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A icônica e polemica sitcom South Park ganhou mais um game desenvolvido pela UBISOFT em 2017 e que foi  bem recebido pelos seus fãs. Seguindo a mesma premissa do seu antecessor com o diferencia do sua jogabilidade que foi reformulada, ele promete tocar em assuntos polêmicos que acenderiam as hemorroidas dos virtuosos do Twitter.

Será que South Park: A Fenda que Abunda Força consegue entregar uma experiência superior ou no mesmo nível de seu antecessor?

Confira comigo como foi a minha experiência!

Reprodução: Ubisoft

O enredo

South Park: The Fractured but Whole ou South Park: A Fenda que Abunda Força, como ficou o titulo em sua localização em português, se passa na cidade de South Park. Obviamente. E o jogo começa logo após os eventos de seu antecessor The Stick of Truth. Caso você ainda não tenha jogado o primeiro jogo, não se preocupe com isso. Cada jogo é uma história fechada e sua ligação se dá apenas com o personagem criado para o jogador controlar – Pode ocorrer uma referência e outra a eventos do titulo anterior, mas nada que comprometa a experiência caso opte por este segundo jogo.

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Na trama de South Park: A Fenda que Abunda Força, Cartman convence toda a turma a brincar de super heróis,  e logo em seguida descobre que existe uma recompensa  no valor de 100 dólares por um gato perdido, o que lhe instiga a conseguir a recompensa para conseguir dar início a uma serie de filmes de heróis de seu grupo “Guaxinin e Amigos” e ficar rico junto com seus amigos. Porém existe uma franquia concorrente os “Amigos da Liberdade” que tem o mesmo desejo e também saem em busca da mesma recompensa.

Sem fugir a formula do primeiro titulo, aqui também interagiremos com ambos os lados e realizaremos missões com diversos personagens famosos da sitcom, alguns deles sendo possível ser recrutado para o seu time a medida que avança na trama.

O seu herói 
Antes de começar o game você precisa escolher a dificuldade e os desenvolvedores já começaram a zueira, pois quanto escura a cor da pele do seu personagem, maior será a dificuldade do jogo.

Depois de criar o seu personagem, você será convidado a ir até o quartel general do “Guaxinim e Amigos” e ele lhe perguntará qual classe de herói você quer ser. Inicialmente existem apenas 3 classes, são elas: Energista, Velocista e Brutalista. Como os respectivos nome sugerem, cada uma deles é tem enfoque em uma habilidade especifica, como velocidade, projeteis e ataques físicos.

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Durante o desenrolar da história você desbloqueara outras classes e você poderá até escolher mais de uma classe pra montar seu personagem. Selecionado a sua classe, o Cartman te contará a triste, traumatizante e hilária história de seu personagem e como você adquiriu os heroicos poderes.

Em A Fenda que Abunda Força existe uma ficha de personagem onde você a preenche na medida que vai avançando pela trama do jogo, e nela há todos os seus dados onde você declara a sua cor da pele (qual você se declara), sexualidade, kriptonita, dentre outros.

A fonte de poder já está registrada como “anal” e o resto você precisará realizar algumas missões para preencher.

Reprodução: Ubisoft

O combate

South Park: A Fenda que Abunda Força segue com seu combate por turnos, a diferença é que agora os personagens podem se movimentar pelo campo de batalha. O que acabou deixando o combate mais dinâmico e levemente complexo, pois as vezes você precisará posicionar seu personagem em algum lugar específico para fugir de um golpe fatal ou mesmo para acertar o seu golpe.

É importante frisar que em algumas situações é preciso levar em considerações os atributos do herói que você irá colocar em campo e o inimigo que vai atacar, pois o jogo permite você saber quem será o próximo inimigo a se movimentar ou atacar. Eu por exemplo usei muito o “Tweek Maravilha” pois uma de suas habilidades tem o efeito de congelado deixando o inimigo imóvel na sua vez, mas não pode usar essa habilidade dois turnos seguidos.

Todos os personagens possuem um ataque especial com uma animaçãozinha e conforme você progride no jogo,  e mais para frente você desbloqueará outros personagem que vão contribuir com ataques poderosos.

A Fenda que Abunda Força
Reprodução: Ubisoft

A cidade

Quanto a cidade eu não encontrei mudanças significativas no mapa do game em comparação ao seu antecessor, o que não deixa de ser um prato cheio pra quem curte a série pois contém várias lugares do desenho.

