Arquivos Paul W.S Anderson - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/paul-w-s-anderson/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 20 Oct 2024 13:18:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Paul W.S Anderson - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/paul-w-s-anderson/ 32 32 Mortal Kombat (1995) | O Primeiro e Único Filme https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/21/mortal-kombat-1995-o-primeiro-e-unico-filme/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/21/mortal-kombat-1995-o-primeiro-e-unico-filme/#respond Mon, 21 Oct 2024 08:07:33 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=18083 O primeiro jogo da série Mortal Kombat foi um fenômeno nos arcades e consoles. Você, jovem, pode não se lembrar de como foi inovador ver os personagens literalmente se matando da forma mais grotesca possível na forma de um jogo de luta. Leve em consideração que a época era total dominada por Street Fighter. Porém, […]

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O primeiro jogo da série Mortal Kombat foi um fenômeno nos arcades e consoles. Você, jovem, pode não se lembrar de como foi inovador ver os personagens literalmente se matando da forma mais grotesca possível na forma de um jogo de luta.

Leve em consideração que a época era total dominada por Street Fighter. Porém, MK trouxe uma variante ao gênero, que tinha vantagens e desvantagens em relação a seu concorrente, mas por serem tão diferentes um do outro, eles nunca competiram entre si pela atenção dos jogadores.

Mas eis que, em 1995, a New Line Cinema deu o cargo de diretor para o então novato Paul W. S. Anderson — sim, o mesmo que viria futuramente a dirigir a franquia de filmes de Resident Evil (e a análise do primeiro filme você pode ler aqui). Anderson conseguiu o cargo após os produtores assistirem “Shopping: O Alvo do Crime“, filme do ano anterior dirigido por ele.

Inclusive, Paul W.S. Anderson não tinha NENHUMA experiência com efeitos especiais, e ele mesmo já disse em entrevistas que só pegou um monte de livros sobre o tema e foi enganando até o final. Incrível.

Reprodução: New Line Cinema

História e personagens

Chamar esse tópico de “história” chega a ser engraçado, pois o filme não tenta te enganar com um roteiro complexo e personagens densos. Mortal Kombat basicamente pega o conceito do torneio feito para salvar a Terra e implementa uma sequência de lutas uma atrás da outra, com alguns diálogos engraçados ligando essas cenas.

De início, temos os personagens sendo apresentados, como Johhny Cage, interpretado por Linden Ashby. Ele faz um Johnny Cage canastrão e divertido, sem ser irritante. Ashby viria futuramente a interpretar o personagem novamente no jogo Mortal Kombat 11 em 2020.

Liu Kang, foi feito pelo desconhecido Robin Shou, que até então só havia trabalhado em produções de Hong Kong e em um único filme ocidental chamado Forbidden Nights, de 1990. Ele também ajudou nas coreografias de luta.

Reprodução: Internet – Poster japonês

Cary-Hiroyuki Tagawa fez um excelente Shang Tsung, o vilão do filme e do primeiro jogo. Sua atuação é a mais convincente e suas expressões de ódio, raiva e prazer de ver os outros sofrendo são engraçadas e entretém durante todo o filme.

Christopher Lambert, por sua vez, faz o carismático Lord Rayden, que como todo filme que fazia, entrega sempre uma atuação canastrona e engraçada, mesmo em cenas de seriedade, que aqui não são muitas. Ele não luta no filme, servindo apenas como mentor dos outros personagens.

Temos também Bridgette Wilson como Sonya e Talisa Soto como Kitana, as musas do filme que atual mal pra diabo mas são lindas, e isso que importa.

Todos interagem bem entre si, com diálogos engraçadinhos entre o cast principal, com piadinhas entre as lutas típicas de filmes para adolescentes dessa época.

Mortal Kombat
Reprodução: New Line Cinema

Violência limitada, porém maneira

As lutas são bem feitas, sem muitos cortes de câmera que normalmente são usados para disfarçar cenas mal feitas. Inclusive, elas são criativas, com tomadas abertas, como a luta de Johnny com Scorpion na floresta e a luta de Liu Kang com Sub-Zero mais pro finalzinho do filme.

