Arquivos Takayuki Yagami - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/takayuki-yagami/ Um pouco de tudo na medida certa Sat, 13 Jan 2024 17:29:59 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Takayuki Yagami - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/takayuki-yagami/ 32 32 Judgement | Minhas breve impressão com o Spin-off de Yakuza https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/01/13/judgement-minhas-breve-impressao-com-o-spin-off-de-yakuza/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/01/13/judgement-minhas-breve-impressao-com-o-spin-off-de-yakuza/#respond Sat, 13 Jan 2024 17:29:59 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=15906 Takayuki Yagami é um ex-advogado que devido a um “erro” em seu passado se torna um detetive particular e acaba se envolvendo em uma trama na qual conhece o submundo da Yakuza e revelará segredos de um caso que o atormenta amargamente. Toda a trama se passa na fictícia cidade de Kamurocho. Cidade essa que […]

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Takayuki Yagami é um ex-advogado que devido a um “erro” em seu passado se torna um detetive particular e acaba se envolvendo em uma trama na qual conhece o submundo da Yakuza e revelará segredos de um caso que o atormenta amargamente.

Toda a trama se passa na fictícia cidade de Kamurocho. Cidade essa que quem conhece a série de jogos Yakuza já esta familiarizado, enquanto os novos jogadores com certeza se encantaram com a cidade cheia de neons, bares, baladas e restaurantes inspirados na cidade de Kabukichou em Tóquio. Chega a ser muito difícil falar de Judgement sem fazer comparações com a serie principal, Yakuza, mas vamos lá.

O início e a expectativa

Um aviso aos jogadores de primeira viagem: Talvez os longos diálogos e as cutscenes façam os jogadores torcerem o nariz no início, mas serão facilmente compensado pelo combate frenético com gangsteres a todo momento pela cidade. Combate esse que como sempre não deixa nada a desejar, o que me fez lembrou o estilo de combate do Yakuza 2 remaster. Por outro lado me decepcionou o fato de não ter um modo de torneio de lutas, algo recorrente em outros jogos da series.

Outro ponto que me decepcionou foi a forma na qual você ganha dinheiro no jogo, não tem o cabaré e nem a Majima Construction, ao invés disso foi adicionado um jogo divertido de realidade virtual onde você joga dados e percorre por um tabuleiro, achei muito interessante, não é ruim porém fica muito abaixo das outras duas experiências citadas.

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A dificuldade do jogo (no hard) eu achei moderada, não tive grandes problemas com chefes, só tem um “subchefe” (Matsuhisa Koga) na cidade que é meio chatinho por utilizar armas, inclusive, como eu toquei nesse ponto, diferente de outros jogos da serie agora o jogo é mais punitivo quando você é atingido por armas de fogo (ou por um golpe de tigre, sim você pode lutar contra tigres) pois sua barra de saúde fica com um dano no qual itens normais de saúde não curam e é preciso usar um item bem mais caro para se recuperar.

Judgment
Reprodução: SEGA

E a história de Judgement?

Voltando a falar mais um pouquinho da história sem spoilers, eu gostei das reviravoltas, jogando a primeira vez não percebi falhas graves no roteiro, acho que os problemas que o personagem enfrenta não estão ali só pra encher linguiça ou por conta de antagonistas totalmente sem sal como já visto em alguns jogos da serie. Dessa vez houve um maior capricho na criação dos vilões, estes agora contam com boas motivações para suas atitudes e isso deixará nosso protagonista quebrando a cabeça para resolver o caso como um verdadeiro detetive.

Os desenvolvedores acertaram também nas side quests, que são bem diversificadas e algumas com aquele humor pastelão conhecido na série. Já os casos de detetive são bem repetitivos, na maior parte do tempo consiste em perseguir pessoas escondido e tirar fotos.

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Agora as atividades para passar o tempo no jogo também são legais podemos jogar dardos, baseball, corrida de drones (você também pode usar o drone para sobrevoar livremente pela cidade e tirar fotos), no arcade você pode jogar jogos da SEGA como Motor Raid e Final Fight, pode se divertir no cassino jogando pôquer ou Black Jack, partidas de Mahjong ou Shogi, outros jogos da cultura japonesa como Oicho Kabu ou Koi-koi e também pode sair com uma das 4 garotas que podem se tornar sua namorada durante o game.

Judgment
Reprodução: SEGA

Conclusão

Judgement tem tudo o que um fã de Yakuza quer e muito o que apresentar pra quem não conhece a serie, a versão de PS4 possui apenas legendas em espanhol e inglês mas mesmo assim vale a pena dar uma chance pois se por ventura não curtir a história do game, eu garanto que você vai perder muitas horas andando pela cidade lutando e fazendo outras atividades.

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Os dragões ocidentais

A série Yakuza começou lá em 2005, no longínquo PlayStation 2, e foi aos poucos ganhando espaço no coração das pessoas. Hoje em dia, a saga de Kiryu pode ser considerada a franquia mais popular da Sega, vendendo até mesmo mais que os jogos da série Sonic.

A série conta até 2020 com incríveis 18 jogos, sendo que sete deles são spin-offs e incríveis cinco nunca saíram no ocidente (pelo menos não até hoje).

