Arquivos Game Boy - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/game-boy/ Um pouco de tudo na medida certa Fri, 11 Apr 2025 16:34:52 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Game Boy - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/game-boy/ 32 32 Bubble Ghost Remake | Não é o primeiro Remake de Bubble Ghost https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/04/11/bubble-ghost-remake-nao-e-o-primeiro-remake-de-bubble-ghost/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/04/11/bubble-ghost-remake-nao-e-o-primeiro-remake-de-bubble-ghost/#respond Fri, 11 Apr 2025 16:34:52 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=19856 Remakes… Qual o tempo necessário para um jogo antigo precisar de um remake? Independente das razões… Dá pra chamar jogos como o Super Mario All-Stars e Ninja Gaiden Trilogy (ambos do SNES) de remakes? Enfim, mesmo nessa época, já haviam remakes, como os de Dragon Quest I, II e III no Super Famicom, ou o […]

O post Bubble Ghost Remake | Não é o primeiro Remake de Bubble Ghost apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Remakes… Qual o tempo necessário para um jogo antigo precisar de um remake? Independente das razões… Dá pra chamar jogos como o Super Mario All-Stars e Ninja Gaiden Trilogy (ambos do SNES) de remakes? Enfim, mesmo nessa época, já haviam remakes, como os de Dragon Quest I, II e III no Super Famicom, ou o Mega Man: The Wily Wars, no Mega Drive. O que leva esses remakes a serem feitos? Apenas capitalização na nostalgia, ou genuíno desejo de atualizar mecânicas que ficaram desatualizadas? (Dragon Quest por exemplo, quando ele chegou no NES, recebeu algumas melhorias em relação a versão de Famicom, mas mesmo em 1989 ele já era um jogo um tanto defasado, comparado a jogos como Phantasy Star e Final Fantasy (só pra lembrar, tinha menu pra SUBIR ESCADAS no DQ de NES.).

Claro que alguns “remakes” como Last of Us Part 1 não estão lá pra capitalizar na nostalgia nem era necessário, já que a versão remasterizada do PS4 era perfeitamente jogável no PS5. E a versão de PS5 tinha menos conteúdo que o original de PS3. Por outro lado, mesmo um remake “desnecessário” (entre aspas, porque o original é perfeitamente jogável hoje em dia) pode trazer melhorias, como o Resident Evil 4 Remake. Alguns, acertam em cheio o objetivo de tornar um clássico disponível em plataformas modernas, como Shadow of the Colossus Remake (PS4) e Silent Hill 2 Remake (PS5/PC), outros acabam tendo algumas alterações visuais que acabam sendo negativas, como o Demon’s Souls de PS5, ótimo jogo como o de PS3, mas a escolha de arte da Blue Point foi infeliz, tornando ele um pouco inferior ao original.

E será que vale a pena mudar tanto um jogo, a ponto da experiência ser totalmente diferente da original, como aconteceu como Final Fantasy 7 Remake (e o Rebirth), ou o ideal é colocar o jogo em uma engine nova e preservar o máximo do original, aparando algumas arestas, como aconteceu com Persona 3 Reload e Yakuza Kiwami (e Kiwami 2)? Será que só jogos clássicos famosos main stream merecem remake, ou jogos menos conhecido também merecem um lugar ao sol com uma roupagem nova?

Essa discussão me veio a cabeça quando a Selecta Play e o Nakama Game Studio anunciaram um remake de Bubble Ghost, um jogo que eu era totalmente não familiar, que surgiu lá em 1987, no Atari ST, com versões para Commodore Amiga, DOS, Commodore 64 e outras plataformas na época… E Alguns anos depois recebeu a sua única versão de consoles caseiros, um porte de Game Boy que até apareceu anos atrás na Games Done Quick. Quando eu recebi o Bubble Ghost Remake, decidi procurar alguns gameplays pra ver como o original se compara ao remake… E então descobri que esse NÃO É O PRIMEIRO REMAKE DE GHOST BUBBLE. Em 2003, o jogo recebeu um estranhíssimo remake para PC’s. Digo estranhíssimo, porque a arte é completamente estranha comparada com o jogo original. Mas enfim, curiosidade saciada, eu fui lá e joguei Bubble Ghost Remake, e você vai ler a nossa análise agora.


Voltando da guerra pra salvar a bolha…

Você é Heinrich Von Schinker, um famoso inventor que vive no norte da Inglaterra. Suas invenções revolucionárias lhe deram uma fama global, graças a essa fama, ele conheceu uma adorável jovem chamada Sofia. Após conversas sobre temas como adaptações animadas de jogos eletrônicos, qualidade de roteiros em Hentais, e a preguiça de desenvolvedores que querem faturar rápido em trends como clones de Vampire Survivors, os dois decidem se casar e viver no castelo de Heinrich. Ao invés de fazer como todo inglês e fazer filhos e os criar a base de comida ruim (UAU, SANCINI, PARABÉNS PELA ÓBVIA PIADA DE “COMIDA BRITÂNICA RUIM”, VOCÊ É UM GÊNIO DA COMÉDIA), eles decidem criar animais no castelo…

Como eles vão criar a porra de um elefante dentro de um castelo, não sei, mas divago. Voltando a história. A vida era boa, de dia, Heinrich e Sofia cuidavam dos animais, tomavam chá as 5 da tarde enquanto assistiam “Malhação”, mostrando os animais que a bebida dos jovens é o SUCO ESPERTO e que se quiser uma vida sem dramas imbecis, deve-se passar longe do Colégio Multipla Escolha, e a noite, Heinrich e Sofia faziam sexo por três minutos antes de dormir. Ou algo do tipo.

Porém essa vida pacata foi interrompida quando Heinrich foi chamado pra guerra. Que guerra? Não sei, talvez seja a guerra contra a liberdade de expressão que assoma a Inglaterra, onde se você disser a coisa “errada” na Internet, a polícia pode aparecer na sua casa e tentar te prender por pensamentos errados. COMO EU QUERIA ESTAR BRINCANDO A RESPEITO DISSO. Enfim, Heinrich foi chamado para prender gente que faz piadas na internet e a despedida entre ele e sua esposa foi cheia de lágrimas. Algum tempo depois (presume-se que alguns anos no mínimo), Heinrich volta a seu castelo… Como um fantasma. Sim, Heinrich bateu as botas, foi de Americanas, cruzou o véu, ou em termos chulos, MORREU… Provavelmente esfaqueado por algum imigrante ilegal… Como eu queria que essa parte de esfaqueamentos por imigrantes ilegais fosse uma piada e não uma coisa que acontece na Europa…

Enfim, Heinrich voltou pro seu Castelo, querendo encontrar sua esposa, Sofia. Porém, a primeira coisa que ele encontra, é uma bolha misteriosa. Por alguma razão, ele consegue mover a bolha com sopros suaves, mesmo estando mais morto que minha conta bancária. Outra coisa que ele descobre é que por algum motivo, os animais do castelo e suas invenções querem estourar essa bolha, então Heinrich deve a guiar para a liberdade. Com todas as piadas que fiz nesse resumo do jogo a parte, acho fascinante que deram uma explicação e um roteiro fofinho a um puzzle simples lançado para PC há quase 40 anos. O roteiro é previsível por assim dizer, e dá pra adivinhar o que é essa bolha, antes mesmo da revelação na última batalha contra chefes; Diabos, eu cheguei a essa conclusão LITERALMENTE QUANDO HEINRICH ENCONTRA A BOLHA.

