Arquivos Multiplayer - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/multiplayer/ Um pouco de tudo na medida certa Sat, 07 Dec 2024 00:06:46 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Multiplayer - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/multiplayer/ 32 32 Thumb Tanks | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/12/07/thumb-tanks-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/12/07/thumb-tanks-analise/#respond Sat, 07 Dec 2024 00:06:46 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=18745 Meu, a Atari, apesar de muitas coisas imbecis feitas nos últimos anos, tem mandado bem em algumas divisões. Primeiro, com as aquisições de estúdios de qualidade, como a Digital Eclipse e o Nightdive Studios, que tem colocado produtos de qualidade para fãs retro, com coletâneas como Atari 50 e Tetris Forever, e remasterizações excelentes como […]

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Meu, a Atari, apesar de muitas coisas imbecis feitas nos últimos anos, tem mandado bem em algumas divisões. Primeiro, com as aquisições de estúdios de qualidade, como a Digital Eclipse e o Nightdive Studios, que tem colocado produtos de qualidade para fãs retro, com coletâneas como Atari 50 e Tetris Forever, e remasterizações excelentes como Star Wars: Dark Forces e The Thing. Além de produtos como o Atari VCS (que eu mesmo tinha duvidas de que sairia, dadas as encrencas que a Atari se meteu no fim dos anos 2010, aquele “fundo” de investimento que foi um fiasco não me deu confiança, e que não passa de um computador da Atari, mas que chegou ao mercado, ao contrário do Amico da Intellivision…), e os lançamentos do Atari 400 Mini e o novo Atari 7800 +, que saem um pouco da mamação de bolas que a Atari fazia com o 2600.

E, como parte das comemorações dos 25 anos da franquia RollerCoaster Tycoon, a Atari lançou ontem de surpresa, um porte para Nintendo Switch de Roller Coaster Tycoon Classic, título que primeiro aparecia no Android, muitos anos atrás e que depois fora lançado para PC. Isso marca o primeiro porte de consoles do primeiro do primeiro RollerCoaster Tycoon desde a versão do Xbox, e o primeiro porte de consoles de RollerCoaster Tycoon 2, já que RCT Classic contém conteúdo dos dois jogos. Ainda que não seja tecnicamente a primeira vez que esses jogos se tornaram jogáveis no Switch, ja que anos atrás, um fã portou o Open RCT 2 para o Switch, mas agora é possível ter o RCT original de maneira oficial.

Apesar disso tudo, essa é apenas a minha tangente habitual antes de falar do jogo de hoje, porque reclamar do calor infernal do Rio é quase uma constante. Enfim, o título de hoje é um raro título que não pode ser jogado por apenas uma pessoa. Não sei se vocês sabem, mas eu sou totalmente averso a jogos multiplayer, MMO’s, ou mesmo modos online de jogos (tanto que na minha análise de Songs of Silence, sequer mencionei que o jogo tem multiplayer online). Mas, como jornalista honesto e íntegro (eu sei, colocar jornalista e honesto e íntegro numa mesma sentença é uma piada pronta), preciso deixar meu viés anti-multiplayer de lado e fazer uma análise imparcial de um jogo que só possui multiplayer.

E o jogo de hoje é um título singelo, Thumb Tanks, que coloca mini-tanques de guerra para guerrear entre si. E deve ser uma análise curta, porque é um título deveras simples.

Diversão local e variada

Você tem dois modos de jogo, Jogo Rápido ou Partida Customizada, na Customizada você tem vários tipos de partida, típicos de Multiplayer, como dominação, Death Match, Death Match dentre outros, cada modo com uma explicação rápida sobre o tipo de partida e um setup para a jogatina, com número de rounds, duração, condições, medalhas, habilidades especiais, chances de crítico, entre outros. Se eu parasse para explicar cada um nos mínimos detalhes, eu só estaria estendendo essa análise de maneira artificial, No modo de Partida Rápida, você é mandado direto para uma Deathmatch, podendo definir o número de Rounds.

Após os jogadores entrarem na partida, pode-se gerar diferentes mapas e escolher se o cenário se passa de dia, de noite, ou em um vulcão. Antes da partida começar, o jogador pode escolher o tanque que irá jogar, representando um país, não é apenas uma escolha estética, já que cada tanque possui habilidades únicas, então vai do jogador testar os tanques diferentes para saber qual deles se adequa melhor. Claro, que pra um jogo simples como Thumb Tanks, as diferenças de habilidade não são gritantes, mas ainda assim, a variedade é legal.

