Arquivos Sonic Frontiers - https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/sonic-frontiers/ Um pouco de tudo na medida certa Thu, 31 Oct 2024 21:28:48 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Sonic Frontiers - https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/sonic-frontiers/ 32 32 Sonic x Shadow Generations | Análise Parte 2: Shadow Generations https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/31/sonic-x-shadow-generations-analise-parte-2-shadow-generations/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/31/sonic-x-shadow-generations-analise-parte-2-shadow-generations/#respond Thu, 31 Oct 2024 21:28:48 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=18380 Shadow Generations é a parte nova do pacote lançado em outubro de 2024, junto com o remaster de Sonic Generations (2011). Nós, do Arquivos do Woo, fizemos dois textos sobre o game original: um feito pelo Geovanne, analisando o jogo em si, que você pode ler aqui, e outro focado nos aspectos do Remaster, escrito […]

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Shadow Generations é a parte nova do pacote lançado em outubro de 2024, junto com o remaster de Sonic Generations (2011). Nós, do Arquivos do Woo, fizemos dois textos sobre o game original: um feito pelo Geovanne, analisando o jogo em si, que você pode ler aqui, e outro focado nos aspectos do Remaster, escrito por mim, aqui. É quase a Biblioteca de Alexandria Furry isso aqui. Divirtam-se!

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Sobre o game em si, podemos dizer que essa é a parte mais bem trabalhada do pacote. Enquanto Sonic Generations recebeu um remaster que trouxe pequenas mudanças visuais e de controles, no lado Shadow temos um jogo completamente novo que, apesar de menor, entrega uma experiência completa e essencial para os fãs de jogos 3D da série.

Reprodução: SEGA

História

A história de Shadow Generations se passa paralelamente ao jogo do Sonic. Enquanto Sonic revisita fases clássicas do seu lado do Espaço Branco, Shadow revisita a base ARK e descobre que Black Doom, vilão do jogo Shadow the Hedgehog (2005), sobreviveu ao embate anterior.

Na bagunça gerada por enfrentá-lo novamente, Shadow é mandado para o mesmo Espaço Branco onde Sonic está, mas em outro lado.

Assim, temos uma desculpa para Shadow passar por várias fases baseadas em cenários de jogos anteriores da mesma forma que Sonic faz em Generations.

Reprodução: SEGA

O Mundo Branco 3D

Diferentemente do jogo do Sonic, a tela de seleção de fases não é mais em side-scrolling. Na parte de Shadow, você explora um mini-mundo 3D, onde as fases estão espalhadas pelo mapa, ao estilo de muitos jogos de plataforma 3D clássicos, como Banjo & Kazooie (1998) e, de certa forma, lembrando Sonic Jam, coletânea dos jogos de Mega Drive do Sonic para o Saturn.

Para preencher esse mundão, o Sonic Team novamente enfiou um monte de objetivos paralelos na forma de portais, que dão como recompensa chaves para enfrentar os chefes, além de alguns coletáveis, como artes dos jogos anteriores, músicas para ouvir durante as fases e outros quitutes.

Essa “trava” obrigatória faz o famigerado “padding”, quando um jogo enrola com algum conteúdo maçante para fazer o game durar mais. Era um problema já conhecido de Sonic Generations, e aqui volta com toda força.

Esses portais são compostos de pequenos desafios em fases que você já passou, como coletar tantos anéis (me recuso a chamá-los de Rings, nome em inglês usado até mesmo na tradução em português), matar X inimigos, ou coisas do tipo. Por sorte, 90% desses desafios são relativamente fáceis e não chegam a ser irritantes.

Reprodução: SEGA

Jogabilidade

Diferentemente de Sonic Generations, que foi feito na antiga engine Havok, Shadow Generations utiliza a Hedgehog Engine 2, que já havia sido utilizada em games anteriores, mas principalmente em Sonic Frontiers.

Assim, a jogabilidade é idêntica ao último grande jogo do ouriço azul. Pular, dar homing attack e emendar tudo com dashes e pulos em corrimãos, molas e afins fazem o loop do game ser maravilhoso.

