Arquivos Pokemon - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/pokemon/ Um pouco de tudo na medida certa Mon, 03 Feb 2025 23:27:06 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Pokemon - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/pokemon/ 32 32 IINE Nintendo Switch Pokémon Scarlet & Violet Wireless Controller | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/01/24/iine-nintendo-switch-pokemon-scarlet-violet-wireless-controller-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/01/24/iine-nintendo-switch-pokemon-scarlet-violet-wireless-controller-analise/#respond Wed, 24 Jan 2024 21:56:22 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=15969 No primeiro trimestre de 2023 decidi que iria comprar um console novo e ponto final. Minhas primeiras opções eram um PlayStation 5 ou um Xbox Series X, mas após me certificar de que ambos os videogames não possuíam (e ainda não possuem) uma biblioteca exclusiva de jogos que me convençam gastar o absurdo que cada […]

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No primeiro trimestre de 2023 decidi que iria comprar um console novo e ponto final. Minhas primeiras opções eram um PlayStation 5 ou um Xbox Series X, mas após me certificar de que ambos os videogames não possuíam (e ainda não possuem) uma biblioteca exclusiva de jogos que me convençam gastar o absurdo que cada um desses consoles valem, me decidi por comprar um Nintendo Switch Oled.

O bichinho chegou aqui em casa e eu me apaixonei pelo danado. Voltei a ter, depois de mais de uma década, um console da Nintendo (se pá isso dá um texto depois). Infelizmente os Joy-Con originais realmente passam longe de proporcionar uma boa experiência de jogo, mesmo com o suporte que vem na caixa do console, especialmente para quem possui mãos grandes (que é o meu caso).

Como eu me recuso a pagar o que a Nintendo pede em seu Pro Controller para Switch, fui procurar opções viáveis e de qualidade em controles e Joy-Con.

LEIAM – 8BitDo NEOGEO Wireless Controller | Análise

Longa história curta”: Depois de alguma pesquisa, encontrei uma marca chinesa focada (mas não necessariamente limitada a) em periféricos para Nintendo Switch chamada IINE (iine). Depois de uma boa experiência com dois pares de Joy-Con dessa marca e da inexplicável e insistente falha de conexão de meu 8BitDo Pro 2 Wireless somente para com o console, resolvi apostar novamente em um produto da IINE e importar um controle dedicado para Switch. Esse controle é o foco desse texto.

Caixa IINE Nintendo Switch Pokémon Scarlet & Violet Wireless Controller

Os produtos usados e mencionados a partir deste ponto do texto foram gentilmente cedidos para teste pelo meu bolso.

O IINE Nintendo Switch Pokémon Scarlet & Violet Wireless Controller faz parte de uma das linhas de controles para Nintendo Switch mais populares da marca. Usualmente esses controles temáticos possuem alguns outros produtos associados a ele como capa para o console e Joy-Con, maletinha para transporte do console, entre outros. O mais recente, assim como considerado o mais belo, possui o tema de Zelda: Tears of the Kingdom.

Eu sendo usualmente uma pessoa “do contra”, achei o controle com o tema de Zelda dourado e espalhafatoso demais. Desta feita, escolhi o controle com o tema de Pokémon Scarlet e Pokémon Violet, que é mais sóbrio e discreto (pessoalmente, mais bonito).

Minha esposa diria que meu “gosto alternativo” para com questões de design das coisas é somente mal gosto mesmo. Uma afronta!

Características do Produto

O controle é wireless (como seu nome deixa claro) e tem seu design geral obviamente baseado no Pro Controller oficial na Nintendo, apesar de suas medidas serem um pouco menores, o que não atrapalha em nada em sua jogatina.

A construção de sua carcaça é totalmente em plástico ABS de qualidade, tendo sua traseira totalmente texturizada, o que ajuda o controle a não ficar escorregadio. A sensação tátil geral que ele tem nas mãos é de ser um produto de qualidade premium, ao contrário de um “xingling TGT” da vida.

Os botões principais frontais possuem construção em silicone rígido de qualidade e acionamento por membranas de borracha resistentes na medida, o que causa uma sensação gostosa de “click” ao serem pressionados. Os botões superiores também compartilham essas mesmas características, sem exceção. Ou seja, ZR e ZL não são triggers aqui, são apenas botões de acionamento simples.

Se isso poderia ser considerado um problema do controle na maioria dos casos, aqui não o é por um motivo muito simples: o controle é feito para Nintendo Switch. Nem os Joy-Con e nem o Pro Controller oficial possuem ZR e ZL com triggers, ou seja, a falta disso não atrapalhará em nada a experiência de se jogar jogo algum com o controle no console.

Botões de ação superiores e o botão de pareamento do controle

É sim possível usá-lo em outros sistemas, mesmo que não nativamente. Nesses casos a falta dos triggers nesses botões pode realmente ser problemático em alguns jogos e, portanto, um limitador de seu uso.

O d-pad do controle também possui acionamento por membranas de borracha e possuem resistência e sensação tátil ao serem pressionadas similares aos dos botões. Seu tamanho é bom e ele é levemente mais fundo em seu centro.

Os analógicos são tão precisos quanto os do Pro Controller oficial (por consequência muito melhores que os dos Joy-Con oficiais), possuindo uma textura que ajuda o dedo a não deslizar durante seu uso. Infelizmente não temos aqui nenhum tipo de aplicação de tecnologia específica anti-drift.

LEIAM – Apollo Justice: Ace Attorney Trilogy – finalmente o fim voltou!

A grosso modo, drift é quando um analógico em estado de repouso não fica devidamente centralizado, causando a movimentação involuntária indevida do personagem na tela. Esse é um problema mecânico e que aflige analógicos de controles há décadas. O Nintendo Switch é especialmente referência nesse problema devido a uma falha de arquitetura dos Joy-Con.

Atualmente existem tecnologias que visam / prometem diminuir drasticamente, e até mesmo erradicar, a possibilidade de incidência de drift. O exemplo mais promissor disso é a tecnologia de analógico eletromagnético, usada no controle KingKong 2 Pro da marca GuliKit, que, na teoria, é anti-drift.

Possivelmente não há nenhum tipo de tecnologia anti-drift presente no IINE Nintendo Switch Pokémon Scarlet & Violet Wireless Controller por questões contenção de gastos. Pessoalmente essa ausência não me impede de adquirir um controle (nunca tive um problema de drift em nenhum controle meu desde o início da minha vida gamer), mas a tendência é que tais tecnologias estejam presentes em controles com uma frequência cada vez maior.

A título de curiosidade, os controles base de Playstataion 5 e Xbox Series S/X não possuem tecnologias anti-drift aplicadas.

O controle não possui nenhum botão extra mapeável, mas possui uma função turbo de dois níveis. No primeiro nível é necessário pressionar o botão com turbo ativado para executar a função e no segundo nível não é necessário sequer pressionar o dito cujo botão. O acionamento da função turbo se dá por um botão localizado na parte traseira do controle.

Detalhe traseira do controle com botão de acionamento de Turbo

Ademais, todos os botões extras frontais possuem funções básicas que um controle para Nintendo Switch deve possuir (botão Mais, botão Menos, Home e Print Screen).

Como se trata de um controle exclusivo para Nintendo Switch, o controle possui um veloz leitor de NFC para escaneamento de Amiibo e sensores de movimento giroscópio, assim como o Pro Controller oficial.