São cenas marcantes que mesmo com alguns toques de CGI feios da época, não tiram a graça do filme.

O elefante branco da vez é a falta da violência dos jogos, visto que no filme mal temos SANGUE aparecendo, então o filme recorre a mortes off-screen ou cenas de “desmaio” inspiradas nas lutas de WWE (ou WWF, já que o filme é de 1995).

Nada disso age contra o filme, que compensa com hype durante as lutas — expressão que nem existia na época né –, causado pela música Technosyndrome, popularmente conhecida como o tema de Mortal Kombat.

Essa música havia sido usada nos comerciais americanos do primeiro jogo, e foi reutilizada no filme devido a sua popularidade, tocando no início e durante as lutas principais.

Reprodução: New Line Cinema

Veredito

Mortal Kombat (1995) entrega o que um filme de videogame deve fazer sempre: um roteiro simples e sem inventar muito em cima do que já está estabelecido em outra mídia. A caracterização dos personagens é idêntica a dos jogos e as lutas bem feitas fazem ele ser um exemplo de como a simplicidade pode fazer uma adaptação para outra mídia ser bem vista, mesmo muitos anos depois.

Nota: 7,5/10

Reprodução: New Line Cinema

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Depois de uma longa espera, enfim, Mortal Kombat está entre nós e dividindo muitas opiniões. E eu que estava bem empolgado, inclusive escrevi minhas impressões do trailer do filme que assisti milhares de vezes.

LEIAM – O cartucho de Mortal Kombat 2 Maluco

Eu assisti e inclusive participei de uma live contando o que gostei e não gostei, mas não poderia deixar de registrar aqui no site. Por mais que goste da mídia audiovisual, de fato a escrita ainda é a forma com a qual me sinto mais confortável para me expressar.

Bem, mas vamos descobrir que Mortal Kombat lhes reserva.

Não supera o clássico de 1995

Mortal Kombat 2021

É muito difícil não fazer uma comparação com o clássico dirigido por Paul W.S. Anderson, o responsável pela pavorosa franquia de filmes de Resident Evil.

Essa comparação se dá mais pela maneira como tudo se conecta e vai desenvolvendo a história. Mesmo que com limitações, é inegável o quão divertido e como funcionam as coisas por ali, desde os efeitos práticos ao CGI moderado. No fim das contas tudo funciona e acaba agradando aqueles que já tinham se decepcionado com o horrendo Street Fighter

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Por outro lado, este novo Mortal Kombat talvez em uma busca de se manter fiel a violência do jogo original, toma algumas decisões um tanto questionáveis. Talvez a maior delas foi o roteiro que possui diversos furos, além de descaracterizar personagens importantes da franquia.

Enquanto MK (1995) consegue dar tempo de tela para os personagens e ir construindo a narrativa aos poucos, sem jogar tudo de uma só vez para justificar as sessões de pancadaria.

Também sou Hype

Mortal Kombat 2021

O trailer do filme foi incrível, de fato, e conseguiu elevar em muito a expectativa de todos os fãs, que há tempos queria algo relacionado ao game na telona.

E o problema aqui é que todo o marketing foi sustentado em cima do embate entre Scorpion e Sub-Zero, que são os personagens mais famosos da toda a franquia. E não me venha falar de Liu-Kang.

Bem, só que o filme deixa ambos os personagens de coadjuvantes na trama, surgindo em momentos pontuais. No caso, Sub-Zero tem até mais tempo de cena que Scorpion. Tudo isso pra focarem no novato personagem criado para o filme, Cole Young.

E agora preciso dizer algo que me decepcionou em relação ao personagem, seu nome Cole Young é um homófono de Kuai-Liang, que é quando se escreve de forma diferente mas a pronúncia é igual. Sabe, como essa galera que escreve: Fassil. Pelo menos para mim, né.

