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Corridas sobre zero rodas

O gênero de corridas de nave está presente em todos os consoles desde a 4ª geração, pelo menos no formato visual que estamos acostumados. Seu início “moderno”, por assim dizer, surgiu com o primeiro F-Zero, lançado para Super Nintendo em 1990.

Com naves que deslizavam por um cenário que forçava uma perspectiva 3D, tivemos um início de um nicho dentro do gênero de games de corrida, que recebeu outras formas por outras produtoras ao longo dos anos, sendo WipeOut um dos que mais se destacou.

LEIAM – Macbat 64 | Um indie com a cara do Nintendo 64

WipeOut por sua vez, chegou ao Playstation e ao DOS em 1995 (e no ano seguinte para o Sega Saturn), trazendo o gênero para um verdadeiro formato 3D, mas mantendo a estética viajada e futurista, característica intrínseca ao gênero. Como diferencial, temos a trilha sonora ao estilo Techno, bem popular na Europa na época de seu lançamento, o que fez com que o game original se popularizasse bastante por lá.

Hoje em dia, já tivemos mais algumas empreitadas nas corridas de nave. Games como Redout, Antigraviator, FastRMX e BallisticNG trouxeram mais variedade ao gênero, e agora temos Pacer, chegando nos consoles atuais e PC.

O verdadeiro sucessor de WipeOut e F-Zero

Originalmente, o game se chamaria Formula Fusion (o que pra mim seria um nome bem mais legal, sinceramente) e foi desenvolvido pela R8 Games para PlayStation 4, Xbox One e PC, com lançamento programado para 29/10/20.

Sua história de produção é bem bacana também. O game foi financiado por um Kickstarter, onde a desenvolvedora conseguiu angariar mais de £79.000, o suficiente para lançar Pacer como early access na Steam e 2015, ainda sob seu antigo nome. A escolha do nome atual do game só se deu quatro anos depois, sabe-se lá o motivo.

Sua premissa é de realmente ser um sucessor espiritual da série WipeOut, já que alguns dos desenvolvedores trabalharam no terceiro jogo da série na Psygnosis Leeds em 1999. Além disso, o estúdio de design The Designers Republic, responsável pelo visual clean de WipeOut 3, também faz o mesmo com Pacer.

Características do game

Pacer oferece o que se espera de um jogo do gênero: temos o Grand Prix, que possui diversas pistas que simulam os mais diversos locais, como cidades, florestas e mais. Todas supostamente se passando em algum lugar do mundo real mas obviamente mais futurista.

O design dos percursos deixa um pouco a desejar, principalmente se compararmos com o visual de games como F-Zero X no Nintendo 64.

Obviamente temos pistas muito bem desenhadas, com rampas bem íngremes e retas onde as naves atingem velocidades vertiginosas, porém fica um gostinho de quero mais, onde a impressão geral é de que faltou só uns dois pontinhos de inspiração para que os layouts das fases fosse nota 10.

A sensação de velocidade

Pacer

Por outro lado, a sensação de velocidade é incrível. Foi usada uma versão levemente modificada da Unreal Engine 4 focada em entregar essa impressão de que os veículos estão indo mais rápido do que nossos olhos podem acompanhar.

Isso pode ser bom ou ruim, dependendo da sua habilidade ou da pista escolhida. Por vezes, algumas curvas de praticamente 90º fazem que seja praticamente impossível passar por elas sem bater.

O turbo/nitro do game se enche ao longo do tempo. Isso difere muito de games como F-Zero, onde normalmente o turbo está associado ao seu escudo. Em Pacer, o uso do turbo é mais uma questão de estratégia, onde talvez seja melhor guardar sua energia para retas ou para se recuperar de uma falha ao longo da corrida.

Armamento variado

O jogo também não se limita a direção. Temos também diversos tipos diferentes de armas, que podem ser escolhidas pelo jogador antes de cada corrida.

Elas funcionam como num Mario Kart da vida: umas servem para atrasar os adversários e outras para se defender, porém na pista mesmo o jogador só pode pegar o armamento que escolheu antes da corrida, escudos de proteção ou turbos. Seus ícones por sua vez, possuem um design muito simplificado, tornando até um pouco difícil de entender o que cada um faz.

