Arquivos Guts - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/guts/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 16 May 2021 23:16:19 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Guts - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/guts/ 32 32 Tudo o que Você Precisa Saber sobre Berserk https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/05/04/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-2/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/05/04/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-2/#comments Fri, 04 May 2018 16:21:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/05/04/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-2/ Normalmente me interesso mais naqueles focados em temáticas adultas ou com muita enredo mais denso. Inclusive gosto de ler mangás de horror, como foi no caso do mangá de horror Uzumaki – Não me refiro ao Naruto, que alias não tenho mais paciência para continuar a ler ou assistir a saga do ninja de Konoha. […]

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Normalmente me interesso mais naqueles focados em temáticas adultas ou com muita enredo mais denso. Inclusive gosto de ler mangás de horror, como foi no caso do mangá de horror Uzumaki – Não me refiro ao Naruto, que alias não tenho mais paciência para continuar a ler ou assistir a saga do ninja de Konoha.

LEIAMUzumaki | Uma obra-prima do Horror em mangá

Mas voltando a Berserk, preciso dizer que não é para pessoas sensíveis. Outra coisa que gostaria de explicar antes de começarem a leitura é que o personagem se chama Gatts, mas no ocidente ele foi chamado de Guts, porém, também já vi seu nome sendo escrito como Gutts.

Estarei me referindo ao personagem como Guts, porque aparentemente é o modo comum por aqui e está no Guia Oficial.

O QUE VOCÊ ENCONTRA NO UNIVERSO DE BERSERK

Não entendam mal, quando digo que não é para qualquer um, me refiro ao fato de que o mangá é pesadíssimo.

O manga se desenvolve em um mundo dividido por guerras, onde o fraco sofre das piores maneiras possíveis. Guts, o protagonista, é fruto desse mundo e o encara do modo que teve de lidar a vida inteira, com muita violência e perdas ao longo do caminho.

Temas como religião, pedofilia, satanismo, estupros e incestos são abordados de uma maneira crua, e isso vai impactar o leitor. Só que o mangá não se resume apenas a tragédias.

O autor tenta mostrar por meio do seu protagonista, que em meio a tragédias é possível desenvolver novos laços e até meios de superar a perda, por mais difícil que seja, afinal a vida é uma estrada que não é toda pavimentada.

Guts é um personagem quebrado devido as desventuras em sua vida, e que ao longo de sua jornada se vê obrigado a crescer e voltar a confiar nas pessoas, criando novos laços de amizade e enxergando o mundo de um modo diferente para depois ver tudo isso se perdendo por conta da influencia de terceiros.

Afinal, humanos sempre serão uma caixa de surpresas.

Claro que a probabilidade de alguém vender o mangá ou criticá-lo usando apenas os pontos “negativos”, se é que podemos os considerá-los, são muito maiores do que tentar entender o contexto.

Para elucidar melhor, alguns anos atrás uma pessoas fez isso, usou o estupro de uma personagem para tentar validar ideologia politica e dar aquela lacrada com os colegas e conseguir alguns cliques no site. Infelizmente a autora ignorou muitos fatos e reduziu a personagem, que é uma mulher forte, para uma figura fraca e com proposito de objetificação apenas.

O autor criou uma personagem forte que não precisou ser estereotipada pra agradar nenhum tipo de agenda, olha só. Mas preferiram ignorar isso e alegar que a personagem estava sentindo prazer no estupro… É, soa muito retardado.

Pra essa galera vale qualquer coisa pra tentar validar discurso e algum tipo de notoriedade.

A HISTÓRIA DE GUTS

Ressalto que esse trecho está no mangá, então é um spoiler sobre a origem do personagem. Você pode ou não querer ler, mas achei interessante colocar para elucidar o tom do mangá.

Guts veio ao mundo de um modo, como posso dizer, em condições nada comum. Nascendo minutos depois de sua mãe ainda com ele no ventre ter sido enforcada em uma árvore.

O bebê Guts  nasceu condenado a morte ali na lama, morreria de inanição ou seria devorado por coiotes, lobos ou cães selvagens. Por sorte foi encontrado por um grupo de mercenários que estava passando por aquela estrada.

