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Fala pessoal! Eu me chamo Victor, nas redes sociais e Twitch você vai me encontrar como Nerd Profeta, e primeiramente quero agradecer ao meu amigo Diogo pelo convite de estar deixando aqui essa matéria com vocês.

Espero que esse texto possa ajudar quem ainda tiver qualquer dúvida quanto aos benefícios de se adquirir um Nintendo Switch.

LEIAM – Arco de Liberl (The Legend of Heroes: Trails in the Sky, SC e The 3rd)

Lançado em março de 2017, o console híbrido da Nintendo é um sucesso monstruoso, então nada mais justo do que compartilhar com vocês alguns pontos a se destacar para uma pessoa que ainda tenha dúvidas sobre o console.

Lembrando que são pontos que eu considero como positivos, não é regra geral e você pode muito bem não concordar com um ou outro (ou todos!) ponto apresentado aqui, sinta-se à vontade discordar.

Então, vamos lá!

Nintendo Switch
Reprodução/ Internet

Portabilidade / Conceito híbrido

Primeiro ponto é o conceito base do console, o ser hibrido. O Nintendo Switch você consegue jogar tanto na TV quanto no modo portátil e, isso pode ser alterado no momento que quiser apenas tirando o console da dock, questão de segundos.

Lembro lá no inicio de 2018 quando tinha comprado o meu Switch, levei na casa de um amigo para ver e ele mesmo tinha se espantado porque pensava que ao retirar da dock ele desligava ou pausava o jogo. Com o Switch você pode muito bem estar jogando no conforto da sala na TV ou no monitor, vendo as imagens em uma tela maior, desfrutando normalmente de sua jogatina.

LEIAM – 5 Motivos para você comprar um Super Nintendo

Em seguida bate aquela preguiça e você vai deitar na cama ou mesmo bate aquele revertério e você tem que ir às pressas ao banheiro, você se pergunta “poxa, vou ter que pausar!”, mas não! Você continua sua jogatina simplesmente tirando o console da dock e levando ele aonde você quiser continuando a jogatina exatamente no segundo que você parou na TV.

Talvez você diga “bah, nem ligo para portáteis!” tudo bem, você não liga e confesso que eu mesmo na maior parte de minha jogatina é na TV/monitor (tanto que no canal, para eu fazer live preciso estar na dock), mas lembre-se que nem eu e nem você somos todo mundo e existem muitas e muitas pessoas que curtem demais a jogatina portátil, e ás vezes a maior parte da gameplay deles é sim no portátil por x fatores (tempo curto por exemplo).

Enfim, o Nintendo Switch abrange esses dois públicos, a galera que quer jogar na TV e a galera do portátil e o seu conceito hibrido é sensacional.

Nintendo Switch
Reprodução/ Internet

Suporte nacional

Quase não se ouve falar disso em sites ou vídeos comentando sobre o Switch né?

Pois bem, todos sabemos que a Nintendo retornou seu suporte aqui no Brasil a pouco tempo, cerca de 2019 com um site, e hoje já temos a distribuição oficial do console e acessórios em lojas parceiras (Americanas, Magazine Luiza, Amazon, etc.) com garantia da própria Nintendo.

Temos a eShop nacional com acesso direto do console, vendas de jogos digitais em lojas parceiras (Americanas através dos cartões gift card nas lojas físicas, Nuuvem) e na própria eShop BR (óbvio) e ainda temos a assistência oficial da Nintendo.

Assistência essa digna de elogios digo por experiência própria: Meu primeiro par de joycons começou a sofrer com os famigerados drift (um terror que infelizmente está abrangendo todos analógicos dos consoles atuais).

Entrei em contato com a assistência oficial da Nintendo aqui no Brasil, fui instruído em o que fazer, enviei meus joycons problemáticos para eles e cerca de uma semana depois, eu recebi um par novinho e com selo da Anatel aqui para mim.

Tudo 0800. Infelizmente ainda não temos a distribuição de jogos físicos oficial aqui, ainda, por isso caso você for comprar algo físico do Switch, se atente, pois, você estará comprando de revendedor no mercado cinza, mas isso é pauta para uma outra conversa.

Nintendo Switch
Reprodução/ Nintendo

Outro fato a se comentar aqui é sobre legendas e português do Brasil. A Nintendo como uma empresa muito japonesa em toda sua cultura, nunca trouxe legendas em nosso idioma, salvo alguns games em português de Portugal no Wii U por exemplo (os ports para o Switch vieram com pt-pt).

Somente hoje, a Nintendo começou a olhar para nosso idioma, atualmente já temos / será lançado com português do Brasil: Mario Party Superstars (já lançado), Mario Strikers: Battle League e Nintendo Switch Sports.

