Arquivos Prey - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/prey/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 31 Oct 2021 22:37:50 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Prey - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/prey/ 32 32 PREY | Traições, Memórias perdidas e Horror https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/04/29/prey-traicoes-memorias-perdidas-e-uma/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/04/29/prey-traicoes-memorias-perdidas-e-uma/#comments Mon, 29 Apr 2019 16:35:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/04/29/prey-traicoes-memorias-perdidas-e-uma/ O jogo PREY chegou ao serviço do Xbox Game Pass no dia 11 de Março (2019) para a alegria dos usuários da plataforma Xbox. É mais uma excelente adição ao catalogo que já passa dos 200 jogos e conta com títulos de peso. Bem, eu não podia deixar uma notícia como essa passar em branco, […]

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O jogo PREY chegou ao serviço do Xbox Game Pass no dia 11 de Março (2019) para a alegria dos usuários da plataforma Xbox. É mais uma excelente adição ao catalogo que já passa dos 200 jogos e conta com títulos de peso.

Bem, eu não podia deixar uma notícia como essa passar em branco, por isso, decidi falar um pouco mais da minha experiência com o jogo. Sim, eu ainda estou jogando Prey. No momento estou com mais de 27 horas de campanha – Alias, vocês podem conferir um resumo das minhas primeiras horas aqui.

Eu estou próximo do fim do jogo, pelo menos dois caminhos rumos ao final eu já completei, mas eu quero mais. Quero saber mais sobre Talos I, eu não quero ir embora tão cedo, por isso decidi focar nas missões secundárias ainda em aberto. Infelizmente em algum momento vai acabar, sinto que estou prestes a descobrir os segredos por de trás dos Typhons e a família Yu.

Agora que consegui atiçar um pouco da sua curiosidade a respeito do título, aconchegue-se na cadeira, pois irei lhes contar sobre minhas aventuras em Talos I.

Prey te leva à uma viagem repleta de reviravoltas e descobertas que realmente vai intrigar o jogador. Com uma variação grande de possibilidades de se conseguir solucionar um único objetivo, ele ainda lhe dá o direito a escolha do caminho que vai trilhar para descobrir a verdade por de trás de todo o incidente.

Podemos dizer que a verdade nesse caso está no espaço e para obtê-la você está disposto a sacrificar o que?

Escrevo essas linhas muito empolgado com os rumos da minha jogatina, ter avançado de maneira lenta e sem pressa foi uma maneira de aproveitar o que esse universo tem a oferecer. Há muito texto e áudio para se ler, algo que eu particularmente gosto muito, mas que pode ser um fator problemático para quem quer apenas sair por ai atirando em tudo o que se move.

Por exemplo: Descobri através de um TranScribe (áudio logs espalhados por todas Talos I) que um funcionário havia adquirido uma pistola dourada modificada. Para você ter uma ideia, descobri acidentalmente o áudio log desse funcionário durante um combate em que fugia de um Fantasma.

Durante o combate eu acidentalmente quebrei uma tela, para minha surpresa ela tinha um fundo falso que me levava a uma escada. Terminando de matar o Fantasma, decidi investigar. Diabos, eu fiquei curioso e decidido a obter essa arma.

Detalhes como esse me lembram muito a minha experiência com Fallout, uma vez que a Bethesda faz excelente trabalho com a franquia no quesito história (menos em Fallout 76).

Obviamente não quero desmerecer o trabalho da Arkane Studios que faz um trabalho maravilhoso, basta lembrarmos de Bioshock. No caso aqui eu só estou comparando o cuidado em estender a experiência do jogador. O mérito é aqui é todo da Arkane que conseguiu aumentar muito a experiência mesmo colocando o jogador em uma estação espacial limitada.

Claro, uma vez que você termina o jogo talvez alguns jogadores não se sintam motivados a retornar, mas creio que isso tenha muito mais a ver com a personalidade e gosto, porque há conteúdo o suficiente para retornar a Talos I. Obviamente você pode focar na história principal do jogo e reduzir drasticamente seu tempo de jogo, mas isso é algo que eu não recomendaria.