Sua função rumble e ajustável e pode ficar extremamente forte. A IINE não promete a suposta tridimensionalidade que o Pro Controller oficial diz ter, mas honestamente não vi nenhuma diferença prática na comparação entre ambos os controles nesse sentido.

Por fim, o controle conta com luzes leds discretas ao redor de ambos os analógicos, um botão de pareamento em seu topo ao lado da entrada para carregamento da bateria e luzes indicativas de acionamento de turbo e de carregamento em sua parte inferior.

Conectividade Padrão e Uso

Como o previamente informado, seu uso padrão é voltado exclusivamente para o Nintendo Switch e nesse sentido seu pareamento não tem nenhum percalço. É simples e rápido realizar o pareamento do controle com o console. Ele funciona também usando um cabo em uma das entradas de USB do console.

Essa informação parece ser uma frivolidade, mas eu pessoalmente assisti mais de um vídeo (entre eles o de um YouTuber brasileiro) informando que o pareamento desse controle não fica registrado no console e que toda vez que for jogar é necessário fazer um novo pareamento, o que é uma enorme bobagem.

Com relação a seu uso geral ele é quase sem problemas. Não há delay, tudo é extremamente responsivo, ele faz o wake-up do console e o mapeamento dos botões uma vez pareado não tem nenhuma troca de posicionamento de funções. É como estar usando um Pro Controller oficial.

Como o informado anteriormente, a sensação tátil dos botões é ótima e o controle realmente passa a sensação de ser um produto confiável e durável. Na verdade, eu prefiro jogar no Switch usando o IINE Nintendo Switch Pokémon Scarlet & Violet Wireless Controller ao 8BitDo Pro 2 Wireless. E isso está sendo escrito por uma pessoa que é assumidamente uma “vadia da 8BitDo” (sou assumidamente fã-boy da marca).

A bateria do controle durou em média oito horas de jogatina nos testes em que o levei até o limite de sua carga. Em todos os testes o controle estava com o rumble em sua força configurada nativamente (que já é muito boa) e com as luzes led dos analógicos em seu máximo brilho. O tempo médio de recarga do controle de 0% a 100% foi de aproximadamente duas horas.

Pokémon Scarlet & Violet Wireless Controller
Controle ligado com luzes led azul claro aplicadas

Infelizmente, como nada é perfeito, tenho dois probleminhas para com o IINE Nintendo Switch Pokémon Scarlet & Violet Wireless Controller.

O primeiro deles é para com o d-pad e a realização de movimentos diagonais.

Eu jogo somente pressionando os botões em qualquer controle (pressionar e apertar são coisas diferentes), quase não colocando pressão nos mesmos. No d-pad desse controle eu sou obrigado a aplicar mais força que o usual no dedo para que os dois acionamentos referentes a movimentação diagonal que quero fazer sejam ativados, caso contrário, somente um será ativado.

Pode ser uma grandiosíssima frescura minha, mas acho que quanto mais força coloco em um botão com acionamento por membrana, mais rápido ela vai se deteriorar, então me acostumei desde sempre a somente pressionar os botões enquanto jogo. Minha avó, que aperta mesmo os botões e foda-se o mundo, teve zero problemas usando esse mesmo d-pad.

E sim, minha avó é uma senhora de 85 anos de idade e que é gamer há três décadas e contando.

O segundo dos meus probleminhas para com o uso desse controle, e que infelizmente é algo presente em vários controles de outras marcas, é ele desligar depois de cinco minutos sem que o jogador realize alguma ação nele.

Não tenho nenhum problema com a existência da função, desde que ela possa ser desligada, o que não é o caso aqui. Isso também pode ser uma frescura minha, admito, mas não me faz nenhum sentido a presença da função sem que ela possa ser minimamente personalizada ou desligada.

O controle permite mudar a cor de luzes leds, a intensidade das luzes leds, desligar as luzes leds, alterar a intensidade do rumble, desligar o rumble, ativar em dois níveis diferentes a função turbo de cada um dos botões presentes, desligar a função turbo de cada um dos botões presentes e tu tá me falando que eu não posso personalizar o desligamento do controle por inatividade? Ai não né IINE.

Conectividade Fora do Padrão

Fora do ambiente do Nintendo Switch o testei somente no PC, sistema operacional Windows 11, usando um 8BitDo USB Wireless Adapter 2 e diretamente via cabo.

Via cabo o controle foi reconhecido pelo Windows como um controle genérico, ou seja, em alguns jogos será necessário mapear as funções dos botões para o layout padrão esperado.

Via adaptador da 8BitDo o controle foi reconhecido pelo Windows como um controle de Xbox, ou seja, tive zero problemas de mapeamento de botões, fazendo com que a experiência de se jogar no PC usando esse adaptador fosse superior na comparação.

8BitDo USB Wireless Adapter 2

Uma vez reconhecido pelo sistema, o controle se comportou como o esperado: perfeitamente.

Seu uso no PC, como dito anteriormente, pode ter alguma limitação devido a seus botões ZR e ZL não serem triggers. A experiência em jogos como Forza Motorsport, por exemplo, não será muito agradável devido a essa questão em específico.

Conclusão

O IINE Nintendo Switch Pokémon Scarlet & Violet Wireless Controller, apesar dos dois probleminhas para com seu uso, é um controle que atendeu 100% da minha necessidade.

Os únicos tipos de jogos em que uso intensamente o d-pad seriam Beat ‘em Up e Fighting Games. Para ambos os casos no Nintendo Switch, uso exclusivamente ou o 8BitDo NEOGEO Wireless Controller (que já possui um texto dedicado a ele aqui no Arquivos do Woo) ou o Arcade Ípega PG-9221 para jogá-los, ou seja, meu incomodo para com o d-pad do controle da IINE aqui apresentado não me impacta diretamente em nada.

Ademais, se eu quiser aplicar um pouco mais de força no d-pad durante a jogatina o problema some, mas já são décadas jogando da mesma forma em um controle de videogame e eu não vou mudar isso a essa altura da vida.

O preço regular do IINE Nintendo Switch Pokémon Scarlet & Violet Wireless Controller no site da própria IINE, no momento em que escrevo esse texto, é de U$ 46,66. O adquiri via loja oficial da própria marca no Aliexpress em uma promoção no fim do ano de 2023 por R$ 104,87, já incluindo os impostos de importação do produto.

No que cerne a custo-benefício, considerando importação, comparar esse controle da IINE com o Pro Controller oficial da Nintendo para o Switch é até covardia. Comprando localmente (Mercado Livre, por exemplo) a coisa já muda um pouco de figura, porque o pessoal aqui no Brasil aparentemente está afim de lucrar 200% do valor do produto, porque não é possível os valores praticados (pelo menos os que eu verifiquei no momento em que eu estou escrevendo esse texto).

Há controles mais versáteis e efetivamente melhores no geral do que o controle da IINE aqui apresentado, mas se o seu intento é um ótimo controle para jogar exclusivamente Nintendo Switch, esse danado aqui é uma opção certeira.

Relembrando que o tema de Pokémon Scarlet & Violet é somente um dos temas existentes. Há outros, à gosto do freguês, assim como há outras linhas de controles de valores diversificados da marca, com orelhinhas de gatinho e tudo mais.