A esposa do chefe do bando, Shizu, ao ver a criança saiu correndo em sua direção e o pegou nos braços. O chefe Gambino, não gostou muito da ideia, porém, acabou aceitando devido as condições de sua esposa, que ficou mentalmente perturbada depois de perder o primeiro filho do casal.

Se por um lado, Guts agora tinha um lar, por outro ele era mal visto por todo o bando de mercenários. Em meio a escuridão da idade-média, um bebê nascido de um cadáver era interpretado como má sorte para todos. Isso sem dúvida traria consequências ao personagem no futuro.

TRÊS ANOS SE PASSARAM DESDE SUA ADOÇÃO

Sua mãe, Shizu adoece e acaba morrendo. Guts se encontra sozinho nas mãos de Gambino, e apesar de ser uma criança, se vê forçado a lutar nos campos de batalha para pagar os seu custo com comida, uma vez que seu “pai” é o chefe do bando.

Na realidade, jogar Guts na linha de frente não passava de uma desculpa, pois Gambino o culpava pela morte de sua esposa.

Algo que algumas já me perguntaram a respeito foi sobre a espada gigantesca que o personagem utiliza. Não preciso dizer que estamos diante de uma obra de ficção, então não dá pra cobrar realismo quanto a isso, mas eu estarei respondendo embasado no que foi apresentado no mangá.

Guts se viu obrigado a lutar para sobreviver e ter comida dentro do bando de Gambino, logo as espadas existentes não eram forjadas para crianças manuseá-las, ou seja, não tinha modelo infantil. Com muito treino ele passou a desenvolver suas habilidades para utilizar as espadas antes de encarar sua primeira batalha em campo.

Resumindo, o personagem desenvolveu técnicas para utilizar espadas maiores com ele, assim aumentando também sua força física para manuseá-las.

Porque uma das coisa que sempre relatam dentro do mangá é a força com que o personagem atinge seus inimigos, que em muitos dos caso são cortados ao meio por sua espada.

E como desgraça pouca é bobagem, durante a noite após sua primeira batalha em campo, enquanto Guts descansava, Donavan, um dos mercenários de Gambino, invade sua barraca e o estupra. Na ocasião enquanto lutavam, Donavan diz que pagou a Gambino três moedas de prata para ter Guts por aquela noite.

DEPOIS DE VIVER O INFERNO

Guts se torna um mercenário solitário e com nenhum apreço pela vida
alheia. Obviamente ele acaba topando com muitos personagens que tentam se aproximar dele, mas são tantas as feridas psicológicas que raramente
alguém se torna amigo dele devido a distancia que o mesmo impõem, pelo menos por enquanto.

Esse ponto da história é o momento que te faz compreender muito da personalidade e raiva do personagem.

Kentaro Miura – Autor do mangá

Agora que você conhece um pouco da origem do personagem, saiba que o mangá já tem 29 anos e foi criado por Kentaro Miura no ano de 1989. O mangá não chegou a sua conclusão até os dias de hoje, e continua sendo publicado.

Passou por diversos hiatos, e quem acompanha sabe o quão frustrante isso acaba sendo. Com um pouco de sorte o mangá acabará em breve, mesmo que isso me doa bastante.

Vale lembrar que o mangá está sendo publicado aqui no Brasil pela Panini, através do selo Planet Manga.

É uma edição de luxo muito bonita, e que certamente vale a pena se ter na estante. Com um pouco de sorte eles começam a republicar do primeiro número de novo para quem perdeu os primeiros. Não só os mangás, pois eles também publicaram o guia oficial do Berserk – Algo que tive que comprar logo de cara.

Por enquanto continua sendo um ótimo mangá e a sua qualidade é indiscutível, com arcos que realmente marcaram seus leitores.

OS DERIVADOS DO MANGÁ

Minha humilde coleção

Mas agora deixando um pouco de lado o mangá, você já se perguntou o porquê do titulo Berserk? Se não o fez, saiba que ele tem tudo a ver com o mangá.

Berserk ou Berserkers eram guerreiros nórdicos famosos por sua devoção ao Deus Odin, e pela brutalidade e fúria na qual lutavam nos campos de batalhas portando apenas machados e os peitos nus, só podiam ser contidos quando decapitados ou mortalmente feridos, já que em alguns caso até mesmo a amputação de membros não os continham durante a batalha.