LEIAM – Resident Evil | Será que os filmes são ruins?

Isso me fez crer que provavelmente teríamos o irmão de Sub-Zero na trama, mas adianto que não rola e o personagem em si é bem fraquinho. Ganha uma importância maior, que no fim das contas não significa muito para os fãs. Não que enxergue problema na criação de um novo personagem, mas o roteiro não contribui para criar qualquer afeição por ele.

No fim das contas o personagem é o típico herói que se vê escolhido para lidar com as forças do mal.

Get over here!

Mortal Kombat (2021) empolga em alguns momentos, seja ao nos apresentar personagens que conhecemos realizando golpes que conhecemos, como Kung-Lao que faz uma aparição foda durante uma delas ou os fatalities extremamente sangrentos.

E por mais que momentos assim sejam divertidos de se ver, os personagens não são explorados, então passa a impressão que estão apenas jogados pela trama porque era preciso alguém para o time de Raiden ter contra quem lutar.

O que me leva a um raciocínio que usei durante o bate-papo ao vivo, que foi da produção conseguir muito com um orçamento “pequeno”. Só que refletindo melhor, percebo que nada disso justifica o roteiro tão quebrado e pouco aproveitamento dos personagens que tinham a disposição.

Mesmo com todos esses problemas eu ainda gostei do filme. Não achei horroroso, e sim um bom passatempo.  Poderia ser melhor? Sem sombra de dúvida, mas consegue entreter com o pouco que pode ser salvo da obra.

Conclusão

Mortal Kombat 2021

Eu serei direto, gostei do filme, pois conseguiu me entreter o suficiente mesmo com todos os problemas que apontei e os que não falei, como diálogos ruins e interpretações risíveis.

Diabos, o Tadanobu Asano, ator que deu vida ao vilão Kakihara em Ichi the Killer e surpreende, sequer consegue convencer como Raiden e os olhos de LED.

Há alguns diálogos engraçados, muitos deles envolvendo o Kano que é o alivio cômico do grupo.  O gore que tá bem elevado, destaque para a finalização do Kung-Lao, alias, gostei bastante do personagem, que parece marrento como a sua contraparte de MK11. E tem até o Réptil que não parece o Reptile, que foi interessante. E a Mileena, uma das minhas personagens favoritas, não tem profundidade alguma e ficou apenas como reles soldado do Shang-Tsung.

O que se salva em meio a tudo isso é Scorpion e Sub-Zero, ou seja, Hiroyuki Sanada e Joe Taslim que carregam a obra nas costas e entregando as melhores cenas de lutas, mesmo que renegado a meros coadjuvantes durante toda a trama.

No final das contas Mortal Kombat 2021 é uma colcha de retalhos, onde você pode apontar para alguns momentos que mais lhe agradam, mas não dá pra se enrolar nela e dizer que a colcha toda presta.

Vocês também podem conferir abaixo minha participação no Boteco do Alberto Roberto, onde falamos sobre o filme:

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Resident Evil | Será que os filmes são ruins? https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/07/09/resident-evil-sera-que-os-filmes-sao-ruins/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/07/09/resident-evil-sera-que-os-filmes-sao-ruins/#comments Tue, 09 Jul 2013 17:36:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/07/09/resident-evil-por-que-e-uma-franquia-de/ Resident Evil foi um dos primeiros títulos do PlayStation que conheci e foi o motivo do meu contato com a SONY no mundo dos games. Quando noticiada a produção de um filme sobre o jogo, na hora eu fiquei louco. Recordo de começar a acompanhar tudo o que podia sobre a produção até o dia […]

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Resident Evil foi um dos primeiros títulos do PlayStation que conheci e foi o motivo do meu contato com a SONY no mundo dos games. Quando noticiada a produção de um filme sobre o jogo, na hora eu fiquei louco.

Recordo de começar a acompanhar tudo o que podia sobre a produção até o dia do seu lançamento.

