Arquivos Shadow Hearts II Covenant - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/shadow-hearts-ii-covenant/ Um pouco de tudo na medida certa Sat, 19 Sep 2020 23:25:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Shadow Hearts II Covenant - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/shadow-hearts-ii-covenant/ 32 32 Os Meus Pecados Gamísticos Edição: RPG https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/04/08/os-meus-pecados-gamisticos-rpg/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/04/08/os-meus-pecados-gamisticos-rpg/#comments Wed, 08 Apr 2020 16:13:28 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=3053 Os Meus Pecados Gamísticos Edição: RPG é um compilado de todos aqueles títulos que infelizmente passaram por minhas mãos não foram devidamente concluídos. Os fatores são os mais variados, passando por falta de tempo ao foco em outras coisas. Por um período da minha vida deixei os vídeo games de lado e dei enfase a […]

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Os Meus Pecados Gamísticos Edição: RPG é um compilado de todos aqueles títulos que infelizmente passaram por minhas mãos não foram devidamente concluídos. Os fatores são os mais variados, passando por falta de tempo ao foco em outras coisas.

Por um período da minha vida deixei os vídeo games de lado e dei enfase a outras atividades. Eu não sofro por conta disso, de forma alguma. Porém, depois de anos e com um tempo ainda menor do que tinha antes, decidi que iria começar a retomar alguns deles, contanto que não fosse uma experiência ruim.

Afinal, se vamos dedicar tempo em algo, ele precisa valer o tempo investido, então esse texto não é só um artigo de lamurias, mas também a lista dos meus pecados gamísticos que pretendo fechar ao longo de 2020.

Será que fecho todos? Não sei. Estou disposto a tentar, e o resultado vocês vão conferir no meme de fim de ano, mas também podem acompanhar as jogatinas lá no instagram do site, onde publicarei trechos das jogatinas.

https://www.youtube.com/watch?v=EltNhWLf5wY

Breath of Fire IV

É um dos jogos que vira e mexe volto a jogar, não só por ser extremamente divertido, mas porque é um dos jogos mais nostálgico da franquia pra mim.

Personagens extremamente carismáticos, uma abertura animada que merece palmas, além de possuir uma das melhores direção de arte de toda a franquia.

Só que, infelizmente, eu nunca o terminei em todas essas vezes que retomei a jogatina. Meu save mais antigo foi apagado e agora terei de começar novamente do zero. Estava bem avançado. Quando não é o memory card do PS1 que eu perco é o save do PSP (emprestado) que é apagado.

Esse ano eu fecho ele, ah, se eu fecho!

Secret of Evermore

É outro dos jogos que encarei na infância, retomei quando adulto, mas nunca o fechei.

Tenho um imenso carinho para com ele por conta de ser um dos games que eu alugava as sexta-feira para jogar no fim de semana, mas na sexta-feira seguinte quando o alugava de novo para dar continuidade, haviam apagado meu save.

Leiam – Kalango Clay e suas incríveis esculturas

Ele é um Adventure RPG pouco conhecido, mas com personagens e inimigos muito criativo e carismático. Infelizmente é pouco conhecido, atribuo isso ao fato do seu lançamento ter ocorrido próximo do fim da vida do Super Nintendo.

É um jogo que já prometi a galera do grupo do site que fecharei primeiro.

Persona 2 Innocent Sin

É um dos games da franquia que mais quero terminar, pois o meu primeiro contato foi com sua sequencia Persona 2 – Eternal Punishment lá nos meus 15 anos. Mas ao saber que esse daqui era a primeira parte, eu decidi ir atrás, mas me deparei com um problema.

No caso do Innocent Sin, ele ficou restrito por longos anos ao Japão, assim não existia sequer previsão de lançamento para o ocidente, por essa razão deixei de lado o jogo.

Enfim, saiu a tradução feita por fãs da versão do PlayStation, e anos mais tarde uma versão oficial no ocidente para PSP.

Fiquei feliz mas nunca terminei. Oh, a vergonha! Não me julguem, OK.