Se você já leu e gostou tanto quanto eu do mangá, acredito que vai ficar muito feliz em saber que ele gerou 2 games, sendo um lançado para o Dreamcast no ano de 1999 com o titulo de Sword of the Berserk – Guts’ Rage. Com uma história spin-off ambientada entre o volume 22 e 23 do mangá.

No ano de 2004 foi a vez do PlayStation 2 receber um jogo da franquia, o Berserk: Millennium Falcon Hen Seima Senki No Sho, onde contava a história após o eclipse ocorrido no volume 13.

Por outro lado em 2016 Guts voltou as consoles com Berserk and the Band of Hawk, para PlayStation 4 e PC. Dessa vez o jogo era voltado ao gênero “musou”, que ficou popular com a franquia Dynasty Warriors.

São todos ótimos games e conseguem entregar tudo aquilo que o fã do mangá queria ver. Fora o fato de que destroçar tudo e a todos em seu caminho é muito divertido. Claro, que recomendo você ler o mangá antes de se aventurar, assim você consegue se divertir ainda mais – Eu espero ansiosamente que surjam ainda novos games, como talvez um de luta.

Um anime foi lançado de 1997 a 1998 e os três OVAS intitulado de Berserk Golden Age Arc que recentemente foram lançados, contando o encontro de Guts com o bando do Falcão, além de uma passada de leve sobre o passado do personagem.

Posso dizer que esses três OVA’s são a melhor animação que você irá conferir sobre o mangá.

Mas nem tudo são flores, infelizmente em 2016 fomos surpreendidos com um novo anime de Berserk. Sinceramente, se era para fazer aquilo que não tivessem feito.

O anime foi produzido em 3D alternando com 2D, trazendo um aspecto “plástico” as cenas de ação. Fora o fato de terem censurado mamilos. Uma obra como Berserk deve ser visto na integra e sem choro. Só é interessante por dar continuidade na história e abordar arcos pós eclipse, mas no geral é bem ruim a animação.

É isso, torço para que esse resumo desperte sua curiosidade em ler o mangá, porque sem dúvida a obra merece muito mais atenção.

Fiquem com um AMV que eu criei utilizando trechos do Berserk Golden Age Arc e até mais.

Artista: Hatzel feat. Knob – Yoredet

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Cobertura da Brasil Game Show 2017 por Ivo Ornelas https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/10/20/brasil-game-show-2017-ivo-ornelas/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/10/20/brasil-game-show-2017-ivo-ornelas/#respond Fri, 20 Oct 2017 14:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/10/20/brasil-game-show-2017-ivo-ornelas/ Fala galera! Hoje vamos falar sobre o que vimos, gostamos, não gostamos e que jogamos na Brasil Game Show 2017. Sim, estivemos  lá no Expo Center Norte em São Paulo, na sexta-feira dia 13 de outubro e já deixo aqui meu agradecimento ao Diogo (Woo do Arquivos do Woo) pela força e a minha esposa (Cris) por ter me acompanhado no […]

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Fala galera! Hoje vamos falar sobre o que vimos, gostamos, não gostamos e que jogamos na Brasil Game Show 2017. Sim, estivemos  lá no Expo Center Norte em São Paulo, na sexta-feira dia 13 de outubro e já deixo aqui meu agradecimento ao Diogo (Woo do Arquivos do Woo) pela força e a minha esposa (Cris) por ter me acompanhado no evento. Mas vamos lá pessoal, tem muita coisa para falar sobre o evento. Bora lá!

Como todos devem saber, essa é a décima edição do Brasil Game Show. Um evento que começou pequeno em meados de 2009 e hoje se tornou a maior feira de games da América Latina. Com o aniversário de 10 anos, ela trouxe algumas personalidades importantes da indústria de games como: Hideo Kojima e Nolan Bushnell e outros, algo inédito aqui nas terras tupiniquins. Essa é a terceira vez que vou na BGS e agora já posso dizer que tenho uma “bagagem boa” para relatar o que tem de bom, o que pode melhorar e o que não é bom no evento.

