Arquivos Warthog - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/warthog/ Um pouco de tudo na medida certa Fri, 13 Jan 2023 13:43:56 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Warthog - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/warthog/ 32 32 O que eu joguei em 2017 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/01/10/o-que-eu-joguei-em-2017-xbox-one/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/01/10/o-que-eu-joguei-em-2017-xbox-one/#respond Wed, 10 Jan 2018 10:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/01/10/o-que-eu-joguei-em-2017/ Lá se foi 2017, um ano relativamente hardcore para muita gente, mas cá estamos novamente, pelo quinto ano consecutivo, participando de um dos memes mais divertidos de fim de ano. Diferente do último ao, dessa vez estamos publicando nossas jogatinas no mês de Janeiro. O que dizer de 2017, além do fato de que foi […]

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Lá se foi 2017, um ano relativamente hardcore para muita gente, mas cá estamos novamente, pelo quinto ano consecutivo, participando de um dos memes mais divertidos de fim de ano.

Diferente do último ao, dessa vez estamos publicando nossas jogatinas no mês de Janeiro.

O que dizer de 2017, além do fato de que foi um dos anos que mais joguei, principalmente pelo fato de estar desempregado. Oras, sobrou algum tempo entre mudanças e outros deveres, assim pude me dedicar um pouco mais as jogatinas.

Claro, não tenho intenção de colocar tudo que joguei, por razões de que algumas jogatinas acabam sendo abandonadas, então vou me restringir aos que terminei ao longo do ano e algumas menções honrosas.

Então pegue o seu overcharger e bora conferir!

Sunset Overdrive

Xbox One
Sunset Overdrive é um dos jogos que citei durante o meme do ano passado, porem, eu ainda não havia o terminado. Hoje eu posso dizer que é um dos jogos mais divertidos que joguei durante o ano. Possui um final que sem dúvida vai marcar você.

É um dos jogos mais incríveis que joguei, não só pela mecânica que mescla plataforma com tiroteio (Lembrando vagamente ReCore) como pelo fato de que o humor empregado aqui é insano. Posso dizer que mesmo não gostando de ir atrás de conquistas, ainda retorno a Sunset City só para explorar e matar Od’s.

LEIAM – Sunset Overdrive | Uma insanidade regada a Overcharger

O que me rendeu até o momento umas 60 e poucas horas de jogatina.

Infelizmente o jogo não está disponível para PCs (até o presente momento), então se você tem um Xbox One e tá afim de pegar o jogo (Que vira e mexe tá por 49 conto) não pense duas vezes, pegue. Ele foge totalmente do padrão filmeco entupido de quick time events de hoje em dia.

Broken Age

Xbox One

Broken Age foi o jogo que me fez repensar o gênero point-and-click, que simplesmente abominava. Eu ainda não posso dizer que gostaria de zerar todo o jogo do tipo que surgir em minha frente, mas posso dizer me fez compreender um pouco a razão pelo qual o gênero ainda é querido por uma parcela dos gamers.

A história de Broken Age é muito bacana, e a ideia de controlarmos dois personagens com a possibilidade de mudar a qualquer momento me surpreendeu.

LEIAM – Broken Age | Naves, monstros e árvores falantes 

Além de contar com uma trilha sonora magnifica, ainda tem uma arte quem linda; Oh, tem a dublagem também que é fantástica. Só o puzzle final que me fez chorar um pouco, mas de resto é um jogo que vale muito a pena, principalmente se você assim como eu nunca havia jogado nada do Tim Schaffer.

Ah, não poderia deixar de agradecer ao meu amigo Thiago do site Portallos, que foi quem forneceu o jogo para que eu jogasse e escrevesse a respeito. Alias, é um excelente site, não digo por ser meu amigo e sim porque a qualidade dos artigos são ótimas.

Visitem-o e diga que o Woo mandou um “Oi”.

FALLOUT 4

Xbox One

Eu adoro Fallout New Vegas, mas com o acesso aos jogos da nova geração, Fallout 4 era basicamente um título obrigatório pra eu jogar. É, posso dizer que abandonei muitos jogo só para me dedicar totalmente a jogatina dessa coisa linda – Até porque peguei o jogo emprestado com meu amigo, Matheus.