Legend of Zelda – A Link to The Past

Eu adorava jogar esse Zelda, mas ficava explorando o mapa e não avançava muito quando moleque. Anos mais tarde eu adquiri o cartucho e isso facilitou bastante para eu avançasse na história, mas lembro até hoje de ter abandonado quando Link era transformado em um coelho.

No fim das contas eu vendi o console e cartucho. Provavelmente hoje ele deve estar nas mãos de algum barbado de 40 anos que pagou 5 mil reais para colocá-lo dentro de um receptáculo de acrílico, o retira apenas para inalar o cheirinho dos anos 90 e guardá-lo em seguida.

Mas eu to devaneando aqui, a questão é que o jogo é extremamente nostálgico e bom, afinal, eu joguei o bastante. To muito afim de pegar pra encarar até o fim, pois nunca fechei nenhum game da franquia. Ouvi dizer que é menos tempo para terminá-lo comparado aos títulos posteriores a ele.

Dragon Quest VI

Esse é um dos games que tive o prazer de conseguir o cartucho japonês na adolescência. Não entendia absolutamente nada, mas como muitos na época a gente avança na tentativa e erro.

É outro que recebeu uma versão ocidental posteriormente para o Nintendo DS e 3DS.

Apesar dele ter um combate de turno em primeira pessoa, algo que não me agrada muito, principalmente porque eu fechei o Dragon Quest VIII que é em terceira pessoa. De qualquer modo eu gosto do universo e gostaria muito de entender do que diabos se trata.

https://www.youtube.com/watch?v=POTKHlqCvuE

Chrono Trigger

Eu perdi a conta de quantas vezes eu comecei e larguei Chrono Trigger, e não foi nem por conta de achar ruim.

É um jogo com uma história interessante e outro com o design do Akira Toriyama que realmente me atrai, mas, depois de tanta falação e enaltecimento do jogo, quando o pego pra jogar não parece ser tão incrível assim.

Avancei bem em minha ultima tentativa, mas acabei abandonando por motivos que não recordo. É outro que irei pegar e fechar, só pra ver se realmente é bom como todos pregam.

Final Fantasy VI

É considerado por muitos um dos melhores FF da franquia no Super Nintendo. Os motivos vão desde sua história ao numero grande personagens carismático e o vilão, Kefka.

Outro personagem citado como um dos grandes vilões dos vídeo games. Só que nada disso foi o suficiente para eu sentar a bunda gorda e jogar o game até o fim, então não poderia deixar de colocá-lo nessa lista.

Shadow Hearts: Covenant

Shadow Hearts: Covenant é pouco conhecido no Brasil, mas também pudera, uma vez que é uma franquia derivada de um jogo lançado no fim da vida do PlayStation: Koudelka.

O jogo utiliza de personagens e alguns fatos históricos reais para construir sua história, creio que este seja o ponto mais interessante, além do combate que faz uso do Judgmente Ring. Talvez quando o terminar dedique um artigo só ao titulo.

Leiam – O que eu joguei em 2016

Comecei a jogá-lo em 2016 e estava gostando bastante, porém o controle decidiu morrer e nunca mais toquei no jogo. É outro que entrou pretendo fechar este ano.

Curiosidade: game chegou a ser eleito como Editor Choices em 2004 pela IGN.

Lunar: Silver Star Story

Lunar SSS é um dos primeiros RPGs do PSone que tive contato, e foi amor a primeira vista, principalmente por conta dos seus personagens e a abertura que é maravilhosa, seja cantada em inglês ou japonês, sendo sincero.

Apesar de uma história simples, os seus personagens são muito carismático, fazendo com que você queira ver qual será o papel de cada um deles na trama. Tudo isso embalado por uma trilha sonora fenomenal em minha opinião. Lembrando

Apesar de todos esses pontos positivos, nunca terminei o jogo por conta de tê-lo começado pouco antes de comprar um PC. Depois disso entre no mundo da emulação e passei a jogar Lunar Legends – Que eu quase terminei, mas o jogo bugou assim que a ilha final pairou sobre o mapa.