Um numero bem pequeno se comparado a outros estúdios, obvio. Mas vejo isso por um ponto positivo: mais tarde do que nunca. Aos poucos você percebe que ela está olhando mais aqui para nosso mercado, começando a traduzir jogos, com a distribuição oficial do console, acessórios, jogos digitais e uma assistência técnica nota 10.

Vamos cobrar para melhorar? Sim, sempre. Mas para uma Nintendo de uns 10/ 15 anos atrás e hoje, a situação melhorou sim e esperamos que melhore cada vez mais.

Reprodução/ Atlus – Nintendo

JRPG e os jogos japoneses

Como já disse acima, a Nintendo é a única fabricante de consoles que sua cultura é toda japonesa. Como produtora isso não é diferente: Seus games sempre buscam agradar o seu grupo ‘caseiro’ primeiro de tudo.

Não é por menos que o Switch é disparado o console mais vendido em terras nipônicas desde seu lançamento, e com folga. Dito isso e com uma base instalada de já mais de 100 milhões de unidades vendidas, é natural ter um suporte forte de estúdios japoneses.

Pessoalmente, meu gênero favorito dos games é o JRPG, os RPGs japoneses e com o Nintendo Switch ele é disparado a melhor plataforma para mim e creio que será a melhor escolha se você também curte o gênero.

Seja JRPGs da própria Big N (franquia Xenoblade Chronicles), exclusivos de console (Bravely Default II), ou de thirds (Shin Megami Tensei V, Dragon Quest XI S: Echoes of an Elusive Age – Definitive Edition, Octopath Traveler, Monster Hunter Rise, The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel IV, etc), o console tem uma vasta biblioteca de jogos de RPGs japoneses e focados no Japão, desde clássicos remasterizados que estão disponíveis no Switch Online ou de títulos novos e ports.

Digo tranquilamente que você conta no dedo algum JRPG (de fato JRPGs e não jogo feito por estúdio japonês mas que hoje é total focado em publico americano, basicamente um WRPG mesmo…sem citar nomes claro rsrs) que esteja em outras plataformas e não esteja no Switch, existem sim, mas em uma quantidade bem pequena se comparada ao que existe na biblioteca do console.

Se você é um amante de JRPGs, o Switch é sua praia, tenho certeza que você vai se deliciar fazendo pactos, salvando um reino, levando sua amada para o criador do universo ou mesmo caçando monstros. A lista é vasta e se deixar eu não paro de falar.

Digno de nota, estou sempre jogando algum JRPG disponível na plataforma. Sempre.

Reprodução/ Nintendo

Exclusivos Nintendo e sua Diversão

Aqui um ponto que a Nintendo sempre carregou em seu nome: Seus exclusivos.

Fazendo um nome forte com suas IPs desde os anos 80, a Nintendo construiu um vasto número de franquias exclusivas que na maioria das vezes, são jogos que agradam muito bem o seu publico alvo e vendem MUITO.

Além dos já citados thirds exclusivos e exclusivo de console (Monster Hunter Rise, Shin Megami Tensei V, Bravely Default II, etc), o Switch tem obviamente, os próprios exclusivos e franquias da Nintendo.

Jogos como The Legend of Zelda: Breath of the Wild, Super Mario Odyssey, Mario Kart 8 Deluxe, Splatoon 2, Animal Crossing: New Horizons, Metroid Dread, Pokémon Legends: Arceus e tantos outros, você vai jogar apenas no console hibrido da Big N (sei que o BOTW tem a versão de Wii U mas não vem ao caso aqui, você não deve ser uma das 10 pessoas que tiveram o Wii U né? Kk brincadeirinha!).

Falando no Wii U, caso você não o teve, o Switch trouxe alguns ports deste console com alguns implementos a mais, como o já citado BOTW, Mario Kart 8 Deluxe, Pikmin 3 Deluxe, Donkey Kong Country: Tropical Freeze, etc.

Sem contar os exclusivos novos que estarão chegando ainda este ano como por exemplo: Xenoblade Chronicles 3, Bayonetta 3, continuação de BOTW, Pokémon Scarlet e Violet, Splatoon 3, etc.

Vale mencionar algo importantíssimo aqui neste ponto: diversão. A Nintendo sempre foi conhecida por ser a mais Family Friendly, ou seja, muitos de seus jogos exclusivos são para jogar sem o perigo de que qualquer pessoa seja impactada de forma negativa diante do que está acontecendo em tela.

São jogos que irão divertir a todos, sejam crianças, jovens, adultos e senhores, jogos que vai lhe tirar gargalhadas em uma corrida maluca de karts, tiros de tintas com lulas, captura de monstrinhos de bolso, um encanador e seu chapéu mágico, etc. O fator qualidade é algo sempre presente em seus exclusivos e a diversão é garantida.