Oi, Matheus, brigadão!!

O difícil foi me segurar pra não entrar em uma espiral sem fim de sidequest’s, mas consegui superar a tentação. Foram mais de 100 horas jogadas pra realizar os finais de todas as facções (descobri posteriormente que os Minuteman possuíam um final, maldição) e coletar todos os bubbleheads.

É, de certo modo eu me orgulhei por esse feito.

Ah, sem contar o fato de que há power armor espalhadas pelo mapa, o que me fazia vasculhar cada canto do mapa atrás de reatores nucleares, por mais que fosse fácil encontrá-los, nunca era o suficiente. Eu queria ter garantias que poderia andar por ai sem me preocupar com isso.

Bem, tudo isso foi o suficiente para querer me distanciar por um tempo do título. É, eu não tenho autocontrole. Por sinal, eu esqueci de escrever sobre o jogo porque logo depois fiquei sem internet, então esse ano vai pipocar artigo.

Diablo III: Reaper of Souls

Xbox One

Diablo III: Reaper of Souls é um dos jogos que terminei durante um final de semana que ele ficou gratuito, alias, essa é uma das coisas mais legais dessa nova geração: Finais de semanas gratuitos de alguns jogos.

Se você é tão duro quanto eu (financeiramente falando), certamente entende as vantagens de jogar títulos gratuitos.

No meu caso, eu pude zerar Diablo III em um único final de semana, até eu fiquei surpreso, porque simplesmente fiquei viciado no negócio.Terminei apenas a campanha básica e joguei um pouco da expansão Reaper of Souls, que achei bem sem sal ou qualquer condimento. Foi muito divertido, porque não jogava Diablo desde 2012, onde brinquei um pouco com Diablo II.

O meu amigo Vigia me explicou o funcionamento do jogo, então agora olho para Diablo com um certo carinho. Em qualquer promoção ele será comprado, isso depois de pegar outros a frente dele.

Por que a surpresa? Eu disso que sou um duro!

HALO

Xbox One

HALO foi uma das surpresas que tive durante o ano de 2017. Mudou totalmente a ideia que tinha a cerca da franquia e me fez querer entender mais do universo que Master Chief está inserido.

Foi muito divertido e frustrante em alguns momentos, especificamente aqueles em que precisei utilizar do Warthog, veiculo do game. Pelas barbas do Batman, era horrível controlar aquele veículo. Admiro qualquer pessoa que consiga manusear facilmente aquele tróço.

LEIAM – HALO | Muito mais do que apenas um FPS

Fora esse detalhe é excelente e recomendo vivamente que qualquer um que não jogou experimente. O desafio que o jogo oferece é alto, mesmo no modo normal, então prepare-se pra xingar muito em determinados momentos.

TOMB RAIDER (2013)

Xbox One

Esse reboot de Tomb Raider eu havia concluído lá na época do lançamento (2013), jogando junto com meu irmão.

Quando peguei o Xone, a edição definitiva veio junto com ele, então decidi re-jogar. Posso afirmar que passei a gostar ainda mais do jogo, até mais do que o Rise of the Tomb Raider, que apesar de ser muito bom e possuir melhorias, não replicou o mesmo charme que desse primeiro título.

LEIAM – Rise of The Tomb Raider | Lara está de volta

Claro, sei que é tudo uma questão de gosto pessoal, não há problema algum você preferir a franquia clássica, seja por saudosismo ou paixão mesmo, tá OK. Aqui, o que me conquistou foi a maneira como a personagem se desenvolve ao longo da trama, assim trazendo uma profundidade muito maior para a Lara Croft.

Então se você não jogou essa belezura, corra atrás que vale a pena.

Fable III

Xbox One
Fable III foi um dos primeiros títulos que joguei da franquia até o final, apesar de um rápido contato no PC, que eu não tinha dado muita bola.

O jogo é incrível, me surpreendeu muito o fato de que mesmo utilizando mecânicas pouco convencionais, ele ainda consegue ser tão acima da média do que temos hoje em dia no mercado.

LEIAM – FABLE III | Uma Jornada Inesquecível

O enredo é simples, mas construído de um modo que realmente prende a atenção do jogador. Sem contar as inúmeras sidequest’s a disposição do jogador, que são divertidíssimas.

