Arquivos Soulslike - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/soulslike/ Um pouco de tudo na medida certa Thu, 24 Oct 2024 21:34:34 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Soulslike - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/soulslike/ 32 32 Anunciado o primeiro DLC de Deathbound, “Accepted by Death” https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/24/anunciado-o-primeiro-dlc-de-deathbound-accepted-by-death/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/24/anunciado-o-primeiro-dlc-de-deathbound-accepted-by-death/#respond Thu, 24 Oct 2024 21:34:34 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=18228 A editora Tate Multimedia e o estúdio carioca Trialforge Studio anunciaram o primeiro DLC para o RPG de ação Soulslike Deathbound.  Intutulado “Accepted By Death”, ele será lançado em 28 de outubro por US$ 4,99 para PC, Xbox Series X|S e Playstation 5. No conteúdo para download “Accepted By Death”, os jogadores enfrentarão novos desafios […]

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A editora Tate Multimedia e o estúdio carioca Trialforge Studio anunciaram o primeiro DLC para o RPG de ação Soulslike Deathbound.  Intutulado “Accepted By Death”, ele será lançado em 28 de outubro por US$ 4,99 para PC, Xbox Series X|S e Playstation 5.

No conteúdo para download “Accepted By Death”, os jogadores enfrentarão novos desafios e descobrirão novos mistérios ao entrarem no Caminho para a Morte, um espaço liminar onde a linha entre a vida e a morte se confunde. Este conteúdo para download apresenta um Boss Rush Challenge, onde os jogadores devem liberar as grandes essências de cinco chefes que representam cinco estágios do luto: Negação, Raiva, Negociação, Depressão e Aceitação. Sobreviva a esta manopla para desbloquear o confronto final conta Grief, The Purifier, um juiz corrompido de essências e o mais poderoso de todos.

Além disso, o conteúdo para download traz o “Modo Hardcore”, uma nova maneira de vivenciar o jogo inteiro. No “Modo Hardcore”, a morte é final e a estratégia é a chave. Personagens que caem em batalha não retornarão. Somente jogadores que dominam todos os aspectos do combate terão sucesso nesta versão punitiva e de alto risco de Deathbound.

Principais recursos

  • O Desafio do Luto – Enfrente batalhas reinventadas contra os cinco estágios do luto em um Boss Rush implacável. Cada encontro oferece novas mecânicas e desafios, culminando no teste final contra Grief – The Purifier.
  • Sem Segundas Chances – Experimente o desafio mais difícil até agora com o Modo Hardcore, onde a morte é permanente e cada decisão pode ser a sua última. Apenas os mais habilidosos sobreviverão.
  • Essência do Poder – Equipe novos itens poderosos como o Cloak of Semanthia, que aumenta a regeneração de resistência quando sua saúde estiver baixa, ou desbloqueie a skin Anointed Therone e a espada The Purger, concedendo um conjunto de movimentos totalmente novo para dominar seus inimigos.
  • Trilhe o Caminho da Morte – Desvende camadas mais profundas da tradição de Deathbound enquanto explora a nova área Path to Death.

Deathbound já está disponível para PlayStation 5, Xbox Series e PC via Steam, Epic Games Store e GOG, você pode conferir nossa análise aqui

 

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Deathbound | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/22/deathbound-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/22/deathbound-analise/#comments Tue, 22 Oct 2024 08:48:45 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=18072 Deathbound é um soulslike – inspirado em jogos como Dark Souls e Bloodborne — feito pelo estúdio brasileiro Trialforge, que promete trazer mais ao gênero, com uma historia que nao se limita a ano de fundo para o gameplay. Premissa A história do jogo não é vaga e espalhada em coletáveis como nos jogos da […]

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Deathbound é um soulslike – inspirado em jogos como Dark Souls e Bloodborne — feito pelo estúdio brasileiro Trialforge, que promete trazer mais ao gênero, com uma historia que nao se limita a ano de fundo para o gameplay.