Simples de entender, difícil de dominar

Bubble Ghost Remake é em seu cerne, um jogo extremamente simples. Você é um fantasma que precisa levar uma bolha até o fim dos estágios, evitando armadilhas e inimigos. A bolha é frágil e qualquer toque a estoura, mas o fantasma é invencível e pode entrar em paredes, tocar inimigos, etc. Como você leva a bolha? Assoprando-a. O jogo tem dois tipos de controles, um manual e um semi-automático. O semi-automático, o fantasma ajustar o ângulo de assopro conforme a posição dele em relação a bolha, então você só precisa se posicionar em relação a onde quer assoprar a bolha. É complicado de explicar, mas o jogo explica com tutoriais simples. Esse sistema semi-automático não é perfeito, porque as vezes, você precisa se reposicionar aqui e ali.

O modo manual, você usa os botões do mouse pra ajustar o ângulo, alterando em 45 graus a direção que o fantasma vai assoprar. Funciona bem o suficiente, mas jogar no touchpad do notebook é uma desgraça, como toda coisa de touchpad. O shift faz com que o fantasma gire 180º, que pode ser útil em algumas ocasiões. A invencibilidade do fantasma pode te permitir ver um pouco adiante em cenários que não são em uma tela, mas o jogo não permite a mamata total, porque se você for longe demais, a bolha estoura.

Difícil, mas com fator replay excelente (e extras)

Não se iluda. Mesmo na dificuldade “Easy”, o jogo vai fazer você xingar feito a Lady do Devil May Cringe (O que diabos foi esse assassinato de personagem que fizeram com a Lady no Devil May Cry do Netflix? PUTA QUE PARIU, VÁ SE FODER, ADI SHANKTAR), enfim, voltando ao jogo. Bubble Ghost Remake oferece três níveis de dificuldade, “Difícil”, “Mais Difícil” e “Você está de Sacanagem Comigo”, sendo que o “Você está de Sacanagem Comigo” é desbloqueado quando terminamos no “Mais Difícil”… Tá, as dificuldades são “Easy”, “Normal” e “Heroic”, mas não tem NADA de Easy na dificuldade fácil desse jogo. Você só tem mais pontos de respawn e os inimigos são menos agressivos.

Como fator replay, o jogo oferece o modo Speedrun, para pessoas que tem BOLHAS DE AÇO (sacou? Bolas de aço, mas o jogo é de soprar bolhas, COMÉDIA). e caso você queira ainda mais replay, o jogo lhe oferece a oportunidade de jogar as fases do jogo original de 1987 com os gráficos atuais, oferecendo assim basicamente dois jogos pelo preço de um. E para aqueles que gostam de exploração, o jogo possui coletáveis nas fases, mostrando mais da lore de Heinrich, sua esposa Sofia e seu castelo.

Belíssimo e bem traduzido

Uma das coisas que me chamou bastante a atenção no jogo, é o trabalho de localização do jogo. As cutscenes do jogo são narradas em forma de poema, então seria muito fácil o tradutor simplesmente traduzir o texto e pegar o cheque (nossa, pegar o cheque entrega a idade VIOLENTAMENTE). Mas, não sei se por exigência da publisher ou pelo esforço do tradutor, mas os poemas foram traduzidos MUITO BEM, com as rimas e tudo, mantendo o sentido do original. Não sei se o tradutor usou o script em espanhol (que tornaria as coisas tecnicamente mais fáceis, já que assim como o português, o espanhol é derivado do latim) ou inglês, mas independente disso, parabéns ao Lucas Santana pela localização.

As cutscenes do jogo são absolutamente adoráveis, contendo um charme único, contando a história do jogo num formato de quadrinhos, percebe-se a intenção de expandir em um jogo tão simples, que era o Bubble Ghost original. Os gráficos de Bubble Ghost Remake receberam algo que não daria pra chamar de tapa, porque tá mais pra socão (tipo o Galatica Phantom do Ralf de KOF), porque o upgrade visual foi imenso e o jogo parece uma pintura de tão bonito. Cenários e sprites ultra bem desenhados, com o mesmo charme das cutscenes. Sim, o jogo poderia cair no marasmo de repetir cenários, já que ele se passa no castelo do protagonista, maaaas contém cenários variados, dando um toque especial a sua jornada.

A trilha, composta por Fran Romguer possui a essência e inspiração das músicas contidas na versão de Amiga (e do porte de Game Boy), além de algumas composições originais. São músicas caprichadíssimas. O jogo num todo mistura a vibe de solidão enquanto estamos lá sozinho, guiando a bolha, perigo, quando somos perseguidos pelo morcego nas transições, emoção na batalha contra chefes e alívio e conclusão, quando finalmente damos cabo do chefe final. (A vibe de solidão é justamente quando NÃO TEM trilha sonora).

ADQUIRA BUBBLE GHOST REMAKE

É raro eu falar assim, tão na cara que um jogo é excelente, mas sim. Bubble Ghost Remake é um projeto feito com amor pelo original, ainda que este não seja muito conhecido por quem somente viveu a era dos consoles. Sim, não é o primeiro remake de Bubble Ghost, mas é o melhor. E possui uma boa jogabilidade, é bastante desafiante, tem um fator replay excelente, coletáveis extras, belíssimos gráficos, uma boa trilha sonora, as fases do original usando os gráficos atuais e uma fantástica localização em português brasileiro. Recomendadíssimo. O Nakama Game Studio está de parabéns.

Nota final: 10/10

Bubble Ghost Remake está disponível para PC, Nintendo Switch e Playstation 5. Esta análise foi feita com uma chave cedida pela Selecta Play

O post Bubble Ghost Remake | Não é o primeiro Remake de Bubble Ghost apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/04/11/bubble-ghost-remake-nao-e-o-primeiro-remake-de-bubble-ghost/feed/ 0
Jogos de Game Boy que vocês precisam Jogar https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/11/06/jogos-de-game-boy-que-voces-precisa/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/11/06/jogos-de-game-boy-que-voces-precisa/#respond Wed, 06 Nov 2019 20:29:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/11/06/jogos-de-game-boy-que-voces-precisa/ Por Dane F. Santos Tudo começou com um anúncio de jornal. Era um belo dia e eu era “piquitita” quando resolvi comprar o já antigo Game Boy Color. A verdade é que sou uma fã confessa de jogos da Nintendo e quando vi a oportunidade agarrei na mesma hora. Com essa compra eu ganhei um […]

O post Jogos de Game Boy que vocês precisam Jogar apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Por Dane F. Santos

Tudo começou com um anúncio de jornal. Era um belo dia e eu era “piquitita” quando resolvi comprar o já antigo Game Boy Color. A verdade é que sou uma fã confessa de jogos da Nintendo e quando vi a oportunidade agarrei na mesma hora. Com essa compra eu ganhei um Mario, mas não me lembro muito dele embora tenha me rendido horas de diversão.

Não me lembro nem se cheguei a zerar, mas era bem bacaninha. Depois de um tempo consegui colocar minhas mãos em alguns cartuchos de pokemon. (Yellow e Silver).

LEIAM – Os meus Pecados Gamísticos Edição: RPG

Não tinha nada mais divertido pra mim de ter a impressão de que eu estava viajando enquanto capturava Pokémons e ia mais fundo no enredo. Nunca fui muito fã do anime, mas os jogos são muito perfeitinhos em vários sentidos. Acredito que o grande sucesso de pokemon tem como base sua imersão.

Pokemon é um marco e todo mundo sabe a razão de gostar e não gostar. Não parando no Pokemon acabei mais tarde jogando outros jogos de Game Boy e Game Boy Advance. Vou citar alguns jogos que marcaram minha vida nesses pequenos consoles (Não vou colocar pokemon na lista, pois seria muito óbvio).