Hora de ir a Brasil Game Show 2017                                                            

Sexta-feira chegou e lá fomos para o evento. Como não sou proprietário de um carro (ainda!) tive que ir de transporte público. Seguimos até o metrô Tietê, onde tinha sido informado que existiria transporte grátis, cedido pela BGS até o Expo Center Norte. Chegando ao metrô, acabei sendo informado do local onde ficava o ônibus e realmente lá estava ele. Tenho que dizer que o ônibus que fui era ótimo, não eram aquelas latas-velhas e tinha ar-condicionado e ainda por cima um carinha lá do estande Razer estava fazendo gincanas e distribuindo cupons para retirar brindes na própria estande da Razer. Até que foi interessante, para distrair o pessoal até a BGS que demorou uns 15 minutos.  Aos que foram de carro fui informando que o estacionamento estava custando R$ 40,00 o dia, se você for ver bem nem está caro, visto que por exemplo na minha ex-cidade em Santos a hora no estacionando é R$ 15,00.
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Os pontos positivos foram:
  • Transporte de qualidade
  • Sem filas
  • Organização da entrada no evento foi ótima
Os pontos negativos foram:
  • Acabei sabendo que no dia de imprensa não teve ônibus grátis
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Descendo do ônibus me dirigi ao local do evento. A fila não estava grande (não sei como foi nos outros dias!), mas na sexta estava tudo tranquilo e não tinha muita gente (até aquele horário!). Segui diretamente para entrada da imprensa onde fui atendido rapidamente e segui por um portão que dava acesso direto ao evento. Desta vez, ao contrário dos outros anos, não tive problema em passar o meu crachá com código de barras. Me lembro que no primeiro ano dava problema na hora de passar o código de barras do ingressos e tinha que ir até um central para imprimir um novo ingresso e a fila era monstruosa. Mas deu tudo certo e enfim entramos na BGS e lá estávamos.

A Entrada e Hideo Kojima                                                                             

Não adianta, por mais que você tenha-se acostumado a ir na BGS ao entrar a gente acaba ficando empolgado ao ver aqueles estandes, músicas, público, lojas e tudo mais… é como você tivesse indo pela primeira vez! Eu tenho que admitir que sempre me sinto assim quando vou entrar nela a cada ano, afinal meu sonho é ir na E3 um dia e enquanto isso o jeito é aproveitar a BGS. Bom, demos uma volta rápida no evento porque já eram 13:30hrs e o “Painel Kojima” estava marcado para às 14:00hrs e tínhamo-nos nos escrito para ver ele. Até que encontramos rápido o “Painel Kojima” e lá tinhas vários lugares para sentar e logicamente as primeiras fileiras perto do palco já estavam ocupadas.

…..

Antes da entrada do Kojima a banda “Vivalma” estava tocando algumas músicas temáticas de jogos e ao melhor estilo Heavy Metal. As únicas que reconheci foram do jogo Portal e do Mortal Kombat. O público não ficou muito animado com a banda, acho que a principal razão era a expectativa com a entrada Kojima, mas a banda era muito legal e tocava muito bem.

E finalmente a grande hora chegou e o Kojima entrava no palco e inicialmente tímido, mas com o tempo foi ficando mais confortável e simpático. E logo de cara foi apresentado ao público e fomos informados que ele receberia o “Wall da Fama” da BGS. Ele marcaria sua mãos no cimento, assim como acontece lá em Hollywood com os pés, como homenagem em ter ido ao BGS 2017. Logo depois ele respondeu algumas perguntas (umas 5 perguntas!) que foram selecionadas através da Internet e repassadas para uma tradutora japonesa, que repassa em japonês para ele. Algumas perguntas foram muito mal selecionadas para falar a verdade. Perguntaram para o Kojima a sua relação com o cinema e vamos sinceros… já lemos sobre isso 1 milhão de vezes em entrevistas em revistas e sites especializados. Deveriam fazer perguntas inéditas ou sobre curiosidades (espero que nos outros dias tenham sido assim!) de coisas que não sabemos. Mas no final o Kojima acabou tentando ser o mais claro e detalhado possível nessas perguntas para responde-las e ganhou um crédito bem legal sobre isso. De resto após as respostas ele se despediu do pessoal e foi embora.