Os controles de Thumb Tanks são um pouco intimidadores para um jogo tão simples, com tiro, habilidades especiais, minas, como um Twin-stick shooter. E as coisas são especialmente avassaladoras no começo, mas quando ficamos habituados aos controles, as coisas fluem bem… Exceto quando se joga no teclado, porque aí as coisas parecem AINDA MAIS INTIMIDADORAS. Mas no geral, tudo funciona como uma máquina bem lubrificada. Uma coisa a lembrar, é que o desenvolvedor recomenda

Porém, nem tudo são flores, já que o jogo não tem modo single-player, seja um modo de prática ou luta contra bots. O criador do jogo disse que não há planos para adição de bots, mas um modo single-player para treinos planejado para o futuro. Mas é aquilo, PLANEJADO e FUTURO, eu estou analisando o que tem agora, e agora não tem um modo single-player a ser jogado.

Gráficamente casual e trilha funcional

Aqui, começaremos com uma crítica novamente, porque nas opções, há somente duas resoluções, o que… Não sei, deixa as coisas meio estranhas. Dito isso, pela screenshots, dá pra se perceber que Thumb Tanks passa uma pegada casual, mas é engraçado ver os tanques de guerra representando países. Obviamente, o jogo foi feito pra multiplayer, então os gráficos precisam ser mais simplórios para acomodar o mesmo mapa renderizado duas, três ou quatro vezes na mesma tela, e é um jogo feito por uma pessoa só. O que temos aqui, é aceitável.

A trilha sonora é funcional, apesar de não ser marcante. Casa muito bem com a loucura casual de Thumb Tanks.

Bom pra jogar com os amigos

Vou ser direto. Thumb Tanks é um jogo para ser jogado com amigos apenas. Se você não curte jogos multiplayer locais, nem compre. Juntando os prós e contras, talvez numa promoção, porque pagar 33 Reais num jogo sem single-player… Ainda assim, é um bom jogo pra uma tarde com seus amigos.

Nota Final: 7/10

Thumb Tanks está disponível para PC, e essa análise foi feita com uma chave de steam fornecida pelo desenvolvedor, Thumbcramp

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Granblue Fantasy: Relink | Um action RPG curto e competente https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/02/24/granblue-fantasy-relink-um-action-rpg-curto-e-competente/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/02/24/granblue-fantasy-relink-um-action-rpg-curto-e-competente/#respond Sat, 24 Feb 2024 18:46:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=16297 Apesar de ter aquela sensação de franquia nova, Granblue é um velho conhecido dos fãs de jogos gacha. O jogo original foi lançado para aparelhos mobile e navegadores, é um jogo comum de celular de hoje em dia: existe um gameplay irrisório que serve como elemento para fazer o jogador gastar dinheiro com a moeda […]

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Apesar de ter aquela sensação de franquia nova, Granblue é um velho conhecido dos fãs de jogos gacha. O jogo original foi lançado para aparelhos mobile e navegadores, é um jogo comum de celular de hoje em dia: existe um gameplay irrisório que serve como elemento para fazer o jogador gastar dinheiro com a moeda interna do jogo, que pode proporcionar a ele novos personagens.

No Granblue Fantasy original, as batalhas são de turno e os personagens são apresentados em forma de sprites 2D, relembrando os remakes dos primeiros Final Fantasies para o PSP.

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O estilo de arte é bem bonito, remetendo a pinturas renascentistas misturado com o estilo comum de anime. Inclusive, um dos artistas resposáveis pelo jogo é Hideo Minaba, que trabalhou em jogos como Final Fantasy Tactics, Final Fantasy IX e Final Fantasy XII.

Seu estilo é bem característico, pois tem uma estética de livros de contos de fadas e personagens com feições bem humanas, com olhos pequenos e proporcionais, diferentemente do que normalmente se vê em animes.

Muito bem, isto posto, Granblue Fantasy: Relink abraça suas origens mobile e continua a narrativa de seu jogo mobile, e isso é uma faca de dois gumes. Entenda o porquê.

Granblue Fantasy Relink
Créditos: Cygames

A história que começa pela metade

Jogadores do jogo mobile se sentirão em casa, caso eles leiam a narrativa do jogo de celular enquanto jogam. Porém, quem começar a conhecer o mundo de Granblue através de Relink vai ter uma certa dificuldade para se adaptar.