A sua estréia foi bem sucedida financeiramente, por outro lado o conteúdo apresentado na película dividiu os fãs. Naquele momento nasceu milhares de novos fãs do filme pelo globo e do outro, milhares de fãs dos jogos cortavam os pulsos e pediam o seu dinheiro de volta ao sair do cinema. Mas eu eu ainda havia assistido, continuava confiante.

LEIAM – Resident Evil 3 Raccon City | Impressões sobre a DEMO

Oras, um enredo simples como o do jogo não deveria algo difícil de se trabalhar. Tínhamos filmes de zumbis que se assemelhavam ao RE, logo fazer um filme de RE não seria difícil.

Era o que eu pensava naqueles tempos. Maldito seja PAUL W.S ANDERSON e seu toque de bosta.

Depois de assistir ao ultimo filme de Resident Alice, fiquei pensando em como a CAPCOM foi filha-da-puta ao permitir que alguém estuprasse diversos personagens e um enredo digno de fazer com que The Walking Dead se assemelhe a uma senhora em plena manhã de domingo alimentando patinhos.

Só para provar que é ruim, resolvi rever todos os filmes da franquia e compartilhar minhas impressões com todos vocês, espero que gostem porque a vontade de arrancar os olhos ou esfregar a cara em um muro de chapiscado foi grande.

RESIDENT EVIL: HOSPEDE MALDITO

Resident Evil | Será que os filmes são ruins?

Por mais que esse primeiro filme tenha decepcionado milhares de fãs mundo a fora, eu consegui desenvolver colhões para reconhecer que passei a ter certo carinho por ele, apesar de não ser maravilhoso.

Ele consegue me entreter e não ser uma perca total de tempo, no máximo um filme com algumas cenas extremamente idiota.

Um fato bacana é que Marilyn Manson foi o responsável pela trilha sonora do filme, e acreditem, fico sensacional. Talvez seja a única coisa que realmente possa se salvar do filme além do nome que carrega.

Por ser uma primeira adaptação do jogo nos cinemas, se esperava ao menos um personagem.

POBRE CACHORRO ZUMBI

Resident Evil | Será que os filmes são ruins?
O filme não vale o trabalho de tirar essa amoeba do bichinho

Não to dizendo que ele tenha de ser o personagem central, mas que ao menos utilizassem do vasto número de personagens interessantes que existe no mundo na franquia.

O diretor Paul W.S Anderson até explica o motivo dessa ausência de personagens nos extras do DVD sem explicar as grande cagada – É, eu tenho a droga do DVD.

O filme teve uma boa produção e seu maior público consiste em pessoas que talvez nunca ouviram falar do game, mas como tudo no mundo se há criticas, com certeza existe alguém para rebate-las.

Eu sou suspeito com relação a esse primeiro filme, pois eu o comprei só por causa do clipe “My Plague” do SLIPKNOT, banda que foi muito boa, recomendo.

Eu devo ter assistido esse filme umas quatro ou cinco vezes desde seu lançamento, muito pouco perto de outros filmes que assisto diversas vezes. Muito dos problemas do filme se deve a protagonista Alice.

Uma personagem sem carisma algum, insosso ao extremo e que ainda tentam transformá-la numa maquina de matar do nada.

Porra, ela e o marido falso estavam na casa pra fazer papel de caseiros, não faz sentido algum. Outro ponto é que uma pessoa trocando socos com um cachorro zumbi não convence. Sério, é chamar o público de jumento. Não existem muitos motivos para assistir a esse filme, exceto a curiosidade por ser o primeiro filme do Resident Evil .

Vá assistir aos filmes em CG que é mil vezes melhor, esse primeiro filme nos dava uma ideia do por

RESIDENT EVIL: APOCALYPSE

Resident Evil | Será que os filmes são ruins?

É nesse que Jill Valentine foi confirmada para esse segundo filme, o que deu certo folego para quem esperava dar uma segunda chance à franquia. Oras, tinha tudo para dar certo, enfim eles vão se aproximar mais da ideia dos jogos.