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Os pontos positivos foram:
  • Interesse do Kojima em estar ali e responder da melhor maneira possível as perguntas, apesar de achar que ele percebeu que as perguntas eram superficiais demais
  • Banda Vivalma tocando tema do Mortal Kombat em Heavy Metal
  • Estrutura do Painel Kojima que estava linda demais
  • A reação do público em ver o Kojima (pessoal realmente estava empolgado!)
Os pontos negativos foram:
  • Perguntas mal selecionadas
  • Nem precisava ser inscrever no site para ir ao Painel Kojima. Não teve qualquer identificação para isso como avisado no site
  • Nenhum pergunta do público presente foi feita
  • Todo mundo ficou em pé o tempo todo mesmo com cadeiras para todos sentarem

A Hora dos Games                                                                            

Depois de sair do “Painel do Kojima” era hora da dar uma passeada e ver os jogos na feira. E logo de cara passei pelos estandes de indies. Tinha muita coisa boa lá, mas estava menor que os anos anteriores. Demos uma “bizolhada” em dois jogos que me chamaram atenção o Guts e o Skydome.
Para quem não conhece o Guts é um jogo de luta, mas diferente em partes dos ícones Street Fighter e Mortal Kombat. O jogo não tem barra de vida e para vencer as lutas é necessário “desmembrar os adversários”. Isso mesmo, você tem que arrancar braços, pernas e tudo do seu adversário para ganhar. Os gráficos e controles estão ótimos e o jogo me lembra de algum modo Killer Instinct na hora de bater nos inimigos. A principal parte que vi e reparei em quem jogava era a diversão. Nada como arrancar braços e pernas do seu amigo jogando do lado e rir até o fim. Um jogo super promissor e brazuca.


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Os pontos positivos foram:
  • Divertido
  • Ótimos gráficos e controles
Os pontos negativos foram:
  • O jogo deveria ser melhor divulgado nos sites brasileiros de games
  • Ninguém que conversei (amigos) sobre o jogo conhecia ele
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Skydome era outra surpresa. Eu já tinha visto ele ano passado e a evolução do jogo foi imensa e do estande também. Ano passado era um espaço pequeno, mas esse ano o estande era enorme e até cheguei a me perguntar se jogo era o mesmo. O game evolui muito do que foi apresentado ano passado. Para quem não conhece o Skydome, ele é praticamente um League of Legends brasileiro, mas com peculiaridades próprias. Sem dúvida uma das minhas apostas de sucesso em indies brasileiros.

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Os pontos positivos foram:
  • Evolução monstruoso do que foi apresentado ano passado
  • Estande lindo de se ver
  • Grande expectativa de sucesso
Os pontos negativos foram:
  • O jogo deveria ser melhor divulgado nos sites brasileiros de games. 
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Conversando com o Marcos Valverde do Passagem Secreta via Twitter, ele acabou me lembrando de um jogo muito bonito e ao melhor estilo Dark Souls e também brazuca. Ele se chama Black Iris. Vale a pena dar uma olhada:

Essas foram as principais coisas que vi nos estandes indies. Se você viu algo legal, não deixa de escrever aqui nos cometários.

Microsoft                                                                                                 

Como sempre os estandes da Sony e Microsoft estavam repletos de jogos e de pessoas. A hora que consegui chegar nesses estandes o evento já estava lotada e tive que usar minha habilidade de “observador” para analisar alguns jogos… porque jogar era impossível!
Talvez a maior surpresa do ano em questão de games lançados estava lá. O incrível Cuphead!! Já tinha jogado ele aqui em casa e digo que é um belíssimo shooting, com uma linda arte voltada as animações dos anos 30 e uma dificuldade que remete os “velhos jogos pedreiras” do Nintendinho e cia. E pelo que vi a galera estava MEGA INTERESSADA no jogo! Vi crianças, adultos, adolescentes, alienígenas jogando esse game incessantemente e deixando a fila quilométrica.