Em Relink, a história começa assumindo que você conheça todos os personagens da história principal. O protagonista, chamado de Capitão pela dublagem, mas que pode ser homem ou mulher — e isso pode ser trocado a qualquer momento do jogo — é acompanhado de diversos outros membros de equipe, mas principalmente por uma menina chamada Lyria, que tem uma ligação de alma com seu personagem, que não é explicada na história desse jogo, mas é ligeiramente abordada durante o jogo.

Toda história dos personagens e suas relações vêm da narrativa do jogo de celular e, assim como a história dos outros personagens, é abordada em forma de “episódios”, que podem ser acessados na central da guilda, junto com outras missões.

Essas narrações de partes vindas do gacha são apresentadas de forma preguiçosa, com narrações feitas sobre texto em tela, com algumas imagens estáticas aparecendo de fundo.

Em alguns pontos específicos, essas narrações dão lugar a pequenas missões de combate, onde o jogador controla o personagem em questão, mas elas nunca variam muito além disso.

Sabendo que elas não são tão interessantes, a CyGames até tenta recompensar o jogador, dando pontos de experiência ou outros bônus consideravelmente bons para aqueles que se submetem a essas torturas, mas tudo isso teria sido evitado se a escolha da história principal simplesmente contasse a origem dos personagens ao invés de continuar o que um jogo que nem todo mundo jogou.

Granblue Fantasy Relink
Créditos: Cygames

Ok, a história de verdade

A narrativa de Granblue Fantasy: Relink (e do restante da franquia) se passa num mundo de fantasia medieval fantástico, onde as pessoas e outras raças vivem em ilhas no céum, cada uma contendo uma cidade.

Seu grupo, liderado pelo protagonista/capitão, viaja pelos céus em sua aeronave, em busca da ilha lendária chamada Estalúcia. Durante o começo da narrativa, Lyria, a menina de cabelos azuis, é sequestrada e se torna o mcguffin inicial, sendo o motivo que leva os personagens a viajar pelos lugares em busca da mesma.

Ela é sequestrada pela vilã principal do jogo, mas durante o caminho, o jogador encontra alguns outros antagonistas que voltam a aparecer mais para o fim da narrativa, onde o plot se volta para o clássico ato de salvar o mundo, onde o famigerado “Poder da Amizade” dá um tom pobre à narrativa, que seria melhor caso usassem menos estereótipos de roteiro como esses.

Créditos: Cygames

Ambientação e cenários

Como dito acima, o jogador viaja por algumas — eu usaria a palavra “diversas” aqui, mas seria exagero — cidades e cenários, como uma ilha de lava, florestas, um deserto enorme e uma montanha de gelo. São áreas bem diversificadas, com mapas bem complexos em sua estrutura.

Afinal, estamos acostumados a ver em JRPGS, cenários retos e simplórios. Repara só: quantos JRPGS que você já viu que os mapas das dungeons consistem em salões quadrados, com pouca ou nenhuma elevação, ligados por pequenos corredores? Quando não é isso, são corredores que volta e meia possuem um desvio, que leva a algum baú ou encontro infortúnio contra algum inimigo.

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Em GFR houve uma clara preocupação em evitar isso. As cidades são muito complexas, em seu mapa e artisticamente também. Já as dungeons ou cenários que o jogador visita são igualmente detalhados, e a exploração dos mesmos é recompensada sempre; seja com itens ou encontros com inimigos diferenciados que dão mais experiência.

A verticalidade desses mapas é um diferencial, pois nem sempre um caminho diferente está claro, e tudo parece bem natural, o que é surpreendente, ainda mais dada a natureza e a origem do jogo. Nesse quesito, a CyGames está de parabens.

Créditos: Cygames

Jogabilidade

O estilo de jogo de Relink difere muito de sua fonte mobile. Ao invés de um jogo 2D com batalhas em turno, temos um jogo de ação com elementos de RPG, que me lembram três games em específico:

Tales of Arise, pela estética visual e o combate;
– A série Musou/Warriors, também pelo combate e pela fraqueza dos inimigos;
Monster Hunter, pelo multiplayer e as missões paralelas.

O combate é bem ágil, com cada personagem tendo características sutilmente diferente uns dos outros.

O protagonista é o clássico espadachim, com golpes fortes e fracos atrelados aos botões quadrado e triângulo. Alguns outros personagens como a Io funcionam melhor à distância, pois usam magia ou armas de fogo, como Rackam, que pode atingir inimigos de longe com sua espingarda.

Inclusive, não faz sentido em um jogo que você controla tantos personagens, não ser possível trocar entre eles durante as lutas. Isso só pode ser feito no menu de pausa e fora de combates, o que deixa o gameplay um pouco mais duro e faz com o que o jogador acabe focando em um único personagem por um bom tempo ao invés de alternar entre os quatro de sua party.