Por sinal eu tenho os discos até hoje tanto desse primeiro game quanto de sua sequencia, ambos da versão de PSone, então nada mais justo que retomar esse aqui e fechar.

INDICAÇÕES DOS MEMBROS DO GRUPO

Assim como rolou em nosso especial de 20 anos do PlayStation 2, eu pedi sugestões de games de RPGs que deveria jogar esse ano, então cá estão os indicados:

Defenders of Oasis – Game Gear

Indicado por: Marvox

Phantasy Star II – Mega Drive

Indicado por: João Ussop

Ultima IV: Quest of the Avatar – PC

Indicado por: Vini

Paper Mario The Thousand Year Door – Game Cube

Indicado por: Tandrilion

Super Mario RPG – Super Nintendo

Indicado por: Resident Ivo

Wild Arms – PlayStation

Indicado por: Red Hawk

Esses foram as indicações dos membros do grupo do site e alguns dos meus pecados gamísticos que eliminar até o fim desse ano. Muito provavelmente eu produza algum conteúdo a respeito deles na medida que for terminando ou me deparando com alguma curiosidade.

Espero que tenham gostado e se já terminou alguns desses jogos ou acha que eu deveria jogar muito algum outro titulo, então comenta ai.

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O que eu joguei em 2016 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/12/29/meme-o-que-eu-joguei-em-2016/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/12/29/meme-o-que-eu-joguei-em-2016/#respond Thu, 29 Dec 2016 16:44:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/12/29/meme-o-que-eu-joguei-em-2016/ E pelo quarto ano seguido o Arquivos do Woo está participando do meme gamer: O que você jogou em 20xx. Preciso dizer que gosto bastante desse meme. Ele é uma ótima maneira de conhecer sites e canais novos, além de interagir com os colegas blogueiros que acabamos perdendo um pouco do contato devido as atribulações […]

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E pelo quarto ano seguido o Arquivos do Woo está participando do meme gamer: O que você jogou em 20xx.

Preciso dizer que gosto bastante desse meme. Ele é uma ótima maneira de conhecer sites e canais novos, além de interagir com os colegas blogueiros que acabamos perdendo um pouco do contato devido as atribulações do dia-a-dia.

Bem, caso você ainda não conferiu os anos anteriores, basta clicar no texto destacado.

LEIAM –  O que eu joguei em 2015?

Eu tinha intenções de publicar outros textos essa semana, mas decidi que encerrarei o ano apenas com esse meme, mas em janeiro estarei publicando uma retrospectiva, como venho fazendo desde 2012.

É isso, bora conferir o que joguei em 2016.

RISE OF THE TOMB RAIDER


Rise of the Tomb Rider foi um dos primeiros jogos que terminei esse ano ao adquirir um Xbox360.

Eu joguei esse game freneticamente durante duas semanas. Apesar de não ser tão difícil quanto eu esperava, ele ainda consegue entreter e sem dúvida vale a pena ser jogado.

Eu passei algum bom tempo fazendo algumas quests secundarias após a conclusão, e pra ser sincero, compensa investir nas DLCs, pois as missão secundarias são bem entediantes. Não sei quanto a vocês, mas ficar correndo atrás de encontrar moedas e documentos só para platinar um jogo, é entediante pra diabos.

SOUTH PARK: STICK OF TRUTH

Não é a primeira vez que South Park Stick of the Truth aparece nesse meme. Eu o havia terminado no PC alguns anos atrás, mas esse ano ao pegar o Xbox360, eu tinha que zerar ele.

Eu já era um tremendo fã de South Park, logo depois de dedicar algumas horas a esse jogo, eu fiquei apaixonado. Mal posso esperar para colocar minhas mãos no novo jogo.

Talvez o seu maior problema seja sua duração. É possível conclui-lo com pouco mais de 10 horas de jogo.

Por sinal, aqui as quest secundarias são divertidas, então eu recomendo que você não as concluas na primeira jogada, assim tu ganha mais algumas horas.

ELDER SCROLLS V: SKYRIM

Eu amo Elder Scrolls V: SKYRIM. É um daqueles jogos que consome todo o meu tempo livre. Não consigo jogar apenas uma partidinha. Quando se está nesse universo enorme que é Skyrim, você passa horas e horas cruzando planícies, vasculhando cavernas e cumprindo missões.