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Os pontos positivos foram:
  • Jogo super lindo e divertido
  • Dificuldade clássica e sem “molezinha”
  • Jogabilidade ótima
Os pontos negativos foram:
  • Não consegui jogar! Fila enorme! Microsoft poderia ter colocando mais estandes dele para jogar
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Uma das maiores surpresas no evento em questão de jogos que não conhecia ou tinha ouvido falar é o Super Lucky’s Tale (outro com fila enorme também!). Um jogo nos maiores moldes de Super Mario 64 e Crash Bandicoot. Gráficos lindos, cenários fantásticos e um personagem que me pareceu muito simpático. Em Super Lucky’s Tale você controla a simpática raposinha (que lembra muito o Tails!) podendo pular, atacar inimigos com seu rabo, carregar itens, encontrar itens, resolver vários puzzles e achar muitos segredos durante as fases. Será que a Microsoft finalmente acertou em um jogo desse estilo? Depois dos fracassos da Rare em fazer jogos assim para Xbox 360? Vamos aguardar! Lançamento é agora dia 7 de novembro. Fim de ano promete!


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Os pontos positivos foram:
  • Lindos gráficos
  • Cenários lindos e bem construídos
  • Personagem principal carismático
  • Grande surpresa para o fim de ano
Os pontos negativos foram:
  • Só para Xbox One
  • Não conhecia
  • Fila enorme e não consegui jogar
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Outros jogos estavam na estande como: Fifa 18, Sea of Thieves e DragonBall FighterZ

Sony                                                                                                          

Estande da Sony tava lá todo pimpão também! Vários jogos, mas os que mais se descaram na minha opinião foram: Keen da Cat Niguiri e Call Of Duty WWII e explico.
O Keen chamou a atenção logo de cara da minha esposa, fiquei intrigado com ele por não conhecer e fui dar uma olhada. Ele me interessou muito e para minha surpresa o jogo é brasileiro. O jogo mistura japão feudal, fábricas, robôs e coisas futuristas. O game me lembra uma mistura de Final Fantasy Tatics e Zelda, com apenas as utilização do direcional para se movimentar e atacar. Mas o que mais me chamou atenção e da esposa foi a arte, super atrativa e ainda mais para o público feminino. Eu curti bastante! Mas acabei não encontrando informações sobre a data de lançamento dele para PC e Ps4, mas espero que seja em breve.


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Os pontos positivos foram:
  • Jogos simples com visual super atrativo
  • Lembra Zelda com Final Fantasy Tatics
  • Ótimo para o público feminino
Os pontos negativos foram:
  • Não achei nada sobre a data de lançamento dele para Ps4 e PC
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Call Of Duty aí aí aí! Sei que muitos vão virar a cara, mas eu tenho um caso e amor e ódio com ele. Amor porque os Call Of Duty´s como: Modern Warfare 2 e Call Of Duty World At War na minha opinião são jogos fantásticos e fizeram a minha alegria anos atrás jogando online. E o ódio? Justamente porque depois dessas versões a franquia tem descido “ribanceira abaixo” em todos os quesitos.

Jogar MWF2 e CodWaW era uma experiência única de habilidade, risadas (Alow Clã GET! É o Aço! ) e muitas horas de diversão. Com o tempo e essa temática futurística de pulos e sair voando fez COD perder sua essência e acabou sendo superado e MUITO por Battlefield. E ainda mais no ano passado, quando Battlefield resolveu investir na primeira Guerra Mundial e foi um sucesso avassalador, acabando com o fraquíssimo Call Of Duty Infinite Warfare lançado no mesmo ano.  Até que a Activision se tocou que essa fase futurística já tinha dado tudo que podia e resolveu voltar ao ponto inicial onde COD com – Segunda Guerra Mundial.

Com isso minha expectativa no jogo voltou e não pude conferi-lo na BGS. O jogo voltou ao seu melhor estilo: gráficos bonitos, jogabilidade clássica, armas clássicas e sem pulos (aleluia!). Tudo aponta para um modo história que conta com elementos reais da Segunda Guerra Mundial: nazistas, tanques, mortes, armas clássicas, aviões de combate, cenários que existiram na guerra e muito… mas muito tiro. O que me incomoda um pouco ainda são as fases multiplayer serem pequenas demais e que acabam não criando uma alternativa de jogatina mais tática, fica tudo muito na “maluquice” de sair correndo que nem um louco e atirar. No MWF2 e CodWaW isso era muito equilibrado, afinal você em está em uma guerra e não é maluco de sair correndo em meio ao nada querer virar um “tiro ao alvo ambulante”. Em MWF2 e CODWaW era assim – Correu de graça! Morte na certa! E hoje me parece que correr que nem um maluco é normal em jogos FPS. Não tem muito mais tática! Estou no aguardo desse novo COD para dar uns “tirinhos clássicos de sniper” nos adversários e torço para que ele volte a sua raiz.