Créditos: Cygames

Ao subir de level ou derrotar um inimigo mais forte, você recebe itens para distribuir na sua já manjada lista de perks, que dão habilidades novas ou aumentos nos status.

Esses pontos não são individuais para cada personagem, então é possível lutar com personagens de nível mais alto para ganhar pontos para distribuir entre os que estão fora da party.

Esses personagens de fora também ganham XP, mas não na mesma proporção dos que estão em luta, então caso você queira por algum motivo upar todos, será necessário grindar ou ficar variando a party ao longo do gameplay.

Num geral, mesmo que exista por aí um tier list com os melhores personagens do jogo, o ideal é você escolher os que mais te agradam e formar uma party com quatro.

O protagonista não pode sair, mas você não precisa controlá-lo nunca, tirando nas missões paralelas dos outros personagens.

Ainda sobre sua origem em gacha, volta e meia você adquire tickets para invocar novos personagens. Esses não tem participação direta nos diálogos de história, mas falam coisas que durante o gameplay, têm sim a ver com o que está acontecendo no momento específico da história, a fim de não aliená-los.

Créditos: Cygames

Exploração

Fora de combate, Granblue Fantasy: Relink é bem competente em fazer o jogador interagir com os cenários. Como dito bem mais acima neste texto, os mapas possuem um certo nível de verticalidade e interação que não são muito comuns em JRPGs, ainda mesmo nesta geração.

As cidades infelizmente não possuem mapas, contando apenas com a já estabelecida barra de bússola no topo da tela. Mas, como existem diversos caminhos, em alguns momentos fica difícil encontrar um NPC específico ou pontos de interesse.

A sorte é que nenhuma dessas interações é feita muito durante o jogo, já que sua história é bem curtinha.

Em alguns momentos da história, cenas de ação com diversos set pieces legais aparecem, como fugir de um vulcão em erupção ou controlar MECHAS em determinados momentos da história.

Esses momentos são muito bem executados. Um destaque é a luta contra um inimigo gigante, onde você precisa escalá-lo para lutar contra ele, no melhor estilo Shadow of the Colossus.

Todos esses momentos fora da curva são surpreendentemente bem executados na engine do jogo, e demonstram como os seis anos de seu desenvolvimento foram bem aproveitados para contar a história principal do jogo.

Afinal, seria muito fácil enfiar um monte de dungeons retas e diálogos vazios — apesar que isso até que tem bastante, infelizmente, mas a CyGames se deu ao trabalho de fazer momentos esticamente bastante agradáveis.

Não só isso, mas as cutscenes são bonitas e bem animadas, lembrando muito jogos baseados em animes, com cenas dinâmicas e bem executadas, todas na engine do jogo e em tempo real.

Granblue Fantasy: Relink
Créditos: Cygames

O pós-game e o grosso do jogo

A campanha de Granblue Fantasy: Relink é bem curta, durante no máximo umas 20 horas, se você jogar com calma e explorar cada cantinho do cenário e fizer as missões paralelas e lutas extras.

Após isso, temos os créditos, fechando aquele pequeno arco de história, mas que infelizmente não dá um desfecho pra nada, deixando todo mundo no mesmo status quo de antes do game.

Só que aí começa o verdadeiro GranBlue Relink. Diversas missões ficam disponíveis, e o jogo libera o teleporte entre pontos de interesse dentro do mapa do jogo, tornando a exploração algo totalmente do passado.

Durante a história principal, o jogador encontra diversos loots que não possuem função alguma, nem para forjar armas nem nada.

Porém, eles começam a fazer sentido no pós-game, pois eles são usados para fazer outros itens melhores para seus personagens.

A forja serve para criar armas melhores ou melhorar o nível delas, e isso requer drops específicos de missões, além de dinheiro.

Granblue Fantasy: Relink
Créditos: Cygames

Aí que o pós-game começa de verdade, pois o jogador pode marcar no menu os itens que precisa. Depois, ao ir na tela de seleção de missões, é possível ver quais delas dão os itens que o jogador quer. Daí é só abrir a missão e passar dela.

Isso pode ser feito online com amigos ou sozinho, mas a complexidade das missões aumenta em um ponto que o jogo realmente fica mais divertido com pessoas ao seu lado.

Para este review, não tive a oportunidade de jogar online, pois foi me dado a cópia do jogo no PlayStation 5 e é necessário assinatura da Plus, coisa que não tenho.

