Arquivos Team17 - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/team17/ Um pouco de tudo na medida certa Mon, 05 Jun 2023 15:47:05 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Team17 - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/team17/ 32 32 Killer Frequency | Entrando no ar em 3… 2… 1… https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/06/05/killer-frequency-entrando-no-ar-em-3-2-1/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/06/05/killer-frequency-entrando-no-ar-em-3-2-1/#comments Mon, 05 Jun 2023 15:47:05 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=14167 Eu sou um covarde. Qualquer coisa relacionada com terror, é capaz de fazer com que eu compre muitas calças marrons. Diabos, as casas mal assombradas de Super Mario World me assustavam quando pequeno, não tô brincando. Outra coisa que não me ajuda, é o estado atual dos jogos de terror no mainstream, onde o que […]

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Eu sou um covarde. Qualquer coisa relacionada com terror, é capaz de fazer com que eu compre muitas calças marrons. Diabos, as casas mal assombradas de Super Mario World me assustavam quando pequeno, não tô brincando. Outra coisa que não me ajuda, é o estado atual dos jogos de terror no mainstream, onde o que é promovido são basicamente jogos que apelam pra jumpscares que mais irritam do que assustam, porque mesmo pra um cagão feito eu, é possível telegrafar quando o jumpscares vai acontecer, e você só fica irritado. Existem exceções, mas essa é a regra.

Então, você já deve ter uma noção de que eu não sou a pessoa mais recomendada pra jogos que tenham foco no terror. Eu perdi as contas de quantos jogos de terror o Diogo me ofereceu pra fazer análise, desde Daymare: 1998 a outros que não posso citar por motivos. No caso esses motivos são de que eu não lembro quais eram.

Mudando um pouco de assunto, não é incomum jogos começarem como projetos em Game Jams, assim, de cabeça lembro de Evoland, que começou em uma Game Jam, e hoje está em todos os consoles (e tem uma continuação), e o Welcome Back, que analisamos aqui um tempo atrás. Podemos adicionar a essa lista o jogo de hoje, já que o core de Killer Frequency nasceu numa Game Jam, e aquela versão do jogo foi feita em duas semanas.

Só que agora, a Team17 transformou a ideia feita por alguns membros do time no tempo livre em um jogo completo, disponível para todas as plataformas.

Será que ele vale o seu tempo, ou é como muito jogo de terror, sendo um clickbait safado? Confira na nossa análise.

Reprodução: Team17

Nas ondas do rádio… Para salvar vidas!

Você está no papel de Forrest Nash, que tempos atrás era um radialista de cidade grande que tinha programas em rede nacional, mas hoje em dia foi mandado pra uma cidade no cu do mundo (Gallows Creek, cidade fictícia dos EUA) e tem que apresentar um programa no pior horário do dial (chamado de cemitério, que é basicamente a madrugada). A geração atual não teria muita noção do que significa, então vou traduzir em termos atuais. Imagina a pessoa sendo um streamer popular na Twitch, streamando das 8 as 11 da noite, só que por motivos ela tem que ir streamar no Nimo, das 4 as 7 da manhã.

Não sabe que plataforma é o Nimo? Exatamente esse o meu ponto.

Enfim, Forrest terá que apresentar um programa chamado The Scream, só que no primeiro dia de trabalho, a primeira ligação que você atende, é da Polícia, dizendo que o delegado havia sido morto e o principal suspeito era um assassino em série chamado The Whistle Man. Assim, todas as ligações pra polícia a respeito disso seriam redirecionadas para a rádio, para que ele pudesse ajudar as pessoas a não morrerem, enquanto ganha tempo para a polícia se recuperar e formular um plano pra pegar o assassino, ao mesmo tempo em que ele tenta descobrir QUEM é essa pessoa. Sim, é meio esquisito delegar o trabalho de detetive, conselheiro e negociador a um radialista, mas ei, é cidade pequena. Provavelmente boa parte dos habitantes tem parentesco querendo ou não.

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Piadas a parte, o roteiro do jogo é extremamente bem amarrado, você acaba conhecendo aquelas pessoas, que estão temendo por suas vidas, e o que eu posso dizer, sem dar muitos spoilers, é que tudo no jogo é coligado. Eu queria poder falar mais, mas se eu contar o que mais o jogo me fez sentir, eu estaria dando spoilers e estragaria a experiência. Mas o jogo tem certa fator replay, porque você pode ser o cara e salvar todo mundo, ou ser um babaca e levar as pessoas a morte enquanto transmite tudo no ar. O final do jogo em si dá umas escorregadas porque em certos fatos você tem que ter uma suspensão ENORME de descrença pra achar plausível.