Ele é um ótimo exemplo de como se deve estender a vida útil de um jogo. Atualmente temos milhares de jogos de mundo aberto, mas não há nada para se fazer nele após a conclusão da missão principal. Enquanto aqui você vai levar muito, mas muito tempo mesmo até conseguir cumprir tudo o que o jogo oferece.

E eu posso me transformar em um LOBISOMEM! Um FODENDO LOBISOMEM! EU AMO ESSE JOGO, me abraça!

BATTLEFIELD 4


Eu adorava Medal of Honor no PlayStation, então quando migrei para o PlayStation 2, eu não consegui seguir com a paixão. Logo BFs e CoDs se tornaram os jogos da vez e me afastou totalmente do gênero.

Eis que comprei um Xbox One e com ele veio Battlefield 4.

Resolvi arriscar e foi surpreendido com um inicio do modo campanha digno de um filme bom de ação, com sua trilha sonora animal. Eu fiquei extremamente empolgado por algumas horas. Em seguida o personagem é enviado para Tóquio, e o jogo se torna aquele tiroteio desenfreado. Parei por ali.

Resolvi experimentar o multiplayer. Não tive a mãe xingada, só que digo a vocês: Não é pra mim.

SHADOW HEARTS II COVENANT


Quando você chega a nova geração e se dá conta que RPG não é tão popular assim entre as criaturas que gritam em partidas onlines e proferem palavrões que fariam a Maísa chorar, a resposta é voltar algumas gerações, assim conheci Shadow Hearts II Covenant.

Uma curiosidade é que esse jogo foi eleito o jogo do ano de 2004 pela IGN e recebeu ótimas críticas,, mas surpreendentemente não foi muito popular por aqui.

Ele é um RPG que diferente dos demais que ocorrem em mundos fictícios, aqui utilizam do mundo real, durante a Primeira Guerra Mundial. Sua personagem se chama Karin e pertence ao império Germânico.

A história se inicio a partir do ponto em que o pelotão de Karin é massacrados por uma criatura enquanto invadiam um vilarejo na França.

Outro diferencial além da temática adulta, é o sistema de ataque diferente do convencional, é chamado de Judgement Ring. Você consegue executar golpes mais fortes ao pressionar o botão no momento exato em que o ponteiro corre pela judgement ring. Se atingir a areá amarelada, a força é mediana e na vermelha é bem forte.

Me diverti bastante jogando ele. Seus personagens são cativantes e a ideia de inserir personagens de contos de fantasia clássicos como personagens reais deu um certo charme. Infelizmente ainda não o terminei, mas recomendo.

Bem, não to aqui para fazer review desse jogo, mas saiba que um dia ele aparece por aqui.

SECRET OF EVERMORE

Secret of Evermore infelizmente não é tão popular quanto merecia. Foi lançado no final da vida do Super Nintendo, mas eu tive a oportunidade de jogá-lo bastante durante a infância.

Anos depois eu resolvi pegá-lo para jogar novamente graças a Locadora de Jogos do Cosmão. Que por sinal é uma ótima maneira de você se dedicar a jogatinas de clássicos, visto que ela é bem diversificada e abrange diversos consoles.

O jogo é um adventure RPG ótimo e com personagens muito bem animados. O nível de dificuldade não é tão alto, mas com certeza pode matá-lo se vacilar. Eu me diverti bastante jogando essa perola.

Espero terminá-lo em 2017.

METAL GEAR V: PHANTOM PAIN


Metal Gear Solid V Phantom Pain praticamente foi um dos motivos pelo qual eu quis pegar um Xbox 360.

Eu sou um grande fã da franquia Metal Gear, logo fiquei extremamente ansioso com o lançamento do novo MGS. Peguei o jogo e passei horas jogando-o, mas não consegui me dedicar totalmente. Infelizmente encontrei diversos pontos que me desagradava, e eu lutei para continuar jogando, mas acabei abandonando.

