Arquivos Mia - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/mia/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 19 Jun 2022 18:50:14 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Mia - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/mia/ 32 32 Resident Evil Village | A Jornada de um Pai https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/06/08/resident-evil-village-a-jornada-de-um-pai/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/06/08/resident-evil-village-a-jornada-de-um-pai/#comments Tue, 08 Jun 2021 14:45:47 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=7620 Resident Evil Village no fim das contas conseguiu. É de longe um dos games que certamente vai surpreender o jogador, principalmente por conta do seu desfecho. Certo, tem sim lá algumas coisas que ainda continuam atiradas como se alguém tivesse achado uma boa ideia, mas nada disso atrapalha. LEIAM – Resident Evil Village | Impressões […]

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Resident Evil Village no fim das contas conseguiu. É de longe um dos games que certamente vai surpreender o jogador, principalmente por conta do seu desfecho. Certo, tem sim lá algumas coisas que ainda continuam atiradas como se alguém tivesse achado uma boa ideia, mas nada disso atrapalha.

LEIAM – Resident Evil Village | Impressões das sombras

Eu levei cerca de quase 11 horas pra fechar o game e te digo, menos tempo do que achei que levaria pra fechar no modo normal. Publiquei o texto de impressões em um dia e dois dias depois finalizei o game.

E quem me conhece sabe o quão medroso eu sou, e bem, só levei alguns sustos bem pontuais. No geral foi uma jornada tensa com muitos tiros no chão e portas que valeu muito a pena no final das contas.

É, parece que venci os meus medos.

Capturado em um Xbox One Fat/ Capcom

RESIDENT EVIL VILLAGE

Se existe algo que realmente merece aplausos aqui é a jogabilidade de RE Village, que faz um ótimo uso do botão bloqueio e o menu rápido, permitindo que Ethan consiga tomar decisões rápidas nas mais adversas situações.

Enquanto nos clássicos tínhamos aquele acesso demorado ao menu, aqui temos uma atalho em cruz e a maleta. O fato de não ter que ir direto ao menu torna tudo muito dinâmico e fluido a jogatina, principalmente em situações de hordas de inimigos.  O que ao meu ver foi pensado para o modo Mercenários, mas isso é algo que deixarei para abordar mais a frente.

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É impossível não deixar de destacar o quão bonito é Resident Evil Village. Falei disso antes, e não há como deixar de citar como os cenários são lindos ao ponto de você querer ficar brincando no modo foto e explorando o vilarejo.

Agora quanto  trama do game, de fato ela inicialmente parece um emaranhado de ideias boas atiradas uma sobre as outras. A parte boa é que tudo no game é explicado, deixando apenas algumas pontas soltas para nos fazer pensar em um nono titulo, além de passarmos a gostar mais de Ethan.

Reprodução/ Capcom

#SOMOSTODOSETHANWINTERS

Ethan não é o protagonista mais querido da série pelo que pude notar, talvez não pelos mais fãs velhos, mas é incrível como suas motivações dentro desse caótico e perigoso universo é uma das mais belas até o presente momento.

Todos os outros protagonistas de alguma forma estão tentando escapar, mas Ethan é o único que realmente faz o oposto e se atira contra tudo e a todos apenas para salvar a quem ama. Não faz discursos longos e motivadores ou sequer quer entender o seu papel dentro dessa espiral de loucura. Ethan é todo coração e emoção e isso faz dele um dos protagonista mais humanos de toda a franquia em minha opinião.

LEIAM – Resident Evil 2 Remake | Uma aula de como se fazer um remake

O fato de não ter um rosto, talvez não seja só uma desculpa para o elemento em primeira pessoa. Oras, Chris tem um rosto e jogamos com ele aqui. O motivo ao meu ver seja para que o jogador se sinta na pele Ethan. Ele é só um cara comum lidando com  algo que foge a compreensão.

Questionei diversas vezes algumas linhas de diálogos e alguns eventos, como o incêndio inicial ou suas reações ao ser desmembrado. Uma pessoa normal não colaria a própria mão e está tudo certo, provavelmente desmaiaria ou sairia correndo. Só que Ethan é apenas coração e não tem tempo para olhar a si mesmo, mais do que isso, ele conseguiu *SPOILER* depois de morto e ter tido contato com o mofo do sétimo game, vencer o contagio e se manter no controle.*FIM DO SPOILER* é algo que somente os lordes das sombras e Mãe Miranda haviam conseguido.