Vamos lá

Game Boy Color

Esse jogo tem uma semelhança interessante com Pokemon, e embora não possamos dizer que é uma cópia fiel tem muitos dos elementos que nos acostumamos por lá. (O modo de batalha é a maior das semelhanças). O ponto alto dele não é o enredo. Claro que a história é legal e interessante, mas em alguns pontos o jogo se torna repetitivo. O meu interesse nesse aqui são os monstros.

Em pokemon eles são criaturinhas fofas ou legais. Já em Dragon Warrior Monster eles são simplesmente monstros.

Como assim monstros?

Eu explico: Sabe o tão popular unicórnio? O dragão comum e o dragão dos céus (Aquele que todo mundo conhece nem que seja do Dragon Ball). Então, esses monstros são alguns dos que você pode ter após “misturá-los”.

Quando se mistura dois monstros você ganha um ovo desses dois e cuida desse novo amigo. A questão é que aqui é muito diversificado. Em pokemon você não teria grandes variações. Já em Dragon Warrior Monster você quase nunca sabe o que esperar. O ponto negativo é perder os monstros que você tinha antes, então essa mistura deve ser feita com cuidado. Alguns monstros podem nascer super fracos ou super fortes dependendo da linhagem.

Outra coisa a se mencionar aqui são as magias: Cada monstro tem cerca de quatro magias típicas dele e a medida que a linhagem se estende os descendentes herdam os poderes dos pais, avós, etc.

Os monstros são divididos em nove categorias, essas divisões são chamadas de “famílias”. As minhas preferidas são as bestas (um simbolo de uma patinha), os dragões e os demônios (representados por um ícone de um tridente).

Game Boy Advance


Esse com certeza não é nada desconhecido, mas se você nunca deu uma chance ao The Legend of Zelda: The Minish Cap a hora é essa!

Pra mim ele só fica atrás do clássico The Legend of Zelda: Ocarina of a Time.

O ponto alto desse jogo é a jogabilidade. Boa jogabilidade, gráficos bonitos e enredo envolvente com certeza são uma marca registrada dessa série. O que difere cada jogo é a temática.

Aqui temos o Vaati como vilão, um aprendiz de mago que deseja poder e aquelas coisas que todo vilão deseja , Vaati usa um gorro semelhante ao de Link, mas aqui ele tem poderes mágicos que obviamente ele usa para o mal. O gorro do Link também não é o mesmo gorro verde de sempre, ele é outro mago que aconselha Link e no geral faz o papel que a fada do Ocarina of a Time fazia.

Aqui Link é uma simples criança que deve reforjar uma espada com a ajuda dos elementos para ter o poder de salvar a princesa Zelda que foi petrificada por Vaati. Cada elemento vai te render horas de jogo, stress, xingamentos e felicidade e os mini games pelo caminho vão te distrair bastante, incluindo a possibilidade de completar uma coleção de figurinhas que abrange todos os personagens que aparecem nesse game.

O interessante é que Link pode(e deve) diminuir de tamanho várias vezes usando o poder de Elzo (O gorro).

Sempre esqueço de mencionar, mas a tradução da Rom de Zelda Minish Cap pode ser facilmente encontrada na internet.

Game Boy Advance

Mega Man Zero é um dos melhores jogos que já joguei. O mais incrível é não usar o Mega Man. O Zero já brilhava desde o Super Nintendo e era meu personagem preferido.

Aqui ele é encontrado anos depois por uma cientista humana chamada Ciel. E pasmem: O Mega Man aqui é o vilão, mas obviamente não é o Mega Man de verdade, é apenas um clone que não deu certo. Não vou dizer o que aconteceu com o verdadeiro pra não estragar a experiência de quem ainda planeja jogar isso.

O ponto alto dele é a história,e também não posso deixar de citar a vasta coleção de armas em cada jogo. Aqui você não está restrito a espada do Zero ou ao famoso buster (o canhão de plasma), também é possível usar um escudo como proteção ou como arma, lançando-o nos inimigos.

Além disso temos uma lança e outras armas que vão aparecendo ao longo dos outros jogos. Também há os tais Cyber Elfos que podem ser usados de diversas formas. Alguns aumentam sua barra de vida, outros cortam metade da vida do Boss e outros atacam os inimigos, te ajudando no percurso. Não vou citar o resto das funções, porque são muitas.

Confesso que acho Mega Man uma série dos demônios. Jogar ela era querer morrer quatro vezes ao dia na vida real após cair de penhascos, ser esmagado ou levar alguns tiros. Porque para uma espécie de robô humanoide a defesa é uma porcaria mesmo sendo de material incrivelmente resistente.

Jogar Mega Man era uma tarefa muito árdua, e eu não apreciei tanto a experiência como em Mega Man Zero. Não que seja um jogo super fácil, achei o nível de dificuldade desafiador, mas que te dá prazer em jogar. Então sim, muitos fãs chatos acham esse game uma droga só por ter perdido sua suposta dificuldade monstruosa.

Acho que isso tudo é besteira, pra mim jogos são feitos pra causar nas pessoas relaxamento e momentos legais e não pensamentos do tipo “Por que diabos estou jogando essa *#$%+ ?!”

Game Boy Color

Esse é um game não muito lembrado quando falamos de Mega Man, afinal, além das limitações do Game Boy Color, por que jogar esse quando se pode jogar Mega Man Zero no Game Boy Advance?

A resposta pra isso é simples: Todo Mega Man é interessante não pela jogabilidade, até porque todo game da franquia segue a mesma linha: Inimigos, boss, pulos, etc.

Mesmo assim a história é cativante e cada fase tem seu charme. Esse jogo também tem uma boa tradução circulando a internet e minha intenção colocando ele nessa lista é lembrar aos fãs que o Mega Man Xtreme 2 existe e ele está chorando lágrimas de sangue por você nunca jogá-lo.

Nesse você pode escolher entre o Mega Man e o Zero. Jogar com o Zero é bem mais complexo já que aqui ele só usa seu sabre de luz ZWOOON! Então escolha sabiamente.

Para os fãs que gostam da dificuldade maluca da série esse vai agradar.

Game Boy Advance

Esse é um jogo muito divertido e dinâmico. Aqui você não assume o papel de Yu-Gi como era de se esperar, mas sim um personagem aleatório que é faz parte da turma de Yu-Gi. Assim você é… Você mesmo!

Essa é uma ideia que garantiu que os jogadores se identificassem com o seu próprio personagem. Montar o próprio baralho é uma das experiências mais divertidas, batalhar com Yu-Gi, Kaiba e praticamente todos os duelistas “supimpa” é bem bacaninha.

Confesso que a falta de um personagem feminino para dar escolha a mulheres é meio chato, mas meio que nós mulheres estamos acostumadas com isso. Fora os Pokemon mais recentes essa experiência não é muito comum. Também senti falta de gráficos mais bonitos na hora das batalhas.

É um jogo de Game Boy Advance, mas na hora de batalhar eu senti limitações na arte. Não que seja ruim, mas poderia ser melhor.

Game Boy Advance

Uma série que eu confesso não saber tanto a respeito como eu provavelmente deveria saber. Apesar disso ela merece ser citada aqui, já que mesmo que eu tenha jogado apenas esse, eu o considero um ótimo jogo.

O sistema de batalha de Kingdom Hearts: Chain of Memories é único, mas confesso também que as vezes senti preguiça da quantidade de batalhas que você tem que travar pra ficar forte o bastante para enfrentar os chefes e fazer o seu baralho crescer.

Apreciei os combos e gráficos. A história me foi confusa, mas isso é obviamente devido ao meu escasso conhecimento da série. Achei bem legal poder encontrar tantos personagens da Disney ao longo do game.

Ele é surpreendentemente longo e pode ter certeza que perderá muitas horas jogando.