Mas, ao ler relatos de amigos ou em outros vídeos, é possível notar que várias mecânicas do jogo são voltadas para essa interação entre jogadores, como algumas skills que se ativadas em sequência, dão mais danos nos inimigos.

Elas podem ser a ativadas no modo single player também, mas o fator “VAI ATIVA SUA SKILL AÍ” que isso pode gerar numa call durante o jogo, gera potencial para muita diversão em conjunto.

Granblue Fantasy: Relink
Créditos: Cygames

 

Conclusão

Granblue Fantasy: Relink é um Action RPG bem competente em sua estrutura. Apesar de uma história curta e pouco desenvolvida, a jogabilidade carrega o jogo por conta própria, já que suas mecânicas e estrutura geral sustentam um um gameplay que pode render umas 200 horas, caso o jogador queira se dedicar ao end-game.

Para futuros lançamentos, seria interessante que a CyGames desenvolvesse uma história fechada, que desenvolvesse os personagens sem depender de outros jogos.

Além disso, na dificuldade normal, o jogo fica trivial, principalmente se o jogador fizer todas as missões paralelas que aparecem durante a campanha.

As músicas são boas, mas nada marcantes, mas servem para ilustrar o tom mais épico dessa aventura fantasiosa.

Caso você queira um jogo de ação para jogar com os amigos durante uma call, ou um RPG curto para matar a sanha de zerar um jogo nesse gênero, Granblue Fantasy Relink é uma boa pedida, mas não espere uma história muito marcante, pois o forte dele está mesmo no loop de gameplay.

Prós:

  • Gameplay divertido com diversos personagens com jogabilidade variada;
  • Multiplayer com premissa divertida que sustenta o pós-game
  • Momentos de ação e exploração que às vezes extrapolam o que se espera de um jogo do gênero

Contras:

  • Falta de mapa nas cidades faz falta;
  • Campanha curta e com expectativa que o jogador conheça o jogo de celular;

    Nota: 7,5

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Esta análise foi feita com uma cópia do game para PlayStation 5, gentilmente cedida pela CyGames.
Granblue Fantasy: Relink está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5 e PC (Steam).

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Redfall | Um mediano jogo de Xbox https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/07/11/redfall-um-mediano-jogo-de-xbox/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/07/11/redfall-um-mediano-jogo-de-xbox/#comments Tue, 11 Jul 2023 14:13:31 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=14467 A Arkane é conhecida por seus jogos de FPS com toques de RPG. Seus sucessos recentes envolvem o game Prey (2017), Dishonored (2017) e Deathloop (2021). Em seu primeiro game exclusivo para Microsoft, a empresa volta ao gênero de FPS de mundo aberto, dessa vez com uma temática de humanos contra vampiros e que, como […]

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A Arkane é conhecida por seus jogos de FPS com toques de RPG. Seus sucessos recentes envolvem o game Prey (2017), Dishonored (2017) e Deathloop (2021). Em seu primeiro game exclusivo para Microsoft, a empresa volta ao gênero de FPS de mundo aberto, dessa vez com uma temática de humanos contra vampiros e que, como vamos ver a seguir, não deu muito certo.

Créditos: Arkane Studios

A história

O game se passa numa ilha chamada Redfall mesmo, nos EUA. Os jogadores estão presos na ilha, pois depois de rolar um experimento científico sem sucesso (clichê), a cidade/ilha ficou isolada, prendendo os personagens lá dentro.

Então os jogadores podem escolher entre quatro caçadores de vampiros, e lutar pela sobrevivência dentro desse ambiente hostil.

Redfall
Créditos: Arkane Studio

Gameplay

Redfall é basicamente Far Cry com uma pegada supernatural. Você anda pra cima e pra baixo na cidade, matando vampiros e alguns humanos que estão por lá, subindo seus equipamentos e nível geral.

O loop de jogabilidade é meio cansativo, pois nunca acontece nada muito além disso. O multiplayer pode trazer um pouco de conteúdo adicional à isso, mas aí seria um fator externo, o que não tem relação com o jogo em si.

As missões são repetitivas e você só fica pegando itens, ligando e desligando coisas, matando inimigos e não muda muito depois disso.

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Muitas vezes, alguns itens necessários para progredir são espalhados pelo mapa sem dicas ou contexto, fazendo que o progresso seja ligado à necessidade de explorar áreas cegamente, fazendo o famigerado pixel-hunting, pegando tudo e torcer para que o que você precisa, esteja no seu inventário eventualmente.