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ADORE | Adorável ou esquecível? https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/08/13/adore-adoravel-ou-esquecivel/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/08/13/adore-adoravel-ou-esquecivel/#respond Sun, 13 Aug 2023 12:24:14 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=14798 Pokémon é uma das franquias mais adoradas da Nintendo, juntamente com Zelda e Mario. Desde seu nascimento, com Red e Green, os jogos passaram por uma grande evolução, seja gráfica ou em mecânicas… Bem, pelo menos até chegarmos a geração do Switch, onde os jogos parecem ter sido feitos na Unity… AS CEGAS. Claro, tem […]

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Pokémon é uma das franquias mais adoradas da Nintendo, juntamente com Zelda e Mario. Desde seu nascimento, com Red e Green, os jogos passaram por uma grande evolução, seja gráfica ou em mecânicas… Bem, pelo menos até chegarmos a geração do Switch, onde os jogos parecem ter sido feitos na Unity… AS CEGAS.

Claro, tem gente que ainda Adora os jogos e aproveita os mais recentes, mesmo que a taxa de frames deles sejam mais inconsistentes que desculpa de esquerdista pra defender grandes corporações. Algumas pessoas são masoquistas com jogos, eu mesmo joguei muito jogo merda esse ano pela diversão.

LEIAM – The Legend of Zelda: Twilight Princess | O pináculo da Era 3D

Enfim, uma coisa que sempre foi constante na série principal, é que Pokémon é um jogo por turnos. Claro, temos spin-offs que são TCG’s, jogos de fotografia, Dungeon Crawlers, e até jogos de luta. E todos os clones de Pokémon que tivemos ao longo dos anos, boa parte deles segue a fórmula de jogos de turno. Sem problema, jogadores de RPG adoram a fórmula de Pokémon, que é por turnos.

Bom, caso você não tenha pegado as referências que fiz, diretas e indiretas, o jogo da análise de hoje, bebe um pouco da fonte de Pokémon, mas NÃO É um RPG de turnos. Depois de passar algum tempo em acesso antecipado, ADORE chegou ao PC e aos consoles no começo de agosto.

Será que vale a pena o seu tempo? Confira conosco.

ADORE
Reprodução: Cadabra Games, QUByte Interactive

Salve o mundo por conta de uma treta divina

Você joga no papel de Lukha, um jovem Adorador que vive no mundo de Gaterdrik, um mundo que era dominado por dois deuses dragões, Draknaar e Ixer, que tretavam mais que jovens no twitter, só que um dia, Ixer ligou pros chefes de Draknaar e fez ele perder o emprego, digo, aparentemente o matou. Foi mal, confundi os lugares.

Enfim, onde eu estava? Ah sim, Ixer aparentemente matou Draknaar, mas parte da alma do deus derrotado foi parar dentro de Lukha, que sendo um Adorador, resolve usar seus poderes para salvar o mundo e derrotar Ixer. “Mas Sancini, glorioso mestre da verbalização analítica de jogos,” ouço você dizer, “o que caralhos é um adorador?” Calma, meu jovem leitor que pode ou não ser mais velho que eu e fruto da minha imaginação, vou explicar. Adorador nada mais é do que a versão desse mundo do treinador de monstros.

A trama de ADORE é simples, e aí é que está a força de não se ter um plot muito complexo, já que você não precisa se preocupar em ter suas expectativas subvertidas por algum espertalhão que se acha escritor, ou coisa do tipo.

ADORE
Reprodução: Cadabra Games, QUByte Interactive

Temos que pegar, eu sei!

As mecânicas de Adore são simples de entender na prática, mas complexas de se explicar na teoria. O core do jogo na teoria funciona no mesmo ciclo que jogos do gênero, captura de monstros e combate contra os mesmos. Ambos funcionam em tempo real. Para a captura, você precisa estar encarando o monstro de frente e segurar um botão pra encher uma barra.

Lembra um pouco o esquema de escaneamento de Digimons, mas ao mesmo tempo, diferente, com uma identidade própria. Obviamente, como em Pokémon, a captura será mais rápida se o monstro estiver fraco antes do combate, mas também funciona pro outro lado, já que você pode ser atacado e precisa evitar os mesmos sem sair da zona de captura e prevenir que a barra de captura diminua.

LEIAM – Fire Emblem Engage | Review

Tecnicamente, apesar de você capturar e usar os monstros pra combate, você não controla eles diretamente. Como em um bom RPG de ação isométrico, os monstros funcionam mais ou menos como habilidades em Diablo, onde você mapeia cada monstro a um dos botões de face do controle (ou teclas do teclado/botões do mouse, na versão de PC, onde temos dois tipos de controle diferentes). O combate pode parecer complexo a princípio, mas com o tempo, flui com uma naturalidade que torna o processo gostoso, ainda que um pouco repetitivo.

Claro que mais adiante na sua jornada, adversários mais duros surgirão e um pouco de estratégia será necessária pra encontrar pontos fracos. Alguns monstros podem aplicar vulnerabilidade, então você pode usá-los por exemplo pra enfraquecer o campo. E as criaturas que você não invoca, ganham estamina pra lançar habilidades especiais.

O jogo deixa de ser uma batalha de spammar ataques, para ter uma coreografia quase rítmica. E a complexidade (ainda que simples) do jogo aumenta, quando a mecânica de sinergia entra em ação, onde você aplica buffs passivos ao seu roster, desde eles tenham um item que combina com o tipo de monstro dos outros monstros do seu roster. Para você tirar o máximo do jogo, você vai ter que pensar um pouco mais do que o padrão.

Reprodução: Cadabra Games, QUByte Interactive

Audiovisual aceitável

Graficamente, ADORE é um jogo… Adorável. E com esse trocadilho horrível, já sei que a QUByte NUNCA MAIS vai me mandar um jogo pelos próximos dez anos. Enfim, os gráficos do jogo são bons, nada que vá explodir sua cabeça, e os cenários são menos detalhados que seu típico AAA, mas isso não é um demérito em si.

A interface de usuário é limpa e não atrapalha a sua jogatina. (pode parecer pouco, mas como demonstrei anos atrás na minha análise de Sword and Fairy 6, uma interface ruim pode estragar uma experiência. Ok, não ajudava o fato de que o jogo era uma bomba, mas divago)

A trilha do jogo pode não ser marcante, mas isso não significa tanto porque ela combina com o clima do jogo, com boas composições. Ainda acho que o pico das composições em jogos publicados pela QUByte vem dos jogos do 2ndBoss Studios (Savage Halloween, Wild Dogs), e até o momento está sendo difícil superar esse padrão alto de qualidade.

Uma boa alternativa a Pokémon, em tempo real

Não é a toa que ADORE vem recebendo elogios dos jogadores e da imprensa, uma mudança a fórmula manjada de Pokémon (que tem clones o suficiente pra entreter os jogadores até o fim do mundo, com muitos deles superiores aos jogos mais recentes da Nintendo), o jogo é satisfatório. Se você quer experimentar algo diferente, dê uma chance, talvez você adore… ADORE.

Nota Final: 8,5/10

ADORE está disponível para PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X|S e Nintendo Switch, e esta análise foi feita com base na versão de PS4, com uma cópia gentilmente cedida pela QUByte.