Game Boy Advance

Essa série costuma ser conhecida apenas por fãs alucinados por um bom RPG. Golden Sun tem todos os elementos interessantes: Personagens carismáticos, enredo interessante, batalhas bastante divertidas, ótima jogabilidade e puzzles desafiadores.

Golden Sun tem uma tradução feita para a rom em português que tem o meu selo de aprovação. Nada foi deixado de fora, não me lembro de nenhum erro gramatical gritante e acima de tudo: Dá pra terminar o jogo sem nenhum bug.

O único ponto negativo que consigo considerar é a preguiça que nos domina após muito tempo de jogo. Passar por grandes mapas demanda tempo e isso se torna maçante com a quantidade de batalhas que temos que passar.

Game Boy Advance

Ah, esse com certeza é nostálgico,e alguns conhecem uma versão bem antiga dele, mas eu particularmente vivi bons momentos jogando esse.

A história é muito interessante. As melhores coisas da história não podem ser contadas para não perder a graça, mas resumidamente você é um aprendiz de um cavaleiro e não tem sua memória. Muitas coisas acontecem e Max, o protagonista é obrigado a liderar um pequeno exército chamado de Shinning Force.

Quando falamos em RPG tático Shinning Force não pode ficar de fora.

Os personagens tem história e são carismáticos, o desenrolar da história é muito interessante. Minha única reclamação desse jogo é a questão do dinheiro. Como a história te limita os inimigos é meio chato que alguns itens custem tão caro. Jogar esse jogo é como ler um bom livro.

Game Boy Advance

Summon Night – Swordcraft Story 2 é um RPG com história bastante interessante e recheada de momentos engraçados. Esse tem opção de escolha entre um garoto loiro e uma garota de cabelo rosa que ALELUIA não está praticamente pelada. Só aí já podemos dar a ele um troféu escrito: “Sim, você agrada a mulheres que jogam”.

Esse game tem um sistema de batalhas bem singular, onde a tela é similar a um jogo de plataforma.

Existe um ancestral que foi pioneiro nesse sistema de batalha, um jogo de Super Nintendo que infelizmente eu não consigo lembrar o nome. O mais interessante aqui são as armas e o seu companheiro ou companheira que foi “summonado” de outra dimensão ou coisa assim.

Vou repetir que esse jogo está recheado de cenas cômicas e com certeza vai te fazer rir. Existem 4 opções pra você escolher. Existe uma espécie de demônio que usa fogo pra lutar, uma espécie de garoto com orelhas de cachorro que usa vento, um robô e uma garota demoníaca.

A sua trajetória e diálogos dependem das escolhas, o que torna uma experiência única cada vez que você joga. As armas são fabricadas unicamente por você. Espadas, machados, brocas, lanças. Você mesmo deve achar “ingredientes” para fabricar as melhores armas.

O ponto negativo desse jogo ao meu ver está nas dungeons. Algumas são grandes demais e o processo se torna cansativo. Você acaba salvando em determinado ponto e depois nem faz ideia de pra onde estava indo.

Tirando isso é altamente recomendado que se ainda não jogou e for fã de RPGs jogue ainda hoje.

Game Boy Advance

Pra quem gosta de jogos de estratégia esse é um dos que não pode ficar de fora. Ele tem várias versões e até sei de animações com alguns dos personagens. Eu particularmente me amarro no simples que foi feito pra GBA, aonde a Lyn é a primeira protagonista e o Elliwood o segundo.

Ao invés de estar na pele do personagem principal você o acompanha na aventura. Primeiramente com Lyn, uma incrível guerreira de Sacae (Uma tribo cheia de pessoas que nunca mentem) que mais tarde toma parte em eventos maiores. Destaque aqui para o famoso Elliwood também, o ruivo mais gentleman dos games.

Os personagens são o ponto alto desse jogo. A imersão torna a experiência de jogar ele única. Os personagens parecem ter vida própria mesmo e em determinados momentos até conversam com você. Enquanto eles são lutadores incríveis você é uma espécie de estrategista que os ajuda a ganhar batalhas. Acontecimentos dos mais diversos o tornam um dos melhores pra mim.

Se eu colocasse defeito diria que ele limita bastante a liberdade do jogador. Você não tem opção de sair por aí explorando, apenas segue um roteiro e isso as vezes pode frustrar um pouco. O outro ponto ruim é que se um personagem morre em batalha: Ele morre de verdade! É fácil recrutar inúmeros personagens se você souber como, mas nem por isso todos são descartáveis. Afinal todos eles tem personalidade e dependendo de suas escolhas durante as batalhas os diálogos são interessantes. Não é legal perdê-los.

Game Boy Advance

O bom e velho sucessor de Mother 2 (Earthbound nos EUA). Esse é um dos jogos mais incríveis que já joguei. Algumas vezes fico com vontade e começo tudo de novo.

Ele é um RPG com humor característico da série. Alguns pontos são bem divertidos e outros muito comoventes. Os personagens controláveis mudam diversas vezes durante o enredo. Não consigo pensar em nenhum defeito nesse jogo.

A jogabilidade é boa, a história é incrível, os gráficos muito dignos. Há boatos que Mother 4 está sendo produzido por fãs da série e promete ser ótimo se ninguém dar fim ao projeto. Eu como muitas pessoas esperei ansiosamente pela tradução do Earthbound Brasil, levou anos, mas fizeram um trabalho incrível.

A espera valeu a pena. A tradução para o inglês também não é oficial, mas é muito perfeita. Seja como for, é impossível não curtir esse jogo se você gostar de RPGs.

Game Boy Advance

Certamente você já deve ter jogado outro “Piratas do Caribe” para GBA assim como eu, e se decepcionou bastante. Esse no entanto tem um personagem feito a imagem e semelhança de Jack Sparrow. O personagem até mesmo anda como ele e tem alguns de seus trejeitos. (Me amarro na hora que Jack abre baús de tesouro e dá pra ver os dedinhos dele tamborilando de ansiedade).

A grande sacada desse jogo não está na história em si, pois ela é bem fiel ao filme. Colecionadores vão gostar desse jogo. Há um número interessantes de tesouros para se colecionar em diversas ilhas.

Alguns desses tesouros são os chamados “tesouros legendários”, que conferem habilidades especiais ao Jack ou maior defesa/ataque. Para se encontrar os tesouros devemos pagar pelas informações, desbloqueando essas histórias (boatos) em portos e assim você saberá aonde procurar, embora nem sempre seja assim tão fácil. (alguns lugares do mapa são bem escondidinhos e difíceis de acessar, tem que estar atento).

Dá pra pilotar o Pérola Negra e customizá-lo, travar batalhas marítimas, pilhar navios. O ouro aqui é usado para comprar comida e rum para os tripulantes do navio. (Se você estiver em baixa nesses suprimentos terá um motim). Também é usado para comprar melhores canhões, velas e cascos para seu navio.

No geral você consegue roubar tudo isso de outros pobres coitados que cruzarem seu caminho no mar. O que você DEVE comprar são novas espadas para aumentar o ataque de Jack e novas camisas para aumentar a defesa.

Alguns personagens são inacreditavelmente fortes e sem uma boa arma/boa defesa se torna chatinho matá-los.

Game Boy Advance

Esse jogo é um caso de amor e ódio pra mim. Ele deixa muito espaço para o jogador fazer o que ele quiser. Isso é bom e ruim. Você não precisa passar de todas as fases do jogo para zerá-lo, entretanto se você ficar perdido é difícil chegar aonde realmente é obrigatório passar.

As únicas limitações do mapa são elementos que você deve coletar para adquirir certos poderes que eliminam obstáculos. Há várias missões que você não precisa cumprir, mas que após cumpridas pode ganhar prêmios muito bons. O que não gosto nesse jogo é a jogabilidade.