Isso me lembrou vagamente Blur, um game de corrida para o Playstation 3, onde os ícones das armas eram quase como arte abstrata. Aqui em Pacer sofremos o mesmo problema desse jogo da geração passada: o jogador acaba demorando um pouco pra entender o que cada item faz e isso atrasa levemente o aprendizado.

Um pequeno detalhe, eu sei. Porém caberia aqui uma possível melhora em futuras atualizações.

PACER
Não facilita também a customização até um pouco exagerada do armamento e das naves.

Temos um slot de arma pra cada lado da nave, onde cada um também possui dois slots de mods. Já a dirigibilidade fica sujeita à modificação de status como Motor, Manuseio, Frenagem, Antigravidade e Defesa.

Todos esses status podem ser salvos como configurações definidas pelo jogador, e é um pouco complicado e acredito eu até inútil ficar tentando customizar demais o veículo aqui, pois são mudanças estratégicas que surtem pouco efeito em corridas que duram menos de 4 minutos. A dica é: pegue a arma que mais lhe agradar e vá jogar sem pensar muito nisso, pois dificilmente a escolha do arsenal será o motivo de alguma derrota.

Isso me lembrou vagamente Blur, um game de corrida para o Playstation 3, onde os ícones das armas eram quase como arte abstrata. Aqui em Pacer sofremos o mesmo problema desse jogo da geração passada: o jogador acaba demorando um pouco pra entender o que cada item faz e isso atrasa levemente o aprendizado.

Um pequeno detalhe, eu sei. Porém caberia aqui uma possível melhora em futuras atualizações.

Trilha sonora tunts-tunts-tunts

Em relação a trilha sonora, temos excelentes músicas ao estilo Techno, que saem um pouco das batidas genéricas do gênero e possuem maior variedade de instrumentos.

Ainda que não deixem a desejar, infelizmente não se destacam tanto quando empregadas nesse jogo em particular, funcionando melhor quando são ouvidas no YouTube ou em seu player de música favorito.

PACER
Conclusão

Com diversas pistas, jogabilidade que demora um pouco pra aprender mas que compensa ao jogador por se dedicar, itens desbloqueáveis com progresso do jogo (como peças, adesivos para as naves, etc) e até mesmo tradução em português brasileiro, Pacer é um clássico moderno do gênero/nicho de jogos de corridas com naves.

Sua ambição foi grande para um jogo quase que indie, o que o coloca no que é chamado atualmente de Triple-I (Indie Indie Indie?!). Ser o verdadeiro sucessor de gigantes como F-Zero e WipeOut não é fácil e praticamente ninguém conseguiu marcar seu nome embaixo desse troféu, mas esse jogo tem todo o potencial para ser lembrado por isso.

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Esta análise foi feita com uma cópia do game para PlayStation 4, cedida pela produtora.

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Super Nintendo no Switch Online | Ranking do Melhor para o Pior https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/09/20/nintendo-switch-online/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/09/20/nintendo-switch-online/#comments Fri, 20 Sep 2019 12:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/09/20/super-nintendo-no-switch-online-ranking/ Em setembro de 2019, a Nintendo finalmente lançou seu “Netflix de Super Nintendo” para o serviço online do Switch. Caso você não seja um pirateiro safado, essa é a primeira vez que será possível jogar os clássicos do 16-bits no console híbrido mais recente da empresa. Como não somos bobos nem nada, fizemos uma lista […]

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Em setembro de 2019, a Nintendo finalmente lançou seu “Netflix de Super Nintendo” para o serviço online do Switch. Caso você não seja um pirateiro safado, essa é a primeira vez que será possível jogar os clássicos do 16-bits no console híbrido mais recente da empresa.

Como não somos bobos nem nada, fizemos uma lista dos games disponíveis nessa primeira leva, ordenados do melhor pro pior, e, de lambuja coloquei algumas dicas e curiosidades sobre os títulos.

Vamos lá.

1. The Legend of Zelda: A Link to the Past
Publisher: Nintendo / Desenvolvedora: Nintendo EAD
Lançamento: 13/04/1992

Switch Online

Dispensa apresentações. No terceiro Zelda, voltamos à fórmula original do primeiro, com visão de cima. Surpreendentemente um jogo muito mais difícil de se perder que o primeiro, com textos e indicações no mapa.