O estande da Activision (que só encontrei no final!) era um dos maiores da feira e ainda com uma lojinha clássica para os fãs de COD. Com bonés, camisas, canecas, pôsters e tudo mais. Quem é fã de COD ficou bem feliz com que viu. Tinha até uns caras vestidos de soldados da Segunda Gerra Mundial e não pude deixa de tirar foto com eles.

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Os pontos positivos foram:
  • Voltou as origens – Segunda Guerra Mundial
  • Sem pulos
  • Jogo para amantes de guerra
  • Ótimos gráficos e jogabilidade
Os pontos negativo foram:
  • Mapas Multiplayer muito pequenos
  • Sem qualquer tipo de estratégia – Corra! Morra! Corra! Morra!
De games foi isso pessoal! Depois disso chegou a hora de  comer e aqui fica uma curiosidade que poucos comentam e não posso deixar barato (eu gosto de comer e cozinhar!) que foi: – Área de alimentação.

Alimentação                                                                                                    

Como saco vazio não fica em pé fomos para área de alimentação. Tinha realmente muito opção de comida, mas infelizmente acabamos escolhendo uma ruim e digo: – MUITO RUIM. Fui almoçar na Wessel (entra no site e dá uma olhada!) e que para não conhece é uma marca de de hamburguês, carnes, salsichas e cia, com mais de 100 anos de tradição e muito boa por sinal e quando posso compro no supermercado. Eu pedi um hambúrguer e a esposa um cachorro-quente e digo para vocês: – Estavam horríveissss! Meu hambúrguer tava com gosto estranho (medo de comer algo estragado! Já fiquei 7 dias internado por comer Mc Donalds estragado >..<!) e o cachorro-quente da esposa tava com o pão queimado e duro. E ainda por cima paguei caro pelos dois! Será alguém também passou por esse problema? Minha esposa levantou a hipótese de ali ser somente algo como o nome Wessel e não realmente a empresa (enganação?!). Mais tarde acabamos comendo uns yakisoba com uns guiozas, que também não estavam lá muito bons, mas dava para comer… mas BEM melhores que qualquer coisa dessa Wessel.

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Os pontos positivos foram:
  • Grande variedade e espaço
Os pontos negativos foram:
  • Comida horrível da Wessel
  • Preços caros

Nolan Bushnell                                                                                                  

E chegou um dos momentos que me surpreenderam completamente na BGS e o melhor de todos sem dúvida. O “Meet and Greet” com Nolan Bushnell. Vou ser sincero, eu já tinha perdido a noção de tempo na BGS e o horário do “Meet and Greet” com o Nolan, que era às 17:00hrs e já estava desistindo (imaginando uma fila monstruosa!), até que minha esposa me informou do horário (eram 16:00hrs ainda!) e lá fomos. Acabamos chegando com 1 hora de antecedência e para nossa surpresa o pessoal da BGS tinha nos informado que não tinha mais espaço para entrar. Mas nessa hora fui insistente e fui até a fila e percebi que não tinha quase ninguém lá ainda (pessoal informou errado!). Entramos na fila e lá ficamos até a hora de ver Nolan Bushnell.