A história é boa, os cenários são interessantes e os inimigos oferecem desafio satisfatório. A trilha sonora também me agradou bastante. É uma pena que o Samurai Jack se movimente de maneira tão pesada.

Acho que a intenção foi dar um pouco de realismo aos movimentos do herói, mas eu particularmente não curti o sistema de combos. Não sou do tipo que decora movimentos com facilidade e isso me levava a apertar qualquer coisa na esperança de dar certo. Instintivamente eu consegui zerá-lo, mas isso realmente não me ajudou. Outra coisa que detestei na jogabilidade foi o pulo de Jack. Até mesmo o pulo duplo é considerado baixo após estarmos acostumados com Castlevania, Mario, Rayman ou QUALQUER outro jogo de plataforma.

Game Boy Advance

O primeiro é um pouco repetitivo, mas não deixa de ser um bom jogo. Esse da imagem acima é o II. Não tenho como colocar defeito nele. O meu único comentário negativo é que a trilha sonora podia ser melhor. Ele é um dos melhores RPGs que já joguei.

Ele te dá a chance de escolher o personagem que você mais se identificar e dar uma pequena customizada nele. O sistema de combate parecido com Zelda Minish Cap me atraiu bastante. (Eu já fico um pouco de saco cheio de mapas que as lutas são aleatórias.

Poder ver os inimigos e evitá-los ou lutar me interessa mais. A possibilidade de escolher torna menos cansativo.) As Dungeons são bem interessantes e os gráficos são bem bonitos.

Dá pra notar que alguns cenários foram feitos com muito capricho. Tenho muita consideração por esse jogo, mesmo com muita gente desvalorizando seu conteúdo. Os chefões aqui seguem esquemas de Zelda e Bomberman (Você precisa descobrir a sequência ou estratégias para vencê-lo, quase nunca é sair dando porrada.)

Ele foge um pouco da características de ter puzzles e deixa tudo mais pro lado da ação. Espancar os inimigos é relaxante. Aqui o modo como vai lutar depende muito da escolha do personagem. No meu caso sempre escolho o que parece um lobo.

Ele usa aquela arma que tem garras, como um Wolverine. Outros usam espadas e se não me engano há um arqueiro e um personagem que usa mágica. (Nunca saí escolhendo todos pra testar). Esse jogo é diversão garantida para fãs de RPG.

Se você está se perguntando se há alguma relação entre Shinning Soul e Shinning Force acertou. Há várias semelhanças nos dois mundos. A que mais consigo ver é a do aventureiro que sempre encontra o personagem principal em Shinning Force em suas viagens.

Em Shinning Soul II você o vê logo de cara (É impossível negar que se trata do mesmo personagem). Se não me engano os dois games são da SEGA para cobrir mais estilos de jogos. Devem compartilhar algumas pessoas na parte da arte e talvez no própria criação da história.

Game Boy Advance

Esse talvez seja bastante desconhecido ou subestimado por alguns jogadores. As pessoas preferem citar Fire Emblem quando falamos de estratégia no GBA e esquecem de jogos como esse.

Não os culpo, pois o modo de batalha de Fire Emblem é MUITO mais simples. Nesse aqui temos cartas, magias, e situações de recuo e avanço de tropas que tornam tudo meio confuso no começo. Muita gente desanima. O sistema de batalha é complexo e até pegar o jeito pode demorar um pouco.

O principal destaque ao meu ver é a arte. Personagens coloridos, carismáticos e expressivos fazem dele um jogo bem bonito.

Game Boy Advance

Tenho muita coisa bacana pra falar desse. Supondo que todo mundo conheça a série Final Fight, imaginem se beat’Em up famosa da Capcom possuísse elementos de RPG e não apenas pancadaria. Seria esse jogo. É possível encontrar ele totalmente traduzido para o português.

A trilha sonora é bem bacaninha, a história é boa e o personagem principal apesar de não ter muitos pontos de carisma ele não joga The Sims consegue cativar o jogador. Além disso descer a porrada em seres das trevas ao estilo Final Fight e no fim do dia ir procurar uma chave é bastante divertido.

O único defeito são pequenos obstáculos que você não conseguiria evitar nem se tivesse o sentido de aranha pela jogabilidade. No mais esse jogo é perfeito.

Game Boy Advance

Esse é um dos que mesmo que você zere vai jogar de novo algum dia. A melhor coisa de todas nesse jogo é a jogabilidade. Não é muito desconhecido, mas como o aracnídeo recebe um jogo cada vez que um fã respira achei que seria válido mencionar esse entre todos que foram lançados para Game Boy e Game Boy Advance.

Aqui você vai desarmar bombas, salvar reféns, e bater em muitos inimigos. Alguns inimigos são muito CHATOS. Daqueles que não são um grande problema, mas são irritantes. É difícil ficar perdido no cenário e o sistema de combo é bem simples e agradável de usar. Para desbloquear os melhores golpes temos que procurar pelo cenário.

O destaque é que não jogamos apenas com o homem aranha, mas com o Venon também. Cada um tem suas vantagens e desvantagens e apesar do Venon ser super-ultra-fortão eu gosto de jogar com o homem aranha já que gosto da velocidade com que ele se locomove pelo cenário.

Além disso não dá pra sair lançando teias com o Venon como dá pra fazer com o Homem Aranha.

Game Boy Advance

A série Metroid é bastante conhecida, mas sou obrigada a dar um destaque nesse game em especial pela fluidez com que o jogo corre. Em Metroid eu sou sempre a pessoa que encalha e fica estressada até entender pra onde deve ir. Já em Metroid Fusion apesar disso acontecer eu senti que o jogo foi muito mais agradável de jogar. A história é realmente muito interessante. Não gosto muito da temática espacial com aliens e tudo mais, mas Metroid é a fuga dessa regra.

Podemos ver de cara pela capa que o uniforme laranja e tão conhecido da Samus foi redesenhado Se você não sabe até hoje que temos uma heroína e não um herói vestindo a roupa laranja precisa parar de chamar o Link de Zelda também, por favor. Mas obviamente não foi desenhado dessa forma por simples arte. Tem sim uma história por trás, mas eu não vou estragar as surpresas.

A história é incrível, a trilha sonora completamente compatível, a jogabilidade maravilhosa… Se alguém reclamar de algo nesse jogo acho que vou dar uma bofetada no indivíduo.

Game Boy Color

O que dizer sobre esse jogo? Mais um Zelda, simplesmente isso. Sou muito fã da série e esse mesmo sendo de Game Boy Color merece ser mencionado.

Nem todo mundo acaba topando com ele já que existe um muro chamado “Zelda Minish Cap”. Não posso dizer que é meu preferido, mas o coitado é um bom jogo. Dê uma chance pro coitadinho do Link te distrair mesmo sendo limitado pelo console precário de qual ele faz parte.

Game Boy Advance

Esse vai gerar uma terceira guerra mundial, mas não ligo. TODOS os Castlevania feito para Game Boy Advance são ótimos. Cada um tem sua preferência, eu escolhi esse pra representar todos os Castlevania de GBA.

A história me encanta, a trilha sonora é uma das mais legais do console e os personagens são interessantes. O que mais valorizo além da incrível jogabilidade é a capacidade de poder usar várias armas e poderes.

Não vou me estender muito falando desse game, ele já é popular demais sem minha ajuda.

Tá procurando decorar seu cantinho gamer? Então convido a conhecer o perfil no instagram da Posterize. Criado pela Dane, responsável por essa colaboração no site, ela personalizar posteres em A4 do jeitinho que você quiser e por um preço mega amigo do bolso.

Clique na imagem e entre em contato hoje com a Dane, tenho certeza que ela ajudá-lo a decorar seu cantinho gamer e de maneira profissional.

