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Lá se foi 2017, um ano relativamente hardcore para muita gente, mas cá estamos novamente, pelo quinto ano consecutivo, participando de um dos memes mais divertidos de fim de ano.

Diferente do último ao, dessa vez estamos publicando nossas jogatinas no mês de Janeiro.

O que dizer de 2017, além do fato de que foi um dos anos que mais joguei, principalmente pelo fato de estar desempregado. Oras, sobrou algum tempo entre mudanças e outros deveres, assim pude me dedicar um pouco mais as jogatinas.

Claro, não tenho intenção de colocar tudo que joguei, por razões de que algumas jogatinas acabam sendo abandonadas, então vou me restringir aos que terminei ao longo do ano e algumas menções honrosas.

Então pegue o seu overcharger e bora conferir!

Sunset Overdrive

Xbox One
Sunset Overdrive é um dos jogos que citei durante o meme do ano passado, porem, eu ainda não havia o terminado. Hoje eu posso dizer que é um dos jogos mais divertidos que joguei durante o ano. Possui um final que sem dúvida vai marcar você.

É um dos jogos mais incríveis que joguei, não só pela mecânica que mescla plataforma com tiroteio (Lembrando vagamente ReCore) como pelo fato de que o humor empregado aqui é insano. Posso dizer que mesmo não gostando de ir atrás de conquistas, ainda retorno a Sunset City só para explorar e matar Od’s.

LEIAM – Sunset Overdrive | Uma insanidade regada a Overcharger

O que me rendeu até o momento umas 60 e poucas horas de jogatina.

Infelizmente o jogo não está disponível para PCs (até o presente momento), então se você tem um Xbox One e tá afim de pegar o jogo (Que vira e mexe tá por 49 conto) não pense duas vezes, pegue. Ele foge totalmente do padrão filmeco entupido de quick time events de hoje em dia.

Broken Age

Xbox One

Broken Age foi o jogo que me fez repensar o gênero point-and-click, que simplesmente abominava. Eu ainda não posso dizer que gostaria de zerar todo o jogo do tipo que surgir em minha frente, mas posso dizer me fez compreender um pouco a razão pelo qual o gênero ainda é querido por uma parcela dos gamers.

A história de Broken Age é muito bacana, e a ideia de controlarmos dois personagens com a possibilidade de mudar a qualquer momento me surpreendeu.

LEIAM – Broken Age | Naves, monstros e árvores falantes 

Além de contar com uma trilha sonora magnifica, ainda tem uma arte quem linda; Oh, tem a dublagem também que é fantástica. Só o puzzle final que me fez chorar um pouco, mas de resto é um jogo que vale muito a pena, principalmente se você assim como eu nunca havia jogado nada do Tim Schaffer.

Ah, não poderia deixar de agradecer ao meu amigo Thiago do site Portallos, que foi quem forneceu o jogo para que eu jogasse e escrevesse a respeito. Alias, é um excelente site, não digo por ser meu amigo e sim porque a qualidade dos artigos são ótimas.

Visitem-o e diga que o Woo mandou um “Oi”.

FALLOUT 4

Xbox One

Eu adoro Fallout New Vegas, mas com o acesso aos jogos da nova geração, Fallout 4 era basicamente um título obrigatório pra eu jogar. É, posso dizer que abandonei muitos jogo só para me dedicar totalmente a jogatina dessa coisa linda – Até porque peguei o jogo emprestado com meu amigo, Matheus.

Oi, Matheus, brigadão!!

O difícil foi me segurar pra não entrar em uma espiral sem fim de sidequest’s, mas consegui superar a tentação. Foram mais de 100 horas jogadas pra realizar os finais de todas as facções (descobri posteriormente que os Minuteman possuíam um final, maldição) e coletar todos os bubbleheads.

É, de certo modo eu me orgulhei por esse feito.

Ah, sem contar o fato de que há power armor espalhadas pelo mapa, o que me fazia vasculhar cada canto do mapa atrás de reatores nucleares, por mais que fosse fácil encontrá-los, nunca era o suficiente. Eu queria ter garantias que poderia andar por ai sem me preocupar com isso.

Bem, tudo isso foi o suficiente para querer me distanciar por um tempo do título. É, eu não tenho autocontrole. Por sinal, eu esqueci de escrever sobre o jogo porque logo depois fiquei sem internet, então esse ano vai pipocar artigo.