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E os fãs dos primeiros jogos 3D do Sonic podem ficar tranquilos, pois aquela quantidade incrível de bugs do boneco parar do nada num loop ou sair caindo para o infinito foi bastante diminuída nos jogos feitos nessa engine, e em Shadow Generations temos um gameplay coeso e sem falhas. Parece que a Sega finalmente entendeu como fazer um jogo de Sonic sem ser tão bugado.

Mas não pense que esse jogo é apenas mais do mesmo com um Sonic preto. Shadow tem diversos poderes diferentes que adquire ao longo da sua curta jornada de 7 fases (já contando o DLC baseado no terceiro filme).

Reprodução: SEGA

Ele pode atirar raios de seus dedos, que servem para paralisar inimigos distantes ou ativar botões, pode bicar um inimigo pra cima e para frente para teleportar para o local onde o bicho foi lançado (estilo combo de Dragon Ball Z), surfar na água, se transformar em uma gosma preta para andar pelas paredes e até mesmo usar um PAR DE ASAS totalmente edgy que fazem Shadow ficar ainda mais descolado para seu sobrinho ou filho de 12 anos.

Mas o poder mais notável é o Chaos Control, que é uma barra de energia que se enche aos poucos e, quando ativada, faz Shadow andar em bullet time, tal qual Max Payne ou Neo de Matrix, parando inimigos e plataformas para que ele possa matá-los rapidamente ou usar projéteis como plataformas para atingir locais de difícil acesso.

Todas essas habilidades estão intrinsecamente ligadas ao design das fases, e o jogo sempre faz o favor de indicar qual botão apertar quando você precisa usar uma delas em específico, então nada fica muito complicado em momento algum.

Reprodução: SEGA

Fases

As fases do game são as seguintes (spoilerzinho de leve):

  • Space Colony Ark (Sonic Adventure 2, 2001)
  • Rail Canyon (Sonic Heroes, 2003)
  • Kingdom Valley (Sonic the Hedgehog, 2006)
  • Sunset Heights (Sonic Forces, 2017)
  • Chaos Island (Sonic Frontiers, 2022)
  • Radical Highway (Sonic Adventure 2, 2001)
  • Tokyo (do filme Sonic the Hedgehog 3, via DLC)

Como você pode ver, são poucos cenários, mas as fases são bem bonitas, principalmente as baseadas em jogos mais antigos. Podemos ver quanto os jogos do ouriço evoluíram graficamente nos últimos 20 anos, e só nos fazem imaginar como seria legal ver esses clássicos sendo refeitos do zero.

Apesar de aparentar ser pouco conteúdo, esses cenários são longos e cada um deles possui duas versões, uma para ser jogada em 3D e outra em 2D, assim como os atos eram divididos em Sonic Generations.

Após zerar o game, ainda temos um modo que aumenta a dificuldade dos chefes, fora ainda o velho lance de voltar às fases anteriores com os poderes adquiridos posteriormente, a fim de pegar itens escondidos ou fazer a melhor rota possível.

Reprodução: SEGA

Veredito

Fica muito claro que o pacote Sonic x Shadow Generations foi bastante inspirado no relançamento de Super Mario 3D World para Switch. Aquele lançamento incluía um jogo anterior, somado a uma aventura nova, com um mundo aberto 3D a ser explorado. Algumas mecânicas, como a de navegar pela água, são quase idênticas ao jogo do Mario. Não que inspirações sejam ruins, mas é tão óbvio quanto Sonic Frontiers é baseado em Zelda: Breath of the Wild.

Shadow Generations é mais um jogo bom dessa nova safra de games do Sonic. Após o fiasco de Forces de 2017, a Sega parece ter realmente tomado um tempo para corrigir o que estava errado, e tudo que saiu — em jogos 3D, pelo menos — foi bem feito.

Caso você seja um fã antigo ou um novato, saiba que esse pacote é uma das melhores formas de conhecer o mundo do ouriço.