Claro, obviamente ele não é perfeito e suas mecânicas podem afastar uma grande quantidade de pessoas, o que é uma pena. Pra mim esse lista como um dos melhores que joguei ano passado.

Aritana e a Pena da Harpia

Xbox One

Aritana e a Pena da Harpia era um jogo brinquei um pouco e nunca terminei, estava a algum tempo parado em minha conta Steam, mas com o anúncio do Aritana 2, pensei que seria legal divulgar esse excelente indie game brasileiro com gameplays.

Foi uma tarefa árdua, mas eu consegui terminar o jogo e tenho tudo armazenado no canal.

Eu tenho um certo orgulho do meu feito, apesar de não ser grande coisa, mas o jogo é divertido e tão desafiador que valeu a pena gravar as partidas. Sério, o jogo possui algumas áreas que são brutais, exigindo que você fique familiarizado com os controles, que fogem dos comandos que estamos acostumados. Por exemplo; você salta com o gatilho de defesa ao invés dos comuns X ou A.

Talvez esse seja um dos maiores desafios, pelo menos eu li alguns comentários de pessoas que desistiram do jogo por causa do controle. O que é uma pena. Por outro lado o jogo não é focado no combate e sim nos desafios durante a fase. Onde é preciso realizar combos enquanto ataca para alcançar plataformas e áreas. Bem, quem ainda não jogou, prepare-se para morrer muito.

CONCLUÍNDO

Bem, esse foram todos os jogos que terminei ao longo de 2017. Não foram tantos, mas são títulos que peguei firme e fui até o final, enquanto outros, por algum motivo não os terminei. Cheguei a cogitar de colocá-los na lista como menções, mas achei que estaria enchendo muita linguiça. Prefiro colocá-los na lista do meme do ano que vem, muito mais prático.

De qualquer modo é sempre legal participar desse meme e conferir o que os demais amigos e colegas estiveram jogando. Alias, vocês podem conferir clicando nos links abaixo, deem um pulo lá!

Espero que tenham gostado. Desejo a todos um excelente ano novo, e que 2018 possa ser um ano melhor do que 2017!!

Blog Desocupado [Paulo Victor]—————— http://des-ocupado.blogspot.com.br
Blog MarvoxBrasil [Marvox]———————— http://marvoxbrasil.wordpress.com
Gamer Caduco [Caduco]————————— http://gamercaduco.com
Gamerníaco [Eduardo Farnezi]——————- http://gamerniaco.wordpress.com
GebirgeBR [Gebirge]——————————- www.youtube.com/GebirgeBR
Jogatinas Saudáveis [Rodrigo Vigia]————- www.youtube.com/vigiabr
Jornada Gamer [UsoppBR]———————— http://alvanista.com/nostallgiabr
Locadora Resident Ivo [Ivo Ornelas]————- www.locadoraresidentivo.com
Old Magus Pub [Lucas Vinicio]——————– http://oldmaguspub.blogspot.com.br
QG Master [Marcos Vieira Machado]———— http://qgmaster.blogspot.com.br
RetroPlayers [Sabat]——————————- www.retroplayers.com.br
U-8Bits [Ulisses 8 Bits]—————————- http://ulisses8bits.blogspot.com.br
Vão Jogar! [Rafael “Tchulanguero” Paes]—— https://vaojogar.com.br
Vão Jogar! [Rodrigo Borges]———————- http://vaojogar.com.br
Vão Jogar! [Somari]——————————– https://vaojogar.com.br
Vão Jogar! [sucodelarAngela]——————– http://vaojogar.com.br
Videogames com Cerveja [Felipe B. Barbosa]— www.vgscomcerveja.com.br

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HALO | Mais do que apenas um FPS https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/10/26/halo-mais-do-que-apenas-um-fps/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/10/26/halo-mais-do-que-apenas-um-fps/#comments Thu, 26 Oct 2017 13:22:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/10/26/halo-muito-mais-do-que-apenas-um-fps/ Meu primeiro contato com HALO ocorreu lá em 2005. Foi um dos primeiros jogos que instalei em meu PC – que rodava muitos jogos graças a Geforce de 512Mb – Na época eu até que gostei do jogo. A ideia de controlar um soldado robótico contra hordas dos alienígenas mais feios que eu já tinha […]

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Meu primeiro contato com HALO ocorreu lá em 2005. Foi um dos primeiros jogos que instalei em meu PC – que rodava muitos jogos graças a Geforce de 512Mb – Na época eu até que gostei do jogo. A ideia de controlar um soldado robótico contra hordas dos alienígenas mais feios que eu já tinha visto era interessante.