Diablo III: Reaper of Souls

Xbox One

Diablo III: Reaper of Souls é um dos jogos que terminei durante um final de semana que ele ficou gratuito, alias, essa é uma das coisas mais legais dessa nova geração: Finais de semanas gratuitos de alguns jogos.

Se você é tão duro quanto eu (financeiramente falando), certamente entende as vantagens de jogar títulos gratuitos.

No meu caso, eu pude zerar Diablo III em um único final de semana, até eu fiquei surpreso, porque simplesmente fiquei viciado no negócio.Terminei apenas a campanha básica e joguei um pouco da expansão Reaper of Souls, que achei bem sem sal ou qualquer condimento. Foi muito divertido, porque não jogava Diablo desde 2012, onde brinquei um pouco com Diablo II.

O meu amigo Vigia me explicou o funcionamento do jogo, então agora olho para Diablo com um certo carinho. Em qualquer promoção ele será comprado, isso depois de pegar outros a frente dele.

Por que a surpresa? Eu disso que sou um duro!

HALO

Xbox One

HALO foi uma das surpresas que tive durante o ano de 2017. Mudou totalmente a ideia que tinha a cerca da franquia e me fez querer entender mais do universo que Master Chief está inserido.

Foi muito divertido e frustrante em alguns momentos, especificamente aqueles em que precisei utilizar do Warthog, veiculo do game. Pelas barbas do Batman, era horrível controlar aquele veículo. Admiro qualquer pessoa que consiga manusear facilmente aquele tróço.

LEIAM – HALO | Muito mais do que apenas um FPS

Fora esse detalhe é excelente e recomendo vivamente que qualquer um que não jogou experimente. O desafio que o jogo oferece é alto, mesmo no modo normal, então prepare-se pra xingar muito em determinados momentos.

TOMB RAIDER (2013)

Xbox One

Esse reboot de Tomb Raider eu havia concluído lá na época do lançamento (2013), jogando junto com meu irmão.

Quando peguei o Xone, a edição definitiva veio junto com ele, então decidi re-jogar. Posso afirmar que passei a gostar ainda mais do jogo, até mais do que o Rise of the Tomb Raider, que apesar de ser muito bom e possuir melhorias, não replicou o mesmo charme que desse primeiro título.

LEIAM – Rise of The Tomb Raider | Lara está de volta

Claro, sei que é tudo uma questão de gosto pessoal, não há problema algum você preferir a franquia clássica, seja por saudosismo ou paixão mesmo, tá OK. Aqui, o que me conquistou foi a maneira como a personagem se desenvolve ao longo da trama, assim trazendo uma profundidade muito maior para a Lara Croft.

Então se você não jogou essa belezura, corra atrás que vale a pena.

Fable III

Xbox One
Fable III foi um dos primeiros títulos que joguei da franquia até o final, apesar de um rápido contato no PC, que eu não tinha dado muita bola.

O jogo é incrível, me surpreendeu muito o fato de que mesmo utilizando mecânicas pouco convencionais, ele ainda consegue ser tão acima da média do que temos hoje em dia no mercado.

LEIAM – FABLE III | Uma Jornada Inesquecível

O enredo é simples, mas construído de um modo que realmente prende a atenção do jogador. Sem contar as inúmeras sidequest’s a disposição do jogador, que são divertidíssimas.

Claro, obviamente ele não é perfeito e suas mecânicas podem afastar uma grande quantidade de pessoas, o que é uma pena. Pra mim esse lista como um dos melhores que joguei ano passado.

Aritana e a Pena da Harpia

Xbox One

Aritana e a Pena da Harpia era um jogo brinquei um pouco e nunca terminei, estava a algum tempo parado em minha conta Steam, mas com o anúncio do Aritana 2, pensei que seria legal divulgar esse excelente indie game brasileiro com gameplays.

Foi uma tarefa árdua, mas eu consegui terminar o jogo e tenho tudo armazenado no canal.

Eu tenho um certo orgulho do meu feito, apesar de não ser grande coisa, mas o jogo é divertido e tão desafiador que valeu a pena gravar as partidas. Sério, o jogo possui algumas áreas que são brutais, exigindo que você fique familiarizado com os controles, que fogem dos comandos que estamos acostumados. Por exemplo; você salta com o gatilho de defesa ao invés dos comuns X ou A.