Faltou uma dublagem em português, como sempre, mas temos tradução dos textos e escolha de áudio entre inglês e japonês, então todos vão poder aproveitar as aventuras do Sonic flamenguista (Shadow).

Nota: 8,0/10

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Esta análise foi feita com uma cópia de Sonic x Shadow Generations para PC, cedida gentilmente pela SEGA. Sonic x Shadow Generations está disponível no PC (Steam e Epic Store), Switch, PlayStation 4, PlayStation 5 e Xbox Series S|X.


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The Game Awards | Refletindo sobre os anúncios https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/11/the-game-awards-refletindo-sobre-os-anuncios/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/11/the-game-awards-refletindo-sobre-os-anuncios/#respond Sat, 11 Dec 2021 16:24:22 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=9375 Ontem, enquanto conversava sobre trivialidades com o Diogo e xingava o Alexis gratuitamente (porque se você não xingar seus amigos de graça, você não é amigo da pessoa), ele me perguntou: “Quer cobrir o Game Awards?” No que eu perguntei sobre o que eu teria que falar, fazer um in loco ou sei lá o […]

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Ontem, enquanto conversava sobre trivialidades com o Diogo e xingava o Alexis gratuitamente (porque se você não xingar seus amigos de graça, você não é amigo da pessoa), ele me perguntou: “Quer cobrir o Game Awards?” No que eu perguntei sobre o que eu teria que falar, fazer um in loco ou sei lá o quê, ele falou pra eu dar minhas impressões.

Foi mal, Diogo, mas eu não tenho impressora.

Que foi? Eu queria ter feito essa piada na hora, mas não foi. Enfim, eu só não lutei contra o sono durante a premiação pelo motivo de que eu costumo ir dormir 3 e meia da manhã. Mas, pra não soar tão babaca assim com os amigos que quase dormiram com aquela apresentação, vou contar o processo por trás desse texto.

O processo

Pra eu não me perder sobre o que eu teria que falar, eu fiz anotações de parte das minhas reações pra ter uma base. Porque se eu fosse fazer tudo de cabeça, eu esqueceria a metade do que planejei escrever. E no final da dita cuja apresentação, eu estava cansado pra caralho.

Dito isso, honestamente, o The Game Awards é basicamente um comercial gigante de 3 horas e meia com uns prêmios que os normies ligam e eu basicamente uso eles pra irritar fanboys (tipo quando o God of War ganhou o ‘Game of the Year‘ de 2018, mesmo sendo intragável e desinteressante. Eu curti que o GoW ganhou só pra irritar os fanboys de Red Dead Redemption 2).

LEIAM – The Game Awards 2021 | Impressões do Diogo sobre os anúncios

Antes de começar a comentar sobre os jogos, uma última coisinha: O que uma comida de rabo da internet não faz, né?

Depois de dizer que não faria comentários sobre a merda lá da Blizzard-Activision-Blizzard (sim, escrevi errado porque sim) e levar uma comida de rabo UNIVERSAL da internet inteira apontando a hipocrisia, a produção do TGA voltou atrás e o Geoff fez o discurso com as indiretas menos indiretas do mundo pra Activia-SubZero.

Agora, vamos ao que interessa, os jogos… Se eu esqueci algum jogo, foi provavelmente porque a minha internet caiu na hora do evento (coisa que aconteceu… Umas 3 vezes.)

Game Awards 2021
Reprodução/Internet

Tunic

Tunic pareceu ser um jogo top-down bonitinho, meio furry… Mas eu perdi meu interesse nele quando vi que ele só vai sair em plataformas Xbox.

Isso é comum pra mim, porque são plataformas que eu não posso jogar, não é nada contra o Xbox. Mas não tem como eu me empolgar com algo que não terei como jogar. Inclusive é por isso que eu odeio quando devs indies anunciam jogos só pra PC/Switch.

Game Awards 2021
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Risk of Rain 2

Por quê caralhos colocaram um trailer de um jogo lançado em 2020 no Game Awards 2021?

