Arquivos Drift - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/drift/ Um pouco de tudo na medida certa Mon, 14 Jul 2025 00:32:15 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Drift - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/drift/ 32 32 Need for Speed: Most Wanted (2005) – Um bom jogo com progressão horrível | Análise Retro https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/07/13/need-for-speed-most-wanted-2005-um-bom-jogo-com-progressao-horrivel-analise-retro/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/07/13/need-for-speed-most-wanted-2005-um-bom-jogo-com-progressao-horrivel-analise-retro/#respond Sun, 13 Jul 2025 20:53:20 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=20593 Leitores e amigos de longa data vão saber que existem dois gêneros de games que eu amo de paixão: JRPG e corrida. Não sou nenhum mestre em nenhum dos dois, porém: jogo meus JRPGs na dificuldade normal (tirando um ou outro) e não tenho as ferramentas ($$) para apreciar simuladores de corrida como se deve. […]

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Leitores e amigos de longa data vão saber que existem dois gêneros de games que eu amo de paixão: JRPG e corrida. Não sou nenhum mestre em nenhum dos dois, porém: jogo meus JRPGs na dificuldade normal (tirando um ou outro) e não tenho as ferramentas ($$) para apreciar simuladores de corrida como se deve.

Eu cheguei a comprar volante de PS3, mas me senti uma criança de boné de helicóptero já que eu tinha 25 anos quando peguei um e por isso, vendi logo.

Desde então eu me limito a apreciar esse gênero em jogos de arcade como Daytona USA e o PERFEITO OutRun 2, além de alguns simcades, como Forza Horizon (que tem seus defeitos). Até me arrisco em uns jogos de rali e Gran Turismo, mas é isso.

ISTO POSTO, Need for Speed sempre foi um nome muito presente na minha vida, mas não tanto no quesito jogatina. Na lan house que mais frequentei em meados de 2004 — a falecida Orion Games em Vista Alegre, bairro da ZN do Rio –, haviam basicamente três jogos instalados: Counter-Strike 1.5 (óbvio), Warcraft III (com o desconhecido mod DotA) e Need for Speed Underground 1.

Reprodução: EA

Era meio bizarro, pois jogar NFSU na lan house implicava sempre sentar no mesmo PC e torcer para que ninguém jogasse no seu save. Ou pior: deletasse ele.

Eu mesmo presenciei muitas brigas de criança por causa disso, em um tempo onde a relação das pessoas era mais calorosa por ser presencial e assim, mais verdadeira.

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Assim, conheci o meu primeiro Need for Speed DAQUELA geração. Sim, eu já havia jogado Hot Pursuit III (1998) no PlayStation 1, além de ter visto milhares de vezes o dublador do Jaspion, Carlos Takeshi, vender a versão de PC de Need for Speed II (1997) no canal Shoptime.

Porém, esse era o primeiro jogo da chamada “geração PS2” e eu, como demoraria anos para ter meu próprio em casa, conheci as corridas underground via PC de lan house mesmo.

Reprodução: EA

 

Need for Speed na geração PS2

Após seu sucesso inicial que se deu desde o 3DO com o primeiro NFS, a série deu uns passeios de sucesso no PC e no PS1, até que a EA Black Box, estúdio canadense, ficou responsável pelo primeiro jogo da série no PS2. Assim, surgiu Need for Speed: Hot Pursuit 2, que foi muito bem recebido, pelo menos no console da Sony.

Depois desse sucesso, a Black Box seguiu desenvolvendo os jogos da série, como o já citado Undergrounds 1 e 2 (2003 e 2004, respectivamente), Most Wanted (2005), Carbon (2006) até terminar em Pro Street (2007), pelo menos nessa geração.

Todos esses jogos, por serem feitos pelo mesmo estúdio, compartilham o mesmo DNA e Engine, a EAGL (EA Game Library), que foi evoluindo ao longo dos anos.

Reprodução: EA

Do Underground para a Lista Negra

Como se sabe, os dois jogos Underground foram um pináculo para a série, que até então tinha uma estética voltada para coleção de carros de luxo, com algumas curvas para perseguições policiais inspiradas em programas de TV da época.

