Arquivos Devil May Cry 5 - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/devil-may-cry-5/ Um pouco de tudo na medida certa Sat, 08 Apr 2023 22:17:19 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Devil May Cry 5 - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/devil-may-cry-5/ 32 32 Censura, Silêncio e Hipocrisia | A Sony e o Público https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/04/23/censura-silencio-e-hipocrisia-sony-e-o/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/04/23/censura-silencio-e-hipocrisia-sony-e-o/#comments Tue, 23 Apr 2019 22:54:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/04/23/censura-silencio-e-hipocrisia-sony-e-o/ Sabem, às vezes eu me pergunto: Por que eu gosto de videogames? A resposta pura e simples é: são divertidos, neles eu posso ser literalmente o que quiser. Uma caçadora de zumbis que usa espadas e biquínis pra fatiar mortos e vampiros (Onechanbara), um soldado numa guerra do oriente médio onde minhas escolhas e ações […]

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Sabem, às vezes eu me pergunto: Por que eu gosto de videogames?

A resposta pura e simples é: são divertidos, neles eu posso ser literalmente o que quiser. Uma caçadora de zumbis que usa espadas e biquínis pra fatiar mortos e vampiros (Onechanbara), um soldado numa guerra do oriente médio onde minhas escolhas e ações não importam (Spec-Ops: The Line), o Presidente dos Estados Unidos indo salvar o universo de uma raça alienígena tirana, portando um dildo roxo e usando superpoderes (Saints Row IV), uma fatia de pão (I am Bread), uma Ninja que mesmo sendo considerada fugitiva, vai lutar para salvar suas irmãs (Deador Alive 6). As possibilidades são literalmente infinitas, pois há jogo com todo o tipo de temática para todo o tipo de gosto.

Bom, se você ficou empolgado com a revelação de algumas das características técnicas do próximo PlayStation.

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Lamento dizer que seu leque de opções pode ficar bem limitado. Com a Sony revelando, segundo matéria do Wall Street Journal, que possui um setor específico dedicado a verificar o conteúdo de todos os jogos a serem lançados na plataforma e vetar tudo aquilo que não seguir determinadas normas, trocando em miúdos, CENSURA.

O principal problema disso, é que isso não afeta mais jogos lançados apenas no ocidente, como era de praxe desde a época do nintendinho, onde nudez era censurada e símbolos religiosos alterados. Mesmo roteiro dos jogos foi alterado em localizações ao longo do tempo.

Agora, afeta mesmo os jogos lançados no Japão, além do resto do mundo. E, foi deixado bem claro que o alvo da censura eram os jogos japoneses, tais quais visual novels, ou jogos como Dead or Alive e Senran Kagura, a coisa cresceu ano passado a ponto de Kenichiro Takaki , criador e produtor de Senran Kagura, deixar a Marvelous após 13 anos.

LEIAM – Kenichiro Takaki fala sobre sua saída da Marvelous e o futuro

Os motivos alegados pela Sony foram basicamente: “pense nas crianças” e o #MeToo. EU NÃO ESTOU BRINCANDO. “Pense nas Crianças” é meio imbecil, porque desde Mortal Kombat, existe nos EUA um órgão dedicado a classificação etária dos jogos, a ESRB, assim como no Japão temos o CERO e na Europa tem o PEGI. Aqui no Brasil, se não estou enganado, o responsável pela classificação de produtos culturais, como filmes, jogos e programas de TV, é feita pelo Ministério da Justiça.

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Isso é feito, para que o Juquinha, garoto de sete anos, filho do Seu Ademir, não jogue um jogo como o Mortal Kombat 11 onde é possível arrancar a cara de uma pessoa, jogo esse que possui classificação etária para MAIORES DE DEZOITO ANOS.

Ninguém dá a mínima pra classificação etária, lógico, porque se ligassem, um time inteiro de futebol não teria comido minha mãe por causa de uma partida de Call of Duty, mas minha inaptidão em first person shooters é assunto pra outro dia. E o #MeToo, gostando ou não do movimento. NÃO TEM NADA A VER COM VIDEOGAMES.