O post Jogos de Game Boy que vocês precisam Jogar apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/11/06/jogos-de-game-boy-que-voces-precisa/feed/ 0
TOP 5 Jogos de Game Boy Clássico | Sem Pokémon https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/10/17/top-5-jogos-de-game-boy-classico-se/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/10/17/top-5-jogos-de-game-boy-classico-se/#respond Thu, 17 Oct 2019 13:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/10/17/top-5-jogos-de-game-boy-classico-se/ São tantos jogos recentes que às vezes tudo que eu queria era algo simples e que me desse uma sensação boa ao terminar. A ideia de jogar deitado, com fones e numa telinha pequena sempre me atraiu, assim como a simplicidade dos jogos, que devido ao hardware limitado, precisavam ser criativos para serem interessantes. Aqui […]

O post TOP 5 Jogos de Game Boy Clássico | Sem Pokémon apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>

São tantos jogos recentes que às vezes tudo que eu queria era algo simples e que me desse uma sensação boa ao terminar. A ideia de jogar deitado, com fones e numa telinha pequena sempre me atraiu, assim como a simplicidade dos jogos, que devido ao hardware limitado, precisavam ser criativos para serem interessantes.

Aqui listei cinco joguinhos desse console que merecem sua atenção. Seja por serem ótimos ou por representarem muito bem o Game Boy. Aproveitem!

A lista está fora de ordem e eu fui atualizando conforme eu jogava.

1º Batman: The Vídeo Game (SUNSOFT, 1990)

Reprodução: Internet

Essa versão baseada no filme possui o mesmo nome que um outro jogo lançado também pela Sunsoft no NES, porém é completamente diferente.

O morceguito incrivelmente usa uma arma (lol) e atira bolinhas ou batrangs nos inimigos, que vão desde bandidos comuns a robozinhos. Pra um jogo licenciado e ainda por cima no Game Boy, é incrível como ele consegue se aproximar da história do filme, incluindo algumas cutscenes simples que imitam a estética visual meio dark usada na versão de cinema.

Os sprites são pequenos e os gráficos usam poucos tons de cinza intermediários — algo bem comum nos primeiros jogos do portátil –, porém os controles são precisos. Além disso, o level design é justo e não te pune muito, possuindo ainda continues infinitos, caso você não seja um safado jogando com save state.

Reprodução: Internet

Sobre as músicas, o pessoal da Sunsoft está de parabéns. Alguns temas desse jogo são bem marcantes e vão te fazer querer voltar no tempo e jogá-lo na época do lançamento. Pra mim é talvez o grande destaque dessa versão.

Apesar de curto, “Batman: The Vídeo Game” ainda tem duas fases bem legais com o BatWing, onde você atira nos inimigos em scroll lateral no melhor estilo Gradius.

É possível terminá-lo em uma ou duas horas mesmo sem emulador, visto que ele não é tão difícil. É talvez um dos meus favoritos da plataforma.

2º Castlevania: The Adventure (KONAMI, 1989)

Reprodução: Internet

Aqui temos o primeiro Castelo da Vânia portátil. É difícil dizer se esse é realmente um bom jogo ou sequer uma boa recomendação, visto que ele tem qualidade para um jogo dos anos 80 feito pra um console simples, mas ao mesmo tempo peca em muitos fatores.

LEIAM – Super Nintendo no Switch Online | Ranking do Melhor para o Pior

A jogabilidade é bem travada, praxe em jogos antigos da série pré-metroidvania. Aqui, não temos os itens, limitando nossos ataques ao chicote, que tem o diferencial de ter power-ups, podendo até soltar bolas de fogo (?).

Reprodução: Internet

Como de costume dos jogos da época, temos poucas fases, porém da terceira pra frente o game fica quase IMPOSSÍVEL, principalmente por algumas armadilhas e pulos perfeitos que o jogo te pede.

Recomendo jogar em emulador (como se vocês tivessem muita opção né), pois o cartucho não salva. O jogo possui uma versão colorida que saiu em um dos Konami GB Collection. Jogue esse pra ver a evolução da série, e foque nas sequências feitas para o Game Boy.

3º The Legend of Zelda: Link’s Awakening (Nintendo, 1993)

Game Boy
Reprodução: Internet

Um grande clássico que nem sempre é tratado com o devido respeito. Feito por um time diferente e sem a influência do Miyamoto, Link’s Awakening trouxe muitas referências à outras séries da Nintendo, e aproveita maravilhosamente bem o hardware mais simples, sendo inclusive muito melhor que os dois primeiros jogos da série feitos para o NES e talvez, melhor que Link to the Past.

Game Boy
Reprodução: Internet

O mapa é incrivelmente complexo, as dungeons são bem trabalhadas e todos os diálogos e personagens são maravilhosos. Caso queira, jogue a versão DX, com cores e uma dungeon a mais feita pro Game Boy Color OU o remake de 2019 feito para o Nintendo Switch.

LEIAM – Raccoo Venture: Uma Aventura Nostálgica em 3D

A história dele também é muito influenciada pelo clima misterioso da série Twin Peaks, que fez sucesso no Japão na época de seu desenvolvimento.

4º Super Mario Land (Nintendo, 1989)

Game Boy
Reprodução: Internet

A primeira aventura portátil de plataforma do Mario. Aqui temos um dos jogos da primeira leva do console, por isso os gráficos são bem simples. Além disso, a física em geral do jogo é bem “dura” comparada a todos os jogos contemporâneos dele feitos para o NES. Ainda assim, vale muito jogar pelo desafio — já que o jogo não tem save — e pelas músicas. Foi a estreia da princesa Daisy na série, ainda que não tivesse sua aparência atual, definida somente no Nintendo 64.

Game Boy
Reprodução: Internet
Sobre a série Mario Land, sua melhor versão é realmente a sequência deste, que se assemelha mais aos jogos de SNES, porém esse se destaca por ter saído bem no iniciozinho da vida do GB, e por tentar coisas diferentes até então, como as fases de “navinha” com o Mario pilotando um aviãozinho.

5º Donkey Kong Land (série) (RARE, 1995)

Game Boy
Reprodução: Internet

Lançado já no meio da vida do console (que pra muitos seria o fim), o Donkey Kong Land original (e seus dois sucessores) fizeram um feito incrível: transpor os jogos de SNES que já usavam uma técnica absurda pra época de converter gráficos em CGI para sprites.

LEIAM – 5 Jogos de luta ruins que eu gosto

Pra mim, o incrível não foi só isso, mas sim criar cenários que mesclassem bem com os personagens 3D, sem ter a impressão de que eram apenas blocos encaixados, como acontece em muitos jogos da época.

Game Boy
Reprodução: Nintendo Life


Sobre a série para Game Boy, houveram alguns cortes, como um único macaco na tela ao mesmo tempo, enquanto que você se transformava nas montarias ao invés de… montar nelas. Aqui as fases tem a mesma temática, porém são bem diferentes da versão de SNES e fica especialmente lindo no hardware original, e isso vale para os três Donkey Kongs Land no GB.

Ah! A versão japonesa do DKL3 é colorida e exclusiva do GBC. Existe tradução para ela, inclusive.

Game Boy
Arquivo pessoal
Game Boy
Reprodução: Internet

OBS: Fuja dos ports portáteis da série Donkey Kong Country. Não são bons, seja no GBC ou no GBA, eles não têm a mesma personalidade pensada para o Game Boy como a série Land.

Game Boy
Reprodução: Internet

É isso, esses são cinco jogos essenciais do Game Boy original, feita especialmente pra você que acha que o console só tem Pokémon. Existem outras recomendações, como a série Dragon Quest, mas esses ficam melhores no Color e existem versões melhores em outros sistemas. Falem comigo no twitter (@horojoga) e me digam quais jogos do portátil da Nintendo faltaram na lista!