Talvez esse seja um dos maiores desafios, pelo menos eu li alguns comentários de pessoas que desistiram do jogo por causa do controle. O que é uma pena. Por outro lado o jogo não é focado no combate e sim nos desafios durante a fase. Onde é preciso realizar combos enquanto ataca para alcançar plataformas e áreas. Bem, quem ainda não jogou, prepare-se para morrer muito.

CONCLUÍNDO

Bem, esse foram todos os jogos que terminei ao longo de 2017. Não foram tantos, mas são títulos que peguei firme e fui até o final, enquanto outros, por algum motivo não os terminei. Cheguei a cogitar de colocá-los na lista como menções, mas achei que estaria enchendo muita linguiça. Prefiro colocá-los na lista do meme do ano que vem, muito mais prático.

De qualquer modo é sempre legal participar desse meme e conferir o que os demais amigos e colegas estiveram jogando. Alias, vocês podem conferir clicando nos links abaixo, deem um pulo lá!

Espero que tenham gostado. Desejo a todos um excelente ano novo, e que 2018 possa ser um ano melhor do que 2017!!

Blog Desocupado [Paulo Victor]—————— http://des-ocupado.blogspot.com.br
Blog MarvoxBrasil [Marvox]———————— http://marvoxbrasil.wordpress.com
Gamer Caduco [Caduco]————————— http://gamercaduco.com
Gamerníaco [Eduardo Farnezi]——————- http://gamerniaco.wordpress.com
GebirgeBR [Gebirge]——————————- www.youtube.com/GebirgeBR
Jogatinas Saudáveis [Rodrigo Vigia]————- www.youtube.com/vigiabr
Jornada Gamer [UsoppBR]———————— http://alvanista.com/nostallgiabr
Locadora Resident Ivo [Ivo Ornelas]————- www.locadoraresidentivo.com
Old Magus Pub [Lucas Vinicio]——————– http://oldmaguspub.blogspot.com.br
QG Master [Marcos Vieira Machado]———— http://qgmaster.blogspot.com.br
RetroPlayers [Sabat]——————————- www.retroplayers.com.br
U-8Bits [Ulisses 8 Bits]—————————- http://ulisses8bits.blogspot.com.br
Vão Jogar! [Rafael “Tchulanguero” Paes]—— https://vaojogar.com.br
Vão Jogar! [Rodrigo Borges]———————- http://vaojogar.com.br
Vão Jogar! [Somari]——————————– https://vaojogar.com.br
Vão Jogar! [sucodelarAngela]——————– http://vaojogar.com.br
Videogames com Cerveja [Felipe B. Barbosa]— www.vgscomcerveja.com.br

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Sunset Overdrive | Uma insanidade regada a Overcharger https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/05/25/sunset-overdrive-uma-insanidade/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/05/25/sunset-overdrive-uma-insanidade/#comments Thu, 25 May 2017 20:04:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/05/25/sunset-overdrive-energeticos-ods-e/ Já critiquei diversos jogos antes mesmo de ter acesso a eles, e posso garantir que não me orgulho disso, porém, ao longo dos anos tenho tentado mudar esse péssimo habito ao dar mais de uma chance a determinado títulos. Sunset Overdrive foi um desses que torci o nariz após assistir alguns gamesplays, mas, depois de […]

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Já critiquei diversos jogos antes mesmo de ter acesso a eles, e posso garantir que não me orgulho disso, porém, ao longo dos anos tenho tentado mudar esse péssimo habito ao dar mais de uma chance a determinado títulos.

Sunset Overdrive foi um desses que torci o nariz após assistir alguns gamesplays, mas, depois de jogá-lo por algumas horas minha opinião mudou.

O título foi lançado em 2014, no começo da oitava geração de consoles, e desenvolvido pela Insomniac Games, exclusivamente para a plataforma da Microsoft. E se o nome da desenvolvedora é desconhecida, o seu trabalho não, pois devem lembrar-se de uma das suas melhores franquias no saudoso PlayStation: Spyro the Dragon.

LEIAM – FABLE III | Uma jornada Inesquecível

Sim, eu gosto bastante dessa franquia. Ainda tenho sonhos molhados com o dia em que ela possa retornar – de preferencia multiplataforma.