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5 Motivos para você comprar um Nintendo Switch https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/20/5-motivos-para-voce-comprar-um-nintendo-switch/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/20/5-motivos-para-voce-comprar-um-nintendo-switch/#respond Sun, 20 Mar 2022 12:51:54 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=10430 Fala pessoal! Eu me chamo Victor, nas redes sociais e Twitch você vai me encontrar como Nerd Profeta, e primeiramente quero agradecer ao meu amigo Diogo pelo convite de estar deixando aqui essa matéria com vocês. Espero que esse texto possa ajudar quem ainda tiver qualquer dúvida quanto aos benefícios de se adquirir um Nintendo […]

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Fala pessoal! Eu me chamo Victor, nas redes sociais e Twitch você vai me encontrar como Nerd Profeta, e primeiramente quero agradecer ao meu amigo Diogo pelo convite de estar deixando aqui essa matéria com vocês.

Espero que esse texto possa ajudar quem ainda tiver qualquer dúvida quanto aos benefícios de se adquirir um Nintendo Switch.

LEIAM – Arco de Liberl (The Legend of Heroes: Trails in the Sky, SC e The 3rd)

Lançado em março de 2017, o console híbrido da Nintendo é um sucesso monstruoso, então nada mais justo do que compartilhar com vocês alguns pontos a se destacar para uma pessoa que ainda tenha dúvidas sobre o console.

Lembrando que são pontos que eu considero como positivos, não é regra geral e você pode muito bem não concordar com um ou outro (ou todos!) ponto apresentado aqui, sinta-se à vontade discordar.

Então, vamos lá!

Nintendo Switch
Reprodução/ Internet

Portabilidade / Conceito híbrido

Primeiro ponto é o conceito base do console, o ser hibrido. O Nintendo Switch você consegue jogar tanto na TV quanto no modo portátil e, isso pode ser alterado no momento que quiser apenas tirando o console da dock, questão de segundos.

Lembro lá no inicio de 2018 quando tinha comprado o meu Switch, levei na casa de um amigo para ver e ele mesmo tinha se espantado porque pensava que ao retirar da dock ele desligava ou pausava o jogo. Com o Switch você pode muito bem estar jogando no conforto da sala na TV ou no monitor, vendo as imagens em uma tela maior, desfrutando normalmente de sua jogatina.

LEIAM – 5 Motivos para você comprar um Super Nintendo

Em seguida bate aquela preguiça e você vai deitar na cama ou mesmo bate aquele revertério e você tem que ir às pressas ao banheiro, você se pergunta “poxa, vou ter que pausar!”, mas não! Você continua sua jogatina simplesmente tirando o console da dock e levando ele aonde você quiser continuando a jogatina exatamente no segundo que você parou na TV.

Talvez você diga “bah, nem ligo para portáteis!” tudo bem, você não liga e confesso que eu mesmo na maior parte de minha jogatina é na TV/monitor (tanto que no canal, para eu fazer live preciso estar na dock), mas lembre-se que nem eu e nem você somos todo mundo e existem muitas e muitas pessoas que curtem demais a jogatina portátil, e ás vezes a maior parte da gameplay deles é sim no portátil por x fatores (tempo curto por exemplo).

Enfim, o Nintendo Switch abrange esses dois públicos, a galera que quer jogar na TV e a galera do portátil e o seu conceito hibrido é sensacional.

Nintendo Switch
Reprodução/ Internet

Suporte nacional

Quase não se ouve falar disso em sites ou vídeos comentando sobre o Switch né?

Pois bem, todos sabemos que a Nintendo retornou seu suporte aqui no Brasil a pouco tempo, cerca de 2019 com um site, e hoje já temos a distribuição oficial do console e acessórios em lojas parceiras (Americanas, Magazine Luiza, Amazon, etc.) com garantia da própria Nintendo.

Temos a eShop nacional com acesso direto do console, vendas de jogos digitais em lojas parceiras (Americanas através dos cartões gift card nas lojas físicas, Nuuvem) e na própria eShop BR (óbvio) e ainda temos a assistência oficial da Nintendo.

Assistência essa digna de elogios digo por experiência própria: Meu primeiro par de joycons começou a sofrer com os famigerados drift (um terror que infelizmente está abrangendo todos analógicos dos consoles atuais).

Entrei em contato com a assistência oficial da Nintendo aqui no Brasil, fui instruído em o que fazer, enviei meus joycons problemáticos para eles e cerca de uma semana depois, eu recebi um par novinho e com selo da Anatel aqui para mim.

Tudo 0800. Infelizmente ainda não temos a distribuição de jogos físicos oficial aqui, ainda, por isso caso você for comprar algo físico do Switch, se atente, pois, você estará comprando de revendedor no mercado cinza, mas isso é pauta para uma outra conversa.

Nintendo Switch
Reprodução/ Nintendo

Outro fato a se comentar aqui é sobre legendas e português do Brasil. A Nintendo como uma empresa muito japonesa em toda sua cultura, nunca trouxe legendas em nosso idioma, salvo alguns games em português de Portugal no Wii U por exemplo (os ports para o Switch vieram com pt-pt).

Somente hoje, a Nintendo começou a olhar para nosso idioma, atualmente já temos / será lançado com português do Brasil: Mario Party Superstars (já lançado), Mario Strikers: Battle League e Nintendo Switch Sports.

Um numero bem pequeno se comparado a outros estúdios, obvio. Mas vejo isso por um ponto positivo: mais tarde do que nunca. Aos poucos você percebe que ela está olhando mais aqui para nosso mercado, começando a traduzir jogos, com a distribuição oficial do console, acessórios, jogos digitais e uma assistência técnica nota 10.

Vamos cobrar para melhorar? Sim, sempre. Mas para uma Nintendo de uns 10/ 15 anos atrás e hoje, a situação melhorou sim e esperamos que melhore cada vez mais.

Reprodução/ Atlus – Nintendo

JRPG e os jogos japoneses

Como já disse acima, a Nintendo é a única fabricante de consoles que sua cultura é toda japonesa. Como produtora isso não é diferente: Seus games sempre buscam agradar o seu grupo ‘caseiro’ primeiro de tudo.

Não é por menos que o Switch é disparado o console mais vendido em terras nipônicas desde seu lançamento, e com folga. Dito isso e com uma base instalada de já mais de 100 milhões de unidades vendidas, é natural ter um suporte forte de estúdios japoneses.

Pessoalmente, meu gênero favorito dos games é o JRPG, os RPGs japoneses e com o Nintendo Switch ele é disparado a melhor plataforma para mim e creio que será a melhor escolha se você também curte o gênero.

Seja JRPGs da própria Big N (franquia Xenoblade Chronicles), exclusivos de console (Bravely Default II), ou de thirds (Shin Megami Tensei V, Dragon Quest XI S: Echoes of an Elusive Age – Definitive Edition, Octopath Traveler, Monster Hunter Rise, The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel IV, etc), o console tem uma vasta biblioteca de jogos de RPGs japoneses e focados no Japão, desde clássicos remasterizados que estão disponíveis no Switch Online ou de títulos novos e ports.

Digo tranquilamente que você conta no dedo algum JRPG (de fato JRPGs e não jogo feito por estúdio japonês mas que hoje é total focado em publico americano, basicamente um WRPG mesmo…sem citar nomes claro rsrs) que esteja em outras plataformas e não esteja no Switch, existem sim, mas em uma quantidade bem pequena se comparada ao que existe na biblioteca do console.

Se você é um amante de JRPGs, o Switch é sua praia, tenho certeza que você vai se deliciar fazendo pactos, salvando um reino, levando sua amada para o criador do universo ou mesmo caçando monstros. A lista é vasta e se deixar eu não paro de falar.