Em Underground, a inspiração na cena de tuning da época atraiu a galera mais jovem, com suas corridas noturnas, neon nos carros e os agora cafona adesivos de chamas nas laterais dos veículos. Toda essa cena fez com que muita gente se interessasse pelo game.

Agora não eram só os fãs do gênero que compravam Need for Speed, mas também fãs de Velozes & Furiosos, que por não ter jogos bons, perdeu seu espaço no mercado para os jogos da EA.

LEIAM – Elden Ring: Nightreign | Os Lordes da Noite te esperam

E após dois jogos com temática similar, a Black Box resolveu que seria interessante mudar um pouco o ambiente: para trás ficaram as corridas noturnas e agora temos de volta o tom de sépia/amarelado de jogos como NFS III: Hot Pursuit.

A cidade de Rockport, é baseada em regiões do nordeste americano, como Baltimore e Philadelphia, com áreas industrializadas, além de um subúrbio bem arborizado.

O tom de sépia, muito criticado hoje em dia, era na época uma novidade do que a tecnologia da época poderia proporcionar. A ideia era dar um tom de outono ao jogo, tanto que a maioria das corridas se passa ou de dia ou durante um entardecer alaranjado, bem diferente das corridas noturnas dos dois jogos anteriores.

Reprodução: EA

O corredor mais procurado

A historinha do jogo é contada por cutscenes com atores reais, mas bem estilizadas.

Você joga como um piloto sem nome (apelidado só de “The Player”) que chega em Rockport City para desafiar os melhores corredores de rua.

Durante uma corrida contra o chefão local, Razor Callahan, ele sabota seu carro (retira o bloqueio do óleo), fazendo você perder a corrida e ser preso pela polícia. Enquanto está detido, Razor fica com seu carro tunado — o mais rápido da cidade — e usa ele pra subir até o topo da Blacklist, o ranking dos 15 corredores mais procurados da cidade.

A ideia é bem similar aos dois jogos anteriores, mas a progressão é mais claramente dividida entre esses 15 corredores. Aí você vai pensar: “nossa, então são só 15 corridas?

Ah, meu amigo. É claro que não. É um jogo da EA GAMES (challege everything). 

Para enfrentar cada rival da black list, você precisa vencer uma série de corridas, além de alguns objetivos (“milestones“), e esses milestones são o que tornam um jogo que seria nota 9,0 em algo bem abaixo disso, e eu vou te dizer o por quê.

Reprodução: EA

Os modos de corrida

Existem ideias incríveis nesse jogo. Em relação as corridas normais, não se tem do que reclamar. O jogo tem um monte de variações legais que até hoje não vi em outros jogos modernos, que são:

  1. Circuit

    • Corrida em circuito fechado (2 a 5 voltas).

    • Ganha quem terminar primeiro.

  2. Sprint

    • Corrida ponto-a-ponto, do início ao fim em linha contínua.

    • Sem voltas. Ganha quem chegar primeiro.

  3. Lap Knockout

    • Em cada volta, o último colocado é eliminado.

    • Continua até restar um.

  4. Speedtrap

    • Vence quem tiver o maior total de velocidade ao passar por todos os radares na pista.

    • Não importa a posição final da corrida, só a soma das velocidades registradas.

  5. Drag

    • Corrida de arrancada com troca manual de marchas.

    • Pistas retas, com obstáculos e tráfego.

    • Exige reflexos rápidos para trocar de faixa e marchar no tempo certo.

  6. Tollbooth Time Trial (também chamado só de “Tollbooth”)

    • Corrida contra o tempo, passando por vários pedágios (checkpoints).

    • Cada pedágio tem um tempo-limite. Chegue antes para ganhar segundos extras.

  7. Lap Time Trial

    • Corrida solo contra o relógio.

    • Objetivo: completar uma ou mais voltas no menor tempo possível.

    • Pouco comum na carreira principal.

Todos esses modos aparecem na Campanha espalhados entre os desafios para enfrentar cada rival. Então imagine que para enfrentar o seu rival atual, você precise ganhar 5 corridas. Aí, o jogo te apresenta 9 desafios diferentes, te deixando escolher quais fazer até atingir a meta.

Isso gera uma variedade de escolha do jogador, que pode não se sentir a fim de fazer sempre as mesmas corridas com 3 voltas, e queira simplesmente fazer todos Time Trials ou outros modos disponíveis.