Acredito que em South Park: A Fenda que Abunda Força eles poderiam ter colocado uns mini games pra passar o tempo ou mais interações nos ambientes e não apenas procurar colecionáveis ou itens de sidequest’s.

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Por outro lado é muito legal você poder acessar a casa de praticamente todos os personagens principais do game e cagar em suas privadas (o que garante um troféu secreto se conseguir sujar a porcelana de todas as casas do jogo) e vasculhar os seus quartos.

Há alguns mini games bem legalzinho, como o do banco, mas é uma pena que seja fácil de terminar, mas vale um troféu do jogo.

A Fenda que Abunda Força
Reprodução: Ubisoft

Graficamente

O jogo segue com seu estilo 2D característico e com partes do cenário em 3D,  o que particularmente achei ótimo, pois da a impressão de que você está dentro de um episódio do desenho.

Caso esteja com preguiça de ir andando com seu personagem até seu objetivo você pode utilizar algum ponto de viagem rápida. O Jimmy… quer dizer o herói “Passo Rápido” está disponível nestes pontos pra te ajudar a chegar num piscar de olhos.

Uma coisa que eu senti falta foi o Canadá. No jogo anterior era possível ir até lá e  a perspectiva do jogo mudava para 8 bits, mas devido a  continuidade da trama e o segmento das temporadas animadas, infelizmente só é possível ir até a fronteira e encontrar com um canadense em cima muro (que foi levantado pelo primeiro ministro do Canada) e ser zuado.

A Fenda que Abunda Força
Reprodução: Ubisoft

Vale a pena?

Em South Park: A Fenda que Abunda Força a UBISOFT entregou um jogo melhor que seu antecessor, e a melhoria em seu combate concedeu outra cara ao jogo.

Eu confesso que só comecei a assistir a série depois de zerar Stick of the Truth, então não devo ter pego todas as referências inseridas no jogo, mas me diverti muito do mesmo modo.

Posso dizer que achei muito criativo as habilidades, nomes e fantasias dos heróis, pois assim como na série, o jogo consegue encaixar bem as piadas mesclando a inocência dos garotos em alguns momentos com uma zueira voltada ao público adulto. Depois dessa experiência com o jogo, além da Ubisoft garantir mais um fã dos games de South Park, também conquistou mais um fã pra série animada.

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South Park: The Stick of Truth | Tolkien, Aliens e Princesas https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/08/04/south-park-the-stick-of-truth/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/08/04/south-park-the-stick-of-truth/#comments Thu, 04 Aug 2016 16:27:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/08/04/south-park-stick-of-truth-peidando-e/ Quando animações são adaptadas para o mundo dos jogos, poucas vezes se tratará de jogos incríveis. Na disparada maioria das vezes são no mínimo medianos ou ruins, mas, South Park, mesmo depois de alguns títulos no mínimo esquecíveis conseguiu nos proporcionar uns dos RPGs mais engraçados e divertido dos últimos tempos. Eu já havia comentando […]

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Quando animações são adaptadas para o mundo dos jogos, poucas vezes se tratará de jogos incríveis. Na disparada maioria das vezes são no mínimo medianos ou ruins, mas, South Park, mesmo depois de alguns títulos no mínimo esquecíveis conseguiu nos proporcionar uns dos RPGs mais engraçados e divertido dos últimos tempos.

Eu já havia comentando a respeito do The Stick of Truth em um meme que participei dois anos atrás: O que você jogou em 2014. E com a recente aquisição, decidi jogá-lo novamente e consegui tirar um proveito maior, dessa vez.

No passado South Park recebeu alguns jogos de qualidade questionáveis, enquanto South Park: The Stick of Truth, sem dúvida alguma vai agradar aos amantes do desenho, pois trata-se de uma aventura que respeita todo a cronologia da série criada por Trey Parker e Matt Stone. Não espere qualquer censura.

The Stick of Truth

Senhor dos Anéis tá diferente

Em Stick of Truth controlamos um garoto que acabará de se mudar aa South Park, e que após resolver dar uma volta pela vizinhança encontra Butters sendo atacado e resolve ajudar.

A partir dai, você descobre que os garotos estão brincando de guerra entre humanos e elfos, e você meio que é convidado a conhecer mago mestre (Cartman),  para que possa se juntar ao grupo. Nesse trecho precisamos nomear o personagem, o que nos leva a uma tela de criação de nome. Mas não importa, pode nomear como como bem quiser, Cartman continuará o chamando de Sir Babaca. Opte por manter o Douchebag, isso faz com que você ganhe uma conquista.