Bem, mas vamos direto ao assunto. A partir das razões pela qual ignorava esse título era por acreditar que se resumia a um clone de Saints Row. Quem jogou sabe que a franquia enfiou o pé na jaca depois de não conseguir bater seu rival, o Grand Theft Auto.

E como não gostava de Saints Row, ai já viu.

Sunset Overdrive
A parte boa é que me enganei com Sunset Overdrive, primeiro porque se fosse para criar uma comparação, certamente ele estaria mais para Dead Rising do que Saints Row ao confinar o jogador em uma cidade infestada por monstros mutantes. Claro, aqui o humor é predominante também, mas de um modo bem diferente e único.

O enredo é muito bom e repleto de referencias a diversos filmes e outros jogos, mas o fator importante é a jogabilidade. Você terá de encarar hordas e mais hordas de Od’s utilizando das armas mais loucas e destrutivas enquanto corre pelas paredes ao melhor estilo parkour.

Também é possível saltar rapidamente de plataformas e planar por segundos no ar, fazer grind’s em fios, quinas e laterais de prédios. É possível realizar muitas ações durante o combate ou mesmo atravessar a cidade feito um super herói sem poderes – É, não fez muito sentido.

Você não tem superpoderes, só que consegue escalar prédios enquanto salta e corre por suas paredes, o que possibilita movimentar-se rapidamente por todo o mapa que não é próximo do GTA, mas que é bem grande.

Ainda temos uma das melhores dublagens que pude conferir até o momento. Nos papeis principais temos a Luisa Palomanes (A Docinho das Meninas Superpoderosas), dublando a personagem feminina ou Paulo Vignolo (dublador do Nelson do Simpsons) dublando o personagem masculino.

Sunset Overdrive

Os monstros que enfrentamos outrora foram humanos, o motivo do apocalipse na cidade de Sunset City se deve a bebida Overcharger. Essa bebida é um tipo de redbull experimental criado por uma empresa chamada FIZZCO.

E como eles queriam logo fazer dinheiro, então comprou a galera de colarinho branco e liberou a bebida mesmo sem realizar os testes, e isso culminou na mutação dos habitantes, assim restando poucos sobreviventes. Para evitar que a coisa se espalhe e destrua o nome da empresa, eles decidiram criar um campo de energia impedindo qualquer pessoa de fugir da cidade.

Com isso seu personagem que antes era apenas um mero coletor de lixo sai das sombras para se tornar o “CHOOSEN ONE” de Sunset City.

Ai entramos em um ponto negativo, você tem a opção de escolher o gênero do seu personagem, mas só tem a disposição 4 modelos de corpos. Você não terá um modificador tão robusto quanto em Saints Row ou Skyrim, mas você pode colocar todo o tipo de roupas que você imaginar.

Sério, é uma quantidade muito grande de roupas e acessórios. Eu particularmente não dou a mínima para roupas, não gosto muito de ficar alterando, mas de qualquer maneira minha personagem mulher ficou linda.

É, gosto de utilizar personagens femininas. #GirlPower

Os inimigos do jogo a primeira vista não parecem tão difíceis, só que em grande número são extremamente complicado. Isso força você a não ficar parado de jeito algum, até mesmo no alto de prédios. Apesar dos Od’s serem os inimigos convencionais, eles são rápidos e se jogam contra você, logo acertar um deles é como chamar os amiguinhos para a treta.

Os especiais são os mais divertidos, pois alguns atingem você a longa distancia, outro gigante dá a luz a mais Od’s e tem os congelantes. Como se monstros não fossem o suficiente, temos os Casca-grossa. Uma milícia fortemente armada e que realmente dá dor de cabeça.

Por sorte nossas armas e personagens podem evoluir a medida que avançamos na história. Enquanto as armas aumentam seus levels, os personagens podem receber amplificadores. Eles oferecem atributos como: Ao rolar a personagem fica intangível, gerar raios ao deslizar em fios e etc…

A primeira vista parece confuso, eu sei, mas na pratica é bem simples e você se diverte escolhendo os melhores AMP´S.

Sunset Overdrive também não procura te oferecer aquele realismo que impregnou todos os jogos da oitava geração. Os gráficos e efeitos de luzes são belíssimos, mas o jogo como um todo é extremamente divertido, e ele faz questão de deixar claro que seu objetivo é divertir ao oferecer missões engraçadas e desafiadoras.