Sério. Tá, foi no pré-show, mas essa porra tá disponível há mais de um ano.

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The King of Fighters XV

K’9999 está de volta com um novo nome e um novo penteado. E teremos um segundo beta aberto.

Só espero que não tenha o mesmo fiasco de exigir PS Plus para um beta cuja descrição dizia NÃO PEDIR PLUS. Sim, isso me deixou puto, muito puto. Eu baixei o primeiro beta aberto, e ele pedia a Plus, então basicamente 11GB só pra uma tela título.

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The Texas Chainsaw Massacre

MAIS UM JOGO DE MULTIPLAYER ASSIMÉTRICO. Jesus, isso tá enchendo o saco. Tivemos Boring by Daylight, Friday the 13th (que é um bom jogo, ao contrário de DBD), o Resident Evil Resistance, Evolve (que precede esses jogos) e até Dragon Ball tem um jogo do tipo anunciado. Eu não aguento mais.

Pulemos nesse parágrafo o jogo da Telltale que não me importo, o Homeworld 3 que não me importo, Monster Hunter Rise que não é minha praia e nem posso jogar, Babylon’s Fall que só não periga ser o pior jogo da Platinum porque Anarchy Reigns é um porre insuperável e insuportável, e aquele jogo colorido que o Diogo curtiu, mas a minha internet caiu na hora e não estou nem um pouco a fim de ver agora.

Game Awards 2021
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Evil West

Darkwatch foi o primeiro jogo de PS2 que joguei na vida, na casa do meu amigo Renato, que hoje mora no Canadá.

Era um jogo de tiro em primeira pessoa bem divertido (E COM CO-OP LOCAL). Nunca cheguei a terminar por motivos, mas é um jogo bastante cultuado. Evil West parece ir na mesma pegada, mas parece acrescentar toques de outro jogo de Velho Oeste do PS2, no caso, God Hand, com as coisas sendo meio over the top. E como esse é um jogo que vai sair pra geração PS4/PS5, então podemos ficar de olho nele.

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Have a Nice Death

O jogo tinha minha atenção pelo visual e gameplay, parecendo ser um metroidvania, até que subitamente descobri que ele era Roguelite. Isso meus amigos, é a receita de uma brochada bem sucedida, porque perdi todo meu interesse pelo jogo.

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Persona 4 Arena Ultimax

Eu sou completamente a favor de pegar jogos que ficaram presos em gerações passadas e trazer eles pra geração atual.

Dito isso, uma pena que a Atlus não tenha anunciado a retro compatibilidade da versão de 360 com o hardware mais recente.

Porque ao contrário do PS3 que é composto de física quântica, o Xbox 360 são equações simples que tornam a retrocompatibilidade com o Xbox One simples e suave. Mas ei, PERSONA 4 DE LUTINHA!

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Hellblade 2: Senua Saga

Honestamente, eu preferiria que mostrassem outro trailer de CG, ao invés de um “gameplay” com interrupções a cada 10 segundos com a Senua olhando pra trás, o que me faz pensar que aquilo parecia um segmento de Quick Time Event (mesmo que não seja), mas veja bem, a Senua corria, olhava pra trás, corria, olhava pra trás e o Gigante engolia um Zé qualquer.

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Star Wars Eclipse

Vou repetir aqui a frase que coloquei no chat do Twitch do pessoal da PSX Brasil. Eu estava animado até ver que o jogo é da Quantic Dream.

Não to brincando, porque a apresentação (mesmo que em trailer), parecia minimamente interessante, mas só o fato de ser da Quantic Dream… David Cage é basicamente um Hideo Kojima, só que com menos redundância e menos talento.

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Lost Ark

MMO… Zzz… Já tenho minha cota de MMO com Caravan Stories, obrigado. Não são nem um pouco semelhantes, eu sei, só queria usar esse parágrafo pra falar que voltei a jogar Caravan Stories por causa do evento em collab com a Houshou Marine, do Hololive.

Se eu consegui tirar a Senchou? Ainda não, mas estou tentando.