O Switch tem uma monstruosa biblioteca de exclusivos que com certeza vai lhe dar a mais pura diversão.

Reprodução/ Nintendo

A entrada para o mundo Nintendo

E aqui encerramos com nosso ultimo ponto e também muito importante. O Nintendo Switch é o console que ao meu ver, é um ótimo ponto de entrada para novatos na Nintendo ou que estão há anos longe dela.

Quem for comprar seu primeiro videogame Nintendo perceberá que o Switch é um ótimo ponto de retorno a plataforma nipônica.

Digo isso, porque, ele consegue abranger uma biblioteca tão diversificada e que contem tantos títulos importantes da indústria gamer como um todo, que isso o torna uma ótima apresentação e porta de entrada ou retorno para os gamers.

Com o Switch tivemos o retorno de suporte de empresas que estavam há anos longe da Nintendo, o retorno de franquias ‘mortas’, continuações de outras franquias famosas e hoje, uma biblioteca que grada tanto fãs de visual novel como fãs de indies.

Franquias como, Bioshock, Diablo, Borderlands, Mortal Kombat, Street Fighter, The King of Fighters, Fatal Frame, Outlast, Sniper Elite, FIFA, Breath of Fire, Super Mario, Donkey Kong Country, The Legend of Zelda, Pokémon, Mario Kart, Mario Strikers, Hollow Knight, Ori, Dragon Quest, Final Fantasy, Saga Frontier, Earthbound, F-Zero entre outros, são jogos de diferentes gêneros entre si, alguns aqui citados tem jogos inéditos ou novos, outros tem remasters ou remakes, e outros são clássicos disponíveis em alguma coletânea ou serviço (Switch Online).

Fora tantas outras franquias de gêneros diferentes que não citei aqui. Ou seja, aqui o novato na Nintendo ou o que está retornando, vai dar de cara com uma biblioteca variada de jogos que ele as vezes deixou de jogar e outros novos para ele usufruir. Pessoalmente, nunca vi uma biblioteca tão variada quanto essa desde o saudoso SNES.

É isso ai, espero que esses pontos possam ajudar a quem está em duvida em comprar um Nintendo Switch e lembrem-se, procure comprar com uma loja que venda o console de forma oficial e assim ter a garantia da própria Nintendo, caso contrário, compre por sua própria conta e risco.

Lembrando que aqui são pontos pessoais e você é livre para concordar ou não com eles. Um grande abraço e até mais!


Observação: O texto autoral não reflete a opinião do veículo

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ACA Neo Geo Super Sidekicks | Revisitando um clássico no Nintendo Switch

Console novo é uma desgraça, não é mesmo? Não digo novo em suas mãos, mas novo de modo geral. Poucas opções na biblioteca ou uma série de jogos que com certeza vão te fazer pensar daqui a uns três anos sobre qual motivo esdrúxulo te fez gastar dinheiro com aquilo, o que normalmente sempre leva à conclusão de que foi apenas empolgação.


Sabendo disso, muitas empresas espertas tiram proveito da limitação da quantidade de jogos disponíveis para plataformas novas, como é o caso do Nintendo Switch. Uma delas, a Hamster, têm obtido bastante sucesso com essa estratégia, relançando jogos de Neo Geo (MVS) no console da Nintendo, alcançando o incrível número de UM JOGO POR SEMANA. Não é ruim ter esses jogos de forma fácil e portátil (e legalmente, mas  não me importo com isso nesse caso), sem falar que 90% de tudo que saiu para o fliperama da SNK era de boa qualidade, tirando talvez os jogos de quiz que raramente eram traduzidos. Enfim, o preço está bem acessível e eu acabei cometendo o pecado de pegar um desses relançamentos pra testar. 


E qual seria a escolha óbvia? KOF? Art of Fighting? Sim! Mas o que eu peguei? Um game de futebol.



Confesso que esse era um dos mais baratos e eu queria uma alternativa ao Mario Kart 8 Deluxe, principalmente depois de gastar 130 horas fazendo tudo possível no Zelda BotW (review em breve?). Eu gosto muito de futebol, porém os FIFAs e PES perderam o charme que jogos de videogame sempre tiveram, se tornando simuladores que atendem as necessidades de um público que infelizmente eu não me encaixo. Gosto de jogos com um leve tom de arcade, com controles que te permitem realizar jogadas plásticas e bonitas. 

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Esse tipo de jogabilidade sempre pôde ser encontrada em clássicos como International Superstar Soccer Deluxe (SNES/PS1/Mega), Winning Eleven 2000 (PS1) e outros como Fifa Street (PSP/GC/PS2/Xbox). Uma das alternativas a essas versões de console eram os jogos de fliperama, que sempre chamaram minha atenção. Talvez porque eu podia jogar muito pouco ou pelos seus gráficos, sempre um nível acima do que a gente jogava em casa…  e um deles era o Super Sidekicks.