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Nesse momento aprendemos os comandos do jogo, que são bem simples. O destaque, e que pode tirar algumas gargalhadas se você ri desse tipo de coisa, é o poder especial latente do nosso personagem: Um peido poderoso. Para usar essa habilidade precisaremos que Cartman nos ensine o lendário “Urro do Dragão“. Eu ri enquanto jogava, não me culpe.

The Stick of Truth

Um combate simplificado

Se há algo no jogo que merece aplausos, esse é o sistema de combate do game. Ele é simples de um modo que até mesmo quem nunca jogou um RPG na vida vai conseguir jogar.

O que mostra que o estúdio pensou em atingir a todos os tipo de publico, pensado para que todos pudessem se divertir. O melhor aqui é que o combate não se torna cansativo, mesmo que você batalhe inúmeras vezes. Como o arsenal é composto por milhares de itens que já fora apresentado na serie animada, você acabara querendo testar a todos, em especial os summons.

Esses summons  podem ser utilizados uma vez ao dia e que para ser recarregado você precisa ir até o personagem e conversar para renovar. São várias a disposição do jogador, isso se ele se esforçar para coletar todas, mas o meu destaque aqui como o melhor summon é o Sr. Slave. Em nome de tudo que é mais sagrado, complete todas as quest dele que não irá se arrepender.

The Stick of Truth

Um humor que incomoda muita gente

É preciso reforçar que o jogo The Stick of Truth é tão pesado, se não até um pouco mais, do que a serie animada.

O humor politicamente incorreto sempre foi um dos alicerces da obra original, e partir para os vídeo games permitiu que eles pudessem ir um pouco além, afinal, trata-se de uma mídia diferente, um pouco mais restrita do que a TV aberta. Isso permitiu irem um pouco mais além, ao ponto de até me chocar com algumas conquistas, como a de peidar em um determinado número de fetos abortados durante a missão da clinica de aborto.

É um prato cheio para os fãs. Não disse?

O fato de adotarem o formato RPG só permitiu que pudessem ir mais além nos textos do jogo. Com sidequest’s hilárias, além de conquistas que nos fazem pensar: WTF. Não poderia deixar de dizer eu amo esse jogo, afinal, sou um fã da série.

The Stick of Truth

Tem chefes?

Como qualquer bom RPG, os chefes são difíceis e exige que sua party esteja bem equipada, e bem equipado custa dinheiro. Vasculhar lixeiras, quebrar parquímetros e abrir baús pode garantir algumas moedas, se der sorte até remendos, que são itens que oferecem atributos as armas, roupas e armaduras do jogo.

A campanha principal leva em torno de umas 12 horas para ser concluída. Isso se você explorar bastante todo o mapa, mas fica o alerta de que após a conclusão do game não se tem mais nada para ser feito.

Recomendo que tente localizar todos os Chinpokomons na primeira jogatina, mesmo que usando de um guia, e  após a conclusão você vai atrás de itens que podem ser pegos. Isso se quiser miletar o game.

Conclusão

Se existe um ponto negativo em South Park: The Stick of Truth, é o tempo da campanha principal.

Eu sei que tem se tornado comum campanhas com tempo menores e sidequest’s que são pura encheção de linguiça. Me incomoda bastante isso, não que todo game precise ter campanhas de 100 horas de jogos, mas que ao menos amplie esse tempo com missões paralelas interessante, que passem uma sensação de progressão.

Para o jogo do South Park o tempo é ótimo, eu que estou sendo um chato por querem ampliar isso. Uma história boa foi contada aqui, me diverti muito.

South Park: The Stick of Truth tem sua dificuldade e o fator humor aqui tornar o replay dele garantido. Não vai agradar a todos, mas aqueles que se arriscarem vai encontrar diversão e um sistema de combate no mínimo interessante.

E deixo o recado, não tenham medo de rir do humor negro, ele é inofensivo e tem o intuito de brincar com o absurdo, logo rir desse tipo de humor não lhe define com um psicopata.