Digno de nota, estou sempre jogando algum JRPG disponível na plataforma. Sempre.

Reprodução/ Nintendo

Exclusivos Nintendo e sua Diversão

Aqui um ponto que a Nintendo sempre carregou em seu nome: Seus exclusivos.

Fazendo um nome forte com suas IPs desde os anos 80, a Nintendo construiu um vasto número de franquias exclusivas que na maioria das vezes, são jogos que agradam muito bem o seu publico alvo e vendem MUITO.

Além dos já citados thirds exclusivos e exclusivo de console (Monster Hunter Rise, Shin Megami Tensei V, Bravely Default II, etc), o Switch tem obviamente, os próprios exclusivos e franquias da Nintendo.

Jogos como The Legend of Zelda: Breath of the Wild, Super Mario Odyssey, Mario Kart 8 Deluxe, Splatoon 2, Animal Crossing: New Horizons, Metroid Dread, Pokémon Legends: Arceus e tantos outros, você vai jogar apenas no console hibrido da Big N (sei que o BOTW tem a versão de Wii U mas não vem ao caso aqui, você não deve ser uma das 10 pessoas que tiveram o Wii U né? Kk brincadeirinha!).

Falando no Wii U, caso você não o teve, o Switch trouxe alguns ports deste console com alguns implementos a mais, como o já citado BOTW, Mario Kart 8 Deluxe, Pikmin 3 Deluxe, Donkey Kong Country: Tropical Freeze, etc.

Sem contar os exclusivos novos que estarão chegando ainda este ano como por exemplo: Xenoblade Chronicles 3, Bayonetta 3, continuação de BOTW, Pokémon Scarlet e Violet, Splatoon 3, etc.

Vale mencionar algo importantíssimo aqui neste ponto: diversão. A Nintendo sempre foi conhecida por ser a mais Family Friendly, ou seja, muitos de seus jogos exclusivos são para jogar sem o perigo de que qualquer pessoa seja impactada de forma negativa diante do que está acontecendo em tela.

São jogos que irão divertir a todos, sejam crianças, jovens, adultos e senhores, jogos que vai lhe tirar gargalhadas em uma corrida maluca de karts, tiros de tintas com lulas, captura de monstrinhos de bolso, um encanador e seu chapéu mágico, etc. O fator qualidade é algo sempre presente em seus exclusivos e a diversão é garantida.

O Switch tem uma monstruosa biblioteca de exclusivos que com certeza vai lhe dar a mais pura diversão.

Reprodução/ Nintendo

A entrada para o mundo Nintendo

E aqui encerramos com nosso ultimo ponto e também muito importante. O Nintendo Switch é o console que ao meu ver, é um ótimo ponto de entrada para novatos na Nintendo ou que estão há anos longe dela.

Quem for comprar seu primeiro videogame Nintendo perceberá que o Switch é um ótimo ponto de retorno a plataforma nipônica.

Digo isso, porque, ele consegue abranger uma biblioteca tão diversificada e que contem tantos títulos importantes da indústria gamer como um todo, que isso o torna uma ótima apresentação e porta de entrada ou retorno para os gamers.

Com o Switch tivemos o retorno de suporte de empresas que estavam há anos longe da Nintendo, o retorno de franquias ‘mortas’, continuações de outras franquias famosas e hoje, uma biblioteca que grada tanto fãs de visual novel como fãs de indies.

Franquias como, Bioshock, Diablo, Borderlands, Mortal Kombat, Street Fighter, The King of Fighters, Fatal Frame, Outlast, Sniper Elite, FIFA, Breath of Fire, Super Mario, Donkey Kong Country, The Legend of Zelda, Pokémon, Mario Kart, Mario Strikers, Hollow Knight, Ori, Dragon Quest, Final Fantasy, Saga Frontier, Earthbound, F-Zero entre outros, são jogos de diferentes gêneros entre si, alguns aqui citados tem jogos inéditos ou novos, outros tem remasters ou remakes, e outros são clássicos disponíveis em alguma coletânea ou serviço (Switch Online).

Fora tantas outras franquias de gêneros diferentes que não citei aqui. Ou seja, aqui o novato na Nintendo ou o que está retornando, vai dar de cara com uma biblioteca variada de jogos que ele as vezes deixou de jogar e outros novos para ele usufruir. Pessoalmente, nunca vi uma biblioteca tão variada quanto essa desde o saudoso SNES.

É isso ai, espero que esses pontos possam ajudar a quem está em duvida em comprar um Nintendo Switch e lembrem-se, procure comprar com uma loja que venda o console de forma oficial e assim ter a garantia da própria Nintendo, caso contrário, compre por sua própria conta e risco.

Lembrando que aqui são pontos pessoais e você é livre para concordar ou não com eles. Um grande abraço e até mais!


Observação: O texto autoral não reflete a opinião do veículo

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Jogos de Game Boy que vocês precisam Jogar https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/11/06/jogos-de-game-boy-que-voces-precisa/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/11/06/jogos-de-game-boy-que-voces-precisa/#respond Wed, 06 Nov 2019 20:29:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/11/06/jogos-de-game-boy-que-voces-precisa/ Por Dane F. Santos Tudo começou com um anúncio de jornal. Era um belo dia e eu era “piquitita” quando resolvi comprar o já antigo Game Boy Color. A verdade é que sou uma fã confessa de jogos da Nintendo e quando vi a oportunidade agarrei na mesma hora. Com essa compra eu ganhei um […]

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Por Dane F. Santos

Tudo começou com um anúncio de jornal. Era um belo dia e eu era “piquitita” quando resolvi comprar o já antigo Game Boy Color. A verdade é que sou uma fã confessa de jogos da Nintendo e quando vi a oportunidade agarrei na mesma hora. Com essa compra eu ganhei um Mario, mas não me lembro muito dele embora tenha me rendido horas de diversão.

Não me lembro nem se cheguei a zerar, mas era bem bacaninha. Depois de um tempo consegui colocar minhas mãos em alguns cartuchos de pokemon. (Yellow e Silver).

LEIAM – Os meus Pecados Gamísticos Edição: RPG

Não tinha nada mais divertido pra mim de ter a impressão de que eu estava viajando enquanto capturava Pokémons e ia mais fundo no enredo. Nunca fui muito fã do anime, mas os jogos são muito perfeitinhos em vários sentidos. Acredito que o grande sucesso de pokemon tem como base sua imersão.

Pokemon é um marco e todo mundo sabe a razão de gostar e não gostar. Não parando no Pokemon acabei mais tarde jogando outros jogos de Game Boy e Game Boy Advance. Vou citar alguns jogos que marcaram minha vida nesses pequenos consoles (Não vou colocar pokemon na lista, pois seria muito óbvio).

Vamos lá

Game Boy Color

Esse jogo tem uma semelhança interessante com Pokemon, e embora não possamos dizer que é uma cópia fiel tem muitos dos elementos que nos acostumamos por lá. (O modo de batalha é a maior das semelhanças). O ponto alto dele não é o enredo. Claro que a história é legal e interessante, mas em alguns pontos o jogo se torna repetitivo. O meu interesse nesse aqui são os monstros.

Em pokemon eles são criaturinhas fofas ou legais. Já em Dragon Warrior Monster eles são simplesmente monstros.

Como assim monstros?

Eu explico: Sabe o tão popular unicórnio? O dragão comum e o dragão dos céus (Aquele que todo mundo conhece nem que seja do Dragon Ball). Então, esses monstros são alguns dos que você pode ter após “misturá-los”.