Se você é fã dos slashers clássicos de Terror, o jogo vai prover uma boa quantidade de easter eggs e referências, em especial nos nomes das ruas de Gallows Creek. Não é necessariamente um ponto que vai fazer o jogo voar das prateleiras, mas um agrado a quem curte o gênero.

Killing Frequency
Reprodução: Team17

Radialista Simulator + Puzzles + Escolhas… E um pouquinho de exploração.

Sim, a jogabilidade de Killing Frequency é dividida nesses três tópicos.,, Ou quatro, mas os puzzles se encaixam com a parte de exploração. O jogo se passa quase que inteiramente na estação de rádio, com a visão em primeira pessoa. Você tem que escolher os discos, tocar ad’s, e atender telefonemas. Tudo isso enquanto troca ideias com Peggy, sua produtora, que durante o jogo você só vê a silhueta. Nos primeiros momentos, você tem certa liberdade pra fazer o que quiser pra se acostumar com os controles… Apesar de demorar um pouquinho, pelo menos nos consoles. No PC e em VR, possivelmente os controles fluam com naturalidade, já que o jogo foi originalmente projetado pra PC, e esse tipo de jogo parece funcionar muito bem em realidade virtual, pegar os discos, apertar botões.

Nos momentos entre as ligações das prováveis vítimas, você pode explorar aos poucos o estúdio em busca de pistas que vão levar a soluções de puzzles, ajudam na resolução da trama e podem influenciar os personagens. Uma das coisas que o jogo acerta bastante, é que ao invés de lhe dar o local inteiro para explorar de uma vez (levando o jogador a ficar perdido), pouco a pouco lhe é liberada parte do estúdio pra explorar, com as chaves que Peggy lhe dá.  Isso faz o jogo fluir melhor e passa uma sensação de linearidade, porque você vai saber onde tem que explorar pra encontrar o necessário. Os puzzles do jogo são até que simples, nada que vá fritar sua cabeça demais, novamente, mantendo a jogatina fluída.

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As ligações são o momento de tensão do jogo, porque não são apenas escolhas que você tem que fazer. Em um caso, você precisa, com a ajuda de uma revista que encontra, ensinar um ouvinte a fazer uma ligação direta em seu carro. Ou com um fax de uma planta recebida, você instrui o ouvinte a se mover em um prédio, para evitar o assassino. Nesses momentos, as escolhas tem um limite de tempo, adicionando tensão. Mas você não tem apenas que lidar com as vítimas, muitas vezes durante a noite, Whistle Man irá lhe ligar e você precisará arrancar informações de maneira sutil, de modo a montar o quebra cabeça da identidade do assassino, suas motivações, esse tipo de coisa. As melhores respostas para manter as vítimas vivas, são às vezes bem óbvias, mas dependendo do caso… Você pode se sentir tentado a dar uma resposta errada.

Em termos de tempo de jogo… Um playthrough inteiro pode levar de 4 a 5 horas dependendo da pessoa, mas dependendo do final do jogo, há o fator replay no caso de salvar/matar as vítimas, conseguir conquistas/troféus, esse tipo de coisa.

Killing Frequency
Reprodução: Team17

Graficamente Competente e Design de som fenomenal

Pra me preparar pra esse texto e cobrir todas as bases possíveis (no quesito gráfico/performance em específico), eu li reviews de gente que jogou o jogo em outras plataformas (em especial, o Switch e o Meta Quest 2), então quando eu me referir a esses detalhes, estou reproduzindo experiências alheias.

Em termos de gráficos, o jogo em boa parte é competente na parte dos cenários, com ambientes variados dentro do estúdio, e um clima de cidade interiorana onde um filme slasher se passaria nos momentos fora dele, a estética neon que já estamos acostumados de ver nas representações de anos 80 permanece lá. Uma das coisas interessantes, é que tecnicamente o único modelo que vemos no jogo, é o do Whistle Man. A nossa produtora é vista somente a silhueta atrás de uma cortina, e tudo, absolutamente TUDO em termos de cena nos é fornecido através de sons e diálogos. Explicarei mais adiante.

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No Meta Quest 2, o jogo, como marketeado no press release, roda a 72 frames e o resultado final para aqueles que jogaram na plataforma, é satisfatório, uma experiência gratificante pra fãs de suspense e que possuem a plataforma… Se você for medroso, leve umas fraldas novas juntas. Para quem está no Switch, bem… Em especial no modo portátil, algumas das texturas parecem mais borradas, tornando difícil ler alguns textos. Isso pode ou não prejudicar a sua leitura.