É, devíamos ter confiado em nossa intuição.

Apesar do filme não ser péssimo e conseguir ser muito mais divertido do que seu antecessor, ele nos apresenta uma Alice capaz de lamber o cotovelo enquanto mata 10 zumbis, um cachorro ainda no ar e ainda tomar um chá da tarde com a Jill.

LEIAM – Resident Evil 2 Remake | Uma verdadeira aula de como se deve refazer um clássico

Nesse aqui descobrimos que Alice teve seu DNA modificado depois de participar de um projeto semelhante ao do Nêmesis. Não faz sentido algum, uma vez que a Umbrella queria eliminar qualquer vestígio da equipe de resgate do primeiro filme.

Resident Evil | Será que os filmes são ruins?
Oh, meu pobrezinho! Entrou na droga foi?

Pensem comigo: Alice era uma funcionária da Umbrella que havia sido designada a ser caseira da mansão que ficava sob a Colmeia – Aquela laboratório boladão. A inteligencia artificial que protegia ativou um protocolo de segurança que acabou apagando a memória da Alice e do marido cujo nome ninguém lembra.

Ela se lembrou ao longo da aventura que era uma funcionária da Umbrella, no minimo o que aconteceria a ela era ser tirada daquela bosta toda e mudado de função. Só que não, por razões desconhecidas eles pegaram ela e deram poderes.

QUEM DIABOS DÁ PODERES A PESSOA QUE VOCÊ QUERIA ELIMINAR!? OH MEU PAI!

O que mais me incomodou nem foi esse detalhe, analisem comigo, você esta em pleno apocalipse zumbi, armado até os dentes e só por que tem poderes iguais ao do Capitão América, tu resolve matar zumbis com golpes de Jiu-Jitsu?

Você pode ser mordida sua maldita, cadê a preocupação com o sangue que vai respingar em seus olhos e boca? Não adianta me dizer que o T-vírus no corpo dela impede que seja infectada, pois ela não é mordida nem uma vez e ainda dá mal exemplo para os demais.

Como se isso não bastasse, ao ficar de frente com o Nêmesis, que tem quase 3 metros de altura e tão feio quanto a Gretchen, ela resolver sair na porrada com ele também.

Não bastou tornar a Alice ridiculamente forte, ainda transformou Jill Valentine e Carlos Oliveira a coadjuvantes mal aproveitados durante toda a trama central.

É um filme ruim, é muito, mas ainda dá pra assistir sem cortar os pulsos. Só fica aquela pergunta: Por que faz isso Paul?

Por que odeia tanto os telespectadores?

Será que todos os filmes de Resident Evil são ruins mesmo?

RESIDENT EVIL 3: EXTINÇÃO

Resident Evil | Será que os filmes são ruins?

Jill Valentine, Carlos Oliveira e Nêmesis foram as únicas coisas que realmente fizeram o filme valer a pena, e ainda assim o filme acaba nos frustrando por conta do pouco de tela que esses personagens possuem. Mas é nesse aqui que eu quase esmaguei as bolas com um tijolo ao término do filme.

Não bastasse o festival de absurdo ao longo de todo o filme, eles ainda acabam matando Carlos Oliveira, um dos personagens mais legais que surgiram em RE: Apocalypse – não tanto quanto a Jill que infelizmente não esta nesse filme – ELE MORRE.

Sim, eles matam Carlos na trama, acredito que o próprio ator tenha implorado para ser demitido do elenco. Ele devia tá prevendo a merda que o esperava e decidiu a morte seria algo mais digno do que insistir com essa tranqueira.

Morre Carlos, e o foco em cima da Alice ganha mais atenção do que tinha antes.

Por outro lado nos presenteiam com Claire Redfield, que a todo o momento é jogada de lado na trama. Por que você me pergunta.Oras, o foco é Alice, sempre Alice, que como se não bastasse ser quase um deus da guerra, agora possui poderes PSÍQUICOS!