Reprodução: EA

 

O problema do jogo: Milestones e Bounty

Além das corridas tradicionais, o jogo também exige que você complete “Bounty” e “Milestones”, que são metas de perseguição policial, como:

  • Ficar um tempo X em perseguição

  • Danificar viatura, passar por barreiras políciais e escapar de espinhos deixados por eles

  • Atingir valor de procurado

  • Passar por radares em alta velocidade (também chamados de Speed Cameras nos Milestones)

Os desafios dos radares são divertidos, mas Cristo Rei, como odeio todos os outros.

Ficar fugindo da polícia é chato, já que a IA às vezes te ignora ou simplesmente foge, fazendo você perder a perseguição e ter que começar tudo de novo.

Danificar viaturas é ok… mas também envolve o mesmo problema da perseguição poder acabar a qualquer momento sem que seja culpa do jogador.

Reprodução: EA

O valor de procurado (Bounty) é um problema à parte, pois chega um ponto que o jogo simplesmente te FORÇA a ficar perambulando fugindo da polícia só pra aumentar esse valor arbitrário, apenas como forma de esticar a duração do jogo.

E esses são os reais problemas de Need for Speed: Most Wanted: travar sua progressão com esses Milestones é fazer o jogador de palhaço.

Muitas das sessões de jogo que fiz para zerar e escrever essa análise se limitaram a ficar fugindo da polícia por minutos, tendo que apelar para uma área circular onde eu podia explorar a forma que os carros de polícia “nascem” no mapa.

E mesmo assim foi completamente chato, a ponto de eu tirar o som do jogo e ficar ouvindo YouTube no segundo monitor.

Reprodução: EA

Mods modernos para PC

No fim, eu cansei de brigar com um jogo que foi feito sem pensar no meu bem-estar e usei diversos mods. Alguns deles completamente estéticos e outros feitos para fazer com que eu ME DIVERTISSE, mesmo com toda palhaçada da EA Black Box.

A versão de PC roda no Windows 10 e 11 de boa e possui packs gráficos, mods para usar controles de PS4/PS5/Xbox, além de um chamado Extra Options que permite que você mude até seu nível de procurado, o que adianta bastante alguns objetivos, te impedindo de ficar horas aumentando o número de policiais atrás de você só para perder seu progresso por um bug da IA do jogo.

Existe um ótimo compilado deles aqui no moddb.com, que você instala de uma vez só.

Eu recomendo que você instale ele em cima de uma instalação limpa do jogo no Windows. Não precisa instalar nada além disso: já tem tudo que você precisa para ter uma experiência legal com o game.

Reprodução: EA

Veredito

Need for Speed: Most Wanted fez bastante sucesso quando foi lançado. Seus controles são ótimos para um jogo de corrida estilo arcade, a ambientação laranja da cidade de Rockport reflete bastante como eram os games e a estética daquela época e a grosso modo, é um jogo bem divertido para se jogar por algumas horas.

Porém, sua progressão limitada para fazer o game durar mais nas mãos do jogador faz mais mal que bem, e garanto que a maioria das pessoas da época simplesmente não terminou o modo carreira por se frustrar com a forma que tudo é tratado.

A questão das milestones é tão frustrante que até as perseguições policiais, que eram para ser o mote principal do jogo, ficam ruins quando se leva em conta a IA da polícia, que vai de burra para implacável em questão de segundos, dependendo do seu nível de procurado.

O problema foi tão relevante que na sua continuação direta, Need for Speed: Carbon, essas perseguições deixaram de ser obrigatórias, mudando a progressão para um sistema de território, bem menos exigente com o tempo livre do jogador.

As corridas por outro lado, são ótimas e são bem melhores que os jogos modernos da série, como Unbounded (2022), além das hilárias e mal atuadas cutscenes, que divertem e trazem uns alentos para os olhos, como a Mia, interpretada pela atriz Josie Maran.

Caso queira se aventurar nesse jogo, recomendo se proteger de todas suas frustrações: instale o mod acima, aprenda como usar as funções do mod Extra Options e procure apelar pra elas somente quando precisar, pois apesar de tudo que falei, o jogo começa a ficar frustrante somente lá pelo 5o cara da Black List, e até lá você já vai ter se divertido bastante também.