Bem, cabe diversas discussões sobre trechos do game por conta de pontas soltas a cerca do personagem. E também sei que algumas pessoas podem simplesmente discordar e tá tudo bem, mas deixo o registro de como mudei minha impressão sobre Ethan Winters, um dos melhores personagens de RE.

Resident Evil Village
Nesse trecho aqui só consegui lembrar da cena do Howard O Pato enfrentando o alienígena – Capturado em um Xbox One Fat/ Capcom

Desbloqueáveis & Coletáveis

O modo mercenário é algo que muita gente gosta, pelo motivo que é viciante se tu parar pra brincar um pouco.  Eu particularmente não sou lá um grande amante desse modo de jogo, mas cheguei a brincar um pouco em RE3.

É um modo que é mais do que bem-vindo para aqueles que já fecharam o jogo e quer prolongar a vida útil dele, afinal, não conta com DLC’s por enquanto. O que acredito que não vá demorar a ser anunciado, visto que o sétimo game recebeu algumas.

O que senti falta aqui foi de controlar outros personagens, mas entendendo que é um game em primeiro pessoa, isso não faria lá grande diferença contanto que pudéssemos sentir essa diferença no gameplay.

E destacando outro elemento interessante do game, são os desafios que garantem pontos para usarmos na loja bônus após a conclusão do jogo. Cada desafio executado no modo história ou no modo mercenários garantem pontos que vão permitir comprar armas novas, que estarão disponíveis na loja do Duke.

Após a conclusão também estará disponíveis trechos da captura dos movimentos dos personagens, bonecos, artworks e diversas coisinhas interessantes.

Ah, tem umas cabras de madeiras para ser encontrada e destruída ao longo do game.

Resident Evil Village
Capturado em um Xbox One Fat/ Capcom

Os lordes das sombras

Resident Evil Village é um dos jogos da franquia mais redondinho que eu joguei até o momento. Ele comete alguns pecados, mas isso é compreensivo visto que abraça o gameplay do quarto game que é mais focado na ação.

Por outro lado ele tenta equilibrar isso ao entregar uma experiência diversificada ao introduzir vilões temáticos.

Não dá pra negar que o trecho mais assustador é na mansão Beneviento, só que aquilo é algo que qualquer um que tenha visto Outlast ou qualquer outro game do gênero não vai se espantar tanto, visto que colocar o jogador desarmado não é nenhuma novidade.

O bebê é assustador, eu sei, eu sei, mas não é um risco real se tu se atentar ao caminho que ele faz. É até simples de passar por essa fase, mesmo que nervoso.

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Depois temos a fase do Salvatore Moreau, onde você passa mais tempo realizando puzzles do que combates, que até tem uma horda de licano no inicio do mapa, mas enfrentar o Moreau na sua versão mutante é fácil, sem grandes exigências de habilidade para derrotá-lo.

Então chegamos no trecho do Karl Heisenberg, um dos mais longos depois da mansão Dimetrescu. Conta com Inimigos que visualmente até nos intimida inicialmente, mas basta conhecer o seu trajeto e limitação de área pra ficar fácil de lidar. O combate contra Heisenberg mutante também não é nenhum bicho de sete cabeças, alias, nenhuma boss battles é realmente desafiadora.

Certo, mas temos níveis de dificuldades para selecionarmos que tornam os inimigos mais resistentes e quase esponjas de balas. Bem, isso não é o tipo de desafio que nos traz brilho aos olhos. E entendam bem, não estou dizendo que o jogo seja ruim por conta disso. Resident Evil Village quer nos contar uma história e ele o faz bem.

Resident Evil Village
Capturado em um Xbox One Fat/ Capcom

Conclusão

Resident Evil Village é um game memorável por razões que somente jogando vocês compreenderiam. Não é isento de criticas, mas acerta mais do que comete erros, pois entrega uma experiência de alto fator replay e com momentos únicos.

O fim do jogo é algo que realmente lhe causa um misto de sensações, seja pelo desenrolar ou pela forma como é finalizado os créditos. E se me permitem dar um conselho, não assistam gameplays ou busquem algo relacionado a história do jogo no YouTube.

Se resguardem para jogar do inicio ao fim e ter uma experiência completa com o titulo, como aconteceu comigo. Não tente ter uma experiência real com um game se baseando no que outra pessoa achou, porque nunca será igual.

Essa análise foi feita com uma cópia digital de Xbox One cedida pela Capcom.