Como arrancar a cabeça de um monstro, usar como mascara e ir assustar os Casca-grossas. É, isso foi legal e extremamente difícil de fazer.

Mas o jogo não é só isso, ele também possui um modo multiplayer que se chama: ESQUADRÃO DO CAOS. E o nome faz todo sentido, pois consiste em missões de destruição onde você compete com amigos ou desconhecidos por pontos. Quem causa maior destruição e mata mais inimigos, então ganhará mais pontos e overcharger, que servem como moeda pra compra de amp’s.

Só que infelizmente não há tantas pessoas jogando esse modo, o que faz com que demore um pouco para fechar o esquadrão. Uma pena, pois é bem divertido.

A vantagem é que tu pode ir jogando o modo single enquanto eles buscam partidas em segundo plano.

Eu conclui Sunset Overdrive com quase 38 horas de jogatina, mas nesse tempo jogado tem algumas partidas online, busca por colecionáveis e sidequest’s. Mas se você quer terminar só a trama principal, fica tranquilo que ela pode ser concluída em umas 10 horas mais ou menos.

Há muitas sidequest’s para se realizar e desafios, isso certamente vai te render boas horas de jogatinas. E as recomendo principalmente para que possa melhorar seu equipamento e deixar o personagem boladão.

Certamente eu acho que deveria ser maior, porém, há duas DLC’s com mais duas história (que estão saindo por 19 reais na Microsoft Store). Infelizmente não tive acesso a elas ainda, mas os preços estão bem acessíveis e pretendo pegar em breve.

O jogo principal deixa algumas coisas em aberto, então acredito que possamos esperar alguma sequência (cruza os dedos) e de preferencia multiplataforma, porque todos deveriam jogar Sunset Overdrive.

É isso, Vão Jogar!

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O que eu joguei em 2016 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/12/29/meme-o-que-eu-joguei-em-2016/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/12/29/meme-o-que-eu-joguei-em-2016/#respond Thu, 29 Dec 2016 16:44:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/12/29/meme-o-que-eu-joguei-em-2016/ E pelo quarto ano seguido o Arquivos do Woo está participando do meme gamer: O que você jogou em 20xx. Preciso dizer que gosto bastante desse meme. Ele é uma ótima maneira de conhecer sites e canais novos, além de interagir com os colegas blogueiros que acabamos perdendo um pouco do contato devido as atribulações […]

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E pelo quarto ano seguido o Arquivos do Woo está participando do meme gamer: O que você jogou em 20xx.

Preciso dizer que gosto bastante desse meme. Ele é uma ótima maneira de conhecer sites e canais novos, além de interagir com os colegas blogueiros que acabamos perdendo um pouco do contato devido as atribulações do dia-a-dia.

Bem, caso você ainda não conferiu os anos anteriores, basta clicar no texto destacado.

LEIAM –  O que eu joguei em 2015?

Eu tinha intenções de publicar outros textos essa semana, mas decidi que encerrarei o ano apenas com esse meme, mas em janeiro estarei publicando uma retrospectiva, como venho fazendo desde 2012.

É isso, bora conferir o que joguei em 2016.

RISE OF THE TOMB RAIDER


Rise of the Tomb Rider foi um dos primeiros jogos que terminei esse ano ao adquirir um Xbox360.

Eu joguei esse game freneticamente durante duas semanas. Apesar de não ser tão difícil quanto eu esperava, ele ainda consegue entreter e sem dúvida vale a pena ser jogado.

Eu passei algum bom tempo fazendo algumas quests secundarias após a conclusão, e pra ser sincero, compensa investir nas DLCs, pois as missão secundarias são bem entediantes. Não sei quanto a vocês, mas ficar correndo atrás de encontrar moedas e documentos só para platinar um jogo, é entediante pra diabos.

SOUTH PARK: STICK OF TRUTH

Não é a primeira vez que South Park Stick of the Truth aparece nesse meme. Eu o havia terminado no PC alguns anos atrás, mas esse ano ao pegar o Xbox360, eu tinha que zerar ele.

Eu já era um tremendo fã de South Park, logo depois de dedicar algumas horas a esse jogo, eu fiquei apaixonado. Mal posso esperar para colocar minhas mãos no novo jogo.