Nota: 7,0/10

Reprodução: EA

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5 Motivos para você comprar um Nintendo Switch https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/20/5-motivos-para-voce-comprar-um-nintendo-switch/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/20/5-motivos-para-voce-comprar-um-nintendo-switch/#respond Sun, 20 Mar 2022 12:51:54 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=10430 Fala pessoal! Eu me chamo Victor, nas redes sociais e Twitch você vai me encontrar como Nerd Profeta, e primeiramente quero agradecer ao meu amigo Diogo pelo convite de estar deixando aqui essa matéria com vocês. Espero que esse texto possa ajudar quem ainda tiver qualquer dúvida quanto aos benefícios de se adquirir um Nintendo […]

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Fala pessoal! Eu me chamo Victor, nas redes sociais e Twitch você vai me encontrar como Nerd Profeta, e primeiramente quero agradecer ao meu amigo Diogo pelo convite de estar deixando aqui essa matéria com vocês.

Espero que esse texto possa ajudar quem ainda tiver qualquer dúvida quanto aos benefícios de se adquirir um Nintendo Switch.

LEIAM – Arco de Liberl (The Legend of Heroes: Trails in the Sky, SC e The 3rd)

Lançado em março de 2017, o console híbrido da Nintendo é um sucesso monstruoso, então nada mais justo do que compartilhar com vocês alguns pontos a se destacar para uma pessoa que ainda tenha dúvidas sobre o console.

Lembrando que são pontos que eu considero como positivos, não é regra geral e você pode muito bem não concordar com um ou outro (ou todos!) ponto apresentado aqui, sinta-se à vontade discordar.

Então, vamos lá!

Nintendo Switch
Reprodução/ Internet

Portabilidade / Conceito híbrido

Primeiro ponto é o conceito base do console, o ser hibrido. O Nintendo Switch você consegue jogar tanto na TV quanto no modo portátil e, isso pode ser alterado no momento que quiser apenas tirando o console da dock, questão de segundos.

Lembro lá no inicio de 2018 quando tinha comprado o meu Switch, levei na casa de um amigo para ver e ele mesmo tinha se espantado porque pensava que ao retirar da dock ele desligava ou pausava o jogo. Com o Switch você pode muito bem estar jogando no conforto da sala na TV ou no monitor, vendo as imagens em uma tela maior, desfrutando normalmente de sua jogatina.

LEIAM – 5 Motivos para você comprar um Super Nintendo

Em seguida bate aquela preguiça e você vai deitar na cama ou mesmo bate aquele revertério e você tem que ir às pressas ao banheiro, você se pergunta “poxa, vou ter que pausar!”, mas não! Você continua sua jogatina simplesmente tirando o console da dock e levando ele aonde você quiser continuando a jogatina exatamente no segundo que você parou na TV.

Talvez você diga “bah, nem ligo para portáteis!” tudo bem, você não liga e confesso que eu mesmo na maior parte de minha jogatina é na TV/monitor (tanto que no canal, para eu fazer live preciso estar na dock), mas lembre-se que nem eu e nem você somos todo mundo e existem muitas e muitas pessoas que curtem demais a jogatina portátil, e ás vezes a maior parte da gameplay deles é sim no portátil por x fatores (tempo curto por exemplo).

Enfim, o Nintendo Switch abrange esses dois públicos, a galera que quer jogar na TV e a galera do portátil e o seu conceito hibrido é sensacional.

Nintendo Switch
Reprodução/ Internet

Suporte nacional

Quase não se ouve falar disso em sites ou vídeos comentando sobre o Switch né?

Pois bem, todos sabemos que a Nintendo retornou seu suporte aqui no Brasil a pouco tempo, cerca de 2019 com um site, e hoje já temos a distribuição oficial do console e acessórios em lojas parceiras (Americanas, Magazine Luiza, Amazon, etc.) com garantia da própria Nintendo.

Temos a eShop nacional com acesso direto do console, vendas de jogos digitais em lojas parceiras (Americanas através dos cartões gift card nas lojas físicas, Nuuvem) e na própria eShop BR (óbvio) e ainda temos a assistência oficial da Nintendo.