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Death Note do Netflix | Um filme amargo, mas é assistível https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/09/14/death-note-do-netflix-um-filme-amargo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/09/14/death-note-do-netflix-um-filme-amargo/#respond Thu, 14 Sep 2017 19:36:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/09/14/death-note-do-netflix-um-filme-amargo/ Depois de ler milhares de criticas a cerca da adaptação de Death Note pelo Netflix, além do relato de alguns otakus extremamente irritados, eu finalmente decidi encarar uma sessão do filme. Posso alegar que minhas expectativas estavam baixíssimas, o que não tornou a experiência tão ruim quanto muitos alegam. – Não que eu tenha achado […]

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Depois de ler milhares de criticas a cerca da adaptação de Death Note pelo Netflix, além do relato de alguns otakus extremamente irritados, eu finalmente decidi encarar uma sessão do filme.

Posso alegar que minhas expectativas estavam baixíssimas, o que não tornou a experiência tão ruim quanto muitos alegam. – Não que eu tenha achado o filme maravilhoso, mas faltou muito pouco para não ser um completo pedaço de merda.

É um filme que provavelmente funcionou para quem não conhece o mangá ou anime, mas causará ulceras em que conhece as obras originais e gosta delas.

Será que Death Note consegue ser tão ruim quanto foi Dragon Ball Evolution?

Netflix sendo Netflix

O Death Note do Netflix tem como protagonista Light Turner, um jovem nerd que sofre em silencio pela morte de sua mãe, uma vez que o assassino foi liberado por ter um pai influente.

O jovem Light não consegue aceitar muito bem isso, mas não tem poderes pra punir o seu algoz, pelo menos até o dia em que sua vida é mudada totalmente ao encontrar o Death Note. E o que ele faz quando se dá conta que possui tal poder em mãos?

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Ele escreve o nome do bully que batia livremente em todo mundo na escola. Eu não quero ser chato, mas ele e um amigo estavam batendo e empurrando uma garota dentro do campos em frente a salas.

Cadê os monitores e justiceiros sociais? Esse filme foi ambientado no anos 90? Não pode ser 2017, porque se fosse teria uma turminha chamando ele de fascista ou qualquer outro adjetivo, certeza….

É, depois disso, ele resolve matar o assassino da mãe, que tem uma morte digna dos filmes gore que tanto amo, alias, um dos únicos pontos positivos dessa filme são os efeitos práticos para as mortes.

Me deu um trabalho capturar esse frame

É sangue, miolos e vísceras sendo espalhados para todo o canto, uma pena que isso dure pouco.

Sentindo-se poderoso, o que Light faz em seguida? Ele simplesmente vai mostrar o Death Note para a garota que ele tá afim, Mia. Porque na cabeça dele isso é o mais lógico a se fazer, afinal garotas adoram assassinos.

Se bem que Teddy Bund recebeu diversas cartas de mulheres e até chegou a se casar enquanto aguardava no corredor da morte. Não que essa informação agregue qualquer coisa ao filme, mas fica ai curiosidade.

Bem, agora Light Turner, resolveu escolher o pseudônimo Kira, que vem do japonês, porque assim dificultaria qualquer rastreamento. A curiosidade fica pelo fato de que Kira não é apenas o Light, mas a união de Mia e Light. Há uma cena que me fez soltar gostosa gargalhadas, consiste nos dois dando uns amasso enquanto escolhem no notebook quem será o próximo cara mau a ser morto.

Sério, eles tentaram passar um pouco de sadismo, mas não convenceu.

L, o maior detetive do mundo

Agora que o casal se transformou em Kira, cabe a eles não serem pegos pelo maior detetive do mundo, L.

Por sinal, o cara é uma lenda que ninguém dá a mínima. O único que demonstra alguma surpresa é o pai do Light, o resto nem se importa. E sendo sincero, inicialmente o personagem parece bem interessante, só que ele é pessimamente mal desenvolvido na trama, o que só faz você contar os minutos para ele ser morto.

Só que o que é ruim só tende a piorar, você ainda é obrigado a ver o maior detetive do mundo surtando, chega a ser ridículo.

Como alguém que teve uma criação ao melhor estilo agente 47 perde a cabeça facilmente? Ele te vendem a ideia de que o maluco não perde a calma e consegue se manter centrado, mas ele faz totalmente o oposto.