Ainda que o movimento tenha caído no ostracismo devido a hipocrisia das envolvidas nele (isso é um assunto que eu não quero discutir, agora), era um movimento justamente pra denunciar predadores sexuais em Hollywood, e até onde me lembro, Harvey Weinstein (tive que
googlear pra saber se estava escrevendo o nome corretamente) nunca
foi visto jogando Nekopara ou Senran Kagura.

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Enfim, ficou claro A QUEM a Sony quer agradar com essa medida, não? Só dar uma passada no Resetera (vulgo CÂNCER da humanidade) pra ver quem ficou feliz.

Não quero discutir isso agora, provavelmente devo escrever algo sobre o Resetera um dia.

Lembram que depois do atentado/tragédia em São Paulo, as pessoas de sempre (políticos, velha imprensa, gente desinformada) saíram acusando os jogos violentos de influenciarem, e mais uma vez tentarem colocar uma lei para proibir a distribuição de jogos considerados violentos aqui no Brasil?

LEIAM – Dead or Alive 6 | Veloz, lindo e muito letal

Basicamente, CENSURA. E o que foi visto? Pessoas e mais pessoas e páginas usando uma tag que por razões éticas, não usei em tweet ou discussão no facebook.

Curiosamente, não vi posts no facebook, hashtags ou discussões a respeito disso nas páginas Brasileiras. Mas vi bastante gente especulando sobre o PS5 e isso e aquilo.

A imprensa também está em silêncio, não vi youtubers, blogs comentando a respeito. Mas lembro que em muitos posts acerca de censuras da Sony em jogos como Senran Kagura, ou visual novels, ou mesmo Devil May Cry 5 (a bunda da Trish que recebeu visita do Raio de Luz), entre os comentários criticando a censura, sempre tinha a turma comentando: “a la o punheteiro”, “se eu quero ver mulher pelada vou no pornhub” “kkk punheteiro” “esse negócio do devil may cry é errado, mas esses jogo hentai tinha que acabar” “e o dead or alive que é só jogo de punheteiro?”.

Isso revela duas coisas: Primeiro, que o sexo, ou sensualidade, ainda é um tabu. Vivemos no que diz ser um país avançado, que blá blá blá, tem que ter educação sexual nas escolas (o que concordo), liberal etc, mas a verdade é que continuamos tremendamente pudicos em relação a sexo, tudo é tratado como algo de outro mundo e a sensualidade é visto como algo feio, sujo, vil. Se você gosta de algo com um pouco de fan service, já é taxado de tarado, depravado, etc.

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A segunda, é que a comunidade num geral é tremendamente hipócrita. Porque ela não é contra a censura. Ela é contra a censura apenas do que ela não gosta. Afinal, o “Tem que banir jogo violento porque influencia crianças” gera o “#ÇOMUSGAYMERNOMAÇACINU”, enquanto que o “Olha, a Sony tá censurando esse jogo aqui, e relatos desse, desse e desse terem sido censurados (todos eles, jogos de anime com fanservice variados)” gera o “Foda-se, não jogo esses jogos de punheteiro mesmo.”.

A maioria das pessoas literalmente só quer jogar seus jogos em paz, não vejo problema nisso. E, apesar de eu falar sobre o silêncio, não vejo problema em a pessoa NÃO QUERER comentar sobre a censura da Sony. Nem todo mundo precisa dar opinião sobre tudo. Agora, você querer escrotizar quem se coloca contra, justamente porque é sobre algo que você não curte, é um tanto hipócrita.

Digo, isso pode não te afetar agora, mas censura É SEMPRE algo errado, porque quando começa, não vai terminar ali. Uma hora cortam algo que você particularmente não liga (fan service), reclamam e você zoa .

Depois cortam outra coisa também não liga (sei lá, romances em jogos), mais gente reclama, mas você continua zoando. Aí finalmente vão censurar a violência nos jogos e agora você vai reclamar?