O post TOP 5 Jogos de Game Boy Clássico | Sem Pokémon apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/10/17/top-5-jogos-de-game-boy-classico-se/feed/ 0
5 Motivos para você comprar um Dreamcast https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/05/03/5-motivos-para-voce-comprar-um-dreamcast/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/05/03/5-motivos-para-voce-comprar-um-dreamcast/#respond Thu, 03 May 2018 17:21:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/05/03/5-motivos-para-voce-comprar-um-dreamcas/ Fazia algum tempo que não trazia um novo artigo da seção “5 Motivos para Comprar”, apesar de ter rascunhado vários deles, não os concluía por ficar na dúvida se esse tipo de artigo ainda interessava aos leitores do site. De qualquer modo decidi assim mesmo dar continuidade e, de acordo com o feedback que este […]

O post 5 Motivos para você comprar um Dreamcast apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Fazia algum tempo que não trazia um novo artigo da seção “5 Motivos para Comprar”, apesar de ter rascunhado vários deles, não os concluía por ficar na dúvida se esse tipo de artigo ainda interessava aos leitores do site.

De qualquer modo decidi assim mesmo dar continuidade e, de acordo com o feedback que este artigo receber, estarei trazendo sobre outros consoles. Então é isso, vamos aos motivos pelo qual você deveria investir seu suado dinheiro no Dreamcast, um dos meus consoles favoritos do passado.

Bicho, você não é obrigado a nada, relaxa, existe emulação para isso, caso não queira comprar um console. E não. Não tenho acordo com nenhum vendedor de consoles usado. Respondido suas dúvidas?

Show, então vamos lá conferir 5 Motivos para você comprar um Dreamcast

PREÇO

5 Motivos para você comprar um Dreamcast

Uma das coisas que assustam os interessados em adquirir um console da geração passada é o valor pedido pelos vendedores. Eles tratam sua mercadoria como objetos “raros” e pedem um preço exorbitante, principalmente se estiver na caixa com isopor e tal.

Por sorte algumas pessoas ainda possuem bom senso e vendem o console a módicos valores de 200 a 350 reais com controles e VMU (O Memory card do console), o que é um preço bem justo em minha opinião.

LEIAM – 5 Motivos para Comprar um Mega Drive

Mas infelizmente não existe uma formula mágica para se conseguir um preço que agrade a todos, exceto garimpar em sites como Mercado Livre, OLX e grupos de venda e troca no FB. Por isso recomendo que antes de comprar qualquer console, é bom não se deixar levar pela ansiedade de pegar o primeiro que surgir.

Pesquise por um tempo, acesse fóruns e sempre, mas sempre verifique a avaliação do vendedor no fórum, grupo ou seja lá onde você estiver pensando em comprar.

MANUTENÇÃO

5 Motivos para você comprar um Dreamcast
Todo console em algum momento vai precisar daquela manutenção marota, infelizmente. Mesmo que existam casos de pessoas que compraram o aparelho e nunca precisaram recorrer a manutenção, em outros, o sujeito teve de reparar após alguns meses de uso. É quase uma loteria, mas de qualquer forma é bom ficar esperto quanto aos valores das peças de reposições.

No caso do Dreamcast e demais consoles a disco, o problema mais comum ocorre não canhão de leitura. E os preços do leitor do DC costuma oscilar de 25 a 140, isso no mercado livre.

Queria entender o porque, mas é aquela coisa de oferta e demanda. Claro, uso o ML como parâmetro de preço por ser um dos sites mais acessados no quesito busca de peças pra videogame, mas você pode encontrar preços mais acessíveis em outros lugares também.

Por isso na hora de comprar recomendo que você sempre dê preferencia a consoles em bom estado e de vendedores bem avaliados.

CONTROLE

5 Motivos para você comprar um Dreamcast
Eu adoro o design do controle do Dreamcast, e o listo como um dos mais bonitos até os dias de hoje. E talvez o seu único problema era o fato de que quando se instalava todos os add-ons que encaixam no joystick, o controle se tornava pesado e levemente incomodo. Por sorte com apenas um VMU em cada controle você conseguiria jogar tranquilamente.

Não que o rumble pack fosse inútil, pois eu era louco que meu pai comprasse ele, mas quando tivemos um, não era tão legal e útil quanto imaginava. Só pesava mesmo.

Um detalhe curioso do Joystick é o fio saindo na parte debaixo e com um encaixe para ele nas costas do controle. Curiosamente não lembro de ter tido problema algum com o controle, creio que esse design foi pensado para evitar a quebra do fio. Coisa que era bem comum naquele tempo.

Bem, só posso dizer que adoro esse Joystick.

Uma parte importante de qualquer console dessa época eram seus jogos exclusivos, isso porque o multiplayer competitivo estava engatinhando ainda e os consoles ofereciam mais recursos para jogatinas locais.

OS JOGOS

5 Motivos para você comprar um Dreamcast

O Dreamcast oferecia entrada para até quatro jogadores simultâneo e inovava ao oferecer uma rede online, algo até então único nos consoles de mesa. Isso sem dúvida foi um belo diferencial, pois graças ao serviço, eu e um grande número de jovens tivemos acesso a salas de bate-papo, onde arrumava namoradinhas e combinávamos partidas.

Lembrando que naquele tempo a net era discada e só acessávamos o serviço depois da meia-noite, então podemos dizer que praticamente só jogávamos cooperativo offline aqui no Br, pelo menos nós que não podíamos pagar a conta de telefone alta.

Bem, mas vamos agora falar dos jogos da biblioteca do Dreamcast que fizeram a diferença em minha vida e talvez seja o motivo pelo qual decidi apontar 5 Motivos para você comprar um Dreamcast nos dias de hoje.

Sword of the Berserk

5 Motivos para você comprar um Dreamcast

É um dos meus jogos favoritos da plataforma, senão o melhor em minha opinião. Graças a esse título eu tive conhecimento da obra de Kentaro Miura, e hoje sou um fã confesso, mesmo que essa história do jogo seja apenas um spin-off esquecido.

O jogo é um hack’n slash onde você enfrenta vários inimigos de uma só vez, o que torna o uso da gigante espada “Dragon Slayer” muito divertido. Nada como cortar vários inimigos ao meio ou atirar com um canhão de mão e explodir o inimigo em pedaços. Certo, não era um jogo para crianças, e eu era um adolescente que ficou fascinado com o que era possível fazer no jogo.

LEIAM – Tudo o que Você precisa Saber sobre Berserk

Um ponto interessante é que o personagem Gutts, possui um medidor de fúria e quando cheio, não importava o lugar que você estivesse, ele conseguiria causar um dano monstruoso.

E se estivesse em lugares pequenos e apertado que antes a espada batia contra a parede, quando a barra ativado a barra de fúria, ele simplesmente ignorava a física e arrancava faíscas com a espada, atingindo o inimigo com uma fúria linda de se ver.

Sem dúvida é um jogo que deveria ser relançado nos dias atuais, mas que enquanto não acontece, é uma aquisição indispensável  e razão pela qual escrevi esses 5 Motivos para você comprar um Dreamcast.

The House of the Dead 2

5 Motivos para você comprar um Dreamcast

Foi um jogo que conheci através do disco com várias demos que acompanhava o console. Eu já conhecia o primeiro jogo por conta de matérias em revistas antigas, então quando pude ter acesso a ele foi só alegria.

Pode ser um título que não agrade a todos por se tratar de um rail shooter (o personagem segue um caminho já determinado e você só precisa destruir o que surgir em sua frente), mas é um dos bom. O título me garantiu muita diversão, principalmente por ser possível destruir várias partes dos inimigos na bala e o desafio.