Créditos: Trialforge

Premissa

A história do jogo não é vaga e espalhada em coletáveis como nos jogos da From. Ao invés disso, temos uma narrativa contada através de slides levemente animados, lembrando quadrinhos ocidentais independentes, que servem bem para ilustrar a narrativa.

A história é interessante: em algum momento do futuro, a imortalidade foi descoberta, o que obviamente levou a humanidade a certos avanços tecnológicos que não seriam possíveis sem essa tecnologia. Porém, por algum motivo, a morte voltou a ser um problema para a humanidade.

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Com isso, o mundo se dividiu em dois lados: Esquerda e Dir-, digo A Igreja da Morte e o Culto da Vida.

Nós começamos o jogo com Therone, um servo da Igreja da Morte e logo nos primeiros minutos somos apresentados à mecânica de Party, bem diferente de outros souls-likes, onde normalmente jogamos sozinhos.

Créditos: Trialforge

Sistema de Party inovador

É simplesmente mentira que Deathbound tenha INVENTADO o sistema de party em soulslike, mas é verdade que a forma que isso foi trazido aqui é inovadora.

Em Strangers of Paradise: Final Fantasy Origins, você tinha sim uma party, mas eles eram usados apenas como ajuda durante a luta. Em Deathbound, você controla diretamente seus personagens.

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É possível trocá-los de forma instantânea, durante os combos, usando sua barra de estamina (“sync“, como é chamada aqui). Você pode ter até 7 membros na sua party, e cada personagem possui características de jogabilidade diferentes.

Os ataques feitos através da troca de personagens, chamado de “Morph Strike”, são uma ótima forma de facilitar o jogo para aqueles que não são familiarizados com o gênero, pois uma build feita em cima dessa mecânica deixa o jogo menos frustrante em alguns momentos.

Créditos: Trialforge

Bugs e pontos negativos

Apesar de não ser um especialista do gênero, eu pude notar que a hitbox dos inimigos é pouco polida, e isso causa diversas frustrações onde uma morte do jogador não é sempre causada por erros dele mesmo, mas por bugs menores que vão se acumulando durante o gameplay.

Ele também tem inspirações mais clássicas do gênero, como o uso de itens de cura te fazer ficar parado. Isso faz o gameplay ser mais cadenciado e pensado, diferentemente de Bloodborne, por exemplo, que permitia uma maior agilidade até mesmo no recuo para se curar.

Um agravante negativo do design do jogo é o compartilhamento da energia entre os personagens, fazendo com que o jogador fique constantemente olhando a barra de energia no canto inferior-esquerdo da tela, para gerenciar sua energia.

Outro ponto relativamente negativo é a simplicidade dos chefes, que possuem estratégias básicas para serem derrotados e designs pouco inspiradores, mas nada que comprometa a experiência, pois a dificuldade ainda está presente e de forma justa.

Créditos: Trialforge

Exploração e pontos positivos

Graficamente o jogo é bastante simples mas cumpre seu papel. O design do ambiente é bacana e ele não performa mal — pelo menos não no PS5, onde joguei.

O mapa é simples, com um ou outro corredor que leva a uma área diferente, mas é impossível se perder e você também não tem aqueles momentos de outros jogos onde você abre uma porta e pensa “nossa, é aqui que esse caminho leva!”. É simples, porém funcional.

Também temos o já basicão skill tree, onde você faz upgrades de seus personagens. O jogo também é marcado pelos checkpoints espaçados, como as bonfires de Dark Souls. Nada de novo nessa parte.

Créditos: Trialforge

Veredito

Deathbound é um soulslike competente, que apresenta mecânicas novas que apesar de não tão polidas, funcionam bem para um primeiro game feito pelo estúdio.

É o tipo de jogo que eu recomendaria para fãs de soulslike que já jogaram todos os jogos principais do gênero e agora procuram algo para satisfazer a vontade de consumir um jogo desafiador. Deathbound possui algumas pontas soltas, mas é competente e mostra que há espaço para jogos AA, bastando que sejam feitos com tanto esmero quanto esse.