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Esse padrão aconteceu com Devil May Cry 5 na censura da bunda da Trish, depois de ter acontecido em jogos como Nekopara, algumas visual novels japonesas e Senran Kagura, poucos ligaram, mas chegou em Devil May Cry, um jogo de escopo imenso, a reclamação foi grande, a ponto da Capcom provavelmente ter apelado e conseguiu reverter a situação.

E agora, com a Sony tornando a censura em suas plataformas algo oficial, é triste ver criadores de conteúdo calados em relação a isso, ao mesmo tempo em que criam expectativas em torno do próximo PlayStation.

Entre decisões como essa, o Stadia com seu serviço apenas online e streaming, e a Microsoft com o Xbox One SAD que apela pra EXATAMENTE NINGUÉM (não sei se comentarei mais a respeito dele), saindo ainda mais caro que o Xbox One S atual aqui no Brasil, é estranhamente irônico que a Nintendo tenha comentado ao Wall Street Jornal, que não regula o conteúdo das third parties em sua plataformas, desde que estejam de acordo com a classificação indicativa da região em que o jogo será lançado.

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E também é irônico, que enquanto Dead or Alive 6 é considerado “ofensivo” as mulheres por mostrar mulheres bonitas e fanservice, mas Mortal Kombat 11, onde você pode literalmente arrancar a cara das mulheres, é altamente aguardado e não é considerado ofensivo.

Finalizando, você tem o direito de gostar e não gostar do que quiser, mas no momento em que você ataca a censura a uma coisa, mas defende a censura a outra só porque você não gosta, isso te torna uma pessoa extremamente hipócrita, e invariavelmente vai invalidar quando a censura chegar a algo que você gosta.

Se você não gosta de algo, respeite quem gosta, isso já é uma ajuda, quando a censura bate.


Observação: O texto autoral não reflete a opinião do veículo

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Brasil Game Show 2018 | Análise Definitiva sobre o Evento https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/10/18/brasil-game-show-2018-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/10/18/brasil-game-show-2018-analise/#respond Thu, 18 Oct 2018 13:21:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/10/18/brasil-game-show-2018-analise/ Olá, QUERIDÕES que visitam o ARQUIVOS DO WOO, estamos aqui numa verdadeira maratona de eventos, começando com o caro e decepcionante GameXP que aconteceu no Rio de Janeiro, dessa vez temos o maior evento de games da América Latina, a Brasil Game Show. Chegando em sua 11ª edição — se contarmos com a Rio Game […]

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Olá, QUERIDÕES que visitam o ARQUIVOS DO WOO, estamos aqui numa verdadeira maratona de eventos, começando com o caro e decepcionante GameXP que aconteceu no Rio de Janeiro, dessa vez temos o maior evento de games da América Latina, a Brasil Game Show.

Chegando em sua 11ª edição — se contarmos com a Rio Game Show de 2009 –, o evento liderado pelo fluminense Marcelo Tavares junta grandes nomes da indústria de videogames, além de lojas, produtoras indies e outros expositores em um espaço bem grande em São Paulo durante cinco dias, onde os visitantes podem aproveitar demos de futuros lançamentos, fazer compras, lanchar nos food trucks, socializar, fazer cosplay e até mesmo conhecer seus ídolos da indústria.

AMBIENTE

O lugar escolhido para essa edição é o já conhecido Expo Center Norte, localizado na Zona Norte da cidade de São Paulo. O lugar possui cinco pavilhões, totalizando quase 100 mil m², o suficiente para absorver as mais de 150 mil pessoas que comparecem ao evento todos os anos (não ao mesmo tempo né).

Com isso, temos já o primeiro ponto positivo da feira. O Expo Center Norte é do tamanho de uma FAZENDA. Isso faz com que a circulação, mesmo nos últimos dois dias, seja relativamente fácil, sem filas pra passar em corredores e outros contra-tempos.

A segurança do evento foi grande. Vários guardinhas na entrada com detetores de metais, com fiscalização de mochila e tudo. Ou seja, completamente diferente da GameXP onde o cara usava seu poder Jedi pra escanear sua mente pra saber se você iria matar alguém la dentro. Além disso, havia enfermaria e ambulâncias disponíveis, o que acredito que seja uma exigência da prefeitura para esse tipo de evento.