Agora, chegamos aonde o jogo brilha, juntamente com o roteiro, a parte do som. A trilha sonora do jogo é com o perdão do trocadilho, MATADORA. São músicas variadas, que apesar de casarem com a pegada neon synth da rádio, não vão FUNDO nesse aspecto. E o tema de encerramento do jogo é maravilhoso. Pena que ainda não colocaram a trilha no YouTube.

Você pode encontrar a trilha da versão da Adventure Jam, mas essas músicas não estão na versão completa. O jogo, como tem foco na narrativa, o design de som tem que ser bom… E aqui, é perfeito. Tanto na dublagem, onde todos desempenham bem seu papel, e os efeitos sonoros, a sonoplastia Perfeitos… Algumas pessoas podem reclamar que… “Ain não tá mostrando os assassinatos.” O core do jogo é justamente o fato de que você está irradiando o que acontece, e quando estamos ouvindo o rádio, a imaginação vai fornecer as imagens de acordo com os diálogos.

Killing Frequency
Reprodução: Team17

Quase um Night Trap moderno

Killer Frequency é uma grata surpresa, até pra um cara cagão feito eu. Uma das coisas que também ajudam a aliviar a tensão, é o fato de que o jogo não se leva tão a sério. Nos momentos entre as partes tensas, a relação entre Forrest e Peggy é bem humorada. Pode levar um tempo pra se acostumar com os controles, mas vale a pena a experiência.

O jogo é relativamente leve no PC (num mundo onde até mesmo jogos indies estão pedindo 6GB de RAM, é confortante ver que ainda tem produtoras que pensam em quem não tem um bom PC), parece ser ideal pro VR, e eu não sei onde mais vou levar esse texto. Enfim, Zwingliano.

 

NOTA: 8,5

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Esta análise foi feita com uma chave de PlayStation 4 cedida gentilmente pela Team17. Killer Frequency está disponível para PC, Playstation 4, Playstation 5, Xbox One, Xbox Series X|S, Nintendo Switch e Meta Quest 2.

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Bravery and Greed | Porradaria roguelike https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/11/23/bravery-and-greed-porradaria-roguelike/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/11/23/bravery-and-greed-porradaria-roguelike/#respond Wed, 23 Nov 2022 14:22:40 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=12598 A temporada de 2022 da Formula 1 acabou… Aliás, praticamente todos os esportes de motor encerraram as atividades para a temporada, o que me deixa meio nhé. Por isso não tinha escrito a análise de hoje. E também que começou a Copa do Mundo, e eu meio que estava viciado em Grand Prix Story. Pois […]

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A temporada de 2022 da Formula 1 acabou… Aliás, praticamente todos os esportes de motor encerraram as atividades para a temporada, o que me deixa meio nhé. Por isso não tinha escrito a análise de hoje. E também que começou a Copa do Mundo, e eu meio que estava viciado em Grand Prix Story. Pois é.

Quem me conhece, sabe que eu não sou fã de Roguelikes, Roguelites e afins. Eu não curto a natureza de permadeath e aleatoriedade do gênero, o que fez com que eu não jogasse muita coisa do gênero. (principalmente porque roguelikes e roguelites ultimamente estão saindo a rodo)

Mas, eu gosto de beat’em up’s. É um gênero repetitivo? Sim, porém ele é bem arcade, daquele que você pega e joga, sem necessidade de aprender como funciona X, Y, Z, simplesmente só enche de porrada os inimigos, sozinho ou com amigos.

E se a gente misturar os dois gêneros? Foi esse o pensamento da desenvolvedora Rekka Games, fundada em 2015, na hora de criar Bravery and Greed, jogo da análise de hoje. No mar de lançamentos que acontece toda semana, será que ele tem o que é necessário pra se destacar? Ou naufraga, tal qual minhas pretensões com a morena? Leia na nossa análise.

Reprodução: Rekka Games, Team17

Fique rico… Ou morra tentando!

Ouro, tesouros… Uma tentação imensa para qualquer pessoa, ainda mais quando se deve ao SPC e ao Serasa… Ou ao agiota. Nossos guerreiros, buscando saldar suas dívidas e não terem partes dos seus corpos servidos como churrasco mal passado, resolvem ir atrás de tesouros nas masmorras, só que em seu caminho, todo tipo de coisa está a espreita, desde monstros a advogados.

O jogo mantém a premissa simples, arcade do beat’em up, onde uma história elaborada não era necessariamente prioridade, já que tudo o que queríamos era encher malfeitores de porrada, mas é claro que como beat’em up’s de arcade queriam nosso dinheiro, nem sempre conseguíamos.