Não tem cheats, mas recomendo farmar muitos rupees logo cedo pra melhorar seu estoque de flechas e bombas na hora que encontrar o local apropriado para isso.

Também recomendo jogar sem guias/detonado, mas caso não tenha pegado nenhum upgrade até chegar no Dark World, aí sim talvez seja hora de dar uma pesquisada na internet, afinal de contas, as dungeons depois de adquirir a Master Sword são um pouco difíceis.

2. Super Mario World
Publisher: Nintendo / Desenvolvedora: Nintendo EAD
Lançamento: 23/08/1991

Switch Online

Facilmente o segundo melhor Mario de plataforma — perdendo para Super Mario Bros. 3 –, esse é o jogo que donos de SNES mais jogaram nos anos 90, visto que os consoles da Playtronic vinham com o cartucho dentro de um belo saco transparente em cima do isopor da embalagem.

Acho um ótimo jogo pra ensinar aquele seu sobrinho idiota que tem que segurar o botão de corrida o tempo todo, coisa que era natural pra gente que é mais velho, mas a geração touch-screen parece não ter sido educada para isso.

Mas falando sério, caso queira se desafiar, tente abrir todas as 96 saídas (e não fases). Pra saber qual fase tem mais de um jeito de passar é fácil: as que possuem bolinha vermelha no mapa têm saídas secretas, enquanto as de bolinha amarela possuem apenas um jeito de terminar.

3. Super Metroid
Publisher: Nintendo / Desenvolvedora: Nintendo R&D 1
Lançamento: 18/04/1994

Switch Online

Um título com temática mais adulta e que remete muito a série Alien. Obviamente você já deve ter visto a Samus em jogos como Smash Bros., mas sua série original é ótima e ouso dizer que o primeiro jogo bom é este.

Metroid 3” (título do jogo nos créditos iniciais) iniciou o gênero de exploração em mapas gigantescos, hoje conhecido como Metroidvania.

É realmente uma aventura a frente do seu tempo, com várias horas de duração. Recomendado para aqueles que não conhecem muitos jogos de SNES que não tenham temática infantil e fãs de ficção científica. A jogabilidade também é ótima!

4. Super Mario World 2: Yoshi’s Island
Publisher: Nintendo / Desenvolvedora: Nintendo EAD
Lançamento: 04/10/1995

Switch Online

Um verdadeiro trabalho de arte. Se Super Metroid brilha por ser um jogo sério, Yoshi’s Island faz a mesma coisa pelo motivo reverso: é um jogo bobo, com cara de ser infantil, mas extremamente gostoso de jogar.

Talvez o choro do Mario bebê encha seu saco, mas toda parte de plataforma e gráficos fazem você se perguntar por que gastou dinheiro com outras coisas ao invés de ter comprado esse cartucho na época.

Ainda sobre a parte gráfica, é incrível o que a Nintendo fez nesse game: sprites enormes, rotação e distorção de elementos do cenário… às vezes você esquece que é um game de SNES.

5. Super Mario Kart
Publisher: Nintendo / Desenvolvedora: Nintendo EAD
Lançamento: 01/09/1992

Aqui temos a origem de todos esses joguinhos de corrida com personagens famosos, que geraram até o desgostante Garfield Kart.

Pra nossa sorte, o trabalho da Nintendo no primeiro jogo do tipo foi maravilhoso. Certamente diferente em termos de jogabilidade comparado com iterações mais recentes da série, SMK é um jogo que só melhora conforme você vai entendendo seus controles.

Bater recordes no Time Trial é muito gostoso depois que já se zerou todas as copas, e o multiplayer, tanto no Battle quanto nas corridas, é ótimo até hoje. É a melhor opção pra dois jogadores nesse pacote.

6. Demon’s Crest
Publisher: Capcom / Desenvolvedora: Capcom
Lançamento: 17/11/1994

Um grande exemplo de jogos difíceis de seu tempo. Assim como Ghouls n’ Ghost’s — este sendo um spin-off dele– , é recomendado só para aqueles que procuram um desafio arrombado.