Assistência essa digna de elogios digo por experiência própria: Meu primeiro par de joycons começou a sofrer com os famigerados drift (um terror que infelizmente está abrangendo todos analógicos dos consoles atuais).

Entrei em contato com a assistência oficial da Nintendo aqui no Brasil, fui instruído em o que fazer, enviei meus joycons problemáticos para eles e cerca de uma semana depois, eu recebi um par novinho e com selo da Anatel aqui para mim.

Tudo 0800. Infelizmente ainda não temos a distribuição de jogos físicos oficial aqui, ainda, por isso caso você for comprar algo físico do Switch, se atente, pois, você estará comprando de revendedor no mercado cinza, mas isso é pauta para uma outra conversa.

Nintendo Switch
Reprodução/ Nintendo

Outro fato a se comentar aqui é sobre legendas e português do Brasil. A Nintendo como uma empresa muito japonesa em toda sua cultura, nunca trouxe legendas em nosso idioma, salvo alguns games em português de Portugal no Wii U por exemplo (os ports para o Switch vieram com pt-pt).

Somente hoje, a Nintendo começou a olhar para nosso idioma, atualmente já temos / será lançado com português do Brasil: Mario Party Superstars (já lançado), Mario Strikers: Battle League e Nintendo Switch Sports.

Um numero bem pequeno se comparado a outros estúdios, obvio. Mas vejo isso por um ponto positivo: mais tarde do que nunca. Aos poucos você percebe que ela está olhando mais aqui para nosso mercado, começando a traduzir jogos, com a distribuição oficial do console, acessórios, jogos digitais e uma assistência técnica nota 10.

Vamos cobrar para melhorar? Sim, sempre. Mas para uma Nintendo de uns 10/ 15 anos atrás e hoje, a situação melhorou sim e esperamos que melhore cada vez mais.

Reprodução/ Atlus – Nintendo

JRPG e os jogos japoneses

Como já disse acima, a Nintendo é a única fabricante de consoles que sua cultura é toda japonesa. Como produtora isso não é diferente: Seus games sempre buscam agradar o seu grupo ‘caseiro’ primeiro de tudo.

Não é por menos que o Switch é disparado o console mais vendido em terras nipônicas desde seu lançamento, e com folga. Dito isso e com uma base instalada de já mais de 100 milhões de unidades vendidas, é natural ter um suporte forte de estúdios japoneses.

Pessoalmente, meu gênero favorito dos games é o JRPG, os RPGs japoneses e com o Nintendo Switch ele é disparado a melhor plataforma para mim e creio que será a melhor escolha se você também curte o gênero.

Seja JRPGs da própria Big N (franquia Xenoblade Chronicles), exclusivos de console (Bravely Default II), ou de thirds (Shin Megami Tensei V, Dragon Quest XI S: Echoes of an Elusive Age – Definitive Edition, Octopath Traveler, Monster Hunter Rise, The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel IV, etc), o console tem uma vasta biblioteca de jogos de RPGs japoneses e focados no Japão, desde clássicos remasterizados que estão disponíveis no Switch Online ou de títulos novos e ports.

Digo tranquilamente que você conta no dedo algum JRPG (de fato JRPGs e não jogo feito por estúdio japonês mas que hoje é total focado em publico americano, basicamente um WRPG mesmo…sem citar nomes claro rsrs) que esteja em outras plataformas e não esteja no Switch, existem sim, mas em uma quantidade bem pequena se comparada ao que existe na biblioteca do console.

Se você é um amante de JRPGs, o Switch é sua praia, tenho certeza que você vai se deliciar fazendo pactos, salvando um reino, levando sua amada para o criador do universo ou mesmo caçando monstros. A lista é vasta e se deixar eu não paro de falar.

Digno de nota, estou sempre jogando algum JRPG disponível na plataforma. Sempre.

Reprodução/ Nintendo

Exclusivos Nintendo e sua Diversão

Aqui um ponto que a Nintendo sempre carregou em seu nome: Seus exclusivos.

Fazendo um nome forte com suas IPs desde os anos 80, a Nintendo construiu um vasto número de franquias exclusivas que na maioria das vezes, são jogos que agradam muito bem o seu publico alvo e vendem MUITO.

Além dos já citados thirds exclusivos e exclusivo de console (Monster Hunter Rise, Shin Megami Tensei V, Bravely Default II, etc), o Switch tem obviamente, os próprios exclusivos e franquias da Nintendo.