Outro ponto que merece muito destaque e acredito que seja uma das coisas que possa ter afastado algumas pessoas, é que para você progredir ou acessar algumas áreas você precisa pensar. As vezes não existe um caminho mais fácil, mas você pode dar um jeitinho e ainda sim conseguir ir por ele.

O nosso personagem Morgan Yu pode obter uma habilidade que lhe permite se transformar em objetos. Eu sei, loucura total, mas é isso mesmo, você pode se tornar em uma xícara e outros objeto se desejar. Seja para se esconder, passar sorrateiramente por locais onde há inimigos ou acessar locais que você precisaria de um cartão, mas não o tem.

Você pode usar isso a seu favor de diversas maneiras durante todo o jogo, seja para acessar áreas fechadas por qualquer brecha ou mesmo fugir dos inimigos. Mas para adquirir uma habilidade como essa tem um custo, lembram que disse no começo sobre sacrifícios, então, nem sempre o caminho mais fácil é o melhor.

Os inimigos do jogo não lá muito diversificado, possuem algumas variações entre si, como mimico e mimico superior, que é mais resistente e normalmente vem descer a porrada na gente. Por outro lado temos os fantasmas que possuem três variações e os telepatas, esses dai muito mais perigosos, pois podem controlar sobrevivente de Talos I e obrigá-los a nos atacar ou usar torretas eletrônicas e acabar com nossa raça.

Há outros além dos citados, como o Tecedor e seu ninho que é um inferno para ser derrubado.

Como eu disse, ele não diversifica muito nos inimigos, mas consegue fazer um bom trabalho com os cinco modelos de inimigos espalhados por toda Talos I.

Meu destaque vai para o typhon Poltergeist, que é um dos inimigos mais chatos de se matar, uma vez que não podem ser vistos. Quem me segue no instagram viu um dos vídeos que fiz do meu primeiro encontro com um typhon dessa espécie. Quando ele aparecer, certamente você já levou o susto.

E temos o Pesadelo, um typhon gigantesco e que te mata no primeiro vacilo que você der enquanto ele o persegue. Todas as vezes em que ele surgir, um contador vai pipocar no canto da tela dizendo que você tem 2 minutos para derrotá-lo ou fugir da criatura. Nas primeiras vezes eu tentei derrotá-lo usando algumas táticas, mas sinceramente, fugir é a melhor solução sempre. Você economizara munição e ganhará algum tempo para refrescar a cabeça.

Você sabe que eles estão em todas as partes, mais o trabalho sonoro brilhante da Arkane Studios faz com a trilha sonora consiga abraçar o jogador e deixá-los tenso a todo momento. Por exemplo: Estou lá em uma areá toda escura com a lanterna em mãos e aquele monte de painéis elétricos em curtos, quando de repente a lanterna acaba e começo a ouvir som de algo colidindo no ferro.

Eu não pensei duas vezes e sai correndo feito um louco para me afastar da areá, com receio de que o Pesadelo estivesse entrando ali.

O jogo possui um sistema de reciclagem e criação de itens e armas, assim você consegue coletar uma variedade de itens e até mesmo reciclá-los para obter componentes que possam ser utilizados na produção de armas, medkits ou neuromods (esses possibilitam aumentar suas habilidades) ao longo do jogo, lembrando que você precisa encontrar os diagramas para aprender a criá-los.

As armas variam de uma Gloo Cannon que permite a imobilização dos inimigos e criar escadas para alcançarmos áreas mais altas. No começo você pode ficar um pouco desapontado, já que espera sair matando tudo o que respira e se move, mas depois de algumas horas você entende o quão importante é essa arma.