Mas caso esteja achando muito difícil, use esse password: TDGM JRMB DBWB ZWSB

7. Star Fox (SNES)
Publisher: Nintendo / Desenvolvedora: Nintendo EAD
Lançamento: 01/03/1993

Facilmente um dos títulos mais comemorados quando foi finalmente emulado com perfeição, Star Fox usa o chip SuperFX em seu cartucho pra gerar gráficos 3D que o SNES se peida todo pra rodar.

O framerate não é bom, mas é um ótimo jogo, além de demostrar a mágica que conseguiam fazer com o hardware simples do console.

8. Breath of Fire (SNES)
Publisher: Squaresoft / Desenvolvedora: Capcom
Lançamento: 10/08/1994

Sendo o único RPG dessa primeira leva, Breath of Fire não faz feio. Sim, é um jogo simples e talvez até um pouco datado, mas ótimo de se jogar. As sequências são melhores, sendo o 3 e o 4 incríveis demais no PlayStation 1.

Mas é uma excelente pedida para se encarar no serviço do Nintendo Switch Online.

9. F-Zero
Publisher: Nintendo / Desenvolvedora: Nintendo EAD
Lançamento: 21/11/1990

Ainda que versão de Nintendo 64 seja superior por razões óbvias, F-Zero de SNES é um dos melhores jogos de corrida no console, utilizando a mesma tecnologia Mode-7 usada em Super Mario Kart.

Diferentemente do jogo do Mario, aqui as naves correm em velocidades filhas da puta e parecem ensaboadas, sendo necessário usar os botões L e R para ajudar nas curvas.

Uma dica útil: quando encontrar uma rampa impossível de pular, tente segurar o direcional pra baixo durante o pulo. Existem três continuações com gráfico similar no Game Boy Advance.

10. Super Ghouls ‘n Ghosts
Publisher: Capcom / Desenvolvedora: Capcom
Lançamento: 28/11/1991

Temos aqui o que muitos consideram o jogo mais difícil — e talvez injusto — do Super Nintendo, mas isso não o faz ser ruim, muito pelo contrário!

Ghouls n’ Ghost’s e suas outras versões são famosos por essa dificuldade insana, e acredite, você vai penar pra passar da primeira fase. Recomendo para os maiores masoquistas da atualidade. Evite usar a função rewind ou save state para aproveitar o jogo como ele foi projetado!.

Aqui uma lambuja, um cheat para seleção de fases: Vá na tela de opções e deixe o cursor sobre “EXIT”. No controle 2, segure L + Start e enquanto isso, aperte Start no controle 1.

11. Stunt Race FX
Publisher: Nintendo / Desenvolvedora: Nintendo EAD
Lançamento: 10/10/1994

Outro jogo usando o chip SuperFX desenvolvido pela Argonaut. Foi usado aqui e em Star Fox, sendo que aqui fizeram um jogo de corrida bonitinho totalmente em 3D.

CONFIRAM – SUPER 800-IN-1 PRO | Análise do Flashcard de Super Nintendo

O modo para dois jogadores é limitado, mas também não dava pra pedir muito. As fases são legais e a diversão principal vem do modo time trial.

Vale como curiosidade sobre o uso do hardware.

12. Kirby’s Dream Land 3
Publisher: Nintendo / Desenvolvedora: HAL Laboratory
Lançamento: 27/11/1997 (!)

Um jogo que saiu bem tarde no SNES e por isso, foi pouco jogado. Uma pena, pois esse já é o Kirby que conhecemos, que suga os poderes dos inimigos e se aventura por fases enormes com múltiplos caminhos.

Diferente das aventuras anteriores e de Kirby Superstar, os gráficos aqui lembram mais o estilo de Yoshi’s Island.

Quem jogou os jogos mais recentes no Game Boy Advance, sabe o que esperar.

Os gráficos são lindos, levando o SNES ao limite.

13. Pilotwings
Publisher: Nintendo / Desenvolvedora: Nintendo EAD
Lançamento: 13/08/1991

Apesar de não ser muito chamativo, Pilotwings traz uma diversão rápida e simples com alguns mini games que se encaixariam perfeitamente em jogos atuais para celulares.

Quem gostar pode procurar as versões de Nintendo 64 e 3DS, todas muito boas para se jogar no Switch Online.

14. Kirby’s Dream Course
Publisher: Nintendo / Desenvolvedora: HAL Laboratory
Lançamento: 01/02/1995

Diferentemente dos outros da série, aqui Kirby funciona como uma bolinha de minigolfe.