Aqui começa a Parte 1 da nossa retrospectivas dos spin-offs da série. Para ler a Parte 2, onde abordamos os Yakuzas que nunca saíram no ocidente, clique aqui.

Vamos à lista dos games da série Yakuza que, mesmo não fazendo parte da cronologia original, chegaram a ser lançados desse lado do globo:

Ryū ga Gotoku

Yakuza Dead Souls (2012)

Lançado no Japão como Ryū ga Gotoku OF THE END (algo como “Como um Dragão DO FIM”), foi o último jogo feito na engine usada desde Yakuza Kenzan! no PlayStation 3.

Entrando na onda de zumbis que voltou com tudo durante o período em todas as mídias durante a época em que foi lançado, Dead Souls conta uma história típica de filmes de zumbis, onde a cidade de Kamurocho foi invadida por mortos-vivos. Sendo assim, fica a cargo de Kazuma Kiryu, Goro Majima, Ryuji Goda (de Yakuza 2) e Shun Akiyama (de Yakuza 4) salvar o mundo dessa invasão.

O gameplay aqui é menos focado em combate corpo a corpo, usando mais armas bizarras, como canhões e tanques. Os mini games por sua vez ainda estão presentes, como dardos, pescarinha, beisebol e karaokê.

Yakuza: Dead Souls não foi bem recebido, principalmente porque suas mecânicas de tiros são mal implementadas, se tornando quase impossível de se divertir mais para o fim do game, quando a quantidade de zumbis já é gigantesca. Porém, a história continua muito bem escrita, e seu senso de humor nonsense é o ponto alto desse game.

Fist of the North Star: Lost Paradise (2018)

Esse é um título totalmente inesperado que até hoje me pergunto qual foi o brainstorm que levou a sua criação.

Ryū ga Gotoku

Lançado no Japão como Hokuto ga Gotoku (algo tipo “Como uma Estrela do Norte”), o game recebe esse nome justamente por se basear na série Hokuto no Ken, mangá clássico dos anos 80.

Aqui, o protagonista Kenshiro tem uma semelhança visual e vocal com Kiryu, como se o personagem de Yakuza (Ryū ga Gotoku) estivesse “interpretando” o boneco do mangá.

O estilo da série Yakuza combina muito bem com a narrativa do mangá, que aqui é contada de outra forma, onde Kenshiro visita a cidade de Eden.

A maioria dos eventos se passa aqui, para que a adaptação use o lugar como um hub principal, ao invés da peregrinação presente na história original.

A violência presente no game é ainda maior, com cabeças explodindo e desmembramentos, todos com o mesmo visual da série publicada nas páginas da Shonen Jump.

Como não poderia deixar de ter, os mini games também fazem parte do jogo, que contém o já conhecido Space Harrier (arcade da Sega de 1985), além de eventos onde Ken usa sua técnica Hokuto Shinken para trabalhar como médico.

Ryū ga Gotoku

Além desses, temos o incrível mini game de bartender, onde Kenshiro precisa preparar e servir drinks para os clientes, com animações divertidas que não combinam com a cara séria do personagem. Fora isso, temos corrida de carros, dardos, coliseu e gerenciamento de uma boate.

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O game foi muito bem recebido e teve até uma dublagem em inglês, que serviu como um teste da Sega pra saber se valeria a pena trazer uma nova dublagem para um game da série Yakuza.

Vale muito a pena pela bizarrice, mesmo que você não seja fã de mangás ou de Hokuto no Ken.

Judgment (2018)

Conhecido no Japão como Judge Eyes, o game não só foi localizado mas também recebeu vozes em inglês, sendo o primeiro jogo no universo principal da série Yakuza a receber esse tratamento desde o primeiro game, lá em 2005.

Aqui, acompanhamos o advogado Takayuki Yagami, que se tornou um detetive particular depois de abandonar a profissão, se sentindo culpado por salvar da prisão um homem que posteriormente matou a namorada.

Durante essa fase, Yagami começa a investigar um caso onde um assassino está matando membros do Clã Tojo, retirando seus olhos.

Apesar de se passar na mesma cidade da série Yakuza, usando a maioria dos mesmos assets de Yakuza 6, o game possui uma jogabilidade diferenciada.

Yagami não é um monstro de luta como Kiryu, por isso ferimentos graves só podem ser tratados com médicos. Além disso, existe a volta dos variados estilos de luta, que estavam ausentes desde Yakuza Kiwami.

Porém, o maior diferencial é o modo de investigação, onde Yagami precisa analisar um ambiente onde foi realizado um crime e ligar os pontos para chegar a uma pista, mais ou menos como na série Ace Attorney.

O game foi bem recebido no ocidente, ainda que exista um consenso de que as partes investigativas eram muito simples, porém o combate continua ótimo como no restante da série.

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Assim, terminamos a primeira parte da retrospectiva dos spin-offs da série Yakuza (Ryū ga Gotoku)!

Na minha opinião pessoal, a vantagem desses spin-offs é que eles podem ser jogados sem que se tenha sequer encostado em nenhum jogo anterior da série, pois eles não estão amarrados por história, funcionando perfeitamente sozinhos.

Na Parte 2 (que você já pode ler aqui), abordamos os games que infelizmente nunca receberam tradução.

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