Quando se mistura dois monstros você ganha um ovo desses dois e cuida desse novo amigo. A questão é que aqui é muito diversificado. Em pokemon você não teria grandes variações. Já em Dragon Warrior Monster você quase nunca sabe o que esperar. O ponto negativo é perder os monstros que você tinha antes, então essa mistura deve ser feita com cuidado. Alguns monstros podem nascer super fracos ou super fortes dependendo da linhagem.

Outra coisa a se mencionar aqui são as magias: Cada monstro tem cerca de quatro magias típicas dele e a medida que a linhagem se estende os descendentes herdam os poderes dos pais, avós, etc.

Os monstros são divididos em nove categorias, essas divisões são chamadas de “famílias”. As minhas preferidas são as bestas (um simbolo de uma patinha), os dragões e os demônios (representados por um ícone de um tridente).

Game Boy Advance


Esse com certeza não é nada desconhecido, mas se você nunca deu uma chance ao The Legend of Zelda: The Minish Cap a hora é essa!

Pra mim ele só fica atrás do clássico The Legend of Zelda: Ocarina of a Time.

O ponto alto desse jogo é a jogabilidade. Boa jogabilidade, gráficos bonitos e enredo envolvente com certeza são uma marca registrada dessa série. O que difere cada jogo é a temática.

Aqui temos o Vaati como vilão, um aprendiz de mago que deseja poder e aquelas coisas que todo vilão deseja , Vaati usa um gorro semelhante ao de Link, mas aqui ele tem poderes mágicos que obviamente ele usa para o mal. O gorro do Link também não é o mesmo gorro verde de sempre, ele é outro mago que aconselha Link e no geral faz o papel que a fada do Ocarina of a Time fazia.

Aqui Link é uma simples criança que deve reforjar uma espada com a ajuda dos elementos para ter o poder de salvar a princesa Zelda que foi petrificada por Vaati. Cada elemento vai te render horas de jogo, stress, xingamentos e felicidade e os mini games pelo caminho vão te distrair bastante, incluindo a possibilidade de completar uma coleção de figurinhas que abrange todos os personagens que aparecem nesse game.

O interessante é que Link pode(e deve) diminuir de tamanho várias vezes usando o poder de Elzo (O gorro).

Sempre esqueço de mencionar, mas a tradução da Rom de Zelda Minish Cap pode ser facilmente encontrada na internet.

Game Boy Advance

Mega Man Zero é um dos melhores jogos que já joguei. O mais incrível é não usar o Mega Man. O Zero já brilhava desde o Super Nintendo e era meu personagem preferido.

Aqui ele é encontrado anos depois por uma cientista humana chamada Ciel. E pasmem: O Mega Man aqui é o vilão, mas obviamente não é o Mega Man de verdade, é apenas um clone que não deu certo. Não vou dizer o que aconteceu com o verdadeiro pra não estragar a experiência de quem ainda planeja jogar isso.

O ponto alto dele é a história,e também não posso deixar de citar a vasta coleção de armas em cada jogo. Aqui você não está restrito a espada do Zero ou ao famoso buster (o canhão de plasma), também é possível usar um escudo como proteção ou como arma, lançando-o nos inimigos.

Além disso temos uma lança e outras armas que vão aparecendo ao longo dos outros jogos. Também há os tais Cyber Elfos que podem ser usados de diversas formas. Alguns aumentam sua barra de vida, outros cortam metade da vida do Boss e outros atacam os inimigos, te ajudando no percurso. Não vou citar o resto das funções, porque são muitas.

Confesso que acho Mega Man uma série dos demônios. Jogar ela era querer morrer quatro vezes ao dia na vida real após cair de penhascos, ser esmagado ou levar alguns tiros. Porque para uma espécie de robô humanoide a defesa é uma porcaria mesmo sendo de material incrivelmente resistente.

Jogar Mega Man era uma tarefa muito árdua, e eu não apreciei tanto a experiência como em Mega Man Zero. Não que seja um jogo super fácil, achei o nível de dificuldade desafiador, mas que te dá prazer em jogar. Então sim, muitos fãs chatos acham esse game uma droga só por ter perdido sua suposta dificuldade monstruosa.

Acho que isso tudo é besteira, pra mim jogos são feitos pra causar nas pessoas relaxamento e momentos legais e não pensamentos do tipo “Por que diabos estou jogando essa *#$%+ ?!”

Game Boy Color

Esse é um game não muito lembrado quando falamos de Mega Man, afinal, além das limitações do Game Boy Color, por que jogar esse quando se pode jogar Mega Man Zero no Game Boy Advance?

A resposta pra isso é simples: Todo Mega Man é interessante não pela jogabilidade, até porque todo game da franquia segue a mesma linha: Inimigos, boss, pulos, etc.

Mesmo assim a história é cativante e cada fase tem seu charme. Esse jogo também tem uma boa tradução circulando a internet e minha intenção colocando ele nessa lista é lembrar aos fãs que o Mega Man Xtreme 2 existe e ele está chorando lágrimas de sangue por você nunca jogá-lo.

Nesse você pode escolher entre o Mega Man e o Zero. Jogar com o Zero é bem mais complexo já que aqui ele só usa seu sabre de luz ZWOOON! Então escolha sabiamente.

Para os fãs que gostam da dificuldade maluca da série esse vai agradar.

Game Boy Advance

Esse é um jogo muito divertido e dinâmico. Aqui você não assume o papel de Yu-Gi como era de se esperar, mas sim um personagem aleatório que é faz parte da turma de Yu-Gi. Assim você é… Você mesmo!

Essa é uma ideia que garantiu que os jogadores se identificassem com o seu próprio personagem. Montar o próprio baralho é uma das experiências mais divertidas, batalhar com Yu-Gi, Kaiba e praticamente todos os duelistas “supimpa” é bem bacaninha.

Confesso que a falta de um personagem feminino para dar escolha a mulheres é meio chato, mas meio que nós mulheres estamos acostumadas com isso. Fora os Pokemon mais recentes essa experiência não é muito comum. Também senti falta de gráficos mais bonitos na hora das batalhas.

É um jogo de Game Boy Advance, mas na hora de batalhar eu senti limitações na arte. Não que seja ruim, mas poderia ser melhor.

Game Boy Advance

Uma série que eu confesso não saber tanto a respeito como eu provavelmente deveria saber. Apesar disso ela merece ser citada aqui, já que mesmo que eu tenha jogado apenas esse, eu o considero um ótimo jogo.

O sistema de batalha de Kingdom Hearts: Chain of Memories é único, mas confesso também que as vezes senti preguiça da quantidade de batalhas que você tem que travar pra ficar forte o bastante para enfrentar os chefes e fazer o seu baralho crescer.

Apreciei os combos e gráficos. A história me foi confusa, mas isso é obviamente devido ao meu escasso conhecimento da série. Achei bem legal poder encontrar tantos personagens da Disney ao longo do game.

Ele é surpreendentemente longo e pode ter certeza que perderá muitas horas jogando.

Game Boy Advance

Essa série costuma ser conhecida apenas por fãs alucinados por um bom RPG. Golden Sun tem todos os elementos interessantes: Personagens carismáticos, enredo interessante, batalhas bastante divertidas, ótima jogabilidade e puzzles desafiadores.