Pela temática, eu acho ele um pouco mais difícil e complicado do que deveria ser. Ainda assim, é divertido do seu jeito.

Jogos similares a esse existem, como a série Monkey Ball.

15. Joe & Mac 2: Lost in the Tropics
Publisher: Data East / Desenvolvedora: Data East
Lançamento: 18/02/1994

Estranhamente, esse jogo é na verdade o terceiro da série, com o segundo sendo o Congo’s Caper.

É um jogo de plataforma bem divertido e fácil de jogar, mas o desafio vem na medida certa. Os controles são um pouco truncados, mas serve como uma boa variedade do gênero pra quem está enjoado de jogar Mario.

Pra dar uma facilitada no grinding, use esse password para começar um jogo novo com dinheiro máximo: RHPM FRRT NSBQ BGDB

16. Brawl Brothers
Publisher: HAMSTER / Desenvolvedora: Jaleco
Lançamento: 11/03/1993

Visualmente, o jogo parece um beat n’ up no mesmo nível de Final Fight ou Streets of Rage mas, ahh, meu amigo.

É tão ruim que dá dó. Nota-se que alguns dos jogos da JALECO foram licenciados para encher linguiça nesse serviço, pois Brawl Brothers é muito problemático.

Os ataques não acertam direito, os inimigos te agarram com certa distância e a SEGUNDA fase é um labirinto sem sentido, ainda mais num jogo de briga de rua.

Como o jogo é ruim, seguem duas curiosidades sobre ele:

A versão japonesa tem um personagem muito parecido com o M. Bison, porém na ocidental ele mudou de etnia pra negro, talvez pra não deixar a referência tão óbvia.

Além disso, a rom possui tanto a versão japonesa quanto a americana. Pra trocar entre elas é simples: na tela branca do logo da Jaleco, fique apertando em sequência, os botões B, A, X, Y até a tela sumir. Se der certo, o jogo entrará numa tela bugada. Daí, aperte Start, baixo, baixo, baixo, Start.

A versão japonesa (Rushing Beat Ran) é mais fácil que a ocidental, mas ruim do mesmo jeito.

17. Super Puyo Puyo 2
Publisher: Compile / Desenvolvedora: Compile
Lançamento: Primeira vez no ocidente

Velho conhecido dos seguistas, Puyo Puyo nunca teve uma versão ocidental pro SNES.

No Mega Drive, saiu como Dr Robotinik’s Mean Bean Machine, mas o gameplay é o mesmo: puzzle no estilo Tetris, onde você tem que unir 4 melequinhas da mesma cor.

Essa versão é original, com personagens fofinhos e todo em japonês. Não entendi porque a Nintendo trouxe um jogo importado sem ao menos traduzir para o Switch Online, mas como é de fácil compreensão, é totalmente válido.

Jogar pra dois jogadores também é maravilhoso.

18. Super Soccer
Publisher: Human Entertainment / Desenvolvedora: Human Entertainment
Lançamento: 13/12/1991

Switch Online

Foi um dos primeiros jogos de futebol para o Super Nintendo, e pra quem não conhece, esse é só um release com outro nome para o — de certa forma — conhecido Formation Soccer, que já teve outras versões por aí, mas morreu na era 16-bits.

Ele também usa os gráficos Mode-7, dando uma ideia bacana de perspectiva. Porém, a parte boa acaba por aí. Os personagens são caricatos e pequenos e a câmera traseira não ajuda, assim como a jogabilidade.

Você com certeza conhece outras duas opções melhores de se jogar o esporte no SNES. Esse está aqui só pra dizer que tem um futebol no serviço.

19. Super Tennis
Publisher: Nintendo / Desenvolvedora: Tokyo Shoseki
Lançamento: 02/11/1991

Switch Online

Único jogo do serviço que não está presente no aplicativo do Super Famicom Online. Lá, existe outro jogo de tênis chamado “Super FAMILY Tennis” e não, não é o mesmo jogo lol.

Não tenho muito o que dizer sobre esse jogo. Já joguei alguns outros do esporte no SNES e esse com certeza não é um dos melhores, mas vale pela curiosidade e pelo multiplayer.