Talvez jogá-lo sozinho possa não ser tão divertido devido a dificuldade, não é impossível terminá-lo jogando só, mas sem dúvida vai exigir de você. Os únicos pontos negativos desse título são a dublagem merda e a ausência de sangue, porque de resto é diversão garantida.

Com o fim do Dreamcast suas sequencias saíram em diversas plataformas, mas infelizmente conseguiu muita atenção por ser um gênero que não capta a atenção da garotada de hoje em dia.

Spawn In The Demon’s Hand

5 Motivos para você comprar um Dreamcast

É praticamente um Smash Bros, mas com armas e demônios e uma arena muito maior em 3D pra você percorrer. Foi um dos games que mais joguei com minha família e amigos.

O número de personagens conhecidos da HQ’s era outra coisa que me surpreendeu, pois foi a primeira vez que conferi todos eles juntos em game. Um ponto interessante é que os personagens possuíam especiais, sendo que se você estivesse controlando o Violator na forma demônio, você podia comer os inimigos matando-os instantaneamente.

O jogo era tão bacana que até no modo single era divertido de se jogar. É outro título que ficou restrito a plataforma e seria muito bem-vindo nos dias de hoje graças ao online. Sem dúvida esse é um game que merece a atenção de qualquer proprietário de um Dreamcast.

ChuChu Rocket!

5 Motivos para você comprar um Dreamcast
Foi um jogo que pensei bastante se o colocava aqui ou não, pois cogitava dedicar um artigo só para ele, mas mudei de ideia.

Esse jogo é simplesmente viciante e de longe um dos puzzle games mais desafiadores que joguei no console. Sem contar que o visual é uma fofura só.  Na época era possível você jogar contra jogadores em um modo competitivo que lembrava Bomberman, mas que ao invés de bombas você usava setas para enviar gatos ao desafiantes ou ratos para seus foguetes.

Quem vê o game de longe pode até se enganar com o visual cartoon, mas não sabe o que lhe espera. O jogo realmente te cobra raciocínio para que consiga avançar pelas fases que só se tornam mais e mais difíceis.

O jogo chegou a ser lançado para celulares com Android e iOS, e também saiu no Game Boy Advance.

Infelizmente hoje você não o encontra mais no Google Play, porque foi removido por alguma razão que não me dei ao trabalho de pesquisar – Eu chuto que seja porque a SEGA está relançando os jogos via SEGA Forever. Mas sem dúvida é um game que vale a pena ter no console e mereceu entrar na lista de 5 Motivos para você comprar um Dreamcast.

Shenmue

5 Motivos para você comprar um Dreamcast
É simplesmente a razão pelo qual algumas pessoas compraram um Dreamcast naquela época.

Um dos primeiros jogos mundo aberto com foco em uma narrativa, se é que dá pra considerá-lo pioneiro nesses gêneros. O jogo pode ser encarado como um RPG moderno, pelo menos é o modo como muitos costumam enxergá-lo, mas eu acredito que Shenmue foi um divisor de água para muito ou quase tudo que veio depois dele nas gerações seguintes.

LEIAM – Shenmue HD Remaster | Um clássico que vale a pena revisitar

O jogo era incrível visualmente e esse era realmente o objetivo da SEGA, oferecer um título que mostrasse todo o poder do console, para que eles pudessem bater o pau na mesa da concorrência e mostrar aos amiguinhos que ela tinha o maior… me refiro maior poder gráfico, calma!

Shenmue é um jogo bem longo e que nos dava liberdade para fazermos muitas coisas pela cidade, além de interagir com absolutamente quase tudo no cenário. Algo inédito até então.

Bem, infelizmente nunca terminei o jogo devido a um risco no disco 2… É, aquilo me deprimiu de tal forma por nunca conseguir ir adiante.

Por sorte ele irá ganhar uma remasterização para os consoles atuais, mas se você tem um DC, sem dúvida é um obrigatório.

Skies of Arcadia

5 Motivos para você comprar um Dreamcast

Aquele rpg de turnos que eu simplesmente não dava nada, mas como eu amo o gênero resolvi pegar em uma das locações de sexta-feira e fui surpreendido. Os personagens são incrivelmente carismático e a história realmente prende o jogador. Mesmo sendo um jogo baseado em turnos, o que não me incomoda em nada, talvez possa agradar você que não goste, pois o jogo não oferece um desafio extremo.

O jogo também não é gigantesco ao ponto de consumir horas e horas da sua vida, e consegue te divertir ao ponto de fazer com que você o jogue novamente mesmo após terminar. Dá pra dizer que se você já é um fã do gênero, será uma experiência única. É um must have para qualquer dono de um DC, e gosta de rpg.

O interessante a cerca desse jogo é que muitos o consideram como o melhor rpg do console, não que eu discorde disso, mas eu não tinha ideia de que o jogo era tão cultuado. E apesar de ser um exclusivo da SEGA, ele foi portado dois anos depois para o Game Cube onde recebeu o título de Skies of Arcadia Legends.

Read 2 Rumble

5 Motivos para você comprar um Dreamcast

Read 2 Rumble Boxing Round 2 é um dos meus jogos favoritos sobre boxe, senão o melhor que já joguei até os dias de hoje. É, eu sei que ele saiu para PlayStation e N64, mas o Dreamcast tem a melhor versão do jogo entre os dois citados.

Eu posso dizer que Read 2 Rumble seria uma versão melhorado do clássico Punch Out da Nintendo.

É quase impossível não lembrar desse clássico enquanto jogamos, e acredito que esse seja o motivo que torne o jogo tão especial. Ele não se leva a sério, tudo é uma galhofada só. E ver o seu personagem comemorar faltando dentes ou com a cara toda roxa não tem preço.

Talvez ele não seja um must play para alguns gamers, mas eu gosto tanto desse jogo que precisava indicá-lo. Se ainda não conhece, então dê um chance e garanto que vai se divertir.

Foram esses os 5 Motivos para você comprar um Dreamcast

5 Motivos para você comprar um Dreamcast

Eu não espero que ninguém saia daqui correndo comprar após ler os 5 Motivos para você comprar um Dreamcast. Esse tipo de artigo serve para relembramos um pouco do console e algumas das perolas que ficaram restrito a ele.

Foi o último console da SEGA durante a briga com o PlayStation 2 e Nintendo 64. Infelizmente depois disso ela desistiu e tornou-se uma Software house, produzindo jogos e portando títulos clássicos para outras plataformas.

Foi triste ver a SEGA sair da briga, principalmente porque o Dreamcast tinha um baita potencial. Um console que a galera estava conseguindo fazer emular outras plataformas como Game Boy e até mesmo o PlayStation. É, também fiquei surpreso.

LEIAM – 5 Motivos para Comprar um PlayStation 2

Um fato curioso é que alguns fãs estão produzindo jogos novos para o console, só em 2017 foram vários jogos. É ótimo ver que a comunidade de fãs ainda se dedicam a manter o console vivo.

Talvez os jogos não sejam razões suficiente para você comprar um console antigo, mas ele poderá ajudá-lo a encontrar alguns jogos bacanas para emular.

Tenho certeza que alguma pessoa pode se sentir motivada a adquirir o console, não só por ser bonito mas porque realmente  vale a pena ter na coleção, isso se você coleciona, oras. De qualquer modo foi muito bom escrever esse artigo e revisitar alguns dos jogos da biblioteca.

Espero que tenham ao menos se divertido com o artigo, e caso discorde de algo, sinta-se convidado a comentar ou mesmo apontar sua lista de jogos que valha a pena ter na plataforma.

O post 5 Motivos para você comprar um Dreamcast apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/05/03/5-motivos-para-voce-comprar-um-dreamcast/feed/ 0