe acordaria e daria aquele esporro por ele dar mal exemplo.

O interessante é que eu morro de medo desde aquele tempo, apesar de jogar com ele, eu sempre tive pavor, mas adorava auxiliá-lo durante sua jornada. Meu velho chegou a travar de nervoso na fase de enfrentar a cobra. Minha mãe gargalhava, mas sempre o incentivamos a continuar.

Depois de muito sofrimento ele conclui a campanha do Resident Evil com a Jill, mas agora tínhamos o desafio de terminar Resident Evil 2.

Meu pai e seu vicio em Resident Evil

Resident Evil 2 foi um dos jogos que eu o bundão joguei muito, mas as jogatinas do meu pai foram as melhores. Nosso primeiro contato com esse jogo antes de comprá-lo foi através da versão japonesa: Biohazard 2.

Era divertido, pois não tínhamos memory card, então fazíamos tudo em uma jogada só e torcendo para não ser morto por qualquer zumbi. Estávamos orgulhosos de avançar tanto sem morrer. Bem, isso mudou ao chegarmos nos esgotos com o Leon.

O crocodilo gigante atacava o Leon, mas quando corríamos para ativar o cilindro de gás, a tela mudava e surgia uma mensagem em japonês. Meu velho surtou naquele momento. Acreditávamos que pudesse ter sido algum outro problema e refizemos a jogatinas mais duas vezes e sempre o mesmo problemas. Naquele dia percebemos que o memory card era imprescindível.

Semanas se passaram e meu pai já havia comprado a versão alternativa americana. Jogava praticamente todos os dias. Família sempre se reunindo durante a noite para as jogatinas, enquanto meu pai ainda perdia noites de sono para progredir no jogo. Em pouco tempo ele terminou os dois cenários de cada personagem e desbloqueou o extra HUNK.

Eu o admirei por um bom tempo pelo feito de concluir os Resident Evil. Achava o máximo ter um pai que jogava vídeo games conosco e conversava a respeito das transformações do William Birkin. Apesar dele ser babaca as vezes e nos proibir de mexer no console ou ficar jogar PES. As vezes até levava o cabo de força para o trabalho ¬¬

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Acredito que muito do meu amor pelo PlayStation esteja ligado ao fato de ter sido uma das fases em que meu pai mais jogou ao lado do meu irmão e eu. Hoje aos 31 eu sinto um pouco de falta dessa proximidade que o vídeo game havia nos proporcionado naquele tempo.

Bem, é isso, espero que tenham apreciado esse fragmento do meu passado envolvendo meu pai. O texto ficou um pouco corrido, mas acho que consegui transmitir um pouco da nostalgia que o dia de hoje está me proporcionando.

FELIZ DIA DOS PAIS!

Abaixo vocês conferem o vídeo do Especial do dia dos Pais:

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