Lançado em 1993, Super Sidekicks (ou Tokuten Ou, “Rei Artilheiro”) foi o primeiro jogo de futebol da SNK, e não fez feio! Tanto que a série teve duas sequências na mesma plataforma, sempre evoluindo em termos de gráficos e controles. Nesta primeira versão, temos controles simples, usando apenas os botões A e B do Neo Geo, que alternam sua função de acordo com a posição do jogador, mais ou menos como ocorre com o botão A em Zelda: Ocarina of Time


Em relação aos times, temos apenas 12 seleções, sendo elas: Alemanha, Itália, Espanha, Inglaterra, México e Japão (Grupo A) e Argentina, BRASIL, Holanda, França, Estados Unidos e Coreia do Sul (Grupo B). No modo single player, seu objetivo é enfrentar os outros times do seu grupo e depois disputar dois jogos eliminatórios contra os times campeões do outro grupo, zerando ou no caso, se tornando campeão mundial (yay!).


Em termos de jogabilidade, ele tem uma pegada simples. Como disse cima, você usa 2 botões e o direcional. O botão A serve para tocar ou chutar (caso esteja perto do gol), enquanto o B dá o famoso “chutão”. Sem a bola, o A dá carrinho (mah!) e o B EMPURRA O ADVERSÁRIO, sendo esse um movimento muito engraçado, pois raramente resulta em falta. Tomar a bola também pode ser feito passando na frente do jogador adversário, sendo essa a forma mais fácil de recuperação, visto que os outros métodos são mais próprios para emergências.


Outro fator diferencial nesse jogo, que aliás, não lembro de ter em outros da série, é o jogador “Ace”, que é sempre o cara mais rápido e habilidoso do seu time. Depois de jogar por um tempo, você percebe que a forma correta de jogar é passar a bola sempre pra esse artilheiro, pois as chances de gol com ele são muito maiores do que com os outros bonecos, principalmente em partidas mais avançadas. Aliás, sobre as partidas, é curioso notar que elas só possuem um tempo, o que te força a fazer gol rapidamente, já que virar é extremamente difícil devido a limitação de tempo e da própria CPU, que constantemente fica mais difícil depois de garantir a vantagem sobre você.


Super Sidekicks é muito bonito para um jogo de 1993. As animações são ótimas, principalmente quando acontece algum evento durante o jogo (gol, falta, pênalti, etc). Outro detalhe interessante é que a câmera muda ligeiramente de perspectiva dependendo da partida, simulando mais ou menos uma transmissão de TV, que obviamente não tem o mesmo ângulo dependendo do estádio. 


Algo que me desagrada um pouco infelizmente é o som, pois nessa versão, existe uma música que toca durante todas as partidas, diferentemente das sequências da série, onde foram adicionados gritos de torcidas, mais de acordo com um game de esporte.




Acerca especificamente da versão de Switch (que também pode ser encontrada no PS4/XONE e PC), é infelizmente notável como o trabalho da Hamster é de má qualidade, principalmente se dando ao fato de quanto dinheiro eles estão ganhando com esses relançamentos.


Vou separar os pontos positivos e negativos em tópicos:


Positivos:


– Menus permitem filtros, porém são limitados e não chegam ao nível de emuladores;
– Controles remapeáveis e de boa qualidade, mesmo no joycon do Switch;


Negativos:


– Não é possível mudar entre a versão arcade e console do jogo;
– Algumas opções possuem descrição de OUTRO GAME, como a redução de “flash” na tela, onde aparece uma menção ao especial do Billy Kane, provavalmente retirada do relançamento de algum Fatal Fury. 
– Não é possível mudar a língua do jogo, coisa comum nos jogos de Neo Geo. Falta de esmero total.


 Lembrando que isso não tira as qualidades do jogo em si, que pode ser perfeitamente aproveitado da forma que foi concebido para arcades, mas visto que Neo Geo já foi tão melhor portado ou executado em outras plataformas, fica meio azedo o gosto na boca ao jogar um port seco assim, principalmente custando R$25,00.  Por fim, recomendo somente para aqueles que querem se dar ao luxo de jogar esse tipo de jogo em consoles da geração atual, visto que a emulação é sempre a melhor opção nesse caso. 


A própria SNK já fez compilações e ports melhores de seus jogos – como as de King of Fighters e Samurai Shodown – e enquanto aquela qualidade não for atingida, eu vou continuar sem dar meu dinheiro pra reviver esses clássicos. Agora, se você tá afim de baixar um emulador, recomendo o NeoRageX ou o Retroarch. São opções infinitamente melhores de se aproveitar esse clássico.



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