Pra dar um gostinho melhor, use o seguinte MACETE para liberar o super jogador:

Na tela de seleção de personagem, faça a seguinte sequência no controle 2: L, L, L, L, L, X, R, R, R, R, R, R, R, X.

20. Super E.D.F. Earth Defense Force
Publisher: Jaleco / Desenvolvedora: Jaleco
Lançamento: Janeiro/1992

Switch Online

Um jogo de navinha para completar as porcarias da JALECO que enfiaram no pacote.

Ele tenta ser um Gradius mas só consegue raspar na referência. Ele pode não ser péssimo, mas é somente medíocre, o que já não serve para uma lista que começa com Zelda.

LEIAM – 3 Jogos de nave do SNES que você precisa conhecer

Então é isso! Quais jogos vocês acham que faltaram nessa lista inicial no serviço do Switch Online?

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Horizon Chase Turbo | A verdadeira continuação de Top Gear https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/05/29/horizon-chase-turbo-verdadeira/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/05/29/horizon-chase-turbo-verdadeira/#comments Tue, 29 May 2018 19:41:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/05/29/horizon-chase-turbo-verdadeira/ A ORIGEM Ah, Top Gear… um clássico da infância de 11 em cada 10 brasileiros. Muito me assustou quando descobri, durante o show do Vídeo Game Live, que a série é completamente desconhecida em territórios como EUA e Europa (nesse último talvez menos). Lançado como “Top Racer” no Japão em 1992, Top Gear era uma […]

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A ORIGEM

Ah, Top Gear… um clássico da infância de 11 em cada 10 brasileiros. Muito me assustou quando descobri, durante o show do Vídeo Game Live, que a série é completamente desconhecida em territórios como EUA e Europa (nesse último talvez menos).

Lançado como “Top Racer” no Japão em 1992, Top Gear era uma versão adaptada da série Lotus Challenge, que teve versões para o Amiga e Mega Drive, produzida TALVEZ pela própria Gremlin Graphics (que é creditada na tela título) e publicado pela japonesa Kemco.

Eu disse “talvez” porque tenho uma teoria um pouco diferente. A única razão de Top Gear existir da forma que é — e não como um port completo de um jogo da série Lotus — seria a falta de licença da marca de carros em questão.

LEIAM – FINAL FIGHT 3 | Porrada comendo solta no Super Nintendo

Porém, é sabido que Lotus Turbo Challenge 2 foi portado para o Mega Drive em 1991, apenas um ano antes do lançamento de Top Gear com seus carros genéricos.

Será que eles perderam mesmo a licença? E por que o jogo seria publicado por uma empresa JAPONESA e não pela própria Gremlin, como foi feito com as outras versões?

Pra mim o que aconteceu foi o seguinte: a Gremlin licenciou os assets e design do jogo (incluindo as músicas) e a Kemco fez in-house uma “versão” própria, mas sem os carros da Lotus, resultando assim no que conhecemos como Top Gear.

Isso explicaria o motivo de não termos uma versão do Lotus pro SNES mas termos suas músicas no jogo em si. Lógico que tudo isso é especulação minha.

A RELAÇÃO COM HORIZON CHASE

Horizon Chase Turbo

Nem vou entrar no mérito de explicar o quão popular o jogo de SNES foi/é no Brasil.

Apesar de não ser tecnicamente impressionante — ele usa as mesmas técnicas de design do Enduro de Atari –, Top Gear tinha um desafio competitivo, controles bem ajustados e músicas bem acima da média, com BPM superior a maioria das músicas mais “lentas” que eram vistas até então naquela primeira fase do SNES, com exceção de F-Zero, que por coincidência também era um ótimo jogo do mesmo gênero.

Talvez por isso (e por estar em todas as locadoras e fitas piratas do país) o jogo tenha se tornado tão popular, sendo cultuado até hoje pelos brasileiros, fenômeno totalmente alienígena pros gringos, que têm como referência muito mais o OutRun da Sega.

Evidentemente que esses brasileiros cresceram e alguns se tornaram desenvolvedores de jogos, o que foi o caso do pessoal da Aquiris, que usou como inspiração o jogo de OutRun da SEGA para criar este maravilhoso Horizon Chase Turbo.