Os inimigos também são bem repetitivos, mas isso na minha opinião não seria tão ruim, se as missões não seguissem sempre o mesmo loop.

Os chefes não são tão interessantes, mas oferecem uma diferença bem necessária para os momentos cansados do restante do jogo.

Redfall
Créditos: Arkane Studio

Visuais fracos e bugs.

Redfall parece ser algo feito pro Xbox One rodando via retrocompatibilidade. Mesmo jogando a versão de PC, notei que os visuais são bem simplórios, com texturas carregando em baixa qualidade. Algumas, até carregam bonitinhas depois de um tempo, mas você precisa ficar coisa de um ou dois minutos olhando pra uma porta até ela carregar com a textura em alta resolução.

Assim, a maior parte do tempo, os jogadores vão ver coisas com qualidade baixa, semelhantes a um jogo rodando no Switch, mas com resolução maior.

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Os inimigos possuem uma inteligência artificial muito ruim. Os vampiros ficam parados te ignorando ou andando em círculos; os humanos ouvem tiros e não fazem nada, de modo que alguns momentos parece que você tá atirando em bonecos sem alma.

As cutscenes tem um design que usa os modelos dos personagens parados e anima a cena, mas ficou um pouco feio e sem estilo, pois as imagens são apresentadas quase sem filtros ou efeitos visuais para enfeitar essa pseudo-animação. Assim, parece que o jogo está mostrando para nós um esboço de cenas que eram para ser animadas, mas nunca foram.

Fora animações que não carregam, missões que quebram e te fazem ter que carregar o save e outros problemas.

Conclusão

Redfall foi lançado de forma quase incompleta, mas a versão de PC está rodando bem agora. Isso não o salva de ser algo bem desagradável e chato, assim como foi com Wolfenstein: Youngblood.

Você pode até se divertir um pouco se pegar no GamePass, mas não dê seu dinheiro para comprar em separado.

Prós:

  • Dublagem em português competente;
  • Mapa bem diversificado e com bastante coisa para explorar;

Contras:

  • Inimigos são batatas sem inteligência;
  • Ter que ficar online mesmo para jogar sozinho;
  • Cutscenes simples demais;

 

Nota: 6,5/10

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Esta análise foi feita com uma cópia do game cedida gentilmente pela distribuidora. O game está disponível para Xbox e PC via Steam.

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War Robots: Frontiers | Um mediano jogo de robôs https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/02/24/war-robots-frontiers-um-mediano-jogo-de-robos/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/02/24/war-robots-frontiers-um-mediano-jogo-de-robos/#respond Fri, 24 Feb 2023 13:22:38 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=13434 Lançado em 2022 como beta, War Robots: Frontiers tem a premissa de ter combates em terceira-pessoa com máquinas gigantes, que atiram umas nas outras, ao melhor estilo Patlabor (isso se você pegou a referência). Jogabilidade Sequência de um jogo anterior chamado War Robots, a premissa é bem simples: capturar as bases inimigas como se fosse […]

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Lançado em 2022 como beta, War Robots: Frontiers tem a premissa de ter combates em terceira-pessoa com máquinas gigantes, que atiram umas nas outras, ao melhor estilo Patlabor (isso se você pegou a referência).

War Robots: Frontiers
Créditos: Pixonic

Jogabilidade

Sequência de um jogo anterior chamado War Robots, a premissa é bem simples: capturar as bases inimigas como se fosse uma espécie de pique-bandeira e destruir os robôs inimigos. O game é somente multiplayer online, não existindo uma campanha. Em cada partida, 5 jogadores de cada um dos 2 times se enfrentam para capturar as bases inimigas.

Os jogadores podem morrer até 3 vezes, e em cada vida é necessário escolher entre 3 robôs diferentes, cada um com suas características. Uns atiram mais rápido, outros voam por mais tempo, etc.

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É possível também customizar os robôs até certo ponto, mas o jogo ainda não possui muitas opções nesse sentido.

O loop de gameplay é bem repetitivo, infelizmente. Após jogar umas 3 partidas eu já estava completamente exausto, pois o mapa é sempre o mesmo após o tutorial e toda partida meio que se desenha pelas mesmas lanes, deixando um ar de falta de criatividade dos desenvolvedores.

War Robots: Frontiers
Créditos: Pixonic

Gráficos

O game aparentemente roda na Unreal Engine 5, sendo bem bonito. Aqui no meu PC, rodei ele numa RTX 3060 com tudo no full em 120 FPS, sem travar. Ele é bem otimizado nesse sentido e isso é um aspecto legal do game.