Eu posso ter inventado a história sobre devendo ao agiota, mas ela faz tanto sentido quanto a original, que é onde os personagens estão numa taverna e decidem embarcar nessa treta em busca de tesouros… O que pode significar que DE FATO estão devendo ao agiota, porque afinal de contas, que pessoa sã iria enfrentar monstros, armadilhas e chefes enormes pra conseguir dinheiro, se não tivessem devendo pro agiota?

Digo, se elas querem dinheiro mesmo, podem fazer como pessoas normais, e ir trabalhar no McDonalds, fazer concurso público pra mamar nas tetas do governo ou ir para o BBB. Eu poderia fazer a piada de ser youtuber, mas convenhamos, a plataforma quebra pra caralho os criadores. Mas vamos em frente.

Reprodução: Rekka Games, Team17

Um jogo simples e gostoso de se jogar, sozinho ou em grupo.

Bravery and Greed se destaca, porque você consegue se divertir de qualquer jeito. Está sozinho? Sem problema, o jogo ainda é divertido (apesar do foco no coop). Tem amigos/família/namorada pra jogar em casa? O jogo suporta até quatro jogadores localmente. Todo mundo mora longe? Dá pra jogar online. Seu amigo vacilão não tem o jogo? O Steam remote funciona de boa. E a jogatina pode ser cooperativa, ou vocês podem cair na porrada nos modos PvP do jogo, VAI FILHÃO.

Dito isso, temos quatro classes, o Ladino, o Guerreiro, o Mago e a Amazona, cada um com suas armas diferentes, e combos diferentes, o que deixa a jogatina bem diferenciada, até você encontrar um personagem que se adeque ao seu estilo de jogatina. Felizmente, para quem não é lá muito fã de roguelikes (eu incluso), Bravery and Greed é bem focado nas raízes beat’em up, então os controles são simples de se entender, e qualquer idiota (eu incluso) consegue fazer combos como se fosse pro-player de KOF, mas somente aqueles que passarem um tempinho a mais com o jogo, vão conseguir dominar a arte de fazer embaixadinhas com os inimigos.

Daí, temos quatro calabouços gerados proceduralmente para explorar, e é aquilo, ondas e mais ondas de inimigos, podemos explorar o local em busca de baús com tesouros, aliados para nos ajudar (apesar de que esses aliados são mais burros que eu e possuem uma grave tendência de pular nos inimigos gritando LEEROY JENKINS). E não, apesar do que pode parecer, você não encontra os aliados em baús.

E existem 4 caminhos com perks que podem ser seguidos em determinados pontos do jogo, dando mais variedade ao destino da sua run. E mesmo as mortes, elemento comum em jogos do gênero, são usadas em benefício, já que todo o tesouro adquirido na run pode será convertido em possíveis benefícios na próxima tentativa.

Reprodução: Rekka Games, Team17

Belíssimos gráficos, músicas ok

A parte sonora de Bravery and Greed é… Ok. Não são músicas memoráveis, mas ajudam bastante a passar o clima que o jogo pede. O mesmo vale pros efeitos sonoros do jogo. Um positivo, é que o jogo possui localização para o português brasileiro, então se a sua noção de inglês é “The Book is on the Table”, não se acanhe porque dá pra jogar na nossa língua.

Gráficamente é um jogo bem bonito, com personagens bem detalhados e desenhados e o trabalho de animação dos sprites é bem vistoso, o que é essencial pra um jogo na pegada de beat’em up. Os inimigos podem ter o design meio genérico, afinal, é o esperado de um jogo de fantasia, mas não dá pra dizer que são feios.

E os bosses gigantes são bem bacanas. Os cenários, apesar de um pouco apertados, são até bonitinhos. Mas, devido a natureza procedural das fases, o design delas não vai ganhar nenhum prêmio, mas servem o propósito.

Reprodução: Rekka Games, Team17

Conclusão

Bravery and Greed é fundamentalmente um bom jogo. O problema é que ele tá no meio de um mar de roguelikes e roguelites, e se você não tiver algo excepcionalmente brilhante naquele departamento, não irão ligar pra você. E nisso, o jogo não se destaca. Mas, se você quer um beat’em up com toques de roguelike, Bravery and Greed é uma boa pedida. Com bons gráficos e jogabilidade afiada, ele agrada quem quer um jogo simples pra jogar.

Bravery and Greed está disponível para PC, Playstation 4, Xbox One e Nintendo Switch, e esta análise foi feita com base na versão de Playstation 4, com uma cópia fornecida gentilmente pela Team17.

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