Nos Xbox360 o jogo está lindo, mas o formato de capítulos e a necessidade de ter que retornar a Mother Base me irritou bastante. Infelizmente não tenho mais o jogo ou o Xbox360, mas em breve espero adquirir a versão do Xone e terminá-lo. Ou sonhar que MGS 4 seja lançado para multiplataforma.

Sunset Overdrive é um exclusivo do Xbox One que eu costumava zoar dizendo que acabou esquecido.

Joguei ele por diversos dias e me diverti muito. Há muitos monstros para se enfrentar e o mundo é bem grande, e você o atravessa deslizando nos cabos de energia e saltando. O que é extremamente divertido, pois há sempre algo para se fazer.

Por ser um jogo novo, ele possui um multiplayer chamado Esquadrão do Caos, que apesar de levar um tempo para encontrar jogadores, ainda tem pessoas jogando e os modos são muito divertidos.

O modo campanha é alucinante e com muitas missões. Eu tive que dar uma paradinha nele para se experimentar outros jogos, pois você quer mais e mais vasculhar esse mundo tomado por monstros viciados em refrigerantes. Um ponto que tenho de ressaltar é a dublagem, tá perfeita e extremamente engraçada. Ouso dizer que até o momento é um dos melhores jogos do Xbox One que joguei.

Recomendo vivamente.

Dead Rising 3 foi uma grata surpresa, pois minha experiência anterior havia sido com Dead Rising 2, que havia odiado.

O jogo é bem divertido, E o fato de ser possível criar armas diferentes com os mais variados objetos espalhados pelo jogo é sensacional. Sobreviver também é trabalhoso, visto que ficar parado pode atrair uma horda de zumbis.O personagem Nick Ramos é bem carismático, anteriormente acreditava que ele fosse genérico, talvez por causas dos vídeos que havia visto. Porém, é um tanto repetitivo.

É um vai e volta desenfreado, então jogá-lo por muito tempo não é uma boa ideia e vai enjoar.

Mortal Kombat X foi um dos jogos que mais namorei durante 2015. Eu mal podia me aguentar de vontade de jogar esse game, só que ninguém próximo a mim possuía o jogo, e isso me entristecia.

Levou um tempo e acabei comprando a versão digital para o Xbox One por preço ótimo durante uma promoção. Eu queria a versão física, mas não achava a versão XL por um preço justo. O que importa é que agora eu tenho o jogo e pude me divertir bastante terminando o modo campanha.

A jogabilidade é fluida e os combos não são muito complexos. Os controles respondem muito rápido, o que torna a jogatina nem um pouco frustrante, mesmo que o Liu Kang esteja te destroçando – O Liu Kang é o personagem mais apelão desse jogo.

Quem ainda não jogou, saiba que vale a pena comprar o Mortal Kombat XL. Esqueça as primeira versão desse jogo. Algumas delas estão sendo vendidas por um preço alto e você terá que comprar por personagens. Um absurdo.

Recentemente tive acesso ao beta fechado do Gwent, que é um jogo de cartas que havia no The Witcher 3. Eu havia jogando antes com Tchulanguero e o Marvox durante a BGS e não havia entendido nada.
Hoje compreendo melhor e até acho bem simples o sistema do jogo. Diferente de Heartstone. Particularmente eu estou gostando muito mais de Gwent. Sua simplicidade não significa que não seja preciso criar técnicas.
As vezes passo muito raiva jogando, pois o sistema de busca de jogo não parece selecionar por critério de nível. Eu sou level 3, e o jogo me coloca para jogar com um cara de level 40. Obviamente que não é possível ganhar, com um nível alto você tem acesso a cartas melhores, e com um deck bem balanceado, você faz um arregaço.

Pra quem gosta de jogos de cartas, eu recomendo vivamente.

Este artigo faz parte do meme gamer “O que você jogou em 2016?”, que foi organizado pelo meu grande amigo, Marvox. As publicações irão acontecer entre os dias 26/12/2016 e 09/01/2017, e todos estão convidados a participar.

Não deixem também de conferir os demais participantes da edição deste ano:

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