É, eu sei que estava enganado, mas por um tempo foi o que sabia a cerca de HALO. O meu inglês não ajudava naquele tempo.

Ao longo dos anos acabei deixando de lado todos os jogos da franquia, principalmente pelas criticas que ouvia a respeito. Mas desde que comprei  um Xbox One, decidi que deveria dar uma nova oportunidade a essa franquia tão famosa da Microsoft, então comprei a coletânea HALO: The Master Chief Collection, que é uma coletânea com os quatros jogos da franquia remasterizados.

LEIAM – FABLE III | Uma jornada inesquecível

Depois de jogar o primeiro jogo da franquia do inicio ao fim. Eu finalmente posso opinar sobre o que achei desse jogo tão criticado por uns e amados por outros. Olha, posso dizer que muito do que ouvi a respeito do jogo caiu por terra – É como sempre digo, não importa o quão bom ou mal digam sobre determinado titulo: JOGUE!

Só assim você realmente vai descobrir se um determinado jogo é bom ou não.

HALO: The Master Chief Collection

HALO

HALO nos coloca no comando de Master Chief, um super soldado que estava em estado criogênico por algum motivo que desconhecemos, mas que teve de ser acordado as pressas devido a um ataque na nave que o transportava, sendo os responsáveis pelo ataque a aliança alienígena Covenant.

OK, o jogo começa com um ataque e você despertando com um péssimo humor – O que nos dá motivos de sobra para atirar em qualquer alienígena safado que encontrarmos pelo caminho.

Chief conta com uma barra de energia e um escudo recarregável que em um primeiro momento passa a impressão de que a jornada será moleza. Só que não é bem assim. A medida que você leva dano, seu escudo precisa de um tempo para recarregar, e se descarregá-lo todo, será preciso buscar alguma cobertura urgente, caso contrário vai a óbito facilmente.

Pra ajudar, os inimigos costumam andar em grupos numerosos, então a probabilidade de você tomar uma enxurrada de tiro e ir para o colo de satanás é muito grande.

O que sem dúvida acrescenta um grande desafio em HALO, que diferente do que eu pensava, não foi apenas mais um entre os diversos outros jogos do gênero FPS lançado no ano de 2001.

O universo de HALO

Nos primeiros minutos de Halo você se ver diante de apenas mais um jogo onde controlamos um soldado, a frente de uma guerra entre humanos e alienígenas. Não que isso deixe de ser verdade, só que a medida que você avança no jogo, descobrimos que a muito mais nessa guerra do que pensávamos .

Pra entenderem melhor, falarei um pouco sobre os inimigos do jogo, os Covenant. Calma, me esforçarei para não soltar nenhum spoiler que possa comprometer toda a experiência.

Descobri um pouco mais sobre os Covenants ao começar o segundo título, e achei tão interessante que decidi acrescentar essa informação aqui mesmo que esteja abordando o primeiro título. Creio que não irá afetar sua experiência ao jogar, e sim, torna-la ainda mais interessante ao mostrar um pouco mais sobre esses inimigos.

Enquanto todos nós leigos acreditávamos que os Covenants se resumiam a uma única espécie bem estranha de alienígenas, ao jogar é possível entender que Covenant são uma aliança militar teocrática. São diversas espécies de alienígenas unidos sobre uma mesma crença em uma jornada bélica.

Aqui no caso o objeto de crença dos Covenant são os “Forerunners“, uma raça super avançada que fora misteriosamente extinta, restando apenas a sua tecnologia e os HALO’s para trás como registro de vida – Tecnologia essa que foi devidamente absorvida pelos Covenants.

Oh, alienígenas religiosos! Por que eles nos atacam, Woo?