Posso dizer que é a nossa arma principal durante todo o jogo é a chave de grifo e a Gloo Cannon secundária. Calma, não to dizendo que não utilizamos outras armas, mas certamente essas duas combinações as mais úteis durante uma boa parte do jogo. Lidar com os inimigos utilizando a shotgun é prazeroso, acredite, mas sendo uma arma tão poderosa, não vale a pena gastar muito de sua munição para lidar com parasitas menores.

Também temos uma pistola silenciosa que certamente consegue nos salvar de algumas enrascadas, mas sempre teremos o problema da munição escassa.

Prey não tem um modo certo de ser jogado e te deixa livre para explorar e solucionar os puzzles da maneira como bem quiser. Encontrou um duto e quer ver até onde ele o leva? oras, vai fundo e explore ao máximo e tente se salvar ao menor sinal de perigo. Não encontrou um caminho dentro da estação, então quem sabe você não consegue acessar um setor bloqueado pelo lado de fora.

O jogo possui essa liberdade toda, mas no fim das contas temos um RPG de tiro bastante competente e que certamente consegue cativar o jogador. Serão horas e horas de diversão para descobrir todos os mistérios escondidos por Talos I, que é um ambiente desafiador e vai cobrar habilidade para ser vencido.

Apesar do jogo ter sido lançado em 2017, ele continua sendo um título que certamente merece mais sucesso e exposição do que foi recebido em seu lançamento. Um jogo diversos conteúdo e modos recebido ao longo de 2018, como o modo arcade MOONCRASH e o multiplayer Typhon Hunter. Em breve escreverei mais sobre essas DLCs.

Vale lembrar que o jogo está disponível com localização e dublagem em português.

Prey é um jogo que merece a sua atenção e vale o seu preço. Claro, agora que ele faz parte do catalogo do Xbox Game Pass, aproveite e dê uma chance a esse excelente título da Bethesda.

*O jogo PREY foi analisado com uma chave digital fornecida pela Bethesda.*

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PREY é o mais novo título da Arkane Studios (Estúdio responsável pela famosa duologia DisHonored e Bioshock 2) chegou ainda no começo desse mês, precisamente em 5 de Maio. O jogo foi lançado para Xbox One, PlayStation 4 e PC, e tem como promessa oferecer ao jogador um ambiente a ser explorado, habilidade de craftar e muitos sustos.

Se você não tem ideia do que se trata, então prepare-se para ir a bordo de TALOS I, e encarar um inimigo que pode ser qualquer coisa, até mesmo uma inocente xícara de café.

Em PREY somos colocados no papel de Morgan Yu, um cientista que estava envolvido em experimentos da empresa TranStar, quando algo deu muito errado durante um teste. E agora resta a Yu resolver o problema, salvar os sobreviventes e ainda tentar salvar a si mesmo. Mas antes de começar a sua jornada, você terá a opção de escolher o sexo do personagem, seja masculino ou feminino, uma escolha mais voltada a estética, pois não influenciará em nada.

Estou com um pouco mais de 10 horas de jogatina e gostando bastante, então resolvi expor apenas minhas impressões do jogo até o momento. Não tomem isso como uma experiencia completa, OK?

Peguem seu traje espacial e me acompanhem!

Com algumas horas de jogatina, PREY, já deixa bem claro ao jogador que não é do tipo que carrega você pela mão e entrega todas as localizações de maneira linear. Sim, ele aponta onde você tem que chegar, agora como chegar lá e o caminho depende unicamente do jogador. Isso porque o jogo te dá liberdade para explorar a imensa Talos I.

Por exemplo; Há uma porta fechada e para dar continuidade no objetivo principal você precisa de um cartão para abri-la. Você pode optar por correr atrás de um cartão de acesso ou explorar um caminho alternativo, e explorar significa encarar maquinas corrompidas, fantasmas e os safados dos mímicos.

Particularmente eu gostei bastante dessa liberdade, mas não vá pensando que estamos em um sandbox. Essa liberdade toda tem um custo, e é ai que entra um dos pontos negativos. Voltar para uma determinada área de Talos I significa loadings, o que faz vocês bufar todas as vezes que se dá conta que deixou algo para trás ou que determinado cartão estava em uma área que você havia passado a poucos minutos.