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Wonder Woman

Tivemos só um teaser, e desse teaser, podemos tirar duas coisas: 1: É um jogo da Mulher Maravilha. 2: Pelo menos o modelo facial da Mulher Maravilha não parece ter sido esculpido em queijo e escarrado, feito o de Injustice (qual o problema do NetherRealm em fazer rostos femininos? Aquele jogo tem muito Nightmare Fuel)

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Alan Wake II

A mudança de ação pra terror não é muito a minha praia, mas bom para os fãs de Alan Wake.

É só o que tenho a dizer, pois só joguei uns 10 minutos daquele Standalone DLC do primeiro jogo no PC e abandonei porque jogar coisas no PC é um saco.

Sonic 2

TODA a apresentação em torno do filme de Sonic 2 feita pro Game Awards 2021 foi bem feita, mesmo as piadinhas antes do trailer (que costumam ser cringe), me fizeram dar umas risadas.

E honestamente, esse filme tem tudo pra ser o que Sonic 2 (no Mega Drive) foi em relação ao primeiro: Melhora dos pontos fracos e um produto genuíno de quem curte o material de origem.

Game Awards 2021
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Horizon: Forbidden West

Eu gostei do primeiro jogo, mas só o joguei porque a Sony deu de graça. É o jogo que eu aguardo… Com moderação, porque tenho um milhão de prioridades na frente dele.

A versão de Final Cantas VII Remake pra PC vai sair na semana que vem

E isso não significaria nada pra mim, exceto o fato de que a Square-Enix tá cobrando 70 dólares por isso. Usando as palavras do Craque Neto: “Brincadeira, viu?”

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SlitherHead

Do cara que criou Silent Hill, com o compositor de Silent Hill e a sigla do nome do jogo é SH como Silent Hill, mas não é Silent Hill nem tem cara de Silent Hill.

Se ele for um jogo de ação com toques de horror (como o trailer deixou parecer), posso até me interessar, caso contrário não, porque eu tenho cagaço com jogo de terror.

NightingGale

Mais um jogo do famoso gênero “Survival crafting coop multiplayer online early access ”. Passo.

Somerville

Não entendi nada. Próximo.

Cuphead: The Delicious Last Course

Quem lembra dos produtores de Cuphead dizendo que o jogo nunca sairia no PS4? Bons tempos.

Enfim, depois de muita espera e até apostas pra ver quem sairia primeiro, o DLC de Cuphead ou Hollow Knight: Silksong, o run and gun cartunesco finalmente tem uma data para o seu DLC, no meio do ano que vem.

Agora só falta você, Silksong. Eu queria jogar Cuphead, mas tá caro.

Sonic Frontiers

Esse teaser mostrou tanta coisa quanto uma screenshot da minha conta bancária, ou seja, nada.

Trailer do filme novo do Guillermo del Toro

Del Toro fez “A forma da Água”, um dos filmes mais porre da década passada, mas que por algum motivo ganhou o Oscar. Mas ele vai ter sempre meu crédito por ter feito Hellboy 1 e 2, dois dos filmes mais bacanas de Super Heróis. E não, não liguei nem um pouco pra esse trailer, tá me achando com cara de cinéfilo só porque tenho um PS4?

Tchia

Mais jogos bebendo da fonte de Breath of the Wild, mas não estando limitados a plataformas da Nintendo? Yes, please. O jogo pareceu tudo o que a nova geração não é: Criativo, colorido e inspirado. Aguardo com moderação.

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Suicide Squad: Kill the Justice League

Por um lado, é um jogo da Rocksteady, e a não ser que algo MUITO GRAVE aconteça (tipo dar 2 semanas pra um estúdio minúsculo portar pro PC), o resultado pode agradar bastante. Mas, se eu for honesto, essa coisa de Heróis ficaram DU MAL já cansou pela falta de criatividade usada.

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Forspoken

Olha, esse jogo tá… Bonitinho. E é um isekai, coisa que não é feita com tanta frequência em jogos (não contando jogos baseados em animes isekai) grandes, então vamos ver onde isso vai dar.