COVENANTS

Covenants acreditam que os HALO’s deixados pelos Forerunners sejam estruturas sagradas, então querem ativá-los afim de completar a profecia do seu povo. O problema é que você descobrirá ao longo do jogo que aquilo não é exatamente tão sagrado quanto aparenta.

Há uma razão para os Forerunners terem sido extintos e um motivo ainda mais obscuro para a criação de Halo. Só que os profetas, lideres dos Covenants,  tendem a eliminar qualquer herege que contrarie o entendimento que possuem sobre os HALO’s.

HALO

Em Halo existe uma variedade de inimigos e alguns deles  quando em grande número causam uma dor de cabeça tremenda, mas em compensação você tem um numero considerável de armas a sua disposição.

O que não te impede de ficar enroscado em algumas fases por falta de energia ou munição. Isso nos coloca em situações onde você se vê obrigado a criar estratégia para contornar alguns desses sufoco.

Não é só atacar

Logo ir de frente encarnando o Rambo é sempre uma péssima ideia, pois as armas possuem um recuo quando você pressiona o gatilho, fazendo com que você mate mais paredes e pedras do que os inimigos.

Dê tiros cadenciados e certeiros porque vai precisar de munição na hora de enfrentar os Caçadores (São alienígenas grandes e blindados) que podem matá-lo com apenas um tiro de rajada explosiva de plasma.

Meu primeiro contato com eles foi bem divertido, graças ao fato de que estava sem munição do rifle e meus companheiros estavam mortos. Me encontrava sozinho contra dois deles. Depois de morrer muito, resolvi pensar um pouco e acabei descobrindo um modo “fácil” de derrotá-los – Mas não vou contar aqui.

Ah, também não posso deixar de dizer que em determinado ponto da história, o ritmo do jogo muda drasticamente ao nos colocar frente a frente com um novo inimigo. O que nos leva a uma reviravolta surpreendente, pois a prioridade de eliminar os Covenants é deixada de lado e precisamos focar em apenas sobreviver e impedir que a ameaça se espalhe.

Mas será que dá pra dizer que HALO é perfeito?

Durante toda a jogatina apenas duas coisas me incomodaram: O controle do Warthog (O jipe do jogo) e as bases repetitivos.

Não me entendam mal, controlar o veiculo não é difícil e sim uma tarefa apenas frustrante, pois diferente do que estamos habituados ao controlar veículos em outros jogos, aqui você controla a mira para direcionar o Warthog. E o veiculo é primordial para você finalizar o jogo.

Por outro lado quando adentramos algumas bases, a probabilidade de você se perder por alguns minutos ou ter a sensação de que está indo para o caminho errado são grandes. Você fica com a sensação de que está sempre voltando para o mesmo lugar, o que pode frustrar algumas pessoas.

CONCLUSÃO

Eu não me considero um fã de jogos como Battlefield ou Call of Duty, que são considerado jogos de peso do gênero FPS nos dias de hoje, ainda assim consegui encontrar em HALO um jogo que prende a atenção e não te cobra técnicas monstruosa para ser terminado.

Seu enredo é muito bom e consegue se manter interessante até a sua resolução final, então por mais divertido seja ser um genocida, ainda assim você se importa com tudo o que está acontecendo a sua volta. Se  você deixou a franquia de lado por se tratar em um FPS,  fique tranquilo, você ainda vai se divertir.

CONFIRAM – Dead Space 3 do início ao fim

Depois concluir o jogo, a sensação de que você deve continuar é grande, então não demorou muito para eu decidir começar o segundo jogo e ficar surpreso com as diversas melhorias do jogo, mas isso é artigo para outro dia.

No momento o que posso dizer é joguem HALO, tenho certeza de que se você ignorou a franquia seja por preconceito ou desgosto pelo gênero FPS, ainda existe uma probabilidade de você se divertir e mudar a maneira como enxerga a franquia.

Se você possui um Xbox One, recomendo vivamente HALO: The Master Chief Collection que possui os quatros jogos remasterizados e com as mais belas cutscenes que eu já vi. Sério, são incríveis. Mas se você faz parte da comunidade retro, encare o original, vai se divertir muito.

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