Quem joga Fallout 4 ou Elder Scrolls V: Skyrim, está acostumado a loadings demorados, agora se fosse não faz parte dessa turma, então boa sorte e tente não se esquecer de nada.

Agora vamos falar dos inimigos no jogo. Posso dizer que passei alguns momentos de cagaços ao enfrentá-los. O motivo é o fato de que os primeiros Typhons (os alienígenas) que você tem contato são chamados de Mímicos, e eles se transformam em qualquer coisa, isso inclui canecas, armas, bolsas de energia.

Imaginem o desespero desse pessoal para usar papel higiênico na hora do aperto!

Como se não bastassem os sustos que causam, os mímicos também são extremamente ágeis. Se faz necessário correr e identificá-los o mais rápido possível, antes que se camuflem no ambiente. Por sorte temos uma arma de cola que os paralisa por um curto período de tempo.

Mas temos também os Fantasmas, que são os inimigos mais durões até o momento, além de assustadores. Você os encontrará perambulando e murmurando como aquela voz aterrorizante. Os mais corajosos podem querer enfrentá-los de frente, mas encara-los de frente NUNCA é uma boa ideia, pois são velozes e causam muito dano. Caso não mude de ideia, saiba que se você atacá-lo com arma de fogo pelas costas, você causa um dano extra considerável e ganha vantagem. Mas tenha em mente: Correr é sempre uma opção.

Mas se eu ainda não os convenci, saibam que os fantasmas possuem suas variações e que eles tendem ser mais fortes;

– Fantasma Térmico: Eles podem criar colunas de fogo que atira o personagem pra longe. Ficar parado é uma péssima decisão, então se mexa muito.

– Fantasma Etérico: Rápido pra cacete e ainda cria uma duplicata de si, que ao ser destruída deixa uma nuvem tóxica. Me matou algumas vezes até eu me dar conta da nuvem. É, eu tava nervoso.

– Fantasma Voltaico: Atiram raios e causam explosões elétricas contra o protagonista, o que torna tudo eletrizante – Ba Dum Tsss?

Por sorte, conforme você avança, o você começara a encontrar armas mais potentes, como a shotgun, e ainda pode melhorá-las. Mas não se anime, pois munição é escassa em Talos I, ai compete ao jogador fabricá-las ou economizar.

Para a fabricação você conta com uma maquina de reciclagem, então prepare-se para se ver o tempo todo organizando espaço em seu inventário e coletando todo tipo de tralha pelo caminho.

É possível reciclar desde armas que você encontra pelo cenário até restos de materiais e lixo. A matéria orgânica é útil para criação de kits médicos, kits de reparo do traje, e como os inimigos que enfrentamos deixam loots, entre eles o pedaço de sua matéria que é muito útil para a criação de Neuromods. Mas para a criação, você terá que ter acesso a outra maquina que cria itens. Simples, mas você precisará de diagramas para fabricá-los, e vocês os encontra durante a exploração.

Os neuromods são essenciais para a trama, pois é graças a ele que seu personagem evoluí os atributos na arvore de skills e se tornar mais forte para encarar os desafios dentro da estação TranStar. E para consegui-los é preciso encontrá-los ou fabricá-los em uma maquina construtora, isso depois de achar o diagrama. Mas sua matéria prima necessita dos pedaços de typhons.

Em determinado momento da trama você encontrará o Psicoscópio, ele é fundamental, pois acrescenta mais três novas habilidade a arvore de skill. Dessa vez voltadas as habilidades typhon, e com o aparelho você consegue copiar os poderes dos alienígenas.

Algumas dessas habilidades permite ataques como os dos fantasmas, porém, o jogo faz questão de esclarecer que essas habilidades podem facilitar por um lado e por outro prejudicá-lo.