Game Awards 2021
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Saints Row

Eu me interessaria nesse jogo se ele se chamasse: “As aventuras de Tito Santana”, ou qualquer outra coisa. Porque como jogo, ele não parece ruim, mas apenas outro jogo de mundo aberto.

E eu aceito qualquer coisa que não seja Grand Theft Auto. Mas como Saints Row… Ele tá um TÉDIO. A não ser que a Volition esteja escondendo as cartas MUITO BEM, esse jogo vai ser uma decepção pra quem curte a franquia.

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Dune: Spice Wars

Não sou chegado em RTS, mas considerando que Duna 2 foi o início do gênero, ter um jogo novo após o sucesso do novo filme, é algo bacana de se ver.

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Tiny Tina’s Wonderland

Única coisa que espero é que esse jogo não seja sem graça como Borderlands 3. De resto, pew pew pew são meus comentários.

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Among Us VR

Um jogo que não dou a mínima, num formato que não me importo. GRANDES MERDA.

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Tivemos um vídeo com os dois novos personagens a se tornarem jogáveis, e um teaser da próxima personagem que durou uns 3 segundos.

Sério Mihoyo? Por outro lado, como o jogo ganhou prêmio de “Melhor jogo Mobile”, a Mihoyo vai dar 1600 primogemas entre os dias 11 e 14 de Dezembro aos jogadores, então… Yay, viva o Game Awards. #SanciniVendido

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Steelrising

Steelrising apareceu na E3 desse ano se a memória não me falha. Agora que o jogo apareceu no Game Awards 2021, ele me parece até que interessante. Não está na minha lista de compras ou de desejos, mas enfim.

Metal Hellsinger

Boomer Shooter Yay!

Nota do Diogo: É um dos games que contou com a melhor trilha sonora durante o The Game Awards 2021, só banda boa a encargo da trilha sonora.

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Warhammer 40.000: Space Marine II

O Gears of War Azul (roubei essa piada do Amer, porque sim) era um jogo bem divertido, lançado na geração do PS3. E agora está de volta.

Espero a mesma brutalidade e diversão proporcionadas pelo original.

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Star Trek: Ressurgence

Não é um jogo da Telltale, mas é um jogo da Telltale, já que o Dramatic Labs foi criado por ex-funcionários da Telltale.

Honestamente, espero que esse jogo seja mais pro lado de Tales from Borderlands do que Game of Thrones… Porque os trekkers precisam de um jogo decente da franquia.

Este foi mais uma das grandes revelações do The Game Awards 2021…

https://youtu.be/77TS9tm9o5c

Rumbleverse

O Iron Galaxy Studios está por trás, então ele tem a possibilidade de ser bom. No momento, não entendi o que ele quer ser.

E eu vou finalizar por aqui, porque no momento em que fazia minhas anotações, o evento estava tão porre que devo ter pulado uns 2 ou 3 anúncios, trailers de coisas que já temos data (tipo o novo Plague e o Yin Light 2) e por aí vamos.

Honestamente, o The Game Awards 2021 é basicamente a indústria ocidental numa masturbação coletiva, só ver no quesito de indicações.

Pra trailers, honestamente prefiro showcases como os da Tokyo Game Show, ou mesmo a E3, além das apresentações das produtoras de console (Microsoft, Sony, Nintendo).

Mas, antes de REALMENTE terminar meu texto sobre o Game Awards 2021, mais um fato engraçado… A Google usou o evento pra promover o Google Play Games, onde os usuários poderiam jogar os jogos do celular, no PC (coisa que muita gente faz usando emuladores BTW), o que pode decretar a última pá no caixão do Google Stadia (inclusive eu queria MUITO ter escrito outros artigos zombando do Stadia, mas não o fiz).

Enquanto isso, a Amazon também colocou ads no evento do Amazon Luna, seu próprio serviço de Cloud Gaming. Ê, Google, parabéns, viu?

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