Outra coisa legal foi que, segundo informações, 70% dos contratados temporários da própria BGS foram pessoas com alguma deficiência. Essa inclusão é muito importante, ainda mais dada a dificuldade de se conseguir emprego no Brasil, por mais que este seja temporário.

Se há algo ruim nessa questão seria a disposição de alguns estandes. Não faz sentido termos Playstation e Xbox colados um com o outro, ainda mais sabendo que são os estandes mais procurados. Isso fez com que o pavilhão onde eles estavam — que também estava as Lojas Americanas, muito requisitada — ficasse inchado, enquanto que outros setores ficassem mais vazios. Seria interessante se nas próximas edições isso fosse aprimorado de forma que os estandes maiores servissem como uma “ilha”, com diversos estandes menores ao redor, até porque isso ajudaria na divulgação dos mesmos.

Ainda assim, nada muito problemático, vale dizer.

JOGOS


Sabe, quando saí da GameXP no mês passado, evento este organizado pela família Medina, a mesma do Rock in Rio, tive a impressão de que enfrentei filas enormes e não joguei muita coisa. Aqui na BGS tivemos a situação oposta. Era notável a satisfação das pessoas ao sair do evento. Incrivelmente todo mundo conseguia jogar bastante coisa, desde indies até arcades ou jogos da moda em PC/PS4/XONE.

Logicamente, nem tudo são flores, e cada estande fez um approach diferente sobre como absorver a quantidade enorme de pessoas querendo jogar, nem que fosse por apenas 15 minutos.

A Sony repetiu o sistema que vêm usando em todas as suas presenças em feiras mundialmente: você precisava baixar o app Experiência PlayStation, se cadastrar ou logar com sua ID da PSN e esperar a abertura de horários para reserva. Esses foram previamente divulgadas no Blog Playstation, mas não o suficiente fora de lá, tanto que MUITA GENTE acabou ficando na fila do backup, que só entrava gente quando a reserva furava.

Além disso, esse sistema funciona melhor quando se tem muitas estações para cada jogo. Porém, na BGS cada game tinha apenas 4 consoles no máximo, fazendo que a reserva dependesse de sorte + conexão boa com internet, até porque as vagas acabavam em SEGUNDOS.

Eu mesmo não consegui jogar Days Gone e nenhum jogo VR no estande da Sony, porém consegui com até certa comodidade, aproveitar as demos de Resident Evil 2, Sekiro: Shadows Dies Twice, Kingdom Hearts 3 (duas vezes!) e Dead or Alive 6.

Os outros estandes, como da Activision, XBOX e todos os que tinham jogos de PC adotaram o sistema de fila simples, e aí caíamos naquele velho problema de poucas máquinas em relação ao número de pessoas.

Digo, eu fui em quatro dias de evento, mas imagina o cara que só pode ir em UM, e nas 8 horas que ele poderia ficar lá dentro, passar de uma à duas numa fila pra jogar 15 minutos de um jogo é desanimador. Sendo assim, eu mesmo me aventurei pouquíssimo nesses setores. Me arrisquei a esperar por Devil May Cry 5 na XBOX, porém em 20 minutos, a fila sequer se mexeu e por isso desisti.

Havia também um pavilhão inteiro dedicado a jogos de PC, principalmente os multiplayers. Lá também tinham estandes de grandes como a Razr, que vendia seus acessórios.

 

Corredor dos Indies

Um ponto a parte foi o setor dos indies nacionais, com muitos jogos que iam além do pixel art manjado ou da animação em vetores similar a Flash.

Destaque vai para o INCRÍVEL Dolmen” da Massive Work Studio“, que já esteve presente no ano passado e que esse ano mostrou como o jogo está quase pronto. Eles tentaram Kickstarter duas vezes mas agora conseguiram financiamento da própria Square Enix (!!) para terminar o projeto. Ele mistura uma ambientação similar a Dead Space com jogabilidade de Dark Souls. Realmente um projeto incrível que pude jogar por meia hora e sei que será um sucesso.