O JOGO EM SI

Horizon Chase Turbo

Horizon Chase foi lançado para celulares Android e iOS em 2015, custando aproximadamente R$10,00, e eu lembro desse exato valor pois foi o primeiro jogo mobile que eu gastei dinheiro real e juro nunca ter me arrependido.

Mesmo com controles de touch, a jogabilidade mantinha-se precisa e não necessitava internet para funcionar, algo raro há 3 anos e muito mais hoje em dia. Lembro de ter demorado umas 2 semanas jogando com frequência até conseguir completar todos os desafios do jogo.

Desafios esses que não se limitam a ganhar as corridas, mas fazê-lo ao mesmo tempo que pega todas as moedas azuis da pista. Caso não deixe faltar nenhuma e ainda consiga a primeira colocação, será premiado com um selo “PRO” (chamado de Super Troféu na versão atual para consoles e PC). É um desafio opcional que dava ao jogador pouco além de um carro extra legal no final, mas que por só aparecer depois de completar tudo, acabava perdendo o sentido.

Pra acabar com esse problema, a Aquiris criou um outro modo além do World Tour, o Arcade, que funciona exatamente como em Top Gear: quatro corridas por país, sem necessidade de pegar as moedas para completar. Além disso existem os Challenges que como o nome já diz, são desafios opcionais que aí sim, vão testar os limites da sua habilidade E paciência.

É bom lembrar que todos esses modos podem ser jogados com 1 até 4 jogadores, facilitando a aquisição dos troféus e sendo também uma ótima opção de jogo para aquele momento de ócio com os amigos em casa.

Eu mesmo joguei quase quatro horas de Horizon Chase Turbo durante um fim de semana!

Tá tudo gravadinho lá no Horo Joga.

EVOLUÇÃO

Horizon Chase Turbo

É notório que muita coisa mudou desde o lançamento do original. As pistas e carros possuem mais detalhes, mas mantendo o visual low poly do original.

Existem mais carros, fases, músicas, etc. Aliás, é importante notar que a trilha do jogo foi feita pelo mesmo compositor da série Lotus (e por tabela, Top Gear): Barry Leitch.

Ele manteve a qualidade das suas trilhas antigas, criando temas bastante marcantes para esse jogo, incluindo também alguns rearranjos das músicas clássicas do SNEs, é muito gostoso jogar um jogo novo com a trilha de algo antigo como Top Gear.

A jogabilidade de Horizon Chase Turbo é tão boa quanto no celular. Foi implementado um botão de freio, não presente no original, onde você automaticamente freava quando soltava o acelerador. Agora existe uma diferença entre deixar o carro “na banguela” e realmente frear, e o jogo leva isso em consideração.

A colisão entre os carros é infelizmente o maior problema. O jogo não trata da mesma forma quando você bate em um carro e quando um carro te bate. Se você der um simples toque na traseira de outro corredor, seu veículo para bruscamente, enquanto que uma pancada na sua traseira não te joga pra frente na mesma intensidade. Leis básicas da física, galera!

Apesar do problema, muitas mudanças foram feitas para melhorar a qualidade de vida do jogador.

Quando sua gasolina está para acabar, o mapa da pista mostra os pontos do percurso onde existem itens de gasosa (que substituem os pit-stops do Top Gear), além disso também foi adicionada uma notificação na tela para quando todas as moedas da fase são pegas, coisa que incrivelmente não existia no original.

O mapa mundi do jogo também recebeu uns retoques, mostrando agora uma visão mais distante com o planeta Terra. É bonitinho, mesmo sendo inútil.

CONCLUSÃO

Horizon Chase Turbo

Horizon Chase Turbo tem em sua atenção aos detalhes o maior de seus méritos.

Toda a apresentação e qualidade mostra que os três anos de produção da versão de consoles/PC foram bem usados, com melhorias que poderiam ser usadas pra justificar um número “2” no título, já que é praticamente um jogo novo, tamanhas as mudanças feitas pra trazê-lo para telas maiores.

Essa qualidade e apreço foram o que tornaram esse lançamento um dos melhores jogos feitos no Brasil até hoje. Eu espero sinceramente que a Aquiris e outros estúdios possam trabalhar em mais jogos e que atinjam esse nível de excelência. Estão de parabéns demais.

Horizon Chase foi analisado com uma cópia do jogo…. fornecida pela Sony! Olha só, quem diria!

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