Talvez o seu maior problema seja sua duração. É possível conclui-lo com pouco mais de 10 horas de jogo.

Por sinal, aqui as quest secundarias são divertidas, então eu recomendo que você não as concluas na primeira jogada, assim tu ganha mais algumas horas.

ELDER SCROLLS V: SKYRIM

Eu amo Elder Scrolls V: SKYRIM. É um daqueles jogos que consome todo o meu tempo livre. Não consigo jogar apenas uma partidinha. Quando se está nesse universo enorme que é Skyrim, você passa horas e horas cruzando planícies, vasculhando cavernas e cumprindo missões.

Ele é um ótimo exemplo de como se deve estender a vida útil de um jogo. Atualmente temos milhares de jogos de mundo aberto, mas não há nada para se fazer nele após a conclusão da missão principal. Enquanto aqui você vai levar muito, mas muito tempo mesmo até conseguir cumprir tudo o que o jogo oferece.

E eu posso me transformar em um LOBISOMEM! Um FODENDO LOBISOMEM! EU AMO ESSE JOGO, me abraça!

BATTLEFIELD 4


Eu adorava Medal of Honor no PlayStation, então quando migrei para o PlayStation 2, eu não consegui seguir com a paixão. Logo BFs e CoDs se tornaram os jogos da vez e me afastou totalmente do gênero.

Eis que comprei um Xbox One e com ele veio Battlefield 4.

Resolvi arriscar e foi surpreendido com um inicio do modo campanha digno de um filme bom de ação, com sua trilha sonora animal. Eu fiquei extremamente empolgado por algumas horas. Em seguida o personagem é enviado para Tóquio, e o jogo se torna aquele tiroteio desenfreado. Parei por ali.

Resolvi experimentar o multiplayer. Não tive a mãe xingada, só que digo a vocês: Não é pra mim.

SHADOW HEARTS II COVENANT


Quando você chega a nova geração e se dá conta que RPG não é tão popular assim entre as criaturas que gritam em partidas onlines e proferem palavrões que fariam a Maísa chorar, a resposta é voltar algumas gerações, assim conheci Shadow Hearts II Covenant.

Uma curiosidade é que esse jogo foi eleito o jogo do ano de 2004 pela IGN e recebeu ótimas críticas,, mas surpreendentemente não foi muito popular por aqui.

Ele é um RPG que diferente dos demais que ocorrem em mundos fictícios, aqui utilizam do mundo real, durante a Primeira Guerra Mundial. Sua personagem se chama Karin e pertence ao império Germânico.

A história se inicio a partir do ponto em que o pelotão de Karin é massacrados por uma criatura enquanto invadiam um vilarejo na França.

Outro diferencial além da temática adulta, é o sistema de ataque diferente do convencional, é chamado de Judgement Ring. Você consegue executar golpes mais fortes ao pressionar o botão no momento exato em que o ponteiro corre pela judgement ring. Se atingir a areá amarelada, a força é mediana e na vermelha é bem forte.

Me diverti bastante jogando ele. Seus personagens são cativantes e a ideia de inserir personagens de contos de fantasia clássicos como personagens reais deu um certo charme. Infelizmente ainda não o terminei, mas recomendo.

Bem, não to aqui para fazer review desse jogo, mas saiba que um dia ele aparece por aqui.

SECRET OF EVERMORE

Secret of Evermore infelizmente não é tão popular quanto merecia. Foi lançado no final da vida do Super Nintendo, mas eu tive a oportunidade de jogá-lo bastante durante a infância.

Anos depois eu resolvi pegá-lo para jogar novamente graças a Locadora de Jogos do Cosmão. Que por sinal é uma ótima maneira de você se dedicar a jogatinas de clássicos, visto que ela é bem diversificada e abrange diversos consoles.

O jogo é um adventure RPG ótimo e com personagens muito bem animados. O nível de dificuldade não é tão alto, mas com certeza pode matá-lo se vacilar. Eu me diverti bastante jogando essa perola.

Espero terminá-lo em 2017.

METAL GEAR V: PHANTOM PAIN


Metal Gear Solid V Phantom Pain praticamente foi um dos motivos pelo qual eu quis pegar um Xbox 360.