Nota: 7/10

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Esta análise foi feita com uma cópia do jogo cedida gentilmente pela distribuidora. Deathbound está disponível para PlayStation 5, Xbox Series S|X e PC (Steam).

 

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Elden Ring: Shadow of the Erdtree | A expansão… do número de vezes que morri https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/07/25/elden-ring-shadow-of-the-erdtree-a-expansao-do-numero-de-vezes-que-morri/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/07/25/elden-ring-shadow-of-the-erdtree-a-expansao-do-numero-de-vezes-que-morri/#respond Thu, 25 Jul 2024 14:36:45 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=17168 Acho que Shadow of the Erdtree foi a expansão mais aguardada de todos os tempos para um jogo single-player, gerou um interesse absurdo em todos, inclusive em pessoas que nunca haviam jogado o jogo base, e sem duvidas foi uma das experiências mais incríveis que já tive em um jogo single-player. LEIAM – Shin Megami […]

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Acho que Shadow of the Erdtree foi a expansão mais aguardada de todos os tempos para um jogo single-player, gerou um interesse absurdo em todos, inclusive em pessoas que nunca haviam jogado o jogo base, e sem duvidas foi uma das experiências mais incríveis que já tive em um jogo single-player.

LEIAM – Shin Megami Tensei V Vengeance | Análise

Lançou no dia 21 de Junho de 2024, e graciosamente nos foi cedido uma copia para realizar a avaliação, peço desculpas desde já à From Software pela demora, mas vocês também não colaboram né, colocaram como “guardião” do mapa da DLC o Mohg, passei uma semana pra derrotar ele.

Shadow of the Erdtree nos leva até a terra das sombras, um local fisicamente desconectado das Terras Intermédias, com uma experiência e uma “vibe” completamente nova e diferente (e infinitamente mais difícil).

Shadow of the Erdtree
Créditos: From Software

Mecânicas e Jogabilidade

Uma das principais inovações em Shadow of the Erdtree são as novas armas e habilidades, são 103 novas armas, 16 novas cinzas de guerra e 19 magias, adicionando ainda mais variedade e complexidade, permitindo criações de novas builds completamente diferentes, incluindo algumas com umas modificações de jogabilidade bem diferentes, mostrando a capacidade da From Software de inovar a cada oportunidade que tem o estilo de jogo que virou um gênero inteiramente novo nos jogos.

LEIAM – Kunitsu-Gami: Path of the Goddess – Folclore interativo

Shadow of the Erdtree
Créditos: From Software

Narrativa e Exploração

Ela é uma extensão completamente natural e orgânica do enredo do jogo base, a forma como as duas se conectam, e como tudo dentro da expansão amplia a visão que temos do jogo base, mostra a capacidade da From Software de conseguir criar uma história coesa e bem trabalhada. NPCs bem feitos e um novo sistema de progressão de personagem que encaixa muito bem com a lore apresentada.

LEIAM – Monster Hunter Stories Remaster | O Poder da Amizade!

Ao chegar na expansão não nego que fiquei sem palavras, o mapa era absolutamente lindo e gigantesco, a exploração do mapa é divertida, eu pelo menos achei mais divertida que a do próprio jogo base, antes de chegar ao primeiro boss já havia explorado uma boa parte do mapa só de “curioso”, o mapa te instiga a ir cada vez mais longe e explorar cada vez mais, é convidativo.

Shadow of the Erdtree
Créditos: From Software

Desafios e a trilha sonora

Desafios de Shadow of the Erdtree, são infinitos basicamente, só de chegar na terra das sombras e ir enfrentar o primeiro inimigo que achei já tomei um sacode absurdo, ali eu vi que se o Mohg tinha sido um problema, o que me esperava era muito pior (e realmente era MUITO pior mesmo).