TYRANT DO PARAGUAI

Resident Evil | Será que os filmes são ruins?
Empina o bumbum para o dedo gelado

Sério, não sei por que insisto tanto com essa franquia. Devia ter abandonado logo depois do primeiro filme.

É nesse filme vergonhoso que veremos pela primeira vez os corvos, inimigos bem conhecido do jogos. Só que eles aparecem sozinhos, temos outro vilão aparecendo por aqui: TYRANT.

Só não crie expectativas, porque nesse filme ele se resume a um tiozinho capenga em uma batalha que provavelmente vai te dar sono. Os efeitos especiais são bacanas, mas isso não salva muita coisa quando o enredo é uma diarreia mortal que até mesmo as garotas do “2 Girls 1 Cup” rejeitariam  – Na boa, pesquisa ai que vai te animar mais que esse filme.

Eu sofri com esse filme. Lembro que cheguei a discutir em uma comunidade do Orkut criada para esse filme. Depois dele eu prometi a mim mesmo que não iria assistir nada mais dessa franquia horrorosa de filmes. Só que acabei vendo um trailer onde apareceu o Albert Wesker e pensei: Oras, não dá pra cagar mais na história, acho que agora vai.

OH, MEU SANTO VÔ!

RESIDENT EVIL 4: RECOMEÇO

Resident Evil | Será que os filmes são ruins?

Depois de dois filmes medianos e um terceiro que conseguiria fazer um homem rasgar o cu em dois, esse aqui meio que tentou se redimir de toda a merda feita ao longo da trilogia.

Eu disse tentou!

Alice, depois de lutar com aquele Tyrant leproso e provar que possui poderes equivalente a um Deus. Terminou sua aventura no filme anterior encontrando milhares de clones de si mesmo.

Uma Alice não é suficiente, então ela decide desperta todos os seus clones e seguir rumo a central da Umbrella na tentativa de eliminar a corporação – ou pedir sociedade.

Para a nossa alegria, essa decisão de levar os clones a central acaba terminando do pior modo possível. A corporação manda todos os clones para o quinto dos inferno – O que quase me fez sorrir em meios as lagrimas de dor.

Ah, uma das novidades da trama é que Alice perde os superpoderes enquanto luta contra Wesker, finalmente voltando a ser humana. Enfim ela será morta e o papel principal será protagonizado por Claire Redfield – Só que não.

PRISON EVIL

Resident Evil | Será que os filmes são ruins?
Não acredito que tu fugiu tantas vezes da prisão para vir parar nesse filme

Falando em Claire, aqui ela encontra seu irmão Chris Redfield, que nada mais é que o cara do Prison Break. Uma curiosidade é que quase todos os personagens são porcamente adaptados e isso é algo que me irrita profundamente.

Eu não to pedindo fidelidade, mas uma rápida olhada nas características dos personagens não mataria o roteirista. Não há valorização ou profundidade nos personagens, não passam de meros coadjuvante na trama principal. Isso é meio que marca registrada da franquia, né, olha só eu chovendo no molhado de novo.

Outro ponto que eu preciso desabafar com relação à série é que a Alice reclama em todos os filmes sobre os seus superpoderes, se chamando de aberração, monstro e blá blá blá.

Todo mundo nessa merda que teve contato com a porra do T-vírus se transformou em algum monstro e a desgraçada continua linda, saltitante e matando tudo e a todos com golpes de karatê.

Por outro lado, esse talvez seja o filme é melhor produzido até o momento, isso não posso questionar, porém, ressalto que Paul W.S Anderson não sabe fazer adaptações, tirem os filmes da mão desse homem.

Quem assistiu Mortal Kombat sabe o que estou dizendo – Apesar de que eu gosto daquela tranqueira, mais pela nostalgia, pois sei que é ruim.

Se esse daqui conseguiu ser o menos pior, mas em compensação sua continuação…

RESIDENT EVIL: RETRIBUIÇÃO

Resident Evil | Será que os filmes são ruins?