Eu sou um grande fã da franquia Metal Gear, logo fiquei extremamente ansioso com o lançamento do novo MGS. Peguei o jogo e passei horas jogando-o, mas não consegui me dedicar totalmente. Infelizmente encontrei diversos pontos que me desagradava, e eu lutei para continuar jogando, mas acabei abandonando.

Nos Xbox360 o jogo está lindo, mas o formato de capítulos e a necessidade de ter que retornar a Mother Base me irritou bastante. Infelizmente não tenho mais o jogo ou o Xbox360, mas em breve espero adquirir a versão do Xone e terminá-lo. Ou sonhar que MGS 4 seja lançado para multiplataforma.

Sunset Overdrive é um exclusivo do Xbox One que eu costumava zoar dizendo que acabou esquecido.

Joguei ele por diversos dias e me diverti muito. Há muitos monstros para se enfrentar e o mundo é bem grande, e você o atravessa deslizando nos cabos de energia e saltando. O que é extremamente divertido, pois há sempre algo para se fazer.

Por ser um jogo novo, ele possui um multiplayer chamado Esquadrão do Caos, que apesar de levar um tempo para encontrar jogadores, ainda tem pessoas jogando e os modos são muito divertidos.

O modo campanha é alucinante e com muitas missões. Eu tive que dar uma paradinha nele para se experimentar outros jogos, pois você quer mais e mais vasculhar esse mundo tomado por monstros viciados em refrigerantes. Um ponto que tenho de ressaltar é a dublagem, tá perfeita e extremamente engraçada. Ouso dizer que até o momento é um dos melhores jogos do Xbox One que joguei.

Recomendo vivamente.

Dead Rising 3 foi uma grata surpresa, pois minha experiência anterior havia sido com Dead Rising 2, que havia odiado.

O jogo é bem divertido, E o fato de ser possível criar armas diferentes com os mais variados objetos espalhados pelo jogo é sensacional. Sobreviver também é trabalhoso, visto que ficar parado pode atrair uma horda de zumbis.O personagem Nick Ramos é bem carismático, anteriormente acreditava que ele fosse genérico, talvez por causas dos vídeos que havia visto. Porém, é um tanto repetitivo.

É um vai e volta desenfreado, então jogá-lo por muito tempo não é uma boa ideia e vai enjoar.

Mortal Kombat X foi um dos jogos que mais namorei durante 2015. Eu mal podia me aguentar de vontade de jogar esse game, só que ninguém próximo a mim possuía o jogo, e isso me entristecia.

Levou um tempo e acabei comprando a versão digital para o Xbox One por preço ótimo durante uma promoção. Eu queria a versão física, mas não achava a versão XL por um preço justo. O que importa é que agora eu tenho o jogo e pude me divertir bastante terminando o modo campanha.

A jogabilidade é fluida e os combos não são muito complexos. Os controles respondem muito rápido, o que torna a jogatina nem um pouco frustrante, mesmo que o Liu Kang esteja te destroçando – O Liu Kang é o personagem mais apelão desse jogo.

Quem ainda não jogou, saiba que vale a pena comprar o Mortal Kombat XL. Esqueça as primeira versão desse jogo. Algumas delas estão sendo vendidas por um preço alto e você terá que comprar por personagens. Um absurdo.

Recentemente tive acesso ao beta fechado do Gwent, que é um jogo de cartas que havia no The Witcher 3. Eu havia jogando antes com Tchulanguero e o Marvox durante a BGS e não havia entendido nada.
Hoje compreendo melhor e até acho bem simples o sistema do jogo. Diferente de Heartstone. Particularmente eu estou gostando muito mais de Gwent. Sua simplicidade não significa que não seja preciso criar técnicas.
As vezes passo muito raiva jogando, pois o sistema de busca de jogo não parece selecionar por critério de nível. Eu sou level 3, e o jogo me coloca para jogar com um cara de level 40. Obviamente que não é possível ganhar, com um nível alto você tem acesso a cartas melhores, e com um deck bem balanceado, você faz um arregaço.

Pra quem gosta de jogos de cartas, eu recomendo vivamente.

Este artigo faz parte do meme gamer “O que você jogou em 2016?”, que foi organizado pelo meu grande amigo, Marvox. As publicações irão acontecer entre os dias 26/12/2016 e 09/01/2017, e todos estão convidados a participar.

Não deixem também de conferir os demais participantes da edição deste ano:

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