O que ao meu ver é incrível, pois estou muito tentado a recorrer a essas habilidades afim de ficar mais forte, mas, correr o risco de perder a humanidade do personagem no processo e até comprometer a minha missão não me parece uma boa. Então estou focando apenas nas habilidades humanas, mas o jogador tem essa liberdade de escolher qual a melhor combinação de habilidades.

Falando assim até parece que é tudo muito fácil, então se não se empolgue. Neuromods não se acha com facilidade e a construção deles depende de matéria orgânica typhon ou seja, significa que você precisará mata-los aos montes.

Em meio a alienígenas, psicoscópio e agulhas nos olhos, você ainda terá que dar umas saídas para fora da estação espacial. O que é uma das coisas mais legais de se fazer desde as aventuras que tive em Dead Space.
Gostei bastante dessa liberdade de ir para fora e reparar o casco, além de que é possível chegar em outras áreas. Também não encontrei um limite de tempo que ou oxigênio, então dá para brincar.

O cenário em um primeiro momento passa uma sensação de solidão, mas vira e mexe topamos com construtores indo para lá e para cá, além de alguns sobreviventes. E isso é outro ponto, você ao descobrir o que houve no local pode optar por matá-los ou não. Alguns podem ajudá-los, outros são mais uma questão moral.

Me deparei com um rapaz preso em uma cela de experimentos, ao olhar o painel com seus dados, descobri que era um traficante de crianças. Podia dar uma chance e salvá-lo ou matá-lo dando continuidade ao experimento. Bem, meio que contrario a minha opinião, decidi salvá-lo e com isso ganhei acesso a uma sala de arsenal.

O rapaz ainda agradeceu por eu ter sido a única pessoa que o tratou bem até aquele momento.

É, ser bonzinho não é tão ruim quanto eu pensava.

Apesar de tudo o que eu disse até agora, a história de PREY é bem competente, porém, para um entendimento melhor, você gasta algum tempo lendo emails em terminais, bilhetes, ouvindo gravações. Quem assistiu aos trailers do jogo certamente esperava por algo mais dinâmico, então isso pode vir a desanimar alguns jogadores ou mesmo deixar alguns apressadinhos confuso quanto ao que esta rolando em PREY.

Eu mesmo algumas vezes por preguiça passei batido, mas depois de limpar o lugar retornei. E isso é ruim? Não, mas também não vai agradar todo mundo. Então se você quer ter uma melhor experiencia, se prepare para ler bastante. Mas vamos a outro ponto que acabou por me irritar, e isso eu comentei logo acima, foram os loadings.

As recicladoras ficam em áreas distante uma das outras e muitas das vezes que me dei conta que tinha pouca munição, percebi que teria que voltar para fazer mais. Só que a maquina estava em outra área, então lá vai você para a tela demorada de loading, ai gasta 3 minutos fazendo munição itens ou seja lá o que o seu coração mandar, para voltar e ter de encarar mais loading.

Isso pode brochar algumas pessoas.

Por outro lado temos uma trilha sonora muito boa. Estou gostando da maneira que ela funciona no jogo. Em momentos de tensão ela fica um pouco mais alta, o que contribui para o cagaço.


Por enquanto é só o que tenho a dizer dessas mais de 10 horas de jogatina de Prey.  Eu cheguei a topar com outras variações de typhons também, só que não tenho muitas informações ainda sobre. Há também outras armas e granadas, como a granada de reciclagem apresentada no vídeo acima – É excelente, queria mais delas.

Estou me divertindo bastante, apesar do que disse até o momento. Como disse no começo, ainda não o conclui, então não possa dar um parecer. Entenda esse texto apenas como uma bate-papo sobre os pontos que me agradaram e os que me incomodaram. No geral PREY está sendo um bom jogo.

Agora vocês me deem licença, pois tenho que descobrir que outros segredos me aguardam em Talos I.

*O jogo PREY foi analisado com uma chave digital fornecida pela Bethesda.*

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