Muitas lutas difíceis e diferentes do que estamos acostumados, para não dar muitos spoilers irei usar como exemplo a luta contra a Rellana, irmã da nossa querida Rennala, e completamente ao oposto da Luta contra a Rennala que é absurdamente fácil, a Rellana não tá pra brincadeira MESMO, me amassou na porrada incontáveis vezes, e ela tem um move set tão diferente dos jogos Soulslike (pra mim) que eu fiquei realmente maravilhado de ver, é uma luta terrivelmente difícil, porém linda. E no quesito desafio, Shadow of the Erdtree entrega, entrega até demais.

Tudo isso embalado por uma trilha sonora magistral, reforçando algo que tenho pra mim, a From Software nunca errou na aspecto sonora de nenhum dos seus jogos, mas neste em específico, ela continua sem errar, impecável demais.

Créditos: From Software

Conclusão

Shadow of the Erdtree é uma expansão tão grande, dentro de um jogo gigante, a expansão é maior que muito jogo “completo” que temos hoje em dia, o jogo é um complemento perfeito para um dos melhores jogos já feitos nos últimos anos.

“Try fingers, but hole”

Elden Ring: Shadow Of The Erdtree está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series S/X e PC

Nota: 9 / 10

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Esta análise foi feita com uma chave digital  de PC cedida gentilmente pela Bandai Namco.

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Salt and Sacrifice | Morrem, digo, jogamos o beta https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/26/salt-and-sacrifice-morrem-digo-jogamos-o-beta/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/26/salt-and-sacrifice-morrem-digo-jogamos-o-beta/#respond Sat, 26 Mar 2022 08:00:45 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=10462 Vocês devem saber que eu sou uma bosta em jogos do tipo Souls-like. Todas as minhas tentativas no gênero foram frustradas, em um grau ou outro, desde lá trás no Dark Souls no PC (que curiosamente minha cópia não legítima do jogo me deu achievement na Xbox Live. Lembram do Games for Windows Live? A merda […]

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Vocês devem saber que eu sou uma bosta em jogos do tipo Souls-like. Todas as minhas tentativas no gênero foram frustradas, em um grau ou outro, desde lá trás no Dark Souls no PC (que curiosamente minha cópia não legítima do jogo me deu achievement na Xbox Live. Lembram do Games for Windows Live? A merda que era? Ainda bem que a Microsoft aprendeu a lição e nunca mais tentou fazer uma loja separada do Steam pra PC, cert… Não, pera.). Onde eu estava? Ah sim, Souls-like.

O fato é que eu fracassei em diversos graus em vários jogos do gênero, e até hoje, o único que consegui terminar foi o Star Wars: Mamãe quero ser Dark Souls, que vai ganhar continuação esse ano.

Desde o lançamento de Demon’s Souls e Dark Souls, muitos jogos tentaram copiar a fórmula dos jogos da From Software, com variados graus de sucesso e fracasso. Até mesmo em 2D, com um dos primeiros (talvez), saindo em 2014 no Japão, e denominado Demon’s Sperm. E sim, é exatamente do que se trata o jogo. O que isso tem a ver com o jogo? Um pouco, já que ele possuía a mecânica típica de Demon’s Souls e era em 2D com sprites.

E em 2016, a desenvolvedora Ska Studios lançou, a princípio exclusivamente para PS4 (com versões para PC, Vita, Xbox One e Switch lançadas posteriormente), Salt and Sanctuary, um jogo que combinava o combate de Dark Souls, com a exploração bidimensional dos Metroidvanias.

Cinco anos depois, uma continuação, foi anunciada com previsão de chegada para esse ano. Intitulado “Salt and Sacrifice”, nós aqui do Arquivos do Woo tivemos a oportunidade de participar do beta.

Continue lendo para saber nossas impressões:

Salt and Sacrifice
Reprodução: Ska Studios

Se você jogou Salt and Sanctuary, esqueça o plot do jogo

Apesar de ser uma continuação, não se trata da jornada do personagem que jogamos no primeiro jogo. Aqui, fomos condenados por um certo crime (o crime é escolhido pela gente quando criamos nosso personagem), e para encontrarmos o perdão, devemos nos tornar Inquisidores e caçar Magos, que estão causando alguma treta maligna no mundo.