Golden Sun tem uma tradução feita para a rom em português que tem o meu selo de aprovação. Nada foi deixado de fora, não me lembro de nenhum erro gramatical gritante e acima de tudo: Dá pra terminar o jogo sem nenhum bug.

O único ponto negativo que consigo considerar é a preguiça que nos domina após muito tempo de jogo. Passar por grandes mapas demanda tempo e isso se torna maçante com a quantidade de batalhas que temos que passar.

Game Boy Advance

Ah, esse com certeza é nostálgico,e alguns conhecem uma versão bem antiga dele, mas eu particularmente vivi bons momentos jogando esse.

A história é muito interessante. As melhores coisas da história não podem ser contadas para não perder a graça, mas resumidamente você é um aprendiz de um cavaleiro e não tem sua memória. Muitas coisas acontecem e Max, o protagonista é obrigado a liderar um pequeno exército chamado de Shinning Force.

Quando falamos em RPG tático Shinning Force não pode ficar de fora.

Os personagens tem história e são carismáticos, o desenrolar da história é muito interessante. Minha única reclamação desse jogo é a questão do dinheiro. Como a história te limita os inimigos é meio chato que alguns itens custem tão caro. Jogar esse jogo é como ler um bom livro.

Game Boy Advance

Summon Night – Swordcraft Story 2 é um RPG com história bastante interessante e recheada de momentos engraçados. Esse tem opção de escolha entre um garoto loiro e uma garota de cabelo rosa que ALELUIA não está praticamente pelada. Só aí já podemos dar a ele um troféu escrito: “Sim, você agrada a mulheres que jogam”.

Esse game tem um sistema de batalhas bem singular, onde a tela é similar a um jogo de plataforma.

Existe um ancestral que foi pioneiro nesse sistema de batalha, um jogo de Super Nintendo que infelizmente eu não consigo lembrar o nome. O mais interessante aqui são as armas e o seu companheiro ou companheira que foi “summonado” de outra dimensão ou coisa assim.

Vou repetir que esse jogo está recheado de cenas cômicas e com certeza vai te fazer rir. Existem 4 opções pra você escolher. Existe uma espécie de demônio que usa fogo pra lutar, uma espécie de garoto com orelhas de cachorro que usa vento, um robô e uma garota demoníaca.

A sua trajetória e diálogos dependem das escolhas, o que torna uma experiência única cada vez que você joga. As armas são fabricadas unicamente por você. Espadas, machados, brocas, lanças. Você mesmo deve achar “ingredientes” para fabricar as melhores armas.

O ponto negativo desse jogo ao meu ver está nas dungeons. Algumas são grandes demais e o processo se torna cansativo. Você acaba salvando em determinado ponto e depois nem faz ideia de pra onde estava indo.

Tirando isso é altamente recomendado que se ainda não jogou e for fã de RPGs jogue ainda hoje.

Game Boy Advance

Pra quem gosta de jogos de estratégia esse é um dos que não pode ficar de fora. Ele tem várias versões e até sei de animações com alguns dos personagens. Eu particularmente me amarro no simples que foi feito pra GBA, aonde a Lyn é a primeira protagonista e o Elliwood o segundo.

Ao invés de estar na pele do personagem principal você o acompanha na aventura. Primeiramente com Lyn, uma incrível guerreira de Sacae (Uma tribo cheia de pessoas que nunca mentem) que mais tarde toma parte em eventos maiores. Destaque aqui para o famoso Elliwood também, o ruivo mais gentleman dos games.

Os personagens são o ponto alto desse jogo. A imersão torna a experiência de jogar ele única. Os personagens parecem ter vida própria mesmo e em determinados momentos até conversam com você. Enquanto eles são lutadores incríveis você é uma espécie de estrategista que os ajuda a ganhar batalhas. Acontecimentos dos mais diversos o tornam um dos melhores pra mim.

Se eu colocasse defeito diria que ele limita bastante a liberdade do jogador. Você não tem opção de sair por aí explorando, apenas segue um roteiro e isso as vezes pode frustrar um pouco. O outro ponto ruim é que se um personagem morre em batalha: Ele morre de verdade! É fácil recrutar inúmeros personagens se você souber como, mas nem por isso todos são descartáveis. Afinal todos eles tem personalidade e dependendo de suas escolhas durante as batalhas os diálogos são interessantes. Não é legal perdê-los.

Game Boy Advance

O bom e velho sucessor de Mother 2 (Earthbound nos EUA). Esse é um dos jogos mais incríveis que já joguei. Algumas vezes fico com vontade e começo tudo de novo.

Ele é um RPG com humor característico da série. Alguns pontos são bem divertidos e outros muito comoventes. Os personagens controláveis mudam diversas vezes durante o enredo. Não consigo pensar em nenhum defeito nesse jogo.

A jogabilidade é boa, a história é incrível, os gráficos muito dignos. Há boatos que Mother 4 está sendo produzido por fãs da série e promete ser ótimo se ninguém dar fim ao projeto. Eu como muitas pessoas esperei ansiosamente pela tradução do Earthbound Brasil, levou anos, mas fizeram um trabalho incrível.

A espera valeu a pena. A tradução para o inglês também não é oficial, mas é muito perfeita. Seja como for, é impossível não curtir esse jogo se você gostar de RPGs.

Game Boy Advance

Certamente você já deve ter jogado outro “Piratas do Caribe” para GBA assim como eu, e se decepcionou bastante. Esse no entanto tem um personagem feito a imagem e semelhança de Jack Sparrow. O personagem até mesmo anda como ele e tem alguns de seus trejeitos. (Me amarro na hora que Jack abre baús de tesouro e dá pra ver os dedinhos dele tamborilando de ansiedade).

A grande sacada desse jogo não está na história em si, pois ela é bem fiel ao filme. Colecionadores vão gostar desse jogo. Há um número interessantes de tesouros para se colecionar em diversas ilhas.

Alguns desses tesouros são os chamados “tesouros legendários”, que conferem habilidades especiais ao Jack ou maior defesa/ataque. Para se encontrar os tesouros devemos pagar pelas informações, desbloqueando essas histórias (boatos) em portos e assim você saberá aonde procurar, embora nem sempre seja assim tão fácil. (alguns lugares do mapa são bem escondidinhos e difíceis de acessar, tem que estar atento).

Dá pra pilotar o Pérola Negra e customizá-lo, travar batalhas marítimas, pilhar navios. O ouro aqui é usado para comprar comida e rum para os tripulantes do navio. (Se você estiver em baixa nesses suprimentos terá um motim). Também é usado para comprar melhores canhões, velas e cascos para seu navio.

No geral você consegue roubar tudo isso de outros pobres coitados que cruzarem seu caminho no mar. O que você DEVE comprar são novas espadas para aumentar o ataque de Jack e novas camisas para aumentar a defesa.

Alguns personagens são inacreditavelmente fortes e sem uma boa arma/boa defesa se torna chatinho matá-los.

Game Boy Advance

Esse jogo é um caso de amor e ódio pra mim. Ele deixa muito espaço para o jogador fazer o que ele quiser. Isso é bom e ruim. Você não precisa passar de todas as fases do jogo para zerá-lo, entretanto se você ficar perdido é difícil chegar aonde realmente é obrigatório passar.

As únicas limitações do mapa são elementos que você deve coletar para adquirir certos poderes que eliminam obstáculos. Há várias missões que você não precisa cumprir, mas que após cumpridas pode ganhar prêmios muito bons. O que não gosto nesse jogo é a jogabilidade.