Além desse, tivemos a versão de Puzzle Quest baseada em Magic the Gathering, projeto que a Oktagon de Londrina assumiu e manteve a qualidade; outro destaque vai para Trajes Fatais, que foi portado para uma nova engine e agora se assemelha mais a um jogo de luta tradicional.

Esse “corredor indie” foi ótimo pois havia espaço para jogar e sem filas, ainda que fossem jogos betas e pouco conhecidos, vi que até mesmo a garotada presente estava se divertindo bastante. Tive a oportunidade de conversar com alguns desenvolvedores e fiquei feliz de ver como eles estavam empolgados em mostrar seu produto.

Merchandising e comidinhas


Esse tipo de evento grande tem como característica principal o preço elevado de TUDO, principalmente de comida, não é mesmo?

Bem, de fato haviam coisas caras, principalmente em lanchonetes como Bob’s, que estava cobrando o dobro do preço por cada lanche, ainda que os mesmos fossem versões “hot pocket“, mas fora isso, tudo tinha um preço de acordo.

Quem não quisesse gastar com comida, poderia levar lanches de casa ou comprar guloseimas no estande das Lojas Americanas, que tinha tudo que uma loja normal deles possui, e felizmente pelo mesmo preço.

Os produtos como camisas, quadros, acessórios e jogos estavam por um preço médio. Destaque para a Riachuelo, que colocou toda sua coleção “geek” (como odeio esse termo) à disposição, com preço médio de cinquenta reais por camiseta. Todas muito bonitas e confesso que deixei mais de 200 reais lá. Jogos eu infelizmente não comprei, visto que não havia nenhuma promoção que me fizesse comprar algo lá que eu não compraria se estivesse em casa.

Uma estreia do evento foram os cartões de jogos da Nintendo que, diferentemente do praticado pelas suas concorrentes, NÃO dão crédito no e-shop, mas sim códigos para os jogos em si, e pelo mesmo preço da versão física. Ou seja, era possível comprar Mario Odyssey, Zelda BotW e outros first-party da Ninty, porém por 230 reais e sem caixinha e cartucho. A vantagem talvez seja o parcelamento, mas ainda assim acredito que você encontre ofertas mais interessantes em jogos físicos no mercado paralelo.

De qualquer forma, é mais um pézinho que a Big N coloca aqui no país. Toda iniciativa, por mais simplória e não ideal que seja é bem vinda. Dê suporte SE possível.

Personalidades presentes


Nessa edição a organização resolveu chamar praticamente TODO MUNDO DA INDÚSTRIA DE GAMES (ok, exagero) pra compensar a falta de um nome de tanto peso quanto foi o Kojima no ano passado.

Dentre os presentes, deixo alguns destaques como:

Cory Barlog, diretor de God of War (2018);
Fumito Ueda, diretor de Ico, Shadow of the Colossus e The Last Guardian;
Katsuhiro Harada, diretor da série Tekken;
Yoshinori Ono, diretor da série Street Fighter;
Charles Martinet, voz original do Mario (que eu tirei fotinha e autografei meio jogo!)

Todos eles deram autógrafos, mas alguns, por exigência da organização, só tiraram fotos. Todos foram bastante solícitos e pareciam estar muito felizes com a empolgação do público. A química entre todos era clara e tudo fluiu naturalmente nessas filas, sem problemas e muita alegria de modo geral de ambas as partes.

Conclusão

A Brasil Game Show é realmente uma ótima experiência pra todos que gostam de vídeo game. A energia geral, a quantidade de cosplays, famílias e o encontro de amigos que moram longe é muito legal de presenciar e participar.

É possível jogar muita coisa, desde que você se planeje antecipadamente pra não ficar perdido igual uma galinha, rodando entre estandes sem saber exatamente o que fazer.

Existiram pouquíssimos pontos negativos (pelo menos pra mim) e acredito que, de modo geral, essa seja a impressão de todos que acompanharam o evento.

Espero que ano que vem seja tão bom quanto esse ano!

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