Esse dedo foi para todos nós enquanto assistíamos

Mia

Bem, agora vamos falar sobre a Mia, a garota que aparece do nada, ai de repente surge como namorada do popular jogador de futebol, e que após assistir Light matar um cara aleatório na frente dela, o amor brota e eles correm para um beco para encaixar o lego. Não é brincadeira, to falando sério, o relacionamento dos dois é construído dessa maneira.

Ela simplesmente acha normal um cara ser esquartejado por um caminhão após um nerd escrever isso em um caderno.

Só o fato do Light ter ido contar a ela que foi ele quem matou o bully, me pareceu uma  tremenda loucura. O cara é um “gênio”, em que momento ele considerou isso uma boa ideia?

Ah, mas você pode usar o argumento de que ambos possuem um senso de justiça distorcido e isso os uniu. OK, mas e se eu te disser que ela é quem acredita que policias deveriam ser mortos se isso for pra evitar a prisão, enquanto o Light é totalmente contra?

O shingami Ryuuku que possui um visual bacana é outro personagem muito mal aproveitado, no máximo serviu para render alguns closes em maçãs.

Ele é o cara que realiza as mortes após a descrição ser colocada no Death Note. Basicamente é a morte que ceifa as pessoas, tanto que em um determinado momento, Light diz para ELE escolher como as pessoas morreriam.

Sim, isso mesmo. Então pra que deixar o caderno com o Kira?

Death Note

Superficialidade

Por mais que o Death Note do Netflix faça um uso superficial de nomes e personagens do mangá, a cerne do filme está no poder do caderno. Não espere um debate de intelectos ou um questionamento do conceito de justiça. Temos aqui um filme de horror com um pouco de gore – As mortes rendem muito sangue e vísceras sendo espalhadas, mas só isso não consegue sustentar o todo.

Mesmo com um final onde Light demonstra ser extremamente inteligente, porém, se você aplicar um pouco de logica a maneira como o personagem desenrolou toda a história, você perceberá que até as leis de espaço tempo foram quebradas com o caderno. Você ainda fica com aquele gosto amargo na boca. Você acha legal, acha, mas não convence.

Apesar de possuir vários problemas, não é difícil encontrar pessoas que tenham gostado do filme e até se surpreendido com o final. Um dos meus primos vendeu o filme apontando diversos pontos positivos, e foi ele uma das razões pela qual resolvi dar uma chance ao filme.

No final das contas filme não é tão ruim quanto Dragon Ball Evolution, alias, não acredito que qualquer outro filme da atualidade consiga ser tão ruim quanto foi DB Evolution, pois aquilo foi um aborto cinematográfico.

Death Note

Err…

Death Note, mesmo com todos os problemas não é um filme tão ruim e odioso quanto vem sendo propagado. Claro, isso é uma coisa ligada diretamente ao gosto pessoal de cada um de nós. No caso aqui, se você o comparar diretamente a obra original, com toda a certeza você terá um filme hediondo, por outro lado é um filme sessão da tarde para o publico que não consome mangá e animes.

O que posso sugerir a todos é que se você gosta da obra original, não assista. Agora se você for mente aberta, então o assista sem expectativas.

Não é um filme que melhorará com o tempo, mas dá pra distrair por umas duas horas e no dia seguinte você o esquecerá. Posso dizer que ele não é tão diferente da franquia de filmes Resident Evil, que possui um público fiel o bastante para dar um bom retorno de bilheteria, e olha que eu odeio a franquia de filmes de RE.

Conclusão

Eu sei que muitos deviam estar esperando mais um texto cheio de rage como todos estão fazendo por ai, mas achei desnecessário. Principalmente porque estamos vivendo uma época em que as pessoas são 8 ou 80 com tudo. O diretor do filme mesmo cancelou sua conta no twitter por causa de diversos ataques que passou a receber depois da estreia no Netflix.

Não é a primeira vez que esse tipo de coisa acontece, em outra ocasião, uma roteirista da Bioware, Jennifer Hepler recebeu ataques por parte de alguns jogadores, devido a uma entrevista que havia cedido anos atrás, onde dizia não gostar das partes de ação da franquia de jogos Dragon Ages. Pra entenderem a situação, deixarei o artigo escrito por minha amiga Ângela do Vão Jogar: Parabéns, Gamers!

É isso, espero que aprendam que não é porque você discorda ou não gosta de algo, que isso lhe dá o direito de atacar diretamente alguém. Com relação ao filme, boa sorte para quem for assistir.

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