Todos nós estávamos acostumados ao roteiro cheio de buraco mas com uma diversão leve.  O filme anterior conseguiu melhorar uma coisa e outra, mas esse daqui pega tudo o que havia sido escrito anteriormente e estupra com tanta, mas tanta violência que ao término dele eu tava no chão chorando

Esse é o filme onde os roteiristas simplesmente cagaram literalmente. Acontece a maior suruba com os personagens e nada, absolutamente nada faz sentido com coisa alguma.

Por uma razão totalmente aleatória a Umbrella criou diversos clones de Carlos Oliveira, Alice e todos os protagonistas (exceto aquele inútil do RE: Apocalypse cujo nome ninguém lembra e que morreu no terceiro filme.) com o intuito de ver como reagiriam em um apocalipse zumbi.

Pra que reproduzir algo que eles estão vivendo naquele momento?

Mas o milho no topo desse sundae de merda é a história. O filme tem uma Alice clone que é casada com Carlos e possui uma filha, onde ambos tocam uma vida normal exceto que na primeira simulação ela morre e a menina sobrevive, encontrando com a verdadeira Alice em certo momento do filme.

Calma, se prepara que vai piorar ainda mais.

Alice acorda dentro de uma base subterrânea onde Jill a mantém em cárcere e propõem um teste – Matar milhares de pessoas, por simplesmente matar. Não podemos esquecer-nos das roupas novas, marca registrada da franquia e que não acrescenta porra nenhuma.

POBRE BARRY BURTON!

Resident Evil | Será que os filmes são ruins?Você não sofreu o bastante nos games, né, Barry, tinha que te envolver nesse lixo

Por que diabos inserir o Barry a essa altura da trama?

Pior que isso é saber que eles ainda o matam. Temos o Leon também que por sinal não serve pra nada na trama, exceto enfrentar o esquadrão Carlos Clone, onde temos a Michele Rodriguez como a penúltima boss e Jill Valentine como final boss.

Sim, o final é uma bosta, nele Michele tem o mesmo poder da Alice, graças a uns vermes que a Umbrella criou, nenhuma novidade até aqui (Assisti 3 vezes pra tentar digerir esse filme).

Jill perde o besouro que controlava ela, Michelle é levada pelos zumbis do gelo e Alice se junta a Wesker na luta contra a Umbrella.  Ele até devolve os poderes de Alice e encerra essa atrocidade com um TO BE CONTINUED.

CONCLUSÃO FINAL

Resident Evil | Será que os filmes são ruins?

Resident Evil é uma das piores adaptações já feitas de um game, só não perde para as adaptações porcas feitas por Uwe Boll, diretor que ficou famoso pelas péssimas adaptações.

Eu assisti aos filmes deixando o foco dos games de lado, mas a história em si simplesmente chama o telespectador de idiota.

O mundo tá caindo aos pedaços, mas Alice tem um estilista para desenvolver uma nova roupa de combate a cada novo filme, como se isso realmente significasse algo para a trama ou desse algum tipo de vantagem.

O T-vírus causa mutações e na trama não há uma justificativa lógica para a não transformação de Alice, tampouco para Umbrella não conseguir controlá-la em nenhum momento.

JILL NOS SALVE

Resident Evil | Será que os filmes são ruins?

No segundo filme somos apresentado ao Nêmesis e parte dos processos que o tornou o monstro que é, alias, a protagonista passou por um processo semelhante e que nunca foi explicado ao certo.

Só sabemos que com ela funcionou. Bem obvio, né.

Ela é pega cerca de três vezes pela corporação Umbrella e em nenhuma delas o processo de controla-lá funciona. Um mega corporação que tem o governo americano e quase que o globo todo no bolso é incapaz de controlar um pessoa.

PUTA QUE PARIU! Eu não sei se conseguirei assistir ao próximo, esse daqui foi tortura o suficiente. Torço para que seja cancelado antes de vir ao mundo, mas duvido muito.

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