Caso você não conheça Nolan Bushnell, ele é simplesmente o criador do Atari e possivelmente o da indústria de videogames caseiros. Mas voltando, ele chegou todo simpático e até orientou os organizadores que não ficaria sentado e sim em pé para receber todos para as fotos (humildade). Tenho que dizer que ele é um simpatia em pessoa, ele dançou, brincou, abraçou todos e parecia MUITO feliz ali. Até um pouco antes ele fez alguns comentários no microfone, agradecendo todos e dizendo que videogames eram isso: – A reunião de todos para diversão. Vi várias pessoas com seus Atari’s em mãos para ele autografar e era nítida a felicidade deles. Quando chegou nossa hora cumprimente-lo o agradeci por tudo em meu inglês “fajuto” e ele nos cumprimentou fortemente e posou para um foto com a gente. E ainda assinou meu livro sobre o Atari =) Realmente foi uma honra pode ver esse cara e agradecer ele. Videogame é uma das minhas paixões e como certeza estarei com a mesma idade dele um dia (74 anos) e feliz por estar nesse meio junto com as pessoas que amo. Tenho que muito em agradecer a insistir da esposa em ir ver ele, talvez nunca tivesse passado por esse momento se não fosse ela.

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Os pontos positivos foram:
  • Nolan super receptivo e animado
  • Atendeu todos de pé
  • Tirou fotos com todos
  • Autografo para todos
  • Fez questão de cumprimentar cada um
Os pontos negativos foram:
  • Organização atrapalhada

Final                                                                                                      

De final dei um volta nos arcades que estavam por lá e joguei Daytona (Amo esse arcade!). Tenho que dizer que os arcades estavam muito fracos perto do ano anterior. Quem foi ano passado viu a imensidão de que tinha, apesar dos problemas nos controles. E a galera curte mesmo ficar lá jogando o dia todo (vi isso em relatos do ano passado!)..

….

Depois fui fazer uma comprinhas básicas em algumas lojas, mas ainda sim vi que os preços lá eram meio caros (sou chato com preços!) Vi por exemplo que na Americanas um jogo de PS4, como por exemplo MegaMan Collection, estava sendo vendo a R$ 149,00 e no site a R$ 69,00. Como isso? Por ser um feira de games, eles deveriam fazer preços melhores. E assim estava o preço de outros jogos também. Meu aviso é! Fique esperto nos preços! Não é porque você está em um evento de games que tudo vai sair barato… pelo contrário! Pode sair mais caro.  Mas no final comprei algumas revistas, uma camisa do Cod, um Hodor de porta (Hodor para segurar a porta! Entendeu?), peguei alguns brindes e fim.

E para fechar com chave de ouro acabei encontrando o Vovô Gamer! Não sabe quem é ele? Outro dia tava compartilhando essa reportagem (minha esposa que enviou!) com o pessoal e já adianto, mais um tiozão super simpático e que nos recebeu e conversou mesmo trabalhando na hora no estande da Sony. Conferia a matéria sobre ele aqui: Vovô Gamer


    

Opinião Final                                                                                                      

O BGS desse ano teve seus pontos positivos, muito mais que pontos negativos. Eu tenho percebido que a cada ano a parte de PC tem superado a de consoles caseiros e isto ficou evidente esse ano. Mas essa é a tendência no futuro, mesmo com algumas pessoas reclamando disso.
Mas em um contexto geral foi um ótimo eventopode melhorar CLARO, mas ainda sim é um local para você passear e se divertir em relação a games no Brasil e América Latina. Fiquei muito contente com a vinda dessas personalidades para o evento e espero que se repita nos próximos anos e quem sabe venha um Shigeru Miyamoto, David Wise e entre outros. Não consegui ver o Ed Boom esse ano, mas fiquei feliz em poder ver o Nolan e o Kojima que apesar do pouco tempo fizeram um grande impressão por onde passaram.

Eu ainda insisto que o evento deve ter mais espaço para pequenas lojinhas de fãs, mais arcades e espaços para jogatinas caseiras de retrogames e quem sabe abertura de pequenas áreas (mini estandes) para blogueiros e sites poderem fazer suas reuniões ali. Sei que o isso envolve custo, mas existem 1000 maneiras de resolver isso.

Parabéns ao pessoal do indie brasileiro. Vi uma evolução enorme em questão de jogos do ano passado para esse. Fique feliz em ver que o mercado brasileiro de games está evoluindo.

Bom pessoal, fica aqui meu relato sobre a BGS 2017. Espero que tenham gostado e não deixem comenta logo abaixo. Fica novamente aqui meu agradecimento ao Diogo e a Cris por toda ajuda e paciência. Nos vemos ano que vem! Grande Abraço, Ivo.



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