Sons e outros detalhes

As músicas do jogo são monótonas e acredito que um jogo de ação de robôs merecia algo mais impactante, fazendo com o que o game enjoe bem mais rápido devido a trilha sonora chata.

Outro fator esquisito é que mesmo usando o Steam, o game precisa de um launcher para abrir.

Créditos: Pixonic

Conclusão

War Robots: Frontiers é mais um jogo free to play de multiplayer online entre tantos hoje no mercado. Os gráficos são bonitos mas o realismo dos robôs não parece ser algo que atinge muito o público latino.

A falta de personalidade e estética cansada faz com que seja um jogo esquecível, podendo ser deixado de lado e desinstalado sem qualquer pena depois de menos de uma hora de gameplay.

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Além disso, não há tradução para nosso idioma, nem mesmo automática como acontece em alguns jogos de celular.

Caso queira jogos de robôs, recomendo a série Dinasty Warriors: Gundam ou os dois Zone of the Enders, que apesar de usar robôs mais fantásticos, trazem mais diversão ao jogador casual que só quer ver umas lutinhas entre máquinas.

Créditos: Pixonic

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O game está disponível para PC e foi analisado com uma cópia do mesmo cedida pela distribuidora.

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Fallout 76 | Um lançamento problemático https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/01/16/fallout-76/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/01/16/fallout-76/#respond Wed, 16 Jan 2019 15:29:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/01/16/fallout-76-uma-experiencia-single/ Fallout 76 chegou com a promessa de suprir nossas necessidades de Fallout e com o plus de nos permitir jogar com os amigos. Ninguém pediu uma função online, mas ela acabou vindo assim mesmo. Oras, Fallout 4 conseguiu nos proporcionar uma experiência single player muito gratificante, logo a possibilidade de algo dar errado se a […]

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Fallout 76 chegou com a promessa de suprir nossas necessidades de Fallout e com o plus de nos permitir jogar com os amigos. Ninguém pediu uma função online, mas ela acabou vindo assim mesmo.

Oras, Fallout 4 conseguiu nos proporcionar uma experiência single player muito gratificante, logo a possibilidade de algo dar errado se a Bethesda abrisse a porta do multiplayer eram baixíssimas.

É, pelo menos era o que pensávamos.

O PRIMEIRO CONTATO

Fallout 76 | Um lançamento problemático

Quando anunciaram o Fallout 76 com aquela música country maravilhosa, minhas expectativas foram lá em cima. Eu sei que nunca devemos criar expectativas com jogos atuais, mas Fallout realmente mexe comigo. Quem me conhece sabe o quanto gosto da franquia, até um podcast sobre Fallout eu participei.

Enfim, depois de muito aguardar, um B.E.T.A no qual não participei foi liberado, e curiosamente as pessoas falaram até que bem demais do que viram.

O que só aumentou ainda mais minhas já crescente expectativas, que mesmo depois da enxurrada de criticas eu ainda queria jogar, muito. Eis então que tive a oportunidade de por minhas mãos engorduradas em uma versão digital do jogo e agora cá estou digerindo tudo o que vi até o presente momento.

West Virginia é o novo mundo no qual a aventura acontece dessa vez, muito mais colorido que a Washington de Fallout 4. Nesse prequel que tem um mapa gigantesco a ser explorado, você está sozinho, quase que literalmente.

UM PREQUEL

Fallout 76 | Um lançamento problemático

Se Fallout 4 conseguia nos passar uma sensação de vazio e desesperança (estou usando o quarto título como comparação por razões obvias, foi o título anterior a este) mesmo que com comunidades isoladas de seres humanos. Porém, aqui optaram por substituir os seres humanos por robôs e diversos, não, milhares de holodiscos e cartas para concluirmos missões.

Parece que essa escolha se deve pelo fato de que não queriam colocar humanos, visto que os jogadores poderiam querer matá-los e opção de humanos imortais não parecia a melhor.

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O jogo usa como pano de fundo o fato da Vault 76 ter sido a primeira a ser aberta para o mundo pós-guerra nuclear. O que explicaria a ausência quase que total de outros seres humanos como NPCs.

O que pra mim é até OK, mas dai você começa Fallout 76 é encara horas de vazio e missões desinteressantes ao ponto de me pegar olhando no celular ou dando atenção a outras coisas. Apesar do sistema de crafting ser divertido e melhor do que no jogo anterior, só ele não consegue salvar o jogo.