Jogos como The Legend of Zelda: Breath of the Wild, Super Mario Odyssey, Mario Kart 8 Deluxe, Splatoon 2, Animal Crossing: New Horizons, Metroid Dread, Pokémon Legends: Arceus e tantos outros, você vai jogar apenas no console hibrido da Big N (sei que o BOTW tem a versão de Wii U mas não vem ao caso aqui, você não deve ser uma das 10 pessoas que tiveram o Wii U né? Kk brincadeirinha!).

Falando no Wii U, caso você não o teve, o Switch trouxe alguns ports deste console com alguns implementos a mais, como o já citado BOTW, Mario Kart 8 Deluxe, Pikmin 3 Deluxe, Donkey Kong Country: Tropical Freeze, etc.

Sem contar os exclusivos novos que estarão chegando ainda este ano como por exemplo: Xenoblade Chronicles 3, Bayonetta 3, continuação de BOTW, Pokémon Scarlet e Violet, Splatoon 3, etc.

Vale mencionar algo importantíssimo aqui neste ponto: diversão. A Nintendo sempre foi conhecida por ser a mais Family Friendly, ou seja, muitos de seus jogos exclusivos são para jogar sem o perigo de que qualquer pessoa seja impactada de forma negativa diante do que está acontecendo em tela.

São jogos que irão divertir a todos, sejam crianças, jovens, adultos e senhores, jogos que vai lhe tirar gargalhadas em uma corrida maluca de karts, tiros de tintas com lulas, captura de monstrinhos de bolso, um encanador e seu chapéu mágico, etc. O fator qualidade é algo sempre presente em seus exclusivos e a diversão é garantida.

O Switch tem uma monstruosa biblioteca de exclusivos que com certeza vai lhe dar a mais pura diversão.

Reprodução/ Nintendo

A entrada para o mundo Nintendo

E aqui encerramos com nosso ultimo ponto e também muito importante. O Nintendo Switch é o console que ao meu ver, é um ótimo ponto de entrada para novatos na Nintendo ou que estão há anos longe dela.

Quem for comprar seu primeiro videogame Nintendo perceberá que o Switch é um ótimo ponto de retorno a plataforma nipônica.

Digo isso, porque, ele consegue abranger uma biblioteca tão diversificada e que contem tantos títulos importantes da indústria gamer como um todo, que isso o torna uma ótima apresentação e porta de entrada ou retorno para os gamers.

Com o Switch tivemos o retorno de suporte de empresas que estavam há anos longe da Nintendo, o retorno de franquias ‘mortas’, continuações de outras franquias famosas e hoje, uma biblioteca que grada tanto fãs de visual novel como fãs de indies.

Franquias como, Bioshock, Diablo, Borderlands, Mortal Kombat, Street Fighter, The King of Fighters, Fatal Frame, Outlast, Sniper Elite, FIFA, Breath of Fire, Super Mario, Donkey Kong Country, The Legend of Zelda, Pokémon, Mario Kart, Mario Strikers, Hollow Knight, Ori, Dragon Quest, Final Fantasy, Saga Frontier, Earthbound, F-Zero entre outros, são jogos de diferentes gêneros entre si, alguns aqui citados tem jogos inéditos ou novos, outros tem remasters ou remakes, e outros são clássicos disponíveis em alguma coletânea ou serviço (Switch Online).

Fora tantas outras franquias de gêneros diferentes que não citei aqui. Ou seja, aqui o novato na Nintendo ou o que está retornando, vai dar de cara com uma biblioteca variada de jogos que ele as vezes deixou de jogar e outros novos para ele usufruir. Pessoalmente, nunca vi uma biblioteca tão variada quanto essa desde o saudoso SNES.

É isso ai, espero que esses pontos possam ajudar a quem está em duvida em comprar um Nintendo Switch e lembrem-se, procure comprar com uma loja que venda o console de forma oficial e assim ter a garantia da própria Nintendo, caso contrário, compre por sua própria conta e risco.

Lembrando que aqui são pontos pessoais e você é livre para concordar ou não com eles. Um grande abraço e até mais!


Observação: O texto autoral não reflete a opinião do veículo

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