PS: Façam as conquistas do jogo;)

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1º Impressões da 19º Temporada de South Park | Episódio: Stunning and Brave https://www.arquivosdowoo.com.br/2015/09/18/south-park-19-temporada-episodio-1/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2015/09/18/south-park-19-temporada-episodio-1/#respond Fri, 18 Sep 2015 19:10:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2015/09/18/south-park-19-temporada-episodio-1/ South Park acabará de iniciar sua décima nona temporada e o primeiro episódio não é menos polêmico do que toda a temporada anterior. Sim, eu não gostei tanto da décima oitava temporada por diversos motivos, mas não significa que tenha sido menos divertida. A questão é que esse primeiro episódio: Stunning and Brave, apresenta uma crítica […]

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South Park acabará de iniciar sua décima nona temporada e o primeiro episódio não é menos polêmico do que toda a temporada anterior. Sim, eu não gostei tanto da décima oitava temporada por diversos motivos, mas não significa que tenha sido menos divertida.

A questão é que esse primeiro episódio: Stunning and Brave, apresenta uma crítica direta a essa nova onda de politicamente correto que atacam tudo e a todos. 

Isso, como nódulos cancerosos!

Nesse primeiro episódio a Diretora Victoria foi demitida e a escola contratou um diretor que colocasse a escola nos eixos, visto que sempre ocorreu problemas ligado aos preconceitos a minorias. O novo diretor, chamado apenas de P.C, que significa Political Correctness ou Politicamente Correto, caso não tenham pego. O novo diretor deixa claro que a escola vai mudar e nenhum tipo de preconceito será tolerado.

Diretor P.C

Inicialmente Kyle, Stan e Kenny acreditam que a ideia de punir qualquer tipo de discriminação é ótima, mas Cartman ignorou e acabou por levar quatro dias de suspensão após chamar uma garota de fluído vaginal. Kyle em seguida também foi punido e levou duas semanas de suspensão por dizer que Caitlyn Jenner não é uma heroína.


Provavelmente algumas pessoas podem não se familiarizar com a referencia, mas Caitlyn Jenner é o padrasto das Kardashians. Caitlyn até pouco tempo era William Bruce Jenner, que recentemente decidiu que não se sentia confortável com o gênero masculino e virou menina.

Não consigo ver como mudança de sexo pode torná-lo uma heroína, mas, hey, a internet anda tão carente que até mesmo uma foto do pai protegendo o filho com um guarda-chuvas faz sucesso na redes sociais, então quem sou eu para contrariar seus heróis.


O diretor P.C e outros justiceiros sociais acabam por se unir e fundarem uma fraternidade em South Park, assim eles podem ficar de olho na cidade.


Depois da suspensão, Cartman fica receoso de confrontar o diretor, mas os seus amigos acabam por incentiva-lo e o compara a Tom Brady, marido da modelo brasileiro Gisele Bündchen, que esteve envolvido no escândalo Deflategate.


Cartman acaba sendo visto por seus amigos como a ultima chance de recuperar a liberdade de pensar diferente dos demais. Motivado, ele pede a cueca de Butters e segue rumo ao banheiro dos professores.


Bem, o plano não dá certo e o gorducho acaba sendo espancado devido a incapacidade de enxergar discriminação em tudo. Na realidade Cartman estava tentando incriminá-lo por estupro de crianças.


É, nesse momento vários SJWs foram xingar muito no Twiiter.


Bem, durante os 20 poucos minutos fica a expectativa que Cartman consiga deter o diretor P.C e salvar Kyle. O judeu não quis se redimir por dizer que a transexual não era uma heroína, então a fraternidade de politicamente correto passa a atacá-lo constantemente.



South Park não deixa o ritmo cair em nenhum momento, ao ponto de que os 20 minutos parecem extremamente curtos. O novo diretor também será uma figura constante, pelo menos o final do episódio deixa isso no ar.

Cartman é um tremendo filho-da-puta, não existe uma palavra melhor que essa para defini-lo. Por mais que a imposição do moralmente correto pareça afetá-lo. Ele ao seu modo consegue driblar utiliza dos termos da fraternidade contra ela mesmo e tecnicamente se dá bem no final.



Brincar com temas polêmicos sempre foi o forte de South Park, mas posso dizer que esse primeiro episódio mostra o quão conectado os criadores estão com o mundo atual e fazem criticas diretas em como ela esta ficando cada vez mais chato.


Eu nunca vou entender essa necessidade das pessoas cagarem regras que as privam de liberdade. Não gosta de algo, simplesmente feche a página, não assista ou atire em sua própria cabeça – O resto do mundo agradece.

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