O jogo ainda continua usando uma engine gráfica datada, mas isso ainda podia ser ignorado se tudo corresse bem, só que em alguns momentos partes do cenário não são renderizados, sendo o caso mais gritante quando meu pipboy ficou invisível e eu sequer conseguia ver o que estava acessando no inventário.

BUGS A DAR COM PAU!

Fallout 76 | Um lançamento problemático

Mesmo com todos esses pontos negativos, Fallout 76 consegue ser divertido se jogado com amigos.

Jogar com um amigo certamente ajuda a acabar com a sensação de vazio e sem nada para fazer. Organizar caçadas ou mesmo a construção de um forte acabam sendo uma iniciativa do jogador para compensar a ausência de missões divertidas. Ou mesmo encarar os PVPs em grupos, que eu particularmente detesto.

Admiro muito que tenha se aventurado tanto ao ponto de alcançar power armors e os códigos para ogivas nucleares sozinho, se é que isso aconteceu, pois a experiência single player é frustrante.

Abrindo o mapa você pode ver os jogadores que estão online durante a sessão e marcar a posição, caso você deseje encontrá-los. O que eu não recomendo, a não ser que procure um desafio. Isso eu achei bacana porque deixa o jogador um pouco temeroso, pois você não sabe se o cara vai desejar montar um grupo contigo ou acabar com sua vida.

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Uma ideia acertada ao meu ver. Mas sozinho é morte certa, até porque você vai encontrar pessoas com trajando Power Armor logo, o que lhes confere uma vantagem gritante contra pessoas que estejam começando.

Não acho que isso seja ruim, mas um sistema de progressão em que a medida que você evolui passa a ser visível para outros de níveis próximo ou semelhante equilibrariam as coisas para os iniciantes.

Há outros problemas como a colisão com objetos e projetil quando você atira em alguém, existe um atrasado de segundos, o que faz com que você tome dano nesse tempo. Missões que você já fez mas que depois de você deslogar e retornar para outra jogatina elas estão como não concluídas, obrigando você a fazer novamente.

O MAIOR FRACASSO DE 2018?

Fallout 76 | Um lançamento problemático

A Bethesda está ciente dos problemas, o que faz com que o jogo venha recebendo diversos updates quase semanais afim de melhorar o jogo. Quando tive acesso ao jogo ele havia recebido um patch com pouco mais de 1GB.

Eu não duvido que o título possa se tornar bom e trazer alguma justiça a franquia Fallout, porém, a internet não perdoa e o título está fadado a ser encarado como o maior fracasso de 2018.

Não posso nem dizer que o rotulo seja injusto, o jogo não deveria ter sido lançado do modo que foi, talvez se tivessem mudado a data de lançamento, com mais alguns meses de polimento e betas aberto ao publico eles conseguissem entregar um produto final mais consistente e fiel ao que a marca representa.

Também não vou dizer a vocês que terminei o jogo, se é que isso é possível, porque realmente cheguei a um ponto que me via forçado a tentar encontrar algo minimamente interessante para continuar a jogar o jogo e torcer para ele não fechar sozinho no processo – O que aconteceu umas duas vezes.

CONCLUINDO

Fallout 76 | Um lançamento problemático

Fallout 76 pode não apresentar um resultado final que agrade aos fãs ou mesmo quem está ingressando ao universo de Fallout pela primeira vez, mas ele como um game de sobrevivência, até tem um potencial enorme com aqueles que estão acostumado a jogos como RUST entre outros jogos do gênero que levam décadas para ficarem completo. Esses certamente podem se sentir atraído ou gastar horas nesse jogo.

Quem esperava ter uma experiência single player, que nos fora prometido durante a E3, vai se decepcionar e encontrar poucos motivos para dedicar seu tempo a Fallout 76.

Eu fico triste por conta do potencial e ser um grande fã da franquia, apesar de não duvidar que a coisa possa melhorar, acredito que vai levar um tempo que não tenho para conferir as mudanças mensalmente.

Como um fã da franquia, é certo que irei retornar daqui a algum tempo e quero escrever sobre as mudanças significativas que encontrar. Quero muito voltar aqui apenas com coisas boas para relatar quando esse dia chegar.

Reforço que o jogo pode sim se tornar uma experiência incrível no futuro e torço por isso, quero retornar a ele e me surpreender, mas por enquanto é um jogo mediano e que recomendo que os fãs esperem e o pegue em promoções.

Essa analise foi feita com uma cópia cedida pela Bethesda para o Xbox One.

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