Só que as coisas não começam com o pé direito, já que enquanto partia para cumprir seu objetivo, você é atacado e deixado pra se virar sozinho, já que sua condução e o zé que conduzia esse cavalo, estão mortos. Não apenas isso, mas pouco depois de passar por meia duzia de idiotas, um boss gigante acaba contigo, e aí começa a sua jornada de verdade.

Salt and Sacrifice
Reprodução: Ska Studios

Mais bonito que seu antecessor

Pelas screenshots, percebe-se que apesar de continuar sendo uma equipe de apenas duas pessoas, houve um salto gráfico entre Salt and Sanctuary e Salt and Sacrifice, o que meio que era esperado, vide o tempo entre os dois jogos (seis anos). Os sprites estão bem mais bonitos e expressivos, com os cenários ficando mais detalhados.

Porém (não de um jeito ruim), apesar disso, o jogo continua com aquele clima opressivo de seu antecessor, acentuado pelos chefes e inimigos que não vão te dar descanso. E não podemos julgar as músicas contidas no beta por uma razão.

A build que recebemos para teste é uma versão antiga, e as músicas contidas no jogo são placeholders, não pertencendo a trilha sonora final.

Reprodução: Ska Studios

Prepare-se para morrer

Os controles na versão de Playstation… São menos que ideais. Ao menos se você quer utilizar armas de ataque a distância.

Os controles para combate funcionam bem, mas o mapeamento padrão de botões do jogo deixa bem a desejar, se eu for completamente honesto. Talvez por eu estar acostumado com os controles padrão de um souls-like, mas utilizar R1 pra item de cura depois de anos condicionado com o direcional pra cima é contra intuitivo. E mirar pra atirar adagas é complicado, independente do analógico usado. Isso dá uma vantagem para a versão de PC, por razões óbvias.

O combate, depende um pouco da classe escolhida, mas não foge do padrão souls, com estamina, defesa, esquiva e ataque sendo partes primordiais. E se o mapeamento de botões pode confundir, o combate funciona muito bem, obrigado. Claro, como um bom Souls-like, fique sem estamina na hora errada, erre um ataque e você vai ficar com a guarda aberta a ataques que podem ser letais, especialmente se você estiver com dois ou mais inimigos próximos de você.

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Os combates contra chefes bebem da mesma fonte de Souls, aprenda os padrões de ataque, evite os ataques e contra ataque nos momentos certos. E assim como em Souls, conforme tiramos vida dos chefes, os mesmos adicionam padrões adicionais, tornando os combates interessantes.

Conforme se avança no jogo, novos recursos passam a ficar disponíveis, como o Grapple Hook (disponível na demo), e como todos sabemos, Grapple Hooks deixam os jogos 78% mais divertidos, Grapple Dog é a prova. O gancho em Salt and Sacrifice permite atingir áreas antes inacessíveis, desde que haja um ponto para arremessar o gancho, e o uso do mesmo requer um pouco de timing e precisão na hora.

Infelizmente, eu não pude testar o multiplayer, por motivos de força maior (eu não sou lá o maior fã de multiplayer e estava ocupado jogando outro jogo que vocês devem saber em breve – Ou sabem se me assistem no Twitch), mas o jogo possui PVP, então se você está acostumado a ser invadido em algum Souls, vai se sentir em casa aqui.

Reprodução: Ska Studios

Souls-like não é a minha praia

Apesar do mapeamento de controles ser um tanto medíocre na minha opinião, Salt and Sacrifice parece ser uma boa pedida, caso tenha curtido o primeiro jogo. Como Souls-like não é a minha especialidade, não tratem minha opinião como definitiva, mas justamente como uma opinião.

Salt and Sacrifice chega no dia 10 de maio para PlayStation 4, PlayStation 5 e PC.


Este texto foi feito com base na versão de PlayStation 4 com uma cópia digital do beta gentilmente cedida pela Ska Studios.

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