A história é boa, os cenários são interessantes e os inimigos oferecem desafio satisfatório. A trilha sonora também me agradou bastante. É uma pena que o Samurai Jack se movimente de maneira tão pesada.

Acho que a intenção foi dar um pouco de realismo aos movimentos do herói, mas eu particularmente não curti o sistema de combos. Não sou do tipo que decora movimentos com facilidade e isso me levava a apertar qualquer coisa na esperança de dar certo. Instintivamente eu consegui zerá-lo, mas isso realmente não me ajudou. Outra coisa que detestei na jogabilidade foi o pulo de Jack. Até mesmo o pulo duplo é considerado baixo após estarmos acostumados com Castlevania, Mario, Rayman ou QUALQUER outro jogo de plataforma.

Game Boy Advance

O primeiro é um pouco repetitivo, mas não deixa de ser um bom jogo. Esse da imagem acima é o II. Não tenho como colocar defeito nele. O meu único comentário negativo é que a trilha sonora podia ser melhor. Ele é um dos melhores RPGs que já joguei.

Ele te dá a chance de escolher o personagem que você mais se identificar e dar uma pequena customizada nele. O sistema de combate parecido com Zelda Minish Cap me atraiu bastante. (Eu já fico um pouco de saco cheio de mapas que as lutas são aleatórias.

Poder ver os inimigos e evitá-los ou lutar me interessa mais. A possibilidade de escolher torna menos cansativo.) As Dungeons são bem interessantes e os gráficos são bem bonitos.

Dá pra notar que alguns cenários foram feitos com muito capricho. Tenho muita consideração por esse jogo, mesmo com muita gente desvalorizando seu conteúdo. Os chefões aqui seguem esquemas de Zelda e Bomberman (Você precisa descobrir a sequência ou estratégias para vencê-lo, quase nunca é sair dando porrada.)

Ele foge um pouco da características de ter puzzles e deixa tudo mais pro lado da ação. Espancar os inimigos é relaxante. Aqui o modo como vai lutar depende muito da escolha do personagem. No meu caso sempre escolho o que parece um lobo.

Ele usa aquela arma que tem garras, como um Wolverine. Outros usam espadas e se não me engano há um arqueiro e um personagem que usa mágica. (Nunca saí escolhendo todos pra testar). Esse jogo é diversão garantida para fãs de RPG.

Se você está se perguntando se há alguma relação entre Shinning Soul e Shinning Force acertou. Há várias semelhanças nos dois mundos. A que mais consigo ver é a do aventureiro que sempre encontra o personagem principal em Shinning Force em suas viagens.

Em Shinning Soul II você o vê logo de cara (É impossível negar que se trata do mesmo personagem). Se não me engano os dois games são da SEGA para cobrir mais estilos de jogos. Devem compartilhar algumas pessoas na parte da arte e talvez no própria criação da história.

Game Boy Advance

Esse talvez seja bastante desconhecido ou subestimado por alguns jogadores. As pessoas preferem citar Fire Emblem quando falamos de estratégia no GBA e esquecem de jogos como esse.

Não os culpo, pois o modo de batalha de Fire Emblem é MUITO mais simples. Nesse aqui temos cartas, magias, e situações de recuo e avanço de tropas que tornam tudo meio confuso no começo. Muita gente desanima. O sistema de batalha é complexo e até pegar o jeito pode demorar um pouco.

O principal destaque ao meu ver é a arte. Personagens coloridos, carismáticos e expressivos fazem dele um jogo bem bonito.

Game Boy Advance

Tenho muita coisa bacana pra falar desse. Supondo que todo mundo conheça a série Final Fight, imaginem se beat’Em up famosa da Capcom possuísse elementos de RPG e não apenas pancadaria. Seria esse jogo. É possível encontrar ele totalmente traduzido para o português.

A trilha sonora é bem bacaninha, a história é boa e o personagem principal apesar de não ter muitos pontos de carisma ele não joga The Sims consegue cativar o jogador. Além disso descer a porrada em seres das trevas ao estilo Final Fight e no fim do dia ir procurar uma chave é bastante divertido.

O único defeito são pequenos obstáculos que você não conseguiria evitar nem se tivesse o sentido de aranha pela jogabilidade. No mais esse jogo é perfeito.

Game Boy Advance

Esse é um dos que mesmo que você zere vai jogar de novo algum dia. A melhor coisa de todas nesse jogo é a jogabilidade. Não é muito desconhecido, mas como o aracnídeo recebe um jogo cada vez que um fã respira achei que seria válido mencionar esse entre todos que foram lançados para Game Boy e Game Boy Advance.

Aqui você vai desarmar bombas, salvar reféns, e bater em muitos inimigos. Alguns inimigos são muito CHATOS. Daqueles que não são um grande problema, mas são irritantes. É difícil ficar perdido no cenário e o sistema de combo é bem simples e agradável de usar. Para desbloquear os melhores golpes temos que procurar pelo cenário.

O destaque é que não jogamos apenas com o homem aranha, mas com o Venon também. Cada um tem suas vantagens e desvantagens e apesar do Venon ser super-ultra-fortão eu gosto de jogar com o homem aranha já que gosto da velocidade com que ele se locomove pelo cenário.

Além disso não dá pra sair lançando teias com o Venon como dá pra fazer com o Homem Aranha.

Game Boy Advance

A série Metroid é bastante conhecida, mas sou obrigada a dar um destaque nesse game em especial pela fluidez com que o jogo corre. Em Metroid eu sou sempre a pessoa que encalha e fica estressada até entender pra onde deve ir. Já em Metroid Fusion apesar disso acontecer eu senti que o jogo foi muito mais agradável de jogar. A história é realmente muito interessante. Não gosto muito da temática espacial com aliens e tudo mais, mas Metroid é a fuga dessa regra.

Podemos ver de cara pela capa que o uniforme laranja e tão conhecido da Samus foi redesenhado Se você não sabe até hoje que temos uma heroína e não um herói vestindo a roupa laranja precisa parar de chamar o Link de Zelda também, por favor. Mas obviamente não foi desenhado dessa forma por simples arte. Tem sim uma história por trás, mas eu não vou estragar as surpresas.

A história é incrível, a trilha sonora completamente compatível, a jogabilidade maravilhosa… Se alguém reclamar de algo nesse jogo acho que vou dar uma bofetada no indivíduo.

Game Boy Color

O que dizer sobre esse jogo? Mais um Zelda, simplesmente isso. Sou muito fã da série e esse mesmo sendo de Game Boy Color merece ser mencionado.

Nem todo mundo acaba topando com ele já que existe um muro chamado “Zelda Minish Cap”. Não posso dizer que é meu preferido, mas o coitado é um bom jogo. Dê uma chance pro coitadinho do Link te distrair mesmo sendo limitado pelo console precário de qual ele faz parte.

Game Boy Advance

Esse vai gerar uma terceira guerra mundial, mas não ligo. TODOS os Castlevania feito para Game Boy Advance são ótimos. Cada um tem sua preferência, eu escolhi esse pra representar todos os Castlevania de GBA.

A história me encanta, a trilha sonora é uma das mais legais do console e os personagens são interessantes. O que mais valorizo além da incrível jogabilidade é a capacidade de poder usar várias armas e poderes.

Não vou me estender muito falando desse game, ele já é popular demais sem minha ajuda.

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